Sexta-feira, 30 de Novembro de 2012

Os ditadores da asneira e da ignorância

A lábia dos espertalhaços que enganam o povo é infinita. Desde ex-Presidentes da República, bem nutridos de carne e dinheiro, a militares reformados e bem pagos e toda a ralé que censura vinhos e governos, mas que é conivente com a libertinagem, com a pedofilia, com a pederastia e com tudo quanto seja para degradar o ser humano, toda esta gente que vive à grande e à francesa e dita leis porque eles é que sabem o que nunca souberam, mas têm de defender quanto arrecadam, estes sim, são os verdadeiros ditadores de Portugal.

Vejam se algum deles prescinde das suas mordomias. Nenhum.

Quando os intitulados técnicos do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, INPI, ao recusar uma sigla para um vinho de Santa Comba Dão, recordam que Salazar foi o fundador do Estado Novo é uma verdade. Só que ele era Estado Novo para não se confundir nem com a Democracia da fome, do caos e da miséria da Primeira República nem com a Ditadura Militar começada em 28 de Maio de 1926 e terminada em 25 de Abril de 1974.

Salazar com a Constituição de 1933 quis pôr-lhe ponto final, basta ler o artigo 8º da Constituição e os seus escritos. E já agora, para que não fiquem dúvidas sobre quem manteve a Ditadura Militar, tenho que repetir que foram os próprios militares com os seus privilégios e regalias: o estarem acima das outras Forças Militarizadas, o dizerem como devia ser feita a Guerra do Ultramar, o servirem-se de tudo quanto os quartéis tinham para seu próprio benefício; desde os carros do Estado, da Gasolina a preço simbólico, da ocupação dos soldados no arranjo das casas, das hortas e dos impedidos limpa botas, etc.

Os do INPI afirmam que Salazar presidiu ao Conselho de Ministros durante mais de 40 anos. Mentira. Foram menos, pouco menos, mas não lhes digo quantos, só para os forçar a estudar história e não ouvirem verdades duras por serem ignorantes e afirmarem o que não sabem porque isso lhes convém.

Do chorrilho de asneiras, que o Jornal “Público”, e bem, divulgou, porque a sua função é informar, dizem a certa altura: Salazar ”estadista muito contestado na opinião pública, é habitualmente associado ao movimento fascista, à ditadura e à repressão.”

Que movimento fascista? Os únicos fascistas que conheci, antes e depois do 25 de Abril foram os comunistas, os Udepistas, os bombistas, os historiadores pós-25 e agora os do INPI. Os chamados fascistas da maldade da ignorância e os videirinhos.

A contestação e a associação que lhe fizeram foi elegê-lo o Maior Português de sempre porque tirou Portugal da miséria, em que a Primeira República o tinha lançado, evitou duas guerras, impediu que os comunistas destruíssem o País como o têm feito desde o 25 de Abril, deu segurança a todos e fez progredir Portugal.

Quanto a branquear o que se passou no Estado Novo, a situação em que nos encontramos, neste momento, responde por si.

Nem Bebianos, nem Rosas, nem Torgais, nem Soares, nem Malteses, nem Cutileiros, nem outros que tais, que escondem dinheiro e manhas, nunca chegarão aos calcanhares de Salazar.

CS

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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012

Sábado 447, da ignorância à genialidade

A distância que vai dos jeovás ao Marcelo é muito maior do que aquela que separa os índios da Amazónia, que ainda não tiveram contato com a civilização, aos lordes Britânicos.

Li a "Sábado" porque ouvi na Antena 1, ao cair da noite, um dos jornalistas citar os temas que nela chamavam a atenção.

Confesso que fiquei feliz por ver uma revista bem feita, bem paginada, bem condimentada e com sumo.

Desde há bastante tempo que a Sábado não me ocupava o pensamento. Aposto na próxima e nas seguintes. Os jornalistas que fizeram esta têm grandes capacidades. Podem manter sempre um nível elevado. Quando não o fazem é porque não estão para puxar pelos galões da inteligência.

