Sábado, 31 de Janeiro de 2015

O rebotalho continua os quatro Governos comunistas

Em 1974 e 1975, os comunistas iniciaram o descalabro de Portugal.

Os quatro Governos comunistas, II, III, IV e V foi o rastilho que o infame Cunhal e a ralé que o secundou atearam no País em grande progresso e honrado para se transformar num valhacouto de celerados loucos.

Enquanto com a proteção dos Governos comunistas puderam berrar como entenderam e roubar mais de um milhão e duzentos mil hectares de terras, ocupar casas e empresas os comunistas de ocasião viveram, gastaram e desbarataram o que havia para a sua própria segurança.

Nenhum dos Governos comunistas os avisou que estavam a cavar a sua própria ruina pois o desvario não podia continuar eternamente.

Os Governos da Europa, hesitantes e sem saber como proceder com um País que tinha sido dos mais fortes da Europa e com crédito ilimitado, viam-no em 1974-1975 como um manicómio em autogestão.

Se a ideologia comunista estava em declínio acentuado, os Governos comunistas portugueses mostraram à saciedade que a bestialidade da gente que o defendia, sem saber porquê e as consequências que daí adviriam teriam resultados catastróficos.

O 25 de Novembro de 1975 veio abrandar o desastre mas a Comunicação Social, os artistas, os pseudointelectuais, os sindicalistas e os vadios continuaram a saga mesmo com toda a gente a ver o cataclismo que iria cair sobre o povo, avisado por duas bancarrotas sucessivas e o país salvo pelos empréstimos por juros que atingiram os 35 por cento e pela entrada na União Europeia que descarregou milhões e milhões de euros que os sindicalistas apoiados pelos Governos de esquerda teimaram em desbaratar sempre com a afirmação que estavam a salvar os trabalhadores, mesmo daqueles que recebiam mais de três mil e quinhentos euros por mês.

Os Governos em vez de pararem com o caos resolveram ir adiando a panaceia. Deixaram esbanjar para que eles pudessem singrar sem grandes chatices e o resultado é este apesar de todas as medidas de contenção ou de austeridade para recuperar credibilidade e sustentabilidade.

Ouvi há pouco que dois milhões de pobres estão em situação desesperada e outros quinhentos mil para lá caminham, mas os sindicatos comandados por gente horrível de fealdade e malvadez, verdadeiro rebotalho de um povo, pouco se importam com os que morrem à fome e já anunciam greves para Fevereiro e Março.

Quem continuar a alinhar na conversa destes comunistas de bolso cheio e em vez de trabalharem fizerem greves também não poderão contar com a solidariedade de quem se esforça por salvar Portugal.

C.S

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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015

A dificuldade em governar Portugal pode ser explicada

Em dez milhões de habitantes há nove milhões e novecentos e noventa mil que sabem como governar Portugal.

Seja qual for a medida tomada, eles faziam sempre melhor.

Tomando três personagens que governaram como entenderam, mas a bem do povo encontramos:

D. Dinis, séculos XIII e XIV; Marquês Pombal, século XVIII; Salazar, século XX.

D. Dinis governou com amor. Apoiado pelo povo e Rainha Santa Isabel.

Marquês de Pombal governou pelo terror. Contra os nobres.

Salazar governou com inteligência e prudência.

Dinis juntou à sua grande cultura uma mulher paciente. Uma série de circunstâncias fez que emprestasse dinheiro ao poderoso rei de Castela.

O Marquês de Pombal, ministro de D. José, com pulso de ferro reergue Lisboa do Terramoto de 1755. A seguir persegue nobres: manda-os prender e matar, antes quebra-lhes braços e pernas. Aos jesuítas expulsa-os do reino. Eleva o Brasil a Vice-Reino como se de antemão soubesse que a ligação dos portugueses ao mundo faria que mais tarde lhes seria indiferente ter a capital em Lisboa ou no Rio de Janeiro. O ecumenismo português tornou-se evidente na miscigenação ou seja no cruzamento de raças diferentes.

Em todos os continentes o português amou indianas, africanas, chineses, etc. Para o português o amor foi sempre superior à política.

Apesar de tanta barbaridade, o Marquês desenvolve enormemente o País, tanto no campo do ensino como na indústria. Mas a população continuava diminuta, não chegava aos dois milhões e quinhentos mil.

