Quinta-feira, 31 de Março de 2016

Autarca do Porto em perigoso voo rasante

O homem aparentemente é simpático, mas há dias em que não regula bem. A câmara do Porto subiu-lhe ao cocuruto. Quer protagonismo.

O Porto cidade e o Porto gente amam-se naturalmente.

Cidade e habitantes fundiram-se nos olhos, no rio, nas palavras alegres de quem ama a vida e o Porto.

Até Pinto da Costa consegue ganhar simpatias, mesmo quando zurze os mouros.

É uma linguagem chã, escorreita de quem fala com o coração nas mãos e a inteligência das sílabas parte como setas defendendo a Invicta contra a moirama e a imbecilidade.

O Porto vive do trabalho e da riqueza que mergulha no Douro e vai mar dentro até às longínquas paragens onde troca o fruto da terra portuguesa por capital ou bens que aqui possam fazer falta.

Os meios de comunicação, saiam eles dos portos ou dos aeroportos, estejam eles no Porto, Lisboa ou Faro, o que é necessário é a rentabilidade ser a mais consentânea com os objetivos a atingir.

O autarca do Porto entrou em voo rasante e começa a causar preocupações quando todo o país acredita que chegou o momento de levantar Portugal, para que os portugueses deixem de passar dificuldades.

O homem, talvez para esconder outros intuitos, resolveu deitar a TAP abaixo sem ter a preocupação dos custos e consequências, tal como em tempos fizeram pilotos e grevistas.

Primeiro Insultou a cidade de Vigo com disparate maior do que o seu pedantismo. Falou de Vigo como uma salsicha fresca dentro de uma francesinha. O homem boçal que lança a ofensa à simpática cidade de Vigo e ao seu autarca, Abel Caballero, sente-se mais francesinha ou mais salsicha? Pelo caminho que leva, Rui Moreira é ele próprio as duas coisas.

Concorda, com Fernando Pinto, o plano estratégico da empresa para o Porto, depois vira o bico ao prego, arranja um laranja que lhe quer papar as papas na cabeça e o apoia, outro que lhe escreve o livro e aí está a demagogia preparada para fazer perder tempo ao país com questões de Lana-caprina e de prosápia de alguém que começa bem, incha, vai rebentar e cheirar mal.

Portugal não suporta mais asneiradas, nem aceita quem se deixa influenciar por tipos que vivem à babujem.

Se o Rui Moreira não entender isto, pode ter a certeza que a letra e a música que voltará a ouvir serão bem diferentes.

Portugal não pode continuar entregue a truões quando o povo vive miseravelmente e os que têm milhões podem dizer e fazer o que entendem contra o seu próprio país.

 

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Quarta-feira, 30 de Março de 2016

Tecnologias de Informação abandonadas sem explicação

Enquanto os países mais avançados do mundo agarraram as Tecnologias de Informação com a certeza que estavam dentro do futuro, do progresso e do sucesso, Portugal estagnou.

José Sócrates ao lançar nas escolas, o Magalhães em 2008,não encontrou gente de visão neste projecto.

O Magalhães, embora ninguém o diga, fixou os alunos na escola. A partir de 2008, através da propaganda sobre o computador Magalhães e da aprendizagem das novas tecnologias que permitiam comunicar com o mundo, ter jogos à disposição, contactar com amigos etc., tornou o ensino atrativo.

Infelizmente esse instrumento de progresso não foi aproveitado pelos Diretores das Escolas e Ministério da Educação que imediatamente deviam ter promovido seminários informativos para professores. Não o fizeram nem em quantidade, nem em qualidade.

Como havia falhas graves, o Crato, em vez de solucionar o problema, fez o mais fácil passou o ensino das Tecnologias de Informação só para o 7 e 8º ano.

Com o Jornalismo aconteceu coisa semelhante. Foram atamancados professores que nunca tinham lido um jornal. Já relatei isso.

Continuemos com as Tecnologias de Informação. Deixemos as críticas, vamos ao que interessa.

Esta ferramenta que ainda não sabemos aproveitar porque não há gente suficiente para a ensinar e ainda menos vontade de a implementar tem de ser utilizada a cem por cento, para fazer funcionar Portugal como uma placa giratória de empresas direcionada para todo o mundo.