Não falo sobre os jeovás para o estômago não me começar às voltas logo de manhã e desbancar com impropérios a cúpula que arrasta a ignorância e a divulga como quem espalha o Sarin da confusão e da loucura.

A liberdade tem um limite e só não pára porque aos governos dos países mais poderosos lhes interessa, ter bestas para eliminar no momento que melhor lhes convenha, tal como fizeram em direto com o terrorista Bin Laden.

A ignorância evita-se ensinando os mais teimosos. Obrigando-os a ler, a ver e a viajar pelo mundo. Não é necessário aplicar Shelltox. É fundamental que todos frequentem a Escola.

Mas é a "Sábado" 447, que me traz aqui para a incitar a seguir esta linha que atrai leitores, os informa sobre todos os assuntos, e os põe bem-dispostos com "As histórias desconhecidas de Marcelo". A genialidade, a graça e a informação misturam-se. Ri como já há muito não o fazia, e eu, que nem sempre acho graça ao Marcelo e o escrevo, só por estas linhas do Vitor Matos, já está perdoado. Estou ansioso por comprar o livro, apesar do tempo não abundar.

Podia citar exemplos de escrita apetitosa desde as cartas à "Sábado" de Nuno Calvet sobre Isabel Jonet, "À sombra da guilhotina" de Nuno Rogeiro até "Aprender a ler só com tablet".

As novas técnicas tornaram o ser humano, o super-deus. Basta saber usá-las, misturadas com a inteligência e o amor ao próximo, para que a permissividade fingida, de alguns regimes, tire da lama todos os jeovás incultos, manipuláveis e descartáveis.

C.S

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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012

Fabricado em Portugal, e o orgulho da qualidade

Apesar da tentativa comunista - sindicalista de colocar de rastos Portugal fazendo greves em dias de trabalho, há ainda muitos milhões de portugueses que têm orgulho no seu País e naquilo que nele se fabrica e vende.

Desde o azeite de sabor inigualável, ao queijo da serra e a fábricas inteiras que são exportadas para países tão avançados como a Rússia, sem quaisquer reclamações dos compradores porque têm a garantia do made in Portugal, tudo, este país, pode produzir desde que para tanto o povo não desanime e cruze os braços.

Interessado em procurar o que leva o português ao desespero e porque o desemprego e a insegurança dispararam e não há quem lhes ponha freio, tenho metido pés a caminho e percorrido Portugal, que amo, muito mais que a vida, e verifico que temos tudo para ser felizes e prósperos.

Esta semana aterrei, na terça-feira, na agradável, bonita e limpa cidade de Torres Novas. Era dia de mercado. Como a Rodoviária tem ali junto a sua estação, meti mercado dentro. Estava repleto de compradores e vendedores. Verifiquei que havia muita gente à roda dos vendedores de sementes e de verduras para replantar. Eles disseram-me que há muita gente que começa a fazer a sua horta e que o fazem com prazer. A venda é boa em todo o mercado.

Embrenhei-me pela cidade, os cantoneiros de limpeza esforçavam-se por fazer o melhor. Perguntei a um deles, o Paulo, que tem o décimo primeiro ano incompleto, se gostava do serviço. Respondeu-me, sem parar o trabalho, "que remédio, ele não cai do céu e todo o trabalho é digno".

Fui olhando as pessoas e as montras. Na loja de ferragens "Lobo e Sousa" leio com prazer, em quase todos os artigos expostos - "Fabricado em Portugal". A pequena loja está impecável. O patrão, único empregado do estabelecimento, tem 61 anos de trabalho naquele ofício. É uma verdadeira enciclopédia sobre os produtos que vende.

