Sábado, 31 de Agosto de 2013

Vá para fora cá dentro e o sadismo do Machado Vaz

Estou francamente preocupado com a insanidade de um tipo negro, Prémio Nobel da Paz, e do seu ventríloquo branco, um boçal inculto e aterrador na sua vacuidade e insanidade.

O negro quer experimentar novas armas e mostrar ao mundo que, no meio do emaranhado do belo casario de Damasco, ele é capaz de matar o Assad à vista de todo o mundo, e aterrorizar os países que julguem estar seguros.

Esperemos que alguém tenha a coragem de travar este bárbaro e ele não tenha a ousadia de atacar a Síria, como fez à próspera Líbia que agora vive da miséria e das convulsões que ele semeou, tal como o outro canibal fez ao Iraque e que, passados cerca de uma dezena de anos, continua a sangrar todos os dias num sofrimento impossível de imaginar.

Estes exemplos e as suas consequências deveriam fazer pensar o negro, já que o branco é assumidamente atrasado mental.

Fico por aqui, fazendo força para que estas duas bestas ou parem ou sejam paradas na sua arrogância, criminalidade e estupidez.

Aquilo que eu queria falar era sobre o "vá para fora cá dentro".

O burburinho que se fez e continua a fazer sobre a incitação para os jovens não irem para fora é de falta de visão e de indiferença, própria de quem não quer o progresso de Portugal porque, ou a ignorância não lhe deixa ver as vantagens ou o faz por maldade.

Hoje, Portugal não é só o território do Minho aos Açores. Ele alarga-se em 28 países. Desta maneira, os portugueses não saem cá de dentro, vão para outro ponto com os mesmos direitos e deveres a que a nossa Constituição nos baliza. Simplesmente, esta saída temporária alarga horizontes, afia as línguas nos outros países, que também são nossos, porque os 28 estão ligados pela União Europeia, aumenta conhecimentos e novos métodos organizativos.

Felizmente durmo pouco e, como acordei antes das três da manhã, comecei por ouvir o Júlio Machado Vaz e a Inês a falarem sobre um saudável sadismo masoquismo. Veio a seguir, na ANTENA1, o noticiário. Ouvi, nesse momento, que o preto Nobel e o branco mentecapto, sadicamente querem desfazer o Assad.

Se com o sadismo do Machado Vaz me identifiquei, com o sadismo do preto e do branco fiquei revoltadíssimo.

Felizmente ouvi a Leonor Beleza falar das vantagens de uma ida ao estrangeiro que, quanto a mim não o é, pelas razões antes aduzidas.

Estudar e trabalhar na Finlândia, na Alemanha ou na Holanda só pode trazer benefícios. Basta pensar no Barroso, no Damásio, no Álvaro, no Gaspar ou na Beleza para se compreender que esta gente aumentou as suas capacidades nos outros países onde o saber e a organização do trabalho são necessários para o progresso e para a saída da crise em que nos encontramos. E tudo isto sem dar um tiro ou ficar horrorizados pela selvajaria que passa pela cabeça do preto Nobel de fancaria e do branco imoral.

Se estes dois são o rebotalho do género humano, é essencial que os jovens estudem e trabalhem em países altamente avançados para compreenderem que a fraternidade humana é possível quando brancos e pretos têm a certeza que o respeito humano é fundamental para a felicidade e prosperidade dos povos.

C.S

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Quinta-feira, 29 de Agosto de 2013

Os frutos do desvario, das mentiras e da permissividade

Desgraçadamente esta terceira República começou sob o signo da canalhice. Custa-me aplicar termos fortes, mas tenho de o dizer. O assunto não pode ser tratado com paninhos quentes. Temos de fazer a catarse que devolva a verdade, doa a quem doer.

Há dois grandes culpados desta situação: os políticos e os militares.

Dos políticos, o verdadeiro monstro foi Álvaro Cunhal.

Para conseguir os seus abjetos fins: a descolonização rápida para impedir o referendo das populações teve de subornar e cativar os militares. Para conquistar votos e simpatia, o chefe do Partido Comunista teve de lançar o caos nas escolas, incitando à permissividade, e à libertinagem totais. Arregimentou a Comunicação Social, os cantores e artistas de teatro.

Esta é a base em que assenta o estado das grandes dificuldades porque Portugal está a passar.

O caos nas escolas, a difusão da mentira, as ocupações selvagens de casas, a destruição da indústria e do comércio, os assassinatos pontuais fizeram o resto.

