Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Uma corja de aldrabões insiste na mentira

Apesar de saberem o que fizeram ao País próspero e progressivo que Portugal era quando Marcelo Caetano entregou o Governo ao emproado Spínola, os sindicatos, o Bloco e os outros comunas continuam a tentar enredar o povo numa teia de mentiras, como se os sacrifícios que os portugueses estão a passar fossem só culpa dos governos, e sempre por causa do último que esteja em funções.

Tudo começa a 27 de Abril de 1974 quando regressaram a Portugal as carraças que o desfizeram em dois anos de PREC e em mais quatro de ameaças de fascismo, de liberdade, de Ditadura e de Democracia de pandeireta.

Depois, vogámos em que regime: fascista? comunista ditatorial? democracia demencial? De liberdade é que ele não é. Não há liberdade com fome. Estão dois milhões de portugueses a viver abaixo do limite da pobreza.

Mas os altos ordenados e reformas milionárias continuam. Os Deputados são ao molho. Há 230 quando 120 seria o máximo admissível para um país com a dimensão de Portugal. Nem TROIKAS nem Governos lhes mexem. Qual a razão? Onde querem esconder o engano?

Como os sindicatos, e muitos dos parasitas que neles se integram, conhecem as debilidades, a moleza dos governos e governantes, eles dizem e fazem o que querem. E eu e outros, que têm mais que fazer somos forçados a agarrar nas armas que possuímos, os computadores e a Internet, para fazer o trabalho que competia a jornais, rádios e televisões: chamar a atenção de quem governa, denunciar a fraude, a mentira, o engano descarado e pernicioso que deixa dúvidas e trava a contestação ao embuste.

Tenha o Governo a coragem de governar com hombridade, de limpar a sarna aos malabaristas que prejudicam milhões, colocar o País no são, todos os portugueses a viver dignamente, e verá que o Povo lhe agradecerá.

Democracia é governar bem e a bem do Povo. Dizer que é democrata o Governo, e Democracia o regime em que Portugal vive é mistificar a verdade desde que o bem estar e a prosperidade não se reflicta em todas as camadas sociais.

Somos pela Democracia, mas não nos deixamos envolver em fantasias nem em mentiras. Essas bastam as dos sindicatos comunas e das ovelhas tinhosas que berram nas procissões por eles organizadas.

C.S

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Domingo, 25 de Dezembro de 2011

Chulos da CP, servos do PC

A lábia como um tipo qualquer dos grevistas, dos que roubam o pão e o sossego a milhares de famílias portuguesas, tenta, sornamente, que o Governo invalide os processos instaurados aos infractores é algo de espantar num país democrático e medianamente culto.

O que os maquinistas querem é que o Governo cometa uma ilegalidade para então ficar prisioneiro do sindicato, correia de transmissão do PC, poder fazer tudo quanto quisesse.

É preferível viver sem comboios durante meses do que estar sujeito a estas atitudes de mentecaptos e de tipos que não se importam de prejudicar milhões de pessoas para que algumas centenas tenham tudo quanto lhes passe pela cabeça.

Se a administração da CP e o Governo cederem a estes chantagistas, a estes chulos que querem receber sem terem trabalhado, tanto uns como outros podem contar com a firme oposição do Povo que começa a estar farto de governos e administrações de bananas, de infiltrados e de corruptos que cedem porque também esperam benefícios das cedências. 

Gritem, bem alto, os maquinistas que fazem greve no dia 1 de Janeiro de 2012 e durante todo o mês. Podem ficar em greve a gritar e sem vencimentos toda a vida que ninguém se importará.

A tutela só tem que agravar os processos disciplinares e colocar estes insensatos no olho da rua sem qualquer indemnização. O PCP que lhes pague. Os deputados ganham rios de dinheiro que escondem.

Dos roubos consumados a seguir à chamada revolução dos cravas ainda há muito que podem vender porque, isto, nem sempre tem sido um país a sério. Os roubos no PREC compensaram. Muitas das vítimas já faleceram.

Onde é que já se viu um comunista dar um pão a um pobre? Onde é que já se viram os comunistas e esquerdistas reprovar os altos ordenados que recebem em comparação com o ordenado mínimo? Nunca!

Perguntem à Ilda, aquela gorda do Parlamento Europeu e que agora se muda para cá, com a finalidade de substituir o Jerónimo que já tem a burra cheia e começa a não saber o que fazer. Perguntem-lhe quanto recebeu?

