Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

O homem tem tudo para ser feliz e procede como um bruto

O ser humano descobriu o segredo da vida. Hoje não se passa um dia sem que novas descobertas não se realizem e mostrem que ao ser humano nada é impossível.

No jornal i vem mais uma demonstração do poder do conhecimento ao apresentar um pequeno drone. Foi imaginado na Universidade de Aveiro e pode monitorizar uma grande floresta para impedir, através de uma ação preventiva do homem, que tanto as doenças como a falta de água ou outros nutrientes a prejudiquem.

No dia anterior leio que a partir de 2018 todos os veículos automóveis passam a estar providos de um Chip que em caso de acidente e imobilização dos passageiros, imediatamente seja transmitido para o 112, sem qualquer outra ajuda, fazendo referência ao que aconteceu, a localização do veículo, o número de vítimas, além de outras informações complementares.

A partir desta realização não será muito difícil encontrar maneira de fazer o mesmo com aviões. Sempre que haja um acidente e desapareça sem deixar rasto, ele possa ser localizado.

E, nesta senda, poderia mencionar outras descobertas que tornam o ser humano quase tão poderoso como o Deus paciente e desconhecido que tudo iniciou e tem esperado milhões de anos por quem o substitua.

Mas o homem, que tem tudo para ser feliz teima em se portar como um irracional que tendo na cabeça e nas mãos o mistério da criação teima em se eliminar deslumbrado e cego com o seu poder e capacidade de criar.

Ao folhear os conflitos, que desde sempre foram iniciados por pequenos e ridículos bonifrates, verifico que eles em vez de diminuir à medida do tempo e do conhecimento, cada vez se agravam mais.

A partir do século XIX, com as guerras Napoleónicas e no XX com a Primeira e Segunda Guerras Mundiais tudo começa a descambar com nações que precisam de testar sofisticados armamentos no Vietname e de seguida no Médio Oriente, na África e sempre com a desculpa da ajuda deste ou daquele, utilizando em cada hora que passa novos modelos de destruição que tentam ser milimétricos no ataque, e terminam em verdadeiros genocídios.

Ainda no princípio deste mês, um homem que eu considerava inteligente, Jean-Claude Juncker, me desiludiu ao advogar a criação de um exército para enfrentar a Rússia. A ideia é de uma estupidez monumental.

A criação de exércitos só serve para incentivar as guerras e desgraçar os povos.

Em vez das armas e da morte, as nações da guerra podiam dedicar-se ao apoio da alfabetização mundial, ao ensino, à desmistificação do fanatismo, à produção de alfaias para a produção de riqueza e bem-estar.

Mas o homem chafurda na bestialidade, no ser rude e bruto.

Espero bem que Juncker não insista no suicídio da Europa.

C.S

publicado por regalias às 05:24
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

Epidemia de estupidez ataca Governantes europeus

A terra precisa de respirar e se espreguiçar. O sismo do Nepal é um aviso aos governantes de todo o mundo para deixarem de ser irresponsáveis nas decisões que tomam e nos países que governam.

Ao dançar sobre as placas tectónicas, indiana e euroasiática, o sismo não poupou monumentos, obras de arte e pessoas.

Os governantes podiam pensar no assunto e compreender que mais forte do que todas as suas arrogâncias está o poder do Grande Espírito como diriam os Apaches, os peles-vermelhas do Texas e do Arizona que depois de terem sofrido um extermínio brutal, pelo homem branco, estão encurralados em reservas e aí ficarão acantonados enquanto não causarem problemas aos senhores do poder e da violência.

O sismo de Baltimore provocado por mais uma matança do branco sobre o preto e que a multidão negra colocou a ferro e fogo foi bem mais grave do que os desacatos que aconteceram na Líbia e que Sarkozy, Obama e Cameron aproveitaram para invadir uma nação próspera, organizada e onde as pessoas eram felizes com escolas e hospitais gratuitos e restantes serviços sociais garantidos.

A trempe de criminosos que invadiu a Líbia atiçou um sismo de proporções muito mais devastadoras do que todos os sismos que nos últimos anos aconteceram no Japão, na Indonésia, no Chile e agora no Nepal.

Os Governantes da Europa vivem uma ressaca permanente motivada pela droga americana. Ainda não compreenderam que o próximo cordeiro do sacrifício é a Ucrânia. E nem o Poroshenko entendeu que o milho que o FMI lhe deita é veneno do mais puro e do mais pérfido.

