Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010

Um cancróide à frente dos "27 mil dias da Rádio da Antena UM"

Acabei de ouvir o cancróide que a "Antena Um" coloca no ar por volta das 19 horas. Um anómalo a quem foi entregue o programa, sem cuidarem de saber se o sujeito era imparcial, competente e dignificaria o assunto. Mas o programa é ele e as patacoadas que ali entende meter. 

Hoje ao falar de Agosto de 63 e do Professor Oliveira Salazar diz: "cada vez menos o escutavam lá fora...enquanto que cá dentro cada vez mais se sabia das vergonhas...contorcendo-se em patéticas explicações sobre o assunto...e depois dispor-se ao círculo das lisonjas e servilismos...no dia 23 recebeu o subserviente apoio dos militares..."etc.

Tudo quanto este desgraçado diz como achincalho, só se transforma em admiração pelo Homem superior que Governou Portugal.

O Nulo não deve ouvir o país. Se ouvisse, não o tentava espicaçar.

Todos recebemos o 25 de Abril de braços abertos e todos somos democratas porque Caetano já tinha traçado o rumo. Marcelo Caetano entregou o País a Spínola por cansaço e porque este e Costa Gomes, diziam que fariam melhor. Mas ele sabia que nunca se poderia descolonizar de maneira precipitada.

A descolonização exemplar foi uma carnificina. Aqueles povos não mereciam isso. Salazar e Caetano sabiam que isso iria acontecer. Mas o sinistro Cunhal, o Melo Antunes, o Rosa Coutinho e outros menores com o apoio de Nulos, como este é conhecido, através da rádio e dos jornais enganaram todo o povo. Aquilo que podia ter sido um levantamento de sucesso descambou no descalabro em que vivemos e do qual, os menos culpados ainda são os governantes.

Os canalhas que fizeram o PREC, roubaram embaixadas, propriedades agrícolas, destruíram a indústria e o comércio, esses sim são os verdadeiros culpados por neste momento existirem mais de dois milhões e trezentos mil pobres.

Mas este Nulo continua subserviente como sempre foi. Subserviente, impotente e semianalfabeto.

Todos somos democratas porque já antes o éramos. Ou então éramos revolucionários simulados. Ninguém nos ouvia.

Os comunistas e os colegas que roubaram o banco de Portugal na Figueira ou os que danificaram alguns aviões e mataram camaradas em águas de Moçambique pouco mais eram do que bandidos que se governavam com o roubo, delapidando-o por terras de França. Estes nunca foram democratas.

Este nulo transforma quase sempre, "Os vinte e sete mil dias da Rádio" em arenga paralítica.

Pobre Antena Um, desgraçado País, que mergulhou, sem necessidade, na lama da ingratidão onde só os cães se rebolam enquanto roem os últimos ossos.

C.S 

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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

A subida ao céu com a Maria Dulce

Dos momentos mais felizes que recordo, neste confuso e disparatado mundo em que vivemos, um dos que nunca desapareceram desta memória saudosa de tudo quanto acontece de agradável tem a ver com a Maria Dulce.

Corria o ano de 1949 ou 50, a Maria Dulce vivia em Castelo Branco onde os pais tinham uma pequena loja de artigos finos, como então se dizia. A Dulce parecia ser um bibelô que ganhava alma logo que saía para o exterior, para a rua.

Nesse tempo, as ruas ganhavam os nomes do imaginário estudantil. Vínhamos do Liceu Nun'Álvares, tínhamos, naquela zona, a Praça (o mercado), a rua da sapataria maldita, a rua da papelaria Semedo etc. A Dulce saía das aulas e dirigia-se à boutique, como era conhecida a loja, que era na rua da papelaria. Eu vivia ali perto, na casa das senhoras Trigueiros. Lembro-me que os meus pais pagavam por mês seiscentos e cinquenta escudos (3, 25 €) por dormida, comida bem confeccionada, saudável, amizade e duas criadas, além das três senhoras Trigueiros de saudosa memória. 

A minha idade pouco diferia da Dulce. Ela tinha a mesma altura que eu. Era alta, esguia, de uma beleza tão pura e quase tão irreal, que os miúdos da minha idade a olhavam entusiasmados de prazer, mas incapazes de lhe dirigirem piropos, tão distantes a viam deles. Eu, como vivia ali, encontrava-a todos os dias, sempre acompanhada de uma ou duas amigas. Até que um dia, não resisti e tentei meter conversa. A primeira investida foi sem sucesso, mas...pedra mole...