A aprendizagem das Tecnologias de Informação serve para tudo e em todos os lugares, todos os trabalhos, todos os serviços. Todos os países prósperos, desde a Alemanha a Singapura perceberam isso. Portugal ainda está a pensar.

Tenho de ficar por aqui.

Estou a fazer um esforço tremendo para não ser desagradável.

Portugal não suporta mais erros. Compreendam isso! Em quatro anos consegue-se muita coisa.

A frase é conhecida e contínua válida:

“Não perguntem o que Portugal pode fazer por nós, mas antes o que nós podemos fazer por Portugal”.

 

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C.S

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Terça-feira, 29 de Março de 2016

O campo de concentração turco e Palmira

Manter na Turquia, durante vários anos e em condições degradantes, os sírios ou perguntar-lhes se querem regressar a uma Palmira rapidamente reconstruída e protegida dos monstros que a violaram, a resposta dos sírios será a mais lógica.

A Europa está a encaminhar-se para um período de caos, medo e confusão como ficou demonstrado com a entrada de hooligans em Bruxelas, quando deviam ser proibidos de o fazer. Ninguém teve coragem de dar essa ordem mesmo tendo podido recorrer à ajuda da Holanda, Alemanha ou França.

Afinal onde está a União Europeia?

É necessário todos os países terem forças militarizadas em excesso para recorrer a ações esporádicas? Ou os países da União Europeia, com capacidade militar e paramilitar, podem ser imediatamente solicitados?

A Europa está à beira do abismo e não sabe o que fazer e como proceder depois de tantos erros cometidos e tão ingenuamente consentidos.

O caso das sanções à Rússia, só para satisfazer a arrogância Americana, leva que os países da UE se solidarizem com as asneiras.

Mesmo que alguns sírios possam, um dia mais tarde vir trabalhar para a Europa é fundamental que os da Turquia, Grécia, Itália e os numerosos excedentes já espalhados pela Europa sejam reencaminhados para o seu país com garantias de segurança, que só a Rússia e o Governo Sírio lhes podem oferecer com o apoio da comunidade internacional que resolveu fazer do Médio Oriente e do Norte de África campos de batalhas que se refletirão na Europa, cujas consequências do amém às invasões do Iraque, da Líbia e da Síria deram o que está a acontecer: a insegurança permanente em todos os países da Europa.

Não chegar a estas conclusões é colocar estas sumidades a par do comunista Jerónimo que estranha o convite do Presidente da República ao Presidente do Banco Central Europeu, Mário Draghi.

A inteligência nunca foi o forte dos comunistas, eles ainda continuam com um atraso mental de 90 anos em relação ao que se passa no mundo. A ignorância não os larga, caso contrário os dos sindicatos da CGTP nunca estariam na situação de esperança adiada ad aeternum, mas sempre anunciando vitórias que nunca se realizam nem realizaram porque são uns incapazes.

 

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C.S

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Segunda-feira, 28 de Março de 2016

Mabília. A determinação que Portugal precisa

Portugal foi grande quando as dificuldades eram maiores do que as forças do ser humano.

Quando Portugal tinha 95 por cento de analfabetos e os reis assinavam de cruz, Portugal tornou-se definitivamente independente de Leão e Castela.

Em 1309 já D. Dinis emprestava dinheiro ao reino de Leão.

Eram analfabetos a grande maioria dos marinheiros que descobriram quatro quintos do mundo desconhecido.

É evidente que não estou a fazer a apologia do analfabetismo. A explicação serve para entrar no Portugal dos nossos dias.

Tal como D. Afonso Henriques em 1140; D. João I em 1385; D. João II em 1485, quando Diogo Cão entra no reino do Congo; o Marquês de Pombal em 1755 e Salazar em 1933, todos meteram as mãos na desgraça, agarraram o trabalho com determinação e levantaram Portugal.

Hoje também não estamos bem, mas não há mal que sempre dure.

Temos um Presidente da República em que a maioria dos portugueses acredita e um Primeiro-Ministro que soube recuperar o que tinha perdido. Costa tornou-se credível e deu um ar diferente ao país. Até a oposição quer que ele tenha sucesso. É o bem de Portugal que está em causa.