Se depois da Líbia a Ucrânia for infetada pela imbecilidade da Europa e dos Estados Unidos da América que, julgando que vence sairá derrotada. Os danos serão muitas vezes piores do que os sismos nos países onde eles se espraiam.

Vivendo nos himalaias da estupidez, do facilitismo, da política sem nexo, esta Europa caminha a passos largos para a confrontação do absurdo.

Não mostra um pingo de inteligência para a hecatombe que se avizinha.

A Natureza lançou o pregão. Quem não entender o aviso não entende a vida.

O Grande Espírito que governa o Universo dá sinais de cansaço depois de centenas de milhões de anos a rendilhar um mundo de falcatos sem dignidade.

C.S

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Terça-feira, 28 de Abril de 2015

Políticos portugueses têm de se entender

Quando comunistas e socialistas, pouco tempo depois do 25 de Abril apelavam à destruição dos livros de história porque Camões era fascista, Nuno Álvares Pereira era fascista, Vasco da Gama era fascista, Amália Rodrigues era fascista e por aí adiante, eles sabiam que só enxovalhando os portugueses poderiam levar avante aquilo que bem tentaram destruir, a identidade portuguesa, e fazer o que bem entendessem.

Rui Grácio, Secretário de Estado da Orientação Pedagógica, ordena a destruição pelo fogo dos livros, anteriores ao 25 de Abril que estavam nas escolas. Tão bárbaro e infame como a Inquisição, este Grácio não teve consciência do que fez.

Quando, mais tarde, o Ministro da Educação, Sottomayor Cardia, quis chamar à responsabilidade quem levianamente ordenou tal ato foi impedido de o fazer.

O 25 de Abril tinha todas as condições para ter sucesso: cofres cheios, País organizado e em grande progresso, moeda forte, povo tranquilo, feliz e confiante, levariam a pensar que, com mais abertura e a resolução do problema do Ultramar, Portugal se tornaria o melhor País do mundo.

Além das condições materiais totalmente favoráveis, é difícil encontrar um país tão bem situado, condições climatéricas excelentes, sem poluição, o melhor queijo e vinhos do mundo, diversidade equilibrada entre rios, mar, montanhas e planícies. Um povo de grande afabilidade.

A enxurrada de traidores e de mentecaptos que tomou conta do País conseguiu em poucos anos levar o País à miséria mais execrável para dois milhões de portugueses quando se julgava ser impossível regressar aos tempos da Primeira República.

A revolução do 28 de Maio de 1926 acabou com a Primeira República, iniciou a Ditadura Militar. Os militares fecham o Parlamento, mas a instabilidade política e económica continua.

Em 1928 chamam para Ministro das Finanças o Professor Oliveira Salazar que impôs como condição, para aceitar o cargo, ter o controlo absoluto sobre as despesas de todos os ministérios.

A partir desse momento começa a recuperação de Portugal. Em 1932, Salazar é convidado para Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro). Em 1933 é aprovada a Constituição, acaba a Ditadura Militar e começa o Estado Novo que garantia todos os direitos aos cidadãos.

O Presidente da República, Óscar Carmona, detinha o poder executivo que repartia com o Governo. O poder legislativo pertencia à Assembleia Nacional.

Portugal levantou-se do charco em que a Primeira República o tinha metido. Os portugueses alcançaram todos os desígnios dos povos ricos.

O 25 de Abril regressou ao erro, à estupidez, ao facilitismo perigoso.

É tempo dos políticos se entenderem e deixar a demagogia balofa que come o povo e engorda estes sátrapas que não veem o perigo em que podem cair.

C.S

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2015

A fé dos homens e o Cristo supersónico

Uma das coisas que me irrita é a falta de pontualidade, a outra são os parasitas que não trabalham e se encostam aos Governos, às franjas dos mesmos Governos ou aos colegas de profissão.

É frequente ouvir “A fé dos homens” ao domingo, na Antena 1, depois do noticiário das seis e que devia terminar impreterivelmente às sete, o que nunca acontece. É uma fé abusadora e reincidente por quem prepara o programa e acha que pode fazer o que entender que ninguém contesta.

Esta falta de profissionalismo por um lado e falta de autoridade do outro fazem subir os azeites e a crítica direta ao programa.

Ontem, o Xeique Munir, Imã da Mesquita de Lisboa veio-me revelar algo que nunca me tinha passado pela cabeça: Cristo não morreu nem foi crucificado, mas foi levado, vivo para o Céu por dois ou quatro mensageiros de Deus que lhe serviram de motor para entrar no reino eterno a alta velocidade. É o Cristo Supersónico.

