Sábado, 28 de Fevereiro de 2015

Proibido ser honesto e defender Portugal

Os portugueses são um povo muito complicado. Mesmo passando mal e queixando-se da situação dramática em que vivem arranjam sempre uma desculpa para aqueles que querem desculpar mesmo não sabendo por que o fazem e não ganhando nada com o assunto.

Quando António Costa, que eu sempre tenho criticado com acinte neste blogue, defendeu a melhoria da situação em Portugal apesar das dificuldades que ainda mais quatro quintos da população portuguesa está a passar, levantou-se imediatamente um coro de camaradas a recriminá-lo, tendo mesmo um deles prometido desfiliar-se do PS por se sentir envergonhado do Costa, que por uma vez procedeu bem e a favor de Portugal. Costa vê na contestação goradas as suas intenções de poder cativar uma potência estrangeira que trabalha, não se mete em confusões e investe acreditando em Portugal e nos portugueses.

O desfiliante pertence à casa do Soares que o Rui Mateus, camarada dos Barrosos e dos Soares, desmontou sem dó nem piedade, nos "Contos Proibidos" e o tráfico de influências.

Ao Soares Portugal deve muito do estado miserável em que se encontra. O Barroso nunca sentiu vergonha. Sente banha.

Arvorando a bandeira da Democracia, Soares é louvado pelos papalvos e pelos videirinhos que se encheram de dinheiro à conta de lhe baterem palmas e de louvaminharem o filho do padre Soares cujas homílias nunca deram de comer a ninguém, mas ficam no ouvido dos ignorantes e dos ocupantes de Governos e de Parlamentos.

Comparem os Governos democráticos dos Estados Unidos da América e da Inglaterra com a Democracia começada em Portugal em 1933 com a Constituição portuguesa e verificarão que Portugal sempre foi um país democrático, unicamente governado a favor de todos os Portugueses entre os anos de 1928 e 1974. Depois da Abrilada, o Cunhal, o Soares, o Vasco Gonçalves e toda a camarilha, de alguns milhares, comeram as papas na cabeça ao povo. Os outros seis ou sete dezenas de milhares que se juntaram a eles desgovernaram governando-se e fingindo que governavam.

Daqueles 600 portugueses que esconderam centenas de milhões de euros no banco HSBC na Suíça faltam os tais dezenas de milhares que têm as suas colossais fortunas guardadas por testas-de-ferro, gente em Portugal e em outros países.

O dinheiro e o ouro que Portugal possuía quando da falhada Revolução do 25 de Abril, mais os biliões de euros vindos da União Europeia foram gastos onde e de que maneira? A resposta é óbvia. Muitíssimos se abotoaram com o dinheiro e nada justifica a situação onde caímos.

Por uma vez estou com António Costa. É preciso acabar com a proibição de ser honesto e de defender Portugal. Se conseguir isso, mesmo que tenha de fazer uma rotação de 360 graus, não hesite porque este povo ficou taralhouco depois de ter sido encharcado com quarenta anos de voraz e sórdida demagogia.

C.S

publicado por regalias às 06:27
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015

A Europa vai rasgar pela França

Distraídos com todos os horrores que acontecem no Médio Oriente, Iraque, Síria e Líbia, a Europa começou a desguarnecer a sua segurança. Não falo em se armar, falo em estar atenta aos sinais que a democracia não vê por adormecimento.

As guerras, em pleno século XXI já não se justificam, mas foram precisamente os Ocidentais que julgando a Europa unida e consolidada permitiram que os Estados Unidos da América, através da insensatez dos seus últimos Presidentes e com a conivência da Inglaterra e da França lançaram o fogo ao Iraque, à Líbia e à Síria e por esse motivo são os verdadeiros culpados da criação do Estado Islâmico e das suas inacreditáveis atrocidades, sem que seja travado por quem estupidamente deu motivos para a sua existência e lhe despertou a cobiça pela Europa e a sua possível destruição, a ferro e fogo, já que também as zonas de influência de Russos e Americanos foram esquecidas por estes últimos.