Julgo que foi pelo carnaval de 1950. Ela pergunta-me:

Vais ao baile no Clube? "O clube era perto da Sé Catedral".

Imediatamente pensei que ela ia. Respondi que iria se ela dançasse comigo.

- Só duas vezes. O meu pai vai lá encontrar-se com uns amigos e depois vamos ao Hotel Turismo. Eu tinha um medo terrível do pai. Era alto e forte e não sorria para quem desconfiasse. Eu não lhe oferecia garantias.

Da primeira vez que dançámos, a minha energia estava ao rubro embora eu tentasse ser discreto, mas ela sentiu e tremeu toda como se fosse desfazer-se nos meus braços. Senti as suas unhas enterrarem-se na minha carne e disse num sussurro: maluco! Não volto a dançar contigo. Mas dançou mais uma vez e desapareceu de Castelo Branco. Por mais que procurasse por ela ninguém tinha certezas. Só quando apareceu o filme "Frei Luís de Sousa" todos gritaram: "é a Dulce, é a Dulce!".

Muito antes já eu tinha subido ao céu à sua procura.

Nesse mesmo ano de 50, estava numa aula de Ginástica (como se dizia naquele tempo). O professor era o Dr. Carriço, um latagão que era médico no Liceu e professor de ginástica. O consultório era partilhado com o Dr. Alberto Trindade, médico principal e mais duas enfermeiras.

A aula era no pátio exterior, na parte mais elevada do campo de jogos. Tudo era enorme, perfeito e limpo. O Dr. Carriço mandou-nos sentar e começou um exercício de braços para o lado e para a frente. A voz cadenciada marcava o ritmo: "em frente, esquerda, em frente, direita". Não sei se foi do sol, se foi do sonho, eu só via a Maria Dulce. Em dado momento, os meus braços ficaram estendidos para a esquerda e paralisados. O exercício terminou e eu continuei no céu, de braços estendidos, agarrado ao meu delírio. Os meus colegas riam deliciados pela situação que previam. O Carriço devia-me olhar surpreendido com a ousadia e, sem entender, que o sonho é mais forte que o homem, foi até ao meu lugar, colocou-se à minha frente. Quando chamou pelo meu nome, olhei-o espantado. O monstro (com amizade) ferrou-me duas bofetadas tão fortes que eu vim do céu à terra, muito mais rápido do que tinha subido. 

Nunca mais encontrei a Dulce. Sabia dela pelas suas representações. Vi como cresceu e se transformou. No meu coração continuei a vê-la menina e moça, esguia, muito esguia, muito bela, fazendo cantar poemas e entusiasmos que perduram pela vida e lhe dão a cor, que nela falta.

O meu beijo, Maria Dulce. O beijo eterno de até sempre.

C.S

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010

A insuficiência dos competentes

Intuitivo e hábil o Povo Português é dos mais inteligentes do mundo. Mas só demonstra as suas extraordinárias capacidades em casos extremos de ruptura. Prova disso está a crise de 1383-1385, a expansão marítima quando o caminho em terra estava vedado e era necessário lavrar o mar.

O português engrandece-se na aventura, é um gigante no trabalho e na organização quando vive nos outros países e um desinteressado pelo seu próprio País onde só trabalha por obrigação. No estrangeiro fá-lo por prazer, por orgulho em mostrar o seu saber e competência.

Um país com dez milhões de habitantes é menor do que muitas cidades asiáticas. O nosso orçamento é menor do que o de algumas companhias americanas e Japonesas. O País tinha obrigação de ser uma jóia de lapidação imaculada. Não é.

O português não estuda. Só o faz depois de muita insistência. Quando isso acontece, o estudo, a intuição e a habilidade inata explode em génio e deslumbramento.

O que acabo de dizer vem a propósito da séria advertência do Sr. Bernardo Albino sobre a falta de cereais e as gravosas consequências de que daí advirão. O Sr. Bernardo Albino é muito claro quando diz: "estamos a falar da nossa alimentação de todos os dias".

Esclarecendo: a tragédia está a aproximar-se. O povo enlouquece com a fome e o desespero. Foi o que aconteceu na Primeira República.