Eu sabia e já tinha lido que Maomé tinha preferido visitar o céu no seu cavalo branco, não sabia é que havia mais astronautas e tantos pataratas a acreditar nestas histórias da carochinha, que não passam de patranhas e que o próprio Alcorão divulga.

O problema não é serem histórias nem patranhas, o grave é haver gente, altamente colocada e aparentemente sensata, a afirmar tais dislates que fatalmente têm de manter a ignorância e o fanatismo que ainda hoje matam milhões de inocentes por assassinos, crentes na estupidez que os mentores dos segredos divinos, continuam em pleno século XXI a divulgar como se estivessem no século VII.

As religiões, Católica-Cristã e o Islão, serviram de união e de expansão. Em Portugal as Cruzadas foram um dos pilares da sua formação. Quando dos descobrimentos a cruz de Cristo foi o esteio para que os navegadores não desistissem de empreitadas tão difíceis como arrojadas.

O Islão serviu de motor à grande expansão muçulmana.

Nos nossos dias já não se justificam muitas das fantasias que tanto a Bíblia como o Alcorão propagam para incitar a amar e a temer a Deus.

O Papa Francisco já entendeu isso e aos poucos vai desmistificando muitos dos segredinhos que em vez de fazerem bem fazem mal a um mundo aberto onde tudo se desmonta e se justifica cientificamente.

Ao ouvir o Xeique Munir fiquei preocupado. Se ele, um homem culto, ainda divulga algo em que ninguém civilizado acredita e só o faz para não desiludir os crentes, mal vai o Islão.

O Xeique não se pode comparar à porcaria de um Vasco Abrilista ou às mentiras da Catarina toucinho quando fala do Ministro do Interior do Estado Novo, que ela ouviu dizer que tudo estava bem nas vésperas da desgraça.

O Dr. César Moreira Baptista valia bem umas dez mil Catarinas.

C.S

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Domingo, 26 de Abril de 2015

Demagogia dos Abrilistas sufoca o saber e o bom senso

Desde o 25 de Abril que a Comunicação Social (jornais, rádios e televisões) teve um papel fundamental na proteção aos desacatos, aos roubos, à mentira.

A demagogia Abrilista sufoca o saber e o bom senso.

Isto deve-se a três razões: primeiro, o medo. Quem não fizesse o que o Partido Comunista mandasse escrever ou escrevesse contra era expulso.

O exemplo mais conhecido é a expulsão de 24 jornalistas do jornal Diário de Notícias pelo comunista José Saramago.

Segundo, os salários pagos eram dos mais altos e poucos arriscavam a mudar de profissão.

Terceiro, depois do Estado Novo, mais de setenta por cento das pessoas que nunca tinham ouvido falar de esquerda, direita, comunismo ou socialismo, declararam-se de esquerda porque era aquela que mostrava mais força, encostada aos militares que lhes garantiam os roubos, as ocupações de casas e herdades e que metiam na cadeia, todos aqueles que eles consideravam fascistas, atributo que tinha de ser assumido por todos os militares que tinham servido o regime anterior. Mas como ninguém sabia o que era o fascismo, ninguém queria ser fascista porque na verdade o regime nunca foi fascista nem ditatorial. Tinha autoridade. Autoridade que tem faltado aos sonsos que governaram o país durante estes quarenta e um anos e que o foi minando desde o início.

Passadas duas semanas depois do 25 de Abril não havia greves, mas havia paralisações, por tudo e por nada. Isso vai fazer que milhares de empresas se vejam forçadas a fechar e, consequentemente os trabalhadores, que não trabalhavam, a perder o posto de trabalho.

A Comunicação Social em vez de alertar para o erro incitava-o. De erro em erro faz-se uma Constituição inconstitucional porque condicionada pelo Movimento das Forças Armadas, MFA, ao forçarem o Pacto MFA-Partidos e pelo Conselho da Revolução, CR.

Em poucas palavras: os militares impuseram tudo quanto quiseram e entenderam e os Partidos tiveram de se submeter com exceção do CDS que em 1976 foi o único a votar contra esta Constituição, agora sim imposta por uma ditadura fascista militar.

De erro em erro, de demagogia em demagogia, o povo era confrontado com toda a espécie de alarvidades para convencer os mais ingénuos que o mau é que era bom.