São horas de almoço. Vou ao "Escondidinho". A casa tem fama de servir bem. A dona, a Maria João, não para. A casa está cheia e a Bianca serve a maestrina Saraswati do Coral Sinfónico de Portugal, a seguir corre para os trabalhadores da PT, que têm sempre pressa. O trabalho não falta. O almoço, sopa, um prato de carne ou peixe, doce, pão, vinho ou sumo e azeitonas, custa € 7,50 ou menos, se optarmos por um prato mais reduzido.

Da parte da tarde, apanho o TUT (Transportes Urbanos de Torres Novas) e percorro o resto da cidade. Paro junto às instalações da Casa Nery, hoje IPIACNERY, peço um catálogo com informações detalhadas em Português, Espanhol, Inglês e Russo. A empresa foi comprada, em estado comatoso, pelo Grupo A. Putin. Hoje é uma empresa próspera que exporta quase tudo quanto produz e que pode fazer muito mais por Portugal.

Cansado, porque os anos pesam, fui sentar-me num dos bons cafés que naquela zona Torrejana abundam. As escolas, os bancos e o comércio têm aqui o seu refrigério.

Voltei a pensar na casa NERY que as greves mataram, e que o Grupo A. Putin soube ressuscitar e voltar a dar força e trabalho a gente que sabe trabalhar e sempre foi livre no tempo dos antigos patrões, como hoje também o é com os novos dirigentes.

Quando se inventam perseguições mirabolantes e fantasiosas sobre as proibições do 1º de Maio, no tempo do Estado Novo, a Casa NERY, que em 1969 tinha 400 operários, sempre celebrou o 1º de Maio como quis e entendeu.

A volta a Torres Novas voltou a dar-me alento e esperança. Portugal ainda não está perdido. A alma portuguesa é tão sólida como as máquinas da IPIACNERY.

C.S 

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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012

País de invertebrados sem vergonha e inconscientes

Não me preocupam os comunistas e a sua acéfala ninhada que pelo caminho que os pais levam será a mão de obra barata dos países do norte da Europa que aqui virão investir ao preço da uva mijona.

Quando a fome apertar, esta gente que hoje anda aos berros e perde, inconscientemente, o dinheiro de um dia de trabalho e faz perder milhões a quem deseja trabalhar e não pode porque a mobilidade lhe é cortada, nessa altura os comunistas do Bloco, do PC e de todos aqueles que arrastaram para a miséria terão de vender o trabalho pelo preço que os outros quiserem pagar. Mas meter isto na cabeça a estes invertebrados é o mesmo que lavar a cabeça a burros com sabão azul. Perde-se tempo, água, sais ácidos e paciência.

Aquilo que me preocupa são os democratas que deixam os filhos nas mãos de professores invertebrados, sem vergonha e inconscientes que permitem que milhares de alunos vagueiam ao redor dos estabelecimentos de ensino que não ensinam e de professores que vão berrar ao vento e se demitem das suas funções e do seu exemplo.

O professor tornou-se um escravo e um escarro do Sindicato, e Portugal caminha, a passos largos para ser a vanguarda do Terceiro Mundo porque os professores, as traves mestras de qualquer país se demitem das suas funções e aceitam que a ignorância alarve se imponha e impeça o desenvolvimento e o progresso.

O mal, o grande mal desta epidemia comunista é ter contaminado o corpo docente que passa a corpo infame e desumano porque esfaqueia os seus alunos naquilo que há de mais valioso e mais sagrado: o conhecimento.

A bestialidade humana foi inoculada por Cunhal e por tipos como o Alegre que tem o desplante de criticar Cavaco Silva e Passos Coelho por trabalharem em dia de greve. O Alegre não trabalha, nunca trabalhou a bem do país. Ele vai à caça para dar traques pelos montes sem se importar com as dificuldades por que o povo passa.

O Alegre e outros da sua igualha vivem de chorudas reformas e são incapazes de prescindir de dois terços de quanto recebem para evitar a morte deste país. Além de não entregarem o que receberam a mais em salários que a si próprios se atribuíram revolucionariamente, ainda tentam que o exemplo dos governantes seja desvalorizado.

