Sábado, 30 de Novembro de 2013

Portugal navega no desconhecido

Afonso IV (1325-1357) tinha um feitio muito diferente do pai. Fervia em pouca água. Mas era inteligente, amava o povo e a ordem.

Apoiado na Ordem de Cristo faz várias viagens às Canárias e a zonas do mundo desconhecido que só a Ordem detinha o segredo.

Em 1331 instituiu os juízes de fora, para que, qualquer julgamento fosse sempre justo.

Envolve-se em guerras com o genro, o rei de Castela porque este tratava mal a mulher, que era sua filha. Mas quando o genro lhe pede ajuda porque os árabes o levavam de vencida, vai socorrê-lo. D. Afonso IV enfrenta os poderosos reis de Marrocos e de Granada e destroça-os na batalha do Salado. Todas as riquezas, que deixam em campo, dá-as ao genro.

O português é assim. A bem dá a camisa, a mal discute e agride por um cêntimo.

A peste negra desertificou o país. O rei promulgou leis a reprimir a mendicidade e a ociosidade e recruta no estrangeiro colonos para o amanho das terras.

A sua impulsividade e a insistência dos seus conselheiros, Álvaro Gonçalves, Pêro Coelho, e Diogo Lopes Pacheco, em lhe mostrar o perigo de Portugal perder a independência porque o filho, D. Pedro vivia com Inês de Castro, de famílias nobres da Galiza e de Castela, e de quem tinha quatro filhos, fez que o rei autorizasse a morte, "triste e mesquinha" da bela Inês, que depois de morta foi rainha.

Sucedeu a Afonso IV, o filho D. Pedro I (1357-1367). Pouco tempo depois mandou desenterrar a bela Inês que tinha sido assassinada na Quinta das Lágrimas, em Coimbra, e levou-a, em cortejo, para o Mosteiro de Alcobaça onde já tinha preparado dois fabulosos túmulos. Para aqueles que lá não podem ir, aconselho a vê-los na página do Google.

D. Pedro manda procurar os brutos matadores. Mata-os com um ódio inaudito. A um tira o coração pelo peito e a outro pelas costas. Só escapou o Pacheco, cujos descendentes, ainda hoje, continuam a fazer política.

Os dez anos de reinado foram de paz, tristeza, saudade, desenvolvimento.

D. Pedro conseguiu fomentar a economia e a riqueza de Portugal.

Sucede a D. Pedro o filho D. Fernando (1367-1383). Envolve-se em guerras com Castela, sem necessidade. Despreza a filha do rei de Castela, com quem tinha prometido casar. Casa com uma mulher casada, D. Leonor Teles, o que irrita o povo. Apesar da inconstância amorosa era inteligente, trabalhador e bom administrador.

D. Fernando negoceia e firma a Aliança Luso-Britânica em junho de 1373. A mais antiga aliança do mundo.

Em 1375 instalou na Torre do Tombo o Arquivo Nacional Português. Foi-lhe dado este nome porque estava sediado numa das torres do Castelo de São Jorge, em Lisboa. Tombo ou tombar significa lançar em livro, inventariar, registar todos os documentos importantes. Hoje encontra-se num edifício da Cidade Universitária, construído de propósito para o efeito.

A marinha mercante teve um grande incremento. Cria a Companhia das Naus, que funciona como Companhia de Seguros.

Determinou, pela Lei das Sesmarias, que todas as terras fossem lavradas e cultivadas, quem não o fizesse era obrigado a deixá-las cultivar por outros. Aos agricultores com mais dificuldades era-lhes fornecido sementes e gado.

Os vadios e os falsos religiosos eram obrigados a trabalhar na agricultura.

Em 1383 Lisboa passa a ser iluminada com candeeiros de azeite.

Apesar das guerras insensatas, com estas medidas, fez que o País se autoabastecesse e houvesse mantimentos para todos.

As guerras e as disputas sem sentido sempre foram as grandes causadoras do sacrifício e da miséria dos povos.

C.S

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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013

Portugal, sem parasitas, evoluía

D. Sancho II foi um rei valente e corajoso. Alargou o território português, mas o seu Governo não teve pulso para aguentar a contestação daqueles que tinham muito mais do que o povo. O Papa colocou-se ao lado dos Bispos e dos nobres e entregou o Portugal a seu irmão Afonso que vivia em França.

