Domingo, 28 de Abril de 2013

Garotada partidária excitada ou mentecaptos?

Depois da subversão total do espírito do 25 de Abril, ainda não estavam passadas duas semanas da revolução autorizada, hoje está a acontecer a subversão total da dignidade e identidade portuguesas.

Garotos inconscientes, demagogos mentecaptos sem nível, sem cultura, sem educação, sem consciência do que dizem e das suas possíveis consequências é aquilo a que assistimos entre o admirado e o vómito.

Estes garotos falam do Presidente da República como se falassem dos pais que desprezam, novos caixotes do lixo, onde a bestialidade cospe a sua arrogância insensata.

Muitos destes falantes são Deputados, ganham bem, bebem o sangue do povo e dizem o que lhes vai no rabo. Cabeça para pensar não existe.

Perante ataques tão sórdidos ao Presidente da República é urgente que o povo esteja alerta antes que Portugal soçobre perante as sanguessugas internacionais que pouco se importam se um país tem trinta anos ou 870.

A canalha parlante, como ignora a história, pouco lhe importa se o país entra no esgoto. Como eles aí vivem, por incapacidade mental, tudo lhes serve desde que lhes paguem.

Muitos dos que tinham posto a esperança no Partido Socialista, ainda com algumas reticências, acabam assim por ver ruir os seus desejos.

Afinal o Partido Socialista parece estar a tornar-se um cóio de canalhas e de garotos que não conseguem distinguir os símbolos da Pátria e o que eles representam dos seus interesses estomacais. 

Portugal está acima da gangrena esquerdista socialista e dos oportunistas da Direita que aproveitam esta cangalhada de idiotas falantes para, também eles, continuarem a montar o povo.

É fundamental que os Portugueses estejam atentos, antes que estes garotos excitados pela trampa mental que os confunde, acabem por juntar à ignominiosa queda do Império o desaparecimento de Portugal.

C.S

publicado por regalias às 06:43
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Sábado, 27 de Abril de 2013

O branqueamento do 25 de Abril

Resguardados pelo branqueamento do 25 de Abril e levando a tribunal todos aqueles que avisavam os militares sobre o caminho errado que tinha tomado a revolução, os senhores do mando, da asneira e da ignorância foram totalmente manipulados por Cunhal, Soares, Saramago, Comunicação Social e outros artistas de igual jaez.

Os dois primeiros no campo político, o terceiro no Diário Notícias onde escondia as barbaridades cometidas ou as adulterava para que a verdade fosse comida pela mentira, a Comunicação Social ajudou a corromper o povo e a empurrá-lo para a linguagem baixa. Os artistas do infantilismo usaram o histrionismo através das canções para iludir os inocentes e entreter a chusma de vadios que preferia a festa e os copos ao trabalho.

Chamar fascista a quem trabalhava e não alinhava no engano tornou-se comum. O medo e a não vontade de provocar conflitos fez que o povo perdesse alegria, ficasse desconfiado. A desconfiança redobrou quando milhares de indivíduos foram presos sem culpa formada.

Os 400 Pides que tinha a Organização policial foram substituídos pelos bufos comunistas e por toda a casta sem vergonha que com eles colaboraram.

Quando hoje se discute o 25 de Abril, não se discute a revolução que Marcelo Caetano permitiu. Discute-se a canalhice do Cunhal e de todos aqueles que arrastaram o país para a desgraça em que hoje se encontra.

Além dos roubos, dos assaltos, das ocupações das herdades, da perseguição aos industriais e ao pequeno comércio, os Governos Provisórios foram permissivos a todos estes desmandos.

Como é que tem sido mantida esta mentira que minou o Estado e atirou Portugal para o desespero?

A mentira tem-se mantido porque os 400 Pides foram substituídos por ignorantes promovidos, sem qualquer competência, em todos os organismos do Estado, tanto civis como militares. A maioria são comunistas ou garotos miseráveis e irresponsáveis como o Galamba que chucha no Parlamento o sangue dos outros portugueses.