Embora, muitas vezes não tenha sido simpático para com as Forças de Segurança e isso mesmo tenha escrito violentamente num livro publicado antes do 25 de Abril, sem qualquer medo de um Estado autoritário que se impunha mais pelo aviso do que pela repressão, tenho de louvar a atitude da PSP, que sem medo de comunistas fez o seu trabalho e repôs a ordem pública. Se não o fizer, ela própria será comida por estes vândalos que aproveitam todas as oportunidades para destruir o Estado democrático servindo-se da democracia permissiva que tudo autoriza e em tudo se inferioriza.

É tempo de parar a ignorância e de sofrer um pouco. Vejamos o que o Governo consegue fazer. O prémio ou o castigo tem as eleições como juiz; até lá deitemos as mãos ao trabalho e à inteligência.

C.S

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012

Em Portugal não há crise de estupidez e ignorância

Nem os Deputados Jerónimo e Semedo se queixam de crise demagógica.

Estas aventesmas, bem comidos, bebidos e altamente pagos pelo orçamento do Estado e suportados pela estupidez e ignorância de grevistas, que desde o 25 de Abril arrastaram o país para a falência, vivem e dizem o que lhes apetece porque sabem que para eles o dinheiro nunca faltará.

As sumidades ululantes que hoje estão em greve, paga com a insanidade mental que os anima, já se perguntaram por que os Jerónimos e os Semedos comunistas, raiados de sangue e peçonha, não querem a diminuição dos Deputados ou a diminuição de dois terços de quanto ganham para que a crise seja menor?

Os Semedos e os Jerónimos das bancadas comunistas - bloquistas não querem largar nem uma unha, e só pretendem manter os camaradas parasitas privilegiados para no poleiro cacarejarem e incendiarem a imbecilidade do povo que rasteja perante tão abjeta gente, e faz greve, tirando aos filhos o sustento da boca para dar a estes que têm tudo em excesso.

Os Semedos e os Jerónimos, cúmplices do roubo de empresas, de roubo de propriedades, de nacionalizações, de perseguições e prisões arbitrárias, continuam impantes porque a ingénua Democracia, lhes protege as costas e a carteira, e gritam por ela, eles que são comunistas contra todas as Democracias e a favor da Ditadura do proletariado, desde que sejam eles a mandar e os ignaros a trabalhar.

Em Portugal não há crise de estupidez e ignorância. Estas sobram. Há em abundância, e continuam a ser bem aproveitadas por estivadores bem pagos, por aviadores bem pagos, por maquinistas do Metro e da CP bem pagos e que obrigam o restante povo a não trabalhar porque eles o impedem. A CGTP comunista  não permite a mobilidade usando para isso violentos piquetes de greve.

A Democracia é, na verdade, o melhor sistema político que existe para aqueles povos que usam a inteligência, têm coluna vertebral e os seus Deputados são gente séria, o que em Portugal não é o caso da esquerda e extrema esquerda comunistas.

C.S

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Terça-feira, 13 de Novembro de 2012

Cerco ao Parlamento e à inteligência

Trinta e sete anos depois dos Parlamentares dos Partidos democráticos quase terem morrido de fome, Olívio França do PPD, escapou por uma unha negra e a esposa, do Deputado Francisco Oliveira Dias do CDS, que sofria do coração, com a aflição de ver o marido preso por energúmenos e sujeito a sevícias, morria três dias depois do cerco.

Precisamente a 12 de Novembro de 1975, estes bandalhos inconscientes cercaram S. Bento para forçar o Primeiro Ministro a assinar o caminho para a Ditadura do Proletariado, ao mesmo tempo impediram os Deputados de sair e não deixaram que os Partidos Democráticos, PS, PPD e CDS, tivessem qualquer alimento, enquanto comunistas e udepistas se banqueteavam com o que lhes era entregue sem o repartir pelos outros parlamentares. Foram 48 horas com um Presidente da República flutuante e o seu braço armado, o COPCON, inoperante.