Estes revolucionários do tacho e do roubo, viveram da direita, mamam na esquerda e entrarão em todos os movimentos onde possam chupar o sangue aos que trabalham honestamente.

O 25 de Abril e o PREC fabricaram revolucionários de penico, desde os militares, servidores do Estado e da Direita, até àquele rebanho que se juntou a esse infame traidor português, pelo mal que causou, e que deu pelo nome de Álvaro Barreirinhas Cunhal.

Pensem bem os grevistas e todos aqueles que tentam impedir a recuperação e o progresso de Portugal. Nem mesmo aqueles que não concordam com muitas medidas do Governo, os apoiarão. 

O povo trabalhador precisa de se deslocar e de esgravatar a vida, quem o impedir pode sofrer graves desilusões. Pensem bem, os grevistas e quem impede o desenvolvimento do País, no que fazem. Acima do ser humano estúpido e servo de comunistas e esquerdistas obsoletos está Portugal.

C.S

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Sábado, 24 de Dezembro de 2011

Feliz Natal para quem ama Portugal

Ao contrário do que alguns pensam, Portugal é um país de grandes potencialidades pouco exploradas.

Os portugueses sempre se sentiram maiores do que o País, e por isso mergulharam nos mares, entraram pelas matas africanas e pelos sertões brasileiros numa procura ansiosa da sua identidade espalhada pelos quatro cantos do mundo.

Aparentemente, Portugal, nunca foi bem governado, mas a culpa disso têm-na os próprios portugueses.

O português, antes e depois do nosso tempo sempre foi um homem tremendamente livre e senhor do seu nariz. As leis e os governantes sempre puderam determinar o que quisessem, que o português calava-se e fazia o que muito bem lhe apetecia desde que isso fosse possível. Quando não era, mal o Governo se descuidava ele já estava do outro lado, a salto ou de passaporte na mão, caso tivesse passaporte e dinheiro para o pagar.

Portugal é fundamentalmente um país de emigrantes e de turismo.

De emigrantes porque temos os genes das aves migratórias. Emigramos porque saímos à procura nem sabemos de quê, mas que há-de ser melhor do que temos de momento. Se não for, logo se vê. E com este logo se vê, corremos o mundo.

Somos um fabuloso país de turismo. Apontem-me outro, com um clima igual ou semelhante ao nosso. Tome-se, como exemplo, este inverno azul onde o Sol veio passar o Natal.

Somos um País rico, ameno, agradável. O melhor país do mundo. Mas o português só trabalha e bem na sua terra quando sente alguém mais inteligente que ele e com autoridade para o fazer.

Em quase 900 anos de história só quatro ou cinco estadistas fizeram de Portugal um dos países mais admirados do mundo.

O português, já o tenho referido, é um ser hábil, disciplinado, cumpridor e honesto. A Europa e o resto do mundo conhece os nossos méritos porque já os demonstrámos sobejamente em terra alheia. Por que não aplicar, neste momento, na casa Lusitana, o método que sempre utilizámos e pelo qual somos queridos, louvados e admirados?

Ao desejar um feliz Natal a quem ama Portugal peço um pequeno esforço aos jovens para que estudem e tenham orgulho nas suas capacidades, e aos mais velhos que lancem mão da inteligência e do trabalho. Ganhar dinheiro é a coisa mais simples que há. Esta terra está prenhe de riquezas. Experimente pensar um pouco e verá que encontra trabalho e dinheiro mais rápido do que pensa.

Feliz Natal.

C.S

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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

CP goza com o Governo e com o Povo

Empresa em falência, com milhões e milhões de dividas, a CP e todos os seus apêndices gozam com o Governo porque têm a certeza de que levam sempre a sua avante.

Verdadeiros carneiros aborregados do PC e da CGTP, estes pobres de espírito, cavam com as próprias mãos a sepultura e tentam arrastar milhões de portugueses ao desespero.

Se o Governo ceder à chantagem e à mentira destes parasitas cobertos pela permissiva democracia e se a tutela der ordem de pagamento, o Governo cairá no descrédito total.

Para situações extraordinárias, medidas extraordinárias.

Despeçam-se os faltosos ao trabalho, com justa causa, não se lhes pague um cêntimo de indemnização enquanto eles não pagarem, do próprio bolso, os prejuízos causados a todos os portugueses e estrangeiros que nos visitam.

