Domingo, 31 de Julho de 2016

Sindicalizados inconscientes. Sádicos ou masoquistas?

Depois de 42 anos, em que o povo perdeu quase tudo quanto possuía e tudo quanto lhe foi prometido; os Sindicatos voltam-se contra os únicos que os têm apoiado nas asneiras cometidas.

Agora que tinham oportunidade de beneficiar da composição do Governo, aguardando as medidas que, com mais algum tempo seriam tomadas para benefício das classes que dizem defender, aí estão eles a ameaçar com greves e mais greves.

E quem escolhem para bandeira da bandalheira?

Os enfermeiros, a classe mais desprestigiada depois do episódio da Legionella em que deixaram morrer, sem assistência, vários pacientes que gritavam que lhes acudissem, mas a quem eles viraram as costas.

É preciso descaramento. É sadismo ou masoquismo?

Esta falta de pudor e a mais miserável falta aos deveres deontológicos atirou com os enfermeiros para a lista dos irrecuperáveis.

Quarenta e dois anos de imbecilidade Nacional é tempo, mais que suficiente para que os Sindicatos e os sindicalizados tomem consciência dos erros cometidos antes que o povo sofredor coloque os pés à parede, e os enfrente, mais à tralha que os incita.

Em vez das regalias que reclamam, em tempo de contenção e de vacas magras, tudo por culpa de Sindicatos, de Partidos pouco escrupulosos e de gente pouco esclarecida e facilmente influenciável, os enfermeiros podem ver reduzidos ou totalmente eliminados os seus direitos. Basta a União Europeia querer.

Não metam o Costa e o Centeno numa camisa-de-onze-varas. Eles não mandam nada e o Partido Comunista e o Bloco ainda menos.

Será que os inconscientes e os seus acólitos não têm a mínima noção das dificuldades por que o país passa, ou querem voltar à miséria e ao caos da Primeira República alimentada pelas ervas dos caminhos e pelas cadeias cheias de recalcitrantes esfomeados e piolhosos?

Muitos não morreram de fome, mas não escaparam às inúmeras infeções apanhadas naqueles antros de insalubridade.

A inconsciência exagerada nunca levou a bom porto.

Os enfermeiros podem ser as grandes vítimas dos seus erros e das suas ambições ao colocar em risco a vida dos doentes.

 

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C.S

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Sábado, 30 de Julho de 2016

Acabou-se a liberdade, viva a bandeirada!

O pedido de entrada na CEE, depois União Europeia, acabou com aquilo que os portugueses mais prezam: fazer o que sempre lhes deu na real gana.

Salazar, conhecedor desta maneira de ser, raramente lhes travou os impulsos, por mais que os labregos cunhalistas digam o contrário. E provo-o, demonstro e comparo-o com aquilo que, eufemisticamente, se chamam povos Democráticos.

A Censura, vinda da Ditadura Militar e sempre orientada por Majores e Coronéis, era mais para impedir os jornalistas de escrever sobre assuntos que pudessem influenciar o povo menos instruído, como falar de suicídios, pedófilos, pederastas e pouco mais.

Os livros não tinham censura, mas sempre que os editores pretendiam publicidade gratuita e venda garantida, tanto falavam no livro que os Coronéis, tolamente mandavam apreender alguns exemplares. Era o que desejavam os editores que depois vendiam milhares de cópias.

Os da UBER ao colocar as bandeirinhas nos carros, mais não fizeram que bandarilhar os Taxistas e fazerem a sua publicidade sem gastarem um cêntimo.

Podiam ter levado uns toques, o que é próprio das corridas, mas confiaram que os polícias aparecessem rápido e tudo serenasse depois das estocadas serem publicitadas.

Com mais este episódio acabou a liberdade dos portugueses para agirem como patetas. Já há muito tinha acabado na Europa.

Eu escrevi sobre o assunto, declarei-o em plena Assembleia da República: Portugal, durante o Estado Novo, era o País mais livre da Europa. Eu tinha-a percorrido quase de lés-a-lés, entrei mesmo em Berlim Oriental, que adorei.

Fiz sempre isto à procura do lugar onde não houvesse pobres. Pelo caminho ouvia elogios a Portugal.