A união e a vontade entre todos os portugueses são fundamentais para conferir força aos que ainda rastejam no desespero das dificuldades.

Lembrei-me como exemplo de tenacidade, trabalho e determinação, de falar de D. Mabília. Criou quatro filhos, todos saudáveis e bem colocados.

  1. Mabília é analfabeta e um poço de cultura, sabedoria, experiência de vida, sacrifícios, boa-disposição e simpatia.

Gosta de falar dos trabalhos que a fizeram crescer e lhe deram um ensino superior, que pede meças ao universitário.

Há dias, uma das minhas netas enviou-me uma planta que estava a dar a alma ao Criador.

Verifiquei o estado da doente, tirei-a do vaso e tive a confirmação do mal.

Fui ter com D. Mabília. Mostrei-lhe a planta. Disse imediatamente:

- Tem excesso de água.

A partir desse dia a D. Mabília tem-me dado fabulosas lições de campo e produtividade.

Também os portugueses têm de voltar a meter as mãos na terra para que o pão e a energia não faltem, e os portugueses possam viver o tempo desafogado que todos merecem e de que a D. Mabília é o exemplo.

Só o trabalho dá tudo que necessitamos para viver e ser felizes.

 

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C.S

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Domingo, 27 de Março de 2016

Juízes e oposição brasileira podem avacalhar seminário

O à vontade e o descaramento como juízes e a oposição brasileira vêm confraternizar para derrubar o Governo de Dilma Rousseff aproveitando o seminário Luso-Brasileiro de Direito entre 29 e 31 de Março, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa só é repugnante porque é por demais evidente o aproveitamento do encontro para aqui juntar os senadores Aécio Neves e José Serra, o Juiz Gilmar Mendes e Michel Temer que pretendem utilizar este momento para influenciar o povoléu e todos aqueles que tiram sempre lucros dos movimentos contestatários ao Governo e neste caso ao impeachment de Dilma Rousseff.

Jogadas políticas levadas a cabo em Portugal revelam que nem sempre determinados acontecimentos, por mais relevantes que sejam, colocam em causa ou simplesmente beliscam as relações entre dois países que sempre souberam estar afastados das quezílias internas nunca dando azo a que qualquer mal-entendido ou perversa jogada possa favorecer quem pretende ocupar por golpe o que não conseguiu através de eleição.

Todos os portugueses esperam que tanto juízes como políticos e empresários brasileiros saibam respeitar o acolhimento para debaterem os assuntos programados e não os apalavrados golpes.

O Brasil que, tal como em todos os países do mundo está a sofrer uma crise que parece ter paralisado as mentes de Governantes, de financeiros e de experientes economistas, não deve entrar no caos que de repente pode explodir e atingir toda a oposição e membros do Governo.

Na Primeira República Portuguesa foi isso que sucedeu. Vários juízes foram assassinados, alguns empresários, um Presidente e diversos ministros.

O tempo não é de rompimento, é de juntar esforços. Têm de resolver casos que não podem ser adiados, mas que não provoquem reações de ódio no povo que já tinha largado a parte negra da vida e se orgulhava do Brasil de sucesso.

As eleições no tempo programado servem para saber quem o povo apoia.

Não tentem pois os oradores, com a fogosidade das palavras e do espetáculo, tentar, a partir de Portugal, derrubar Dilma.

O tiro pode-lhes sair pela culatra.

 

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Sábado, 26 de Março de 2016

Um dos erros que nos mata é o da apatia

Na última página, do livro “Salazar vítima da ignorância”, escrevi “Três realidades lamento neste mundo: primeiro ter cá estado, segundo ter sido imaturo e, para meu azar, reconhecer esse facto, terceiro, não ter aprendido matemática.”

Lembrei-me do assunto quando hoje, pelo noticiário do meio-dia ter sabido que afinal, tal como eu tinha escrito no Blogue de ontem das 5h31 eu ter dito isso por outras palavras.

Como é que eu e outros como eu, que nunca fomos agentes de segurança pública ou militares, sabemos destes assuntos? Pensando neles, fazendo análises de grande simplicidade e chegando a conclusões.