No dia 24, deste mês, Eduardo Lourenço demonstrou no Fundão que a emigração nos anos sessenta teve resultados positivos e que foi boa para milhares de portugueses e para Portugal. Os demagogos insistiam no contrário quando foram confrontados com uma muito maior emigração nos dias de hoje e que os Governos não têm sabido aproveitar.

Passaram quarenta e um anos de demagogia, corrupção e altos salários para defender a mentira, e continuar a manter o povo como burro de carga. Acho que é tempo, mais que suficiente, para mudar de rumo.

C.S

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Sábado, 25 de Abril de 2015

O pantanal dos heróis em cuecas arruinaram Portugal

A ignorância é muito triste e normalmente não evita o chorrilho de asneiras que o ignaro debita quando se imagina um tipo importante porque a besteira lhe tapa o bestunto.

O Vasco, segundo comandante, a seguir ao Otelo, mas que devia ser primeiro se não tivesse a correr um processo para o expulsarem do exército. Processo algo semelhante ao daqueles esforçados heróis de Moxico que humilhados marcharam de cuecas e bico calado.

O Vasco que também devia ser o escolhido para Presidente da República em vez do Eanes. O Vasco já teve quarenta anos para aprender a ter boas maneiras, que neste caso, é o mesmo que dizer aprender a estar calado quando já chegou a coronel e não devia ter passado de cabo.

Como fala mais do que devia, vai ouvir mais uma que certamente não quereria.

Além dos muitos e graves erros que o Vasco e outros semelhantes de bivaque e continência cometeram há um que armadilhou o país com a complacência dos políticos porque a chantagem falou mais alto e não haveria Constituição para ninguém tal como o infame Cunhal pretendia.

O MFA, onde o Vasco era uma proeminente figura, apesar do fraco aspeto, obrigou os Partidos a assinar um Pacto que respeitasse o que os ilustres militares debitassem. Ao usarem a força das armas contra a força da democracia, os militares serviram o Partido Comunista e enlearam Portugal na teia que torna impossível governar um país onde tudo pode ser declarado inconstitucional.

Segundo Adriano Moreira, o contrato prévio, entre o MFA-Partidos retirava natureza soberana à Assembleia eleita em 1975.

Vital Moreira e Jorge Miranda deliciaram-se a estender e a complicar o que era simples. Levou a melhor o comunista que urdiu a Constituição à medida do PC e tudo porque os militares obrigaram a democracia a joelhar perante um poder discricionário e de gente tremendamente ignorante.

Os portugueses já começam a estar fartos da boçalidade pantanosa dos que tentam através de palavras incoerentes ameaçar quem os sustenta e insistem para conservar os ideais de Abril. Seis dias depois da revolução os ideais foram insultos, roubos, destruição de empresas e o caminho para o desemprego e para a miséria.

Os Vascos já tiveram tempo de aprender a meter a viola no saco, a menos que queiram ficar sem cuecas a ouvir todos os erros que durante muitos anos cometeram.

Os militares, tal como os políticos, são os grandes culpados da situação em que o país se encontra.

C.S

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2015

Sarkozy, Obama, Cameron e o naufrágio da Europa

A destruição da Líbia por estes três chacais pode trazer gravíssimas consequências a uma Europa que vive mais da conversa mole entre os chefes dos Estados Europeus do que da sensatez como os problemas de prevenção devem ser encarados para evitar o naufrágio da Europa.

Para não pagar uma dívida, Sarkozy pensou em eliminar o dono do empréstimo. Não encontrou melhor método do que convidar mais dois comparsas acenando-lhes com a qualidade e a quantidade do petróleo Líbio que lhes aumentaria a riqueza sem qualquer problema e a impossibilidade das outras nações se oporem ao genocídio imaginado por causa de uma dívida e de muito hidrocarboneto de primeiríssima qualidade.

Numa das maiores e inqualificáveis barbaridades destes últimos dois séculos, a Líbia foi invadida e destruída pela infâmia do Sarkozy, do Cameron e de um homoide que foi aceite com honras de Prémio Nobel e se revelou um desastre e uma verdadeira calamidade.

Estes três, Sarkozy, Cameron e Obama, verdadeiros inconscientes dos atos cometidos não pensaram que ao fomentarem o caos e a desgraça do povo Líbio estavam a abrir as portas da Europa a um pesadelo constante e a uma possível guerra, de consequências imprevisíveis como são todas as guerras.

Para Obama é algo sem importância. Está longe, julga ele.