D. Afonso III (1248-1279) veio cheio de força e disposto a pôr ordem na casa e alargá-la. Levou de vencida os mouros e acabou por conquistar definitivamente Faro, Albufeira, Loulé, Aljezur, Porches e Silves, para isso aproveitou a sua gente de armas e os fidalgos que o acolheram.

Dois anos depois de ter chegado desenvolve o comércio interno ao criar feiras e isentando-as de impostos. Fixa o preço dos produtos e proíbe a exportação de cereais e metais preciosos. Volta a fazer Inquirições. O clero e a nobreza queixam-se a Roma. D. Afonso III não se impressiona com as ameaças; tira-lhes aquilo que eles chamavam os direitos adquiridos.

D. Afonso III passa a residir em Lisboa e em 1255 a importância da cidade é tão grande que os serviços públicos são aí concentrados e passa a capital do reino.

Em 1267, pelo Tratado de Badajoz fixa com o rei de Castela, as fronteiras de Portugal.

O Papa excomunga D. Afonso III, porque este não lhe obedece. Esse gesto revela a força dos portugueses. D. Afonso III enfrenta o homem mais poderoso e mais respeitado da Europa.

Neste reinado nasceu em Lisboa Pedro Hispano que foi eleito Papa com o nome de João XXI (1276-1277). Faleceu de acidente.

A D. Afonso III sucede o filho, D. Dinis, (1279-1325), cuja cultura foi muito diferente dos antecessores. Em 1288 funda no Bairro de Alfama o Estudo Geral, o qual originará a Universidade de Lisboa.

Como a nossa língua era uma mistura de galego e de português, era chamada de Galaico-português, mas a língua evolui, é um corpo dinâmico, as palavras tomam formas diferentes e em 1296 D. Dinis opta pelo português como escrita oficial. Desde essa data até hoje as diferenças são bastante grandes e é por isso que aparecem os acordos Ortográficos para que a escrita e a fala tenham mais semelhanças.

Em 1297 ratifica o Tratado de Badajoz e, pelo Tratado de Alcanizes fixa definitivamente as fronteiras de Portugal. É por esse motivo que Portugal é considerado o país com as fronteiras estáveis há mais tempo na Europa.

A cultura, o estudo permanente e a ponderação fizeram de D. Dinis um rei excecional.

Quando da extinção da Ordem dos Templários e do assassinato do Grão – Mestre, Jacques Molay, D. Dinis consegue que muitos bens da Ordem dos Templários sejam transferidos para a Ordem de Cristo e foram mais tarde o suporte para os descobrimentos portugueses.

O País é tão bem orientado economicamente que em 1308 é organizada a marinha Portuguesa e D. Dinis faz, por três vezes, empréstimos vultuosos ao rei de Castela.

Éramos poucos, o território continental era o mesmo, mas não havia greves, nem parasitas. Todos trabalhavam, tinham cabeça e amavam Portugal.

C.S

 

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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2013

Portugal continua a crescer

D. Afonso Henriques (1111-1185), de quem falámos ontem, teve vários filhos, sucedeu-lhe D. Sancho I (1185-1211).

De início pensou alargar as fronteiras até ao Algarve. Conquista Alvor, Silves e Albufeira. Os árabes, logo que ele voltou costas, contra-atacaram e, além de perder estas conquistas, reconquistaram Alcácer do Sal, Palmela e Almada.

Isto acontecia assim porque, embora o território fosse pequeno, não havia gente suficiente para deixar na defesa e no trabalho dos lugares conquistados. Em virtude dessa situação, o monarca tentou que gente de todo o lado viesse habitar Portugal. Da França, da Flandres (zona da Bélgica e da Holanda) e de outros lados veio muita gente porque as ofertas eram tentadoras.

Por outro lado, esta certeza de que não podia vencer os árabes por falta de pessoas para segurar as conquistas faz que D. Sancho I se decida garantir o território que possui. Desloca-os para os lugares desabitados, junto aos limites do País.

Com esta política conseguiu estabilizar a área que possuía e apesar da peste, tremores de terra e as guerras iniciais deixou o País com pernas para andar.

Como nota acrescento: foi no reinado de D. Sancho I que nasceu o taumaturgo Santo António de Lisboa em 1195.

Sucedeu a D. Sancho I, o filho D. Afonso II.

A tarefa de Afonso II (1211-1223) não foi fácil. As irmãs, que possuíam imensas terras recusam-se a pagar impostos. O Papa Inocêncio III apoia as faltosas. O rei de Leão invade Portugal, mas é repelido.

