Domingo, 30 de Setembro de 2012

Diferença entre manifestação e greve comunista

A CGTP, dos comunistas que destruíram Portugal a seguir ao 25 de Abril, tenta aproveitar as manifestações dos cidadãos descontentes com o rumo que o país segue para acabar de vez o trabalho começado e que tinha ficado em banho-maria depois do 25 de Novembro de 1975.

O comunista Melo Antunes salvou a canalha do seu desaparecimento e ela continuou larvar, corrosiva e destrutiva. Os roubos cometidos em herdades e outras propriedades estão assinalados.

Hoje, a CGTP quer acabar com o resto das empresas que existiam antes do 25 de Abril quando não havia desemprego e o País dava passos seguros a caminho da prosperidade.

Aquilo que a CGTP e a escória comunista que a integra pretendem é que o descontentamento seja total para que os seus chorudos vencimentos, construídos na dor e na confusão, se mantenham.

O Partido Comunista Português não é comparável a nenhum outro Partido homónimo. Este é cego surdo e burro. Só pensa no seu estômago, o resto dos cidadãos não lhes interessa. Recordem-se as 36 horas do cerco à Assembleia da República e como os comunistas se banqueteavam enquanto os outros Deputados desfaleciam de fome. Um deles teve de ser hospitalizado de urgência para não falecer em pleno hemiciclo. Estes são os comunistas em quem só gente estúpida acredita.

Mal irão os trabalhadores se largarem as empresas e o local de trabalho para irem dar urros na greve comunista sindicalista.

O comunismo português é o mais infame à face da terra. Destrói os outros cidadãos e não compreende que ele será também destruído.

Manifestações em sábados, domingos e feriados? Sim.

Greves em dias de trabalho, nunca!

C.S

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Sábado, 29 de Setembro de 2012

Em Portugal, a segurança da insegurança

Como é possível aos seguranças sentirem segurança no seu trabalho se ao fazê-lo são chamados a contas e muitas vezes castigados?

A Comunicação Social está cheia de sensíveis mariposas que alinham com uma esquerda baixa, inculta e pouco inteligente para quem as Forças Paramilitares não passam de gente desprezível que deve ser achincalhada sempre que haja oportunidade para isso.

E o mais estranho é que a Tutela destes corpos alinha com a desfaçatez. Em vez de proteger os seus membros assusta-os e torna-os inoperantes.

Um segurança ao ver em perigo o elemento a proteger, ele perde alguns segundos a pensar se deve ou não atuar por causa das consequências que daí poderão advir: castigo, retenção na subida de escalão, perda do posto de trabalho. Esses segundos são preciosos para que não aconteça qualquer desgraça.

O Soares foi um dos grandes culpados pelo desprezo a que estas Forças paramilitares são votadas.

Todos se lembram da cena do autocarro, em que a polícia motorizada protegia sua excelência, quando o demagogo autoritário e de bochechas a abanar grita para o segurança motorizado.

- Vá-se embora! Que está aqui a fazer?! Já lhe disse: vá-se embora, você não me serve para nada!

O segurança, sentiu-se enxotado como um rafeiro, mas hesitou entre o dever de proteger uma alta figura do Estado ou obedecer a um tipo que já tinha levado umas lambadas na Marinha Grande e podia não se livrar de ser atacado por um destrambelhado igual a sua excelência.

Mas sua excelência insistia:

- Não ouviu? Ponha-se a mexer!

O segurança, contrariado e muito hesitante, teve de obedecer ao inconsciente que o maltratava. No seu intimo devia rezar a todos os santos para que nada acontecesse ao ingrato e as culpas de o ter abandonado não caíssem sobre ele.

Democracia não significa falta de autoridade, laxismo, bambochata, confusão, casquilhice de mentecaptos. Democracia significa autoridade, liberdade e igualdade dos cidadãos conscientes dos seus direitos, deveres e conhecedores que há limites que têm de se respeitar.

Quem não pensar assim arrisca-se a viver no país do vale tudo e a sofrer as consequências da sua própria imbecilidade.

C.S

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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

Chinfrineira para continuar a bandalheira

A ministra da Justiça não acusou ninguém em particular, limitou-se a aproveitar um caso mediático para reafirmar que todos os cidadãos são iguais perante a lei.

O que os políticos e a Comunicação Social querem é que essa impunidade e imunidade continuem. Veja-se o que acontece com o enriquecimento ilícito e a corrupção que os Deputados não discutem, não legislam e deixam alastrar como erva daninha que também os envolverá mais dia menos dia.

