Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012

O frágil e desprezível ser humano

Desde o multimilionário Almeida às bestas falantes Galambinas quando o desespero da mentira os faz vomitar as nojeiras que todo o seu ser alberga resolvem atacar, cobarde e infamemente, Salazar.

Estas bestas falantes tentam tapar, com uma capa séria, todas as patifarias cometidas contra o povo português.

Compare-se a fortuna colossal de um Almeida, de um Soares, de um Alegre e de todos quanto sugam o povo português, incluindo o Galamba e os deputados que o acompanham no desvario, com aquilo que Salazar recebeu por entrega total a Portugal e ao povo português e ver-se-á imediatamente a qualidade abjeta destes bolçadores de nojentos impropérios contra um dos Homens mais inteligentes e mais honestos que Portugal teve até hoje.

Os portugueses mostraram aos políticos o respeito e a admiração por Salazar ao elegerem-no o maior Português de todos os tempos no Concurso "Os grandes Portugueses" da RTP, e por mais que, a lambisgoia de serviço e outras deformadas de corpo e mentalidade semelhantes, se esforçassem por desvalorizar, amesquinhar e desviar as atenções de Salazar foi ele o escolhido porque o povo, mesmo pisado e enganado, sabe agradecer a quem lhe fez bem e o protegeu.

Hoje, aqueles que deviam defender o povo são os que o trituram, o comem e o enganam com Galambas e outros que tais, que vivem faustosamente à conta do Orçamento sem se importarem com o povo, que vive na miséria, e com os milhares de desempregados.

A percentagem de desempregados que os Galambas, os Almeidas, os Soares, os Honórios e outros do mesmo jaez ajudaram a criar ronda os 19 por cento. No tempo de Salazar, o desemprego era residual e não ultrapassava o 1 ou 2 por cento. Esta é a diferença entre os bácoros falantes e os homens honestos, amantes do seu País e do povo a quem entregaram tudo. 

Pensei escrever sobre o frágil e desprezível ser humano que infeta este minúsculo planeta, e mostrar como um simples furacão, de nome Sandy, pode arrasar a Nação mais poderosa e mais arrogante do mundo ao ceifar dezenas de vidas, ao aterrorizar mais de sessenta milhões de outras e ao causar estragos no valor de todas as bombas nucleares armazenadas para acabar com a loucura humana.

Não valemos nada no mundo. E a porcaria da maioria dos políticos portugueses, que desgovernaram este país, desde o 25 de Abril ainda valem menos.

Toda a qualidade de vida adquirida não foi mais do que o sucedâneo da evolução natural do tempo, das ajudas da União Europeia, e do suporte das centenas de toneladas de ouro que Salazar e Caetano souberam preservar para um tempo de crise.

Esta gentalha, estes escroques da inteligência que falam contra Salazar para esconder a sua insuficiência tiram-me do sério e obrigam-me a desmontar as suas manigâncias sempre que oiço ou leio todo o eco das suas camufladas canalhices.

C.S

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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012

O sexo dos anjinhos portugueses e Amaral Dias

A ignorância é muito triste e o Crato muito inseguro.

O homem pode perceber muito de matemática, mas conhece muito pouco do ser humano e do que se passa a nível de ensino na França, na Alemanha, etc. Enfim, nos países mais evoluídos e mais ricos.

O Crato não faz ideia como esses países valorizam as competências e como concedem mérito ao profissionalismo de gente excecionalmente qualificada em inteligência e que sabe rentabilizar e encaminhar o trabalho que lhe é entregue.

Uma das fábricas mais bem orientadas deste país, e que exporta praticamente tudo quanto produz, foi comprada por italianos quando tinha entrado em falência. O chefe de produção, homem competentíssimo e em quem o patrão Italiano reconheceu valor e capacidade de trabalho é português. Este homem nunca pediu a equivalência de quanto sabe e quanto produz, mas se a pedisse, o título académico em Portugal era-lhe recusado porque não sabia mirandês, barranquenho ou minderico.

Senhor ministro Crato, repito, o senhor pode perceber muito de matemática, mas falha nestes assuntos. O senhor perde tempo com niquices e não cuida do essencial quando o país está à beira do abismo. O senhor corre atrás do que dizem os jornais, as televisões e os comentadores conservadores que não podem com o Relvas e por tabela descredibilizam a Lusófona.