D. Afonso II convoca as Cortes de Coimbra e aí estabelece as regras de governação para que não houvesse dúvidas que todos tinham de pagar: tantos os familiares como a Igreja. Manda de seguida fazer Inquirições e Confirmações para saber quem tinha direito a quê. Desta maneira muitas terras voltam à posse do rei e o Estado torna-se mais forte.

O ensino, a cultura científica e literária era, praticamente, monopólio da Igreja. Os analfabetos rondavam os 95 por cento da população. O rei faz sair a primeira Lei de Desamortização que proíbe às Ordens religiosas e aos mosteiros comprar bens fundiários (terras agrícolas).

D. Afonso II, em vez de correr atrás dos mouros, preferiu solidificar o território, travar a ganância do clero e dos fidalgos e aparece o primeiro livro para registo oficial de Diplomas régios.

Sucede-lhe o filho Sancho II (1223-1247). As tias continuam a não querer pagar contribuições, os Bispos e os fidalgos fazem o mesmo, aproveitam a juventude do rei para intrigar e desestabilizar.

Como pelas terras dos árabes as desavenças entre uns e outros deviam ser maiores, D. Sancho II aproveita a ocasião para lhes conquistar Moura, Serpa, Aljustrel, Mértola, Tavira, Cacela, Elvas. Portugal continua a crescer.

Mas os Bispos do Porto, Braga, Coimbra e Lisboa não desistem, queixam-se à Santa Sé. E, como naquele tempo o poder do Papa era imenso, D. Sancho II acaba por ser deposto.

A valentia e a coragem do rei contra os mouros, não a aplica contra os portugueses que teimavam em viver à custa do povo.

Ainda hoje isto se passa assim. Perante a fraqueza dos Governantes, os sabujos avançam e exigem, sem rebuço, o que a maioria do povo não tem. Eles é que não podem fazer sacrifícios nem perder mordomias.

Veja-se o caso do Mário Soares a apelar à violência, os sindicatos a invadirem os ministérios, o labrego inculto do Vasco Lourenço a encorajar o povo a correr com os governantes à paulada e o Otelo Saraiva de Carvalho, que foi o estratega da revolução e estratega de um bando de ladrões e de assassinos à frente das FP 25 de Abril, e por esse motivo condenado a quinze anos de prisão, mas amnistiado pelo camarada Soares, ameaçando com uma trupe de assassinos, ladrões e chantagistas, como se o povo, quando o tiram do sério, tenha medo de palhaços aos berros e armados.

C.S

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Quarta-feira, 27 de Novembro de 2013

Portugal, os rafeiros e a voz do dono

Por alguma razão Portugal foi o único país da Península Ibérica que ficou independente de Castela que absorveu todos os outros reinos.

Quem viaja pela Espanha verifica que o seu povo é muito diferente do português.

Várias vezes se tentou a união de Portugal e Espanha. Em nenhuma deu resultado. Umas vezes eram os reis portugueses que queriam a união, outras, os reis espanhóis, mas nunca deu certo. A maior experiência foi feita entre 1580 e 1640.

Quando morre D. Sebastião, Filipe II de Espanha declara-se herdeiro do trono português por ser filho da rainha Isabel, que era portuguesa, casada com Carlos V, imperador do Sacro Império e rei de Espanha.

Em 1 de Dezembro de 1640, os espanhóis são expulsos de Portugal, depois da ligação durar sessenta anos.

Na Guerra civil espanhola de 1936-1939, Salazar ajuda Franco porque os comunistas espanhóis tinham feito saber que invadiriam Portugal para o anexar a Espanha. Salazar que ainda se confrontava com a miséria da Primeira República vê-se obrigado a repartir o pouco que havia com os espanhóis para não arranjar um problema maior caso os comunistas vencessem. Aqui atrasa o desenvolvimento do País para que a independência não fosse posta em causa.

As diferenças entre Espanhóis e Portugueses são grandes e por isso a união Ibérica não resulta. Bons amigos sim, unidos nunca.

Em 1140 quando D. Afonso Henriques se declara rei de Portugal, a Península Ibérica ainda é ocupada na sua maior parte pelos mouros no centro e Sul. A Norte existiam reinos cristãos (Leão, Castela, Navarra, Aragão). Aquele de que D. Afonso Henriques se separa é o do reino de Leão de que fazia parte a Galiza.