Os utentes, dos comboios que prestam os serviços mínimos, desde que não lhes seja vendido bilhete devem entrar nos comboios e viajar com ou sem bilhete para evitar que o bando de incompetentes e desonestos, ao serviço do PC, sejam impedidos nas suas intenções, e os comboios circulem sem quase ninguém por ter sido afirmado que as composições estão cheias, quando elas partem sem ninguém. Para que isto não volte a acontecer, todos devem estar prevenidos.

Se os serviços mínimos forem violados que os militares do regimento dos Sapadores de Caminhos de Ferro tomem conta da situação ou que antigos e honestos maquinistas o façam demonstrando que não pactuam com a estupidez suicida dos seus colegas.

Os da CP querem os ganhos, mas nem querem o trabalho nem sofrer as consequências dos seus gravíssimos erros devido à situação em que se encontra Portugal.

A cedência do Governo a qualquer chantagem levá-lo-á ao seu próprio descrédito tanto nacional como internacional.

O povo não suporta mais impostos para pagar os gastos da infâmia. Que o Governo meta isto bem na cabeça!

C.S

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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011

Os glutões insaciáveis

Conhecendo a situação em que o País se encontra, médicos, pilotos, maquinistas da CP e da Carris, políticos e gestores públicos sem pingo de vergonha, e outros tipos semelhantes continuam a criticar o Governo pelas medidas que é obrigado a tomar, mas são incapazes de prescindir de parte de quanto recebem para minorar a crise e resolver a grave situação em que Portugal se encontra.

Esta gentalha de gravata ou punhos de renda, aproveita a subserviente Comunicação Social para trombetear o seu descontentamento, ao mesmo tempo que esconde quanto tem em cofre e em bancos nacionais e estrangeiros.

O povo, apesar de pouco culto tem sido obrigado a abrir os olhos e já não vai em conversas de Seguros, Soares, Alegres, Marcelos, Carvalhas, Ferreiras, Anas, Bernardinos, Jerónimos e Ildas.

O povo faz as contas de quanto embolsaram e embolsam estes dez e verifica a disparidade abissal entre o que dizem e as suas próprias atitudes. São glutões insaciáveis.

Os outros, os dos voos e os em terra recebem milhares de euros por mês e insistem em querer mais de companhias falidas. São os glutões insaciáveis e insensatos. São os manipuláveis pelo PC e pelos outros bandos menores. Estes arriscam-se a perder tudo ao querer mais.

Se compararmos os três mil oitocentos e oitenta euros que recebem os maquinistas da carris e os 185 euros que recebe uma família com o rendimento social compreendemos imediatamente que os dois milhões de pobres que vegetam em Portugal podem estoirar de um momento para o outro.

O exemplo da carris serve para os médicos, os da CP e outros que recebendo menos que os políticos supracitados, mesmo assim recebem exageros insuportáveis num País à beira da bancarrota e com tendência para se transformar num albergue de miseráveis e de ladrões.

Um país nesta situação é um país perigoso para toda a gente. Especialmente para os ricos. Os assaltos serão cada vez mais e cada vez mais violentos. Os ladrões não perdem tempo com os pobres. Começam pelos carros, vão às casas e aos cofres da gente miserável e avara que tem o arrojo de dar conselhos que não segue.

Os glutões podem ser os próximos a ser engolidos.

C.S

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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

Assim, qualquer um governa

Aumentar preços e impostos sem curar das consequências e sem a preocupação de auditar contas, administrações, funcionários e compras é caminho totalmente errado.

Há ditados portugueses que os governantes não podem esquecer: "as gatas apressadas parem os filhos cegos", ou este outro: "cadelas apressadas parem os filhos tortos".

A cegueira ou a tortuosidade com que o Governo pretende voltar a rever o preço dos transportes não se coaduna com a esperança, o sacrifício e a calma com que os portugueses estão a aceitar o apertar do cinto depois de anos e anos de loucura e despesismo em que o exagero perdulário atingiu, com Guterres, o paroxismo com estádios megalómanos e em quantidade, barragens que pararam para não afogar gravuras, como se não houvesse outra solução para as salvaguardar, milhares de contos dados à Fundação do inventor da descolonização exemplar, do viajante gastador, do cérebro falante Soares, etc, etc, etc.

