Sábado, 31 de Outubro de 2015

Viemos ao mundo comprar um fato. Não levamos mais nada

Ao ler Francisco Ferreira da Silva no “Diário Económico” de ontem e ao meditar na sua consternação: “Portugal continua a ter um défice de dirigentes preparados e esclarecidos que ponham os interesses do país acima dos seus próprios interesses ou dos grupos onde se inserem. É a falta de elites dirigentes de que há muito se fala”, não resisto ao reparo.

Nunca Portugal teve falta de dirigentes preparados e esclarecidos desde os tempos do Dr. Oliveira Salazar. Mas este contou com verdadeiros portugueses que puseram a ideologia de parte e os seus interesses pessoais. Ganhavam ridicularias, de que o Primeiro-Ministro era o exemplo e nunca reclamaram mais porque o País necessitava da solidariedade de todos para levantar Portugal do caos e da miséria em que a Primeira República o tinha deixado.

Com Marcello Caetano também não faltavam dirigentes preparados e esclarecidos, mas que não largaram os seus interesses para servir Portugal.

Numa carta que me dirigiu em II.XI.78 e que publiquei num livro sobre Intervenções Parlamentares, que está esgotado, mas pode ser lido em www.cunhasimoes.net e clicar em intervenções, Marcello Caetano é claro “recusa de colaboração de Adversários ou de reticentes, egoísmo dos capitalistas…” O interesse sobrepôs-se logo que o País ganhou pujança. Um emprego em qualquer empresa valia seis ou sete vezes mais do que ser Ministro, sem outro tempo e outro pensamento que não fosse para os assuntos de Estado.

Com o 25 de Abril aconteceu e está a acontecer pior, a quantidade de pessoas preparadas e esclarecidas é muito maior, mas os interesses tanto dos esquerdistas como dos direitistas, com raras exceções, foi sempre o interesse de cada um.

Em 2005 publiquei o livro “ Portugal, um país ingovernável” que está esgotado, onde saliento um dos homens mais inteligentes que conheci.Ele preferiu fazer subir o Soares, escrever leis e ter outros interesses do que defender realmente Portugal. Este é um caso, mas se fosse obrigado a dizer todos quantos conheço, assinalaria uns bons quarenta, da Esquerda e da Direita, cujo interesse se sobrepôs ao melhor que podiam ter feito por Portugal.

Nesta pepineira em que Portugal está envolvido, no momento em que um inteligente amotina uma chusma de imprudentes é difícil estar sossegado e confiante. É Portugal que está em jogo. Até já imaginei uma lista de gente confiável que em união pudesse tomar conta do País.

Como a Constituição está feita para impedir tudo, só me resta lembrar aos ambiciosos e aos gananciosos, apressados em meter as mãos nos cofres cheios da dívida, que filhos, netos e trinetos têm para pagar, que o pecúlio que cada um abocanha neste mundo não serve para nada.

Entrámos, no mundo, nus, viemos comprar um fatito e não levamos nada do que entesourámos à custa das dificuldades de milhares de vítimas das ambições de incoerentes que prometem o que sabem que não podem dar, porque não existe.

 

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C.S

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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015

A Democracia comunista é de engano e libertinagem

O democrático Partido Comunista português, gémeo do democrático Partido Comunista da Coreia do Norte, prepara-se para o segundo e magistral golpe depois do PREC do Vasco e do Cunhal.

Os roubos, a destruição das pequenas e médias empresas foram ataques que a história nunca mais esquecerá.

Ninguém pode apagar a memória das ocupações de casas, das intimidações da cintura industrial, do cerco ao Parlamento a que até o valente PS fugia e se refugiava no Porto com um grupo de medricas.

O Partido Comunista é o mais democrático dos democráticos a fazer cumprir a democracia aos outros enquanto enche a cabeça do povo com a boçalidade da sua demagogia repetitiva.

O Costa que estava adormecido desde o tempo em que que passou pela escola da seita e do golpe, acordou agora para o pesadelo final.

O Costa quer mostrar ao pai, escritor desconhecido, mas muito propagandeado por quem nunca o leu, assegura que ele é o mensageiro do novo homem branco ou às riscas negras.