A par de todas estas inacreditáveis ações, os primeiros Governos esbanjaram dinheiro a rodos. Elogiaram-se e condecoraram-se os gatunos e os criminosos, e denegriram-se as pessoas sérias que tinham dado a Portugal todo o seu saber e honestidade. E isto não parou nos dois anos loucos a seguir ao 25 de Abril, no chamado PREC, não, isto estendeu-se até 1984 quando a PJ desencadeou a "operação Orion" e prendeu os malfeitores, cujo chefe tinha sido o cérebro do 25 de Abril, o Otelo Saraiva de Carvalho, mais quarenta outros bandoleiros.

Otelo foi condenado a 15 anos de prisão e os outros a diversas penas. Mas nenhum as cumpriu na totalidade. Foram amnistiados e indultados.

Perante este conjunto de infâmias, os frutos dos desvarios tinham de ser pagos com grandes sacrifícios. É o que está a acontecer.

C.S

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Quarta-feira, 28 de Agosto de 2013

As ideias belicistas do PS e os anjos do Governo

A Roseira, verdadeiro canhão do PS, intima o Governo a que declare guerra de imediato a Bashar al-Assad, seja ele culpado de lançar armas químicas sobre o seu próprio povo ou não. Culpado ou não, Assad será sempre culpado.

Em vez do batalhão de socialistas se preocupar com o sofrimento do povo português e apontar as soluções viáveis, corretas e honestas para o mesmo, o PS procura motivos belicistas para enterrar mais os anjinhos deste Governo que corre a foguetes para agradar a gregos e a troianos.

Para a oposição vale tudo, menos lutar por Portugal e pelos portugueses. Foi assim, que a seráfica Assembleia da República, desde o seu começo, fez em 1976, 1977, 1978 e assim continuou com exceção de um só Deputado do CDS a votar, sistematicamente, contra ou a abster-se dos assuntos de países estrangeiros.

O desvario era tão cruel, que perante o tempo gasto sem qualquer utilidade, o Deputado, revoltado por um dos pretensos defensores do povo estar várias horas a falar, sem dizer nada, se levantou e pediu ao Presidente da Assembleia "para mandar calar aquela carraça do povo". O Dr. Teófilo Carvalho dos Santos, que era uma excelente pessoa, pediu ao Deputado para retirar a frase por ser vexatória. Perante a recusa do Deputado, o Presidente disse que ia fechar a Assembleia, caso não o fizesse, ao que o Deputado respondeu: "feche Vossa Excelência esta Assembleia e ficará na história. Ela não serve e nunca serviu o povo português." 

O que digo pode ser consultado nos Diários das Sessões, desse tempo. Hoje continuamos na mesma. E o aviso de há 36 anos do que poderia acontecer aí está.

Tenho esperança que nem o Governo nem os criminosos que atacaram o Iraque e a Líbia oiçam este incentivo, de coitados e de Piscos bem pagos, bem comidos e bem nutridos que não conseguem estar calados porque a palha lhes pica na barriga.

C.S  

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Terça-feira, 27 de Agosto de 2013

O Deputado exemplar e o Presidente da República

Um Deputado amarrotado, quase corcunda e bastante baboso acusa, levianamente, o Presidente da República por não ter publicitado o seu pesar pelas mortes dos valorosos e sempre sacrificados Bombeiros, devido ao desleixo das populações, Câmaras Municipais e diferentes organismos que têm as matas e as bermas dos caminhos e das estradas a seu cargo, acrescento eu. Mas isto, ao gotoso Deputado, não lhe interessa dizer.

O Semedo é mais pelo folclore, pela mentira encapotada, pelo passar do tempo, pelo passar da mão pelas costas dos gestores dizendo que não são eles que gastam em excesso. Tem razão Semedo. São os Deputados e outros que tais que recebem exageradamente. Se os Deputados cortarem os ordenados para metade e esse dinheiro for entregue à Cinemateca, os problemas ficam logo resolvidos. 

Continuo a afirmar: os Deputados devem ser pagos pelo trabalho apresentado.

Cavaco Silva, perdeu muito da afabilidade e da confiança que os portugueses depositavam nele. E tudo por causa de uma frase infeliz sobre as dificuldades a que o seu ordenado o obrigava.

Não pensou bem no que disse. Ninguém gostou e só mantém algum élan porque o Portugalex lhe dá um ar simpático no tratamento das brincadeiras em que o envolve.

Já me esquecia do estonteante Semedo e daquilo que me irritou pelo cinismo mostrado.