É sabido que o PREC e o infame Cunhal têm muitas culpas do que posteriormente aconteceu, mas os governantes não estão isentos da desgraçada situação em que Portugal se encontra. Umas vezes por omissão, para não enfrentar a chantagem dos sindicatos, outras por compadrio e outras por atitudes apressadas e mal pensadas.

O caso dos transportes é o mais flagrante. Ele afecta, directamente, milhões de portugueses. A mobilidade é fundamental para chegar a horas ao emprego, à escola, ao hospital. Se os preços dos bilhetes voltarem a aumentar, há muita gente que terá de fazer longos percursos a pé com as consequências que daí advirão.

Como todos sabemos, a Primeira República deixou Portugal de rastos. Salazar, quando entrou para o Governo, como Ministro das Finanças, dois anos depois do 28 de Maio de 1926, além dele próprio dar o exemplo, tinha como frase leitmotiv: poupar, poupar, poupar.

Um dia, um dos funcionários subalternos, que lidava frequentemente com ele disse-lhe ufano: sr. Doutor, hoje poupei dois tostões. Em vez de vir de eléctrico vim a pé, atrás dele. Salazar, sorridente, respondeu-lhe: se vier atrás de um táxi consegue poupar muito mais.

A história serve para lembrar que os tempos, hoje, são outros e que o exagero levado a extremos pode ter graves consequências.

Os transportes públicos, quase todos controlados pelo Partido Comunista e pela sua correia de transmissão sindical, a CGTP, são um cancro. As células malignas estão nos próprios trabalhadores, nas administrações e nos quadros inferiores. O caso da CP é escandaloso. Os maquinistas paralisam o País, com a colaboração dos outros sectores, e sentem-se imunes a sanções. A Transtejo, a Soflusa paralisam quando lhes apetece. A Carris idem. A chantagem é a sua arma. O PC, a cabeça de víbora que os envenena.

Em vez de aumentar os preços, o Governo, tem de diminuir despesas com parasitas, protecções e corrupções.

Estas empresas públicas têm um deficit de centenas de milhões de euros. Qual é a justificação do Governo para obrigar o povo a pagar uma coisa que não o benefícia?

Pense bem, o Governo, antes de partir para novos aumentos nos transportes. Governar assim, qualquer um governa! Ir muito longe com a medida é que me parece não ir. A pressa é capaz de lhe quebrar a perna. De gente manca e canhestra está o povo farto e pelos cabelos. Não puxem mais.

C.S

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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011

Pescas, professores, baleias e tubarões

Agarram-se como lapas, à Comunicação Social subserviente e dependente, os estrangeirados que vivendo sempre de oportunismos alaparam à conta da Argélia, da França, da Alemanha e da Inglaterra, quando Salazar lançou o grito, de todos ao trabalho. Eles optaram pela parasitagem e pelo engodo.

Foram daqui bufando cigarrilhas, voltaram fumando bons havanos. Eis alguns dos títeres que desgovernaram este País e que hoje tentam através de jornais, rádios e televisões manipular o povo menos culto.

Não contentes com a calamidade e com o estado comatoso em que deixaram o terreno das caçadas voltam de novo ao ataque para segurar as chorudas mesadas e os serviçais que os aquecem a troco de palmadas nas costas, cínicos sorrisos, 200 euros e demagogia, muita demagogia e insensibilidade.

Nos piores momentos do alegrismo, não do Dr. Oliveira Salazar, este Alegre sem vergonha e sem memória fechou o jornal centenário "O Século", colocou centenas de trabalhadores na rua e os familiares na miséria.

É isto, que este e outros alegres pretendem. Ter sempre gente submissa e serviçal em terras de Portugal.

A infâmia é tão grande e tão monstruosa que no Parlamento Europeu, duas baleias horríveis de fealdade e maldade, mais um transgénico que destrói culturas de milho e outros gajos semelhantes votaram contra o acordo de pescas entre a União Europeia e Marrocos sacrificando milhares de famílias portuguesas, marroquinas e do Saara ocidental, com a fingida protecção aos do Saara.

Verdadeiros vígaros, que recebem milhares de euros por mês para defender o povo e os seus países, fazem precisamente o contrário para segurar os lugares e as panças.

Só para o povo saber o peso destes barriguistas não andarei longe da verdade ao dizer-lhes que os seis que votaram irresponsavelmente contra o acordo de pescas mais o alegre, comem tanto por mês como dez mil famílias. Como diria o socialista e despesista Guterres, é só fazer as contas.

