Quinta-feira, 31 de Julho de 2014

A subserviência da Europa aos Estados Unidos

Quaisquer outros países que não os Estados Unidos da América já teriam sido julgados pelos crimes de guerra cometidos no Iraque e na Líbia.

A subserviência dos Europeus aos Estados Unidos não tem qualquer justificação.

Nem os Estados Unidos são o cão de guarda nem a Europa é povoada por gente ignorante que não saiba que as guerras entre os povos acabam logo que os Governantes assim decidam.

Aquilo que acontece é que Obama, os Presidentes anteriores e os seus conselheiros pararam no tempo e tornaram-se incapazes de perceber que a sua indústria militar destrutiva, cada vez mais letal, tem os dias contados e devem pensar em a substituir por outra forma de rendimento como tem acontecido com o aperfeiçoamento das máquinas de guerra.

Os Estados sabem isso mas, como pensar custa muito, preferem matar a céu aberto e filmar os crimes para aos poucos endurecer os espetadores e os tornar insensíveis às barbaridades filmadas e apresentadas pelo próprio Presidente mesmo prevendo o choque de Hillary Clinton quando assistiu à morte em direto de outra besta humana, Bin Laden, que antes tinha sido amigo pessoal dos Presidentes americanos e armado por eles.

Quando o Bin Laden deixou de lhes servir mataram-no com requintes de bestas semelhantes.

Em vez de aprisionarem o Laden, o que seria normal, mataram-no para que ele não viesse cá para fora dar com a língua nos dentes e toda a gente ficasse a saber a desumanidade dos seus protetores, os quais lhe forneciam armas para as testar e conhecer os efeitos das mesmas antes de eles próprios as utilizarem no sítio onde o petróleo abunda.

O que está a suceder com esta subserviência aos americanos é o prelúdio de uma operação muito mais vasta e rendosa com a montagem, por toda a Europa das defesas capazes de proteger algumas cidades de hipotéticos ataques da Rússia. Mas muito mais do que isso é a venda deste armamento e a transformação da Europa num campo semelhante ao Israelita, com os invioláveis carros de combate que usam o sistema Trophy, sempre prontos para atacar quando Obama ou outro qualquer irracional comece a salivar como o cão de Pavlov (1849-1936), à vista da comida, que neste caso é o lucro. O reflexo condicionado é semelhante.

Este psiquismo patológico, a não ser tratado a tempo, pode acabar por incendiar todo o mundo, não haver vencidos nem vencedores e a população nem chegar a saber porque morreu tão estupidamente.

A única solução racional tem de partir de Merkel, de Hollande e dos líderes europeus que não devem baixar as calças mais do que o decoro permite até ao ponto crítico e fazer ver aos Estados Unidos que as guerras têm de acabar para bem de todos os povos a menos que todos tenham desistido de viver.

C.S

publicado por regalias às 05:15
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Quarta-feira, 30 de Julho de 2014

Invertebrados sem ética dão lições de moral

A entrada na CPLP da Guiné Equatorial tem dado origem a um chorrilho de comentários que revelam bem a maneira como os invertebrados do novo-riquismo português defendem uma pseudomoral sem se importar com as enormes dificuldades por que o povo está a passar.

Trinta novos-ricos do Partido Socialista mais os artistas do Bloco juntam-se aos alarves inconscientes que atacam a CPLP porque acolhe na Comunidade de Língua Portuguesa um país onde existe a pena de morte, mas bajulam países como os Estados Unidos onde ela realmente existe há muitos mais anos e são culpados dos crimes monstruosos cometidos no Iraque e na Líbia onde assassinaram, este é o termo, mais de novecentos mil inocentes tendo como única finalidade o roubo do petróleo.

Tanto o Iraque como a Líbia continuam diariamente a repercutir a situação que estes serôdios socialistas e toda a cambada, que cheia de dinheiro, pouco se importa que o povo morra de fome desde que eles encham os bolsos.

Os camafeus socialistas, uma gorda e outra magra, mas ambas horríveis de fealdade e sedentas de protagonismo ao atacarem Obiang e a Guiné Equatorial atacam o Povo Português porque o limitam, não querem que ele usufrua do trabalho e das suas vantagens nesse país mas não se importam que ele vá engordar outros países a quem os direitos humanos pouco lhes dizem quando os seus interesses os sobrepõem.

