Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

Portugalex e doenças raras

A boa disposição e algum dinheiro no bolso evitam as doenças raras, as almondegas maradas e as doenças inventadas.

Há sessenta anos nem havia as doenças provocadas nem havia médicos. Os poucos que existiam, como não tinham doentes faziam-se à vida.

Em Castelo Branco, onde estudei no Liceu Nun’Álvares, estavam dois, o Dr. Carriço e o Dr. Alberto Trindade.

O Carriço era professor de ginástica, como se dizia naquele tempo. Recordo-o com saudade, tinha duas filhas lindíssimas. Uma vez deu-me, com tal força, dois bofetões, que ainda hoje não sei se foi por andar a arrastar a asa a uma delas ou se foi por julgar que estava a gozar com ele numa das aulas. Por causa das dúvidas tirei o pensamento da filha e catrapisquei a filha do outro médico, a MTMT, que era também muito bonita.

Hoje as doenças são aos montões e os médicos idem.

Se não há doenças inventam-se, espevitam-se, espalham-se como o gás sarin. Os médicos têm de comer, gozar e pôr os filhos a estudar na Europa que é Portugal alargado da Ponta de Sagres a Estocolmo.

Neste momento, a Antena 1, tem feito larga propaganda às doenças raras que ninguém sabe que as tem, mas que os médicos depressa descobrirão uma, para desviar o pensamento da crise, que não é rara, é crónica.

Aquilo é barato. Quaisquer setenta e cinco cêntimos pagam a chamada. Depois de descoberta, os médicos nem se importarão de receber verbas chorudas do Estado.

Em Portugal pode-se morrer de fome, mas há falta de tratamento, isso nunca.

Durante muitos anos vi correr para os hospitais centenas de pessoas saudáveis que iam para as salas de espera pôr as conversas em dia e que aproveitavam para ver se o senhor doutor descobria qualquer coisita. Os remédios eram ao preço da uva mijona, e as pessoas ficavam mais descansadas. Se a vizinha se queixava que dormia mal, ela queria saber porque é que ela dormia bem.

Os hospitais eram uma alegria e os médicos uma simpatia.

Agora o Macedo com a obsessão da falta de dinheiro acabou com os locais de reunião porque afinal se descobriu que os portugueses têm saúde de ferro e o Estado está sem cheta.

Neste vale de lágrimas em que uns esbanjam e outros são miseráveis forretas, salva-nos o Portugalex que, indiferente às patranhas deprimentes dos vendedores de saúde, aplica, diariamente, o provérbio latino “Ridendo castigat mores”.

Há dois dias entrevistaram um doente, ferranho adepto do Glorioso. Está de baixa há muitos anos porque é doente pelo Benfica.

E, para que o País não caia em depressão autêntica, fazemos votos que o Portugalex continue na verticalidade que sempre o tem guiado.

C.S

publicado por regalias às 07:04
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

Associação de militares ou de arruaceiros?

A sargeta voltou a abrir a bocarra. Depois do PREC e de todos os roubos que protegeram, alguns militares submissos ao PC, que lhes aumentou os galões e a ignorância, continuam a pensar que, arrotando a força dos cobardes que têm armas, o povo lhes dará algum valor ou que metem medo.

Otelo, quando quis meter toda a gente no Campo Pequeno, compreendeu que o risco era maior que a vontade. Primeiro, o povo não cabia lá, segundo podia sair o tiro pela culatra aos valentões que andaram de cuecas por África à frente de meia dúzia de guerrilheiros.

Muito valentes, estes militares.

Como cobardes, que são, tanto os sargentos que em Outubro de 2012 afirmaram que as "revoluções não se anunciam", como agora esta Associação de oficiais das Forças Armadas, volta a incitar o povo à revolta e a insinuar de maneira torpe e boçal como é próprio de arruaceiros e de ignorantes: avancem que nós estamos cá. Não tenham medo.

O próprio Spínola os apelidou de traidores por se terem conluiado com o herói soviético Cunhal e Melo Antunes, quando este assinou acordos sem qualquer autorização para o fazer.