Façam pois as contas a estes socialistas comunistas, chupistas e barriguistas, juntem-lhes os Sampaios, os Soares e outros iguais, e saberão que eles não querem nem nunca quiseram o bem do povo português, se o quisessem não tentavam impedir que professores e pescadores trabalhassem nesta aldeia global onde vivemos.

As baleias e os tubarões que esguicham no Parlamento Europeu são semelhantes a outras mulheres horríveis e escalavradas que bufam de indignação pela coragem do Primeiro-Ministro ao preferir os Portugueses vivos e prósperos num país estrangeiro do que deixá-los morrer à míngua em Portugal.

C.S

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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

Professores, os lavradores do mar

Os novos lavradores do mar serão os professores, os engenheiros, os arquitectos e todos aqueles que tem valor acrescentado nos braços e na cabeça.

Quando Passos Coelho aponta o caminho possível, para reverter a situação em que Portugal se encontra, logo aparece um Velho do Restelo saído da esquerda, encoberto no Bloco e que dá pelo nome de Gusmão.

Este Gusmão é um dos 110 gosmas excedentários que vive por conta da Assembleia da República. Se não fosse, o Gusmão recordava a história Portuguesa e verificava que desde o século XV, os portugueses lavraram mar e terra à procura do sustento que aqui lhe faltava.

Os Portugueses deram novos mundos ao mundo, embrenharam-se por matos e sertões e trabalharam ao lado dos indígenas para que a riqueza brotasse das terras descobertas e fosse compartilhada.

Se o Gusmão estudar verificará que Portugal foi o único país que nunca explorou, no sentido pejorativo da palavra, o povo onde se integrava. Compare o Gusmão Portugal com os outros países colonialistas e verificará isso com facilidade.

O incitamento de um Secretário de Estado e do Primeiro-Ministro à emigração é uma das soluções para resolver a crise que Portugal atravessa e que a Esquerda, que não quer largar as benesses a que a permissividade dos vários Governos, desde o 25 de Abril, abriu portas.

As vantagens para os novos emigrantes e para os países de acolhimento são enormes.

Primeiro, a mão de obra é especializada.

Segundo, os países para onde partem desenvolvem-se mais rapidamente, com as vantagens que daí advém para toda a população.

Terceiro, os portugueses adaptam-se a todos os climas e latitudes e são de uma afabilidade que não existe em qualquer outro lugar. Não digo isto por chauvinismo. Digo porque andei e trabalhei em muito mundo sempre à procura do porquê da existência humana neste planeta cheio de contradições.

Quarto, as viagens, mesmo as mais longínquas demoram o máximo de 36 horas. 

Quinto, levando isto ao exagero, quase poderia dizer que todos os dias podia ir trabalhar em Paris e vir dormir a Lisboa.

Sexto, o retorno é apreciável devido ao desenvolvimento dos países para onde se vai trabalhar ou onde o valor acrescentado do trabalho especializado português seja bem remunerado.

Sétimo e último, o Engenheiro José Pinto dos Santos, acredita que para ter sucesso é preciso ter orgulho naquilo que fazemos. O exemplo está nos milhares de portugueses que dirigem empresas em muitos países estrangeiros. Portugueses que não tinham, quando daqui saíram, os conhecimentos técnico científicos daqueles que hoje oferecemos ao mundo. 

Quando tipos como o Marcelo Rebelo de Sousa criticam o Primeiro-Ministro por incitar a emigração tentam desviar a atenção dos salários monstruosos que auferem por meia hora de paleio ou por servir o Estado em companhias e instituições que se fossem particulares já tinham falido há muito.

Perguntem ao Marcelo quanto recebe pelos seus comentários e todos perceberão que uns comem tudo, uns comem tudo...e só os néscios ouvem e acreditam na missa.

C.S

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Domingo, 18 de Dezembro de 2011

A Classe Média está a desaparecer

Para que as gorduras dos capitalistas comunistas e liberais capitalistas comunistas não sofra diminuição e a diferença entre o pobre e o político rico e sindicalista seja abissal, os políticos oportunistas não lhes reduzem a mesada para tudo ficar na mesma.

A Classe média acabou ou está a acabar. Dentro de um ano só existirão os pobres e os muito ricos.