Que grandes democratas e que grandes democracias de morte e de ódio aos países árabes!

Chego à conclusão que para Socialistas, Bloquistas e para os quadrados importantes e bufões da Quadratura do Circulo aquilo que interessa é o fingimento e o engano. A mentira para enrolar o povo está-lhes na ganância e na ética sem qualquer moral que apregoam.

Uns porque são africanos e têm a pena de morte, que é condenável, não podem desenvolver os seus países, outros com pena de morte e com bombardeiros que chacinam de cada vez que lançam a metralha sobre as populações são aplaudidos e louvados. Que grandes safados!

Eu perco a cabeça com estas situações.

Preparava-me para escrever sobre os novos Comissários para a União Europeia e demonstrar que Maria João Rodrigues é sem dúvida a pessoa mais indicada para o lugar.

Maria João além de estar há muitos anos no Parlamento Europeu tem mostrado ser uma mulher inteligente, trabalhadora e honesta.

Os outros candidatos têm muito que fazer em Portugal. Este Governo está cansado e o que quer é largar o barco, mas não vislumbro nos socialistas uma única ideia válida que possa garantir ao povo melhoria de situação.

A leviandade como os dois candidatos se enfrentam e a fraca credibilidade que o povo lhes concede não augura nada de bom para o futuro de Portugal.

C.S

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Terça-feira, 29 de Julho de 2014

Vivemos num mundo de loucos e de malfeitores

O prazer de saber, de conhecer profundamente o mundo e o que nele existe dá-nos uma alegria imensa na parte agradável que podemos usufruir, mas também um choque terrível pelo absurdo com que muitas vezes nos deparamos.

Todos os dias vivemos a morte da inteligência, o desespero pela impotência de não tornar o ser humano mais racional e impedido de cometer crimes hediondos.

No Paquistão, potência nuclear e com 180 milhões de habitantes, os ataques por causas religiosas são frequentes.

No domingo, uma mulher e duas crianças foram mortas, aparentemente por causa de uma brincadeira fútil de um familiar sobre outra religião.

Aquilo que acontece no Paquistão sucede com frequência no mundo islâmico e não só por causa de deuses inventados. Há os que adoram pedras, outros macacos, outros, vacas. É um mundo habitado por loucos.

As perseguições aos judeus, acusados de terem matado Cristo, levaram quase à extinção todo o povo.

As perseguições na Inglaterra, na França, na Rússia, na Alemanha e em Espanha foram atrozes. Os Judeus só se salvam depois do Holocausto quando verificam que podem reverter a situação com bastante coragem, e sabendo utilizar os meios de Comunicação Social.

Neste momento assistimos ao genocídio do povo Palestiniano, mas por determinação dos seus líderes que assim querem mostrar ao mundo do que são capazes os judeus. E os judeus fazem-lhes a vontade, pouco se importando se matam mil ou cinquenta mil porque acham que têm razão na irracionalidade em que vive todo o mundo de malfeitores.

Às religiões que difundem a ideia de um Poder Superior, criador de tudo quanto existe juntaram-se as Seitas, cada uma inventando o deus à sua medida e dando a forma e o estilo que mais lhes interessa.

É infame que os Governos se escondam atrás das religiões. O Estado tem de ser laico e punir severamente quem aproveite a religião para cometer os mais execrandos crimes.

É miserável não só provocar as guerras como fez o Bush, e o Tony Blair, (convertido ao catolicismo para ter o perdão garantido com uma hóstia e um Padre Nosso) no Iraque; e Obama, Sarkozy e Cameron na Líbia sabendo que a seguir continuará o massacre entre as diferentes seitas religiosas.

No Paquistão bastou uma blasfémia para se cometer um crime hediondo. Mas uma blasfémia sobre quê? Sobre que Poder, se ninguém o conhece? Mas se fosse na verdade o Deus que o herege tivesse ofendido, o Deus tinha-lhe perdoado porque lá diz o ditado: vozes de burro não chegam ao Céu.