A própria União Europeia forçou o Governo anterior a creditar gente, nas Novas Oportunidades, para que as competências tivessem um diploma que lhes abrisse a porta da Europa. O senhor ainda não entendeu isso nem a campanha com os computadores "Magalhães". O senhor está a perder o futuro porque se deixa enredar e confundir com o trinta e um de orelha.

Sugiro-lhe, ministro Crato, que leia Ján Figel e o entenda.

Tal como Miguel Relvas, Einstein também teve os seus problemas com os professores e com o ensino. Veja o que o mundo tinha perdido se Einstein baixasse a guarda.

O senhor, ministro Crato, preocupa-se com o sexo dos anjinhos portugueses em vez de entender o que é a escola no século XXI e a mudança de velocidade que a inteligência ganhou.

Quer uma sugestão, ministro Crato? Peça ao Professor Carlos Amaral Dias, que é psicólogo e psiquiatra de craveira mundial, para lhe explicar a mentalidade das sumidades que o aconselham e o encaminham para o erro, perda de tempo e inutilidades.

C.S

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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012

A infâmia dos estivadores comunistas

Aquilo que acontece em Portugal é surrealista. Impensável acontecer em qualquer outra parte do mundo. Aqui ainda prevalecem as leis do PREC. O assalto, o esbulho, a destruição e a estupidez levada ao extremo e paga por sucessivos Governos que vivendo a mentira da liberdade democrática a permitem aos chulos e aos vândalos e a cerceiam ao resto do país.

Quanto mais dinheiro o FMI, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu aqui enterrarem mais ele será lançado no cano de esgoto da imbecilidade comunista, bloquista e das franjas de inocentes que fazem greves porque a força bruta os impede de trabalhar.

Se o Governo permitir o pagamento a estes trabalhadores que não trabalham ele torna-se conivente com o roubo que eles cometem ao impedir as exportações e deterioração das mercadorias.

O Estado sujeita-se a pagar aos exportadores prejudicados tudo quanto colocaram nos portos em greve.

Estes grevistas mentecaptos, porque não são mais que atrasados mentais ao serviço de um comunismo de idênticas caraterísticas, ainda não perceberam que ao contribuírem para a destruição do país, eles próprios, os filhos e restante família irão sofrer as mais graves consequências do seu erro.

Com um único porto a trabalhar, dia e noite, as filas de camiões são enormes e por mais que os homens se esforcem as exportações e importações sofrem atrasos consideráveis.

Os grevistas estão sujeitos a ficar sem trabalho e a direção dos portos ser entregue a multinacionais estrangeiras que para aí contratarão quem muito bem entenderem como já acontece com o porto grego do Pireu, o de maior movimento na Grécia e entregue aos chineses da COSCO.

Insisto. O Governo não pode esperar que os estivadores, e os outros malignos que com eles colaboram morram de podres nos campos da estiva, é urgente pôr cobro à infâmia dos estivadores comunistoides porque eles não entendem o que estão a fazer.

C.S

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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

As greves comem Portugal e os grevistas

A insanidade mental dos grevistas é evidente. Eles não compreendem a gravidade do erro que cometem, e o Governo não tem coragem de decretar a requisição civil e regulamentar a greve com direitos e deveres bem definidos.

Hoje é a greve dos do Metro do Sul, amanhã é destes, no outro dia é daqueles, enfim, o país parece podre de novos ricos e afinal está podre de alarves que não pensam. Ganham muito dinheiro para pouco rendimento e mesmo assim estão insatisfeitos. Egoisticamente prejudicam milhares de trabalhadores que vivem com o ordenado mínimo, o que não é o caso destes grevistas, dos portos, da CP, do Metro de Lisboa etc.

Esta gente ignorante e bestial é levada à arreata pela CGTP, a correia de transmissão do PC, que, este sim desgraçou Portugal com o incitamento às greves desde o 25 de Abril.

O PC fez tudo para destruir estupidamente Portugal. Havia greve numa fábrica qualquer e os operários das outras fábricas paravam por solidariedade. Exemplo: os da construção civil faziam greves e os da CP, da indústria do calçado paravam por solidariedade etc. As fábricas deixaram de produzir e os patrões deixaram de pagar. As empresas foram à falência. O resultado é aquele que todos conhecemos, mas os grevistas não se emendam.

