Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2018

Batalha Naval na Mocidade Portuguesa

Quando o tempo era feliz, simples, natural e passava devagar, os jovens, que ainda nem sonhavam os recursos da desconhecida Internet, jogavam a Batalha Naval que o clube das Pastilhas Pirata oferecia para os entreter enquanto mascavam ou não as ditas.

A batalha Naval servia para estimular a memória.

Com este pequeno entretenimento forçavam o pensamento ao raciocínio, a verificar onde estavam os navios escondidos.

O treino forçava a concentração. O vencedor, era admirado por, em poucas jogadas, saber onde os adversários tinham os barcos.

Nos acampamentos da Mocidade Portuguesa, a batalha Naval já não era surpresa e antes da saída para o campo, o dirigente Prista Monteiro era sempre o primeiro a felicitar o vencedor.

Na prova de marcha do dia seguinte, com imensos objetos a descobrir, era certo e sabido que os gloriosos da batalha Naval eram também aqueles que mais depressa terminavam as provas.

O raciocínio fazia deles os campeões. A batalha Naval era um método simples, sem custos para selecionar os futuros gestores do Comercio, Indústria ou os dirigentes de Portugal.

A Mocidade Portuguesa foi sempre um apoio enorme para a juventude. E não o dizia, não o apregoava.

A mocidade Portuguesa formava os jovens na verdade, na honestidade, no trabalho, na camaradagem. Dava-lhe um corpo são através de atividades desportivas e um espírito são na maneira como os milhares de jovens viam nos seus companheiros de estudos, a amizade fraterna e as brincadeiras sem maldade, mas bastante viris.

Depois de um jogo de batalha Naval, que o meu amigo José Cabaço Neves venceu de maneira relativamente fácil, ele convenceu-me a ir para os cursos da Mocidade Portuguesa, que em Lisboa eram ministrados na rua Almeida Brandão, durante um mês, seguidos pelo acampamento final.

Eu, que intimamente me revoltava por os meus pais me deixarem fazer tudo o que eles julgavam me fazia feliz, aceitei a ideia do Zé Cabaço Neves para ver se ganhava ordem nas minhas atitudes.

Sem a Mocidade Portuguesa seria completamente diferente do que a partir daqueles simples ensinamentos e sã camaradagem, fui. Bendito Estado Novo.

 

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C.S

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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2018

O revolucionário Jerónimo e a cachopice do da UGT

Se não fosse dramático, a rondar o trágico, estes 43 anos de greves, incompetência, ameaças e parvalheira continuada, dariam muito gozo.

Mas é de Portugal de que falamos, a quem tentam roubar a alma.

Saindo de uma amostra revolucionária, que Marcello Caetano autorizou pensando dar-lhe dignidade e proteção, sucedeu o contrário.

A bestialidade Cunhalística, eivada de cobardia e infâmia, imediatamente encontrou os estúpidos oportunistas; Vasco Gonçalves, Melo Antunes, Rosa Coutinho e toda a servidão de bastardos ignorantes que atiraram com o país para a lama. Transformaram a liberdade em libertinagem e o País do Estado Novo e do futuro transformado no país das bancarrotas, da corrupção, dos roubos e dos assassinatos cometidos pela seita das FP25 cujo chefe foi o mesmo Otelo do COPOM.

O que se tem passado, se não fosse tão grave, seria motivo para uma peça de teatro, uma tragicomédia, levada ao mundo para se compreenderem os malefícios da inépcia e da malvadez de gente nojenta que preferiram o dinheiro ao bem-estar de Portugal e dos Portugueses.

Ao ouvir ontem o Jerónimo, com ar de gozo, dizer que ficou surpreendido com a disponibilidade REVOLUCIONÁRIA do Carlos Silva, da UGT, afirmar que a UGT poderia forçar a greve na função Pública, mais uma vez o desespero e a tristeza entram em mim ao ver que a alarvidade mental, em assuntos que já deviam estar ultrapassados, continua a existir.

Carlos Silva, já antes tinha vindo com uma farroncada por causa da Autoeuropa, onde o PCP tenta minar as bases da segurança. Agora fala em greves sabendo que foram principalmente as greves que forçaram a dívida enorme onde Portugal se afunda e que continua a manter mais de dois milhões e meio de pobres.