Com esta trupe instalada, os comunistas movimentam-se através da voz do dono, que cada vez é mais reles, mas suficiente para causar estragos.

Esta cáfila subversiva está sempre pronta para as greves e para arregimentar todos os chulos que vivem de corpo ao alto.

Estes calhordas ainda não compreenderam que os resultados irão cair sobre os filhos e sobre os netos.

A degradante situação a que chegámos foi motivada pelos primeiros anos pós 25 de Abril e pela continuação de Governos de videirinhos que preferiram pactuar em vez de atuar.

Era democrático não proibir. E agora é democrático deixar morrer o povo à fome enquanto o Jerónimo, o Soares, o Semedo, o Galamba e outros esquerdistas e direitistas sem escrúpulos, mas bem pagos e bem comidos continuam incapazes de prescindir de parte das suas mordomias preferindo açular o povo contra os Governos, sejam eles quais forem.

O branqueamento do 25 e dos seus políticos não pode continuar.

É urgente desmascarar todos os vigaristas que chuparam e continuam a sugar o Povo Português.

C.S

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Quinta-feira, 25 de Abril de 2013

25 de Abril igual a este, nunca mais

Assunção Esteves quer continuar a dar música aos portugueses, o Vasco Lourenço quer correr com os políticos, o povo quer ver-se livre do sarilho em que está metido.

No 25 vamos celebrar o quê? A miséria, a desgraça, a fome, o roubo, a mentira, o engano?

Contra os Abrilistas, os comunistas e todos os outros chupistas que vivem à custa da ignorância e da inocência do povo, também eu tenho de gritar "até a voz me ficar rouca" que é escusado tentar esconder o Sol atrás da peneira, que os Soares, os Cunhal, os Almeidas, os Alegres, os Melo Antunes, os Rosa Coutinho, os Vasco Gonçalves e todos aqueles que atiraram Portugal para a lama, para o descrédito para a bancarrota que ficarão na história como a pior escumalha que veio ao mundo.

Democratas estes gajos, como diria Soares, com ele incluído, democratas que só pensam neles, nos seus interesses e nas suas fundações pagas com o dinheiro do Estado onde eles são parte, estes não são democratas de coisa nenhuma para além dos seus interesses. Estes democratas não passam de malabaristas da palavra.

Comparados com a honestidade de Salazar e Caetano, esta gentalha de barriga e carteira cheias nunca honraram o 25 de Abril ou a democracia, serviram-se de um e da outra como meios fáceis para esconder os seus próprios intentos.

Mas nunca enganaram os mais cultos; e por isso, alguns, menos escrupulosos, como não os podiam vencer se juntaram a eles e abancaram na repartição do que havia: aumentando salários, dividindo prebendas, compartilhando negócios ruinosos para o Estado e calando-se perante asneiras monumentais que acabaram por terminar neste arremedo de país que morre de fome, de tristeza e de desencanto.

A ingratidão, a infâmia, a ofensa vil e sórdida contra homens impolutos do regime anterior deu este resultado.

A ditadura militar iniciada em 28 de Maio de 1926 e totalmente assumida pelo General António Óscar Fragoso Carmona foi bem menos violenta e muito mais produtiva se considerarmos as circunstâncias em que recebeu o país das mãos da desgraçada e caótica Primeira República.

Estes, os da terceira República, que abocanharam um país organizado, totalmente seguro, sem desemprego, com 847 toneladas de ouro, cem milhões de contos em cofre, despesas totalmente pagas, com exceção das despesas correntes e escudo fortíssimo, transformaram, em poucos meses, um país progressivo num país de loucos, de corruptos e de falsários que esconderam ou rasgaram o que não queriam que se soubesse.

O breve bem-estar deveu-se à pesada herança e à entrada precipitada na União Europeia, que agora vem cobrar coiro e cabelo pela bondade da oferta.

Portugal está a morrer de pé. Portugueses, lancemos mão da inteligência e do trabalho. Portugal não merece que o abandonemos à morte ignominiosa a que está condenado. Salvemos Portugal.