Os dos portos, a que toda a gente se refere a eles como a greve dos porcos, prejudicam todos os dias Portugal em milhões de euros. Fazem greves de esperteza idiota. Hoje faz greve o das gruas, no outro dia o dos escritórios, a seguir os estivadores e aquilo paralisa tudo porque uns serviços estão dependentes uns dos outros. É a maior baixeza entre todas as greves que deita fora o dinheiro que o Governo pediu emprestado para pagar a estes e outros parasitas de igual coturno e crassa ignorância.

As greves estão a comer Portugal, e de certeza absoluta comerão os grevistas, estejam eles reformados à pala dos sindicatos, ou no ativo. Ninguém escapa se o Governo não tiver coragem de pôr cobro a esta brutalidade andante, com braços para agitar, boca para berrar e ameaçar, mas sem cabeça para pensar.

C.S

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Domingo, 14 de Outubro de 2012

Pinto Monteiro e o descrédito do jornalismo

Ao lermos a distorção feita às palavras de Pinto Monteiro, na entrevista concedida ao "Expresso", podemos, a partir dela, verificar porque o jornalismo português atingiu tal descrédito que sobreviver vai ser quase tão difícil como sair do buraco em que o Governo se encontra.

Todos os meios de Comunicação Social aproveitaram a frase bombástica, mas sem qualquer assomo de verdade. "Pinto Monteiro não aprova a nova PGR", isto é a mistificação total desta sua resposta: "Sempre defendi que o Procurador-Geral devia ser independente do Sindicato. Não me vou desdizer agora."

Ao afirmar isto com toda a naturalidade e frontalidade, própria da gente das Beiras, Pinto Monteiro não diz, nem de perto nem de longe, que não aprova a nova Procuradora-Geral, a quem no corpo da notícia tece elogios. Uma coisa é Pinto Monteiro dizer que o Procurador-Geral devia ser independente, outra é dizer que não aprova a nova PGR, Joana Marques Vidal.

Aquilo que aconteceu com a entrevista a Pinto Monteiro é o mesmo que sucede a milhares de entrevistas feitas ao longo dos últimos anos, em que os jornalistas se arrogam o desplante e a insensatez de tirar ilações de respostas dadas pelos entrevistados e que distorcem totalmente a verdade para melhor chamar a atenção dos leitores, mas que desta maneira envenenam, às vezes de maneira irreversível as relações entre pessoas que têm de estar concentradas no seu trabalho e não necessitam destas tricas que lhes farão perder tempo.

Resultado: a credibilidade jornalística vai às malvas e, gente, que poderia enriquecer os jornais com a sua experiência e conhecimento, evita os jornalistas como o Diabo evita a cruz.

Algumas cachas jornalísticas são verdadeiras bombas ao retardador e os Diretores dos jornais em vez de pôr contenção no exagero e mandar calar a caixa do jornalista, devido ao conceito Democracia-demagogia, em total liberdade imbecilizante, leva a jornais de referência como o "Público" a abanar, como se uma simples brisa produzisse os mesmos efeitos que um terramoto de grau 7.

O "Público" faz bem em acabar com o suplemento "Inimigo Público". Nunca compreendi como um jornal sério pretendia fazer graça, misturando a mentira com a verdade e julgasse fazer da sátira a sua alavanca para angariar mais leitores. Julgo que o resultado era o inverso. Eu e vários amigos, leitores do "Público", depois de lidos os primeiros três ou quatro números, a partir daí o "Inimigo Público" ia para o lixo sem mesmo lhe passar os olhos pelas páginas.

São estas cachas e suplementos inúteis e escusados que ajudam à queda de jornais com bons colaboradores, maus jornalistas por impreparação e fraca cultura e Diretores que se demitem das suas funções porque, democraticamente, é proibido proibir o erro e a asneira.

C.S

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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012

Deputados excedentários, parasitas à força

O Zorrinho segue a cantiga de esquerda do conto do vigário da demagogia, dizendo a verdade, mas com uma pequena variante: enquanto os trabalhadores estão cada vez mais pobres, os Deputados estão cada vez mais ricos.

O Zorrinho insiste na mediocridade e no facilitismo para manter Deputados e assistentes dos mesmos sem qualquer utilidade para o Povo Português.

