Sábado, 30 de Julho de 2011

Governo mete o bedelho onde não deve

Começa mal o Governo se quiser fazer o mesmo que a Assembleia da República fez entre 1976 e 1978 que perdia horas e horas a governar os outros países, através de moções a favor ou contra, apesar de haver um Deputado que os avisava das consequências daquela insanidade. Na altura os Deputados eram 262. Ele chegou a votar sozinho contra a casa. O Deputado era apelidado de fascista, malandro e outros epítetos apropriados à época. Ninguém o deixava defender o povo. Nem a sua própria bancada. O resultado está à vista. Defendemos os outros não nos soubemos defender a nós.

Vem isto a propósito do disparate em o Governo reconhecer o Conselho Nacional de Transição como "autoridade governativa legítima da Líbia".

E pelo que vejo, o assunto foi decidido a 28 deste mês.

Hoje ao ler, de manhã, o "Expresso", lá vem a páginas 31, uma notícia envergonhada de 12 linhas, sinal que o assunto tem ordens para passar à sorrelfa, e quanto menos se falar melhor.

E vi que tinha sido tratado a 28 porque me apareceu hoje no "Alerta Google - Política Portuguesa" num comunicado do PCP condenando a actuação do Governo.

Fico triste e preocupado com um Governo que alinha na imbecilidade, na mentira, no roubo de quatro atrasados mentais que usando a NATO para protecção humanitária destroem um país só para lhe ficar com as riquezas.

Kadhafi podia ter sido atacado há anos quando havia razões para o fazer e meter na ordem. Depois o homem tomou juízo e, pasme-se, quando a Líbia progredia a olhos vistos com dezenas de milhar de estrangeiros aí a trabalhar é que o país é atacado aproveitando uma pequena e forjada manifestação contra o regime.

Sr. Passos e Sr. Portas não queiram entrar por este caminho. Mesmo escondendo as barbaridades cometidas na Líbia, e contra o genocídio contra o Iraque, tudo acaba por se saber.

Kadhafi não é homem para largar o povo árabe e entregá-lo nas mãos de meia dúzia de bandalhos ao serviço de potências estrangeiras.

Estude o Sr. Passos os problemas portugueses e resolva-os. Aprenda a não meter o bedelho onde não deve. Portugal não é um País de ladrões e de assassinos.

C.S

publicado por regalias às 16:13
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Árabes mortos às centenas de milhar

Qual a diferença entre o Breivik, o Obama, o Sarkozy, o Cameron, o Bush, o Ben Laden e o assassino profissional, Rasmussen? Nenhuma. São todos loucos perigosos que continuam a saga de um Átila, de um Hitler, de um Pol Pot, de um Estaline. Todos, mentes deformadas, com a aparência normal de gente.

A ganância, o ódio e a estupidez são o elo comum entre estes abortos.

A invasão do Iraque, a sua destruição e a morte de quase 900 mil árabes foi o começo da nova série das Cruzadas. Agora, a destruição meticulosa da progressiva Líbia e a morte de crianças, mulheres, jovens e velhos árabes, que o único mal que fizeram foi ter nascido, demonstra bem a maldade e a insensibilidade da besta humana e dos seus piores instintos.

Por um punhado de dólares, alguns poços de petróleo e muito ódio, estes novos saqueadores e assassinos são capazes de tudo para satisfazer o seu prazer de violência e destruição.

Todos os dias, a Líbia tem estado sob o fogo dos assassinos "humanitários" da NATO. Aos poucos destroem todas as estruturas de uma nação organizada e matam indiscriminadamente os seus pacíficos habitantes.

E o mundo? Que faz o mundo?

Que faz a China, a Rússia, a Turquia? Esperam a sua vez? Nem reclamam, nem se exaltam, nem têm coragem para dizer basta!?

Os próximos árabes a serem incinerados, pelas armas de última geração, vão ser os árabes do Irão. A seguir serão todos os povos que os criminosos supracitados quiserem.

