Domingo, 29 de Novembro de 2009

Cinco marionetas e um Homem

O Presidente da República ao não dar cobertura à celebração da infâmia no teatro de bonifrates da Gulbenkian, mostrou a sua  frontalidade e honestidade, não pactuando com prestidigitadores os quais, aproveitando o Golpe, se lançaram para a ribalta. Agora misturam verticalidade com tentativas para apagar os erros do passado e impor um valor contrário àquele que eles tiveram.

Melo Antunes, pai da revolução? Só se for pai deles. Melo Antunes não passou de um dos mandantes das centenas de milhares de mortes que aconteceram nas ex-colónias Portuguesas.

Mas para não sufocar com os vómitos que o sujeito me causa, dou a palavra ao General, Marechal que estas múmias elevaram à categoria, com o único fim de o calarem. Não conseguiram. O remorso do General falou mais alto. Oiçamo-lo:

"Completando este quadro de alta traição a Portugal e às populações de Moçambique, o Major Melo Antunes, então Ministro sem Pasta, deslocou-se, sem meu conhecimento, a Dar-es-Salam para, à margem de qualquer política concertada com a Presidência da República ou com os Ministros dos Negócios Estrangeiros e da Coordenação, estabelecer um plano de entrega de Moçambique à FRELIMO..."

Mais adiante...

"...formas só possíveis num quadro de alta traição".

Aquilo que acabo de transcrever vem no livro "País Sem Rumo" do General Spínola, página 301. Edições SCIRE. Mas não só, neste excerto, aquele horrível sapo é descrito desta forma.

É este infame, que os bonifrates querem colocar na história? Só se for na história dos traidores.

Obrigado Professor Cavaco Silva. São Homens como o senhor que honram e fazem a história de Portugal, não são os videirinhos que vendem a honra e a inteligência porque o golpe lhes encheu os bolsos sem se preocuparem com os dois milhões e trezentos mil portugueses que vivem à beira do colapso.

C.S

 

 

publicado por regalias às 08:36
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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Um país de tolos

Vi o jogo com a Bósnia mais para perceber a reacção dos bósnios do que pelo desafio que sabia, de antemão, que venceríamos. Os Portugueses são assim. Só quando se sentem muito apertados dão o tudo por tudo.

Desliguei a televisão e liguei a ANTENA 1, o jornalista, que estava no Porto, verberava os residentes por não saírem à rua e festejarem o acontecimento. Tanto esbracejou, ele e depois o de Lisboa, o qual apareceu a ajudar à ladainha, que alguns fervorosos, mais advertidos por telemóvel do que pelo instigador se prepararam para responder às perguntas do inocente. As respostas foram deprimentes. Atabalhoadas, sem sentido, incoerentes, mostrando, tristemente, o baixo nível mental de quem responde e de quem insiste nas questões.

O assunto merecia um desbaste demolidor tanto para a ANTENA 1 como para quem nela trabalha e não percebe que a Rádio Pública tem responsabilidades perante o País.

Os Governos, desde o 25 de Abril, ainda não conseguiram acertar o passo. Mas a culpa não é só deles. É de todos nós que teimamos em não estudar e em não procurar trabalho num País que é um poço de riqueza e não passa de uma reles e vil tristeza quando olhamos para a realidade.

Os jornalistas da ANTENA 1, ao incitaram à festa, estão a provocar mais gastos, mais incómodos e mais arrelias. Os que ali vão vivem do subsídio que o Governo lhes dá. Gastam-no e queixam-se a seguir.

Quando tudo aponta para a diminuição de gastos, o país continua a viver como um oásis de nababos esbanjadores, mas pelintras. 

A DECO insiste na diminuição do consumo de luz, mas as televisões e rádios continuam a trabalhar toda a noite em programas de pouca validade e para um número insignificante de ouvintes e de espectadores.

Quer-se alguém para trabalhar e ninguém pensa em sair dos organismos que lhes pagam para fazer nada.

A quantidade de jovens, de corpo ao alto, a roçar as costas pelas esquinas e a fumar uns charros, é enorme.

Trabalham os velhos até aos 95 anos, mesmo não precisando. Fazem-no porque o trabalho lhes dá saúde, alegria e foram educados no exemplo.

Portugal está a transformar-se num país de tolos. Se quisesse alargar a ideia acrescentava: e de mendigos.