O extermínio do povo Palestiniano, que estamos a assistir em Gaza e em direto já aconteceu com o povo Bosquímano às mãos dos colonizadores Holandeses e Franceses e continua a acontecer sem ninguém se preocupar com este povo afável e que fala a língua dos pássaros.

C.S

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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Países com altas taxas de crescimento económico

Portugal entre os anos 60 e 70 do século passado era dos países mais felizes do mundo.

A alegria no trabalho, a boa disposição, a afabilidade como os jovens eram tratados tornava cada Português um ser único no mundo.

Mas esta característica foi notada a partir de 1940 quando se dá a Exposição do Mundo Português e aumentou em 1941 quando começam a chegar a Portugal levas de refugiados que fugiam das purgas e da Segunda Guerra Mundial.

Esta situação é relatada, pelos estrangeiros aqui refugiados, em muitos escritos da época.

Portugal, que poucos anos antes era um país de gente triste e desolada, pelo sofrimento que tinha passado na Primeira República, 1910-1926, quase acaba, no contexto Europeu, por Alves dos Reis, em 1925, ter despoletado uma enorme burla, que agravou a desconfiança dos outros países e apressou o fim da Primeira República em 28 de Maio de 1926.

Salazar quando dois anos depois em 1928 entra para o Governo como ministro das finanças acusou a casa Waterlow & Sons de culpabilidade no caso por ter imprimido 200 mil notas de 500 escudos.

Em 1929 é criada a Caixa Geral de Aposentações.

Em 1932, já com Salazar em Primeiro-Ministro (Presidente do Conselho) a Waterlow foi condenada. Pagou integralmente. Salazar mandou que todos aqueles que tinham recebido notas falsas como verdadeiras as pudessem trocar ou receber o valor das notas já entregues.

A partir da Constituição de 1933, o país apontava definitivamente o rumo do progresso. Neste ano são criados os Seguros Sociais para os trabalhadores da indústria, comércio e serviços para os proteger na velhice, invalidez e doença. Era o caminho para o Estado-Providência, que resultou no corporativismo como sistema político-económico, de modo a combater a desigualdade de distribuição dos rendimentos.

Esta pequena resenha vem a propósito do estudo feito a 54 países por dois especialistas durante alguns anos e agora apresentado em que só três países cresceram 5 por cento ao ano: a Noruega, a Bélgica e Singapura.

Acrescenta o articulista que era o que precisávamos para resolver todos os nossos problemas.

Salazar que partiu do menos, menos zero consegue fazer o País progredir 6 por cento desde o início de meados dos anos 50 do século passado, faz todos os investimentos possíveis. Portugal só não progride mais porque a partir de meados dos anos 60 o desemprego é praticamente inexistente.

Em 1962 é publicada a Lei de Bases da Segurança Social. Mas sem gente não há progresso que avance.

Marcello Caetano tem esse problema e por isso os cofres se encontram com 847 toneladas de ouro e cem milhões de contos disponíveis quando se deu este desastrado 25 de Abril cujos políticos conseguiram delapidar quanto existia.

O povo voltou a estar triste e revoltado, mas também ajudou à festa.

C.S

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Domingo, 27 de Julho de 2014

Mentecaptos provocam as guerras e observam resultados

Fugir deste mundo de loucos é o que apetece. Mas para onde?

Por outro lado abandonar as populações a estes chacais sempre esfomeados, sempre com aparência sinistra, que pregam a moral e incendeiam a Primavera tornando-a violenta, demolidora e mortífera, é muito complicado.

Como é possível lutar contra estes vírus que se infiltram por todo o lado com a aparência de santos, a quem dão os prémios da Paz, da morte e da mistificação?

Quantos lápis são precisos gastar para convencer as humanas bestas a reparar os crimes cometidos?

Quantos computadores são precisos para lhes abrir as disformes cabeças que comandam o mundo e o arrastam para o abismo?

Como solucionar os conflitos quando por todos os lados o mundo arde de maneira bárbara, desumana, infame?