Trinta e sete anos depois, a CGTP comunista insiste em meter Portugal no fundo, aproveita os movimentos de contestação, faz neles a propaganda para a Greve geral, continuando a utilizar as células de imbecis que ainda se encontram na ANTENA 1, para que a propaganda através de canções comunistoides alimentem a malta e assim o povo seja levado ao engano, à rua, à fome e à falta de dinheiro.

O chefe do bando, um tal Arménio, ainda hoje na ANTENA 1, gritava que a Greve geral é um investimento. Será sem dúvida para Deputados comunistas e chefes sindicalistas. A greve garante-lhes o alto ordenado e as mordomias, aos outros, aos incultos que levam à arreata garante-lhes a miséria sórdida e um triste fim de vida.

C.S

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012

Os animais falantes, bloquistas e Comunistas

Francisco Louçã é um esquizofrénico inteligente e inconsciente. É um paranoico que diz o que lhe vem à cabeça sem se importar que o povo que, mentirosamente diz defender, sofra as consequências de toda a bestialidade que comunistas e udepistas transexualizados em bloquistas lançaram em jornais, rádios e televisões e continuam a lançar porque eles, estes políticos comunistoides, marxistas-leninistas e maoistas ganham fortunas e as tapam com a demagogia saloia do Jerónimo e a demagogia aprimorada do esquizofrénico Louçã.

Os trabalhadores que continuam a ir na cantiga destes animais falantes, que outro nome não podem ter os canalhas que forçaram a destruição de mais de 80 por cento do tecido produtivo português e agora se aproveitam da situação que criaram para incentivar o povo à violência e às greves que acabarão por afundar ainda mais os mais desgraçados, os mais ignorantes e farão ressurgir os marginais e os assaltantes.

Não é a senhora Merkel que é assaltante, como diz o esquizofrénico Louçã. Ele, Louçã e os seus camaradas ignaros e a cambulhada de gordos gritantes, que no Parlamento amesendaram, é que são os verdadeiros assaltantes deste país.

Tal como vem referido no jornal "Expresso" de sábado passado, pag. 18, "Há mais de 300 empresas alemãs em Portugal". Nelas há gente que trabalha e ganha honradamente o seu salário porque o merece e quem os dirige sabe o que faz e como o faz. Não me consta que se sintam explorados.

Quem se sente explorado é o povo português por estes Louçãs e Jerónimos que sugaram no Parlamento o imerecido e continuam a chupar, enquanto enganam, com a manipulação da palavra, o povo que lhes paga para ser, ingenuamente, enganado.

Bem-vinda Senhora Merkel. A situação que vivemos não é agradável, os juros são altos e os apertos muitos. Oxalá que o exemplo da Alemanha, organizada e próspera, entenda que a mentalidade dos povos é diferente e que os juros são excessivos para um povo que deu novos mundos ao mundo e nunca explorou os povos com quem viveu.

Portugal foi sempre um povo solidário, alegre, feliz e trabalhador. Mas trabalha muito melhor no estrangeiro porque aqui o clima é de lazer e de turismo.

Faça férias em Portugal, Senhora Merkel e incite os seus colegas da Europa trabalhadora e próspera a fazer o mesmo.

Boa estadia, Senhora Merkel.

C.S 

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Domingo, 4 de Novembro de 2012

Agiotas nas mãos dos portugueses

Pensou-se que a revolução, facilitada por Marcello Caetano, seria o caminho para o rápido desenvolvimento de Portugal sem o estigma de uma Ditadura que não o era. 

Portugal, na Europa e no mundo, era dos países mais livres que existiam. Havia autoridade, mais de aviso do que de ação, para que Portugal atingisse o nível de prosperidade que países como a Holanda e a Suíça tinham.