O Governo pode ter muita culpa no que acontece, mas insisto, somos nós que teima em transformar Democracia em demagogia, em mãos largas, em abismo.

Somos uns tolos! Insistiremos na tolice até que a União Europeia feche a torneira, e a fome e a desordem nos obriguem a puxar pela cabeça e pelos braços para merecermos o País de sol e sonho em que nascemos.

C.S 

publicado por regalias às 08:39
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Futebol e coscuvilhice

Isto não é um país a sério. É o país do ridículo, do futebol e da coscuvilhice.

Abre-se uma rádio, uma televisão ou um jornal e, pasme-se! O mais importante é o pontapé na bola, a alcoviteirice, a inutilidade.

Os meios de Comunicação Social ainda não compreenderam a enorme importância que representam para a vida de um País. Não compreenderam, e afundam-se todos os dias, culpando sempre alguém pelos seus desaires.

Numa tentativa desesperada para salvar diários, semanários e televisões descobriram o futebol e o Primeiro-Ministro como tábuas de salvação. Erro. Ao fim de três dias já ninguém suporta ouvir, ver ou ler notícias sobre o assunto.

Os Meios de Comunicação Social (MCS) continuam a não perceber que as novidades chegam a todos os minutos e que o ser humano está sequioso de saber mais. Os MCS dão as notícias já requentadas porque se masturbam no engano, na imbecilidade e na repetição.

A juventude e os mais velhos fogem para a Internet onde ninguém impõe nada e cada um escolhe o que quer. Caem as audiências, caem as tiragens, caem os pequenos jornalistas.

Hoje, dia 18, os MCS têm a Bósnia e continuam a ter o Sócrates. Sorte. Se tivessem o avantajado Ferro Rodrigues pela frente já teriam engolido dois traques.

Os Meios de Comunicação Social têm de repensar o que andam a fazer. Ninguém lhes diz para não darem todas as notícias, mesmo as mais comezinhas. Não devem é esquecer o essencial.

Sugiro-lhes que passem os olhos e oiçam os MCS Dinamarqueses, Holandeses, Alemães e Ingleses.  

C.S

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Sábado, 14 de Novembro de 2009

Contraditório, excepcional, na Antena 1

A diferença entre um programa de alta qualidade e a água chilra que as televisões e os jornais nos oferecem pode ser testada através do programa "Contraditório" que passa todas as sextas-feiras entre as 19h15 e as  20h na Antena 1. Oiça o de ontem dia 13. Excepcional!

A maneira mais fácil de o ouvir, sempre que deseje é escrever no Google: "Contraditório, Antena 1". A seguir, por cima do espaço azul, onde está escrito "Exibição mais recente - Áudio" carrega no triângulo do canto esquerdo, em baixo, e passa a ouvir o debate entre estes três cavaleiros e uma amazona que, imbuídos de sã frontalidade, esgrimem, saudavelmente, em defesa de um País, assassinado todos os dias por políticos de fancaria e jornalistas de sarjeta.

Ana Sá Lopes, Carlos Magno, Luís Delgado e João Barreiros, discordando, muitas vezes, uns dos outros, são a beleza da inteligência e da argumentação fundamentada, mesmo quando o vocabulário é violento, mas necessário, para acordar um País que teima em querer fechar os olhos.

Sugiro-lhe que oiça este programa. Garanto-lhe que não se arrependerá.

C.S

publicado por regalias às 10:01
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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

O pequeno MAGALHÃES

Sócrates ao distribuir "Magalhães" sem olhar a quem, entre a pequenada das escolas, teve um gesto arrojado e de futuro. Não privilegiou nem quartou possibilidades de aprendizagem aos esgrimistas do pensamento que cresce e se aperfeiçoa. Mas...esta gente de palmo e meio, esperança de Portugal, tem de ser acompanhada.

As turmas onde, as Tecnologias de Informação e da Comunicação (TIC), na Área de Projecto, este pequeno Magalhães é manuseado e ensinado, são em número reduzido. É fundamental aumentar o número para que os objectivos sejam atingidos, ou encontrar outra forma de alargar as bases para perceber como trabalhar com o Magalhães.