Sinto nojo de viver num mundo que assiste à sua própria destruição sem um protesto, como se já estivesse farto da vida e espera desaparecer quando mais depressa melhor.

A bactéria pensante cansou. Desistiu.

Por mim, julgando-me ser humano, preferia imaginar o Finis Laus Deo e continuar na ilusão que tinha passado por um mundo de amor e fraternidade.

C.S

publicado por regalias às 07:26
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Sexta-feira, 29 de Julho de 2011

O preço exagerado dos livros escolares

Tudo aponta para que o abandono escolar aumente exponencialmente no próximo ano escolar e naqueles que se seguem.

Os livros estão a preços proibitivos.

O esbanjamento é escandaloso.

Cada chafarica escolhe os livros a seu belo prazer. O desper­dício é imenso.

Se o programa é igual para cada disciplina, em todo o território, os livros deviam ser todos iguais, do Minho aos Açores, mas não. Cada professor escolhe o autor que pretende. Como há muitos, e todos com músicas diferentes, mas seguindo a letra geral imposta pelo Ministério, as tiragens são reduzidas.

Uma tiragem de 5 mil exemplares não pode ser vendida ao preço de uma com 60 mil.

Com 60 mil o preço da unidade diminui, com 5 mil, o preço da unidade aumenta, o que torna o custo do conjunto dos livros incomportável para famílias a viver no fio da navalha.

Por outro lado as famílias que têm apoio escolar para a compra de alguns livros, muitas vezes esperam todo o primeiro perí­odo que eles cheguem.

É espantoso que isto aconteça num Paí­s que tem uma Constituição que aponta o caminho para o Socialismo.

Mas Socialismo só para Comunistas, Socialistas, Sociais-Democratas e outros que a votaram e apoiam, embora na Assembleia da República tivessem o cuidado de aumentar os salários como quiseram e entenderam. De socialista só as intenções.

Não foi a TROIKA que disse que a principal causa da situação portuguesa foi o aumento exagerado dos salários? Cortem-se para metade e aumentem-se os das classes mais desfavorecidas. Só assim se pratica o socialismo.

É impossível elevar o nível da população, quando 13 por cento de privilegiados ganha tanto como os 87 por cento restantes.

Outra barbaridade: num País onde a fome aperta, os livros deviam ter uma duração mí­nima de 7 anos, de modo a evitar que famílias com três e quatro filhos se vejam forçadas a novas reposições e a esforços desumanos para equilibrar o barco e evitar a canseira e o desconforto da mão estendida e do atraso.

É certo que hoje o mundo muda todos os dias e, no fim do ano, o hoje é totalmente diferente do ontem, mas se houver necessidade de fazer actualizações fundamentais, basta avisar durante o ano corrente que vai haver mudança de livros nesta ou naquela disciplina para que Escolas, autores e editores estejam preparados para nova fornada.

Julgo que não é preciso dizer mais para que o Ministro da Educação fique com a pulga na orelha, de outro modo sujeita-se a que as Escolas voltem a ficar às moscas, por mais que o ensino seja obrigatório e tendencialmente gratuito.

C.S

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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

A imitação da insanidade na besta humana

O ser humano é a imagem repetitiva do seu semelhante. Em 20 mil anos pouco evoluiu mentalmente.

Os erros e as falhas cometidas são idênticas com menor ou maior gravidade.

O ser humano continua a ser um animal feroz e sanguinário.

Enquanto a mulher perdeu o carácter impulsivo agressivo devido à maternidade que a torna paciente e dócil, o homem continua bravio, muitas vezes bruto e cego de entendimento perante as consequências dos seus actos.

Sem saber porquê, o homem reage com os seus piores instintos em ocasiões de cio e ódio. E tanto reage assim um desgraçado sem eira nem beira como um político de nome, um economista de excepção ou mesmo um Chefe de Estado.

Os crimes horrorosos, que aquela besta humana, a quem deram o nome de Anders Behring BreiviK, cometeu na pacata Noruega, são fruto de uma montanha de ódio acumulado durante anos.