O momento que estamos a atravessar é dos mais graves dos últimos setenta e um anos. Mas a apatia de muitos Governantes é assustadora. Eles acham que não devem confrontar os colegas dos outros países com os erros cometidos e travar o mal à nascença. Eles cobrem-se uns aos outros e acabam por envolver milhões de pessoas em desgraças mais do que previsíveis porque teimam em esconder os problemas com algo que é bonito e até muito válido, que é a Democracia. Mas quando a Democracia é exagerada e não tem contrapartida é burrice chapada.

Em França existem mais de duas mil mesquitas porque é democrático, mas o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Noruega já entendeu que Democracia tem limites e recusa apoiar a construção de mesquitas enquanto os Islamitas nos seus próprios países proibirem a construção de outras igrejas que não sejam as deles.

Aceitar tudo, displicentemente, porque é proibido proibir é de uma tontaria inacreditável e só compreensiva por laxismo, apatia de molengões que não defendem o povo porque têm sempre quem lhes proteja as costas e normalmente são os últimos a morrer.

Os Governantes não ligam aos avisos dos próprios adversários.

Hitler foi muito claro no seu livro “A minha Luta”. Poucos ficaram de sobreaviso. Quando democraticamente alcançou o Governo, os judeus tiveram mais que tempo para abandonar o país e os limítrofes, não ligaram. Viviam bem demais para acreditar.

Sobre isso escrevi, publiquei e pode ser lido no Google “Sexo e magia desencadearam a II Guerra Mundial” onde falo sobre os diversos tiques de um louco que os ministros apoiavam.

Perdemos a liberdade de viajar descansados, mas podemos recuperá-la se todos prestarem atenção a tudo o que acontece, e colaborar com os serviços de Segurança Internacional.

É difícil, é complicado, é desagradável, mas não vejo outra solução que não seja todos estarmos unidos para poder estar protegidos.

 

Anterior “O terrorismo usa o algoritmo de Al-Khwarizmi”

C.S

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Sexta-feira, 25 de Março de 2016

O terrorismo usa o algoritmo de Al-Khwarizmi

A maneira como os suicidas assassinos têm sempre atuado leva-me a pensar que eles mais não fazem do que seguir o algoritmo do árabe Al Khwarizmi que no século IX o inventou baseando-se numa sucessão de ações que obedecem a uma certa ordem.

O pensamento sugeriu-me isto, quando ouvi na Antena1 que Salah Abdeslam mudou repentinamente de ideias e em vez de querer ficar na Bélgica prefere ser extraditado para França, sinal que estava planeado um ataque que ele conhece. Mas foi executado outro que ele desconhecia.

Foi a partir de Al Khwarizmi que os europeus aprenderam a trabalhar com o sistema decimal.

A palavra algoritmo foi formada a partir do nome do inventor e hoje encontramo-la na matemática “como método e anotação das diversas operações e processos de calcular”

“Na informática como um conjunto de regras e operações que permitem resolver um problema.”

É também “um conjunto de fases por que é preciso passar para chegar à solução de um problema.”

Salah ao reconhecer o acompanhante dos irmãos suicidas e assassinos, e ao sabê-lo vivo, por qualquer razão prefere sair da Bélgica. O que é, só a polícia poderá a vir descobrir.

Esta loucura humana, onde vamos encontrar unidos parceiros ocidentais e orientais poderia ainda ser mais gravosa caso Vladimir Putin não tivesse, depois de muito solicitado, ajudado a Síria e em poucos meses resolver aquilo que se arrastava há anos precisamente porque o Ocidente, influenciado por Obama aumentava a chama que pode consumir a Europa caso a teimosia continue a deixar os sírios na Turquia e à porta da Europa.

O algoritmo continua de pé para os árabes, mas já não pode ser coadjuvado pelos ocidentais, por mais interesses que tenham em limpar terreno à volta de Israel.

Os judeus vão ser os próximos alvos nas empresas, no trabalho, nas férias.

A Europa e os EUA têm de aumentar e especializar a polícia, à civil, de Segurança Internacional, caso contrário o terrorismo não vai parar.