O terreno que torna independente tinha sido um condado, o condado Portucalense, dado aos pais: Henrique de Borgonha (era francês) e a D. Teresa, filha do rei de Leão. O condado era hereditário, mas não era autónomo, tinha de prestar vassalagem (ficava dependente) do dono, o rei de Leão.

D. Afonso Henriques achou que não havia razão para estar dependente de ninguém pois ele é que teria de defender e alargar o território para expulsar os muçulmanos. Revoltou-se, venceu as batalhas contra os familiares que eram reis de Leão e Castela, sacudiu a dependência e mudou a capital do reino de Guimarães para Coimbra, que era então, praticamente, o limite do território.

A partir deste momento D. Afonso Henriques resolve alargar os seus domínios, até para sua segurança, pois pensou que enquanto tivesse os mouros pelas costas nunca poderia estar descansado. Na verdade aquilo que se ganhava num dia, perdia-se no outro. Conquista Santarém, Lisboa Sintra, Almada Palmela, Alcácer do Sal, Serpa Juromenha, Beja, Évora, Moura. Mas para contentar os mouros que estavam nessas populações ele concedia-lhes foral (carta régia que concedia privilégios às pessoas) ao dar-lhes os mesmos direitos que aos cristãos.

Em 1182, D. Afonso Henriques nomeia Julião Pais, chanceler-mor do reino ou seja primeiro-ministro. Sinal que a organização administrativa de Portugal lançou bases tão fortes que Portugal chegou até aos dias de hoje.

Também naquele tempo havia gente que pensava ser melhor Portugal estar ligado à Galiza, D. Afonso Henriques vê-se obrigado a lutar contra a mãe porque ela vivia com o fidalgo Galego Fernão Peres de Trava e isso ia obstar ao espírito independentista do jovem príncipe e de todos os portugueses que o seguiam.

Também hoje os portugueses se confrontam com a canalha que faz greves só por questões ideológicas sem se preocupar com os milhões de euros perdidos e das dificuldades que o resto do povo está a passar. Também eles querem obrigar a que estejamos dependentes de Bruxelas e das suas ordens, embora digam o contrário. Mas os seus atos ou revelam gente reles e inculta ou subservientes a um comunismo estúpido, que já deixou de existir nas nações evoluídas, mas que serve para sustentar Deputados, Comité Central e Sindicatos, que não passam de cães rafeiros que preferem pôr em causa a independência Nacional do que desobedecer à voz do dono.

C.S

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Terça-feira, 26 de Novembro de 2013

Portugal pode ser o país mais próspero da Europa

Com este clima, o mar, as montanhas, a afabilidade do povo, a comida excecional, o bom vinho, o bom queijo e o conjunto monumental que cobre o país de Norte a Sul só é pobre quem quer.

Portugal tem tudo, o que os outros países da Europa gostariam de ter, e não aproveita.

Antes do 25 de Abril, Portugal era um país de trabalhadores, que tinha recuperado Portugal da miséria em que a Primeira República o tinha deixado.

Depois de muito esforço e muito sacrifício, quando tudo estava organizado, veio do estrangeiro uma cambada de antipatriotas que enrolou os militares, empalmou o Governo e conseguiu fazer regressar os portugueses à desgraçada situação em que viveram entre 1910 e 1926.

Dois culpados, Soares e Cunhal, um sabujo; Melo Antunes, e muitos lacaios, dos quais se destaca Rosa Coutinho conseguiram que nos países descolonizados fossem mortos por fuzilamento os Flechas da Guiné e por guerras intestinas em Angola, Moçambique, Guiné e Timor mais de quatro milhões de inocentes.

Foi sempre isto que Salazar e Marcelo Caetano temeram; que a falta de quadros viesse originar o que acabou por acontecer.

Salazar tinha criado a Casa dos Estudantes do Império para ter uma elite tal como tinha acontecido no Estado da India, onde todos os postos principais da governação eram já ocupados por naturais do território.

Foi com receio que Goa, Damão e Diu se tornassem independentes e ali fosse criado um Estado que Nehru invadiu e ocupou aqueles territórios contrariando todas as disposições internacionais.

A amizade entre os portugueses e os indianos de Goa era tão grande que os portugueses ao terem sido feito prisioneiros, e ali acantonados, os habitantes de Goa sempre lhes levaram alimentos e outros confortos para que a prisão fosse mais suportável.