O Semedo é um incendiário profissional da política.

O Semedo devia estar junto dos outros 43 energúmenos que foram apanhados com as mãos no fogo.

Estas bestas humanas assassinam bombeiros, e queimam aquilo que também lhes faz falta. São ignorantes, incultos, são a escória da sociedade.

O Semedo tem um curso e insiste no erro por contumácia. Sabe que o Presidente contactou as Corporações de Bombeiros e os familiares das vítimas para demonstrar o seu pesar e a sua solidariedade, mas este Semedo continua a lançar achas neste país que arde por incúria e pela ignorância e demagogia dos políticos.

O Presidente quis ser mais discreto, mais humano. Se calhar, se colocasse as condolências no Facebook, o Semedo viria dizer que ele o que queria era fazer propaganda. Enfim, preso por ter Semedo, preso por não ter.

O Semedo, em vez de fazer algo de útil prefere o inútil, espelho dele e dos Blocos onde é magnata exemplar pela conta que saca em S. Bento, e por ser o iluminado gaguejador do bota-abaixo.

C.S

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Segunda-feira, 26 de Agosto de 2013

Portugueses esperam o milagre. Mas não há milagres

A quem acredita em milagres, posso dar a minha explicação de milagre.

O ser humano, carregado de energia, pode realizar milagres. O caso de Jesus Cristo é reconhecido. Em Portugal também houve quem fizesse milagres.

O Padre José Miguel, padre do Meimão e que repousa na sua terra natal, Soito - Sabugal, é um caso para ser estudado. Os milagres estão documentados e há centenas de pessoas que assistiram aos fenómenos.

Mas tanto Jesus Cristo, como o padre Miguel são homens de excecional energia. Através dela realizaram curas e outros fatos considerados impossíveis ao comum dos mortais.

O milagre de que hoje falamos, e que todos os portugueses esperam, tem de ser praticado no coletivo.

Se eles, Cristo ou padre Miguel, por um motivo desconhecido realizavam o que as suas mentes ordenavam ou as suas mãos tocavam, para que os portugueses saiam da tremenda situação em que se encontram têm de o fazer em conjunto e utilizar, dessa maneira, a energia reunida.

Só um trabalho interligado pode resolver a grave situação em que estamos envolvidos.

Portugal encontra-se em estado desesperado e os Partidos, e todas as classes partidárias em vez de estarem preocupados como o essencial, continuam a gastar tempo e dinheiro com assuntos de menor importância como se vivêssemos governados por crianças imbecis e o povo tenha de continuar paralisado à espera que a catástrofe se agrave sem nada poder fazer.

É urgente que todos os campos sejam semeados. Além dos produtos que daí advém e evitarão muitas das importações que nos sangram, defendem-nos dos fogos que nos comem gente, gado e florestas.

É urgente que as fábricas comecem a trabalhar, que o comércio prospere, que as Universidades se encham de alunos e produzam soluções com gente conhecedora, inteligente e honesta que saiba como se organiza um País, se compra e se vende no estrangeiro.

Os portugueses que esperam o milagre têm de ser eles próprios a realizá-lo. Os milagres individuais aparecem muito raramente e há-os, na verdade, independentemente das religiões. Em todas elas e sem elas há gente carregada de energia que realiza acontecimentos extraordinários. Da mesma maneira como aparecem seres com coeficientes de inteligência, QI, altíssima e sobre os quais falei num Blogue e num dia deste mês.

Temos de acreditar em nós já que os Partidos estão desacreditados.

Trabalho, trabalho, trabalho e organização, denunciando e ridicularizando os Partidos que se acusam uns aos outros, mas não apresentam soluções credíveis como se o fizessem para ali se eternizar, só para receberem os salários escandalosos extorquidos ao povo.

Não há milagres. Há força de vontade, há inteligência e há honestidade para aplicar e viver ao nível do povo, todo aquele que quer salvar o seu próprio povo. Fazer o contrário é mentir, é acanalhar a própria Democracia.

C.S

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Sábado, 24 de Agosto de 2013

O homem é um animal condenado à luxúria

As frequentes violações de mulheres na Índia estão a tornar-se banais e imparáveis. Todos os 20 minutos há uma violação por animais que atuam em bando e cheios de luxúria.

Agora foi uma fotojornalista, antes foi uma estudante, depois uma freira, duas meninas de 13 anos, outra jovem de 23 anos que acabou por falecer. É uma infâmia que este primata tem dificuldade em sacudir.

O homem é um animal imprevisível. Não me excluo. Sei o que me passa pela cabeça.