Salazar que agradecia a Deus ter nascido pobre, talvez para lhe dar um maior entendimento das dificuldades do ser humano, conseguiu o impossível. Sem qualquer ajuda externa passa Portugal de país paupérrimo e miserável para um País em franco progresso usando a inteligência ao publicar democraticamente nos jornais e fazer ouvir nas rádios todas as medidas que tomava para salvar o País da hecatombe que tinha caído sobre Portugal nos dezasseis anos da Primeira República, 1910-1926.

Nestes últimos quarenta anos por incompetência, boicote, gastos exagerados, sofisticada demagogia e corrupção desenfreada o país que tinha em África dois dos países mais desenvolvidos daquele continente era um País rico apesar de continuar a desenvolver as colónias.

Portugal passou a um país de pedintes porque para lá das greves, a incompetência, boicote dos trabalhadores a outros trabalhadores enviando para o Tribunal de Contas dados errados impede que as escolas de Música não recebam os apoios combinados. E os grandes culpados são o Ministro da Educação e a Ministra da Justiça que assumem culpas sem as ter.

Assim vai o país do faz de conta, da incompetência e dos laparotos.

C.S

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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015

O 25 de Abril e a geração de medíocres e de videirinhos

A comparação entre o Estado Novo com uma plêiade de homens notáveis, um desenvolvimento extraordinário, apontado como exemplo pelo seu crescimento de mais de 6% ao ano e esta Terceira República de medíocres e de videirinhos que recebeu um País próspero, em grande progresso e seguro e passados quarenta anos regressaram à miséria da Primeira República, 1910-1926, sem nada que o justifique é algo de dramático.

O avanço nas descobertas digitais, os biliões recebidos, as facilidades de deslocação não foi sabido rentabilizar por gente que só se importou com as suas mordomias.

Bem se esforçam os impróprios mentais em continuar a enganar o povo com a incitação de músicas de resistência.

Mas nem o diário incitamento nem os prémios produzem algo de válido, como as primeiras roufenhas, idiotas cantigas sem ninguém lhes prestar atenção apesar da propaganda que lhes fizeram.

Os portugueses são um povo de grande imaginação e capacidades.

Apesar de não ter sido militar e ser contra tudo o que são armas e guerras devo confessar que ao exército português se deve muito o que é Portugal excluindo estes “heróis de fancaria” que Flor Pedroso tentou puxar para a ribalta e acabou por destapar todas as fraquezas destes coronéis da revolução que não ouviram as vozes da razão e muitos acabaram torcionários prendendo, espancando ou quase levando à morte pessoas por terem ficado presos meses sem julgamento e soltos sem acusação, mas transtornados como aconteceu a Goulart Nogueira, que conheci pessoalmente antes desta loucura e que era incapaz de fazer mal a uma mosca, sempre obcecado pelas letras e pelos seus poemas.

Ao exército português, não a este, se deve muito do que é Portugal, não só na sua defesa como na aprendizagem que os jovens ali adquiriam.

Logo que Salazar resolveu o problema financeiro ele compreendeu que a via mais rápida para recuperar Portugal, saído da miserável Primeira República seria através das Escolas Regimentais e das oficinas. Por um lado os mancebos eram obrigados a aprender a ler, a escrever e a organizar o seu trabalho. Eles iriam prover o funcionalismo público e minimizar o desemprego. Das oficinas saíram verdadeiros mestres que a CP absorvia e espantava as outras congéneres estrangeiras que enviavam estagiários para perceber como era possível a trabalhadores, sem curso superior, entenderem de imediato todos os segredos das máquinas.

Há uma explicação para isso, havia brio, coisa que hoje desapareceu.

Portugal definha a cada dia que passa porque o 25 de Abril criou uma geração de medíocres e de videirinhos que dizem a tudo que sim, recorrendo à lisonja para obterem o lugar mais rendoso de subserviência total e sem nunca se preocuparem com a situação do país e do povo.

C.S

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015

Médicos ou serventuários do Partido Comunista?

A preocupação com as grandes dificuldades dos portugueses faz que ainda durma menos do que já dormia e por isso ouvi, por acaso na Antena 1, por volta das 4h45, no programa Linha do Horizonte de José Carlos Trindade falar no Dr. Jorge Pinto, que aos oitenta anos continua a trabalhar nas Termas do Carvalhal, Castro D´Aire, com o mesmo prazer como o fazia quando de mula ou em cavalos visitava os doentes noite fora.

A comparação e a distância com os clínicos de hoje e especialmente com os sete do Garcia de Orta que se furtam ao trabalho logo que tenham oportunidade para reclamar mais regalias é abissal.