Estas notas vêm reforçar o carácter dos portugueses, a maneira natural como se dão com todos os povos.

Os das colónias portuguesas foram aqueles que, em comparação com as dos outros países menos exploraram essa gente e esses territórios. Por isso, desde o Brasil, a Timor a Cabo Verde, à Guiné, a Moçambique, a Angola, a S. Tomé e Príncipe, a Macau todos esse povos se amam como se todos partilhassem o mesmo território.

Esta maneira de ser e que espanta o mundo inteiro, porque não se encontra em mais parte nenhuma, faz de Portugal um país com potencialidades excecionais tanto no campo do turismo, como para vir a ser uma placa giratória para ligar os países do mundo.

Se no século XVI, Lisboa era a terra de muitas e desvairadas gentes que aqui vinham negociar e o seu porto se enchia de embarcações, também o século XXI pode ser o século dos Portugueses, se soubermos refletir em tudo quanto sabemos fazer e quanto temos para oferecer.

Portugal não é um país pobre, bem pelo contrário, pode ser o mais próspero da Europa.

C.S

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Segunda-feira, 25 de Novembro de 2013

Portugal tem de recuperar a sua identidade

Para ser um país credível na Europa e no mundo temos de ter os melhores professores desde o Jardim de Infância e do 1º ciclo do Básico.

Estes sete primeiros anos são fundamentais para a formação mental, moral e cívica dos jovens.

Os professores destes primeiros anos são a chave para reparar os danos causados pela loucura que devastou as escolas desde o 25 de Abril.

Os últimos quarenta anos mostram-nos como a destruição dos elementos fundamentais para a juventude: a ordem, a organização, a afetividade, a alegria e a confiança nos adultos são fundamentais para um percurso de sucesso. Sem bases sólidas, o ser humano não passa de um irracional.

Aquilo que aconteceu nestes últimos quarenta anos foram vinte anos de caos e libertinagem, sem que professores e governantes tivessem, já não digo a coragem, mas o bom senso de pôr fim à desgraça previsível.

Os outros vinte anos continuaram com sucessivas hesitações, onde cada um dava a sua ideia e os Governos, cataventos inseguros, querendo agradar a gregos e a troianos e sem que analistas e comentadores tivessem a ousadia de chamar os bois pelos nomes.

A grande maioria optou por se dizer da esquerda, mas vivendo e escondendo regalias escandalosas. É a grande esquerda, que de esquerda só tem o nome, mas não a prática dos ideais socialistas.

A direita continua a elogiar os que cometem os erros e os crimes. Acha que assim acalma a ignorância.

A esquerda e a direita elogiam porque parece mal não elogiar os tipos que falarem em liberdade e Democracia.

Várias vezes e em plena Assembleia da República afirmei que era muito mais livre em Portugal, nos anos sessenta do século passado, do que nos países democráticos e ricos da Europa.

Quando, cinco ou seis dias depois de estar no Parlamento, Vasco da Gama Fernandes me chamou para dizer que uma carta do tribunal de Tomar me convocava a julgamento, ele disse-me: “colega enquanto aqui estiver nunca será julgado, quando eu perguntar o que quer dizer, responda nada.”

Quando desci as escadas e me dirigia para a bancada pensei: “mas eu tenho de dizer a verdade”. E quando o simpático Vasco da Gama me perguntou se eu queria dizer alguma coisa. Respondi: quero sim. Vasco da Gama mudou de cor e perguntou de novo: “quer dizer alguma coisa?” A minha resposta foi a mesma: quero sim, senhor Presidente.

Vasco da Gama Fernandes, visivelmente incomodado, disse com ar contrariado: então faz favor.

Quando tomei a palavra e para ser sintético disse:

Senhor Presidente, senhores Deputados, antes do 25 de Abril escrevi e disse tudo quanto me apeteceu. Escrevi quatro livros e em jornais cortaram-me onze artigos. Nunca me aborreceram nem levaram a tribunal. Depois do 25 de Abril, com um artigo de alerta aos militares sobre o rumo que a Revolução estava a tomar levam-me a tribunal e sujeito a vários anos de cadeia. Gostaria de perguntar onde está a liberdade e a Democracia. Se antes do 25 de Abril, se depois do 25 de Abril? Os senhores Deputados são livres de votar como entenderem.

É pois aos professores dos mais jovens e na inteligência dos mais velhos que eu apelo, aos primeiros, às suas capacidades para a recuperação rápida da nossa identidade e aos segundos a serenidade suficiente para responder com firmeza aos que apelam à violência e à força.