Michel Giacometti, marido da minha colega, Isabel, no Consulado de Portugal em Paris, e que só conheci pessoalmente em Portugal, por intermédio de Fernando Lopes Graça, dizia-me que adorava Portugal. Era o único onde se sentia completamente livre.

Quando lhe perguntava: mas você não é comunista? Ele ria-se. Não respondia. Lopes Graça, em dia de bebedeira, fizera-lhe garantir que era do Partido da asneira, do erro e da traição.

Amigos taxistas, contem comigo. Na UBER, só se não tiver outro transporte.

A liberdade acabou quando pusemos o pé na União Europeia. Os parasitas gananciosos venderam a liberdade dos portugueses por um prato de lentilhas, mas eles encheram a burra.

 

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C.S

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Sexta-feira, 29 de Julho de 2016

Costa, Centeno, PS, Bloco, PC, glória ou morte

As expectativas ultrapassaram tudo o que os tenores cantam.

O Bloco e o Partido Comunista, de vez em quando, dão umas fífias. Os Sindicatos mostram os dentes careados, o refugo, o que de mais podre existe no país que implora misericórdia através de letras mistificadas e cifradas que os de Bruxelas decifram com dificuldade e engolem a custo.

O que tem graça, nesta desgraçada vida Portuguesa é que Esquerda, Direita, um, dois, três, quatro e troca o passo todos querem que o Costa, o Centeno, o Bloco, o PC, o PEV e o PAN consigam sair-se bem desta caricata situação em que o Costa, num golpe de mágica, meteu tudo no mesmo saco, abana, chocalha e tenta salvar Portugal, salvando dessa maneira a face e garantindo o lugar na história.

O homem pode mesmo conseguir a quadratura do círculo e Portugal encher os espaços vazios com os milhares de cientistas sociais que aqui, no país do Turismo e do amor, gozam férias e se aprende a governar.

Até eu, que em plena Assembleia da República garanti que, com estes comunistas, nem para o céu ia, estou pronto a dar o dito por não dito, desde que o Governo do Costa, mais os seus apoderados consigam redimir e salvar Portugal destes execráveis 42 anos de indecisão, atrapalhação, pedinchice e humilhação.

Antes do 25 de Abril, tendo visitado um país da Cortina e gostado, mastiguei, durante muito tempo a ideia da fusão entre o sistema Democrático e o Comunismo. Falei nisso ao meu querido amigo Manuel Guimarães que me disse que eu era ainda mais maluco do que parecia. Não desisti. De repente veio o 25 de Abril, a que não dei importância, até que o Cunhal armou em parvo e deu cabo de tudo.

Também em Plena Assembleia da República, de raiva lhe disse que entre ele e Al Capone ou havia diferença ou cadeia. O Bruto nem respondeu. Fez sorriso amarelo. Pode ler o que afirmo nos Diários da A.R.

Aquilo que acontece neste momento é que o quinteto ou consegue sair-se bem e salvar Portugal e eles podem Governar mais quinze ou vinte anos ou nas próximas eleições legislativas o PC desaparece e o Bloco e o PS também não ficarão em melhor estado.

É a glória ou morte das esperanças da Esquerda, onde se albergam 70 por cento dos oportunistas que vivem à custa dos golpes falhados.

 

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C.S

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Quinta-feira, 28 de Julho de 2016

Greves, enfermeiros, médicos e incompetência

Nunca houve tantos enfermeiros e médicos e tanto laxismo e incompetência.

Desde o abandono e morte dos doentes da Legionella no Concelho de Vila Franca de Xira, ao tumor, com 1quilo e meio na cabeça, de uma jovem que não foi detetado, à cegueira por troca de medicamentos, aos centos de ansiolíticos sem necessidade, a lista é interminável.

Mas o orgulho do Sindicato da Função Pública é a percentagem dos que fogem ao trabalho escudando-se nas greves que atiram o país para a miséria, para o achincalhamento dos mais pobres, daqueles que não podem fugir para onde não há greves.

Portugal é hoje um dos países mais envelhecidos da Europa porque os de 60, 70, 80, 90, 100 anos nunca vão a médicos ou se deixam tocar pela enfermagem que sabem colocar pensos e pouco mais.

Portugal, daqui a pouco tem um médico e um enfermeiro para cada um dos dez milhões de habitantes, mas é o mesmo que não ter.