A degradação do carácter das classes mais elevadas e melhor pagas se é vexante para eles, não o é menos para os portugueses.

Aquilo que se passa no Hospital Garcia de Orta é de tal modo desonroso para a classe médica e para todos aqueles que escondendo a mão os defendem, que as palavras são poucas para mostrar o desagrado que estas situações causam.

O Ministro Paulo Macedo, em poucas palavras, disse tudo ao referir-se aos médicos que renunciaram aos cargos “O mais fácil é desistir de responsabilidades”, como quem diz: vocês exigem ganhar 20 vezes mais do que ordenado mínimo quando tudo é simples e fácil. Mal há um pequeno problema recusam-se a resolvê-lo. E em segundos solucionou o motivo das queixas.

Mas o Ministro sabe bem que estes médicos e os outros que apoiam todos os disparates comandados pelos judas do Partido Comunista é quem quer manter o descontentamento da população e a prejudique mesmo que minta a todas as horas.

A maneira de desmontar aquilo que acontece neste Hospital Garcia de Orta é verificar todos os utentes e os seus pedidos urgentes para entupir as urgências e quantos e quem são os que ocupam camas sem necessidade.

Sem papas-na-língua o Ministro desmontou o que está por detrás de tanta barulheira sabendo que além de ser um período de maior afluência de pacientes, também há inúmeras maneiras de lhe pôr termo.

O Garcia de Orta tem dezenas de médicos, uns de serviço aos doentes, outros na direção administrativa. Haveria sempre disponibilidade de deslocar médicos em caso de grande necessidade.

Com o país num sufoco constante por falta de dinheiro, querem os comunistas voltar ao roubo da paciência dos portugueses tal como aconteceu com o roubo das herdades e das casas nos quatro Governos Comunistas (II, III, IV e V)?

Os médicos não podem seguir o exemplo dos enfermeiros quando se recusaram a prestar assistência aos doentes da legionella. Se tivessem feito isso na Inglaterra teriam ido para o olho da rua e proibidos de trabalhar em centros hospitalares porque tinham posto em causa a deontologia profissional.

Os comunistas têm tornado a vida do povo num inferno e não se inibem de usar médicos e enfermeiros para atingir os seus abjetos fins.

C.S

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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015

A frugalidade dos gregos já não é o que era

O estudo da história grega foi durante muitos anos obrigatória em todos os Liceus e Escolas Comerciais e Industriais.

A Grécia estava dividida em cidades Estado, das quais se salientavam três, Atenas, Esparta e Tebas.

O número de habitantes e organização política fazia-as destacar dos outros povos.

Atenas salienta-se pela Democracia. Esparta pela frugalidade e preparação guerreira desde o nascimento até à morte.

Sugiro que leia a história da Grécia para entender as eleições gregas, a vitória do Syriza, partido de esquerda radical e imediata união aos Gregos Independentes de uma extrema-direita também radical.

Ao sermos confrontados com esta união de dois Partidos tão diferentes somos levados a pensar que o Syriza aquilo que pretendeu foi formar Governo rapidamente para poder começar conversações com Bruxelas a quem tem de prometer obediência total, se não quiser ficar sem dinheiro para pagar a milhares de funcionários públicos e menos dinheiro ainda para realizar importações de bens alimentares.

É certo que os habitantes de Esparta eram considerados tão frugais e capazes de passar dias sem comer ou alimentando-se pouquíssimo que talvez eles, conseguissem suportar as dificuldades que todos prognosticam, menos o Primeiro-Ministro Alexis Tsipras que funcionando à Sócrates acha que as dívidas não são para pagar, mas pelo sim, pelo não o melhor é convencer Bruxelas que tem um plano mágico para resolver as dificuldades.

Julgo que aquilo que ele vai pedir é uma moratória de longuíssimo prazo e a seguir convencer os gregos que têm de trabalhar de sol a sol, contentarem-se com aquilo que for fabricado e produzido na Grécia e espevitar o orgulho nacional de maneira a sentirem-se felizes numa terra que é interessantíssima.

Só nesta linha posso compreender que dois Partidos, como os agora coligados, estando nos antípodas um do outro se possam entender.

Em Portugal Salazar tentou unir todos os portugueses e conseguiu-o a noventa e cinco por cento, tendo no Governo e em Serviços estatais gente que se dizia de oposição, mas que a bem do País se deixavam de politiquices e cada um dava de si o seu melhor.