25 de Abril igual a este, nunca mais.

C.S

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Sábado, 20 de Abril de 2013

Ninguém esteve contra o 25 de Abril

Quem esteve contra o 25 de Abril foram os militares e os comunistas.

Os militares porque abandalharam a sua própria dignidade e os comunistas porque subverteram instituições, apoderaram-se de casas, assaltaram herdades, ocuparam fábricas, perseguiram empresários e viraram o país de pernas-para-o-ar.

Quando os Vascos, os Otelos, os Melo Antunes, os Rosa Coutinho e a outra tropa fandanga, da mesma igualha permitiram a infiltração comunista e se sujeitaram às manobras do desprezível Cunhal ou foram ignorantes ou cúmplices da previsível destruição de Portugal.

É escusado o Vasco acusar outros quando ele sabe perfeitamente que Portugal está nesta miséria porque o 25 de Abril foi um falhanço total.

Só a Comunicação Social portuguesa, e os cantores do farrapo, a conseguiram manter com aspeto de liberdade democrática, quando a revolução do cravo foi a liberdade do erro grosseiro, da asneira, do roubo, do esbulho e da fome que o 25 de Abril trouxe.

Os progressos que houve, com revolução ou sem revolução, seriam idênticos em virtude do desenvolvimento mundial. 

Leiam-se os jornais estrangeiros da época. Todos consideraram Portugal, um manicómio em autogestão.

O outro Vasco, o maluco, além da linguagem inflamada e teórico de um comunismo primário, foi de uma insensatez difícil de compreender.

A democracia é o melhor regime do mundo quando não existem uns milhares de pançudos, que se governam, falando em democracia e com ordenados e reformas milionárias, enquanto o povo recebe miséria, piolhos e asco destes vendedores de democracia falsa e barata.

De todos os militares e de toda a cambada que por medo se calou e se colou à infâmia, ainda o mais honesto e incoerente, por falta de estrutura mental, é o Otelo que desde querer meter toda a gente no Campo Pequeno, sem perceber que estava a querer meter o pacote errado, até estar arrependido de ter feito uma revolução totalmente permitida por Marcelo Caetano que afirmou com todas as letras:

“Se as Forças Armadas, que são as fiadoras da integridade da Pátria, não quiserem continuar a guerra e entenderem tomar o poder para acabar com ela, eu de bom grado lho cederei.”

Embora o Otelo tenha fama de ser um artista, todos os outros pertencem à trupe teatral do "venha mais um aumento" porque senão a gente faz outra revolução e que se lixe o povo que já está habituado a alombar, a dar vivas e arrotos e a tirar cacanhas do nariz.

Viva o Vasco e os outros que não vão aos festejos Abrilescos! São todos uns heróis estes gajos, como diria o comparsa Soares.

C.S

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Quinta-feira, 18 de Abril de 2013

Estou preocupado com os EUA

O atentado em Boston é mais um aviso de que algo, muito sério, está para acontecer nos EUA.

Quando foi cometida a infâmia sobre a Líbia e sobre o Iraque alertei para o perigo destes ataques aos países árabes porque não se justificavam e porque a vindicta seria certa.

Como poderiam então os Estados ofendidos responder com a mesma força? Muito naturalmente, virando-a contra os atacantes tal como os boomerangs.

Como, de que maneira?

Usando toda a capacidade dos hackers. É mais barato a estes povos humilhados pagarem milhões a especialistas do que gastarem dinheiro em armamento se os piratas informáticos têm todas as possibilidades de entrarem a bordo de submarinos, de corvetas, de todos os aviões e outros mecanismos atacantes e os colocarem a disparar contra eles próprios sem ser possível que os pilotos consigam dominar os aparelhos.

Ao mesmo tempo podem paralisar todos os serviços em terra e provocar o caos desde as centrais elétricas aos serviços de água e a qualquer empresa.