Quem confia em hospitais onde se entra com um panarício e se sai de lá para a morgue devido à contaminação pelos vírus que enxameiam corredores, quartos e camaratas?

A saúde que mostram os portugueses, os tornam longevos vem de muito antes, quando os enfermeiros eram os necessários e os médicos, embora fossem poucos tinham de arranjar outros empregos, como professores de Liceus ou administradores de empresas porque os doentes não abundavam. Não faziam greves, trabalhavam e isso dava-lhes uma saúde de ferro e uma alegria invejável.

A enorme quantidade de ouro deixada por Oliveira Salazar e por Marcello Caetano, mais os biliões da União Europeia atiraram este país para o fosso dos mal-amados. Muitos chafurdaram no parasitismo do dinheiro que deu para tudo, menos para o povo menos instruído.

A Europa olha-nos espantada e confusa. Somos um povo de trabalhadores inteligentes e dedicados quando trabalhamos no estrangeiro.

Em Portugal não passamos de anarcas loucos desejosos que alguém nos meta na ordem.

 

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C.S

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Quarta-feira, 27 de Julho de 2016

Democracia decapitada por falsos direitos humanos

Quando um padre é decapitado à vista das suas confessadas e na França que confiou a guarda das suas liberdades e a sua segurança a dezenas de milhares de Forças militarizadas e não consegue prevenir o afrontoso atentado, algo vai mal no Democrático paraíso Europeu.

A Democracia começa a esboroar-se e ninguém parece querer deitar-lhe a mão antes que estoire como a cabeça do padre às mãos do carrasco.

Ao entregar à Democracia a salvação do mundo, a Democracia não se pode parecer com qualquer Conferência de São Vicente de Paulo, de conversa, cuspo, água benta e excessivos perdões para todos os faltosos, tanto para os que atacam países estrangeiros sem razão, como para aqueles que seviciam as vítimas que lhes satisfazem as iras.

Não lembra a ninguém colocar um vândalo em prisão domiciliária para fazer dele um ser bonzinho. Um vândalo é sempre um vândalo e um vândalo é uma besta falante que matará logo que lhe surja a oportunidade.

O mais grave de tudo isto é que estes e dezenas de milhares de outros vândalos foram acordados por outros não menores e bem mais culpados.

Bush, Blair, Obama, Cameron, Sarkozy, todos grandes defensores dos Direitos Humanos e da Democracia não tiveram pejo de matar selvaticamente no Iraque, na Líbia e na Síria em nome destes padrões de defesa que afinal foram e continuam a ser padrões de mortes, esfacelamento, destruição, miséria, infâmia, que transportados para a Europa e para o mundo os levarão ao caos e ao fim da humanidade.

A China percebendo que a divulgação destes factos provoca repercussões idênticas deu ordens para que a Comunicação Social não os divulgasse.

A isto chama-se censura. Censura de proteção para o povo. Mas os Democratas da idiotice só perceberão isso quando a trampa lhes chegar ao nariz e os sufocar.

Os demagogos não sabem do que falam até rebentarem.

Salazar deu a Portugal a verdadeira Democracia, com trabalho, segurança, alegria e liberdade, mas a bosta que encheu Portugal a seguir ao 25 de Abril tenta desvirtuar tudo porque eles não valem nada.

Ainda hoje vi um vídeo sobre Salazar onde o falante garantia que o cinto da Mocidade Portuguesa com o S queria dizer Salazar em vez de Servir. O Vídeo é a mistura da verdade com a mentira para salvar estes 42 anos de desnutrição nacional e da maior pepineira jamais imaginada.

A Democracia tem de ser afinada. Sugiro que revejam o Estado Novo, as suas leis e a maneira como foram aplicadas e talvez a Democracia venha a ser aquilo que todos queremos: um sistema de deveres e de direitos exemplares para salvaguarda de todos os cidadãos.

 

Anterior “Tiago Brandão se tiver coragem entra na História”

C.S     

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Terça-feira, 26 de Julho de 2016

Tiago Brandão se tiver coragem entra na História

Depois da primeira e ousada sementeira de livros gratuitos no 1ºano do 1º ciclo do Básico, Tiago pode fazer algo mais ousado se conseguir que o desperdício público da compra de talheres de prata e Mercedes, a preços proibitivos para quem se lamenta da falta de dinheiro, proponha que os próximos três anos sejam sabáticos de gastos loucos, e as gulas sejam canalizadas para a elevação cultural e cientifica dos portugueses. Como?