Gananciosos socialistas de pandeireta, onde estão incluídos os sociais democratas, socialistas, comunistas e bloquistas, não cuidam de preservar o futuro dos seus próprios filhos nem a coesão do País.

De uma ponta à outra, todos os políticos e os seus penduras onde também estão incluidos os jornalistas são coniventes com a situação em que Portugal se encontra. Todos devem prestar contas desde o 25 de Abril, sem esquecer os centristas.

O dinheiro desviado, os altos vencimentos e a corrupção que o Estado gerou e que deu milhares de milhões deve regressar ao Estado para que este não alimente os escroques internacionais que, através de TROIKAS e de outras sanguessugas semelhantes, hão-de querer apoderar-se de tudo quanto existe para depois fazer dos portugueses aquilo que entenderem. Nesse momento nem ricos nem pobres terão qualquer voz.

Os ricos, feitos de enganos e de malabarismos, ou entendem isto ou os seus filhos e netos sofrerão as consequências da ganância dos seus antepassados.

Na Segunda Guerra Mundial, o Governo Inglês requisitou os bens de todos os seus cidadãos. Se for necessário que isso aconteça para salvar Portugal e os portugueses do futuro, que o Governo não hesite em cortar um braço, a quem hoje se recusa a entregar uma unha.

Embora a minha admiração por Salazar seja muito grande, custa-me ouvir, continuamente, o grito desesperado: volta Salazar! Precisamos de novo de um Salazar! Por outro lado injuriam-se e amaldiçoam-se os políticos de hoje e de ontem e que abancaram depois do 25 de Abril. Esta deve ser a data mais odiada e um feriado que 95 por cento da população não se importaria de enviar para o lixo, só para o esquecer bem depressa.

Reduzam-se os Deputados para 120, reduzam-se para um terço os vencimentos de todos os políticos e de todos aqueles, que, de uma maneira ou de outra, estão sob a tutela do Estado. Poupe-se até ao cêntimo acabando com os gastos supérfluos.

A Classe Média está a desaparecer. Sem ela nenhuma Nação sobrevive. Portugal não será excepção.

Trabalho, inteligência, ponderação e solidariedade voltarão a fazer de Portugal o País mais feliz do mundo.

C.S

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Sábado, 17 de Dezembro de 2011

Vaticano tem de repensar o celibato

As novas tecnologias desnudaram o mundo e os seus podres.

Os Bispos holandeses vieram a público pedir desculpas às dezenas de milhares de vítimas de abusos sexuais perpetrados, entre 1945 e 2010 pelos santos padres e pelos bispos.

A canalhice, a infâmia e o desprezo pelo ser humano tem sido patenteado, sistematicamente, pelos ministros da religião católica.

Com água benta, rezas e enganos, os padres têm violado rapazes para satisfação dos seus impulsos sexuais. Umas vezes servindo-se deles como receptáculo do esperma, outras recebendo-o porcamente.

Estou convencido que 90 a 95 por cento de pedófilos e de pederastas, que afocinham pelo mundo, sairam das escolas anais destes santos homens que, tomando a capa de Deus, o fornicam de todas as maneiras e feitios, mas sempre de ar beatifico e meloso. 

Os seminários onde se formam estes deformados têm sido um pesadelo desde há séculos. Tudo em segredo, tudo eivado de cinismo e beatice, estas toupeiras continuam os estragos e pedem desculpas de uma javardice indesculpável.

Não tenho nada contra os padres honestos, trabalhadores e inteligentes que têm lugar destacado na sociedade, mas sou visceralmente contra os que não resistindo aos impulsos sexuais pervertem milhares de crianças e homens que por sua vez irão espalhar o vírus e os traumas durante toda a vida.

O Vaticano já não engana ninguém. É uma multinacional bem instalada, com valências louváveis, mas que não pode continuar a obrigar os seus funcionários a ser virgens. Isso é impossível. Só uma doença grave impede o homem de resistir aos impulsos sexuais. Quem disser o contrário mente e mente com um descaramento infinito. Por este motivo, o Papa Bento XVI, mesmo que pretenda manter a teimosia e concomitantemente a pedofilia não o deve fazer. A Igreja católica arrisca-se a cair como um baralho de cartas e sob o aplauso de todo o mundo.

Os padres pedófilos e pederastas não devem manietar Bento XVI, a menos que o Papa queira ser confundido com eles.

C.S

publicado por regalias às 06:59
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