Quinta-feira, 30 de Agosto de 2012

Ignorância e maldade portuguesas

Olha-se para a cara e não enganam. Olhe-se para a Benavente, para o Nogueira, para o Morgado que o DN traz, em galeria, nas páginas 4 e 5 do jornal do dia 29 de Agosto pp, a debitarem sobre o "Ensino profissional obrigatório no básico".

Olha-se-lhes para as fuças, horríveis de fealdade e falsidade, e temos os arraçados de comunistas à portuguesa, sempre prontos a confundir, a enganar, a mentir servindo um desígnio, que estes ignaros encartados, seguem a toque de pífaro até a desgraça os esmagar na mentira que os consumirá a eles e às suas próprias crias.

Os cursos de ensino vocacional que o Ministério de Educação e Ciência vai disponibilizar para os alunos hesitantes do Básico, entre o estudo, a brincadeira e os chumbos, já se aplica há dezenas de anos em vários países.

O Governo não inventou nada. 

Não acredito que a Benavente e o Nogueira não estejam a par do sucesso que em França, este tipo de ensino tem. Mais, o Governo não coarta qualquer possibilidade aos jovens de seguir qualquer área depois de terem passado pela via profissional. O que estes fingidores da verdade dizem só serve para destabilizar, desmoralizar, confundir até o país implodir.

Nem a Benavente nem o Nogueira enganam. O Ministério da Educação foi sempre, desde o 25 de Abril, um dos desestabilizadores da paz social. Quando alguém tenta regular a casa, aí estão eles a infiltrar a insânia.

Sorrateiramente, à maneira comunista, deixou-se o ensino à balda. Por essa razão aparecem tipos como o Morgado que são psicólogos à 25 de Abril. Conheço alguns, seus colegas que tiraram o curso sem saber nada de nada. Não sei se é o caso deste Morgado. Mas que o tipo não sabe o que diz é mais que evidente.

Espero que o Governo, governe e não se deixe influenciar pela ignorância e maldade portuguesas. É tempo, mais que tempo de pôr termo aos paninhos quentes e às hesitações.

Num livro, publicado em Março de 1928, com o título "A Ditadura Militar" com o prefácio do General Carmona, a páginas 73, o autor, Leopoldo Nunes, escreve "Assim é, assim tem sido a vida do General António Óscar Fragoso Carmona, actual Presidente da República e Ditador de Portugal."

Na página 230 acrescenta: "Nos jornais partidários chegou-se a saudar o Exército como libertador da opressão democrática."

Chamo o livro a terreiro, porquê? Porque o país está de caldeira cheia. Há dias o Prof. Adriano Moreira alertava para o perigo. A asneira tanto pode cair sobre os comunistas como sobre os membros do Governo a quem a imbecilidade já lhe salta para cima dos carros.

A bondade democrática não é elástica. Se os Partidos querem conservar a Democracia têm de deixar a demagogia e a desordem falante, e o Governo tem de Governar se quer ter credibilidade. Proceder de maneira diferente é leviandade, laxismo e participar na destruição de Portugal.

C.S

publicado por regalias às 09:28
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Sábado, 25 de Agosto de 2012

A Democracia na boca dos políticos Abrilistas

Ao ouvir o Alegre falar de Democracia, o Soares, o Almeida ou os outros que de calças na mão largaram os povos à sua sorte, mas aqui impuseram a Democracia rumo ao socialismo, a Democracia está a ficar totalmente desacreditada.

O povo, impiedoso, já sem medo da censura do PREC e dos mandatos de captura, repete aos quatro ventos: "eles falam constantemente em Democracia, mas a Democracia foi só para eles que têm fortunas escandalosas, que comem e bebem do melhor, que vão à caça ou em turismo para o estrangeiro, que frequentam os hotéis mais caros, que vivem como nababos e nós não temos emprego e se o arranjamos ganhamos miseravelmente, enquanto estes democratas de boca e pança cheias, ganham de reforma numa semana o que um trabalhador ganha num ano."

A quantidade de impropérios que acompanham os comentários e o "diz-se diz" que este tem dinheiro escondido aqui e além, que os testas de ferro são fulano e sicrano, não augura nada de bom.

Por estes motivos, os Alegres e os outros que atiraram o país para a desgraça em que se encontra devem evitar falar muitas vezes em Democracia, falem moderadamente para que a ideia não perca a validade.