Acabou a impunidade e a imunidade, mas a demagogia de quem nada mais tem para fazer nas bancadas dos paços parlamentares levantou, de imediato, um coro de protestos, transformando as palavras sensatas da ministra numa acusação sobre três inocentes.

É por este motivo e por outras balelas semelhantes que eu insisto na redução urgente no número de Deputados, que nada mais têm que fazer que se coçar pelos corredores, ou coscuvilhar tudo o que é sórdido e sem qualquer validade.

Até a básica Isabel Moreira, que tenta a todo o custo arranjar protagonismo, se insurge contra uma mulher trabalhadora, inteligente e séria. A rapariga bem se esganiça, em bicos de pés, mas soa a falso. O barro de onde saiu já foi chão que deu uvas. Esta saiu chocha.

Acabem-se com 80 Deputados que são peso morto e custam coiro e cabelo ao povo que paga a quem nada faz e só atrapalha. 

O CDS, o BE, e o PC se querem bolota e mais Deputados que trepem em vez de gritar que são prejudicados com a redução destas múmias murmurantes que enchem de flatulência as cadeiras de São Bento.

São pelo menos oitenta. Oitenta, que comem e bebem tanto como nove mil famílias, de reformas miseráveis, que recebem por mês para comer, beber, renda de casa, água e luz. Esta é que é a verdade que as Isabéis, os Lelos, os Martins, as Onetos, as Moreiras e os Galambas não lhes interessa falar.

Acabe-se de vez com os Deputados em greve permanente de Far Niente, berraria e confusão. O que interessa a estes berrões é passar o tempo e fazer trocar os passos a quem governa.

Estes Lelos, Isabéis, Moreiras, Martins, Onetos e Galambas sabem perfeitamente que a Ministra da Justiça não acusou nem o Mário Lino, nem o António Mendonça, nem o Paulo Campos.

Os Deputados da mentira e do engano sistemático já deram o que tinham a dar. O povo já não se deixa ir em palavreado berrado.

Enquanto a Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, quer um Portugal limpo da escória que o suga, há uma súcia de malabaristas que teimam em fazer coro na chinfrineira para continuar na bandalheira em que o país está atolado.

Portugal está por um fio e a tolerância também.

C.S

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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2012

Reformem-se os do Metro com ordenados mínimos

Quando a vida dos portugueses está insuportável, ter os do Metro a fazer-lhes a vida ainda mais negra, isto não pode continuar.

Democracia não significa nem bandalheira nem facilidades, significa profissionalismo e solidariedade.

Querem os do Metro e todos os grevistas reivindicarem? Pois que reivindiquem sem prejudicar todos os outros cidadãos.

O Governo, em tempos excecionais, como aqueles que todos estamos vivendo e sofrendo, tem de fazer sair leis excecionais e transitórias de modo que o país não colapse por incapacidade dos governantes e estupidez dos do Metro, das centrais sindicais e dos vadios que os acompanham.

Tenha o Governo, através de leis, a coragem de correr com os grevistas e a reformá-los com o ordenado mínimo e verá se o país não recupera pela ordem e pelo trabalho tudo o que agora lhe falta. 

Esta corja de parasitas, estes, os do Metro e todos os insensatos dos transportes públicos, com a CP à cabeça, não podem sufocar todos os portugueses para eles reivindicarem os seus interesses e poderem ficar na cama de perna estendida.

Quanto ganham os do Metro? Cinco, seis vezes mais do que o ordenado mínimo quando trabalham. Mas como estes tipos passam a não fazer nada reformem-se, e substituam-se por outros mais sensatos e menos gananciosos. Aos reformados pague-se-lhes só o ordenado mínimo e deixem-nos sujeitos às greves dos outros chupistas, que mais cedo ou mais tarde terão de levar igual tratamento. Verão, os do Metro, se gostam da receita e se aprendem a lição.

Esta gente nem é de esquerda nem de direita, nem é de lado nenhum. São egoístas, incapazes de raciocinarem e verificar que as suas atitudes os atirarão para o poço que cavaram.

C.S

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2012

Em Portugal ninguém quer perder uma unha

Marcelo Caetano enfrentou, desde o início do seu mandato, uma apatia e desinteresse pela coisa pública como Salazar nunca tinha sentido.

Nem a alta burguesia, nem capitalistas, nem políticos, nem adversários, que ele convidou para trabalhar com ele, se mostraram interessados no orgulho em servir Portugal.

O egoísmo estava instalado, e cada um o que desejava era não se chatear, porque a vida corria de feição.