A informática, que fez dar um salto enorme no progresso do mundo é a porta escancarada de qualquer país e o possível travão de outras guerras. É uma benéfica ou terrível arma invisível que pode ser comandada a dezenas de milhares de quilómetros de distância e em lugares de difícil descoberta.

O atentado de Boston, as cartas envenenadas e tudo o que aí vier não são mais do que chamadas de atenção para episódios que podem distrair os Estados Unidos da América para o verdadeiro perigo que correm.

A vergonha que sinto por ataques entre seres humanos é algo que me dá vontade de desaparecer ao sentir que a nossa evolução é limitadíssima e que em vez de estarmos unidos e pensar no bem-estar de todos ao implementar o ensino em todos os países do mundo, muitos Estados preferem gastar biliões de dólares em armamento para destruição julgando que isso lhes dá bom rendimento, respeito e o medo dos outros povos. Engano total. Hoje qualquer país se poderá defender desde que resolva apostar no estudo e na inteligência informática.  

Os cientistas já compreenderam que o poder do campo informático é ilimitado, não hesitarão em se servir dele. Os EUA devem pensar muitas vezes o que lhes poderá acontecer quando um submarino dos EUA, a propulsão nuclear, for bombardear terreno inimigo e, de repente se volte e bombardeie Washington ou Nova Iorque.

Pensem no assunto. Escrevi isto de maneira simples e tremendamente preocupado. Talvez assim todos entendam que a escolha de políticos cultos e sensatos deve ser sempre um ato sagrado para evitar que nem corruptos nem tipos sem escrúpulos sejam escolhidos para esses lugares.

C.S

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Quarta-feira, 17 de Abril de 2013

O desnorteado Jerónimo, os inúteis e a demagogia

Aquilo que preocupa o comuna Jerónimo, o Bloco e a comuna Verde, não é que Seguro e Passos salvem o país da demagogia dos palavrosos e desmiolados que enganam o povo. Aquilo que preocupa este ex-trabalhador, que trocou uma profissão digna por um parasitismo obsceno, o que o preocupa é que os outros inúteis sejam maiores que ele, que vive da demagogia e do bota-abaixo de tudo quanto seja a favor de Portugal. O Jerónimo sempre dançou pela cartilha do traidor Cunhal. Não tem a coragem do golpe de asa que o liberte da subserviência e da infâmia. 

Aquilo que preocupa o Jerónimo é que o Passos e o Seguro acabem com os 80 Deputados que o povo português paga a mais sem saber por alma de quem, quando se hesita em aumentar o ordenado mínimo a gente que trabalha e que grita que está farta de sustentar chulos.

Mas o Jerónimo não está sozinho nesta caminhada para o descalabro que os da sua igualha provocaram.

Há dias, o seu colega Soares dizia, não sei se do Governo, se dele, que estava moribundo. Se era do Governo, na verdade não está muito bem, e se falava dele também anda a bater com uma perna na outra. Mas ele esteve sempre assim. Foi sempre um moribundo impenitente que fez todas as asneiras que entendeu, mas que as sacudiu descaradamente para cima dos outros.

Com os comunas, o Soares, fez a Descolonização exemplar que rebentou com as famílias que regressaram à pressa das colónias e deixou que nos povos descolonizados fossem assassinados todos os flechas na Guiné, sem levantar um dedo, como a mortandade de quatrocentos mil angolanos civis, nas guerras que continuaram depois da independência.

Este eterno moribundo, que faço votos viva, para assistir à podridão da sua obra e da falsa Democracia de que se arroga para viver do engano, da desilusão e da miséria dos outros enquanto ele vive que nem um nababo.

O Soares continua a falar, a ordenar e a querer que o Seguro se enforque no laço que ele lhe lança.

Leia o Seguro o Rui Mateus ou siga as memórias do Salgado Zenha ou as calinadas contra quem defende Portugal em Bruxelas e verá que entre o Jerónimo comuna, este calino e os outros comunas a fingir de progressistas, não há diferença nenhuma; todos vivem como burgueses e capitalistas chupistas.