O 25 de Abril que podia ter sido um momento de alegria transformou-se numa tragédia. Os militares nunca entenderam isso. A capacidade mental nunca foi o seu forte, com raras exceções. Sentiram-se lisonjeados por políticos-lambe cricas que lhes aumentaram o soldo e as patentes. Eles julgaram-se alguém. Conheço alguns que saltaram de reles cabos a ótimas posições e graduações porque obedeceram e, pelos vistos, ainda hoje obedecem às linhas do PC que lhes ensina como derrubar Governos e lançar o caos, embora seja incapaz de governar.

Todos os Governos anteriores têm culpas na situação em que o país se encontra. Não estou a defender este, limito-me a constatar o fato.

A queda do Governo iria piorar a situação de Portugal, o António José Seguro ficaria refém da ignorância e da demagogia. Cairia facilmente. O povo seria a grande vítima. E a grande vítima quando perde a cabeça, não há militares nem comunas que lhe façam frente.

Podia dar-lhes exemplos, mas não estou para isso. Estudem. Já tiveram tempo de aprender. Deixem-se de bazófias. Tenham juízo.

C.S 

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Domingo, 24 de Fevereiro de 2013

Soares, uma rata velha e sabida

O gajo é uma rata velha e sabida. Foi dos que mais ajudou a desgraçar Portugal, fez uma descolonização apressada e vergonhosa, deixou o País duas vezes à beira da bancarrota, fez viagens absurdas gastando rios de dinheiro, apunhalou amigos, dos quais se destacam Salgado Zenha, Rui Mateus e agora José Sócrates.

Com que direito e autoridade, critica Sócrates? Critica-o para desviar atenções.

Mário Soares é o tipo com mais falta de vergonha em Portugal. Só Ramalho Eanes não se deixou condicionar nem pela sua arrogância, nem pela violência verbal contra o próprio Presidente da República, nem pela capa de democrata que o Mário se cobre para enganar o povo.

Mário Soares só engana os ignorantes e aqueles que vivem à babugem, tal como ele viveu à sombra do Almeida Santos. A esses, os que andam ao rebusco, engana-os porque lhes interessa ser enganados desde que lhes paguem o que recolhem nos segredos dos gabinetes, nas selvas africanas ou nos campos de França.

Agora há de vir um tipo qualquer a defender o Soares, dizendo que o homem está a morrer, que não é justo atacar o filho do padre Soares. Não me admiraria que viesse outro pedir orações pelas melhoras do gajo que não se importou que, depois da descolonização desmiolada e infame, tivessem morrido, só em Angola, mais de quatrocentas mil pessoas quando apoiou o Savimbi em vez de tentar a concertação entre este e José Eduardo dos Santos.

Para ele contam os seus interesses e cobre-os com a capa de democrata.

José Eduardo dos Santos também o destapou e lhe atirou à cara onde estavam os seus verdadeiros lucros. Mas o Mário fica com a mesma cara.

Por artes mágicas, este filho de padre despadrado conhece todos os meandros para chegar aos meios de Comunicação. De tudo quanto fez e faz, recebeu e gastou só saltam uns respigos, que ele sacode com uma lata inacreditável.

Os louvaminhas chamam-lhe animal político.

Totalmente de acordo. Animal e bem animal. Do tipo do político português dos séculos XVIII e XIX, mas muito mais refinado. As lições de franciú, que ele fala primorosamente, guindaram-no ao topo de um país pequeno e passa culpas que só se enerva quando os filhos começam a passar fome.

Por causa dos gastos com as viagens e dos adiantamentos, D. Carlos foi assassinado. Nem pensar em tal com o Mário, bem pelo contrário, espero que morra tarde e consciente de todo o mal que fez a Portugal.

Duvido que ele tenha emenda, mesmo se conseguir ultrapassar a idade de Matusalém. O Mário é um desbocado que encanta alienados. Morrerá a rir por incapacidade mental.

C.S

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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013

PC incentiva a guerrilha

Cóio de atrasados mentais, o Partido Comunista dirige grupelhos de marionetes protestativas contra membros do Governo tal como no PREC dirigiu a destruição do tecido empresarial português a mando do calhorda Cunhal.

O facínora deixou escrito, no livro “Rumo à Vitória”, como atingir o auge da agitação, através de uma guerrilha constante. Os bastardos que compõem o PC seguem à risca a cartilha sem se preocuparem com filhos e netos. Interessa-lhes o presente. Pensar, está fora de questão.

Falar para estes mentecaptos é o mesmo que deitar pérolas a porcos.