Os crimes no Iraque na Síria e na Líbia são execráveis infâmias.

A partir desses momentos tudo se tornou incerto e muito grave.

Quando a França olha com displicência para o voo de drones sobre Instalações nucleares, bases de submarinos e sobre órgãos políticos, aquilo que pode suceder é que de repente se veja envolvida por bolas de fogo em várias regiões francesas e, quando lhes quiserem acudir já milhares de pacíficos cidadãos desapareceram na voragem das labaredas.

Este começo pode alastrar a toda a Europa tendo como uma das portas de entrada a Turquia que ainda não digeriu bem o desfazer do Império Otomano e se sente humilhada pelo desprezo que lhe foi votado por uma Europa que tem arranjado todas as desculpas para que ela não faça parte deste bolo Europeu que começa a apodrecer devido à amizade com o seu parceiro americano que ficou viciado em guerras e não sabe como se desfazer de todo o armamento que acumulou.

A França é o elo mais fraco desta Europa e é por aqui que ela vai partir.

A garotice de Sarkozy ao convencer outros dois insensatos a assaltar a Líbia fez que toda a margem sul do Mediterrâneo esteja disponível para ataques continuados e indefinidos.

Os dois Governos Líbios, com focos de terroristas aí instalados e que vão limpando os informadores ocidentais do que aí se está a passar, vão ser um quebra-cabeças para todos os Governos da Europa.

Esperemos que os Estados Unidos da América não acirrem mais o problema ao meterem-se numa Europa onde só deviam estar por questões comerciais.

Querer dominar o mundo é ter mais olhos que barriga e o Obama não tem estômago que aguente.

C.S

publicado por regalias às 06:32
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015

Portugal vive democraticamente na miséria

Quando dos Governos comunistas, II, III, IV e V em 1974 e 1975 Portugal foi considerado por todo o mundo “Um manicómio em autogestão”, ninguém pensaria que o país continuasse a bater no fundo da degradação e da miséria revoltante que encheu os que gritavam democracia e liberdade com milhões de contos e de euros e arrastou a maioria do povo para a incerteza e para o caos.

Acabei de ouvir que Bruxelas vai colocar o Orçamento Português sob vigilância apertada para que não derrape mais do que o permitido.

Bruxelas vai fazer inspeções periódicas e orientar as contas para ter a certeza que o povo terá pelo menos direito a um prato de sopa até 2020.

Quando nos lembramos que a Ditadura Militar, depois de dois anos de Governo, entre 1926-1928, com o povo sofrendo fome de cão e eles sem conseguirem resolver o problema porque os Militares que governavam o país não aceitavam um empréstimo da Sociedade das Nações que exigia ter aqui técnicos seus a dizer como se devia gastar o dinheiro, vemos hoje como os Governantes acham tudo natural sem se importar que os colegas Europeus os considerem tipos menores e de pouca confiança porque confundem Democracia com bandalheira e recebem de um lado para o deixar esbanjar noutro sem qualquer produtividade.

Os Ministros das Finanças Militares rejeitaram o vexame. Sinel de Cordes recusa a oferta de 12 milhões de Libras e, completamente abatido entrega o Ministério a José Vicente de Freitas que consegue que o General Óscar Carmona reúna todos os Ministros decidindo ir, juntamente com Duarte Pacheco, a Coimbra convencer Salazar a tomar conta da pasta.

Posto ao corrente dos gravíssimos problemas também lhe foi dito que poderia negociar com a Sociedade das Nações, embora duvidassem que eles cedessem nas exigências.

Salazar pensou uns dias no assunto, recusou também a ignomínia do empréstimo e quando lhe perguntaram como ia resolver a situação, respondeu com uma simples frase: “Todos os sacrifícios são necessários”.