Mesmo quando o Bispo de Tripoli e os Professores estrangeiros que estavam e ensinavam na Líbia alertaram estes três irresponsáveis que era um erro e um crime o que estavam a fazer, eles não pararam até desfazerem todas as estruturas de um Estado organizado e próspero e lhe assassinaram o seu líder, Muammar Khadafi, que sempre conseguiu manter, as fronteiras marítimas, locais seguros.

Hoje, devido à desordem em que o país mergulhou, as hordas terroristas encontraram na Líbia o terreno ideal para cometer toda a espécie de crueldades enquanto se preparam para o assalto à Europa.

É assim que o Mediterrâneo se transformou no maior cemitério a nível mundial e passará, caso não se consiga resolver rapidamente o problema da Líbia, dos terroristas e dos imigrantes, num outro Mar Morto onde as epidemias se juntarão aos exércitos da morte e ceifarão, primeiro, os países em que as suas águas tocarem e em seguida irão por aí acima, não poupando Turcos, Russos, Suecos, Noruegueses, Finlandeses e em todos onde possa deitar o dente da peste.

E tudo começa pelas três pestes, supramencionadas, S.O.C, que continuam beatificamente a assobiar para o lado.

C.S

publicado por regalias às 10:21
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O masoquismo português só é comparável ao dos burros

Sofrer e aguentar até ao limite é a sina dos asnos.

Pontapeados, enxovalhados, insultados, os portugueses ficam indiferentes. Não estão para se chatear. Só quando a trampa lhes chega ao nariz são capazes das piores barbaridades.

Os contentes do 25 de Abril, os acaçapados na Antena 1 e noutros lugarejos semelhantes aproveitam a bondade dos chefes que não estão para se incomodar e debitam e escrevem o que os semianalfabetos consultores de comunicação lhes dizem para elogiar o 25 de Abril, o maior falhanço do sistema democrático depois da experiência realizada na Primeira República.

Mas os portugueses continuam a aguentar os animais falantes e escreventes sem se preocuparem com as consequências. Há de ser o que Deus quiser, dizem os crentes molengões. Os outros pensam: quando passarem das marcas verão o que lhes acontece.

E de trambolhão em trambolhão já passaram 41anos de regalias dos políticos e de boa vida dos militares, há pouco recompensados, por todos os erros cometidos, com a reforma aos sessenta anos e os vencimentos por inteiro como se estivessem no ativo quando não há dinheiro para aumentar o ordenado mínimo.

A ideia que me venderam, foi que lhes outorgaram estas benesses porque vão ser vendidos aos Índios americanos e que o John Kerry, aquele rapaz com cara de inteligente, género de caixeiro-viajante americano que compra, vende e ocupa os países dos outros sempre que o Pentágono tem material militar antiquado e precisa de despachar, manda o Kerry que, desta vez se encontrou com o Rui Machete, especialista seguríssimo e competente que imediatamente lhe arranjou 30 valentes que vão tentar não deixar o coiro no Iraque, o que não vai ser nada fácil. A partir desta experiência, os heróis vão dar o litro e possivelmente a alma ao criador, por isso esta generosidade dos sessenta e do salário por inteiro que só por muita sorte acabarão por receber.

As festas e os jantares a celebrar o enterro de Portugal pindérico, miserável e despovoado vão continuar até ao dia do passamento e encaixe em Espanha para que o puzzle se complete logo que Madrid tenha vaga e convença a Catalunha e as outras nações ibéricas de que deixa de haver reclamações. No bolo as partes são todas iguais.

Enquanto a trama se urde o povo continua a dar vivas à Catrina até rebentar de fome e voltar à piolheira dos anos vinte do século passado.

C.S

publicado por regalias às 05:55
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Quinta-feira, 23 de Abril de 2015

Crime nas escolas, a derrota do ser humano

A frequência como têm sido relatados os crimes cometidos nas escolas americanas sempre me deixou preocupado.

A juventude é facilmente influenciável e por isso os seus atos não passam de instintos irrefletidos de consequências, muitas vezes, trágicas.

Tome como exemplo a quantidade de jovens que vai contente para o centro do vulcão do Estado Islâmico apesar das decapitações e de todas as barbaridades relatadas.

O jovem insatisfeito é um saco de problemas.

Só uma boa escola pode ajudar a resolver e a formar seres capazes de viverem felizes num mundo que devia ser de prazer e felicidade em compensação pelo conhecimento que nos condena à morte desde o nascimento.

A grande derrota do ser humano é essa. Saber que nasce para morrer.