E quem são os incendiários? Os novos cavaleiros do Apocalipse? Não, as bestas do costume, saídos de países que eu pensava civilizados, sensatos, democráticos, incapazes de imitar o genocídio hitleriano. São muito piores porque atuam à vista de toda a gente e têm uma corja de salafrários na Comunicação Social, que ao arranjarem sempre desculpas para os crimes de quem lhes paga, inundam as pantalhas televisivas com as imagens forjadas mostrando as vítimas como os verdadeiros criminosos.

Esta guerra destrutiva recomeçou com a invasão do Iraque, a tentativa de incendiar todo o Norte de África, a destruição asquerosa de um dos países melhor organizados nesta zona, a Líbia, com os criminosos da NATO a matar inocentes aos milhares e a deixá-los morrer à míngua e atroz sofrimento em mar aberto e vigiado para que as ajudas não chegassem.

Estes coiotes depois de muito intrigarem na Ucrânia e na União Europeia, depois de terem conseguido despoletar o conflito tentaram incendiar ali o Inferno.

A NATO, várias vezes deu sinal que estava pronta a avançar, felizmente que a Rússia tem ao leme Putin que mostrou, sem qualquer alarde, que está pronto para um confronto a nível mundial se isso for necessário para preservar o povo Russo e para impedir que seja feito naquela região o que está a acontecer no Iraque, na Líbia, na Síria e na Palestina.

Teve a sensatez de fazer ver ao Ocidente o poder dos seus mísseis disparando um, como se fosse um teste, e avisou a NATO que naquele território não permitiria que cometesse monstruosos crimes iguais aos da Líbia.

Quando os jatos Ucranianos, iludidos pelos conselheiros ocidentais, quebraram as regras, um a um foram abatidos. Os chacais encolheram as unhas, mas continuam a uivar.

Verdadeiros mentecaptos, algumas destas bestas humanas que dirigem países.

Os seus atos podem fazer desaparecer Londres, Washington ou Paris.

Oxalá, tal não aconteça. Preciso de pensar em Portugal onde os camafeus políticos continuam primários e sem qualquer credibilidade. 

O povo olha com desconfiança tanta demagogia e tantas promessas de mais dois vendedores de banha de cobra.

C.S

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Sábado, 26 de Julho de 2014

Estudar não custa nada e dá imensas vantagens

A grave situação em que o país se encontra obriga os jovens a estudar.

É fundamental que o façam seja no ensino regular, como no vocacional ou em cursos que os levem a compreender o mundo em que vivem e o que é que os outros dizem sem serem enganados.

Os cursos são gratuitos e alguns pagam a quem quer aprender.

Por que é necessário estudar? Porque quem estuda entende com mais facilidade o que se lhe diz e sabe o que deve ou não fazer.

Sejam da Esquerda, da Direita, da Extrema-Esquerda ou da Extrema-Direita, sejam do Partido que quiserem, mas estudem.

E porquê? Porque depois é mais fácil fazer comparações sobre o que acontece e mudar ou não de opinião porque compreenderam que estavam errados naquele Partido e mudaram para outro.

Algumas pessoas fazem-no por oportunismo mas, mesmo esses, se não tivessem estudado não saberiam usar determinados momentos para mudar.

Isto acontece com muita gente. Só nos clubes de futebol é que ninguém muda de camisola.

Com a Política e com os empregos já não é assim. Quando aparece um emprego onde se ganha mais e seja mais condizente com aquilo que gostaríamos de fazer, mudamos. Com a política temos os políticos que mudam de camisa com facilidade, ou que vestem aquela que no momento lhes dá mais segurança. Ficou célebre Cunha Leal que mudava consoante o Partido que ganhasse.

Julgo que foi o jornal “Sempre-Fixe” que trouxe uma quadra exemplar sobre o inconstante Cunha Leal:

                                                       “Dizem os do Governo

                                                         Mais os da oposição

                                                         O Cunha pode ser Cunha

                                                         Mas  Leal, isso é que não.”

No nosso tempo vimos a Zita Seabra mudar-se do Partido Comunista para o Partido Social-Democrata. O Vital Moreira mudar-se do Partido Comunista para o Partido Socialista. O Freitas do Amaral mudar-se do Centro Democrático Social para o Partido Socialista. Todos estão felizes da vida, só o povo é que chupa por um caroço, porquê? Porque não estuda.