O Costa não leva os Socialistas às costas, ele empurra os basbaques do PS.

Dois mil milhões é a primeira fatura para o povo pagar à troika infantil.

Até o Jerónimo que depois destes quarenta e um anos de boa vida no galinheiro em S. Bento, sem nunca dividir as fartas prebendas salariais com os trabalhadores e propor pelo menos a diminuição das escandalosas remunerações dos Deputados que pouco mais fazem do que salivar, o Jerónimo que já se preparava para guardar a cartilha nazi-soviética para a conquista do poder, voltou a abri-la e leu os passos que a troika Costa, Jerónimo e Catarina têm de repetir até abocanharem o toucinho:

“Chantagem diária sobre os subservientes

Dialética repetitiva sobre os descrentes

Psicologia coletiva sobre os maldizentes

Aproveitamento sistemático das contradições sociais de uns e outros.

Corrupção dos mais resistentes.

Utilização sofisticada de todas as fraquezas humanas a nível de sexo.”

O Jerónimo já deu ordens para que a próxima festa do Avante atinja o clímax da libertinagem com o convite expresso a todos os ministros socráticos que votaram o casamento entre os libertinos do mesmo sexo que têm sido filmados às escondidas, mas que este ano um tipo mais esquisito e que já foi expulso do PC deu com a língua nos dentes quando dois comunistas machos chupavam o pífaro um do outro.

Com a Catarina e o Jerónimo a libertinagem total é garantida ao Costa. Quanto ao Tratado Orçamental, à NATO, e à saída do euro não prometem nada porque os enganos são muitos e não podem ser chupados todos de uma só vez.

 

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C.S

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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2015

A traição do Costa ao PS e ao País significa destruição

Se não acudirmos ao Partido Socialista veremos nos próximos atos eleitorais, não um Bloco de Esquerda e Partido Comunista aumentados, mas um CDS e um PSD fortemente reforçados porque o povo português não aceitará um Partido do Costa e de todos os que traíram o Seguro juntando-se ao traidor e asseguram agora o número de Deputados suficiente para a grande bagunça.

Contas feitas caso a maca aconteça, a troika da ganância desmiolada garante à cabeça um aumento de despesa de dois mil milhões de euros (2000 mil milhões).

O Partido Comunista que passou para o quinto lugar no Parlamento, em caso de novas eleições e com os novos Partidos na calhe, se não souber gerir muito bem a coluna que vota sempre PC, vai vê-la dispersar-se.

O Partido Comunista está nas últimas.

O melhor exemplo da resposta dos portugueses foi, quando nada o fazia esperar, a eleição de Oliveira Salazar como o maior e melhor Português de sempre por mais que a RTP1 o denegrisse.

A resposta foi clara, ganhou com mais do dobro do segundo classificado.

O português, quando cala, torna-se perigoso.

Em 19 de Outubro de 1921, a República Democrática passou-se dos carretos. O povo depois de ter sido baldeado como matéria insignificante pelos políticos, atirou-se a eles e se mais apanhasse mais mataria de maneira bárbara, a que nem o próprio homem a quem se deve a implantação da República escapou.

Machado Santos foi morto como um vulgar desordeiro. Com ele foi António Granjo, Primeiro-Ministro, o Comandante Carlos da Maia, Botelho de Vasconcelos, Freitas da Silva e todos os que encontravam e acusavam de ser os culpados de tanta promessa mentirosa, de tanta prisão e de tanta fome.

Estas hipóteses devem ser pensadas pelos políticos e seus próximos.

Quando vi um abrutalhado atirar-se para cima do carro do Passos, julgo que na Covilhã, pensei o pior.

O Afonso Costa apanhou tanto medo que um dia saltou de um elétrico e ficou bastante amachucado. Passado pouco tempo foi para Paris e por mais benesses que lhe oferecessem nunca mais quis arriscar a pele.

Quarenta e um anos é tempo demais para acicatar o povo. Foram muitas mentiras, muitos roubos e muitas destruições. O Costa com a traição ao Seguro e podendo atirar o Partido Socialista para uma situação falsa, caricata e insegura não deve menosprezar o imprevisto das piores reações humanas. O mesmo se passa com o Jerónimo e com a Catarina a quem já acusam de traição à classe operária se aceitarem as regras de Bruxelas.