O mini computador Magalhães é na verdade um gigante de força e resistência. Ele consegue aguentar quase todos os choques. As suas capacidades são francamente boas. Pode fazer tudo o que um de "maior idade" consegue. Tem uma boa Diciopédia, ajuda fundamental para quem estuda e escreve. Os planos da "Escolinha" estão bem organizados. Nem falta o Inglês para, a brincar, se ir aprendendo. Em resumo: máquina perfeita que só precisa de uma pequena ajuda para atingir as metas pretendidas.

É impossível absorver a avalanche de conhecimentos que nos chegam todos os dias sem saber compreender e utilizar o computador, a Internet, o IPHONE, o IPOD ou os vulgaríssimos telemóveis, que há trinta anos ainda eram máquinas desconhecidas.

O Governo deu um passo inteligente e feliz, só falta um pouco para o completar.

C.S

 

 

 

 

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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Sócrates no tiro ao alvo

Portugal vive nas ruas da amargura, mas quase me apetece dizer que Ele está nas suas sete quintas. A coscuvilhice está no topo. O boato substitui a miséria e conforta o estômago. O futebol é diário e de gozo. Jogadores que ganham 100 mil euros por mês não jogam o suficiente para receberem o ordenado mínimo. Todos mordem no Sócrates. Que podemos desejar mais?

Que isto vá ao fundo rapidamente ou que tenhamos a hombridade de rapidamente regressarmos ao País a sério, que até agora não tem conseguido ser.

A PIDE está a anos de luz das novas escutas. Não há comparação possível. Hoje todos somos vigiados permanentemente. Portugal é o país que tem mais telemóveis do que habitantes. Ainda bem. Só que as máquinas são umas línguas de trapos. Mal as acariciam elas desbobinam tudo o que ouviram e falaram durante anos.

O jornal Sol, a TVI, o Público, o Diário de Notícias e todos os outros meios de comunicação quase sabem tanto como a Polícia. Enfim, é um País feliz. Um pernas abertas. Tudo ao léu.

Hoje, o "Sol" diz que Sócrates conversou com Vara. É proibido? O homem é um bom alvo? Vende jornais? Não há mais nada para dizer? Não se pode falar com os amigos?

Que democracia é esta que faz um chinfrineira infernal quando se pretende colocar câmaras de vigilância em escolas para segurança dos jovens, ou em locais perigosos, mas não se inibe de espiolhar os telemóveis dos outros?

Sócrates faz bem em não dar resposta a quem quer conversa fiada. Todos esperamos que ele não sofra a tentação de se agarrar ao mais fácil, ao acessório, ao rebotalho em vez de, durante os próximos anos, se lançar ao essencial e mostrar que é Homem inteligente, ponderado e determinado. Só assim o povo e a história lhe agradecerão.

C.S

publicado por regalias às 09:16
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Ditadura de depravados

Quantos homossexuais querem casar em Portugal? Dois? Dez? Trinta? Sessenta?

E quem são esses homossexuais? Dois ou três apresentadores televisivos. Quatro ou cinco jornalistas, uns doze artistas de teatro e duas lésbicas. O resto é gente que guarda a sua 

privacidade.

Dos vinte, só meia dúzia actua na ribalta porque lhes interessa esfregar as pulsões em tudo quanto mexe. Estes são os depravados.

Não é o casamento que os move, é o envolvimento de mais gente para assim poderem esconder a vergonha, as frustrações e os apetites de invertidos.

Esta gentalha é depravada só porque quer exposição e utiliza a chantagem para obrigar quem tem decoro a vir a público declarar pecadilhos. É depravada porque não quer o referendo sobre homossexualidade. Conhecem o fiasco antecipado. A votação mostraria a insignificância de quem exige e faz barulho através dos meios de comunicação social.

Ninguém está contra os homossexuais, cada um faz o que quer do corpo. Aquilo que gente decente, mesmo tendo apetites de homossexualidade rejeita é o alardear de pequenas tendências que todos temos em maior ou menor grau.

Querem casar? Vão a Espanha antes que o Zapatero perca as próximas eleições e a autorização do casamento dos pederastas seja anulada.

Gastar tempo e dinheiro a discutir as fezes de cada um e o martelo com que as remexem é que me parece querer ir longe demais num País que tem problemas graves e urgentes para serem resolvidos.

Impor o casamento homossexual só seria possível numa ditadura de depravados com o apoio da comunicação social e daqueles que são capazes até de colocar os filhos à disposição dos bichas para assim garantirem que não são botas-de-elástico.

C.S

publicado por regalias às 09:57
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