Julgo, que por uma única vez, se serviu da Igreja para do púlpito os padres convencerem todos, pobres e ricos, a trabalharem os campos. A seguir através da Comunicação Social, ele próprio, reforçou a ideia:

“Digo aos católicos que o meu sacrifício me dá o direito de esperar que sejam, de entre todos os portugueses, os primeiros a pagar os sacrifícios que lhes peça e os últimos a pedir favores que eu não lhes posso fazer.”

“Peço confiança na minha inteligência e na minha honestidade”.

E o País começou a trabalhar, com tal afinco, que passados cinco anos Portugal passou de país miserável e sem crédito, a um País trabalhador, honrado e respeitado.

A partir das bancarrotas com Mário Soares o país perdeu a vergonha e já nem se importa que Bruxelas faça gato-sapato da ilustre Casa Lusitana.

Ao que chegámos!

C.S

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015

Falta talento para entender a juventude portuguesa

Em vez de talento, os mais conscientes pensam, que umas vezes por inveja e outras por falta de condições em absorver gente mais culta em trabalhos que não o exigiam fez que o sistema se mantivesse inoperante.

David Justino vem alertar que esta situação não se pode manter. Nos países de grande desenvolvimento não acontece o mesmo.

Os Governos portugueses foram avisados do que deviam fazer.

Portugal está ligado a mais 27 países onde todos os cidadãos portugueses podem viver e trabalhar tal como em Portugal.

O grave erro dos portugueses é ainda estarem mentalizados que a União Europeia a 28 é o estrangeiro. O português não sai para o estrangeiro. Vai trabalhar em território próprio. Ir para Paris, Berlim, Barcelona ou outras cidades da União Europeia é o mesmo que ir trabalhar para Faro, Castelo Branco, Bragança ou outro lugar português onde haja trabalho.

Foi por esse motivo que apareceram “As Novas Oportunidades” que tanta contestação causou em quem não lhes compreendeu a finalidade.

A inveja, fruto da ignorância, deu por paus e por pedras, até que as Novas Oportunidades acabaram porque os Governos são sensíveis a todas as contestações. Preferem ter aqui desempregados ou não os formar, como metalúrgicos, serralheiros e metalomecânicos que faltam em Portugal, mas também não se incomodam em os colocar na Dinamarca onde faltam e cuja viagem de Lisboa a Copenhaga demora menos do que de Lisboa à Covilhã.

W.W Sawyer, matemático e pedagogo de exceção, afirmava em 1940 que “nalgumas escolas segue-se o excelente costume de, quando um aluno é uma completa desgraça nos estudos o aplicar em qualquer atividade útil, como carpintaria ou agricultura. Assim ele convence-se de que é capaz de fazer alguma coisa bem-feita. O nosso primeiro trabalho não é aprender coisa alguma em especial. É vermo-nos livres do medo”.

Em Portugal chumbam-se os alunos, em vez de serem reencaminhados até sentirem confiança em si próprios.

Aos Centros das Novas Oportunidades vão seguir-se os Centros para a Qualificação e Ensino Profissional, destinados aos jovens a partir dos 18 anos, com três anos de experiência profissional. Têm como finalidade toda a União Europeia. As aulas ainda não arrancaram. Tanto os Sindicatos como o Ministério não parecem empenhados em as começar. Os primeiros porque lhes interessa manter na ignorância todos os trabalhadores que dessa maneira engolem as patranhas que inventam. O segundo porque não tem dinheiro.

E é com esta falta de honestidade e de pilim que a juventude tem de se governar e desenrascar.

C.S

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015

É muito fácil sorrir e ser feliz

A felicidade nasce connosco e cresce na nossa companhia desde que os pais sejam gente cordata, amigos de ajudar os mais necessitados e viver a vida em comum com vizinhos, conhecidos, familiares e amigos.

O importante mesmo é o exemplo dos pais, trabalhadores, amigos da leitura e explicando sempre tudo o que lhes é perguntado.

Diga-se o que se disser, a felicidade nunca é completa numa família se houver falta de dinheiro.

