Sábado, 20 de Agosto de 2016

Entre hipocrisia, histerismo Democrático e Ditadura

Salazar, na transição da Ditadura Militar para o Governo Constitucional no discurso que fez, foi claro ao explicar que a Ditadura é sempre um Governo de transição.

Os bobos democráticos preferem, aos avisos e algumas bastonadas, a destruição e o holocausto praticados no Iraque, na Líbia e na Síria por Bush, Blair, Cameron, Sarkozy e Obama.

Que grandes humanistas! Que grandes Democratas! Que grandes patifes escondidos na capa da Democracia, da hipocrisia e do histerismo!

José Eduardo dos Santos, como muitos outros Presidentes dos novos países, enfrentou e enfrenta problemas gravíssimos que tem sempre tentado resolver com o mínimo de sofrimento.

Os Governos destes países tentam prevenir maiores danos e desacatos, que deixados aumentar vão sacrificar milhares ou milhões de inocentes que por causa de vinte ou trinta idealistas ou oportunistas que estúpida ou egoisticamente se fingem democratas, e querem a paz, o amor, e o progresso de um dia para o outro.

O caso dos jovens julgados, há meses, foi sintomático.

Deixar avançar a contestação por insistência seria provocar a revolta, os desacatos, as perseguições e as mortes tal como já aconteceu e, aqui sim, com o sacrifício inútil de todo o povo.

O Governo avisou, não cedeu, e Angola segue o seu rumo a caminho da verdadeira Democracia. Não da hipocrisia política.

Quando os imbecis inteligentes, que vivem no conforto, defendem uma Democracia de caos e sofrimento, como está a acontecer no Iraque, na Líbia e na Síria, temos de desmascarar estes humanistas de pataqueira e dizer-lhes que Democracia de infames tem limites.

 

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C.S

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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2016

Guterres, Ban Ki-moon e cinco mulheres

Mesmo acreditando muito mais no valor das mulheres em comparação com os homens, neste momento escolheria António Guterres para Secretário-Geral da ONU.

Não o faço nem por patriotismo nem por chauvinismo de qualquer outro tipo.

António Guterres tem a experiência e a vontade que fazem dele o candidato mais adequado à situação em que o mundo vive. Ban Ki-moon sabe isso, mas prefere uma mulher.

As cinco candidatas ao cargo, e para quem vai toda a minha simpatia, não me dão a confiança de António Guterres devido à determinação como encara trabalho tão melindroso, num mundo que teima em não se querer entender embora todos digam o contrário.

Bem gostaria, arrastado pela minha admiração e paixão feminina apontar uma das cinco candidatas, mas penso que era lançá-la para a fogueira da loucura humana.

Neste momento só António Guterres poderá levar a cabo, com total frieza e isenção, a dificílima tarefa que vai ser confiada aos candidatos, confrontados com os propósitos monstruosos de alguns líderes mundiais que escondem nas palavras os atos cometidos nos seus próprios países ou que fomentam em países terceiros onde provocam o êxodo e a morte de populações inocentes e indefesas.

Espero que António Guterres seja eleito para maior entendimento entre os povos.

Depois de tudo ficar preparado para uma transição menos dolorosa que esta, esperemos que no próximo mandato, com tudo muito mais calmo e os homens com mais juízo, seja então escolhida uma mulher, cujo poder e sentido de vida criadora consiga dar ao mundo a estabilidade que os Secretários-Gerais da ONU nunca conseguiram.

No tempo louco e brutal em que vivemos, o mais indicado para o cargo é sem sombra de dúvida: António Guterres.

 

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C.S

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Terça-feira, 16 de Agosto de 2016

Somos um país rico, deixámos de roçar os matos

Quando Portugal tinha orçamentos equilibrados e as pessoas gostavam de trabalhar e amealhar mais do que podiam gastar era norma ver os campos cultivados e as florestas limpas de ramos e folhas.

Os fogos eram raríssimos porque havia sempre gente desejosa de roçar os matos ou para a cama dos animais ou para vender às fábricas de celulose que juntavam grandes extensões de terrenos com estas aparas, como alguns lhes chamavam, para entrarem na fabricação do papel.

Aquilo que as Câmaras sempre fizeram durante o Estado Novo, que foi coordenar o seu território, deixou de ser feito nesta República das bananas em que vivemos desde o 25 de Abril.

O resultado é desastroso para não dizer trágico. Todos sentem que a explosão pode ser ainda muito maior, mas todos querem acreditar no Costa e no Centeno e ninguém quer ouvir o Passos nem a Maria Luís quando afirmam que o Governo está esgotado e que vão começar os conflitos com os investidores e com Bruxelas.