Ouve-se continuamente, Democrata era Salazar que nunca roubou, deu de comer ao povo, deu-lhe trabalho, fez progredir Portugal e morreu pobre. Estes entraram de calças na mão e estão podres de ricos e de infâmia.

Outem ao ouvir, na "ANTENA UM", o Alegre empastado, aos soluços, a gritar Democracia por causa da RTP, talvez até com razão, pensei para mim, este desgraçado não se lembra o que fez ao Jornal "O Século" e às centenas de trabalhadores que colocou na rua. Nesta altura a Democracia aplicada foi a que lhe veio à cabeça.

A Democracia na boca destes Abrilistas, políticos por correspondência que se abotoaram, à pala, dos militares corporativistas que viraram políticos por conveniência, não me está a cheirar nada bem. Ou eu bem me engano, oxalá que sim, ou isto vai dar grande asneira.

C.S

publicado por regalias às 06:03
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012

Roberto Carneiro e os pobrezinhos

A "ANTENA UM", órfã de inteligência, resolve chamar pai a qualquer bicho careta. A seguir ao desgraçado levantamento do 25 de Abril, que engordou militares e políticos, arrivistas e outros oportunistas, e deixou o povo a pão e água, a "ANTENA UM" agarra-se a qualquer pai. 

Chama pai ao Soares, dizendo que é pai desta democracia da fome e do desemprego. Ontem chamou pai ao Roberto, dizendo que é pai do ensino profissional.

O Roberto Carneiro foi dos poucos ministros assim-assim, com trabalho positivo que passaram por estes Governos que mais se governaram do que governaram.

Mas ontem o Roberto, no meio da mastigação falada, disse que o Crato estava a ir demasiado apressado. Também eu em 21 de Junho passado, titulei o blog desse dia "Ministro Crato, gatas apressadas..."e começava com um exemplo sobre a maneira como principiaram os cursos de jornalismo nas escolas, para lhe dizer que até a boa vontade e o desejo louvável de reverter a situação caótica em que Portugal se encontra necessita de tempo.

Dito isto, vamos ao pai dos sem pai da "ANTENA UM", que lhe chamaram pai do ensino profissional, quando as Escolas Industriais e Comerciais do tempo de Salazar foram um dos motores do progresso que o País viveu.

Os libertadores do País há muito libertado das asneiras, da violência, das prisões, das mortes da Primeira República tinham sido libertados pelo Estado Novo, que através de uma política de aviso, ensino, contenção e censura das bestialidades, quando chegou ao 25 de Abril de 1974 tinha acabado com os pobres, não havia desemprego ou era residual e o desenvolvimento, a segurança, a alegria e o bem-estar eram evidentes, menos para 10 ou 11 por cento da população, o que é natural. A insatisfação é própria do ser humano.

Aquilo que eu reprovo ao Roberto não é as palavras sensatas que dirigiu ao ministro. Reprovo-lhe as comparações apressadas entre o ensino. Dizer que é preciso fazer que o ensino profissional não seja um ensino para pobrezinhos, para jovens menos capazes é voltar a colocar na cabeça dos pais, não dos alunos, que aquele é um ensino menor e que eles nunca poderão ser senhores doutores, uma classe considerada de intocáveis e de gente de boa vida.

Esta ideia foi a mesma que levou os da revolta corporativa a obrigarem o Ministério da Educação a acabar com as Escolas Profissionais que deram não só milhares de competentíssimos profissionais no campo da indústria e do comércio assim como economistas como Medina Carreira ou Ernâni Lopes.

Os libertadores levaram a sua saga libertadora ao ponto de um Secretário de Estado da Orientação Pedagógica, Rui Grácio, ter ordenado a destruição pelo fogo de todos os livros anteriores ao 25 de Abril que estivessem em escolas e bibliotecas. A Inquisição não teria feito melhor no campo da burrice e do fanatismo.

Ao Roberto Carneiro, ao pai dos da "ANTENA UM", como se já não lhe bastasse a honra de ter uma família numerosa, podia revelar-lhe o caso de uma grande empresa, multinacional, que em colaboração com o Ministério da Educação, vai formar técnicos para a indústria automóvel. Acrescento-lhe, pelo que sei, que esses jovens saídos do 10º ano e que agora abraçam a carreira profissional são, a maioria, filhos de gente com elevados rendimentos.

A ideia que umas escolas eram para os ricos e outras para os pobres foi um dos muitos vírus que comunistas e outros semoventes do mesmo calibre espalharam para abocanhar o País e deixá-lo no estado miserável em que hoje se encontra.