O Seguro e o Passos ainda são muito jovens. Tanto um como outro ou pensam bem o que estão a fazer ou então, parafraseando o pai do Primeiro-Ministro quando venceu as eleições, estão ambos codilhados e bem codilhados, porque aos citados bufarinheiros de enganos juntam-se os arrivistas no interior dos próprios Partidos que estão desejosos de ocupar as cadeiras do poder para aí cevarem todos os seus monstruosos apetites.

C.S

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Segunda-feira, 15 de Abril de 2013

Ao povo atiram-lhe um osso e comem-lhe a carne

A Comunicação Social vive da fachada e da ignorância. A Antena 1 abusa. É capaz de passar todos os noticiários da noite a insistir num assunto sem qualquer importância para preencher o espaço e tornar relevante o que o não é como o Portas faltar à posse de Ministros ou de Secretários de Estado. Não é importante que ele ou outros trabalhem, mas é essencial que estejam de corpo presente onde não fazem falta. É a fachada e a estupidez a funcionarem com total impunidade.

Quando o país está de pantanas e se continua a gastar luz, tempo, dinheiro e paciência com televisões e rádios do Estado abertas a tempo inteiro quando os privados têm serviço idêntico, é urgente que o Governo olhe para os gastos e os corte. Mas isso não interessa a comunistas e outros malabaristas que tendo-se aumentado como bem entenderam agora se mostram furiosos se lhes pedem moderação e decoro.

Oiça-se o Jerónimo e os Jerónimozinhos que abancados em S. Bento recebem dez vezes mais que o ordenado mínimo sem justificar o exagero, numa Assembleia onde abocanham 230 Deputados quando 150 seriam mais que suficientes. Mas nem comunas, nem bloquistas nem centristas querem perder as claques e os PS e do PSD permitem que a situação se perpetue porque não é democrático repor a verdade se for o povo a pagar.

A crise e a bancarrota onde os portugueses se sentam vem desde os dois primeiros anos do PREC quando comunistas incitaram ao roubo e à destruição do tecido produtivo português, ao mesmo tempo que a esquerda impunha a mais idiota e inocente Constituição do mundo. Isto por que estamos a passar vem de longe.

Ao povo, embalado nas facilidades, atiraram-lhe um osso e comeram-lhe a carne. De um momento para o outro todos viraram progressistas e malabaristas, nenhum pensou que o engano tinha de terminar algum dia.

Neste momento cada português deve ao estrangeiro mais de 18 mil euros, de um total de 180 mil milhões de euros. E tanto deve aquele que recebe por mês 450 euros como os políticos reformados com dez mil ou os amigos dos políticos que recebem 18 mil ou 50 mil. O povo, que é a maioria e ganha uma mixaria, deve o mesmo que os comunistas que o açulam mas que garantem com o berro e a demagogia as benesses da falsa democracia em que todos vivemos.

C.S

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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013

Um país de miseráveis mesquinhos e de ignorantes

Ouve-se um Ministro e um pateta alegre, leem-se jornais de coscuvilhices e rebotalho e vomita-se.

Portugal tornou-se um país de miseráveis, de intriguistas e de ignorantes que se rebolam de prazer por ninharias enquanto o povo rebenta de fome.

Não lhes interessa o essencial, interessa-lhes o que desvia a atenção do importante.

Por todo o mundo civilizado, quem sabe, mesmo não tendo andado nas Universidades tem direito a Diploma desde que profissionalmente seja competente, aqui pisa-se e humilha-se essa gente.

O ministro da tutela agarrou-se ao poder como uma ansiedade e voracidade maior do que as lapas. Só consegue enganar quem quer ser enganado: de falinhas mansas, graduado em matemática, mas não em vergonha pela falta de hombridade como tem tratado muitos problemas escolares é o protótipo do pífio fanfarrão que critica o cargo antes de lho entregarem e um lambe-botas depois de se sentir instalado. Ataca os que lhe são dependentes ou já não lhe podem fazer frente, bajula o Primeiro-Ministro.