O Costa e os parceiros associados; Partido Comunista e Bloco de Esquerda não têm alternativa se quiserem salvar Portugal e Governar durante os próximos vinte anos.

Têm de pôr de parte ilusões e demagogia e, naturalmente, não forçarem impossíveis.

Os únicos que têm razões de queixa são os do ordenado mínimo e, estranhamente são os outros acima dos 1000 euros que fazem reivindicações absurdas, quando muitos não dão o rendimento exigido e o país está caquético, trôpego e apalermado com tantos imbecis armados em espertos.

Há que travar exigências. Se o Governo e associados, com paciência, não conseguirem dilatar o seu prazo de promessas, a Europa e principalmente a Alemanha não compreenderão que um país na falência gaste como um país podre de rico.

O engano é que uns 10% possuem tanto como os outros 90% e são esses que alardeiam um nível de vida comparável com o dos países ricos da Europa. Os outros limitam-se a ouvir e ver os festivais passar.

O Costa ou coloca gente a roçar matos para evitar os fogos de Outono e Inverno, ou na Primavera vai ter centenas de milhares a roçar o cu pelas esquinas porque não terá onde os empregar.

 

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C.S

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Segunda-feira, 15 de Agosto de 2016

Ponte sobre o Tejo ou ponte roubada em 25 de Abril

Como muitos portugueses tenho a minha dose de superstições.

Depois destes devastadores e loucos fogos que levam ao rubro ideias e poderes mágicos, ouvi variadíssimas vezes que a culpa de toda a libertinagem causada pelo 25 de Abril foi agravada, desde o início, pelo roubo da Ponte Salazar, que os bastardos, com grande desfaçatez, alcunharam de ponte 25 de Abril.

É sabido, por vários escritos da época, que Oliveira Salazar sempre se opôs à ideia. A Ponte deveria chamar-se Ponte sobre o Tejo.

Lembro-me que o Jornal de Comércio num livro de 1972 ou 73, com o título “Temas do Portugal de Hoje”, foi esse o nome que lhe atribuiu e que não melindrava quem quer que fosse. A Salazar, muito menos, que tinha falecido em 1970 e ele próprio concordava.

Mas os lambe-botas são teimosos e apesar de já uma vez terem arrostado com o desagrado do Chefe ao oferecerem-lhe um Mercedes Benz 770 Grosser, que só utilizou uma única vez, e em caso de emergência; o carro está, como saiu da fábrica, no Museu do Caramulo e será talvez o mais caro do mundo e cobiçado por colecionadores que pagariam fortunas, se um dia for posto à venda.

O Marquês de Pombal, Fontes Pereira de Melo e Oliveira Salazar deram a Portugal a inteligência que a impetuosidade, a vontade e a força de braços tinham conquistado desde o início da nacionalidade.

Salazar, ao contrário do que muitos lorpas e ignorantes apregoaram a mando do asqueroso traidor à Pátria, Cunhal, nunca foi contra o Comunismo da União Soviética, mostrou-o ao não assinar o Pacto Anti-Komintern contra a opinião dos seus colegas Europeus e também quando aprovou os Planos de Fomento, semelhantes aos da URSS.

Salazar estava sim contra a ignorância e a estupidez dos Comunistas portugueses quando atacavam o seu próprio País para servir uma Internacional metamorfoseada segundo os desejos do facínora Cunhal ao esconder a Ditadura Soviética, os crimes praticados na Hungria e Checoslováquia, a incentivação das greves em Portugal, quando eram proibidas na URSS, o país das amplas liberdades e das mentiras de Cunhal.

A ignorância é muito atrevida, e a estupidez a grande causa do sofrimento dos povos.

 

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C.S

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Domingo, 14 de Agosto de 2016

Cantores castrados são fogo de rabadilha

Nos Séculos XVII e XVIII tiveram grande proeminência os cantores castrados que encantavam primeiro as cortes pontifícias e depois se espalharam por toda a Europa para deliciarem reis e príncipes com as suas vozes femininas em pulmões masculinos.

A castração era feita entre os sete e os doze anos. Consistia na retirada dos testículos para que a voz conservasse a suavidade do timbre infantil.

Alguns destes castrados, além do canto e do encanto foram sodomizados pelos seus protetores. Papas e Alto Clero ficaram com essa fama.

O Papa Leão XIII, por volta de 1902 proibiu que os castrados cantassem no coro das igrejas para que a contaminação não se expandisse.

Lembrei-me deste assunto por ouvir alguns cantores portugueses e atores, com voz efeminada e canções de desejo subliminar como se espalhassem maçãs poderes que incentivam o fogo pútrido da rabadilha.

Caçam através da voz os jovens incautos e assim contagiam uma parte da sociedade que fica amaneirada, impotente e indiferente ao que acontece.