C.S

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Sábado, 18 de Agosto de 2012

Laurent Fabius, ministro Francês ou besta selvagem?

Acabo de ler na Internet e quase me custa a acreditar que um salafrário chamado Laurent Fabius, ministro de uma França desnorteada, vem apelar à morte do Presidente da Síria, Bashar Al-Assad.

Com tipos como o Laurent, em ministros, a França está lançada aos bichos.

Primeiro foi o criminoso Sarkozy que para não pagar um empréstimo do Presidente Líbio Muammar Khadafi, convence outros dois gangsters, invade a Líbia e destrói uma nação em paz e franco progresso. Matam em direto o ingénuo Presidente.

Agora é este que apela, perante as televisões, dedo em riste e cara de porco em evolução, para que Bashar al-Assad seja assassinado e, se calhar, também em direto para gozo dos animais.

A infâmia começou com o Obama, a convidar uma assembleia para assistir à morte televisionada de um terrorista com a mesma capacidade mental do que estes. De onde se conclui que tanto brancos como pretos é tudo a mesma choldra.

Estes exemplos são o rastilho para o povo fazer o que entender e nunca mais ninguém ter mão na loucura universal.

O mundo está por um triz. Os governantes endoidaram e os povos estão nas mãos de inimputáveis que cometerão as maiores barbaridades com a desfaçatez e a inconsciência dos irracionais mais atrasados.

O que está a acontecer na Síria, além de ter sido provocado por agentes exteriores e continuar a ser alimentado pelos mesmos. O conflito não será travado precisamente devido ao verdadeiro genocídio cometido tanto no Iraque como na Líbia e sempre pelos mesmos vândalos.

E não será travado, enquanto os rebeldes, peitados pelo exterior, não pararem os ataques, porque a Rússia e a China, várias vezes enganadas, não darão o aval a maiores atrocidades e continuadas mentiras. 

Caso à Síria e ao Irão lhes aconteça o mesmo que ao Iraque e à Líbia, a Rússia e China serão as próximas etapas destes assassinos, cujo porta-voz é o Laurent, ministro Francês, e mais uma besta selvagem a juntar à trupe supracitada.

C.S

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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2012

Milhões de portugueses nas mãos de parasitas

Para um tempo excecional, leis excecionais. Enquanto o Governo não encarar estas medidas, os cancros dos sindicatos da TAP, dos médicos, dos transportes da CP, da Carris, do metro e de toda a chusma que faz greves e ganha muitas vezes o ordenado mínimo, o país estará cada vez mais no fundo.

Portugal é um saco roto. Entram milhões de euros, saem milhões de euros sem qualquer rentabilização porque o egoísmo parasitário não quer ficar sem um dedo e acabará por ficar sem o corpo e sem trabalho.

Quando os gajos da TAP vêm contestar os resultados da Companhia e dizem que as greves em nada a prejudicaram, estes infames sabem que é mentira. Não só prejudicaram a TAP em milhões como Portugal perdeu muitos mais milhões porque os turistas demandaram outros países.

Os comunistas portugueses, que nunca viram nenhuma greve nos países comunistas de que eles tiraram o exemplo, aproveitam-se da Democracia para destruir o seu próprio país e concomitantemente a família, pais, filhos, netos.

A estupidez sindical portuguesa é um caso de doença hereditária. Os sindicatos e as greves destruíram a Primeira República que estrebuchou durante 16 anos, até que 98 por cento da população deixou cair as sanguessugas e aceitou a Ditadura Militar, continuação da Ditadura Democrática, mas a que os governantes da Primeira República nunca a assumiam. Isso fazia que, mesmo com as prisões cheias e mortes violentas, o povo não entendia o que devia fazer porque a Primeira República, não sendo peixe nem carne, e querendo agradar a todos, tanto abria desmesuradamente as pernas como reprimia com grande dureza os que gritavam que não tinham trabalho nem pão.

Hoje estamos na mesma. O Governo, com paninhos quentes, nunca mais vai lá.

Para tempos excecionais, atitudes excecionais. Em todas as empresas que fechem porque os trabalhadores foram para greve, que os seus salários sejam fixados no salário mínimo. Tanto os da TAP, como os médicos, como os enfermeiros, como os estivadores, como toda a corja de parasitas que continua a chupar o sangue do povo que trabalha e quer paz e segurança, devem ser forçados a viver com o salário mínimo para saberem o que custa a vida de quem trabalha.

