Sábado, 30 de Março de 2013

Seguro, o cordeiro da Páscoa

Quando os conselheiros de António José Seguro insistem em eleições antecipadas, ou eles continuam garotos ignorantes e imprestáveis, ou garotos vendidos a interesses que não são os de Seguro.

Aquilo que a inconsciência política está a fazer tem duas finalidades. Uma consciente: eliminar o Seguro, sete ou oito meses depois de ganhar as eleições, porque ele não conseguirá travar a contestação social nem cumprir aquilo que Zorrrinho promete em seu nome quando diz: ”esta moção oferece uma solução para a crise política.” Está à vista de toda a gente, menos dos Deputados, em excesso, que vivem à babugem no Parlamento, que as eleições antecipadas só irão agravar a crise, fazer saltar o António José Seguro e despachá-lo de Secretário-Geral do PS.

A outra razão é de uma inconsciência aberrante: fazer entrar o país em bancarrota só para satisfazer a gula dos glutões. A redundância assenta-lhes que nem uma luva: tornam a situação mais grave do que a de Chipre, mas eles atingem os seus objetivos.

O Seguro pense bem onde está metido.

Sem dinheiro para pagar os bens essenciais e os funcionários públicos fica imediatamente nas garras dos escroques internacionais.

Ao ouvir, na passada quarta-feira, José Sócrates, lamento que tenha deixado Portugal em estado comatoso, culpa que não lhe assaco só a ele, mas aos desgraçados e ditatoriais Governos Provisórios, ao PREC e aos Governos Constitucionais que o precederam.

Sócrates, tal como diz Sousa Tavares no “Animal à solta”: “esqueceu autoestradas inúteis, a terceira travessia do Tejo, o TGV Poceirão-Caia, o novo aeroporto de Lisboa, o BPN”. Eu acrescentaria que o ataque virulento a Cavaco Silva teve como uma das finalidades fazer esquecer o enxovalho que Jorge Sampaio fez a Santana Lopes e ao Ferro Rodrigues que torceu e amarfanhou como se fosse um trapo nojento e atirou fora.

Termino com um pequeno excerto de um texto de 1919 de Augusto de Castro. Estávamos na também desgraçada e miserável Primeira República, cujas chagas levaram anos a curar e agora voltaram a abrir.

“Os Tezos”(ortografia da época).“Têm sido as pessoas tezíssimas, os moços de forcado da política, que nos lançaram na linda situação em que estamos, porque se a coragem refletida, que vai até ao sacrifício, quando é mister, é um atributo dos homens de Estado, a pimponice é uma virtude de feira.”

António José Seguro, não se deixe imolar como inocente cordeiro de Páscoa.

C.S

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Segunda-feira, 25 de Março de 2013

O Económico preocupado com a língua espanhola

O Económico, que não é nada económico comparado com o preço dos outros jornais, está preocupado com a língua do La Vanguardia e com a do El Mundo.

Preocupe-se o Económico em propor soluções para o problema económico que assola Portugal e deixe lá a imprensa Espanhola comentar o que quiser. A conversa cheira-me a dor de cotovelo. Sócrates comentador em Espanha é um perigo em qualquer país.

Quer o Económico salvar Portugal, em vez de perder tempo a olhar o umbigo de nuestros hermanos?

Reúna um núcleo de comentadores com o gabarito do Sócrates, que mesmo com o martírio à vista não desiste e faz jus ao homónimo grego que preferiu morrer do que ceder à ignorância.

Temos o Pacheco Pereira, que além de ser muito conhecido em Espanha desde os meados do século XIV, quando o outro Pacheco andou fugido, por terras de Aragão e Castela, à ira de D. Pedro I. Todos os espanhóis o admiram porque foi o único que escapou. Este não é menos inteligente.

Temos o Marques Mendes, que é um espanto de ideias, descontração, inteligência e simpatia.

Temos o Santana Lopes, que já aprendeu que nem nos Presidentes pode confiar, por isso também é oiro de 20 quilates.