A ideia do Secretário Geral do PS de diminuir o número dos parasitas à força, pouco importa ao Zorrinho, ele sabe que assim tem o apoio e a simpatia da parasitagem Partidária, tanto à esquerda como à direita.

Os Partidos que têm a solução para o desperdício de dinheiro, tempo e verticalidade, caso do PS e do PSD devem ser penalizados. Mas os Zorrinhos da Assembleia da República entendem desta maneira a Democracia que lhes enche os bolsos e lhes esvazia as ideias quando o bem do Povo está em causa.

Apelar ao número de Deputados para que a proporcionalidade se mantenha é um escandaloso ludíbrio.

Caso o Povo não lhes conceda votos, eles podem mesmo não ter representação Parlamentar. Dou um exemplo: quando o Parlamento tinha 262 Deputados, na primeira Legislatura em 1976, o CDS teve 42 Deputados, na segunda Legislatura, com o mesmo número de Deputados, o CDS perdeu cerca de 30 Deputados porque o Freitas, sendo homem muito inteligente é um mau estratega; eliminou os Deputados de "combate" e de exemplo de trabalho e dedicação; aqueles em quem o povo acredita. Insistir com falácias dilatórias é descrédito Parlamentar. Manter, pelo menos, 80 deputados excedentários e parasitários é teimosia absurda e roubo infame e descarado.

Há muito por onde cortar para o Povo não continuar a ser sacrificado.

Tenha o Zorrinho e todos os Zorrinhos do Parlamento a coragem de propor um máximo de teto salarial de 1500 euros para todos os políticos, sem exceção, para assessores e todos os dependentes das mordomias do Estado e Portugal rapidamente recuperará da vil miséria onde se encontra.

Não é a comprar carros de alta cilindrada e a continuar com os gastos sumptuários que o Povo é motivado a trabalhar em vez de passar o tempo a praguejar contra os "filhos da mãe" que o exploram e teimam comer-lhe as papas na cabeça com a colaboração da Comunicação Social subserviente ao engano e ainda relativamente bem paga. Mas os tempos estão a mudar. Ai não, se não mudam.

C.S

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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2012

O profeta Daniel do Expresso e o Seguro

Abrigado à sombra do Expresso, Daniel Oliveira, vive emparedado e encostado à manjedoura do quarto poder que já foi chão que deu uvas e ao esquerdismo cediço do Bloco. Espertalhaço, o Daniel, tenta a sua fuga para a frente. Aprendeu no PC a arte da manipulação e faz dela o seu esteio.

O Daniel resolveu investir contra o Seguro porque este propôs a redução dos Deputados inúteis, aqueles do levantar, sentar e berrar. Para justificar a manípula da gamela da deputação sem préstimo, o Daniel manipula o conhecimento dizendo que "Portugal é um dos países com rácio mais alto de número de eleitores por deputado". O pregador não diz que o número de Deputados nos países ricos como a Alemanha têm, em proporção, duas vezes e meia, menos deputados que, esses sim, trabalham. Estes que o António José Seguro e o PSD quer eliminar são os parasitas que comem várias vezes o que um trabalhador, a bater no duro, nem cheira.

A proporcionalidade e o número de Deputados, ó Oliveira, ganham-se nas urnas, seja o número 262, 230 ou 180.

O Daniel continua a manipular acusando Seguro de afetar os Partidos de esquerda, esquecendo o Daniel do Expresso, propositadamente, o CDS que pelo mesmo motivo se pode queixar. Mas o Daniel, salamurdo, nem pio.

O Daniel além dos cinco pecados que aponta ao Seguro deve ainda agregar o de lambe-botas nos locais onde se abriga para abichar um lugar permanente de Deputado "far niente" como algumas dezenas dos que por ali se passeiam. Este é o oportunismo do Daniel.

A irresponsabilidade do Daniel é evidente porque ainda não entendeu o que é um Parlamento e o que são os Partidos que o compõem. O primeiro deve ser uma casa exemplar, o que, infelizmente, nem sempre é o caso e os Partidos portugueses são aquilo que 36 anos de parlamentarismo tem mostrado à saciedade.

Foi a irresponsabilidade dos Partidos que matou a Primeira República e pode matar esta se ninguém lhe apontar, corajosamente, o norte.