Só compreendem a verdade da vida, aqueles que estudam, os outros podem pensar que a compreendem, mas não compreendem e depois sofrem as consequências da sua teimosia.

Não acreditem naqueles que dizem que tanto ganha quem tem estudos como aquele que não tem. É mentira. Não vão na conversa.

Estudar não custa nada e dá imensas vantagens.

Faça o que lhe digo, mesmo que discorde das minhas ideias.

C.S

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2014

O Jornal de Angola, a CPLP e os falsários

Oiçam os comentadores da rádio e os escribas digitais para melhor compreender como se defendem interesses. Oiçam os quadrados da "Quadratura do Circulo" como se humilharam bestializando-se na conversa porque o dinheiro dos quatro juntos vale mais do que os de 200 trabalhadores a bater no duro.

Quanto mais têm mais batem no peito e nas teclas a dizer é meu, é meu.

O cinismo que veste estes falsários está na razão inversa da pobreza e da tristeza que inundou o país e que é visível nos rostos fechados e num vestuário de fraca qualidade.

Ao ouvir, ver e ler o que escrevem os beatos que, agarrados às saias da igreja, lhes paga a emissão e o chorrilho de impropérios contra os países da CPLP (comunidade de Países de Língua Portuguesa) por nela ter entrado a Guiné Equatorial a minha vontade é desmontar um a um estes frustrados farsantes.

São da Direita e da Esquerda com espichos de água benta.

Afirmam-se democratas, defendem a democracia que lhes enche os bolsos num país que tem um PIB de 24,130 mas onde, uns recebem 3,420 outros, os que trabalham no duro 5,820 e outros 40 mil, 60 mil, 70 mil e por aí adiante. São os PIB adulterados onde uns comem a galinha e os outros têm direito a uma asa. No fim chega-se à conclusão que todos comeram por igual.

Estes democratas fingidos revoltam-se porque as populações, através dos seus chefes, querem aderir a outras Comunidades onde possam beneficiar da cultura e do avanço social.

A Guiné Equatorial esteve ligada a Portugal entre os séculos XV e XVIII. Que direito têm estas aventesmas de tentar impedir que outros países se juntem à CPLP se nisso todos retiram vantagens?

Eu que andava a carrear matéria para saltar sobre o Jornal de Angola por causa de algumas afirmações ali expressas contra Portugal, devo aplaudir esta última zurzidela quando o jornalista se atira às elites estrábicas, ignorantes e corruptas da sociedade portuguesa.

Esta gente que vem para os jornais, rádios e televisões mostrar-se muito ofendida por a CPLP não ter o cuidado de salvaguardar os direitos dos seus povos à educação e ao desenvolvimento harmonioso, não se importa com os pobres, criados pela Abrilada, e que em Portugal haja crianças com fome.

A CPLP tenta proteger os direitos humanos ao juntar quem cumpre as suas regras e quem ainda tem falhas. Só assim é possível aprender e por isso o interesse da Guiné Equatorial em se juntar a esta Comunidade sem que os países sejam olhados com sobranceria, mas com a amizade e de braços abertos, como os portugueses sempre fizeram durante séculos.

Não é por acaso que países tão diversos como a Namíbia, o Japão, a Geórgia e a Turquia pediram para ser membros associados da Comunidade de Países de Língua Portuguesa. Também aí estão países como o Senegal e as ilhas Maurícias.

Regiões, como a Galiza, espera autorização do Estado Espanhol para se poder integrar.

Os falsários que se emocionam com os direitos humanos nuns países, não se importam que eles sejam violados noutros.

Que malandragem de sabidos e de ressabiados teremos de aturar durante quanto mais tempo?

C.S

publicado por regalias às 05:16
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2014

Pena de morte para a estupidez em Portugal

Os erros e as faltas de um país liberto são as mesmas de todos os países e de todo o ser humano.

Teodoro Obiang ao insistir na entrada na CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) não o faz por outro interesse que não seja o de entrar numa sociedade em que ele acredita que pode beneficiar o seu povo oferecendo-lhe instrumentos que o ajudarão a evoluir.