O monstro Breivik praticou aqueles crimes hediondos por imitação da insanidade da besta humana.

A revolta do anormal não é contra árabes, islamitas ou negros. A revolta é contra a própria raça branca que massacra os outros povos.

Os ataques foram quase todos dirigidos contra crianças, como se deste modo execrando, ele quisesse chamar a atenção da humanidade para os crimes sem punição e sem justificação tal como foram os ataques ao Iraque com a morte de quase 900 mil árabes e agora os ataques aos árabes da Líbia sem que a raça branca se preocupe com as consequências e achando tudo natural.

Os contactos que este infame fez e os apoios que recebeu faz prever que estejamos todos sobre um vulcão imenso que explodirá em momentos imprevisíveis.

A desconfiança entre uns e outros vai ser muito maior, mas a tendência para que os extremistas aumentem todos os dias e em todas as nações é mais que provável.

Ninguém estará seguro nem nos braços de Deus.

O homem tomou os destinos do mundo à sua conta.

Este monstro matou cem, mas os outros matam milhares todos os dias e o mundo fica indiferente. Esta foi a sua abominável mensagem.

A estupidez humana é infinita.

C.S

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Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

A TLEBS e o bom senso

A seguir ao 25 de Abril, a Escola afundou-se no caos.

Os comunistas, apoiados pelo MFA, acabaram com a disciplina, a ordem e a autoridade no ensino oficial.

Inventaram o ensino de propaganda, capitaneado pela Quinta Divisão do Estado-Maior General das Forças Armadas.  Espalharam-se pelo País metamorfoseando o que era o verdadeiro comunismo num cordeirinho de liberdade, paz e amor. O ensino serviu-lhes de capa.

Os jovens, em rédea solta, faziam o que entendiam. Os professores engoliam ofensas e trabalho.

Os alunos deixaram de estudar e aprender. A passagem de ano estava garantida sem que fosse possível ensinar um terço de qualquer matéria.

Isto passou-se em todo o leque escolar, desde a antiga Escola primária à Universidade.

O regabofe durou muitos anos apesar dos Ministros se esforçarem por inverter a situação.

A pedra comunista na engrenagem, metida no Ministério da tutela, tudo sabotava; sorrateiramente ameaçava. A facilidade instalou-se para agradar à miudagem e aos mais graúdos.

A Língua portuguesa foi a que sofreu os tratos de polé mais violentos.

Eis senão quando, as cabeças pensantes e mandantes resolvem colocar pés à parede e pôr ordem na casa com uma terminologia confusa e de pompa. Se os jovens estavam mal porque não os ensinavam, pior ficaram porque os baralharam com a estranha e acrescentada terminologia.

A TLEBS, Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário foi uma bomba contestada por gente culta e conhecedora. Mas nós já sabemos que, o português quando investe na asneira, é muito difícil mudar-lhe a opinião.

O disparate é de uma desfaçatez despudorada. Causa tristeza por, a estas "cabecinhas pensadoras", lhes darem poder para decidir.

A TLEBS activa esforços escusados e de resultados desastrados.

Os "pedagagos", para mostrar sapiência foram às gramáticas inglesas e delas transpuseram os "Countables Nouns" e os "Uncountables Nouns" para a nossa gramática que imediatamente substituiu o vocábulo Substantivo por Nome. Resolveu ainda que as gentes do estudo ficavam mais literatas se soubessem que os nomes se dividem em contáveis e incontáveis, os advérbios passassem a chamar-se modificadores e por aí adiante como se não bastasse aos infelizes a Língua de Sá de Miranda, Camões, António Vieira, Pessoa, Florbela Espanca, e tantos outros que espalharam o verbo pelo mundo inteiro.

Neste tempo de contenção de despesas e de parvoíces é fundamental que o bom senso não deixe os professores cair nos exageros ao privilegiarem o supérfluo em prejuízo do essencial.