E o Marcelo, que é muito mais aterrador do que a Berta Hitleriana. Dispara onde a política levanta a cabeça.

Podia dar ao Económico uma centena de nomes. E, uma centena, valem bem um bilião de euros ao preço atual.

Que me dizem? Pensem no assunto e deixem os espanhóis espanholar como entenderem.

Mas tenho que os avisar, em segredo; António Sérgio dizia que “a nação não chegou a educar-se na disciplina do trabalho” e Fernão Lopes há muito tinha dito que Portugal à falta de vida económica própria tinha como receita principal os rendimentos alfandegários. Nós, neste momento, continuamos a não ter vida económica e menos ainda rendimentos alfandegários. Vendamos, à peça, os portugueses que sabem como se governa qualquer país, exceto Portugal.

Só o Doutor Salazar soube fazer dinheiro. Ainda não compreendi como. Também não sou economista. Mas estou convencido que depois do 25 de Abril se não tem havido os roubos comunistas, as destruições quase totais do tecido produtivo, e as centenas de prisões dos homens que criavam riqueza, a mando do herói soviético para assim entregar, à vontade, os territórios ultramarinos enquanto em Portugal instalava o caos e a confusão, tenho a certeza que o País tinha encontrado o rumo. Pensem no assunto.

C.S

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Sexta-feira, 22 de Março de 2013

Sócrates e a indigência portuguesa

Indigência mental, inveja podre, medo de perder audiências por rasgos da imaginação e do conhecimento de José Sócrates é aquilo que motiva tanta efervescência e tanta algazarra, em vez de esperar o expatriado e ouvir e discutir os seus comentários e as suas palavras.

O CDS apressou-se imediatamente a pedir explicações. Quer saber por que, num serviço público e plural, não poem lá o Telmo em vez do Sócrates.

O futebol é com especialistas do Partido, e jogar à bola com o povo é algo que já fazem há muito tempo.

Os Deputados do CDS, que andam preocupados por ganharem muitas vezes mais do que o salário mínimo e trabalharem muitas vezes menos do que os cantoneiros camarários, vulgo varredores, não querem é que se fale neste assunto. O Sócrates até veio a calhar para ganhar mais um tempo.

Estejam descansados, que enquanto não explicarem bem ao povo porque continuam a manter na Assembleia da República, pelo menos, mais 80 Deputados do que são necessários para os afazeres na casa de São Bento, eu não deixarei de perguntar.

Mas o CDS, neste caso, faz coligação com o PC e com o BE. É uma santa e seráfica trindade que mantém a teima e faz pagar a todos os portugueses, um amontoado de gente que nada produz. Mais, quando todos se recusam a pugnar pelo aumento do salário mínimo, esquecem-se de quanto embolsam do povo para manterem uma vida faustosa e regalada. Quando o fingido PC grita pelo aumento de 15 euros por mês para os do salário mínimo como quem concede uma esmola, passa a escândalo. Quinze euros não dão nem para meias solas. Querem tapar o sol com lábia mas não vão conseguir.

Com tudo isto até me esqueci que vinha defender o direito de Sócrates a ser comentador onde o convidassem e ele aceitasse. Ou voltámos ao PREC, quando se calavam todos aqueles que podiam incomodar ou não interessava ouvir? Centenas foram bater com os costados em Caxias e noutros hotéis tão ou mais insalubres que este.

Se é isso que querem, tenham coragem para voltar a colocar a mordaça sem estarem com rodriguinhos.

Ao convocarem Paulo Ferreira, diretor da Informação da televisão pública, para ir explicar-se na loja da Inquisição beneditina, os Deputados, mais não querem senão arranjar trabalho fácil e demonstrar assim que 230 Deputados ainda são insuficientes para palhetar sobre assuntos de lana-caprina.