Decretando em conjunto com o Ministro da Segurança Social e a bênção do Ministro das Finanças que os seiscentos e dez mil desempregados que existem sejam obrigados a acabar as formações que têm ou aumentá-las recebendo mais X ao subsídio que usufruem.

Isto parece complicado. E é. Mas estes desafios são interessantes e altamente rentáveis, menos para aqueles que estão sempre contra tudo e preferem lamentar os pobrezinhos do que os tornar ricos e poderosos.

Como em democracia parece que é natural estar tudo à mostra, tenho que me sujeitar àquilo que não aprovo. Há assuntos que tratados particularmente são mais eficazes do que lançados no espaço.

Imagine o jovem, e determinado Ministro da Educação, Tiago, que os seus colegas não concordam em abrir os cordões à bolsa, e que os sustentados pelos Euros preferem receber menos, mas dormir a manhã na cama.

Comecemos pelos segundos. Primeiro, verifica quantos, até aos 60 anos, gostariam de aproveitar a ideia que os poderia relançar no mundo de trabalho e até arranjar especializações no estrangeiro, que normalmente descobre talentos e garante melhor remuneração. Se os que, a partir dos 60 também, aderirem à ideia, encantados.

A segunda parte está em como arranjar verbas suficientes para completar as somíticas disponibilidades financeiras dos seus colegas de Governo.

Julgo que o assunto é simples de resolver.

Quem, de entre industriais portugueses, que vivem no estrangeiro e em Portugal e jogadores e treinadores portugueses multimilionários, não gostará de imprimir o seu nome ao lado do Ministro Tiago Brandão Rodrigues, como Mecenas e colocar Portugal ao lado dos países mais cultos e desenvolvidos do mundo, ao proporcionar aos portugueses a abertura de Escolas e Universidades até aí inacessíveis a desempregados?

A ideia é esta. Parece utópica?

Haja alguém com a coragem de ultrapassar a utopia e tornar este povo de sonhos impossíveis, que ao ser o primeiro, a desvendar três quartos do Mundo desconhecido acabou com os descrentes, os mitos e os medos.

O Tiago abriu ontem as portas das escolas francesas. Insista um pouco e vai ver que consegue abrir a inteligência aos portugueses.

 

Anterior “As férias cansam muito”

C.S

publicado por regalias às 09:36
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2016

As férias cansam muito

Era frequente ouvir, aos mais idosos, que nunca tinham férias.

Nem era porque no trabalho não as tivessem.

As férias normais eram aproveitadas para outros afazeres.

Conheci o Sr. Augusto desde jovem. Ele gostava de me falar de tudo que não fosse mexerico de aldeia. Aos 9, 10 anos falava-me da Guerra Civil de Espanha e da Segunda Grande Guerra.

Quando comecei a escrever oferecia-lhe os livros. Ele comentava-os com a sinceridade dos amigos que apontam os erros.

Aos 90 anos era ainda um homem desempoeirado. Eu metia-me com ele sempre que o via olhar as raparigas mais divertidas.

Um dia disse-lhe, Sr. Augusto, agora aos noventa, só de vista.

Ele olhou-me, de sorriso gaiato e respondeu-me “ai não, que não funciona. Pergunte à Joana”. Joana, a mulher, tinha 58.

Essa resposta serviu para começo de um dos meus livros.

Aos 93 continuava vivaço. Quando lhe ofereci o livro “Há mulheres que não se esquecem”, está online, no dia seguinte já o tinha devorado. Comentou-o com muita graça e acerto. Os tempos eram outros, mas os hábitos mantiveram-se neste povo de trabalho e inocente como uma criança.

A seguir ao 25 de Abril e quando tudo começou a aquecer resolvi enfrentar os abrutalhados ao ser igual a eles.

Numa viagem de Tomar para Lisboa tive de passar por Santarém. Em Vale de Cavalos, um homem de provecta idade pediu-me boleia. Tranquei as portas, abri o vidro e perguntei-lhe: vai para onde?

- Para Santarém.

- De que Partido é?

- Sou comunista.

- Tenha paciência, tem de ir a pé ou esperar que um camarada o leve.