A TLEBS é um aborto com pequenas coisas aproveitáveis. Não acrescenta valia à Língua. Confunde, aumenta o esforço dos alunos e dos professores. Espremida deita pouco.

Haja a coragem de reformar ou reformular a TLEBS antes que ganhe raízes de praga inútil.

C.S

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Terça-feira, 26 de Julho de 2011

Acordo Ortográfico e ensino

Embora considere o novo Acordo Ortográfico uma patetice, desde que o Governo teime em o levar para a frente e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe o aceite, para quê perder tempo em discussões requentadas, se há tanto para fazer nesta Comunidade de entendimento?

Para mais, ninguém será castigado se continuar a usar a ortografia antiga, mesmo depois de 2015, data em que está decidido que O Acordo Ortográfico tem de entrar em vigor.

Como afirmei no início, não concordo com este Acordo de quem nada mais tem para fazer do que dar corda aos vocábulos e atrasar ou adiantar o andamento dos mesmos, como se eles fossem permanentemente estáticos. Eles são dinâmicos. Riem-se das pretensões dos “sábios”. Fazem o que querem.

Não concordo que lhes mexam. Podia dar umas dezenas de razões a começar pelos dias da semana, os meses e as estações do ano.

Mas, manda quem pode e obedece…aquele que quiser.

Se a decisão for irreversível na cabeça dos da CPLP, que o façam sem dor.

Por mim dou-lhes a sugestão mais razoável:

Comecem por ensinar os miúdos no primeiro ano do Primeiro ciclo do ensino Básico no ano lectivo de 2011-2012, cem anos depois da primeira reforma Ortográfica, e continuem com eles, nos primeiros quatro anos.

Ensinem a escrever e a ler sem necessidade de fazer comentários a alunos virgens da regra antiga.

Avancem, naturalmente, sem fazer do Acordo um cavalo de batalha no segundo ciclo do Básico, no terceiro ciclo do Básico. Entrem no secundário já em velocidade de cruzeiro. Sempre sem azucrinarem a cabeça dos alunos. O Acordo fica instalado.

É a única maneira dos jovens não sofrerem o choque de duas grafias. A fonética é mais suave e não causará problemas.

Hoje, muitos jornais e revistas, utilizam o Novo Acordo Ortográfico e até alguns computadores vêm preparados para fazer a vontade a quem levou por diante a teimosia.

Espero que este Acordo Ortográfico seja o último dos próximos quinhentos anos. A Língua precisa de respirar.

C.S

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Domingo, 24 de Julho de 2011

Anders Rasmussen e Anders Behring, dois assassinos

Obama tem em Rasmussen o assassino perfeito para eliminar Kadhafi.

A NATO intuiu que a Escandinávia é o alfobre onde pode colher os senhores da morte e da indiferença.

Anders Rasmussen e Anders Behring são o rebotalho dos Vikings sobreviventes dos séculos VIII e IX.

Irmãos de sangue, o Dinamarquês e o Norueguês, explodem as suas frustrações matando ao acaso sem ter a noção da finalidade, mas espumando ódio ao ser humano seja ele árabe ou caucasiano.

Obama ao contratar o Anders, mercenário dinamarquês, incendiou o Norte de África, o Norte da Europa e abriu as pernas da América para os próprios americanos imitarem o Anders norueguês.

A partir deste momento e até ao fim da vida, Obama, não terá mais um momento de sossego no seu próprio país. Todos os dias ele ver-se-á forçado a aumentar a segurança em todos os Estados da federação.

Anders Rasmussen e Anders Behring são o fracasso dos países certinhos do Norte da Europa que começaram a explodir com a morte de Olof Palme em 1986. O aviso não foi compreendido. O resultado está à vista.