Para analistas e comentadores a situação é de oiro. Para o povo, para os políticos e para as Bolsas é péssima.

 

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C.S

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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015

O Costa apanhou o vírus em São João da Madeira

Afinal a Ditadura que ninguém advoga como forma de Governo parece que é a casaca que melhor serve a Portugal.

E não estou a pensar em Salazar. Esse não governou em ditadura. Diz isso nos seus discursos. O Estado Novo foi mais um Estado com autoridade para preservar a liberdade de todos e o progresso do País que tinha saído de uma Primeira República totalmente desfeito.

Julgo que foi o único homem que entendeu bem os portugueses e soube melhor aproveitar as suas qualidades, unindo-os.

Digo que ninguém defende a Ditadura, mas se estudarmos a história de Portugal e como ele se conseguiu formar e avançar em conjunto, quando era voz corrente que este povo nem se governava nem se deixava governar, vemos que isso não é bem assim. O desmentido veio dos reis de Portugal que usaram sempre “a cenoura numa mão e o pau na outra.”

Verificamos isso, mesmo quando era preciso castigar os vassalos favoritos, tal como fez D. Pedro I quando mandou matar o seu melhor amigo e escudeiro por ele ter assassinado dois judeus ou quando D. Manuel I mandou enforcar todos os frades Dominicanos por terem incitado o ódio contra os judeus e os chacinaram.

O pulso de ferro, misturado com toda a benignidade, fez solidificar o País com as fronteiras consolidadas mais antigas da Europa.

Quando se dá o absolutismo com Luís XIV, o Rei-Sol de França e ele chega a Portugal, a prática era corrente, mas adotou o nome da moda.

O Marquês de Pombal não se inibiu de mandar esquartejar e decapitar os poderosos Távoras e o Duque de Aveiro.

E é nesta região, em S. João da Madeira, cidade do trabalho, onde o Presidente da Câmara Ricardo Oliveira Figueiredo segue sem hesitação o regime democrático, que os do PS mais um do SJM sempre, contaminados pelo vírus da estupidez e que a democracia está impedida de tratar, têm sistematicamente prejudicado a Cidade do Trabalho e querem fazer dela um cerrado de comunistas e socialistas, sem outras ideias que não sejam impedir o desenvolvimento e o bem-estar de todos os Sanjoanenses.

O autarca diz que em dois anos, os defensores da incapacidade socialista, fizeram perder dez milhões de euros à cidade e não viu outra saída para esta calamidade que ao ter mais 22 projetos aprovados pela Assembleia Municipal, os vereadores, do PS e da SJM sempre, da Câmara, votaram contra, continuando a impedir que os trabalhadores que fingem defender, e os outros cidadãos não recebam os benefícios que lhes são concedidos.

Foi certamente em São João da Madeira que o rato Costa apanhou o vírus da estupidez aguda e está em ponto de rebuçado para ser servido ao PC e ao Bloco até a diarreia mental os engolir, aos três, por insanidade geral.

 

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C.S

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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015

As culpas, mais que os anos, enlouquecem os velhos

A grande maioria das doenças é fruto do pensamento. Num livro escrito há muito tempo e esgotado “Saúde e dinheiro, o caminho para a Felicidade”, afirmo que o ser humano pode viver os anos que entender por que a substituição de qualquer órgão será feito com a mesma simplicidade como hoje se substitui a peça de um automóvel.

O cérebro vai ser o grande problema. É nele que está guardada toda a informação e o download (transferência, o carregamento) do velho para o novo tem mistérios que ainda não foram ultrapassados.

É frequente ouvir os mais velhos lamentarem-se porque se esquecem de tudo. Isso é assim. Há uma luta entre o bom e o mau que praticamos durante a vida e na cabeça gera-se uma confusão tal que o esquecimento, que parece um castigo, é a maneira de um pensamento não puxar o outro.

O mínimo que acontece é a depressão que vai esmagando a vontade.