A reversão das suas capacidades é feita nas escolas, onde jovens instrumentalizados espalham a insânia, destroem os bons costumes e são temidos pelos professores que têm receio deles e da democracia que não os deixa nem repreender nem castigar.

Esta gente cresce no meio escolar como os vírus que se propagam sem serem vistos. Os colegas são os seus objetivos e a passagem de ano é um direito adquirido, mesmo que eles só conheçam da vida obscenidades e palavras de ordem para destruir o que estiver organizado.

Quantos professores não receberam já, através do email ou do telemóvel, frases insultuosas de alunos educados? Não são eles que as enviam. São os jovens comunistas, que aproveitam os computadores dos seus ingénuos colegas, para as enviar. O mesmo fazem com os telemóveis. Desde o insulto, à frase achincalhante e mais forte do que a do Francisco José Viegas, tudo vale para instalar o caos e a desconfiança nas escolas.

Nem o Estado, nem o Ministro da Educação perceberam que o Partido Comunista Português não passa de um conjunto de salafrários e que as consequências da sua permanente irracionalidade é a destruição de Portugal.

O PC é um conjunto de filhos de ninguém que continua a delapidação de Portugal, ordenada pelo fantasma Cunhal, último chefe inteligente da quadrilha.

Quem não entender isto e persistir em querer ser enganado por chacais desmiolados, que vestem a pele de cordeiros, ou não entende nada de política, ou não está para se ralar com as consequências e acaba por ser cúmplice na destruição de Portugal.

Augusto Santos Silva, Francisco Assis e Marques Guedes insurgiram-se contra a violência e a perseguição a membros do Governo, mas esta gente não passa de molhos de autómatos com o comando situado nas mais escabrosas e mais infames alfurjas comunistas que o mundo civilizado alguma vez permitiu.

O Governo vai ter de enfrentar com firmeza a contestação que ultrapasse os limites democráticos e atuar de igual modo, para que esta guerrilha seja confrontada com as suas atitudes e receba, de volta, a violência que pratica.

C.S

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013

Freitas saiu da casca

“Infantilismo político, passividade mal-intencionada” disse Freitas do Amaral referindo-se aos Deputados da Assembleia da República.

Julgo que 95 por cento dos portugueses lhe secundarão as palavras.

A Assembleia da República está totalmente descredibilizada. Tem Deputados em excesso, inúteis e parasitas.

As palavras do Freitas levam-me a algumas considerações:

A primeira é que o ser humano, com raras exceções, só atinge a plenitude das suas capacidades a partir dos sessenta e cinco anos.

Agarremos como exemplo o Professor Freitas do Amaral.

É um homem muito inteligente e de larga cultura. Pensa bem, fala bem, escreve bem, mas ouve mal.

Freitas rejeitava as sugestões de quem ele julgava que tinha pouca capacidade para lhas dar. Expulsou o General Galvão de Melo do Partido porque este, naturalmente e sem qualquer fim acintoso, disse numa entrevista, julgo que na RTP, que o Professor Freitas do Amaral ainda tinha muito que aprender. Tentou fazer o mesmo a outro Deputado, por este se recusar a votar contra Nobre da Costa. Não o conseguiu expulsar, porque os seus pares votaram contra. Amuado, esteve meses sem aparecer no Parlamento.

O Deputado, em causa, ficou triste porque admirava sinceramente o Freitas, e Portugal ficaria melhor servido com a sua inteligência. A política à portuguesa tinha-o desiludido totalmente.

Quando Freitas do Amaral foi candidato à Presidência da República em 1986 e teve na Primeira volta 46 por cento de votos, a larga distância de Mário Soares, Salgado Zenha e Maria de Lurdes Pintasilgo, todos os apoiantes se felicitavam. Fizeram um Jantar no Clube dos Empresários, onde os oradores foram pródigos em elogios e cânticos de vitória. Só que há sempre um surdo a estragar a festa. Levantou-se e demonstrou que o Professor Freitas do Amaral ainda não tinha ganho e podia perder. Houve um sentimento de mal-estar. O jantar acabou, não sem que o ex-deputado, a quem Freitas tinha feito um processo disciplinar e com quem estaria zangado, agarrasse no braço de Proença de Carvalho, mandatário Nacional de Freitas do Amaral, e lhe dissesse: “Proença, eu sei como o Freitas nunca perde, mas ele tem de falar comigo.”