O Governo, qualquer Governo, que esteja no poder, sabe que Bruxelas tanto lhe concede autorização para fazer as privatizações que entender como pode acabar com as Forças Militarizadas que não lhe façam falta e assim diminuir as despesas do Estado.

C.S

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Sábado, 23 de Novembro de 2013

Mário Soares lançou o rastilho, a CGTP aproveita

Os berros para desencadear a violência foram repetidos uma, duas, várias vezes e o conjunto de irracionais que ouvia batia palmas e ululava impropérios contra o Presidente da República sem se cansar de exteriorizar o histerismo mental.

Marcello Caetano, em carta enviada a um amigo dizia-lhe que o Soares devia escrever um livro com o título “Como se destrói um país”. É isso que ele não se tem cansado de fazer.

Mário Soares foi sempre uma fraude que a Comunicação Social e muitos videirinhos, sem coluna vertebral, continuam a dizer que não respondem à letra às suas bestialidades porque lhe têm um enorme respeito.

Respeito em quê? Na destruição de um País que era próspero e as pessoas viviam felizes e em segurança?  

Os ignorantes sentem-se confortados porque ele diz sempre o que querem ouvir.

É um demagogo que não teve qualquer estratégia de Governo, encheu a boca de Democracia, Democracia, Democracia. Mas a única Democracia que ele apregoa é a Democracia para os ricos como ele, que explorou o povo até ao tutano com os seus gastos milionários, viagens sumptuosas e imposições patéticas como as que fez ao Guterres quando lhe diz para não prosseguir a construção da Barragem do Coa, onde já estavam investidos centenas de milhares de contos.

Onde é que está a Democracia para o povo? Nos salários de fome, na vida miserável a que estão condenados, no desespero de um infame engano.

Mário Soares, filho de padre e de criada de pensão foi educado com o mimo dado pelo tonsurado e pela mãe que não sabendo mais do que as primeiras letras possuía a intuição feminina de mulher agradecida ao senhor prior que a tirou da vida, lhe montou casa, se despadrou e conseguiu ser ministro da Primeira República (1910-1926) que já estrebuchava, mas pagava bem a dedicação aos governantes, prendia o povo, enviava-o desterrado para as colónias ou deixava-o morrer nas valetas. O Soares tinha de sair enviesado.

O ex-padre Soares nunca mais se deu mal com os políticos. A Ditadura não o incomodou e, no Estado Novo, o Colégio Moderno garantiu-lhe o sustento da família.

O Mário aguçou o instinto, mais do que o esforço. O pai ensinou-lhe a pensar uma coisa e a dizer outra. O rapaz singrou pachorrentamente no meio da garotada.

Nos anos da juventude teve um mestre que o espicaça, Cunhal. A muito custo aprende alguns dogmas, mas como o esforço era demasiado, passado poucos anos desleixa-se e é expulso do bando. Mas ganhou o bicho da política. A sorte nunca o abandonou e quando chega o 25 de Abril arranja outro mestre que lhe faz todo o trabalho. Ele só tem que papaguear o que Almeida Santos lhe debita.

Sem Almeida Santos o Mário teria grande dificuldade em sobreviver aos erros cometidos.

Não tenho visto o Almeida Santos e o Mário também não o deve ter por perto e por isso este incitamento à violência, os insultos ao Presidente da República, a teimosia em querer mandar no PS porque acha que o Seguro é um incapaz, fazem do Mário um incendiário perigosíssimo para o povo.

O exemplo e as palavras do Mário incitam os boçais a palavras idênticas.

A CGTP que não sabia como fazer explodir uma nova Revolução, aproveitou o rastilho e anunciou que apoiada nos modelos do Mário e da polícia, que subiu as escadas sagradas e transgrediu regras, ela se prepara para fazer o mesmo.

Como o movimento que se Lixe a Troika segue o mesmo caminho e já tinha desrespeitado o Hino Nacional, cantando a Grândola enquanto a Bandeira Portuguesa subia no mastro, o povo deve estar preparado.

Agora até os militares fazem ameaças.

Tudo se conjuga para que este Inverno seja o mais quente dos últimos quarenta anos.

O Mário quando vir o cenário a arder talvez compreenda que fez burrice, que ultrapassou todos os limites, a menos que o Almeida Santos apareça in extremis e diga ao Mário para ter juízo.