Verifiquei também que as pessoas de formação moral acentuada nunca se esqueciam de coisa nenhuma e raramente tinham doenças. A vida por mais puxões que tentasse mantinha-as sempre joviais, simpáticas, cultas.

Nunca ultrapassando quem quer que fosse.

A minha sogra, que faleceu com 100 anos era um desses exemplos de vitalidade saudável.

São os comportamentos que nos entregam nas mãos do Alzheimer e da doença de Parkinson.

A recordação constante dos erros que cometemos transforma-se numa acusação permanente que deixa o sujeito incapaz de se defender e o corrói todos os dias e nas situações mais diversas.

De noite e de dia a pessoa é atormentada por ver algo que lhe recorda o mal que causou, mesmo, se naquele momento não tivesse a noção que estava a prejudicar ou magoar alguém.

Dos relatos que ouvi de homens, aquilo que nunca lhes saiu do pensamento foi o mal que causaram a mulheres com quem tinham vivido e sido felizes e que depois as deixaram por qualquer motivo.

Só anos mais tarde compreenderam como tinham sido felizes naquela relação com alguém inteligente, alegre e apetitosa.

Outra culpa obsessiva e destruidora é aquela que mostra a ingratidão para com os pais. Essa destroça todos os genes e o ser deseja nunca ter vivido.

Estas obsessões de tão continuadas atiram, um a um, para os braços do Alzheimer e da doença de Parkinson.

Das personalidades que sofreram destes males recordo-me de Margaret Thatcher, que os Russos apelidarem de Dama de Ferro devido a atitudes bastantes determinadas que tomou em defesa da Grã-Bretanha ou Ronald Reagan que não hesitou em impor a ordem para transformar um crónico e devorador défice em confortável excedente.

A saúde é o fruto do comportamento de cada um.

 

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C.S

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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2015

Uma parelha de santos, John Kerry e o rei Salman

A desfaçatez, para não lhe chamar de parvalheira universal e impúdica, toma aspetos caricatos e inqualificáveis em termos de desgosto profundo pelas mais mesquinhas e abomináveis atitudes do ser humano.

Quando a parelha, Estados Unidos e a Arábia Saudita, incitam ao esforço internacional para depor Bashar Al-Assad e criar “um país unido, pluralista e estável para todos os sírios” e a Arábia Saudita é o expoente máximo dos males que aponta e onde tudo é controlado com pulso de ferro, sendo as mulheres tratadas como seres inferiores, as execuções às dezenas e as chibatadas aos milhares, por tudo isto percebe-se bem como o Presidente da Síria deve ser afastado, não por causa das diferentes etnias que compõem o Estado Sírio, mas porque assim decidiu Obama e resolveu enviar o empregado John Kerry tratar de mais este serviço, porque Assad é mau e Obama é bom quando destrói a Líbia, tenta fazer o mesmo à Síria e empurra centenas de milhares de fugitivos para a Europa que têm de aturar a pesporrência que se julga dono do mundo em vez de se considerar um mero servidor do ser humano e ficar na história como um modelo de inteligência, ponderação e saber.

Não. Ao Obama subiu-lhe o poder ao nariz e ainda não se apercebeu do cheiro nauseabundo das suas escabrosas ações.

Também o seu colega George w. Bush fez o mesmo e é o tipo mais odiado em todo o mundo. Ele e o Tony Blair destruíram, usando a mentira, reiterando a mentira e forjando a mentira em papel certificado o motivo por que invadiam o Iraque.

O Tony Blair já se vem a penitenciar da infâmia cometida com total conhecimento. O salafrário teve a lata de ir até à poderosa multinacional do Vaticano, que usa o nome de um homem bom, de um justo, Jesus Cristo, como escudo e vende perdões a todo o bicho careta que lá apareça e queira apagar no Céu os crimes cometidos na terra.

Nem o Beato falso Tony Blair, nem o rei Salman da Arábia Saudita nem o Obama onde as execuções dos presos são papa-doce, ou as mortes dos negros por qualquer pequeno delito são diários merecem santidade.