O dinheiro faz parte da felicidade.

Tanto o dinheiro em excesso como a falta dele diminuem em muito o caminho para a felicidade.

Embora o analfabetismo já pudesse ter sido erradicado neste últimos quarenta anos devido ao avanço das sofisticadas técnicas que hoje existem, infelizmente ainda contamos com um número significativo de analfabetos.

O conhecimento é uma fonte de felicidade. Através dele podemos atingir tudo quanto desejarmos.

O conhecimento abre portas nos empregos civis, públicos e à felicidade.

Podemos ser Presidentes da República, Governantes, Deputados e, nestes cargos, podemos usufruir ainda mais a felicidade se neles conseguirmos ajudar o País e todos aqueles que nele vivem, incitando os mais medrosos ou mais hesitantes a saberem a melhor maneira como obter o que pretendem ao frequentar cursos como aqueles que são estimulados em países como na Alemanha, Inglaterra, Holanda, Suécia, Noruega, em que num espaço de dois anos se compreende o que se faz na Europa evoluída e como se gere a relação entre as pessoas.

A grande felicidade é sabermos as outras pessoas felizes, tenham elas o estatuto que tiverem. Isso faz-nos bem. Sentimo-nos acompanhados mesmo sem termos ninguém à nossa volta.

A felicidade pega-se, dá coragem, dá bem-estar, tal como para o homem que gosta de ver uma mulher bonita; bem arranjada e inteligente, que sabe falar sobre a vida e a maneira como os governantes governam ou deviam governar as nações, sabem dizer uma graça subtil e têm perspicácia mental. Isso enche-os de coragem para trabalhar e com mais vontade de ser ainda melhor naquilo que fazem, porque a mulher soprou o bafo inspirador da vida e acelerou um dos seus motores de felicidade.

O sorriso, o ar natural e simpático de quem está feliz, com moderação para os tristonhos, e mais esfusiante para aqueles que caminham com confiança no futuro, provoca o efeito motivador para encarar a vida com a alegria de quem acredita e si.

C.S

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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015

O incitamento à intriga engana os pacóvios

Desde o 25 de Abril que o povo tem sido enganado como se de uma criança se tratasse.

Tendo os comunistas estado no Governo em 1974 e 1975, quando falam em Governos nunca mencionam que lá estiveram para assim enganarem os pacóvios.

Os Sindicatos que dizem defender os trabalhadores, quando eles estão bem pagos, forçam-nos a fazer greves dizendo que é para lhes defender os direitos. Acontece precisamente o contrário. As greves com o desperdício de dinheiro leva a que qualquer Governo seja obrigado a cortar nos salários, para Bruxelas continuar a enviar dinheiro.

Os da Direita quando estão no Governo aumentam-se exageradamente com a desculpa que os bons administradores têm direito a uma boa retribuição.

Os Deputados que ganham o dinheiro de corpo ao alto fazem o mesmo que a Catarina toucinho, o Jerónimo emplastro, devoto subserviente à besta do Cunhal, ou o Galamba que levam a plenário assuntos sem utilidade, quando acusam a Ministra das Finanças, que insistiu na penalização aos Gregos quando o próprio grego Samaras vem dizer que o Tsipras assinou um novo resgate em piores condições do que as anteriores.

Os políticos gregos e portugueses de esquerda são tudo a mesma nódoa.

O pequeno Mendes vem também lançar achas na fogueira para ver se consegue crescer mais uns milímetros, o Marcelo idem.

O António Costa, cada vez que fala vomita bosta e mais se afasta da credibilidade e de valer alguma coisa, o que já tinha sido verificado depois da traição ao Seguro e do carácter do homem.

O Marinho Pinto vem falar dos catorze mil milhões que o Estado vai devolver ao FMI sem ter ainda compreendido que vai buscar o dinheiro a outro credor que leva juros muito mais baratos para o entregar ao FMI especulador, que tem sempre dólares à disposição porque os EUA têm uma máquina de fazer dinheiro e ninguém lhe pergunta se as notas têm cobertura ou não.