Oxalá o Syriza e os Independentes de Direita consigam a compreensão de todos os gregos e com a sua atitude sejam capazes de mostrar à Europa da Austeridade que há outras maneiras de Governar e fazer felizes os cidadãos.

C.S

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015

Cante alentejano é um hino à solidariedade

De todas as regiões do País, o Alentejo foi sempre aquela que mais carinho mereceu de todos os portugueses.

Salazar batizou-o de celeiro de Portugal. As campanhas do trigo e do centeio encheram as tulhas e o Alentejo contribuiu grandemente para a recuperação de Portugal depois de ter saído da desgraçada Primeira República, 1910-1926, em que a fome foi um flagelo devastador.

Portugal que era um país sem crédito teve no Alentejo uma das suas fontes de financiamento e de trabalho. Salazar quando da compra do navio Gonçalo Velho não se inibe de o declarar ao dizer a propósito deste evento: “Nós não teríamos ouro para pagamento imediato da nova esquadra se pelas campinas não houvessem lourejado, abundantes, as searas.”

É fundamental em cada época e segundo as circunstâncias saber tirar partido das capacidades e qualidades do povo português.

O Cante Alentejano ao ser reconhecido Património Cultural imaterial da Humanidade pode levar a todo o mundo um exemplo e uma mensagem de solidariedade.

Saber tirar da inteligência a resolução dos graves problemas é o desafio que se oferece ao ser humano. Os alentejanos fizeram-no.

Sem necessidade de qualquer instrumento, tirando partido da ideia e da voz, o alentejano fala do trabalho, dos dias que passam, os apelos, os desabafos sem lamentações ou choradeiras deprimentes.

O Cante Alentejano conseguiu dar ânimo, coragem e força para enfrentar todas as adversidades, mesmo quando o calor inclemente torra tudo à sua volta menos a vontade do Alentejano.

Até na comida o alentejano soube sempre tirar partido do pão e das ervas quando o tempo e as dificuldades os causticavam.

As açordas alentejanas são pratos divinais e feitas com uma simplicidade capaz de deixar de boca aberta os maiores cozinheiros do mundo e todos aqueles que chorando a fome não sabem aproveitar o pouco que a terra lhes oferece.

Quando em 1988 andei pela Europa a tentar compreender o papel das nossas embaixadas e a publicar no semanário “A Província” as entrevistas feitas aos embaixadores, na Bélgica encontrei um grande número de Alentejanos que se juntavam nas coletividades para acamaradar e fazer naqueles locais uns almoços que lhes matavam as saudades do Alentejo. Numa delas, a que eu tive pena de não poder de assistir porque tinha combinado almoçar e entrevistar o embaixador, eles estavam a preparar pezinhos de coentrada e sopa de tomate pois ia lá o Deputado José Ribeiro e Castro que eles adoravam pois era o único que os ouvia, lhes resolvia alguns problemas e gostava de acamaradar.

Ontem o Cante Alentejano foi ouvido no Centro Cultural de Belém. Tenho a certeza que Portugal encontrou nesta gente simples e de coração aberto os novos embaixadores de Portugal no mundo.

C.S

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Domingo, 25 de Janeiro de 2015

Privatizações e concessões por culpa dos grevistas

Os Sindicatos comandados por uma máfia que continua a esconder-se e deixa o ónus da infâmia para sindicalistas a quem prometem regalias caso consigam arrastar para a desgraça centenas ou milhares de ignorantes.

Os Sindicatos grevistas são os grandes culpados das Privatizações e das Concessões que o Governo se vê obrigado a fazer porque é impossível governar um país quando as paralisações são constantes.

Esta orientação foi deixada por Cunhal e Vasco Gonçalves nos quatro Governos Comunistas que desencadearam o PREC e deram começo à destruição de um País que tinha sido arrancado da miséria da Democrática Primeira República e entregue a esta Terceira República rico, sem desemprego e seguro.

Estas seitas esquerdistas têm enganado continuamente o povo. Aqueles que dentro delas tentaram acabar com a falta de escrúpulos e a infâmia tiveram de sair enojados pela escola de delinquentes que o Partido comunista estava a formar.

Gente inteligente como Pina Moura, Zita Seabra, Vital Moreira e muitos outros saíram de um Partido onde tinham entrado jovens porque julgavam que as loas apregoadas eram verdadeiras.