Ao teimar no ataque continuado aos árabes, Obama, mostra pouca inteligência e muita teimosia. Se matar Kadhafi tal como fez ao Bin Laden, o resultado será totalmente diferente. Bin Laden era um fanático assassino, enquanto Kadhafi é um Chefe de Estado de uma nação árabe. Obama, Rasmussen, Sarkozy e o judeu Cameron poderão ser levados a tribunal, por caça e morte premeditadas a um Chefe de Estado, e genocídio continuado do povo árabe. 

Obama e Anders Rasmussen também são "comandantes cavaleiros da justiça" como se auto-denomina o criminoso Anders Behring?

Obama e o mercenário dinamarquês Anders Rasmussen também fazem parte do refundado grupo de Cavaleiros Templários, que não puderam comparecer à reunião de Londres, mas que teimam em mostrar serviço de limpeza do ser humano branco, preto, mulato ou amarelo sempre que estes cavaleiros frustrados estejam maldispostos e a loucura lhes determine a hora do crime?

Anders e Anders são dois asquerosos assassinos. É urgente que Obama se afaste dos criminosos para não ser tomado por um deles.

C.S

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Domingo, 17 de Julho de 2011

Obama, o incendiário compulsivo

Ao receber o Dalai Lama, Obama sobe a parada e o previsível começo da tragédia caso os conselheiros não travem este incendiário compulsivo que, incapaz de governar um país, se encarniça em destruir o mundo.

Ao provocar a China, o homem ou o faz de maneira insensata ou de maneira pensada e com objectivos determinados.

Se o faz de maneira insensata, o seu destino político está traçado. Se o faz de maneira pensada e julgando que poderá meter no saco os investimentos chineses, tal como fez aos investimentos líbios comete um erro de tal modo grosseiro que poderá fazer implodir todo o sistema americano.

Obama ainda não se deu conta do que está a acontecer na Europa por sua culpa e o que lhe pode acontecer devido ao genocídio continuado contra o povo árabe da Líbia.

Os árabes são obrigados a invadir a Europa que fragilizada pelo estoiro do Lehman Brothers e enredada pela máfia das agências de rating americanas não sabe o que há-de fazer.

A Europa por uma questão humanitária deixa entrar todos os árabes que a procuram. Com eles virão outros a quem o ódio ao Sarkozy e ao judeu Cameron fará cevar no povo francês e inglês aquilo de que só os seus dirigentes são culpados.

Sugeria a Obama pensar mais no bem comum do que na destruição generalizada. Mais cedo ou mais tarde serão os americanos a pagar a insensatez de um homem incensado por todo o mundo quando apareceu. Afinal Obama está a desiludir perigosamente.

Deixo-lhe mais uma sugestão. Oiça o português D. Manuel Monteiro de Castro. Ele pode falar-lhe do Bem Comum e dos resultados para o mundo. O senhor dirige a nação mais poderosa do mundo, mas se o fizer, convencido no poder das armas, arrisca-se a governar sobre montanhas de cadáveres.

C.S

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Terça-feira, 12 de Julho de 2011

O prazer de resolver o impossível

Não há gozo maior do que uma dificuldade que tenhamos para ultrapassar.

O aborrecimento do dia-a-dia, a monotonia enfadonha dos mesmos actos e de palavras semelhantes, o cansaço das mesmas caras traz como consequência o desinteresse, o deixa andar que amanhã é dia igual ao de hoje.

“O murro no estômago” na expressão simples de um transmontano, que hoje é Primeiro-Ministro, é semelhante à lufada de ar fresco e saudável em tarde de tempestade de Verão.

É a dificuldade, a possibilidade de quebrar a modorra diária. É o teste para saber os que querem continuar a dormir e a morrer ao sol, ou saber quanto valemos e quanto podemos.

O prazer de resolver o impossível é o clímax do amor e da solidariedade no caso vertente.

Há inúmeras maneiras de sair da crise.

A primeira é a total confiança no Governo e no Presidente da República.

A segunda está ligada à primeira. Ao Governo exige-se inteligência, pouca conversa, muito trabalho e autoridade, para que a segurança do País esteja blindada e o mundo possa aqui passar férias com a certeza que não lhe faltará nada, e bendizer esta terra de gente amável e simpática, onde se come bem e há sol e praia quase todo o ano, e neve, e o melhor queijo, presunto e enchidos no inverno.