C.S

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Sexta-feira, 22 de Novembro de 2013

Mário Soares demagogo na aula magna dos enganos

Apelando à violência, Mário Soares, reuniu à sua volta um dos capitães de Abril que fez a revolução por causa do Dec. 353/73, e dos vencimentos que pretendia receber, o inteligentíssimo Vasco Lourenço, que emparelhado com o glorioso Otelo Saraiva de Carvalho, o subtil estratega do 25 de Abril, o que foi chefe do poderoso COPCON que passava mandatos de captura em branco, o que ameaçava meter todos no Campo Pequeno, quase foi Presidente da República e, finalmente mostrou como é o brioso militar: capitão de assassinos e ladrões do Bando FP 25 de Abril. Foi condenado a 15 anos de cadeia e amnistiado pelo inconsciente Soares que graças à demagogia, à proteção da Comunicação Social e a toda a elite de peniqueira política e militar que montou o povo, teima em não deixar espantar o burro. Congrega centenas de néscios, de videirinhos e de gente sem um mínimo de decência, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa que aplaudiu freneticamente os apelos à violência do Soares, da Roseta e do inefável Pacheco Pereira que não resiste aos genes herdados no século XIV, quando da morte da infeliz Inês e da fuga do ancestral Pacheco transtornado, que fez descendentes transtornados.

O Mário estava bem rodeado. Gente fina, de milhões, de lixo obsceno e sem vergonha enfeitada.

E subiram ao palanque mentes brilhantes como o fadista Carlos do Carmo que de maneira afadistada e descarada não teve rebuço de apelidar o Presidente da República de inseguro e inculto, pelo que foi brindado por muitos e histéricos aplausos de todos os histriões que só ali foram para garantir que ninguém lhes tira os muitos milhões que embolsaram desde os alvores da gloriosa revolução até aos dias de hoje.

Mário Soares, o demagogo da sala dos enganos, só engana quem quer ser enganado e só junta a ele a sua igualha, a elite mais nobre da ralé do engano.

É por esse motivo que a Troika exige o pagamento ao cêntimo. Soma as parcelas e verifica os milhões:

Pesada herança deixada por Salazar e Marcelo Caetano

Mário Soares

Vasco Lourenço

Carlos do Carmo

Maria de Belém

Ferro Rodrigues

Pacheco Pereira

Pinto Ramalho

Alberto Martins

Mais os milhões de todos os outros amigos do Mário, os que mandam mensagens e os sem mensagens.

Mais todos os políticos a seguir ao 25 de Abril

Mais todos os Tenentes-Coronéis, Coronéis e Generais

Mais os milhões de todos os gestores das empresas do Estado

Mais 870 a 25 milhões, cada multimilionário nascido sem estratégia, a engano de Portugal e do Povo.

Total: Noventa mil milhões de euros.

Bem pode o Mário berrar, que as auditorias às contas têm de ser feitas para que a história não engane.

C.S

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Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

Mário Soares epígono da irracionalidade na Aula Magna

Mário Soares, o destruidor do Portugal próspero, sem desemprego, seguro, saudável e fraterno vai justificar a miséria em que o país se encontra, não por culpa dos seus erros primários ou da Constituição socialista que ele, os comunistas e o MFA obrigaram a votar, mas porque a garotada continua a querer salvar o país.

O povo vai poder assistir a, provavelmente, o último espetáculo do histrião, o funâmbulo ilusionista que conseguiu enganar o povo com duas palavras: liberdade e democracia. E o povo que já há muito tempo não via um palhaço que o soubesse divertir deixou-se embalar pelo Mário que amesquinhou a polícia e insultou a inteligência.

O Mário sabe que o povo ignorante aceita tudo, tem memória curta e o povo pensante aproveita a ocasião para montar o burro que já lhe fugia devido ao progresso e ao bem-estar em que os governantes o tinham colocado: sem desemprego, dinheiro suficiente para viver uma vida honesta, feliz e limpa, coisa que a Primeira República (1910-1926) onde o pai do Mário, o padre Soares tinha sido ministro e arranjado fortuna enquanto o povo vivia a mais imunda, fétida e miserável situação. Onde as prisões eram aos milhares e os mortos de fome às centenas.

O Mário aproveitou uma oportunidade inesperada e saltou sobre a presa indefesa com o seu camarada, tutor e mentor da perversão da juventude, o maior canalha que a terra ao mundo lançou, o asqueroso Cunhal.