Ontem, ao ouvir uma lição de Biologia através da Internet, na Khan Academy, o professor, ao falar de um assunto diferente concluía: “como humanos não somos perfeitos”, acrescentei, para mim, nem santos.

O homem, em determinados momentos, tem grandes dificuldades em controlar a voracidade sexual. Eu dou a desculpa que somos empurrados pela Natureza para procriar e ter quem trate dela. E, cegos de vício: truca.

Depois procuro companhia: D. João V, o Príncipe Carlos, Eduardo VIII, Bill Clinton, Strauss-Kahn, etc. etc. etc.

D. João V teve várias amantes, de entre as quais sobressaem as freiras. Os meninos de Palhavã, foram reconhecidos pelo rei. Viveram, onde hoje é a embaixada de Espanha, em Palhavã.

Sobre este apetite, a rainha queixou-se ao confessor. Este garantiu à rainha que lhe iria passar um raspanete. O rei ouviu, calou e ordenou ao cozinheiro para, a partir daquele momento, dar ao confessor, a todas as refeições, galinha. Ao princípio tudo correu bem, mas depois de quatro meses de galinha, o confessor queixou-se ao rei que o cozinheiro só lhe dava galinha, ao que D. João V lhe respondeu: vê, nem sempre galinha nem sempre rainha. E virou-lhe as costas.

O príncipe Carlos foi outro exagerado. Primeiro, com muitas mulheres casadas. Quando casa com Diana, uma mulher bonita, elegante, simpática, continua a não resistir à fealdade que canta. Troca a beleza da jovem Diana por Camilla Parker-Bowles, mulher casada, depois divorciada, mas amada. O Carlos sai ao tio Eduardo VIII, outro mulherengo, que trocou o trono para casar com Wallis Simpson, mulher de vários maridos e muitos amantes. O sexo foi mais apetitoso do que governar milhões de ingleses e ter o maior Império do mundo.

Bill Clinton, um homem inteligentíssimo, não resistia a essas sereias de saias. Antes do grande escândalo, já tinha sido acusado de assédio sexual a Gennifer Flowers, mas escapou. Quando foi eleito Presidente dos estados Unidos volta a não resistir, mesmo sabendo o risco que corria. Foi apanhado com Monica Lewinsky, estagiária da Casa Branca. Clinton passou a maior vergonha que um homem pode suportar, mas perdoaram-lhe porque os Estados Unidos nunca tinham sido tão bem governados. Mais tarde Clinton teve um ataque de coração e passou mal. Estou convencido que foi por travar os impulsos…da natureza.

O ex-Presidente do FMI e candidato à Presidência da França vai àquilo que aparece. Uma camareira viu ali o seu futuro, denunciou o que tinha feito com ele. Cortou-lhe uma brilhante carreira política e de fogoso amante.

Tudo por culpa da natureza.

Os portugueses sempre agradeceram este “castigo” a que a Natureza condenou o homem.

Em 1511, Afonso de Albuquerque, ao serviço do Rei D. Manuel I, conhecendo os seus próprios instintos de bom selvagem, e com um filho bastardo, a quem deixou a Casa dos Bicos em Lisboa, onde hoje está a Fundação José Saramago, incentiva os casamentos mistos, em Goa. Desde esse momento, por todo o Império Português, as uniões e os casamentos passaram a ser naturais.

De todos os povos colonizadores, os portugueses foram sempre os mais amados.

A mistura do sangue português com o das outras raças orgulha-nos imenso. Sempre o fizemos por amor e…por causa da natureza.

C.S

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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013

O "Público" perfeito em dia de muito calor

Depois de um abanão, necessário para despertar os acomodados, o “Público” refrescou em 20 de Agosto.

A seguir ao Blogue matinal, e de mais umas folhas avulsas, descanso indo buscar os jornais ao quiosque da D. Henriqueta, que está sempre bem-disposta.

Começo pelo “Público”. Leio-o de fio-a-pavio. Ontem, quando acabei o prazer, enchi o peito. O “Público” saiu perfeito. Só um pequeno borrão, coisa da vanguarda demagógica e sopas de infeliz.

Se eu editasse o “Público”:

Não falaria em namorados, mas em amigos. Porquê publicitar relações que 90% da população mundial rejeita? Escrevia sobre o assunto, mas não salientaria as ligações.

A conversa com a jovem Marta Oliveira é um espanto. A Ana Cristina Pereira conseguiu um belo trabalho.