- Não sou nada! Sei lá o que sou, eles dizem-me que sou comunista.

Depois de um tempo de bate-boca, deixei-o entrar. Vi que estava triste.

Perguntei-lhe que idade tinha. Respondeu "Oitenta e cinco."

- Vai aborrecido por eu não o querer levar?

- Não senhor. Vou ao médico. É a segunda vez. A primeira foi quando fui à tropa. Isto deixou de operar. Estou aflito. Era o meu consolo e da mulher.

- E o senhor ainda trabalha?

- Trabalhei sempre. Sou chegador de éguas e de vacas. É um ofício bonito. Mas isto deitou-me abaixo. Julgo que isto me aconteceu porque os meus camaradas me obrigaram a ter férias. O corpo está habituado a trabalhar e agora dá negas. Já viu a minha triste sorte? Que me havia de acontecer!

Chegámos a Santarém. Ia com pressa.

Fiquei sempre a pensar no jovem octogenário que ao descanso das férias preferia os braços ardentes da mulher.

 

Anterior “Merkel quer perceber, nós explicamos”

C.S

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Domingo, 24 de Julho de 2016

Merkel quer perceber, nós explicamos

A loucura que entrou na Europa e que certamente contaminará todo o mundo tem origem no Iraque.

Bush e Blair ao invadirem o Iraque não pensaram nas consequências e muito menos nos milhares de mortos que a invasão iria repercutir depois de terminada.

A desmobilização e desemprego dos Sunitas teve imediatamente reflexos na estabilidade do país. Os atentados começaram espaçados até se tornarem frequentes com milhares de vítimas.

O impulso para a morte tornou-se natural. A Internet disseminou-o.

A Alemanha, como os outros países da Europa, não deram grande importância aos crimes cometidos. O Iraque fica longe, mas hoje está tudo ao pé da porta. A Internet é um veículo ultra rápido.

Seguiu-se a invasão da Líbia. A confusão tornou-se maior, o país desfez-se, as fronteiras para o Mediterrâneo ficaram escancaradas.

Não contente com mais este crime, Obama resolveu destruir a Síria tal como tinha feito na Líbia com os dois comparsas, Cameron e Sarkozy.

O surto de refugiados aumenta de maneira assustadora apesar da senhora Merkel ter recebido várias centenas de milhares e pago, a peso de ouro, mais duzentos mil refugiados concentrados na Turquia até morrerem de inação ou por qualquer outro motivo, o que não é de descurar devido à bondade como o Sr. Erdogan sempre tratou os Curdos, os opositores e os povos limítrofes.

Chegados aqui é fácil perceber o porquê dos ataques na Noruega por um jovem natural do país e porque se estão a suceder os ataques em França por jovens que aí nasceram, ou em Bruxelas e agora na Alemanha com um seu natural com cara de anjo vingador.

O desespero pela injustiça, pelos crimes sórdidos, sem nexo e infames transtornam a juventude. Fazem que ela atue por instinto, por impulso incontrolável para quem a morte é bem melhor que a vida.

A Europa, caso não termine com a guerra na Síria e devolva ao país os emigrados em campos miseráveis, vai ser um vulcão permanente, com especial incidência na França, mas todos os outros países são alvos.

Os Estados Unidos não escaparão aos massacres. Também aí serão os naturais, brancos ou pretos, a querer endireitar o mundo a tiro, a machado, através da Internet ou envenenando lugares públicos.

O Mundo está louco, Senhora Merkel. Quer um conselho?

Venha passar três semanas a Portugal. Descanse. Pense muito e na última semana fale com o Marcelo, o Presidente. Não somos bons a resolver os nossos problemas, mas somos ótimos a Governar o Mundo.

 

Anterior “Eles celebram-se no país miserável, pedinte, subserviente”

C.S

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Sábado, 23 de Julho de 2016

Eles celebram-se no país miserável, pedinte, subserviente

Todos os ex-Presidentes, falhados nos propósitos de transformar Portugal num país mais próspero e mais livre, banqueteiam-se à vista de um povo faminto que os olha de maneira desprezível.