Desde que vi, através da televisão, um preto bonacheirão, gorducho, simpático, ser morto com um aperto de pescoço por um polícia nunca mais olhei para o pequeno ecrã com receio que o ódio me contaminasse.

Como quer o Obama que alguém acredite nas suas boas intenções se os atos cometidos o contradizem?

Bem pode impor censuras, torturas e mortes que a caixa de Pandora está aberta e ninguém se calará por medo do sofrimento. Pior. Os árabes vão estoirar em todo o mundo e em todo o lado. Se o seu colega Bush criou o Estado Islâmico, não queira você criar o Inferno em todo o Universo.

 

Anterior “São uns tontos estes, água-tinta, socialistas”

C.S

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Domingo, 25 de Outubro de 2015

São uns tontos estes, água-tinta, socialistas

O meu amigo José Pires Ramos, aos socialistas que davam sempre o que eles nunca tinham produzido, chamava-lhes uns tontos.

O António Costa, que o Jerónimo e a Catarina têm encostado com facilidade às cordas do cadafalso, não dá, promete o que sabe que não existe, ou se existe nos cofres cheios é dívida que tem de aguentar os salários dos funcionários do Estado e as pensões dos reformados.

O Costa está a usar o mesmo método que usou para enganar o Seguro, só que agora são milhões os que lhe vão perguntar:

Onde está o acordo assinado, e por quanto tempo?

Mostre-o antes de derrubar o Governo e abrir o alçapão que o deixará pendurado e a baloiçar a esperteza do lagarto comido pelo lobo e pela raposa.

Aqueles que derrotaram o calhorda Cunhal só o fizeram depois de ele ter cometido as maiores infâmias que um javardo pôde cometer enquanto todos estavam confusos e assarapantados por aquilo que acontecia a um ritmo vertiginoso e apoiado por socialistas que para tapar de um lado destapavam do outro.

Foram os desgraçados tempos do PREC e os onze ou doze anos seguintes que deixaram o país de tal maneira que nunca mais encontrou o rumo certo que pudesse garantir ao povo uma segurança que lhe foi abruptamente tirada quando lhe prometeram tudo através do roubo das herdades e ocupação e destruição de fábricas com a consequente destruição de postos de trabalho que nunca mais foram recuperados.

O facínora Cunhal e mais duas ou três centenas de bestas semelhantes desgraçaram o povo português com o Partido dos Trabalhadores, que não passa de mistificação.

Não são os que continuam a dar o voto de sobrevivência ao PC, e que envergonhados nunca assumem ser comunistas, que são os culpados, estes são uns pobres diabos. Aqueles que os continuam a enganar com greves, que atiraram fora biliões de euros em vez de os fazer reproduzir a favor dos trabalhadores, esses grevistas criminosos por forçarem paralisações sabendo que os prejudicados são os trabalhadores, esses e os cabecilhas do Comité Central e da CGTP é que devem ser chamados a pagar o sofrimento do povo.

Os Governos não podem fazer nada porque não é democrático parar as burlas, mas já é democrático deixá-los morrer à fome porque eles votam no Partido Comunista. Eles, os infelizes, que dão a corda a quem os enforca, tal como o Costa a entrega ao Jerónimo para o fazer espernear balouçando enquanto as calças se enchem de urina e de gozo.

São uns tontos, este Costa e os senadores do reumático que o apoiam.

 

Anterior “A censura que mata países e cria génios do bem e do mal”

C.S

publicado por regalias às 10:40
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Sábado, 24 de Outubro de 2015

A censura que mata países e cria génios do bem e do mal

A tentativa de censurar todos os avisos do escandaloso massacre das forças americanas no Iraque, na Líbia e agora na Síria pode ter um efeito altamente perverso sobre o povo americano.

O ódio e a vingança dos países árabes podem estender-se a todo o território e de repente, sem necessitarem de armas nucleares.

A imaginação do ser humano é infinita e mais que diabólica.

Se a pequena cabeça do frustrado prémio Nobel da Paz, Obama, não entender isto, o homem não entende nada e presta um péssimo serviço também à raça negra.

Quando falo sobre este assunto não estou contra ninguém e muito menos contra os americanos onde contei sempre com grandes amigos.