A terceira parte, onde hoje ficaremos, é a mais rentável.

É a nossa imaginação.

Vender a imaginação, o conhecimento, o saber é algo que só necessita de papel e lápis, na falta de computador.

Escrever bons livros, escrever boas histórias, ser jornalista de topo tem mercado em todo o mundo.

Escrever dá um prazer infinito.

Escrever rende milhões que devem ser entregues em Portugal e aqui rentabilizados.

Se os portugueses, que vivem espalhados por todo o mundo, continuarem a amar Portugal devem canalizar para aqui uma parte dos seus rendimentos.

Com imaginação, um pouco menos de egoísmo, e um pouco mais de confiança, todos juntos salvamos o berço, embalamos o sonho e marcamos a vida.

C.S

publicado por regalias às 07:38
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Segunda-feira, 11 de Julho de 2011

Jerónimo, comuna de barriga cheia

O Jerónimo não quer que lhe toquem no capital. Que socialista, este Jerónimo comunista!

Ele e os outros que estão com ele na A.R aumentaram-se como entenderam, mas agora acusa o Presidente da República de indecente de ir contra o princípio universal, geral e tendencialmente gratuito consagrado na Constituição da República Portuguesa de dar tanto aos ricos como aos pobres.

O jerónimo, além da linguagem boçal que utiliza, com a qual pretende desvalorizar o cargo de Presidente da República não deixa que lhe toquem nos milhares de euros que recebe por quatro dias de trabalho semanal na A.R, mais de dois meses de férias por ano e muitas viagens pelo estrangeiro bem pagas, bem comidas e bem digeridas. Jerónimo é o comuna de barriga cheia mas vazio de honestidade política.

O Jerónimo percebeu muito bem o que o Presidente da República quis dizer, mas não resistiu a preservar os seus direitos mesmo prejudicando os trabalhadores do salário mínimo e aqueles que nem metade do mínimo recebem. O Jerónimo vai esforçar-se para lutar por mais 15 euros para quem trabalha. É um benemérito este Jerónimo.

O PC já enganou quem tinha de enganar. E enganou bem porque destruiu o País. Mas enganou porque aterrorizou, usou a Comunicação Social como quis e entendeu. Serviu-se também de artistas, muitos artistas ditos esquerdistas oportunistas de subsídios e vida flauteada.

A situação por que Portugal está a passar é 80% fruto da acção destrutiva do PC e da Intersindical a seguir a 30 de Abril de 1974 depois da chegada do Camarada vampiro, o herói soviético, o defensor da ditadura do proletariado, o maior traidor português de todos os tempos. Miguel de Vasconcelos ao lado de Cunhal não passou de um pequeno sabujo. Cunhal foi um escarro e o maior infame que nasceu em Portugal.

Como o Jerónimo e os seus apaniguados tentam ocultar tudo quanto aconteceu e como os Governos democráticos nunca o quiseram fazer ou por medo ou, alguns, por conivência, Portugal chegou ao estado em que se encontra. Por este motivo, todas as vezes que os comunistas atacarem Portugal, irei demonstrar que eles continuam internacionalistas e estupidificados.

Começarei em 24 de Abril quando outro asqueroso comunista, mentor do MFA, Melo Antunes, acusado de traidor por Spínola, avisa os comunistas do Golpe e lhes pede para arregimentarem o povo.

A seguir, após a chegada do Vampiro, este dá a ordem para ocupação das terras, a liquidação do poder económico, dos agrários e transformar Portugal num campo minado de sabotadores.

Jerónimo ou muda radicalmente a linguagem e a atitude ou o seu fim será idêntico ao do B.E.

Portugal não suporta mais a destruição imbecil e sistemática dentro das suas fronteiras.

C.S

publicado por regalias às 07:17
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