Por último a Comunicação Social mistura todas as mentiras com um grão de verdade, faz chicana e semeia ignorância. É a maneira de manter os pacóvios atentos, confusos e zangados porque sabem que estão a ser embarrilados, mas não conseguem sair desta camisa-de-onze-varas onde estão metidos pelos Partidos que vão enchendo a burra e continuam a montar o burro até este perder a paciência e atirar com as cangalhas ao chão.

É tempo destes batráquios, sem pingo de vergonha, deixarem os sofismas e respeitarem o povo.

C.S

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Domingo, 22 de Fevereiro de 2015

Cottinelli Telmo, o génio e a Canção de Lisboa

Para compreender a admiração, o respeito e o amor de milhões de portugueses por Salazar ao fazer dele o maior Português de sempre com mais de cinquenta por cento de votos do segundo classificado terá de verificar a qualidade e a hombridade de gente que com ele trabalharam.

Cottinelli Telmo foi um deles. Sobre o seu génio e obra está patente no Padrão dos Descobrimentos até 6 de Abril, uma exposição com entrada livre para admirar o talento deste homem excecional.

Quando desde há quarenta anos a esta parte o 25 de Abril não consegue apresentar alguém que se destaque pelo seu valor, antes pelo contrário ainda agora, passado todo este tempo aparece um rafeiro como o Carvalho da Silva, execrável lacaio de comunistas e socialistas a insultar governantes só para agradar a socialistas de quem espera apoio para a ambição deste boçal que pretende ser Presidente da República, está tudo dito.

A este bronco juntam-se outros funâmbulos, como a histriónica rapariga do Bloco de Esquerda que parece um toucinho lacrimejante quando fala, e tenta tudo para enganar o povo.

A comparação com esta canalha mesquinha, incompetente e leviana com os homens e mulheres que serviram o Estado Novo e que deram ao povo todo o seu apoio, trabalho, imaginação e saber não tem paralelo.

Cottinelli Telmo era um polivalente em áreas tão diversificadas como o Cinema, a arquitetura, a escrita, o desenho, a música.

A sua obra encontra-se por todo o país e ainda hoje perdura nos bairros da CP no Entroncamento, em casas sólidas de bela conceção e habitadas por ferroviários e ex ferroviários.

Nos Caminhos de ferro portugueses são de destacar a Estação Ferroviária do Sul e Sueste, a Estação Ferroviária de Vila Real de Santo António, a estação ferroviária de Barcelos, a remodelação da Estação do Rossio, onde trabalha como arquiteto.

Em 1933 realiza o primeiro filme português sonoro “A Canção de Lisboa”, cujo sucesso é estrondoso, não só pelo enredo como pelos atores António Silva, Beatriz Costa, Vasco Santana que enchiam todas as casas de espetáculos onde o filme era exibido.

Foi com homens de engenho e arte, como Cottinelli Telmo, que o país conseguiu unir-se e trabalhar com denodo para sacudir a miséria onde a Primeira República o tinha deixado e onde esta Terceira o voltou a meter com a ajuda de todos os chupistas que desgraçando o país com os seu paleio se guindaram a mordomias onde não diminuem os rendimentos para que o povo receba mais e não acabe por viver miseravelmente.

C.S

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Sábado, 21 de Fevereiro de 2015

O resultado das greves na cabeça dos ignorantes

Se as grevistas, auxiliares das escolas, pensassem um pouco sobre a vantagem da greve que causa prejuízos a pais e alunos e a elas não aproveita absolutamente nada, perguntar-se-iam porque fizeram greve.

A resposta é simples: porque são ignorantes, descartáveis, irresponsáveis e, mesmo ganhando pouco, nada valem, nada sabem e são comandadas por pastores que espalham o terror para eles manterem os seus postos nos Sindicatos ou nos Partidos, como Deputados e outros Organismos pegajosos onde prevalece a demagogia sórdida e enganosa.