O Sectarismo do Daniel é tal que só este cego o não vê. O Daniel é vesgo, esquerdino e trapalhão quando omite o CDS para chorar no colo dos esquerdismos anacrónicos.

A pequenez do Daniel, comparado com o Seguro, é evidente, o Daniel mais parece um pigmeu em altura, vontade e determinação.

O desespero do Daniel é notório. Como sente as barbas do "Público" a arder, o Daniel agarra-se a qualquer insinuação torpe para manter a gamela de onde se alimenta.

Não sabendo, o profeta Daniel, se o Seguro pode ou não ser alternativa a Passos, coisa que não é de gente avisada, o Daniel deixa umas dicas para alisar o terreno dos socialistas em que aposta.

Resumindo: o Daniel não é flor que se cheire, mesmo pondo-se em bicos de pés. Em vez de apontar ao Governo onde deve cortar para não sacrificar o Povo Português, este escriba de pataqueira, prefere atacar o Seguro acusando-o de ter aberto a caixa de Pandora. Pandora ou pandeireta?

Ó Daniel, você devia ter querido dizer pandeireta. A caixa onde os Deputados estão metidos não passa disso mesmo: faz muito barulho, mas aquilo é só fumaça, como diria o patusco almirante Pinheiro de Azevedo.

C.S

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

O que comunas e ex comunas portugueses querem

Fingindo-se amigos dos trabalhadores, o Mário e os comunistas tentam, desesperadamente, esconder erros, corrupção e roubos de há 38 anos a esta parte.

O Mário pretende que ninguém lhe investigue as próprias contas nem colocar o capital ao serviço do Governo que ele quer substituir por um de iniciativa Presidencial, ele que odeia o Ramalho por lhe ter feito aquilo que agora propõe para os outros.

O Mário só engana quem gosta de ser enganado. A história mostrará o Mário como um dos maiores culpados do que está a acontecer em Portugal e da apressada, infame e desmiolada descolonização que prejudicou tanto brancos como pretos, com a agravante destes últimos se terem sangrado, nos anos seguintes, em conflitos internos que provocaram mais de 400 mil vítimas.

Os atrasados comunistas, que os Mários e os Alegres, já tinham abandonado, continuam agarrados às ideias do maquiavélico Cunhal e não conseguem arrancar para um método diferente. Vivem a pensar no umbigo, no estômago e na periclitante sobrevivência. Veja-se o medo em perder Deputados por sua própria incapacidade.

Não querem a diminuição dos Deputados, os defensores do povo? Reduzam os chorudos vencimentos para um quarto do que atualmente levam para casa, incluindo as ajudas de custo.

Mas o que eles querem, os Mários e os comunas, é que não lhes mexam nas regalias que usufruem a cavalo do povo.

Para apear estes benfeitores de palheta, pretensamente democrática, voltaremos ao assunto tantas vezes quantas forem precisas, não para defender o Governo, mas para desmontar as artimanhas dos artistas comunistas e ex-comunistas que nunca valeram nada como fruto, funcionando como as corrosivas e vorazes térmitas sempre com medo do libertador Xylophene que os enviará de uma vez por todas para o inferno.

C.S

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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012

Portugal tem de voltar a produzir e a poupar

A maioria dos campos portugueses continuam incultos e os gastos supérfluos ainda não pararam. Perante esta situação não há Governo que consiga resistir à bancarrota.

Os workaholics da Alemanha, Holanda e Finlândia começam a achar que é demais a festa quando eles é que têm de a pagar. Portugal pode ver-se, de um momento para o outro, sem dinheiro nem para uma carcaça.

Todas as pessoas, mesmo as que recebem o RSI (rendimento social de inserção), estão conscientes do perigo em que toda a gente se encontra, mas ninguém parece preocupado em gastar até ao último cêntimo, sempre à espera do milagre que lhes dará de comer porque a amenidade do clima não exige muito mais.

O português vive em Portugal como se estivesse sempre em turismo. Na verdade, um país com tantos atrativos não é um país para trabalhar, é para desfrutar, é para gozar, é para amar.

É por esse amor que nos faz morrer de saudade quando estamos longe, que todos temos de voltar para o trabalho na indústria, no comércio e nos campos, já que os turistas estrangeiros estão certos, mas não são suficientes para o nosso sustento.