Salazar, a primeira coisa que fez para acalmar a fúria dos enganados da Primeira República foi mostrar-lhes pelo exemplo a força do trabalho e da inteligência. Todos lançaram mãos ao seu potencial produtivo e ao engenho. Em 1933, ao discursar sobre a chegada do "Gonçalo Velho", diz: "...é preciso que tenhamos descido muito baixo para que seja acontecimento nacional a chegada dum pequeno navio para a marinha portuguesa", mais adiante acrescenta. "Nós não teríamos ouro para pagamento imediato da nova esquadra se pelas campinas não houvessem lourejado, abundantes, as searas. Para que pudessem sulcar os mares os navios portugueses, foi preciso que a charrua sulcasse mais extensamente, e melhor, a terra da Pátria, poupando à Nação largas somas do seu ouro."

É mais que tempo de voltarmos ao trabalho e de deixarmos de "governar" as Nações alheias. Aos dois primeiros anos de desvario depois do 25 de Abril seguiu-se uma Assembleia da República onde os votos de protesto contra o que de mal acontecia nos outros países, nos roubava tempo, dinheiro e credibilidade. Seguiram-se os tempos de hesitação e os gastos desbragados de quanto vinha e vem da União Europeia. O resultado é a miséria que ronda perigosamente a cabeça de cada um. Ninguém está seguro. Os que têm e os que não têm serão todos vitimas do vendaval.

É tempo de ouvir vozes sensatas como as do Sr. Bernardo Albino.

A festa da inconsciência dura há 36 anos. É tempo de voltar ao trabalho.

C.S

 

publicado por regalias às 07:55
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Domingo, 15 de Agosto de 2010

A República, a Flor, o aldrabão e os outros

Os 100 anos da Primeira República levam a que sejam feitos esforços hercúleos para a limparem dos crimes, miséria, e ditadura que a envolveram desde 1910 a 1926.

A Rádio República de hoje começa com a jovem Andreia de Brito a definir Mário Soares como bem-disposto, descontraído e conhecedor da história. Aqui é que a Andreia se engana. Mário Soares pode conhecer a história, mas manipula-a consoante os seus interesses. Ele transforma os acontecimentos tal como o prestidigitador faz engolir o gato pelo rato.

A Andreia quer a verdade?

O 5 de Outubro de 1910 foi totalmente diferente do 25 de Abril de 1974.

O 5 de Outubro de 1910 borbulhava há mais de 50 anos. O 25 de Abril de 1974 foi um levantamento militar corporativista, motivado pelo Decreto-lei 353/73 que beneficiava os oficiais milicianos, o que os oficiais do quadro não queriam porque, julgavam eles, isso lhes iria tirar regalias.

Aqui é que está a origem do Golpe que Marcelo Caetano permitiu que resultasse.

A ideia de terminar com a Guerra Colonial foi algo que aproveitaram naturalmente para assim terem a adesão popular, sem cuidarem que a descolonização apressada iria causar dezenas de milhares de mortos em Angola e Moçambique. Na Guiné ainda não acabou a matança e o desvario.

Marcelo Caetano sabia que se descolonizasse sem estruturar esses países, as consequências iam ser trágicas como foram. Por esse motivo entregou o Governo a quem dizia que sabia fazer melhor que ele.

Como facilmente depreende, a Primeira República levou anos a fermentar. Este 25 de Abril levou poucos meses.

A única comparação que existe entre a Primeira e a Terceira República que o Mário chama de Segunda está nas dificuldades porque o povo está a passar, com a agravante de na Primeira República ter havido milhares de mortos, apesar de se dizer Democrática, ela que foi, quase sempre, uma feroz Ditadura.

Mas o homem, bem-disposto, falou nas outras ditaduras que, custe-lhe ou não, terminaram com a Constituição de 1933. E só o voltaram a ser no tempo do PREC com a prisão de mais de 5000 pessoas e com a ignara destruição dos meios produtivos. O resultado está à vista.

Depois "o bem-disposto" diz: ..."O Caetano era da Igreja, como é que vamos fazer isso?" Outra mentira. O Professor Marcelo Caetano nunca mostrou simpatias pela igreja.

O homem inventa o que quer que os inocentes acreditem, mas a história não lhe fará a vontade. Ele comparado com Salazar ou Marcelo Caetano é pouco mais que insignificante.