Para alguns jovens morrer amanhã ou hoje é-lhes indiferente porque ainda não saborearam todos os prazeres da vida e não sabem como ela é mais gostosa à medida que os anos avançam e que o fruto do trabalho compensa o capricho dos nossos desejos.

Impressionou-me o que aconteceu no Instituto Joan Fuster, escola em Barcelona, onde Max resolveu pôr à prova a sua perícia com a besta carregada com a seta curta.

Armado em besta o Max atingiu colegas e professores. Um deles acabou por falecer.

A falta de autoridade que a democracia proporciona a quem não a sabe utilizar porque uma coisa não impede a outra, mesmo que os idiotas continuem a gritar que é proibido proibir, dá como resultado o que aconteceu em Barcelona e se pode espalhar como epidemia se a juventude for deixada à solta.

A entrada nos infantários, seguida do Básico e dos estudos normais tem de prevenir estes comportamentos de impulso.

Nem é necessário adotar os métodos Espartanos em que as crianças, desde o nascimento eram entregues aos cuidados do Estado.

A escola tem de fazer com competência aquilo para que está vocacionada e a miudagem brinca, cresce e aprende feliz e solidária e sem complexos.

Há assuntos que não podem ser muito divulgados, mesmo que eles aconteçam, quase todas as semanas nos Estados Unidos onde qualquer garoto tem acesso a armas de destruição e, aí, pergunto-me se as bestas são os adultos ou as crianças que empunham as armas que os adultos lhes facilitam?

C.S

publicado por regalias às 05:31
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Quarta-feira, 22 de Abril de 2015

A sórdida história alimentada pelo jornal i

Duas páginas de palavreado oco a que o jornalista Luís Osório se prestou para dar alguma coerência, mas que soa a falso, porque não há heróis.

Podiam ter dado ao Luís outra tarefa, que ele merece, e não esta de chiqueiro para salvar uma revolução que afundou num atoleiro de Lama.

A Antena 1, o jornal i e uma boa parte da Comunicação Social continuam a insistir em algo sórdido que toda a gente vomita, menos as centenas que foram beneficiados com sinecuras e ordenados muito acima do razoável.

Até o Marcelo Rebelo, aqui há anos apelidou Marcello Caetano de Ditador, ele filho de Rebelo de Sousa, ministro e amicíssimo de Marcello Caetano de quem este desnaturado recebeu o nome.

É repugnante o conjunto de videirinhos que o 25 de Abril criou.

Isto só se explica pela parte interesseira do ser humano.

Marcello Rebelo sabe perfeitamente que nem Salazar foi Ditador e muito menos Marcello Caetano, Homem igualmente honestíssimo, que entregou o País a Spínola pensando que ele seria capaz de resolver o problema do Ultramar. Não lhe passou pela cabeça que aos militares e aos políticos lhes saltasse a tampa para a traição, como Spínola acusa Melo Antunes, ou para a infâmia de Soares na “descolonização exemplar” pressionado por esse naco asqueroso de militar e pelo camarada, o canalha Cunhal.

“Sem dúvida uma revolução de heróis, homens que arriscaram morrer pelo ideal da liberdade…” diz o Luís. E o Luís sabe que eles não arriscaram nada por ninguém, começaram pela ideia corporativa de salários e promoções. O traidor Melo Antunes mudou-lhes o rumo e fez-lhes a cabeça. Eles não arriscaram nada. Só diz isso quem não investiga a verdade castrense ou então é muito ingénuo, o que não é o caso do Luís.

Quando se diz que a rádio e a RTP foram tomadas de assalto, não houve assalto nenhum porque deixaram entrar os ocupantes sem qualquer resistência.

Chamar torcionários aos polícias do regime e não chamar torcionários aos militares comunistas que mataram dois jovens pelas costas sem qualquer provocação e terem espancado selvaticamente, também no Ralis, várias dezenas de jovens é enganar o povo.

Marcello Caetano não se rendeu. Foi ele que proporcionou o sucesso da revolução. Só entregou o poder quando quis e a quem quis. Quando ontem o Rosado disse que Marcello Caetano tinha fugido da Madeira para o Brasil, o homenzinho mente descaradamente ou porque é ignorante ou porque é mentiroso.

Spínola tentou que Marcello Caetano continuasse e ele recusou.

Por hoje ficamos por aqui. Ainda bem que o i levanta os ratos para que os gatos os mastiguem e vomitem devido ao vomitório Abrilesco.

C.S

publicado por regalias às 06:21
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