Freitas não falou. Tanto o General Galvão de Melo como o outro ex-deputado ofereceram as armas ao adversário. O português das Beiras é frontal e amigo do próprio inimigo. Mas "quem não se sente, não é filho de boa gente.” Pode perder tudo, menos a dignidade.

Vêm estas recordações à baila por causa do "infantilismo dos Deputados, cuja passividade mal-intencionada", quer ficar a bem com Deus e com o Diabo, não se importando nem com as consequências de candidaturas falhadas, nem com Portugal, nem com as centenas de milhares de euros gastos.

Freitas, que é homem muito inteligente, saiu da casca, atingiu a maturidade. Faço votos que a conserve até ao fim da vida e continue a ter a coragem de, no momento certo, dizer ao País o que pensa, doa a quem doer.

Acima de todos os Partidos, da ignorância, dos videirinhos e da manipulação parlamentar está Portugal.

C.S

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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013

Portugal, sem Lei nem roque

Numa Assembleia da República onde o capitalismo desbragado de todos os Partidos, tanto da esquerda como da direita é evidente e consensual, todos comem as papas na cabeça do povo.

Aquilo que interessa é falar do que não interessa, passar o tempo, fazer perder tempo, gerar a confusão e chegar ao fim do mês, comendo trinta vezes mais do que os miseráveis que morrem de fome e vergonha, mas passam pela fama que o ordenado médio dos homens em Portugal é de 900 € e o das mulheres 800 e pouco.

As contas são feitas da seguinte maneira: se um dos Deputados comer um frango e um desgraçado uma asa, cada um comeu meio frango.

Esta gente enche a Assembleia sem fazer nada de útil. Eles são 230 e 100 chegam para as encomendas. Por vezes entram em depressão e embebedam-se, como aconteceu com a jovem Glória Araújo do PS, que, para esquecer a sua inutilidade, se encharcou e teve o azar de soprar no balão.

Mas digam lá ao PC, ao BE ou ao CDS para aceitarem a diminuição do número de deputados ou então a redução do vencimento para um quinto do que ganham. É o aceitam.

Esta gente está desmascarada, mas não tem vergonha porque a Comunicação Social se cala e não desmonta as artimanhas e os golpes destes “benfeitores” da pátria.

Como não há que fazer privilegiam a má-língua, o engano, o empate da Governação.

Veja-se o que sucede com o Franquelim Alves, que sozinho vale mais do que metade das claques parasitas. E isto vem assim desde 1976. Entre 1974 a 1976 foi pior, viveu-se o caos.

Como a esquerda e a direita são a desgraça que todos conhecemos, com raras exceções, iremos assistir ao manipular das eleições autárquicas e veremos como, mesmo não sendo permitido ultrapassar três mandatos à frente das autarquias, os inteligentes desta praça, acham-se com direito de fazer a vindima noutro campo.

E vão lutar, gritar, esfarrapar, berrar aos quatro ventos que a lei não os proíbe de estar mais três e mais três e mais três mandatos, até morrerem de velhos e terem secado a árvore do mando e da arrogância.

Este é o triste país em que vivemos. Também já houve um tempo em que não havia nem rei nem roque. Desgovernava a Duquesa de Mântua e tinha o Vasconcelos como capacho.

Hoje, todos se demitem de mandar, cada um faz o que quer, mas não somos mais felizes. Continuamos sem Lei nem roque.

C.S

publicado por regalias às 07:32
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2013

Jerónimo e Alegre, dois sem vergonha

Para quem não tem vergonha, todo o mundo é seu, desde que os deixem de trela solta.

Os supracitados capitalistas, um comunista e o outro que já pertenceu à seita, vêm com desplante, de fazer inveja ao maioral dos cínicos, acusar o Governo de colocar Franquelim Alves, ex-administrador no Grupo SLN do BPN, numa Secretaria de Estado.

Toda a gente séria tem direito a criticar e a pôr em dúvida a bondade do Governo, agora estes dois, que têm carradas de erros às costas! Que mais pretendem esconder, para continuar a iludir e fazer esquecer, através da Comunicação Social, quanto recebem a mais do Estado, em comparação com aquilo que o Povo Português recebe de menos?