O imbecil Vasco Gonçalves que viveu e serviu o Estado Novo gritava contra a Ditadura, que foi imposta por Militares de que ele fazia parte e tinha intuído a ideia. Tanto é assim que, quando o Partido Comunista, que pela propaganda que a Comunicação fez pensar que seria o Partido mais votado.

Ao receber uns míseros 12,5 por cento de votos, o Vasco democrata, com genes de Ditador, veio logo ameaçar que não perderiam por via eleitoral, aquilo que tanto custou a conquistar ao povo Português. Nem se importou da flagrante contradição. O povo não lhes tinha dado o voto, mas ele é que sabia o que o povo devia fazer.

E foi um idiota destes e um infame como o Cunhal que conseguiram ludibriar os trabalhadores e fazer com que eles se tornassem ladrões de herdades, de casas e de tudo o que apanhassem à mão como foi a invasão, destruição e roubo da Embaixada espanhola que o Governo, para não arranjar problemas com a Espanha, teve que pagar, pedir desculpas e calar.

E o povo iludido, porque quer acreditar naquilo que mais benefícios lhe dá perde tudo e agora perde ainda os Serviços Públicos porque Portugal transformou-se num saco roto onde os trabalhadores desses serviços e os utentes são as grandes vítimas.

Não há Governo que consiga satisfazer as necessidades do povo se os trabalhadores deitarem o dinheiro fora como tem acontecido desde há quarenta anos a partir dos Governos Comunistas até aos dias de hoje.

C.S

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Sábado, 24 de Janeiro de 2015

Liberdade para néscios acreditarem nas mentiras

O 25 de Abril trouxe com ele toda a choldra que não sabendo o que diz e o que faz se junta às mentiras mais sórdidas e mais torpes inventadas pelos arrivistas acabados de chegar do estrangeiro e que aos berros de fascismo e Ditadura arrastaram a turba de ineptos e de outros parasitas do mesmo coturno para alcançarem os seus objetivos: trabalhar o menos possível e deitar a mão a tudo o que a tropa e os políticos comunistas e socialistas permitissem.

Cunhal elogiava todos os dias as liberdades que permitiam ocupar casas e roubar herdades. O Soares e o Partido Socialista não se atascaram nesta lama porque Cunhal, arrogante e estupidamente, correu com o Soares como se nunca o tivesse conhecido ou por tê-lo conhecido bem. Tinha sido seu professor no Colégio Moderno. Já sabia as capacidades do rapaz. E viu-se como ele lidou com a vergonhosa descolonização exemplar que, pela pressa, fez que depois da independência morressem milhões de inocentes, quando a Guerra colonial, que durou treze anos, contabilizou menos de nove mil.

A Liberdade do Cunhal e do Soares foi a grande mentira deste 25 de Abril.

Bastaram estes quarenta anos com dois milhões e quinhentos mil pobres para mais de noventa por cento dos portugueses verificarem que essa liberdade foi um embuste.

Mas esta Liberdade fictícia tem de ser defendida pelos quase oitenta mil multimilionários e com militares e políticos altamente pagos em comparação com a miséria de 515 euros que quatrocentos e cinquenta mil trabalhadores recebem, porque os outros dois milhões e quinhentos mil, com duzentos euros sobrevivem a pão-e-água.

Grande liberdade! Grandes libertadores que não mexeram uma palha para receberem um País com 847 toneladas de ouro, cem milhões de contos em cofre e contas certas em 41 anos de Estado Novo e cinco anos de Ditadura Militar até à Constituição de 1933, altura em que Oliveira Salazar foi Ministro das Finanças.

Bem tentam os néscios falar em Ditadura e em liberdade.

Só os ignorantes é que não são capazes de distinguir entre a Liberdade que havia no tempo de Salazar e Marcello Caetano e a Liberdade de agora e também a que existe no resto do mundo. Se tivessem capacidade para fazer esse paralelo verificariam que Portugal era muito mais livre e mais seguro do que os outros países.

Aconselho os iludidos a ler o relatório da "Comissão de Averiguação de Violências sobre presos sujeitos às autoridades militares" depois do 25 de Abril e verificarão onde começa esta liberdade que os simplórios apregoam.

C.S

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015

À barbaridade mais abjeta, a leviandade mais pateta

O lado mágico e trágico da Internet vem bem documentado na execução de uma jovem que por uma banalidade qualquer é acusada e julgada por uma besta e assassinada com um tiro na cabeça.