Hoje, com todas as dificuldades que o país atravessa, a situação é idêntica com os bem instalados e em serviços onde os lucros se exigem de topo em gente que vive de rastos, assim como na manutenção de gente inoperante.

Ninguém compreende que se continuem a manter, pelo menos, 80 Deputados em excesso, pagos a peso de oiro, que não servem para nada.

Mantém-se porque o CDS, o PC e o BE temem diminuir o seu número em eleições? Mas que é isso? Querem proporcionalidade alargada? Porque não trabalham, se esforçam e produzem para que o povo lhes entregue o voto em vez de o enfiar em Partidos que se rebolam rotativamente?

E as Forças Armadas, compostas por magotes de generais e sargentos, para que serve tanta gente?

E os hospitais particulares que recusam os pacientes porque o Estado não lhes garante os fabulosos ordenados que pagam aos médicos?

Ninguém quer perder uma unha, e o Governo apara estas situações e não tem coragem para as resolver porque os interesses instalados e o egoísmo atingiu as raias da imolação como aconteceu nos anos a seguir ao 25 de Abril quando passámos de um País organizado, seguro e próspero para um país onde o roubo, a destruição dos meios produtivos e o receio se tornaram o pão nosso de cada dia, a par do progresso e dos milhões que a União Europeia aqui despejou e que foram desbaratados, calcados e comidos pelo lixo e pelos novos capitalistas saídos de todos os Partidos que agora defendem, com unhas e dentes o que embolsaram.

Ninguém se prontifica a substituir-se à TROIKA e a entregar ao Governo os milhões que armazena. A TROIKA, conhecedora deste egoísmo insano, há-de espremer o país até ao sabugo.

Ninguém quer perder uma unha, nem largar um tacho roto.

Os egoístas preferem perder a Pátria a perder as suas efémeras regalias.

C.S

 

 

 

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Domingo, 23 de Setembro de 2012

Carlos Carvalhas desafia Ministro das Finanças

O comunista capitalista Carlos Carvalhas, no programa, "Este sábado" da Antena 1, desafiou o ministro Vítor Gaspar para um frente-a-frente, de modo a poder demonstrar que ele, Carlos Carvalhas é muito melhor que o Vítor.

Ó cum Carvalhas! Você é atrevidote.

Mas as palavras estão ditas e, como diria o imparcial Presidente da Assembleia da República, Vasco da Gama Fernandes, a um truculento Deputado do CDS, que não se deixava embalar pelas cantigas comunistas, "as palavras estão ditas e já não podem ser apagadas".

O Ministro das Finanças deve aceitar o repto logo que tenha duas horas disponíveis e mostrar, ao comunista capitalista Carvalhas e a todos os portugueses, que o caminho é este e só este para salvar Portugal da voracidade da agiotagem internacional.

Se o Vítor não o fizer, eu e milhões de portugueses ficamos furiosos. Então o senhor fica-se perante um comunista, de reforma choruda e que de perna estendida e língua afiada goza o sol do Algarve?

E ficamos furiosos não só contra o Vítor Gaspar economista como contra todos os "ilustres" economistas que nos baralham a confiança na sabedoria de tantos sábios doutores, cada um com a sua teoria e certeza neste país de contornos incertos.

O que é que acontece? O povo, que pouco sabe de contas porque o dinheiro não lhe alarga horizontes, fica a pensar que os economistas não passam de charlatães que enganam, sem rebuço, o povo analfabeto em números e em meios que nunca chegam para a salvação nacional, para sossego do estômago e das outras aflições.

Aceite a provocação, Vítor Gaspar. Mostre ao comunista capitalista Carlos Carvalhas, armado em carapau de corrida, que ele deve meter a viola no saco e ir de rabo entre as pernas chorar para o seio dos comunistas, que depois do 25 de Abril se têm tornado capitalistas salamurdos.

Se o Vítor Gaspar aceitar o desafio e o perder, entregue-se o Ministério ao Carvalhas, que é homem para não se deixar influenciar pelas patranhas e pela ignorância comunista.

Se o Carvalhas perder, desterre-se o descarado para a praia do Vau onde vegeta e se bronzeia um infeliz e desgraçado socialista. Os dois devem ser obrigados a fazer endechas ao país perdido e a pedir perdão ao Deus escondido, em quem, tanto um como outro, não acreditam.

C.S

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Sábado, 22 de Setembro de 2012

As térmitas e a talhada dourada portuguesa

O "Portugal em direto" da Antena1, que tem presença diária, depois do noticiário das 13, é um programa, normalmente, interessante, descontraído, informativo, simpático.