As greves foram a bandeira do facínora Cunhal para arrastar Portugal para as dificuldades onde se encontra.

Cunhal sabia perfeitamente que na URSS, de onde veio, as greves eram proibidas e altamente punidas.

Sugiro que o Jerónimo e o Silva leiam “La Chute Finale” de Emmanuel Todd. Leiam o capítulo II “O proletariado sob a sua Ditadura” para acabarem com o engano que já não engana ninguém e que acabará com o PCP, tal como se tem visto pelos resultados das últimas eleições.

Faço mais uma sugestão. Se querem ser verdadeiros líderes políticos oiçam pelo menos “A Visão Global” e a “Conversa Capital” todos os domingos depois do Noticiário do meio-dia. Comecem por ir à Internet e ouvir o programa de ontem na Antena 1.

 

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C.S

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A seita judaica insiste em destruir a Síria

Os judeus falam em violação da soberania israelita, quando as suas violações do espaço aéreo Libanês é constante e o espaço e território Sírio é violado, atacado, e o Daesh e os opositores de Bashar al-Assad são municiados frequentemente.

O descaramento da seita judaica não tem limites.

A infâmia e a pulhice judaica causa vómitos até a quem os admira pela sua inteligência, mas não aceita os seus atos e as suas infames mentiras.

As incursões israelitas na Síria são regulares, como afirma o jornal francês Le monde.

Israel quer a paz regouga a seita judaica, mas continua a incentivar e a armar a guerra, como provam as entregas de armas ao Daesh e aos idiotas opositores de Bashar al-Assad, sabendo que serão as próximas vítimas da seita dos loucos, que os moderados israelitas também não conseguem travar, sabendo que chegará o dia em que todos serão sacrificados num holocausto provocado pelos canalhas que se pensam protegidos pelos Americanos.

Os judeus violam todos os espaços aéreos com a impunidade de quem se pensa seguro.

Os guerreiros do crime e da sua própria morte provocam o destino para desaparecerem da face da terra que emporcalham com as suas atitudes depois de terem sido protegidos por quase todos os povos com pena dos coitadinhos.

Um grande amigo meu, judeu de quatro costados, já me afirmou, várias vezes, que os judeus são uma raça maldita:

“Não conseguindo despir a pele” e, nunca rejeitando o clã, ele lamenta a sorte que o destino lhe destinou.

 

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C.S

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Domingo, 11 de Fevereiro de 2018

O petróleo do Algarve é o turismo

Insistir nas prospeções de petróleo quando o ouro negro está quase ao preço da uva-mijona, é um disparate de todo o tamanho.

Mas que havemos de fazer quando ninguém sabe como mandar?

Autoridade não existe. Inteligência muito pouca e dinheiro ainda menos.

Todos já percebemos que alguém vai ser enganado.

Quem?

Os que autorizaram a prospeção ou aqueles que fingem que perfuram as areias untadas de restos de salmoura?

Os primeiros têm de manter o movimento para garantir o contrato sem pagar indemnizações. Os segundos mantêm o material porque esperam receber a dinheirama gasta com tanto desperdício.

Os primeiros estão certos que o único petróleo é o que vem dos turistas. Se o petróleo aparecesse, em muita quantidade nem assim seria rentável. Depois das jazidas já em exploração e a perder dinheiro ou a não ganhar o suficiente para rentabilizar o trabalho, todos sabem, menos os especialistas em milagres, que o petróleo entrou na rua da amargura e passará a ser necessidade residual dentro de poucos anos.

A Gulbenkian, ajuizadamente, vende os poços e o corrimento. Investe no futuro dos renováveis e deseja sorte aos compradores.

O Reino dos Algarves começa a tomar forma: a regionalização vai dar-lhe a força que precisa.

Que o Algarve espera nova liderança, ninguém duvida.

Nuno de Nelas e Bragança está pronto a reinar. Em vez do petróleo correr com toda a gente; vai de Inglaterra, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia gente importar.

E com este ouro branco, pacifico, feliz, contente pelas areias sedosas sem haver na Europa igual, todos mergulharão nas salsas ondas louvando o bendito e quente nome de Portugal.