Aos Deputados insuficientes e a todos os insuficientes que pululam por este desgraçado país, que teimam em eleições quando deviam juntar-se e governar em coligação, vou parafrasear Cristo: “ quem não tiver telhados de vidro que atire a primeira pedra ao voluntarioso Sócrates”.

C.S

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Terça-feira, 19 de Março de 2013

A Europa está nas mãos de EURODOIDOS

Dezassete imprudentes ladrões comem-se uns aos outros embalados nos faraónicos ordenados que esportulam a todos os condenados que lhes entregaram a confiança.

Os dezassete euro-ladrões são comandados por instituições da União Europeia tendo, como chefe do bando, o Banco Central Europeu.

No EUROGRUPO reúne-se a tropa fandanga que quer colocar a canga no infeliz e pequeno Chipre.

Foram dezassete ministros das finanças, dos países da zona Euro, que assinaram de cruz o calvário do Chipre.

Infames, canalhas, garotos imprudentes ouve-se o eco em todos os continentes. Os povos, aterrados, preparam a corrida aos bancos de todo o mundo.

Se a Europa endoideceu, o vírus está lançado. O Chipre, já pendurado, diz que até entregava a alma ao diabo contra os 10 mil milhões concedidos por aqueles tubarões que lhe comem à cabeça 5,8 mil milhões.

Esfrega as mãos, de contente, a Alemanha. Sabe que de todos, é o único inteligente.

E Portugal, ó Deus inclemente, a quem até os Bochechas ateus te prestam culto, por que não iluminas a nossa luminária financeira, o Gaspar, o benzes, o exorcizas, o fechas num convento e nos deixas arrastar para esta estrumeira de garotos imprudentes?

Ó Francisco chama-os a capítulo, enquanto o lugar está quente e esta gente te presta vassalagem e rende homenagens.

Promete-lhes o céu em troca de mais inteligência e mais humanidade. De mais pudor e mais verdade perante o povo sofredor.

Acode-nos também, ó Salvador do mundo. Olha que o assalto aos indefesos de Chipre vai-lhes aos bolsos e à alma. Os EUROROUBO embolsam entre 6,75 e 9,9 por cento. E tudo à vista de todos. Tudo com desfaçatez e falta de imaginação.

Só Garotos podem ter ideias tão mesquinhas e tão insensatas. Salva-nos se queres salvar o mundo.

No Iraque e na Líbia quando roubaram tiveram que ir buscar o saque matando a eito os inocentes. Com esta medida, o EUROPALMAR, vai direito ao pote através dos roubos magnéticos. Os hackers estão indignados e dizem que não querem nada com estes crackers que lhes arruínam o prazer de vasculhar nos segredos ministeriais. Eles juram que só pilha-galinhas como estes 17 EURODOIDOS podem fazer um disparate tão grande que a Europa e o mundo podem colapsar como um baralho de cartas.

Reza Francisco, reza muito, antes que o bote vá ao fundo.

C.S  

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Segunda-feira, 18 de Março de 2013

Iraque, Líbia e crimes na Síria

Ouvi a “Visão Global” na Antena 1. Ao comentarem o que está a acontecer na Síria não consegui desligar os crimes praticados no Iraque e na Líbia por países considerados civilizados e hipocritamente acérrimos defensores dos Direitos Humanos.

Não foi isso que aconteceu, tanto no Iraque onde a coberto de uma execrável mentira, o país berço do mundo foi invadido, humilhado e atulhado de mortos por verdadeiros criminosos, que não procuravam armas de destruição maciça, porque tinham a certeza que não existiam, mas para garantirem o roubo dos poços do ouro negro.

Deixaram no Iraque o caos, a desordem, a destruição e a morte consubstanciada na ignorância e no fanatismo religioso que opõe Xiitas a Sunitas.

Os cleros árabes fazem o haraquíri muçulmano ao incentivarem estas guerras intestinas para manter o seu próprio poder sem cuidarem se Deus é um, dois, três ou meia dúzia.