A censura era um pouco pateta, mas rarissimamente tinha consequências. Dou o meu exemplo. A censura cortou-me mais de uma dezena de artigos em jornais, mas nunca me chamou à pedra. A seguir ao 25 de Abril, num artigo sobre a situação para a qual o País caminhava, e chamando para isso a atenção dos militares, sou levado a tribunal e o castigo seriam vários anos de cadeia. O resultado da bandalheira e da mentira está à vista.

Quando a Manuela Ferreira Leite hesita ao dizer que a democracia não tem força para resolver a situação em que nos encontramos, não concordo. Isto não é um caso de força. É um caso de inteligência, de vontade e de não parasitismo.

Democracia não é o mesmo que laxismo. O regime democrático tem todas as regras para que os países se organizem, desenvolvam e prosperem sem necessidade de recorrerem à mendicidade e à violência, embora algumas vezes o façam.

Quando a Europa despeja biliões de euros neste país de tontos está a incentivar a loucura, o despesismo e agora a revolta. Resultado: os agiotas ficam nas mãos dos portugueses.

Mas a TROIKA e todos os troikianos do mundo sabem que mesmo não recebendo tudo, receberão o suficiente para que os seus funcionários, embora não ganhem os escandalosos 160 mil euros por mês da reforma do Jardim Gonçalves, nem tenham avião particular às ordens, nem um exército de seguranças a proteger este homenzinho que, seguro da sua razão e voracidade, prefere não arriscar a pele se andar à solta e sem a trela dos guarda-costas; os da TROIKA, também não se queixam do quanto recebem e do quanto encaminham para os cofres da cafreónica organização.

Entre os da TROIKA e os jardinaços portugueses, que desde o 25 de Abril têm chupado o povo, venha o diabo e escolha.

C.S

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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2012

Os mortos da CP contra mortos dos cemitérios

O dia de Todos-os-Santos passará a dia de todos os grevistas ignorantes que morrerão de inação ao tentarem matar o seu próprio país.

E o dia de Finados é o que espera aos grevistas por se deixarem levar à arreata pelos dirigentes sindicais que continuam a ganhar o ordenado e a comer do bom e do melhor enquanto os papalvos do berro e do braço no ar se sujeitam às sanções previstas na lei e a comer o pão que o diabo amassou e eles ajudaram a levedar.

Celebrado em honra dos santos mártires desde 13 de Maio de 610, o dia de Todos-os-Santos deixará de ser feriado no próximo ano. Acaba sem honra nem glória depois de mil quatrocentos e dois anos de recordação daqueles que passam por esta vida e regressam ao infinito. A finalidade desta paragem para pensar, recordar e conversar é que a ligação entre os mortos e os vivos seja eterna e que aqueles que partem ajudem e animem os que ficam desde que a isso sejam solicitados.

Ao impedirem a mobilidade, os da CP são os mortos vivos que este país sustenta e que o Governo alimenta. Os mortos vivos da CP valem zero. São os zombis mantidos em estado catatónico e que os pastores sindicalistas comandam a seu belo prazer e proveito. Os dirigentes sindicalistas são os únicos que lucram, temporariamente, com a devastação que causam ao país. 

Os comunistas que importaram o cânone da URSS devem saber que ali não havia greves, assim como não há na Coreia do Norte ou em Cuba. Mas os sindicalistas portugueses são todos gente do quanto pior melhor. Em vez de convocarem manifestações reivindicativas em sábados ou Domingos preferem greves destrutivas em dias de trabalho como aquela greve geral que se aproxima e onde só os mentecaptos e os sindicalistas de bolsos cheios aparecerão.

A bestialidade animalesca causa imensos prejuízos e transtornos ao país, e os grevistas a quem o Governo não pode pagar nem o tempo de boa vida nem indemnizações nos despedimentos, se o fizer tornar-se-á conivente destes inominados que só à força entendem o que é evidente.

A luta entre os mortos da CP e os mortos dos cemitérios acabará com a vitória dos últimos e a miséria e morte inexorável dos primeiros.

C.S

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