A análise política está com peso, conta e medida.

“A noite brilhando ao Sol” de Susana Moreira Marques, lê-se e pensa-se. Kitty não desiste da felicidade.

A informação geral é abundante, não exagerada.

O trabalho no campo e na indústria são motivadores.

Os pequenos grandes Smurfs equilibram as páginas e o tempo.

As leituras de Verão estão bem pensadas. Escolhi o Miguel Sousa Tavares.

A informação e os passatempos ajudam a selecionar as saídas e a dissipar as preocupações.

Futebol é futebol e há sempre os viciados dos golos sentados.

O Miguel Esteves Cardoso é de leitura obrigatória.

O Paulo Rangel mostrou que não deixa créditos por mãos alheias. Disseca ponto por ponto. Não há dúvidas na conclusão final.

O Ribeiro e Castro defendeu a sua dama, com muita inteligência. Mas há sempre quem não concorde com quem se agarra ao tacho, com unhas e dentes. E, por mais voltas que dê ao texto, mesmo com toda a argumentação fundamentada, “ninguém sai bem deste novelo”.

Miguel Mota e Miguel Tavares lêem-se sempre com agrado.

O “Público” pode tomar este jornal como paradigma.

As mulheres são um caso sério quando levam a tarefa a peito.

Há 24 anos que espero um jornal nestes moldes. É o “Público” perfeito, em dia de muito calor.

C.S

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Terça-feira, 20 de Agosto de 2013

Escola pobre, para indigentes socialistas

Ao ouvir o noticiário da Antena1 das 14 horas, eu ainda me admiro porque é que este país não está pior do que se encontra.

Como é possível que depois de quarenta anos desta pepineira de fachada democrática, ainda haja desgraçados tão incultos como aqueles que abundam no PS e no PC?

Acerca da Escola, aparece um tipo do PS, de nome Rui Santos, a dizer que o Governo quer criar uma escola pobre e para pobres.

Ó Rui, por causa dessa estúpida, mesquinha e demagógica ideia, foram destruídas as Escolas Comerciais e Industriais que foram verdadeiros motores do desenvolvimento português, a partir de 1950, e que deram dois ministros depois do 25 de Abril. Um ainda é vivo.

O Rui não pode dizer baboseiras, mesmo que lhe ordenem que as diga, caso contrário fica com a fama de idiota, ignorante e inquisidor tal como ficou o seu colega Rui Grácio por ter mandado queimar todos os livros que estavam nas Bibliotecas das Escolas e que desde 1953 tinham sido o estímulo para a leitura, trabalho e orientação dos jovens portugueses.

A estupidez e a infâmia tem limites. O Rui veja lá se estuda e se incita os seus colegas a fazerem o mesmo.

O indigente seguinte é do PC, desse não fixei o nome, aquilo é tudo a mesma seita, todos têm a mesma chapa, não vale a pena diferenciá-los. São números que papagueiam o que o papagaio de serviço ordena. Disse aquele indigente que o Governo queria tirar competências às chefias militares. O PC está, felizmente, a caminhar para o cântico final, apesar de continuar a enganar os trabalhadores dizendo que os defende. Ao tentar fazer o mesmo com as Chefias militares, estas já ficaram vacinadas com o paleio e a boçalidade das falácias comunistas. Falácia é a palavra que mais empregam. Acham que soa bem, mesmo que não enganem ninguém.

As Chefias Militares já vieram dizer que concordam com as medidas de concentração de serviços. O PC devia saber estar calado.

Por aqui ficamos com estes dois exemplares socialistas, de comunismo falacioso e de refugo.

C.S  

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Fogo queima a imaginação

Os portugueses têm de utilizar a imaginação para ultrapassar a crise.

Imaginação não é o que falta. Oiça-se o Jorge Jesus explicar as causas de qualquer derrota. O Sócrates ou o Passos não fariam melhor.

Se ouvirmos o chefe dos atletas que foram à Rússia, também ninguém o leva preso.

Dizer que todas as más prestações foram razoáveis e esperadas passa de ingenuidade a insensatez!

Vamos aos verdadeiros atletas.

Se há coisas que os portugueses têm são pernas. Carlos Lopes arrebatou ouro em Los Angeles. Rosa Mota fez o mesmo nos Olímpicos de Seoul.                                                                                           

Querem ser atletas? Treinem todos os dias. Não houve um ministro que aconselhou a ida para o estrangeiro para minimizar a crise? Os atletas podem fazer-lhe a vontade: saem de Lisboa e apontam o azimute para Estocolmo. Fazem quarenta quilómetros por dia. Passados 90 dias chegam ao destino. Para descansar arranjam emprego. Quando já têm o suficiente para as despesas regressam ao local de partida, outra vez a butes. Afinam os tempos, arranjam patrocinadores porque a Federação paga mal e ficam com uma pedalada que ninguém mais os bate.