O padrinho dos meus três filhos, Edwin Budge Mead, tentou tudo para que eu fosse para os Estados Unidos onde me esperava uma fortuna fabulosa em 1965, 66 e 67. Ele era banqueiro de sucesso. Recusei sempre. No Estado Novo havia censura, mas não havia repressão democrática como os comunistas insistiam em afirmar para que a mentira se transformasse em verdade.

Eu escrevia em jornais. Onze artigos tiveram o lápis azul dos coronéis. A Censura que vinha da Ditadura Militar de 1926, nunca largou esse pelouro, mas também não castigavam, cortavam o artigo e o assunto morria ali.

Escrevia artigos em vez de livros porque, com tão bons escritores no mundo, me achava pequeno demais para colocar em livro aquilo que outros fariam melhor. Depois dos primeiros cortes da Censura, tanto pensei como a devia driblar, que a única maneira que encontrei foi escrever livros. Esses só eram censurados quando os editores queriam vender em quantidade. Raramente alguém era chamado a tribunal.

Depois desta caótica Democracia Abrilesca, num artigo, que eu tinha escrito de aviso àqueles heróis de fachada que se passearam no 25 de Abril e o Governo lhes caiu no regaço, com a autorização de Marcello Caetano, fui chamado a tribunal. A pena seria de vários anos de cadeia como aconteceu a outros. Nunca me calaram. Sou da Beira, das faldas dos Montes Hermínios. Podem matar, calar-me nunca.

Todo este arrazoado vem depois de ter recebido 7 telefonemas a saber porque não tinha escrito o blogue habitual. Como não estou para atender mais umas centenas de telefonemas, continuarei a escrever arriscando-me a que o Google, a mando de uma estúpida proteção de dados prefira que a morte se espalhe como a sida, e esconda a verdade que alerta para a catástrofe que Obama está a preparar, mostrando-lhe o erro que está a cometer.

Proteção de que dados? Se eu nunca fui militar, nunca estive em contacto com nenhuma das partes e só me limito a analisar aquilo que leio em jornais portugueses e estrangeiros, como é que posso fornecer dados?

O dinheiro é o senhor poderoso da corrupção e da morte.

Depois de ter escrito o blog “Vladimir Putin e Bashar Al-Assad em Moscovo” e ter visto que tinha sido censurado resolvi regressar só aos livros, mas pela reação recebida vejo que não devo, só que mudo o método de trabalho, primeiro escrevo umas páginas de folhetos encadernados e mais tarde vou aos blogues, sejam os mesmos degolados ou não.

 

Anterior “Helena Roseta é a mais indicada para o Parlamento”

C.S

publicado por regalias às 11:46
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2015

Helena Roseta é a mais indicada para o Parlamento

O voto é meu e a mensagem não influencia ninguém daquele ermitério. Nele habitavam 50 frades. Hoje são 230 bem pagos, cheios de mordomias, confusos e incapazes de compreender o Costa das ambições sem nexo.

As constantes desavenças fazem daquela casa, que foi mosteiro de S. Bento, um lavadouro público difundido em direto pela televisão para todo o país. Começa hoje a tentativa do engano tripartido: Costa, Catarina, Jerónimo. O descaramento é total.

Na Primeira República foi-lhe dado o nome de Palácio do Congresso. O General Humberto Delgado, que era incontido de boca chamava-lhe a tasca de S. Bento. Não hesitava em os insultar abaixo de cão.

Com Salazar e depois da Constituição de 1933, o Mosteiro passou a albergar a Assembleia Nacional onde se discutia tudo o que fazia falta no País e aquilo que interessava fazer. Como não havia rádio e muito menos televisão, só os jornais, que podem ser consultados nas hemerotecas, traziam muito do que se fazia naquela casa.

A hemerotecadigital.cm-lisboa.pt estava bem apetrechada sobre as publicações mais antigas. Digo, estava, porque tem desaparecido tanto material informativo, que não sei o que se passa. Desde 2009 que não a consulto.

Quando em 1935 apareceu a rádio, Salazar explicava o que tencionava fazer para, se alguém assim entendesse, reclamar ou apresentar melhor sugestão.