Não satisfeitos com o crime cometido, americanos e ingleses acirrados por um palhaço francês, pigmeu criminoso, de corpo, alma e honestidade lançaram-se sobre a Líbia como chacais esfaimados e impudentes.

Na Líbia foram testar armas poderosíssimas e destruir um país próspero só para garantir os poços de petróleo.

Os crimes foram os mais hediondos que se possam imaginar. Mulheres, crianças e jovens foram deixadas morrer nas rotas da fuga pelo mar. O país ficou destroçado, mas a Comunicação Social, ao contrário do que agora está a fazer com a Síria, manteve-se quase sempre em silêncio ou distorcia os acontecimentos. Quando intervinha era para apoiar os criminosos, nunca as vítimas.

Na altura escrevi que o que estava a suceder ia ter como consequência o desmascarar destes salteadores e que a Rússia e a China não permitiriam a invasão de outros países.

Tanto a China como a Rússia compreenderam as intenções, destes beneméritos do engano, vigaristas infames e especialistas do roubo que garantem o fornecimento de bens essenciais sem se importarem de matar, esventrar e destruir o ser humano.

A seguir virá o Irão. Para o fazer vão armar mais os dissidentes Sírios para que o conflito atinja tais proporções que no Irão possam ser atacadas as centrais nucleares. Na Rússia e na China só lá não entrarão se não puderem.

Segui sempre o que aconteceu na Líbia através de jornais russos e não compreendi como eles não foram mais firmes na oposição aos massacres.

Sobre a Síria não tenho seguido os acontecimentos. Portugal ocupa e preocupa o meu pensamento.

Lamento o que acontece na Síria. Mas quase poderia jurar que esta desgraça começou e é alimentada pelos criminosos que destruíram o Iraque e a Líbia.

C.S

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Domingo, 17 de Março de 2013

Produzir e poupar manda o bom senso

Estou francamente preocupado com a situação do país. Nem a eleição do Papa me distraiu.

Não estou bem porque todos, da esquerda à direita, nos encontramos encurralados. Os Partidos encontram-se na mesma situação apesar de gritarem contra este Governo. Nenhum deles tem saída e seria sensato que Bispos, ex-Presidentes da República e outros comentadores, bem pagos e bem comidos, evitassem dizer que o povo pode reagir mal.

O insistir nas frases agressivas e abertas, ou em mensagens subliminares com o mesmo efeito, podem sair caras a quem as produz e acabarem por serem as primeiras vítimas das palavras pronunciadas.

Uma das funções da Censura, no tempo de Salazar, era evitar o erro das palavras, o incitamento à agressão. Esta ideia foi alargada por censores incultos e tornou-se uma idiotice.

Mas, voltando ao cerco em que estamos, já aqui tenho escrito várias vezes que a situação a seguir ao fim da Primeira República era catastrófica. Bem pior do que hoje.

Salazar, goste-se dele ou não, foi chamado para ministro das Finanças, quando o país estava atolado em trampa até ao nariz. A Ditadura, imposta pelos militares em 1926, não tinha resolvido as carências herdadas da Primeira República. O pedido de ajuda à Sociedade das Nações teve a mesma resposta que o da TROIKA. Vinham para cá e governavam como entendessem.

Salazar ao tomar posse em 27 de Abril de 1928, diz: “ Sei muito bem o que quero e para onde vou, mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses. No mais, que o País estude, represente, reclame, discuta, mas que obedeça quando se chegar à altura de mandar”.

Em 1929, já as contas do Estado tinham saldo positivo, tal como aconteceu, todos os anos, até ao 25 de Abril de 1974.

Mesmo sem o meio, por excelência, para difundir a mensagem, que é a televisão, um slogan se impôs: “produzir e poupar manda Salazar” ou seja o bom senso. A verdade é que um País sem crédito passou a pagar tudo a pronto pagamento como Salazar declara quando da compra do navio “Gonçalo Velho”.” Este pequeno barco entra nas águas portuguesas pago, antecipadamente pago, integralmente pago, com dinheiro de todos os portugueses”.