Só quando o vírus da sida ou de outra qualquer porcaria similar os ataca e morrem com grande sofrimento, se lamentam dos erros cometidos e se perguntam como foi possível enfiar no monturo aquilo que só à mulher deve saciar e pertencer.

Esses cantores amaricados e insaciáveis de perfuração até cantam bem.

As letras das canções são bem estruturadas para o fim a que se destinam.

Isto evolui assim, porquê? Porque a grande maioria das canções não tem qualquer valor. Muitos cantores nem têm voz, nem têm a noção de que, com os trabalhos que apresentam não vão a lado nenhum e ainda ficam a dever favores à casta dos parasitas que os aproveitam para os grudar à ideologia que professam.

Tenho cassetes com horas de alguns programas da Antena1, que desde o noticiário onde é exaltado o poder das greves, aos cantores, cuja voz vale zero ou 1 em 100 atuações; ou insistência em bandas sem qualquer noção do que apresentam; ou programas em que a péssima dicção das pessoas é incompreensível e que antes de irem para o ar poderiam ser corrigidas. Os programas têm interesse, mas ninguém percebe metade do que dizem.

Com este panorama, os castrados, amaneirados ou viciados, como lhes queiramos chamar, têm boa voz e as canções fazem sentido.

Ao princípio ouvem-se, só quando se toma atenção ao conteúdo se repudiam e se muda de estação.

A falta de profissionalismo, isenção e capacidade criativa corrói o país.

Liberdade e Democracia sim, mas não podem servir para destruir Portugal.

 

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C.S

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Sábado, 13 de Agosto de 2016

As dificuldades espevitam as nossas capacidades

Ramalho Ortigão, no 1º capítulo do livro “A Holanda” diz:

Até ao século XVI a Holanda era para nós o pântano tenebroso, a região anfíbia, ora água, ora terra firme, um pouco de lodo envolto em névoa, periodicamente revolvido pelas tempestades do Mar do Norte…”

A Holanda de hoje é um país riquíssimo e bem organizado.

Portugal, devido ao clima agradável, não puxa pelo povo. Com qualquer coisa se contenta. É capaz de sobreviver com um bocado de pão seco, água e simpatia. Se não houver quem o saiba estimular, não anda.

Não resisto a falar com todos os sem-abrigo que, ao calor tórrido que esquenta tudo, se mantém imperturbáveis, sempre à espera que alguém lhes deixe uns cêntimos. Raramente pedem. Esperam. O orgulho é o que lhes resta. Antes morrer à fome e ao calor.

Portugal tem urgentemente de mudar a sua maneira de ser se quiser caminhar a par com os países mais desenvolvidos e prósperos do mundo.

A calamidade que se abateu sobre Portugal devido ao desleixo e sujidade pode ser, se os Governantes quiserem, a sua oportunidade de redenção.

Ninguém lhes leva a mal os erros. Foram incapazes e incontinentes verbais sempre que foi necessário enrolar o povo. Não prestaram, muitos governaram-se, não Governaram.

Estas são as cinzas de 42 anos improdutivos, incapazes de um único Orçamento com superavit e com uma dívida muitas vezes superior à dos finais da Monarquia e da Primeira República.

Os avanços que houve foram feitos pela evolução dos tempos.

Esqueçamos os últimos e complicados 42 anos; enterremos as mãos nas cinzas com a determinação firme de dar aos portugueses a Pátria que eles amam, mas para a qual têm de trabalhar em conjunto; Socialistas, Sociais-Democratas, Comunistas, Bloquistas, PEV, PAN e Centristas.

A transformação das cinzas em desenvolvimento, progresso e felicidade só pode ser feita em equipa até que a economia ganhe rédeas, os desempregados tenham emprego e os do ordenado mínimo recebam 1000 euros mês e em seguida todos subam e ganhem segundo o mérito.

Basta o Governo desenhar um plano e pô-lo em movimento.

Podem começar pelo mais simples, aproveitando todos os detidos nas várias regiões e fazer a limpeza e a ordenação das zonas ardidas, com engenheiros silvicultores e sempre com a superintendência de técnicos e autoridades que evitem os deslizes de alguns que preferem a prisão e o descanso à liberdade e ao pagamento diário a que terão direito.

Continuar com assuntos irrelevantes e de cabotinos que pensam mais nos seus próprios interesses do que em Portugal, decididamente NÃO!

 

Anterior “Portugal a arder e em cinzas é a imagem do 25 de Abril”

C.S

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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2016

Portugal a arder e em cinzas é a imagem do 25 de Abril

Zangado, o Espírito da vida, resolveu desmentir 42 anos de incompetência, de leviandade, de estupidez, de laxismo de alguns Governantes que cederam à chantagem dos ignorantes e nunca tiveram um plano estratégico definido.