Isto que relato sucintamente é de uma violência e de uma barbaridade abjeta inqualificáveis e mostra bem a monstruosidade do ser humano quando a sua cultura não lhe dá para entender mais do que outros irracionais semelhantes lhe dizem acerca do bem e do mal que prolifera ao cimo da terra e que um deus sanguinário e cruel exige se faça.

É difícil compreender situações como esta que se repetem todos os dias, e aos milhares.

Deixando estes quadrupedes de patas levantadas para trás e sem mesmo os desculpar pelas atrocidades cometidas, aquilo que me espanta e revolta é que países altamente civilizados, com cultura de topo ainda não tenham compreendido que só o entendimento entre eles conseguirá travar a hecatombe Universal que se avizinha.

Refiro-me aos Estados Unidos da América e à Rússia.

Durante a Guerra Fria estava acordado entre ambos as áreas de influência, em que tanto um como outro não poderiam ultrapassar.

Que assistimos neste momento? Os Estados Unidos da América ultrapassaram todos os limites e pretendem impor aquilo que eles afirmam ser os direitos humanos de gente que sempre viveu ligada à União Soviética.

Com promessas mirabolantes a Ucrânia tem picado o anzol que a Europa, empurrada pelos Estados Unidos da América lhe dizem para lançar.

Aquilo que podia ser resolvido pacificamente entre famílias tem resultado em centenas de mortos e até um descuidado avião foi abatido com antigas armas da União Soviética para que os russos ficassem com a fama pelo erro cometido.

Onde quero chegar?

Que os Estados Unidos da América e os Russos, os Europeus e os Chineses têm de estar unidos e resolver com serenidade todos os problemas porque outros muito maiores e mais gravosos se desenrolam em regiões onde o ser humano não passa de um monte de esterco que eles tentarão lançar sobre todos os povos que hoje se julgam invulneráveis pela potencial atómica.

Erro grave. Enquanto as grandes potências estão distraídas e horrorizadas a ver decapitações em massa e assassínios corriqueiros, estes ignorantes pagam fortunas para que, com um computador e um hacker (pirata informático) com falta de dinheiro e escrúpulos destrua em segundos um avião, um porta-aviões e tudo quanto lhe for indicado para destruir.

Por que não pensam no assunto? Porque são animais como eles, ou a sobranceria lhes cega o entendimento?

C.S

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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015

O Papa Francisco pode fazer pior que os coelhos

Desde que os Papas perderam o dom da infalibilidade, começaram a destapar os mistérios e a falar de assuntos temporais..

Isto vai dar bronca ou dizendo de maneira mais simples: as igrejas vão dar com os burrinhos na água.

O Papa Francisco, que até conquistou muita simpatia pela simplicidade como encara os problemas humanos e os pretende resolver sem as fraldas do séquito eclesiástico, vai tropeçando aqui e além propondo-se cobrir com a sua larga saia o mundo dos pecadores.

Até o compreendo, mas se cobre de um lado descobre do outro porque ao tecido falta-lhe a elasticidade de Deus, que antes destas modernices computorizadas podia dizer e fazer o que entendesse. Agora escancaram até os mais pequenos buraquinhos que escandalizam uns, benzem-se contritos outros e alguns, poucos, gritam aleluia, aleluia que o enviado de Deus bate palmas a casais do mesmo sexo.

Assim está tudo explicado. O Papa Francisco reprova que o ser humano siga o preceito de Cristo no crescei e multiplicai-vos. Está também contra um cristianíssimo deputado do CDS que insistia que era preciso povoar o mundo que estava a ficar mirrado de gente.

A Deputada Natália Correia, abençoada com as fumarolas dos Açores e de imaginação divina, agarrou num lápis e escreveu:

 

Já que o coito – diz Morgado –

tem como fim cristalino,

preciso e imaculado

fazer menina ou menino;

 

e cada vez que o varão

sexual petisca manduca,

temos na procriação

prova que houve truca-truca.

 

Quando o santo Padre pisar Terras de Santa Maria, pois é homem que não resiste a viagens e multidões de cordeirinhos, passe pela Assembleia da República, leia o resto do poema, fale com o Coelho que nos Governa com austeridade, mas que não aconselha contenção no truca-truca.

A riqueza e a felicidade dos povos estão nas pessoas de sexo diferente que vivem e se multiplicam com prazer.

Veja, santo Padre, como muitos dos seus súbditos, padres e bispos, no desespero da contenção se transformam em pedófilos e pederastas.

C.S

publicado por regalias às 05:46
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