Se as seitas Bloquista e Comunista, que exploram a ignorância, tivessem a certeza que iam para o poleiro, não pediriam a demissão deste Governo porque tinham a certeza que a estultice lhes sairia cara. Mas como sabem que não vão, dizem todos os disparates que lhes vêm à cabeça para manterem Deputados que ganham fortunas em comparação com a miséria do ordenado mínimo dos outros portugueses.

Não há outra saída. Temos de arregaçar as mangas. Produzir, poupar e usar o trabalho e a inteligência para pagar e nos livrarmos dos abutres internacionais, que perante greves e paralisações irracionais, continuam a achar que os sacrifícios ainda são insuficientes para o país entrar na ordem.

C.S

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Domingo, 10 de Março de 2013

Os comprometidos e o Presidente de Portugal

Os comprometidos com a situação de Portugal são os comunistas, os sindicalistas, os Udepistas-Bloquistas e todos os políticos e militares que desde o 25 de Abril até hoje mais não fizeram do que destruir um País que tinha voltado a ser feliz.

Não ponho em causa a revolução do 25 de Abril, que Marcelo Caetano permitiu, nem o sistema democrático. Todos aceitámos a mudança. Quem resolveu comprometer a revolução foram os comunistas em primeiro lugar, comandados pelo infame Cunhal que garantiu a Oriana Fallaci que nunca haveria um Parlamento em Portugal.

Este canalha incendiou a consciência de todos os pataratas que por medo e ignorância destruíram tudo o que Portugal tinha de produtivo.

Não venho defender o Presidente da República porque ele não precisa. Se quiser dar confiança à demagogia será ele a responder.

Entro no assunto porque tenho a certeza absoluta que a queda deste Governo só virá agravar a situação dos mais desfavorecidos economicamente e o Partido que ganhasse as eleições não teria qualquer hipótese de governar por mais de seis ou sete meses caso não aceitasse as regras com que este Governo está espartilhado.

A fome, a miséria seriam gerais porque o Estado teria de faltar com os pagamentos aos funcionários públicos e paralisar todas as obras necessárias para o país não cair de podre.

A ditadura militar do 28 de Maio de 1926 foi implantada com a anuência de todo o povo, de intelectuais e de políticos porque a miséria matava a sério. Nem poupava povo nem governantes.

A situação do país era catastrófica. Entre 1926 e 1928 os cinco ministros das finanças, que nesse tempo tentaram equilibrar as contas, demitiram-se uns atrás dos outros.

Tal como agora, também eles se socorreram da Troika da altura que era a Sociedade das Nações. Esta fez o mesmo da Troika dos nossos dias, exigiu ser a Sociedade das Nações a dizer como se devia gastar o dinheiro, os cortes a fazer para o poder rentabilizar e a ter aqui pessoal seu para orientar e obrigar os portugueses a saberem governar-se. Sinel de Cordes não aceitou o vexame e passou a pasta a Vicente de Freitas que também não aceitou a afronta. Foi assim que foram buscar Oliveira Salazar. Este só pediu para o deixarem trabalhar em sossego. Ao fim de um ano tinha resolvido o assunto e o País tomou rumo. Salazar fez isto sem ser ditador. O País vivia sobre uma Ditadura militar da qual o General Óscar Carmona se assumiu com orgulho.

Quando Salazar se torna Presidente do Conselho e a Constituição de 1933 é promulgada, o País passa a viver no Estado Novo com uma Democracia Orgânica, por isso deixemos de garotices de Comunistas e Bloquistas, porque senão obrigam-me a perder tempo com explicações e provas diárias de quem são os culpados.

Por Portugal e pela verdade largarei tudo para que a ignorância e a estupidez não acabem por matar os meus e os vossos filhos.