Nos Discursos de Salazar, em seis volumes, encontra todas as iniciativas para o desenvolvimento do País.

A Democracia ciumenta e mentirosa conseguiu esconder que afinal a autoridade é fundamental para uma democracia que deseja proteger o povo e não os políticos. Todos estavam unidos na Assembleia Nacional. Nem faltavam lá os comunistas. Aquele que agora me lembro é do Carlos Rates. Todos eram livres para dizer o que entendessem. Se os colegas os apoiassem as leis seguiam as suas ideias.

E eu estou a fugir da minha. A Arquiteta Helena Roseta é das pessoas mais habilitadas a dirigir a Assembleia da República. Certamente todos os deputados a aceitariam e o Parlamento teria uma mulher competente a dirigi-lo.

A Helena sabe arranjar consensos. Como é extraordinariamente inteligente, facilmente abre caminhos. A sua experiência como autarca em Cascais e em Lisboa é outra das suas grandes valias.

No meio do fogo intenso que nos abrasa pelo desmiolado Costa e pelos videirinhos que o seguem, Helena Roseta, como Presidente do Parlamento, seria a voz da moderação e do bom senso.

 

Anterior “Vladimir Putin e Bashar-Al-Assad em Moscovo”

C.S

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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2015

Vladimir Putin e Bashar-Al-Assad em Moscovo

Depois de Obama tentar dar a volta a Putin, e transformar o cinismo dos atos em boas intenções, Bashar-Al-Assad meteu pernas a caminho e foi a Moscovo dizer a Putin que não se deixe ir em cantigas por quem destruiu a Líbia por razões mesquinhas e tenta transformar a Síria num país falhado ao criar rebeldes pagos a preço de ouro sabendo que estão unidos ao Estado Islâmico e que colaboram com todos os terroristas que abriram as portas da Europa às centenas de milhares de fugitivos de nações em guerra fomentada pelo Obama Prémio Nobel da Paz, que por antonomásia o recebeu.

Obama, herdeiro do infame George W. Bush e do Tony Blair que invadiram e destruíram o Iraque alicerçados em monstruosas mentiras, é o exemplo que seguiu logo que a isso foi desafiado por Sarkozy e Cameron ao sacrificarem e destruírem um país e um povo que tinha tudo para ser feliz. A Líbia é hoje um coito de ladrões e de idiotas que não sabem o que são nem o que fazem.

Não contente com esta infâmia de que é culpado, Obama tentou incendiar todo o Norte de África desde o Egipto a Marrocos louvando as Primaveras árabes. O Egipto sentiu o engano e mostrou que não admitia ingerências.

O objetivo que ainda não tirou da cabeça é o Irão. Para o concretizar tem de limpar terreno à volta. A Síria foi a sua grande aposta, não contou com a firmeza de Bashar-Al-Assad e com os Sírios que, juntos em diversas pequenas etnias, perceberam as intenções do vendedor de armas e de morte.

A Rússia quando da invasão da Líbia, apesar de ser também ofendida, calou-se, agora com a Síria já deu sinais que o assunto é mais sério e que Obama e os coitados europeus que, por negligência, imprudência, inépcia, não dizem a Obama que está a cometer erros seguidos e os está a tentar envolver em crimes monstruosos.

Putin e caso seja necessário Xi Jinping, diplomaticamente, não podem permitir que os Estados Unidos e a NATO incendeiem o mundo de maneira a que nunca mais ninguém consiga apagar o fogo.

A Síria atacada pelos do Estado Islâmico e pelos rebeldes europeus e dos Estados Unidos tem a certeza que os alvos seguintes são o Líbano e o Irão.

Bem fez Bashar-Al-Assad ir a Moscovo insistir com Vladimir Putin para não ir na conversa destas sereias do lodo, da mentira e da ganância, que prenhes de loucura e de armamento não se importam das consequências e do holocausto mundial que preparam.

Oxalá Vladimir Putin tenha entendido o aviso de Bashar-Al-Assad.

Anterior “Portugueses são um povo de inocentes irresponsáveis”

C.S

publicado por regalias às 11:43
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