Ontem, além dos outros assuntos focados, falou das térmitas que invadiram o Convento de Santa Clara e, paulatinamente, se vão deliciando com o miolo da talha doirada que envolve as esculturas e deixa umas e outras em franjas, ou seja num estado lastimoso.

Só a rainha Santa Isabel se salvou porque mudou de residência. Outros santos não tiveram a mesma sorte. As térmitas chamaram-lhes um figo.

Claro que eu não tenho nada contra nenhum inseto nem contra qualquer outro ser vivente. Todos fazemos parte deste mundo de tontos que ainda não compreendemos porque existimos no paraíso, que vamos transformando em inferno.

Não tenho nada contra as térmitas, mas o mesmo já não posso dizer de quem cuida destes espaços. 

O desleixo ou a falta de profissionalismo faz que qualquer bicho careta coma as papas na cabeça a quem não tem olhos na cara para ver e ouvidos para ouvir.

As térmitas, por mais cuidado que tenham em não deixar vestígios dos seus manjares, acabam sempre por deixar rasto; um ou outro buraquito, serrim e um leve ruído. Seria normal que ao serem detetadas, o alarme fosse lançado de imediato e a exterminação das exterminadoras se faça sem delongas. Não foi isso que aconteceu. Hoje a talha dourada do Convento de Santa Clara mais parece um tapete de renda terminal para os olhos dos visitantes.

O entrevistado do "Portugal em Direto" não sabia a extensão do estrago, mas calculava-o, estranhamente, em seiscentos mil euros que o Governo terá de desembolsar porque quem cuida e vive nestes espaços não os protege das térmitas, do desleixo e da ignorância.

Assim vai Portugal, mal por culpa dos ministros que não ministram os seus espaços, das térmitas que têm de se alimentar e da talha dourada que não tem resistência para aguentar as dentadas destes insetos que só depois de bem gordos irão ser atacados, lá para as calendas gregas, porque caçar insetos alados ou ápteros que os cace quem quiser. 

O Governo não tem dinheiro para mandar cantar um cego, quanto mais para cuidar de quem não cuida de si próprio e do património à sua guarda e julga que pode continuar a exigir, a exigir, a exigir.

Conclusão: a diferença entre as térmitas e o ser humano não é nenhuma. Só que umas trabalham para o seu sustento, enquanto o outro reivindica direitos, faz greves, berra, insulta e espera que o alimentem.

Resultado: ambos vão ter um lindo enterro. São dois animais perfeitos.

C.S  

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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2012

A autoridade moral e ética do Carvalho

O bom e o mau da Democracia é que até os alarves podem zurrar sem que alguém lhes ligue importância.

Não foi assim logo a seguir ao 25 de Abril e nos anos subsequentes em que a palavra e a escrita, de quem discordava da bandalheira, dos roubos e destruições eram punidas com a cadeia, por funcionários judiciais sem moral, sem ética e principalmente com medo. Deste modo a bestialidade continuou à solta, e acabou por descambar na situação em que nos encontramos.

Na Constituição de 1933, o artigo 22º era claro: "os funcionários públicos estão ao serviço da colectividade e não de qualquer particular ou organização de interesses particulares, incumbindo-lhes acatar e fazer respeitar a autoridade do Estado".

O 25 de Abril subverteu tudo de modo a proteger um comunismo canalha, do qual o Carvalho da Silva, que insulta o Presidente da República, continua a ser o exemplo doutorado, ignorante e descarado.

Que moral e ética tem este sabujo, para insultar o mais alto Magistrado da Nação? Pensará o Carvalho, de cassete gravada à Cunhal, que ainda está nos tempos do terror do PREC, do cerco da Assembleia da República e da infâmia comunista que alimentava os chacais parlamentares comunistas e deixava os dos outros Partidos exauridos?

A ignorância, a maldade e a boçalidade deste comuna doutorado à comuna, ainda não compreendeu que os tempos mudaram? Não compreendeu. Não compreendeu, e é por esse motivo que os trabalhadores, que estes Carvalhos dizem defender estão de rastos e eles cheios de dinheiro e de arrogância.

Quando a seguir ao louco 25 de Abril se fez rasoira e se meteram juízes, militares, guardas e polícias tudo no mesmo saco com o cidadão comum, o país entrou em queda. E nunca mais parou, porque os Governos perderam a autoridade por medo, não por causa da Democracia.

Portugal bateu no fundo. Os problemas são imensos. Não julgue pois o Carvalho e os Carvalhos comunistas, que continuam protegidos pelos mesmos que lhes permitiram a destruição do país. 