C.S

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Sexta-feira, 8 de Março de 2013

Portugal e os heróis de ópera

Trinta e nove anos depois do 25 de Abril, olhamos, no jornal Público, para os heróis de ópera-bufa e sentimos distância.

Estes ganham sem fazer nada. São semelhantes aos Deputados, ouve-se o povo dizer, sempre que os “heróis” fazem aparições onde a ameaça e a pedincha são o palrear anedotário.

No Parlamento estão albergados, por caridade e interesse, Deputados dos Partidos Comunista, Bloquista e Centrista que gritam que a diminuição do número de Deputados fará desaparecer os Partidos mais pequenos.

Eles nunca dizem que têm de trabalhar mais para conseguir mais votantes, mesmo que o número passe de 230 para 150. O que lhes interessa é continuar instalados no albergue de São Bento, sem que para isso seja necessário esforço, inteligência e saber.

Trinta e nove anos depois do violentíssimo ataque ao Quartel do Carmo e da intimação do único defensor que exigiu um General para entregar o poder, caso contrário não se rendia, os temíveis capitães fizeram-lhe a vontade antes que o feitiço mudasse de ideias.

Depois desta última e retumbante vitória dos melenas, dos gajos e dos pás, os heróis da inocência ofereceram a Democracia e a Liberdade a um povo que ria no Parque Mayer, comia onde lhe apetecia e escolhia o trabalho que não faltava.

Hoje, o povo não tem trabalho, não tem alegria e a comida tem de ser bem pensada e bem escolhida nos produtos de marca branca.

Luís Fontoura, que escreveu, a pedido do Governo, sobre o “Conceito estratégico da Defesa Nacional” vem alertar para a insensatez de se privilegiar a compra de tanques, navios e aviões quando não há dinheiro. Se não há dinheiro não pode haver coesão social e desenvolvimento.

Claro que o Professor Luís Fontoura não será ouvido porque Generais, Almirantes, Coronéis, majores, capitães e sargentos querem continuar a ter as suas tropas e as suas mordomias. O resultado, digo eu, que nunca fui militar, é que, com estes heróis de batalha ganha antecipadamente e muitos anos de lucro, isto vai tudo ao fundo.

Neste país de pataratas salva-se a graça, a beleza e a inteligência de Maria Filomena Mónica que no Expresso de 2 de Março, no texto “O Parlamento ou a Rua” diz:

“Pelos vistos, não posso deixar a pátria, pois esta começa logo a deslizar para a asneira”.

C.S

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Terça-feira, 5 de Março de 2013

Ardem as barbas dos gregos

Na Grécia, vinte e cinco mil vão para o olho da rua e o Governo grego está de mãos e pés atados.

Perante este cenário catastrófico e a possibilidade de Portugal entrar pelo cano de esgoto, comunistas fascistas, bloquistas, sindicalistas e malabaristas do engano, da asneira e da insensatez insistem em guinchar, zurrar e escoucinhar até colocarem todos os portugueses em situação mais miserável do que aquela em que atualmente se encontram.

Reparem os ingénuos, que os incitadores ao desacato, ao berro e ao insulto é tudo gente bem na vida a começar pelo Soares, o Alegre, o Santos, o Carvalho, o Jerónimo, o racista Arménio, a Ana, o Fazenda, a Catarina, o Honório, o Semedo e todos aqueles que arrotando milhares de euros por mês e milhões em contas bancárias os escondem em vez de colocarem o pecúlio e a manha ao serviço do povo que não tem emprego e morre todos os dias de fome.

Gritam todos, os supracitados, a democracia da fome, para esconderem, os comunistas e os outros barrigudos, o fascismo da abundância.

Que democracia é esta, que liberdade é esta, Mário Soares, Alegre, Almeida, Semedo, Jerónimo, Ana Gomes etc.? Digam quanto ganham, quanto escondem, quanto gastaram e quanto se têm esforçado por iludir o povo português?

E os Deputados? Porque não diminuem o número, sabendo que é um escândalo excedentário, pago a peso de ouro?