 

Anterior “Bicharada parlamentar”

C.S

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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018

Bicharada parlamentar

À falta de assuntos válidos para discutirem, e sarna para se coçar os eméritos Deputados que ganham bem e trabalham pouco resolveram dar voz às bichas.

Ninguém está contra os animais. O povo está é contra a vida de cão que leva, com mais de dois milhões de pobres que continuam a saga dos caixotes do lixo que vasculham à noite para sobreviverem envergonhados, mas incapazes de estender a mão à caridade tal como aconteceu na Primeira República, 1910-1926, e que Salazar, depois de um esforço Nacional enorme conseguiu voltar a dar dignidade.

Os mais debilitados, destes dois milhões de pobres, habitam as ruas das cidades. São tantos milhares que o Presidente Marcelo, apesar do seu voluntarismo, quase caiu no desespero por ver a dificuldade em os salvar.

O país está podre, cheio de bichas que o contaminam e arruínam.

São 230 os que deputam. Cento e vinte ou cento e trinta chegariam e sobrariam para, em vez de se distraírem com assuntos resolvidos se debruçarem sobre o essencial.

Muitos, dos milhões de Pobres Portugueses gostariam de ter o que sobra aos cães e gatos dos milionários Abrilistas.

Portugal é pobre em tudo: pobre em juízo, pobre em decência, pobre em imaginação criativa.

É rico em folclore, em esconder a miséria de 43 anos de desassossego.

Alguns parlamentares esfregam as mãos de contentes. A partir de agora podem levar os cães, os gatos, os ratos e as ratas para o restaurante do Parlamento onde as bichas se dão bem e onde daí podem lançar ao vento e ao ventre os seus apetites.

O exemplo influenciará os donos, mais renitentes, dos Restaurantes que recusam meter entre as pernas os animais de estimação dos clientes, com medo das pulgas e dos vícios escondidos.

Amem.

 

Anterior “União Europeia e o crime contra a Venezuela”

C.S

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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2018

União Europeia e o crime contra a Venezuela

Sabendo perfeitamente que a Oposição Venezuelana é muito mais culpada pela situação dramática que o povo vive do que o Governo eleito, as cabeças, bem nutridas da UE, insistem em intervir no país.

O capitalismo Americano quer manietar o Governo para ter ao seu dispor os mais execráveis subservientes que lhes entregarão tudo quanto a voracidade dos EUA entender.

Como não pode fazer o mesmo que fez no Iraque, na Líbia e na Síria, utiliza um método mais simples: as sanções que os mercenários Europeus copiam e aplicam sem se importarem com as com as consequências.

Será que a estupidez, mais do que a ganância, oblitera o pensamento dos políticos Europeus?

É urgente que todos os povos do mundo compreendam que os mais pobres e os trabalhadores indiferenciados continuam nas mãos de verdadeiros vampiros que os tentam manter sob os seus pés, sejam eles liberais, democratas, pretos ou comunistas. Aquilo que esta monstruosa cáfila quer é dominar, para fazer nem ela sabe o quê.

O grave, o muito grave é que a Europa segue, como os cães rafeiros, o dono.

Em poucos anos foram destruídos países organizados e prósperos. A Europa apoiou essas invasões, e recebeu como contrapartidas terroristas e imigrantes desesperados.

Que pretende, este mundo de loucos?

Em vez de sanções, a Europa deve ajudar os venezuelanos a sair da situação dramática em que vivem, fazer o contrário é colaborar com a cretinice dos generais americanos até que os vírus invisíveis os façam desaparecer sem ruído.

É isto que os políticos Europeus também desejam?

Pensem no assunto.

 

Anterior “Portugal não precisa de armas. Precisa de inteligência”

C.S                  

publicado por regalias às 06:27
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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2018

Portugal não precisa de armas. Precisa de inteligência

O mundo entrou numa escalada de loucura sem precedentes e ainda não se apercebeu disso.

É fundamental que a Europa, os EUA, a Rússia e a China estejam estreitamente ligadas, não para combaterem as outras nações, mas para se proteger e evitar este vulcão que se aproxima sem ninguém dar conta pela forma silenciosa e metódica como o faz.

A verdadeira caixa de Pandora foi aberta depois de terem sido descobertos todos os segredos da era Digital.