Estou revoltado e a ser desagradável porque tenho insistido no erro das greves para se alcançar qualquer vantagem para os menos qualificados.

Se os grevistas e as grevistas auxiliares das escolas estivessem atentas a todos os que fizeram greves, desde os transportes públicos: comboios, autocarros, barcos, Metro verificariam que em vez de saírem beneficiados com as greves, uns perderam dezenas de euros e outros, centenas.

As greves comandadas por Comunistas, Bloquistas e Sindicalistas só têm como finalidade provocar o caos, aumentar a contestação sem estarem preocupados com os trabalhadores que em vez de serem aumentados, veem diminuídos os seus salários e alguns são postos no olho da rua como excedentários.

Quando do Golpe do 25 de Abril, quase todas as pessoas o aceitaram com naturalidade. O próprio Primeiro-Ministro tinha avisado que logo que os militares quisessem ele entregaria o poder e tudo poderia ter corrido bem se Partidos e Sindicatos têm seguido o curso normal do País. Nessa altura, o dinheiro que o antigo Regime, Estado Novo, tinha era muito. Os novos governantes acharam que deviam aumentar ordenados e muitos trabalhadores ficaram bem pagos. Ninguém contestou a medida. Só que o Partido Comunista com o roubo de herdades, ocupação de casas e destruição de empresas fez que o dinheiro gasto não fosse reposto.

Enquanto o II, III, IV e V Governos Comunistas estiveram no poder os Sindicatos não fizeram reivindicações. A partir da sua saída a exigência e as greves daqueles que mais foram beneficiados começaram. O resultado só não o vê quem é muito ignorante ou muito burro.

Houve três bancarrotas, o emprego diminuiu pelo fecho de milhares de empresas e os Sindicalistas, espicaçados pelos Comunistas, continuaram a exigir aos Governos aquilo que eles já não tinham para dar. Por isso se enfiaram na CEE, hoje U.E onde Salazar, desde 1957, e Marcello desde 1969 tinham recusado entrar porque o resultado não era favorável nem para Portugal nem para o povo.

Os ignorantes podem continuar a fazer as greves que entenderem, mas aconselhava-os a verificar se aquilo que afirmo é ou não verdade.

C.S

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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2015

Puxa pela cabeça dizia o prof. José Manuel Landeiro

Desde que me lembro, Portugal foi sempre um País democrático, tanto apanhava o pobre como o rico.

Recordo-me que no fim do segundo mês de ter ido para a escola primária, hoje, primeiro ciclo do Ensino Básico, que eu adorava por aprender a ler bem e jogar à bola nos intervalos. Um dia o José Rego, com um chuto meteu um golo numa vidraça da escola. Parámos imediatamente e ficámos a olhar uns para os outros a prever borrasca da grossa. Bem dito, bem feito, passados uns minutos apareceu o Professor José Manuel Landeiro, com a bola na mão e muito nervoso.

Era ótimo professor, mas não se inibia de castigar à mínima falta, depois de, logo no início do ano ter definido as regras. Uma delas era não jogar à bola daquele lado onde tinha sucedido o desastre.

Encolhidos, e ao lado uns dos outros, ouvíamos o sermão em voz mais alta do que o normal. Ele foi andando à nossa frente como se quisesse pelo fácies descobrir o canhestro.

Como a nossa cara de anjos chineses não lhe permitisse descortinar o vilão, gritou: quem fez isto? !!!!

Fez-se um silêncio tal, que até os pássaros se calaram.

O Zé Manel, como a miudagem se referia a ele, quando não estava presente, voltou a gritar, agora mais enervado: quem fez isto?!!! E apontava para o estilhaçado vidro da janela.

O Zé Rego estava à minha esquerda, o professor mesmo à nossa frente. Ao lado do Zé estava o Gonçalves e o Cândido. Ao meu lado estava o Ginja. Quando todos olharam para o Zé Rego, eu disse foi este. O Zé Manel puxa o braço atrás e zás.