Todos sabemos como é difícil mudar de hábitos, mesmo indo para melhor. Isso ainda acontece em África e em menor escala nos países ocidentais. Como exemplo temos a quantidade dos sem-abrigo que recusam, mesmo em invernos rigorosos, dormir em albergues que têm à disposição.

Tal como os seráficos impolutos se insurgem contra a entrada da Guiné Equatorial, outros países querem fazer parte desta Comunidade.

A Namíbia, o Japão, a Turquia e a Geórgia já pediram para integrar a CPLP porque viram nesta associação as vantagens da parceria social e económica.

Perante algo que seria naturalíssimo, a Comunicação Social empurrada pela mão invisível daqueles que querem confundir para que os chorudos proventos das suas ações não sejam prejudicados pagam a jornais, rádios e televisões para que esgravatem tudo quanto possa condenar o regime de Teodoro Obiang. Aquilo que de mais grave o acusam é de manter a pena de morte. E é grave. Mas espante-se, todos que os ouvem: os Estados Unidos mantêm a pena de morte, ainda ontem um condenado esperneou durante duas horas depois de uma injeção letal que o devia matar em 10 minutos e dão-se ao desplante e ao crime de bombardear países, casos do Iraque e da Líbia, de matarem de uma só vez mais do que os 710 inocentes que os Israelitas mataram em 17 dias sem que a gordurosa Ana se insurja com o que acontece.

Quando oiço uma Lúcia de Sá criticar ou a Ana Gomes bufar contra o regime da Guiné Equatorial, sem que façam o mesmo pela pena de morte nos outros países revolta-se-me o estômago.

A Ana brada contra a má reputação de Teodoro Obiang. Será que já olhou para ela, para os Estados Unidos e para o mal que está a causar aos vários países da CPLP?

Quanto é que recebe a eurodeputada Ana Gomes no Parlamento Europeu? Com salário e alcavalas mais do que 40 trabalhadores a salário mínimo e que têm de sustentar mulher e filhos.

O que é que a Ana já fez por esta gente? Como quer que eles ganhem mais, se o Governo não manda nada e não tem dinheiro?

Se os mercados deixarem de emprestar dinheiro ao Governo Português, quem paga aos funcionários públicos? É por isso que, cada vez se acredita menos nos socialistas como a Ana que espalham as ilusões nos outros e impedem que os mercados se alarguem.

Declaremos a pena de morte contra a estupidez e a ganância dos políticos. Só assim o povo conseguirá viver e respirar de alívio.

C.S

publicado por regalias às 06:02
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Quarta-feira, 23 de Julho de 2014

Coniventes e corruptos na Comunicação Social

É frequente alguns jornais, rádios e televisões deturparem factos enquanto decorrem para fazer pender o apoio das populações para o lado que mais podem beneficiar quem lhes paga.

Foi assim na invasão do Iraque pelos Estados Unidos e pela Grã-Bretanha que foram uma verdadeira monstruosidade cujos efeitos ainda hoje se fazem sentir em sofrimento para as populações e destruição de um país e de uma sociedade organizada.

Foi assim com a Líbia onde um povo próspero foi arruinado pela ganância e infâmia do Sarkozy, do Cameron e do Prémio Nobel da paz, o confuso Obama, com a bênção protetora das bombas da NATO.

Tanto num caso como noutro, a Comunicação Social foi conivente.

Aquilo que está a acontecer na Palestina, Israel e no caso do avião da Malaysia vão ser outros acontecimentos para estudar.

É um erro grave pressionar a Rússia através das trombetas dos média.

Em Portugal aconteceu precisamente o mesmo depois do 25 de Abril, com raríssimas exceções.

A Comunicação Social e autênticos chulos da mentira, da hipocrisia e da ingratidão para com o regime anterior tornaram-se democratas de longa data, até os comunistas-fascistas vestiram a camisola para engordarem à custa de um povo que, ao apoiá-los, festejava a sua própria desgraça.