A infâmia é maior quando se incitam as crianças das escolas a injuriar os governantes sem saber porque o fazem.

Os nomeados democratas não enganam ninguém por mais que corrompam alguns videirinhos da Comunicação Social e apresentem factos mentirosos como se fossem verdades indesmentíveis. Veja-se o “Público” de ontem e a desfaçatez dos publicitários comunistoides e afins. São desmascarados quando apresentam ruas cheias de gente que são de outro país e uma praça apinhada que não corresponde à manifestação do momento, mas sim a algo de longa data.

Esquecem-se estes fingidores dos princípios democráticos que hoje é impossível enganar os povos, com ardis de gente torpe e de burra cheia.

Mais cedo ou mais tarde todos saberão quem enganou Portugal e o pôs de mão estendida não só pela Europa, mas pelo mundo desconhecido que desvendou nos séculos XV e XVI e o apresentou a outros povos.

Quando as barbas dos gregos ardem, as dos portugueses já cheiram a queimado. Mal irão os políticos dos golpes baixos, e os grevistas acarneirados, se teimarem em espevitar a fogueira.

C.S  

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Domingo, 3 de Março de 2013

"Que se lixe a Troika", a UE e a ignorância

Gosto das manifestações quando são aos sábados, domingos e feriados. Prejudicam uma minoria e cada um berra o que entende.

Estou frontalmente contra com as greves dos parasitas que voando ou andando sobre carris ganham milhares de euros e prejudicam milhares de utentes. Para estes grevistas isto não lhes interessa. Quanto mais receberem melhor. Os outros que se troikelixem.

Na linha destes voadores e descarriladores estão os Deputados que apoiam toda e qualquer contestação, mas que não abdicam dos seus chorudos salários nem da diminuição dos inaptos que se passeiam nos corredores de São Bento sem produzir tanto como um alfinete.

A juntar a estes benfeitores da pátria, com p pequeno, e bolsos grandes e recheados estão, os comunas da ANTENA UM, que ganham bem e publicitam melhor a demagogia sem mostrar que a protegem e difundem, pondo a cantar e a ganhar propinas, comunas canta-autores, mas que de cantar sabem tanto como o Soares. Incitam, sem o dizer expressamente, os infelizes ignorantes a acreditar naquilo que eles enviam para o ar.

Toda esta gente anda a reboque da ignorância que, mais dia, menos dia os engolirá. O racista Arménio já está a preparar o enterro com greves e manifestações diárias. Cunhal deixou escrito como estas traições ao povo e ao país, com p pequeno, se organizam.

Como disse supra, apoio as manifestações que não prejudiquem os cidadãos que vivem mal. Aqui o problema não está no “que se lixe a Troika” está em não podermos sair da UE.

As conversações, para entrarmos na CEE, já vinham do tempo do Dr. Oliveira Salazar e prosseguiram com o Prof. Marcelo Caetano. Nunca foram concluídas porque as desvantagens eram maiores que as vantagens.

Depois do 25 de Abril, com a inconsciência que grassava na maioria dos Governantes, em vez de acautelarmos os nossos interesses mendigámos a entrada. Bruxelas ditou as regras que entendeu. Agora pagamos a fatura.

Pouco me importa este Governo, mas a sua queda em vez de melhorar a situação irá piorá-la porque o que lhe suceder continuará a ser um pau-mandado de Bruxelas e não tem como lhe fazer frente, a menos que passe a pagar os ordenados com cédulas camarárias e com racionamento de víveres.

É isto que querem?

Os políticos e os sindicalistas encartados ficam encantados com a oportunidade de mais confusão, contestação e miséria para continuar no poleiro. Para eles nunca faltará o dinheiro e o emprego.

Os Comunistas, Bloquistas e Sindicalistas ao empurrarem a Comunicação social e todas as Organizações, onde estão infiltrados para que isto aconteça, acabarão também por ser vítimas do seu próprio veneno.

C.S

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