O Presidente da República merece respeito. É o símbolo que nos resta, tome pois atenção o Carvalho com o que diz, com o que incita e o que bolça, porque o povo está no fio da navalha.

C.S

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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012

Os portugueses esqueceram o valor do trabalho

"... O plutocrata age no meio económico e no meio político sempre pelo mesmo processo - corrompendo. Porque estes indivíduos, a quem também chamam grandes homens de negócios, vivem precisamente de três condições dos nossos dias: a instabilidade das condições económicas; a falta de organização da economia nacional; a corrupção política. Quem tem os olhos abertos para o que se passou aqui e para o que se passa lá fora não pode duvidar do que afirmei."

Quem é autor do texto? SALAZAR.

"Para que pudessem sulcar os mares os navios portugueses foi preciso que a charrua sulcasse mais extensamente e, melhor, a terra Pátria, poupando largas somas do seu ouro."

Quem é o autor do texto? SALAZAR.

Estes dois pequenos extratos, dos discursos de Salazar aos portugueses, apontam, com toda a sua força, aquilo que é urgente voltar a fazer em Portugal: trabalhar.

Quando hoje, no auge da crise, todos continuam a reivindicar direitos e a exigir aquilo que não é possível dar; quando as greves, as festas e os gastos continuam como se Portugal vivesse na maior das abundâncias e não na pior e mais execrável miséria, só há duas explicações para o caso: ou o país enlouqueceu de vez ou os parasitas são mais do que a cabeça suporta.

Quando uma enxovalhada e deprimente mulher vem recusar um Prémio das mãos do Primeiro-ministro, mas não enjeita o pecúlio porque se diz de esquerda e, por esse motivo tem todos os direitos e quere-o receber. Pouco mais há a dizer sobre a mentalidade da borra intelectual.

Se estes continuam a pensar assim, como pode o povo, sem cultura, e vivendo de novelas e futebol, pensar melhor?

Os portugueses esqueceram o valor do trabalho. É urgente que todos os portugueses voltem, sem desprimor, aos campos, à indústria, ao comércio e resolvam aquilo que os plutocratas querem que continue: a crise, para sugar até à última gota o sangue da alma portuguesa.

C.S

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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2012

O moribundo Soares continua a asneirar

Um dos grandes culpados pela situação atual do país é Mário Soares, no entanto, o homem parece protegido pela mão invisível do padre Soares que, sendo Ministro na Primeira e desgraçada República, deixou no filho os genes da asneira e o continua a acompanhar de maneira a passar incólume perante todos os erros cometidos.

O fala-barato Mário Soares, sabe tudo. Ele junta-se ao Savimbi para atacar o José Eduardo dos Santos e manter uma guerra que custou mais de quatrocentos mil mortos e milhares de estropiados. Ele ataca o Barroso. Insulta a Presidente do Parlamento Europeu quando é preterido em vez dela. Enfim, o Mário é um privilegiado das asneiras inconsequentes. O Mário continua a asneirar com a mesma desfaçatez tal como se mudou de comunista a socialista quando percebeu que ninguém lhe ligava importância.

O Mário não quer perder regalias, para ele o povo não conta. Ele quer tanto saber do povo, como eu da primeira camisa que vesti. O Mário veste a bandeira da democracia e faz e diz o que lhe vem à cabeça. O Mário é um irresponsável com sorte. É um dos notáveis dos nossos dias. O Mário é filho de padre e está tudo dito.

Quem o conhece bem é o Ramalho Eanes que não lhe aparou o jogo e o correu de Primeiro-ministro por incompetência. O Mário nunca lhe perdoou, e a sua Maria tem ódio de morte ao beirão de Alcains. Agora o Mário quer que o Cavaco proceda da mesma maneira com o Passos, que não tem culpa dos erros anteriores, e anda há procura de cêntimos por todo o lado. Ao Mário não lhe interessa isso.

Ele não quer que se fale no desperdício desde o 25 de Abril, do dele e dos camaradas. Das suas viagens à volta do mundo, das Scuts, dos campos de futebol, da Casa da Música, dos contratos milionários e das suas derrapagens, da barragem que obriga a parar para que as gravuras não se afoguem, da Fundação milionária à custa do dinheiro do Estado, dos pedidos de ajuda externa para evitar a bancarrota sem evitar a fome e o desespero e de tudo o mais que a história contará.

O Mário, aquilo que lhe interessa é que a confusão se instale para que o país moribundo desça à cova com o moribundo Soares para que o tempo apague toda a infâmia cometida sobre o melhor e o mais ingénuo povo do mundo.
C.S

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