A segurança é essencial para que a liberdade seja preservada

 

Anterior “Governantes europeus teimam no suicídio”

C.S

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Quinta-feira, 24 de Março de 2016

Governantes europeus teimam no suicídio coletivo

Verdadeiros capachos dos EUA os Governantes europeus insistem na democracia do suicídio do povo europeu para dar satisfação à arrogância de Obama que decreta sanções contra a Rússia e estes mabecos sem classe, sem dignidade e sem inteligência que Governam a Europa, imediatamente fazem o que lhe ordenam os EUA sem se preocupar se, com essa atitude, vão prejudicar gravemente quem exporta para a Rússia e de repente vê as portas fechadas e a ter que deitar os produtos para o lixo sem que sejam ressarcidos do que estas aventesmas determinam.

Com o caso dos refugiados e das consequências que advém tanto para a Europa, como para os infelizes que correm ao engano e são encerrados em campos de concentração miseráveis, acontece situação idêntica.

Aos Governantes europeus bastava debruçarem-se umas horas, já não digo minutos, para entenderem aquilo que tenho repetido várias vezes: os refugiados, a médio prazo, vão tornar-se presas dos árabes radicais, que desde sempre têm pensado em ocupar a Europa. Aproveitaram a oportunidade que o W. George Bush, o Tony Blair, o Obama, o Sarkozy e o Cameron lhes deram com a invasão e destruição do Iraque, da Líbia e da Síria para montar um esquema a longo prazo, que começa a ser testado de imediato, com paragens de médio prazo, mas de insegurança total na Europa que, sem aviso, acorda desmembrada como num talho ao ar livre, onde pernas, braços e cabeças rolam em qualquer lugar.

Antes deste último ataque na Bélgica tinha escrito outro Blogue mostrando a fragilidade das polícias de segurança, que só passados mais de quatro meses descobriram e prenderam um dos criminosos do Bataclan francês.

Eu bem tento todas as explicações. Quero chegar aonde? Insistindo que são estas grandes comunidades de jovens árabes idealistas, revoltados e fracassados na vida, nos estudos, na potência amorosa que são os alvos mais fáceis em catequisar oferecendo-lhes nada mais que ilusões, mas que são o suficiente para aniquilar multidões desprevenidas. Acabam de ser estes os cordeiros da Páscoa, incinerados em louvor da estupidez dos Governantes Europeus que para esconder os erros dos seus congéneres já citados atiram o povo para o sofrimento e para a mortandade tal como está a acontecer com os sírios que nas mãos dos Turcos levarão o mesmo tratamento do que os curdos.

A primeira e mais urgente solução é reenviar para a Síria todos os sírios que ainda não estejam a trabalhar.

A segunda é monitorizar, cada um deles, durante os próximos cinquenta anos. Isto para ser benevolente e tolerante com os falsos defensores dos Direitos humanos, que eles não praticam, mas de que falam.

Pacificar a Síria, reenviar os fugitivos, ajudar na reconstrução.

Não fazer isto é ter a certeza que nos próximos decénios a liberdade acabou, começa o suicídio coletivo e o Inferno na Europa e nos EUA.

 

Anterior “Obama na Cuba dos Castros e dos Direitos”

C.S

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Quarta-feira, 23 de Março de 2016

Obama na Cuba dos Castros e dos Direitos

Como Obama pode falar em Direitos Humanos, quando a Líbia e a Síria foram esmagados por sua intervenção direta?

Como Obama pode justificar o despudor das suas palavras, na Cuba dos Castros, quando os seus atos são totalmente o oposto?

Como Obama pode legitimar o respeito pelos Direitos Humanos se, nos próprios EUA, eles não são respeitados?

Para além das atrocidades cometidas, está também provado que quase 300 presos de delito comum foram condenados à morte e hoje sabe-se que eram inocentes?

Como pode o seu par presidencial, mas não menos falso George W. Bush invadir, destruir, humilhar e matar no Iraque, e o paradoxal Prémio Nobel Obama, de raiva e, como um insensato, destruir a Líbia, um dos mais prósperos e avançados países de África? E a seguir, por causa do petróleo e para mostrar à Rússia o seu poderio, compra os corruptos da Síria e sem nada que o justifique semeia o caos, inventa patranhas e só não destrói todo o país porque Bashar al-Assad prefere morrer no seu posto do que abandonar o povo aos chacais. Valeu-lhe a Rússia.