O patete alegre é de um descaramento inimaginável. É o democrata chupador, o espia dos soldados em África e da sua denúncia. Foi o carrasco dos trabalhadores do jornal centenário "O Século". É a nobreza rasca de engates, o tipo emproado e de cabeça vazia.

A esta gente junta-se um jornal de indigentes que faz coro com estas virgens e aproveita para criticar Paulo Portas que já gastou em viagens 200 mil euros. Esqueceu-se de falar nos submarinos que o PS apalavrou e o Portas pagou. Só não diz que Portas faz as viagens para recuperar este país que, desde há 38 anos vive de mentiras, enganos e de euforia louca. Pouco lhe importaram os milhões que Soares gastou sem qualquer proveito.

Prefiro um Relvas, com todos os seus defeitos do que gente sem coluna vertebral e um jornal que vive do lodo, do chafurdo, do que há de mais abjeto para engordar as contas dos acionistas.

É tempo de todos os políticos e amigos protegidos pagarem as dívidas deste país. Uns, tirando da burra o que lá escondem, e os outros prescindido dos milhares de euros que recebem e passando todos a ganhar o ordenado mínimo nacional. Talvez assim, aprendam todos o que é a democracia e a verdadeira solidariedade, sem ninguém estar sujeito aos enganos constantes de quem abocanha o país e o tenta confundir através da palavra e da escrita.

C.S

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Segunda-feira, 1 de Abril de 2013

Um passo atrás, dois à frente

A RTP1 e a ANTENA 1 podem desempenhar um papel fundamental na minimização da crise em que estamos mergulhados.

O aproveitamento deste serviço público tem de ser ativado imediatamente para que o desespero seja compensado com o conhecimento, e parte da solução para as inquietações dos portugueses.

Embora muitos não acreditem, a cultura pode resolver as dificuldades da vida. Ela é a chave do progresso.

Falo da cultura do conhecimento, do saber e da cultura dos campos, do comércio e da indústria.

A RTP1 e a ANTENA1, como serviços públicos, são peças fundamentais para que isto aconteça.

No século anterior houve programas como o de Sousa Veloso que através de pequenas sugestões e apresentação do que mais avançado havia na técnica agrícola mundial, muitos milhares de portugueses conseguiram rentabilizar pequenas parcelas de terreno que estavam inaproveitados.

Havia programas sobre saúde que evitavam muitas idas escusadas aos médicos e aos dietistas.

Também a cultura intelectual não estava descurada. Artur Anselmo, João Coito, João Gaspar Simões e muitos outros fizeram programas interessantíssimos que conseguiam cativar um povo relapso ao estudo e à leitura e fazer com que os pais não descurassem a educação dos filhos.

Embora a propaganda do bota-abaixo sempre tenha acusado todos os Governos desde a monarquia até aos dias de hoje de terem descurado a educação, isso é um engano fácil de desmontar.

Na Primeira República o analfabetismo ainda superava os 75 por cento e no fim do Estado Novo quase 16 por cento.

A erradicação do analfabetismo será uma questão de poucos anos.

Dando um passo atrás e repisando os tempos de antena onde o ensino foi ministrado naturalmente, temos de dar dois passos em frente.

Comparados à Noruega e a outros países do norte da Europa onde já não há analfabetismo desde os finais do século XIX e em Portugal ainda persiste, é fundamental que deixe de existir.

Explico este desinteresse pelo estudo por dois motivos: pelo clima que, no norte, obriga os jovens a estarem fechados em casa muito tempo devido às condições atmosféricas. Aqui o sufoco de estar fechado em casa quando o tempo ameno é uma tentação para andar na rua, passear no campo ou à beira-mar desmotiva os mais vulneráveis ao calor, à preguiça e às tentações.

Isto faz dos portugueses um povo inventivo e que julga saber, mesmo sem aprender. O busílis é que, os que sabem mais, vivem muitíssimo melhor e impõem regras de conduta aos que sabem menos.

C.S

publicado por regalias às 07:13
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