No sábado passado ouvi o programa da Antena1 "A voz dos sons" de Ana Aranha e de Iolanda Ferreira. O tema focava os anos cinquenta em Portugal e no mundo.

Portugal depois de ter reparado quase todos os estragos causados por uma Primeira República, que não desfez o país porque não calhou, entrou numa época pujante de progresso em que uma governação avisada e exemplar incitou o povo ao trabalho e fez de um país de miseráveis um País onde dava gosto viver.

A propaganda de incitamento ao trabalho era aproveitada nos jornais, nas rádios e nos filmes. E num destes, no programa citado, ouve-se o espantoso António Silva falar dos Silvas agricultores. "A família Silva a caminho da Natureza" porque uma tia tinha morrido e lhes tinha deixado uma quinta, que antes nada produzia e agora iam fazer dela uma fonte de rendimento.

Este episódio serve para chamar a atenção dos campos abandonados quando estamos sujeitos a ficar sem os alimentos que a União Europeia até agora tem fornecido a contado. Mas sem dinheiro, porque foi desbaratado, não há crédito, nem choro fiado.

Critique-se o Governo, como cada um entender, mas se nós próprios não fizermos produzir, imediatamente, os campos ninguém salvará os nossos filhos e netos de uma vida desgraçada.

C.S

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Domingo, 7 de Outubro de 2012

Seguro não se deixa ir na conversa de comunistas

Quando a CGTP e a Fenprof apelam à violência, Seguro consegue manter a distância dos criminosos que têm assassinado Portugal desde o 25 de Abril.

Comandadas pelo Partido Comunista, a CGTP e a Fenprof, estão a ser lançadas para a desobediência civil e provocar a arruaça, que nunca ninguém sabe como termina. Julgo que a resposta deve ser dada pelo próprio povo para não deixar que o copo se parta sem que os militares se metam no assunto. A conversa será entre civis, já que os comunistas assim querem.

Em 1975 o Partido Comunista foi salvo "in extremis" pelo comuna fingido, Melo Antunes, mas neste momento já ninguém suporta a seita comunista e, os militares, nem devem pensar defendê-los quando são os comunistas os provocadores e os maiores causadores do sofrimento do povo português. Foram eles que destruíram toda a indústria, comércio e agricultura com as perseguições e roubos causados desde a chegada do Cunhal e dos ex-comunistas.

A situação em que o país se encontra não é só devido a Governos de videirinhos que querem estar a bem com Deus e com o Diabo, mas aos infiltrados comunas que estão nos organismos do Estado e nas rádios e televisões públicas que de barriga cheia insinuam e publicitam o que o camarada, barriguista, Jerónimo lhes sopra para eles ventilarem.

António José Seguro ao propor a redução de Deputados, o que é urgentíssimo pela inoperância de mais de oitenta cabeças que consomem o erário público sem qualquer benefício, está a dar uma ajuda para que o equilíbrio deste desgraçado país se faça de maneira normal.

Os comunistas do PC e do Bloco já vieram berrar que vão desaparecer e o CDS também tentará travar a eliminação dos chamados Deputados parasitas que sugam milhares de euros ao povo português.

O CDS-PP tem de mostrar que com mais ou menos Deputados a proporcionalidade será a mesma desde que o povo acredite nos Partidos que concorrem a eleições. Se o CDS se opuser à diminuição de Deputados, o povo vai reduzi-los outra vez ao táxi e espero que os Partidos comunistas não passem da bicicleta de dois lugares.

Não é pelo número de Deputados ser maior ou menor que a proporcionalidade é quebrada. É pelo valor que o povo lhes concede e gratifica com o seu voto.

Querem o BE, o PC e o CDS terem os mesmos ou mais votos? Provem ao Povo que são os melhores e mais úteis para a recuperação de Portugal. Ao impedirem a diminuição dos Deputados, estes Partidos confessam a sua impotência e o mau serviço prestado ao país, por esse motivo é forçoso que a sua inutilidade seja castigada com o menor número de votos possível.

Fez bem o António José Seguro ao sugerir a limpeza parlamentar e a não se impressionar com a balofa conversa comunista. Esperemos que o Portas acredite no próprio valor e aceite o desafio que poupará todos os anos milhões de euros ao erário público e ruido escusado no hemiciclo de S. Bento.

C.S

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