Aqueles que não aceitarem o ordenado mínimo podem ir à vida e procurar outro serviço mais condizente com as suas capacidades.

Se o Governo não tomar uma atitude firme, o melhor é mudar de vida.

Não é possível receber dos agiotas internacionais 78 mil milhões de Euros e pagar-lhes 34 mil milhões em juros.

Vão pagar com quê, se o dinheiro que chega não é rentabilizado devido às paralizações sistemáticas a que Portugal está sujeito?

A história irá falar desta terceira República como do Período mais negro que Portugal alguma vez viveu, caso consiga sobreviver.

Os Mário Soares, os Almeida Santos, os Cunhal, os Rosa Coutinho, os Melo Antunes, os Alegre e todos os demagogos que enganaram o povo e o traíram com atos e promessas mentirosas saberão que a história não lhes será leve. Os elogios de hoje serão a maldição de amanhã.

C.S

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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2012

A ONU e os monstros do engano

Bem pode a ONU vir com a verdade dos números sobre a brutalidade dos combates na Síria. 

A ONU deixou de ter credibilidade devido à dualidade de critérios que adota.

Ban-Ki-moon não teve a coragem de denunciar com a mesma firmeza os crimes contra a humanidade cometidos pelos assassinos da NATO que às ordens de Obama, Cameron e Sarkozy destruíram a Líbia e mataram, de maneira ignóbil, milhares de civis indefesos.

Com o Iraque aconteceu o mesmo, a ONU olhou para o lado e centenas de milhares de árabes morreram de maneira infame para que o atacante cometesse o crime, submetesse a presa e se aproveite dela durante os próximos anos.

Os crimes cometidos, pelos loucos chefes de Governo, ao serviço de agiotas sem escrúpulos e tão inconscientes e irresponsáveis como os tipos já citados, nunca foram levados a tribunal e julgados por terem cometido crimes contra a humanidade.

Ou a ONU e Ban-ki-moon conseguem levar a julgamento estes fomentadores de guerras ou gritar contra o que acontece na Síria não passará de fogo-fátuo. Os cadáveres produzidos são idênticos, com a agravante que os incendiários da Primavera Sangrenta nos países árabes foi sempre provocada não pelo humanitarismo das situações, mas pelo roubo infame e descarado das populações a quem lhes tiram a sua única riqueza, o petróleo.

A ONU deixou-se enredar pelos monstros do engano. Assim a ONU acabou. O seu período de validade terminará de forma inglória.

Esperemos que na Síria tudo volte à normalidade. Segundo aquilo que penso, a Síria é o trampolim para um golpe bem mais sério. O Irão. Oxalá eu me engane, porque quem também está enganada é a Turquia, a Arábia Saudita, o Qatar e todos os povos árabes que cobardemente aceitam atacar os próprios irmãos, julgando assim ficar a salvo da metralha infernal que os monstros despejam sobre os países que não se submetem às vontades dos saqueadores do mundo.

Os monstros são insaciáveis e estúpidos como o mais estúpido e feroz dos animais. O homem.

C.S

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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012

Sindicalistas desgraçam trabalhadores

Vivendo à tripa forra, os chefes sindicalistas pretendem manter as suas regalias e, para que isso aconteça, não se preocupam de desgraçar os trabalhadores que dizem defender.

Obrigar hoje os trabalhadores a fazer greves é o mesmo que os condenar ao suicídio coletivo.

Portugal está num estado, de tal modo lastimável, que as greves não só prejudicam os grevistas, que verão salários e regalias sempre reduzidos, como todo o restante povo que trabalha e se esforça por manter a cabeça fora de água.

Será que os grevistas, que ganham várias vezes mais que o ordenado mínimo, ainda não compreenderam que neste momento têm de aceitar algumas restrições para não perderem tudo?

Será que os trabalhadores da CP, do Metro, da Tap, dos Transportes rodoviários dos Transportes marítimos ainda não entenderam que todas as vezes que fazem greves, o país perde centenas de milhões de euros que têm de ser repostos pelos agiotas internacionais que nos cobram coiro e cabelo de juros?

Será que é preciso ser desagradável e dizer-lhes que são mais burros que os burros ao serem levados à rédea e à miséria pelos dirigentes sindicalistas que já encheram a burra e protegem o muito dinheiro recebido das quotas?