Onde estão os Direitos Humanos do Obama e de todos os palhaços que estão a seu lado por mesquinhez?

É escusado a Obama e a todos os comparsas que por bajulação, laxismo e comprovada estupidez-malvadez o aplaudem, insistindo na mentira quando os factos são evidentes e as centenas de milhares de mortos lhes apontam o dedo acusador.

A falta de Direitos Humanos em Cuba é certamente muitíssimo menos gravosa do que a imposição de pseudodireitos humanos à força e à bomba que milhares de mortos, só nos três países, supramencionados, revelam a barbaridade e bestialidade de tão ímpios salvadores.

O desmentido destes idólatras da efabulação, vai desde as infames destruições de países como o Iraque, a Líbia e a Síria até às centenas de milhares de refugiados que vagueiam perdidos e enxovalhados em países que mais tarde irão odiar por terem sido os causadores desta hecatombe que tem como resultado os atentados como o de ontem em Bruxelas e sobre os quais eu tenho insistentemente alertado, mas a que as tolerantes elites que governam a Europa ainda não entenderam.

O cheiro a esturro está no auge. A diversão do Daesh em Bruxelas aponta para grandes catástrofes nos EUA. Espero que não ignorem o aviso.

E tudo começa com os inimputáveis difusores dos Direitos Humanos: George W. Bush, Tony Blair, Barack Obama, Sarkozy e Cameron.

 

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C.S

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Terça-feira, 22 de Março de 2016

A lapidação democrática de turistas por escolherem a UBER

Nunca andei nos táxis da UBER e não espero vir a andar. Sou tão comodista que nem ligo às comodidades.

Tenho mesmo a impressão que se em vez de táxis os meios de transporte fossem puxados a muares, eu não tinha dúvidas que os escolheria se a pressa não fosse muita.

Seria de certeza cliente dos transportes do Chora e, pelo andar da carruagem, os taxistas haviam de exigir que as mulas não lhes fizessem concorrência devido ao preço.

A frequência com que os taxistas normais atacam os taxistas da UBER pode fazer que um deles perca a cabeça e os atacantes acabem por ser atacados e maltratados. Ou seja: “vão buscar lã e ficam tosquiados.” Em 1978 em Tomar, um taxista que tinha o hábito de ofender outro foi morto por ele. Eu era Deputado e interessei-me pelo caso. O que matou era um paz de alma.

Também aquilo que aconteceu no Porto não pode voltar a suceder.

Neste caso, os taxistas apedrejaram o motorista da UBER e duas turistas. Se qualquer delas fosse ferida ou até morta, os taxistas iam ter um problema do qual nunca mais se livravam. E, se por acaso, em vez das turistas, no UBER fossem indivíduos como eu que respondem aos ataques com ataques bem mais violentos, os dos táxis não se saíam bem do apedrejamento.

Não é com a UBER que têm que lutar. Têm de dirimir o conflito através do Governo e, se ele não o consegue resolver é porque a UBER está legal segundo os padrões europeus ou mundiais.

É de uma total falta de senso aquilo que os taxistas estão a fazer.

Quando foi da revolução Industrial aconteceu o mesmo. Os trabalhadores pensaram que iam ficar sem emprego. Primeiro que entendessem que afinal teriam melhoria de vida, eles provocaram grandes e graves manifestações até verificarem que ao contrário de lhes tirar o ganha-pão, não só aumentaram o número de trabalhadores, mas o pagamento era muito superior.

A UBER pode ser um salto, eu desconheço, mas pela pesquisa que fiz, o contacto entre o cliente e a empresa é feito por telemóvel e há uma espécie de fidelização a quem se habitua ao serviço.

Não queiram os taxistas ser mais papistas que o papa. Isso não é um produto de carne de porco ou de farinheiras com carne de galinha. Há que estudar as vantagens da UBER e fazer melhor, agora atirar pedras ou atacar clientes e trabalhador dá de certeza mau resultado. A publicidade negativa em países não é de todo aconselhável. Os turistas são a única “indústria” que a estupidificação comunista e da UDP não destruiu.

 

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C.S

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