Aqui há tempos escrevi que qualquer pequeno país poderia enfrentar uma grande potência. Ainda não tinha passado mais de um ano e o mundo espantado viu como a Coreia do Norte bateu o pé a uma das três maiores potências mundiais, ao travar um ataque iminente, que teria uma resposta devastadora para ambos os lados, mesmo com o total desaparecimento da Democrática Coreia. Desaparecia, mas os danos causados prolongar-se-iam por décadas de destruição e sofrimento.

Isto, dito desta maneira para que toda a gente entenda, desde a alta política porque ao ganhar muito e comer demais anda distraída do que lhe pode ser fatal depois de um jantar regado a Bordéus.

Portugal não precisa de armas para se defender porque não tem defesa possível.

Se não tiver armas, quem o vai atacar? O caso da Suíça é paradigmático.

Ao Portugal de Salazar sucedeu o mesmo. Não tinha armas. Imediatamente avisou as potências beligerantes que a sua neutralidade era total.

Quando Ingleses e Americanos o obrigaram a vender-lhes o minério que lhes faltava, fez o mesmo aos Alemães que imediatamente reclamaram o mesmo tratamento.

Portugal tinha a inteligência de um Homem só, que sabia pensar e medir as consequências dos atos.

Estou preocupado, francamente preocupado com a Europa, a Rússia, a China e os Estados Unidos da América. Divididos e sem o sentido da verdadeira vida de felicidade, do prazer, da igualdade e compreensão entre todos os povos do mundo, que, descuidados com as suas preocupações de uns contra os outros, se esquecerem que há mais povos no mundo para quem a fraternidade Global tem sido sistematicamente violada. 

A raiva o ódio e a arrogância, pode de repente, no silêncio das mentes, provocar a Catástrofe Universal.

 

Anterior “Salazar, Homem de conhecimento, prevenia”

C.S

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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2018

Salazar, Homem de conhecimento, prevenia

Depois de ouvir papagaios afirmar o que não sabem e eu tenho tempo para apresentar factos escrutináveis, faço-o como sempre fiz, em devido tempo.

Quando a Censura dos Tenentes-Coronéis, do antigo regime, começou a abusar dos cortes, comecei a escrever livros, onde disse tudo o que quis sem o risco azul.

O mesmo não aconteceu com o tempo destes libertadores da liberdade perdida, que, por um artigo de jornal, em vez de o cortarem a lápis azul ou a vermelho, quiseram cortar-me a liberdade, enviando-me a tribunal.

Deixemos as misérias dos miseráveis e vamos ao Homem.

Salazar escreveu numa revista, e que eu já mencionei há anos, que o Norte de África nunca poderia ser violado, caso contrário toda a Europa iria sofrer graves consequências. Não prestaram atenção ao Homem. São pigmeus inchados de arrogância e estupidez. O resultado está à vista.

A Líbia tem feito gato-sapato dos acordos e continua a ser preocupação constante. Umas vezes mata os imigrantes que estão obrigados a proteger, outras, encaminha terroristas para rebentarem na Europa.

Os assassinos pagam-lhe a proteção e as armas ali guardadas.

Além do que acabo de dizer, e ainda sobre o Blogue de ontem onde um casal de Suecos me tinha afirmado, algo que eu sabia perfeitamente, que Portugal era um dos países mais livres do mundo, repetirei:

Aquilo que alguns apelidavam de Ditadura não passava de prudência, de contenção para proteger os inconscientes e os mais pobres, aqueles que tinham saído da Primeira República, 1910-1926, cobertos com farrapos, descalços e muita fome no esqueleto.

As grandes liberdades apregoadas pelos Abrilistas caem como marmelos podres.

Podem não começar a ser abatidas aqui, mas, a União Europeia e a subserviência aos desígnios de Bruxelas, depressa faz chegar as ordens.

Os trabalhadores efetivos já começaram a ser avisados que podem ser postos na rua a qualquer momento; e os jovens, desde o básico ao secundário, ficam proibidos de levar telemóveis para as escolas.

França marcou o prazo para adaptação à verdadeira Ditadura: Setembro.

A liberdade em desordem não funciona. Não vai a bem, vai a mal.

Salazar usava a autoridade democrática: prevenia, não punia.