Os dois, sem qualquer ideia positiva conseguiram destruir um País ordeiro e organizado, perante a apatia de quem tinha mudado o regime e a algazarra da vadiagem.

Deram ao desbarato as colónias sem se importarem com as consequências para os povos descolonizados à pressa e sem quaisquer regras. No total morreram milhões em Angola, Moçambique, Guiné e Timor porque nada foi decidido com ponderação.

Mário, o garoto imbecil e inconsciente, o facínora Cunhal, o infame Melo Antunes, coadjuvados por outros imbecis, de onde se destaca Rosa Coutinho e a indiferença de quem sempre viveu muito acima do povo simples e trabalhador.

Hoje, o Mário vai reunir na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, os últimos abencerragens dos que pouco se importam com o povo inculto desde que os seus interesses continuem salvaguardados.

Vamos ver até onde chega o despudor para o povo saber a quem sempre esteve entregue a destruição nacional e o porquê da situação miserável em que se encontra.

A resposta é simples porque os miseráveis sempre se juntaram para defender as suas mordomias sem se preocuparem com a miséria do povo.

C.S 

publicado por regalias às 05:29
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Terça-feira, 19 de Novembro de 2013

As greves dos ignorantes que morrem lentamente

Quanto é que ganham os chefes das centrais sindicais? Quanto ganham os capangas que incitam às greves e vão aos locais de trabalho impedir que trabalhadores em situação de vida difícil agravem os seus problemas?

É aqui que está a pergunta para saber como o trabalhador é sacrificado para que os chefes mantenham ordenados e regalias.

Também na Primeira República (1910-1926) isto se passou assim. Muitos dos desgraçados dos trabalhadores, que os sindicalistas diziam defender, morreram na miséria total.

Mas aos sindicalistas, nessa Primeira República Democrática, a sorte também não os favoreceu. A República era só Democrática no nome e a quase totalidade dos sindicalistas profissionais foram presos em condições de vida execráveis, outros deportados para Timor, para a Guiné, para Angola e por lá acabaram os dias.

Se a ignorância não fosse muita e a preguiça do saber não a acompanhasse, aconselhava os grevistas a estudar a Primeira República para conhecer o que lhes está destinado.

O problema na Primeira República, como nesta Terceira é que não há dinheiro para aceitar reivindicações. Mesmo que o Governo quisesse ceder, quem manda nele não deixa porque isso põe em causa a sustentabilidade de todo o país.

Isto é vergonhoso, mas é assim.

Quando a gorda Catarina, a esganiçada dos Verdes, o rouco do BE e os Deputados dos outros Partidos apoiam estas reivindicações e estas greves, então, por que é que esta bondosa gente não reduz o seu salário para um quarto e não o distribuem pelos trabalhadores?

A Primeira República acabou por causa da miséria, dos milhares de prisioneiros, pelas muitas mortes e porque não havia dinheiro.

O País estava em bancarrota e a situação era muitíssimo mais grave do que é hoje.

E sabem porque é que o Dr. Oliveira Salazar aceitou o Ministério das Finanças, dois anos depois da Primeira República ter acabado? Porque os quatro ministros das Finanças anteriores não conseguiram resolver o gravíssimo problema que, mesmo com a Ditadura Militar, não teve solução.

O Ministro das Finanças, General Sinel de Cordes bem pediu que os outros países lhe valessem, mas a Sociedade das Nações, antecessora desta Troika que aqui está instalada, disse-lhe a mesma coisa que estes. “ Querem doze milhões de libras? Muito bem, emprestamos. Mas vamos para aí e governamos o país.

Sinel de Cordes deu por paus e por pedras e, como o Governo achou que era um vexame intolerável, não aceitou. O ministério passou para Vicente de Freitas que não tendo encontrado solução para as graves dificuldades que o país enfrentava o entregou a Salazar.

O resto da história é conhecida. Salazar conseguiu resolver todos os problemas, mas a ingratidão tem-se esforçado por ignorar e amesquinhar o seu trabalho, o progresso do país e a sua honestidade, o resultado das mentiras está à vista.

Os grevistas querem voltar à miséria da Primeira República e morrerem na valeta?

Digo-lhes com franqueza, Só me meto no assunto porque sou Português e amo Portugal e os portugueses tanto como aos meus filhos e muito mais do que a mim próprio.

C.S

publicado por regalias às 05:26
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