Pensem um pouco. Quanto mais greves, mais miséria, mais tempo de recuperação.

As greves democráticas só tiveram viabilidade e lucro enquanto durou a "pesada Herança". O louco do "companheiro Vasco" tratou de a distribuir sem regras. Beneficiou alguns milhares, prejudicou os milhões que hoje sofrem as consequências dos desvarios do PREC.

Cunhal, depois de lhe ter comido a carne e percebendo o perigo, deitou fora o camarada Vasco, numa reunião do Comité Central em Alhandra, isto em 10 de Agosto de 1975, se não estou em erro.

Até o traidor Cunhal percebeu que a caminhar naquela direção, o Partido Comunista e os sindicatos teriam os dias contados.

Quando acaba o pão acaba a razão, e ninguém consegue travar o povo. Foi aquilo que sempre aconteceu e que a história nos relata.

As greves, as mortes, a fome e a miséria da Primeira República deu origem ao 28 de Maio de 1926 e à Ditadura Militar que se lhe seguiu e de que Salazar, que entrou no Governo, dois anos depois, em Abril de 1928, como Ministro das Finanças, ficou com a fama de Ditador e os outros com o proveito.

C.S

publicado por regalias às 06:04
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2012

Jerónimo, submarinos e fichas da PIDE

O Jerónimo tenta desesperadamente esconder a infâmia comunista, quando a seguir ao 25 de Abril cometeram crimes tão grandes e tão asquerosos que os portugueses os estão a sofrer nos dias de hoje.

A ameaça, o ataque, a destruição, sempre escondendo os atos, foi o lema do traidor Cunhal que, em entrevista a Oriana Fallacci afirmou, perentoriamente, que não haveria Parlamento em Portugal.

Não tendo conseguido o desiderato, os comunistas verificaram que ali poderiam ter a sua tribuna e ganhar entre 10 e 20 vezes o que recebem os trabalhadores, que mentirosamente dizem defender.

Eles recusam cortar em deputados e em recebimento. O Parlamento, que o atrasado Cunhal não queria, afinal é uma mina.

Agora o Jerónimo quer saber onde estão os documentos desaparecidos dos submarinos. Acho muito bem. Tem toda a razão o Jerónimo. Contas são contas e tudo é pouco para compensar a destruição e os roubos comunistas. Herdades foram muitas, começaram, se bem me lembro, pela herdade de Luís Correia da Silva. Com a ajuda dos camaradas das Forças Armadas, ocuparam a propriedade, mudaram-lhe o nome para Cooperativa de S. João.

Mas estávamos nos submarinos que os Socialistas apalavraram, o Portas comprou, e o povo está a pagar com língua de palmo e suspeitas pelo meio. Resolva-se isso de uma vez, para ver se deixam trabalhar o Governo em paz.

Mas, ó Jerónimo, e as fichas da PIDE, onde estão as fichas desaparecidas? Aí constavam os nomes dos camaradas que bufavam, que informavam o próprio Governo e que demonstravam a ralé por que era constituído o Partido comunista.

Tanto os submarinos como as fichas são importantes para o povo Português saber quem o tem sangrado, nestes últimos 38 anos desta desgraçada REVOLUÇÃO que lançou quase três milhões de infelizes na miséria.

Insista nos submarinos e no escandaloso ordenado que você recebe e proponha receber só um terço. Se o fizer, começa a redenção do PC e você ficará, na história, como o único comunista honesto que depois do baile, da farra e da destruição do país, se propõe pagar os estragos.

C.S

publicado por regalias às 06:02
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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012

Portugal está à venda ao preço da uva mijona

A tristeza entrou na alma. O país, com p pequeno, desmorona-se como um castelo de subservientes onde os ratos se instalaram e que não largarão enquanto houver incompetência e mesquinhez para roer.

As greves continuam sem que os felizardos, semianalfabetos percebam que os 6,7,8 ordenados mínimos que recebem irão cair para o ordenado mínimo nacional ou pouco mais.

É a supina ignorância que a força comunista de 1974/75 continua a exalar em 2012. Depois de ter enganado os trabalhadores, levando-os ao roubo e à destruição dos meios produtivos e de lhes ter pago com os direitos adquiridos, que imediatamente retiraria, se alguma vez tivesse sido Governo democrático, o PC esbraceja, sabe que enterra os trabalhadores, mas não larga o bolo podre, que paga, principescamente a Deputados comunistas e aos outros que acamaradam em São Bento.