 

Anterior “Palavras leva-as o vento, mas ficam na cuca”

C.S

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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2018

Palavras leva-as o vento, mas ficam na cuca

As palavras voam e explodem.

Vivemos um tempo complicado. Quando ainda tinha pernas e vontade de viajar pelo mundo, várias vezes verifiquei que era muitíssimo mais livre no meu País do que nos países onde me encontrava.

Um casal sueco, em Estocolmo, disse-me precisamente isso; que Portugal era o País mais livre e mais seguro do mundo, isto em 1958 ou 1959.

Vieram viver para Portugal. Durante alguns anos contactei com eles e com os filhos. Depois de terem falecido, perdi o rasto aos descendentes.

Mas esta conversa vem a propósito das palavras, com Acordo ou sem Acordo Ortográfico, que cada utiliza como entende. Portugal continua hoje um país em roda livre. O mais livre do mundo em tontaria e imaginação.

Antes do 25 de Abril também era o mais livre apesar dos atrasados mentais dizerem o contrário. São mansos, geneticamente cobardes.

Ainda converso com dezenas de amigos do outro tempo, que eram de uma irreverência não admitida hoje em dia. A liberdade era total desde que não vandalizássemos edifícios públicos ou prejudicássemos as outras pessoas.

As palavras hoje voam mais do que antigamente. A Comunicação Social aproveita tudo o que é lixo para pespegar nos Órgãos de Informação toda a coscuvilhice baixa e desagradável.

As palavras obscenas ficam na cuca, são mais fáceis de fixar do que os atos de valor.

Antes também acontecia isto, mas em pequena escala. Existiam outras preocupações. As palavras ficavam no círculo de amigos, mesmo quando furiosos uns com os outros.

Hoje o escândalo desapareceu. São raros os que ficam incomodados com o que dizem deles próprios.

Perdeu-se a vergonha, perdeu-se o juízo e estamos à beira de perder o país.

 

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C.S

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Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2018

Esquerda e Direita têm de acertar o passo

Marcello dizia que apontava para a Direita e ia para a Esquerda.

Esta foi sempre a linha do antigo regime, desde Salazar a Marcello.

O sucesso do Estado Novo foi precisamente esse. Todos eram portugueses e todos tinham os mesmos direitos e deveres fossem da Esquerda, da Direita, da Extrema-Esquerda ou da Extrema-Direita. Tinham de todos cumprir as leis. A lei era igual tanto para uns como para outros.

Aqueles que criticam o antigo regime ou são estúpidos e ignorantes ou não viveram aquele tempo, quando os homens do Governo eram de uma dedicação e honestidade a toda a prova.

Só assim é possível explicar a recuperação de Portugal depois da Primeira República, 1910-1926, onde todo o país vivia na miséria e só os políticos se governavam razoavelmente. Basta escrutinar a história nos jornais e livros da época para saber a verdade das afirmações.

Neste nosso tempo, depois da pesada herança que foi esbanjada pelo Vasco Gonçalves e depois da entrada na CEE e consequente passagem para a União Europeia, todos os dinheiros acumulados no Estado Novo e os recebidos da União Europeia tinham de fazer evoluir o país, ao mesmo tempo que o endividavam sem explicação plausível.

Passados estes 43 anos é tempo mais que suficiente para, atingidos os 44 anos, a Esquerda, a Direita e os extremos perceberem que o tempo inconsciente acabou, se quiserem salvar os Partidos.

Para o Português tanto lhe faz ser Governado pelo Costa, pelo Rio, pela Catarina, pela Cristas ou pelo Jerónimo, desde que Governem bem e sem facciosismos de contorcionistas amestrados.

Não perceber isto é não perceber coisíssima nenhuma da mentalidade portuguesa.

O Costa e o Marcelo têm a chave na mão. Ou aproveitam o momento e se deixam de politiquices populistas, de barraca de feira, conversando com os seus pares ou o país, mais ano, menos ano, dispara no erro e exige que espanhóis ou ingleses tomem conta de Portugal, como já uma vez fizeram com os Filipes, 1580-1640, e Beresford entre 1807-1820.

Criados ou senhores?

A resposta é óbvia: unidos, inteligentes, trabalhadores somos mais livres e mais felizes.

 

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C.S

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