O que é que estes dois fizeram a bem de um Povo que morre de miséria?

A Democracia é uma manta de muitos buracos, mas estes já esgotaram tudo quanto havia para se esgueirarem e para serem ouvidos sem um esgar de nojo e de repulsa.

O Alegre quis ser Presidente da República e Chefe Supremo das Forças Armadas, que ele, na Rádio Argel, enxovalhou, denunciou e, certamente, por sua culpa, muitos portugueses morreram. Como pode pois, um traidor, ter querido ser Chefe Supremo das Forças Armadas, contra as quais lutou?

Também este Alegre, quando Secretário de Estado, fechou “O Século”, um Jornal centenário, de referência, não se importando de lançar para o desespero centenas de trabalhadores e para a miséria as respetivas famílias.

Tem grandes preocupações este Alegre: com a sua barriga e com a caça.

Que tipo sem vergonha!

O outro, o que imputa crimes e diz defender trabalhadores, não se inibe de viver como um capitalista, ganhar por dia mais do que os trabalhadores ganham num mês, mas é incapaz de propor a diminuição do pagamento dos Deputados Comunistas e a sua redução por parasitagem do povo que não servem, e por se manterem, em excesso, num Parlamento que sustenta um total de 230 sanguessugas, quando 100 são mais que suficientes para o trabalho que se lhes pede.

O Jerónimo capitalista comunista é o chefe do bando que destruiu Portugal e que tem impedido, sistematicamente, todos os Governos de governarem. É o bando do contra que, com o comunista, recauchutado em BE, Semedo, e da esganiçada PC Verde-vermelha arruinaram Portugal com as 60 nacionalizações feitas em 24 horas, os roubos das herdades, a ocupação dos prédios e a destruição de todo o tecido empresarial português.

Isto não é só vergonha, é banditismo puro, do mais reles de Cunhal.

Querem fazer perder a cabeça ao povo? Então continuem a gritar a santidade do que não são e o escarro em que se transformaram.

C.S

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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013

Primeiro assalto: Costa, 0; Seguro, 1

Os maraus do Costa tentam enrolar os anjos do Seguro.

O combate promete, o Costa leva artilharia pesada: os intelectuais, os experientes nos jogos malabares de que, o Costa, é exímio. O Seguro apresenta-se com as credenciais beirãs: a honradez, a frontalidade, o sentido da fraternidade, da lealdade perante o povo desprotegido e ingénuo.

De D. Sancho I, até aos nossos dias, Penamacor, a terra raiana de Seguro, nunca foi chão de peraltas, é gente que arregaça as mangas, mete-se ao caminho e vai à luta. Foi isso que fez Gualdim Pais contra os mouros, e Ribeiro Sanches que espalhou ciência e saber pela Europa. O Marquês de Pombal seguiu os conselhos do beirão, sem cuidar do ódio inquisitorial que perseguia fantasmas, para não ter opositores.

Seguro ainda não terá a arte dos maquiavélicos políticos portugueses que sorrateira e, propagandisticamente, têm conseguido levar o povo à arreata enquanto eles o montam com a mesma desfaçatez com que enchem os bolsos e fingem que os levam vazios.

As rasteiras "elites", se não conseguirem, agora, o almejado poleiro, tentarão forçar Seguro a fazer cair o Governo, para que ele próprio não aqueça o lugar por muito tempo.

Mas na terra de Seguro nasceram homens que tiveram a coragem de denunciar o caminho errado que a Revolução do 25 de Abril estava a seguir e a miséria que, mais cedo ou mais tarde, teria de bater à porta.  

Seguro tem a mesma força. Pode não ter o mesmo jeito dos políticos profissionais para o engano e para os rodriguinhos, mas tem a raiz beirã que segue o ditado: "de antes quebrar que torcer".

Não vou mais longe no tempo, mas da Beira, bem perto de Penamacor, saiu Ramalho Eanes que atacado, desfeiteado, enxovalhado por Soares, Freitas, Sá Carneiro e outros, enfrentou a "elite" pensante e maldizente. 

Acima do Presidente da República estava o povo que tinha confiado nele.

Bem pode o Costa e os amigos espernearem. Um Beirão nunca vira as costas aos desafios desde que esteja em causa Portugal e a defesa do Povo Português.

C.S

publicado por regalias às 07:51
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