Usain Bolt - Shelly – Ann Fraser- Pryce correm todos os dias. Por isso são campeões.

Nós, de garganta somos bons. Só não prestamos quando queremos encanar a perna à rã.

Até nas canções batemos no fundo. Bem se esforça um locutor matinal, que regouga, em levar um tipo que não sabe cantar a analisar as canções dos outros. É uma célula morta que mata o lugar onde trabalha.

Brincamos com aquilo que melhor temos: o fogo da imaginação.

Mas há gente para louvar. Na vila de Penamacor, os fogos não passam de fogueiras porque o Presidente da Câmara Municipal tem todos os anos um conjunto de atalaias que, sem gastarem calçado, estão nos pontos altos da terra, e, com binóculos, vigiam constantemente as centenas de hectares de terreno à sua volta.

Aquilo que, em escrita leve, tentei dizer é que a imaginação tanto resolve coisas simples como as outras mais complicadas. Basta querer. Dá muito gozo resolver aquilo que parece impossível.

Todos temos de ser muito melhores nestes ramos onde as pernas, os braços, a garganta e os olhos podem ser de tal modo espevitados que só não ganha medalhas, campeonatos ou evitamos os fogos, se em vez da imaginação para as desculpas, utilizarmos a imaginação para as vitórias.

Temos de impedir que o país soçobre. A TROIKA tem-nos cozido em lume brando. Não podemos deixar que arda por incapacidade, desleixo, desinteresse e estejamos à espera que o Governo, que não pode com uma gata pelo rabo, o faça por nós.

C.S

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Segunda-feira, 19 de Agosto de 2013

Gibraltinos e Oliventinos idêntica paixão

Depois da União Europeia e da tentativa da União global de todas as nações do mundo, as guerras, as guerrilhas e as picardias entre os governantes devia ser uma coisa do passado. Infelizmente não é.

O ser humano continua o animal incapaz de ultrapassar um determinado patamar e compreender que o mundo é uma criação genial entregue ao ser humano para sentir o amor e viver feliz em todos os continentes.

Isto que é tão simples de entender esbarra com nacionalismos que impedem os povos de viajar e trabalhar onde quiserem, dos países mais atrasados receberem os professores e os avanços da ciência e da técnica.

As desconsiderações entre o Governo Inglês e o Governo Espanhol não têm razão de existir.

Gibraltar foi entregue à Grã-Bretanha pelo Tratado de Utrecht como pagamento da Guerra de Sucessão Espanhola.

A Espanha pagou, mas nunca se conformou. O Generalíssimo Franco fez a vida negra aos gibraltinos. Se queriam sair do Rochedo tinham de o fazer por mar. As exceções eram raras e morosas.

A Grã-Bretanha já tentou resolver o problema fazendo referendos, mas os habitantes de Gibraltar têm votado sempre a favor da sua ligação a Londres. O impasse continua, e a Inglaterra tem de oferecer as melhores condições de vida a tão estrénuos amantes de sua majestade Britânica.

O lado perverso destas situações é que a Espanha ocupou pela força Olivença. Terra portuguesa.

Pelos Tratados de Badajoz e Madrid de 1801, a Espanha chama sua, a Olivença que é nossa. Eu digo é porque, pelo Tratado de Paris de 1814, esses Tratados foram anulados e devolvida a soberania de Olivença a Portugal.

A Espanha foi adiando a devolução até hoje. Por este motivo parece estranho que a Espanha reivindique o Rochedo que entregou aos Ingleses como forma de pagamento de uma dívida e não devolva Olivença que foi um esbulho violento feito a Portugal.

Não é minha intenção defender a devolução de Olivença a Portugal. Porquê? Porque os Oliventinos estão felizes, têm uma qualidade de vida excecional, a terra está bem tratada, os monumentos são respeitados.

Se reivindicássemos Olivença, os próprios Oliventinos recusariam a nossa saudade.

Os povos do mundo resumem-se a um, de várias cores, mas de cabeça e coração idênticos.

Porque havemos de matar a nossa vontade e os nossos sonhos, se a vida é tão curta e a terra é só uma?

C.S

publicado por regalias às 06:09
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