Mas o Zé Rego e o Gonçalves baixaram-se instintivamente e a chapada assentou-me em cheio na bochecha esquerda.

Por inacreditável que pareça, o professor, talvez devido ao seu estado exaltado, não reparou que eu tinha sido a vítima e regressou à sala de aula resmungando novas sevícias.

Os meus colegas, logo que viram que o justiceiro tinha desaparecido, riram a bom rir e fartaram-se de me gozar.

Esta punição inesperada teve um efeito fabuloso. Aprendi que nunca devia acusar ninguém, antes pelo contrário tornei-me um defensor feroz dos mais fracos e dos injustiçados.

Por outro lado comecei a admirar o Professor José Manuel Landeiro, que por qualquer razão, quando fazia uma pergunta, um pouco mais complicada, me deixava sempre para último e, quando eu hesitava dizia: puxa pela cabeça. Normalmente a frase destapava a ideia e eu respondia certo.

Bendita a Escola do Estado Novo que cimentou a amizade e a fraternidade e conseguiu tirar um povo paupérrimo da miséria até que o monstro da ignorância, da estupidez, da demagogia e da hipocrisia regressaram em força a este país, sacrificaram e humilharam o povo e aqui ficaram sem tempo definido para abalar.

C.S

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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015

Destruir, matar sem saber porquê e por que razão

Quando o prémio Nobel é entregue a um pacifista que invade a Líbia, mata centenas de milhares de inocentes e faz pactos de amizade e venda de armas com o Turco que não sabe para que lado deve cair, mas que, por agora, quer acabar com o Governo da Síria quando os loucos jihadistas já se instalaram em mais de metade do terreno e mais teriam se não fora o sacrifício abnegado dos Curdos, todos compreendemos o que pretendem o Prémio Nobel e o turco. Instalar o caos com a bênção dos judeus.

Destruir, matar sem saber porquê e por que razão parecem ser os acordes finais que anunciam o fim do mundo num inferno imenso de labaredas que começou a dar significativos sinais da loucura ao invadir povos cujos seres humanos morrem às centenas ou aos milhares sem que isso os preocupe até chegar o seu momento e só compreenderem o que lhes está a suceder, tal como aconteceu a Saddam Hussein e a Muammar Kadhafi, precisamente quando nada havia contra eles.

A fera humana, no estertor do seu fim, já deitou para trás das costas a provecta Democracia e voltou ao olho por olho quando se dá ordem para abater o cão raivoso que na Dinamarca ataca um café onde se ofende Maomé ou em Paris se faz o mesmo aos assassinos que borraram as linhas do Charlie Hebdo.

Pior só o vídeo que há poucas semanas passou na Internet, em que cinco polícias americanos, do lote do Prémio Nobel da Paz, esganaram um pacífico negro que nem chegou a perceber porque o mataram.

Se a Ucrânia aceitar armas americanas para se defender em vez de conversar com os seus irmãos russos, a Ucrânia viverá os piores tempos da sua história. Os mortos atingirão os milhões e com ela a Europa encherá valetas de sangue e corpos enquanto a NATO, a América e a Rússia medirão forças para lá do inimaginável.

Mas o Prémio Nobel da Paz não entende isso. Para ele é-lhe indiferente que lhe matem as filhas, a mulher e milhões de americanos.

Melhor dizendo, ele, tal com Saddam ou Kadafi, só compreenderá o que está a acontecer quando vir que o homem não é a vaca sagrada que todos devem respeitar e adorar.

Entregar armas ao Turco para matar o árabe é mais uma besteira deste pacifista que, laureado pelos países do Norte, vai cometer e, tal como Napoleão ou Hitler, acha que caçar o urso Russo na sua própria toca é algo que o seu poderio militar conseguirá levar a cabo.

Oxalá que, entretanto, ganhe juízo.

C.S

publicado por regalias às 07:06
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