Os Governos têm sido incapazes de inverter a situação de libertinagem desenfreada que a bestialidade comunistoide desencadeou desde 1974 quando, protegida por militares incapazes, infiltraram todos os serviços e os roeram por dentro.

Por outro lado, as aves de rapina mundiais, protegidas pelos Governos das nações mais poderosas, sentem o cheiro da carne podre e aí estão elas em força comprando ao preço da uva mijona aquilo que é a segurança do futuro dos países, as suas grandes companhias, as suas terras, as suas casas.

Dentro de pouco tempo imporão tudo quanto desejarem. Os portugueses serão escravos no seu próprio território.

Ou os portugueses se lançam denodadamente ao trabalho, evitam importações desnecessárias e todos aqueles que, desde o 25 de Abril, arrecadaram fortunas fabulosas, a começar pelos militares, pelos políticos, e seus amigos, compram a divida do Estado, ou os nossos filhos e netos amaldiçoarão a tal revolução que em vez de liberdade e democracia lhes trouxe mentiras e escravidão.

C.S

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Sábado, 11 de Agosto de 2012

O preço dos combustíveis e o Obama incendiário

Quando o mundo ainda não dava saltos, o preço da gasolina em Portugal era de um cêntimo e vinte e cinco. Os meios de transporte, competitivos com as máquinas, eram os cavalos, os burros, os carros de muares e os carros de bois.

A vida corria feliz, sossegada, havia trabalho para toda a gente. Ganhava-se pouco mas era certo. 

Salazar conseguira eliminar a fome que tinha feito perder a cabeça às gentes da desgraçada Primeira República e sacrificar, no altar da bestialidade, políticos, polícias e magistrados.

A partir dos finais dos anos cinquenta, do século passado, Portugal cresce em prosperidade.

Quando chegam os primeiros telemóveis, ainda tenho um, pesado, compacto, delirei. Vinha aí o progresso, isto por volta de 1979. Mas também tinha chegado com o 25 de Abril, a loucura, os gastos desmedidos, antecedidos por roubos e destruições sem nexo.

O Estado, onde a ignorância e o berro assustavam os mais inteligentes e os faziam assinar tudo quanto a demagogia entendia, acabou com as fabulosas escolas Comerciais e Industriais para instituir o ensino unificado, como se ali houvesse alguma separação de classes.

Alguns Ministros e grandes economistas saíram destas escolas. Mas a bestialidade comunistoide impôs a sua vontade. Acabaram escolas profissionais, que nos fizeram tanta falta como o pão para a boca, queimaram-se livros, berrou-se democracia e liberdade. A prosperidade ilusória dos tempos do engano deu origem às graves dificuldades por que as classes menos cultas estão a passar.

O avanço da técnica, a nível mundial, foi tão grande que me convenci que rapidamente superaríamos todos os desmandos.

Mas a lepra da estupidez está espalhada como vírus mental. A invasão do Iraque por Bush e o genocídio na Líbia cometido por Obama, Sarkozy e Cameron veio dar-me a certeza que o mundo tinha regressado à barbárie. O roubo e a morte seriam os direitos dos incapazes que arrasariam tudo através da guerra, que justifica o roubo.

Dito isto, de maneira sucinta, chegamos ao preço dos combustíveis. 

Com a ocupação do Iraque e da Líbia, e a submissão servil e aterrorizada da Arábia Saudita e do Qatar, estes ladrões de colarinho branco e de ideias negras fazem disparar os preços daquilo que eles já usufruem. Ganham em vários tabuleiros, pouco se importando com as outras nações.

Ao impedirem o Irão de exportar o seu crude é mais um aviso de que aquelas reservas já estão cativas para os saqueadores. 

A grande esperança dos povos está na Rússia e na China.

Se estas nações mantiverem o bom senso e não mostrarem medo a estes tigres de papel e de animalidade incestuosa talvez o mundo consiga sobreviver mais uns séculos, caso contrário, como o Infinito tem uns 100 milhões de sistemas solares iguais ao nosso, deixar rebentar este pequeno mundo de peralvilhos enfatuados e desmiolados, que importa, ao Universo, se a gasolina custa um cêntimo ou dez mil? Isto é tudo para queimar.

Nero incendiou Roma. Porque não pode, Obama, deitar fogo ao planeta?

C.S 

publicado por regalias às 06:06
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