Bastaria ao povo folhear as revistas e os jornais na Internet através das hemerotecas, desde 1910 até aos dias de hoje para compreender a miséria do país entre 1910 e 1928, a estabilização entre 1928 e 1932, ano em que Salazar é nomeado Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro) e dá-se o desenvolvimento extraordinário de todo o País que saiu de uma Primeira República (1910-1926) totalmente devastado, com dezenas de milhares de pobres, descalços, esfarrapados, esfomeados, sem crédito externo e cerca de 75% de analfabetos, com a Grande Depressão provocada pelos Estados Unidos, com a Guerra Civil Espanhola, 1936-1939, que Salazar teve de ajudar para que Portugal não fosse engolido pela Espanha Republicana e comunista tal como eles tinham ameaçado caso vencessem.

Mal acabou a guerra em Espanha começa a II Guerra Mundial 1939-1945. Todos estes acontecimentos tiveram de ser geridos com muita sabedoria, cautela e inteligência ao mesmo tempo que tentava fazer que o povo tivesse confiança nele próprio, por esse motivo abriu escolas em todo o País, criou Escolas regimentais nos quartéis, lançou a Telescola. Os Liceus encheram-se de jovens. Quando deixou o Governo em 1968, o analfabetismo andava pelos 20%. Quando se deu o 25 de Abril com Marcello Caetano já rondaria os 17 ou 18%. Nestes quarenta anos da Abrilada, com toda a alta tecnologia disponível baixámos muito pouco para tanta vontade em vencer a ignorância. Devemos estar em 10 ou 11%.

Só o estudo impede que a verdade se transforme em mentira como pelos exemplos, sucintamente apresentados, se pode comprovar.

C.S

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Terça-feira, 22 de Julho de 2014

Os portugueses são seres excecionais

A afabilidade como são tratados os estrangeiros que nos visitam e aqueles com quem contactamos ou trabalhamos nos seus próprios países fazem que os portugueses sejam considerados seres excecionais em comparação com os outros povos.

Dotados de um conjunto de qualidades que os distinguem tais como intuição fora do normal, inteligência, trabalho, poder inventivo, os portugueses só não ultrapassam as suas dificuldades no seu próprio país quando se desinteressam, não estudam e tanto se importam que caiam para a direita como para a esquerda, que eles não estão para se ralar.

Os pobres e os ignorantes foram quem fez a riqueza dos demagogos. Eles serviram-lhes para espalhar as mentiras mais estúpidas e inacreditáveis.

Quem melhor entendeu o Povo Português foi Salazar. Bastaria só uma das suas frases para se perceber que, Salazar seguiu à risca essa ideia por mais que os ignorantes e os ingratos digam disparates:

“O Estado deve ser tão forte que não precise de ser violento”. Foi o que aconteceu. Sabia-se quem mandava. Hoje cada um faz o que entende e o povo é que sofre. Nunca sabe se tem trabalho ou se lhe pagam.

A PIDE funcionava mais pelo medo do que pela ação. Muitos PIDES foram julgados e castigados por exercerem pressões sobre os detidos.

Enganar o povo foi aquilo que desde o 25 de Abril tem sido feito. E isto acontece assim porque o povo, apesar de todas as suas qualidades, tem um defeito enorme: é invejoso. E a inveja oblitera-lhe o juízo. Em vez de pensar em si inveja os outros, perde tempo e confunde-se. Os Sindicatos e os Partidos tiraram sempre partido desta fraqueza, acirraram o povo primeiro, contra os patrões e as empresas. Quando destruíram uns e outras, sem pensar que estavam a pôr em causa o seu próprio ganha-pão, viraram-nos contra os latifundiários e roubaram-lhes as herdades sem as rentabilizar, mas sacando tudo quanto tinham.

As próprias cooperativas que criaram para que os preços fossem mais em conta faliram porque a desorganização e a inveja de uns sobre os outros destruiu o que eles pensaram que era deles por direito de uma esquerda que os incita ao roubo e que fala de ética, quando ela é amoral.

É nestas circunstâncias, e muito por causa da inveja, que ataca sempre os mais ignorantes e enche os frustrados de raiva, que Portugal há muito se encontra em falência.

A Comunicação Social tenta esconder os erros, que são impossíveis de esquecer porque muitos dos canalhas que destruíram Portugal ainda hoje insistem em fazer do povo burro e servir-se da sua ignorância.

Enquanto o povo não entender isto, continuará a ser a besta de carga.

C.S

publicado por regalias às 06:11
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