Verificou-se isso quando Marcelo, de camisa desabotoada e de sandes na mão derrotou os convencidos, Eanes, Mário e Sampaio, que se tinham juntado ao candidato que lhes oferecia mais confiança para manter tudo igual e empalmar o povo com democracia, liberdade e outras vulgaridades que engodam a mentira para convencer os jovens que nunca viveram no Estado Novo e não souberam como era o prazer do trabalho, da liberdade e da alegria num país que saía da pobreza abjeta da Primeira República e conquistou, dia a dia a segurança, o conforto e o orgulho de reerguer o País, não à custa da bajulação que amesquinha um povo inteligente e capaz quando é guiado por chefes que não gastam em viagens, almoços, talheres, automóveis e outros luxos, o que faz falta.

Nem mais liberdade nem mais democracia foram alcançadas, exceto para eles.

A prosperidade apregoada chama-se miséria, pelintrice, pedinchice e subserviência.

A liberdade é muitas vezes inferior à que existia.

Quem pode ser livre ou democrata se não tem dinheiro, se tem fome, se não tem emprego?

Mas eles celebram-se, publicitam-se, fazem a propaganda do sucesso que não existe.

Sábado de almoços, homenagens e enganos na tasca de S. Bento ou noutro lugar. É país de ficção, totalmente surreal e badalado pela Comunicação Social que entra no jogo dos interesses.

Almoço de companheiros para celebrar as fortunas que acumularam enquanto o povo desceu à misera Primeira República, onde o desemprego, a fome e o infortúnio era o resultado de uma democracia que protegia os amigos instalados e conluiados.

Compare-se o capital com que entraram há 40 anos e o que possuem com os apertos do povo, que hoje sim, vive da ilusão, do futebol, e dos ardis da dialética dos prestidigitadores, dos rádios e das televisões.

Portugal tornou-se um país de enganos.

Há uma réstia de esperança no Marcelo. Oxalá não desiluda.

 

Anterior “Portugalex e Marcelo evitam a paranoia em Portugal”

C.S

publicado por regalias às 17:23
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Sexta-feira, 22 de Julho de 2016

Portugalex e Marcelo evitam a paranoia em Portugal

Sanções, sanções, sanções; idiotice, idiotice, idiotice… como se o povo tivesse algo a ver com os erros dos Governantes e se, ordeiramente, não lhes tivesse entregado o voto. Para isso são pagos muitos furos acima dos 530 euros, suados e miseráveis que atiram a essa Europa que rosna pelo exagero, onde qualquer desempregado já quase recebe mais de 1800 e, neste rincão de pataratas, desempregado a mais de 280 € mês, é raro.

Salvam este País, o Portugalex e o Marcelo.

A graça natural dos do Portugalex é o escudo para aguentar a repetição sistemática de sanções, sanções, sanções, dos comissários e outras aves de canto repetitivo, monocórdico, chato, deprimente que tem prazer em se masturbar nestes tratos de polé que desconjuntam a sanidade mental do mais empedernido.

Estes vampiros de Bruxelas e Estrasburgo azucrinam a cabeça dos impudentes políticos que berram muito, sabem pouco e perturbam a serenidade do mais cordato dos mortais.

Portugal é, por natureza, um país ingovernável, com gente impreparada, mais suscetível de correr a foguetes do que pensar e dar a resposta que termine com ameaças de garotos crescidos. Com os portugueses não resulta. Fazem pior. O Costa que se desenrasque. E ele põe vacas a voar.

Mas, quem é que pode Governar com este calor, com tanta areia palpitante e odores de febras escaldantes?

Ninguém!

Os do Portugalex aproveitam o fresco da manhã, às 7h55 e repetem a dose às 12h20 para que o português aguente, aguente, aguente sem estourar uma daquelas bojardas sonoras à Tripeiro cheio de graça, cheio de picante por amor a Portugal e ao seu equilíbrio.

O barco também não chega a adernar porque o atual Presidente da República, além de sandes de almoço na Campanha, comeu três gordos e anafados Presidentes: o Eanes, o Mário, o Sampaio e o descomunal Lourenço, anti-herói da inteligência portuguesa, que apoiaram o adversário, cuja vitória era certa.

Valha-nos o Portugalex. Ouça o de ontem na Antena1, enquanto eu afio o dente para ouvir o de hoje, duas vezes; desde que a primeira me levante a alma para enfrentar o pinderiquismo de políticos, sem coragem para mandar abaixo de Braga comissários abstrusos e de ideias absurdas.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:16
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