Marcelo Caetano considerou-o um aluno medíocre, mas mal chegou ao poder imediatamente o tirou do exílio dourado em Mário Soares vivia em São Tomé.

Como lhe pagou o Mário?

Estude, Andreia, estude. Não se deixe iludir pelos vendedores de historietas.

A sua colega Flor Pedroso ouviu outros participantes. Gostei de António Reis. Homem honesto. Mas cada vez aborreço mais o professor Marcelo.

Há tempos chamou Ditador a Marcelo Caetano. Que despudor! Que falta de hombridade!

Ele, Marcelo, mais que protegido do verdadeiro Professor Marcelo Caetano, tratado como um filho e cujo pai, Dr. Rebelo de Sousa, era unha com carne do grande amigo, o Marcelo chamou-lhe Ditador. O Professor Marcelo que nas suas "Conversas em família" para significar quanto ele respeitava todos os portugueses, dizia que muitas vezes apontava para a direita e ia para a esquerda e vice-versa.

Agora pergunto: então quem vive e convive com os ditadores e as ditaduras, o que lhe devemos chamar?

Sim, se voltarmos atrás, os militares do Golpe sempre serviram regalada e religiosamente quem depois criticaram acintosa, ingrata e injustamente.

Os interesses dos bastardos sempre se sobrepuseram aos interesses da Pátria.

C.S

 

 

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Sexta-feira, 6 de Agosto de 2010

Pedro Moutinho e o rafeiro

Os 27 mil dias da rádio a que a "Antena Um" presta tributo e a que no dia 4 dedicou 12 horas de emissão tem a recordar o acontecimento um programa de alguns minutos, todos os dias. 

Seria natural que os assuntos fossem apresentados como aconteceram, mas espantem-se os leitores, meteram a fazer o programa um controleiro que, sempre que pode, tenta denegrir actos e acontecimentos comentando-os de maneira boçal e infeliz o que demonstra além de subserviência a quem serve, total falta de inteligência. O desgraçado continua convencido que está no tempo do PREC onde quase ninguém ouvia as barbaridades porque todos gritavam o que lhes vinha à cabeça ou lhes ordenavam.

Hoje principiaram o programa com o ano errado, disseram que a ponte sobre o Tejo foi inaugurada em 1969 em vez de 1966. É a técnica da confusão que os comunistas usaram e continuam a usar servindo-se dos controleiros que, colocados nos postos de Comunicação Social, aprendiam como provocar a desordem e iludir o povo até o deixarem exangue.

Mário Soares num frente a frente com o sinistro Cunhal diz-lhe frontalmente que o Partido Comunista tenta por todos os meios fazer a Portugal o mesmo que tinha sido feito no Leste Europeu: destruir as pequenas e médias empresas, depois de já ter nacionalizado mais de 67% da industria portuguesa. E diz-lhe que ele não queria um socialismo autêntico, mas um socialismo de miséria, tal como de facto está a acontecer.

Não foram os Governos democráticos que levaram o país ao estado em que Ele se encontra. Foi o funesto Cunhal que o desgraçou nos primeiros anos e o deixou minado até hoje, com sabujos como este que indica como "os perdigueiros" têm de trabalhar. Os outros eram perdigueiros, mas estes, com o rafeiro mor, não passam de rafeiritos que lhe bolçam o veneno porque senão não comem.

O sujeito é tão asno que não compreende o trabalho magnifico de Pedro Moutinho e o elogio que ele faz à obra extraordinária, à vontade do povo Português etc. Ou, este semovente, submisso às ordens do dono, entendeu e distorceu.

Enquanto o finório se espoja nas luxuosas areias do sul de Portugal, dois milhões e trezentos mil portugueses comem o pão que o diabo amassou. Mas ele continua impante a dizer todas as baboseiras que lhe ordenam que diga. Quando põe algo da sua lavra como "jactante" referido ao Cardeal Cerejeira, o ignorantão não sabe o significado da palavra.

Aconselho que se oiça esta e todas as emissões dos 27 mil dias da rádio. Talvez assim se compreenda porque os Governos Democráticos sempre tiveram e continuam a ter um sabujo que, por todos os meios e em qualquer situação, trava a engrenagem sem se importar com os que vivem mal e com a situação do País.

C.S  

publicado por regalias às 19:01
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