Muito boa vontade, muita simpatia, mas firmeza nenhuma. Ainda hoje o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda manietam o Partido Socialista como os Governos da Direita foram destroçados por greves de centenas de milhões de Euros que seriam necessários para o Ordenamento do Território e a obrigatoriedade de limpeza e cuidados de matas, propriedades rurais e baldios.

Aquilo que o homem não faz, a Natureza, de maneira violenta, rude e mortal limpa e desmascara a incúria e a porcaria de um povo mal Governado porque tudo lhe é permitido e nunca é avisado para o fazer através dos Meios de Comunicação estatais que têm à disposição a TV1 e a Antena1 com todos os associados e, que segundo julgo, o Governo sustenta com mais de 1 milhão de Euros por dia.

Faltou sempre um Plano estratégico que, desde a limpeza aos gastos, de maneira simples e natural fizesse progredir o país e beneficiasse todos os cidadãos. O fogo, em poucos dias pôs a nu a desorganização.

Quando há uns meses escrevi um Blogue onde dizia que um número elevado de senhoras se juntava para rezar para que Marcelo Rebelo de Sousa tivesse saúde e inteligência fi-lo para mostrar que o povo estava cansado de tanto malabarismo e se socorria de crenças por não acreditar em falsas promessas, acabando por prejudicar os mais frágeis.

Para a Esquerda e para a Direita era impossível Marcelo vencer as eleições, para mais quando três tronchudos ex-Presidentes e um desgrenhado comandante Abrilista se juntaram ao candidato com todas as possibilidades de as vencer. Perdeu-as.

O povo da Esquerda e da Direita não foi mais em pantominices e escolheu um candidato vindo da Escola de Oliveira Salazar e Marcello Caetano.

O povo está saturado de tantos videirinhos, tantos enganos e sofrimento.

Se os Governantes, Deputados, Sindicatos, Grevistas e outros oportunistas não compreenderem os erros, a Fénix Renascida das cinzas desaparece.

Portugal pede e quer ser bem Governado.

Salazar demonstrou, por mais que algumas bestas falantes digam o contrário, porque o 25 de Abril lhes cobriu os roubos, o esbulho, os enganos, a incompetência e estão cheios de dinheiro e de vícios, que é possível Governar Portugal sem violência e com sensatez.

A Esquerda, a Direita e o manicómio Sindicalista e grevista tiveram o 1º aviso quando, contra todas as expectativas, Salazar foi eleito o Maior Português de sempre.

Esperemos que o fogo purificador ilumine os Governantes que, sem medo e sem demagogia, comecem a Governar Portugal.

 

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C.S

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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2016

Fogos, festas, foguetes e baboseiras

Marcelo vai a todas. Ele bem quer segurar o país à beira do precipício. Mas nem ele é bombeiro, nem os fogos se apagam com boas intenções. Só 1% são provocados por causas naturais, os outros 99% são causados por gabirus, preguiça e sujeira.

Todos me dizem que Portugal está a pagar a ingratidão para com Salazar.

Não acredito. Oliveira Salazar e Marcello Caetano nunca acreditaram em maldições. Acreditavam na inteligência, honestidade, trabalho e estratégia bem definida para fazer avançar o País e engrandecer os Portugueses.

Se recordarmos Portugal, antes do desastrado 25 de Abril, verificamos que havia muito mais festas, muito mais alegria e foguetes a rodos.

Os fogos de Verão eram precisamente causados pelos foguetes que nunca foram proibidos, o que não é caso de hoje e com razão.

E com razão porquê? Porque os pinhais e eucaliptais não estão limpos. Os lugares junto às casas ou na entrada dos campos agrícolas estão cheios de combustível inflamável, o que não acontecia naquele tempo.

Contou-me o Sr. Pires, que foi guarda-fiscal, que as Câmaras eram avisadas, todos os quinze dias das situações anómalas que encontravam, para os proprietários serem avisados da limpeza necessária junto das suas propriedades. Tinham um período para o fazer. Caso houvesse nova chamada de atenção da Guarda-Fiscal, da Guarda Nacional Republicana ou dos Guardas Florestais, imediatamente surgiam as coimas que aumentavam sempre que a limpeza não fosse feita.

Hoje, cada um faz a lixeira como entende e o único pagamento é a morte por incineração como já aconteceu às vítimas na Madeira e no Continente.

Culpados? Em Portugal, democraticamente não há culpados, há desleixados e gente que incendeia, mas que não fica na cadeia, nem são colocados a fazer estes serviços.

É proibido educar. É obrigação alimentar e alojar os pirómanos. Não há estatuto de trabalho nem para vadios nem para marginais. Democraticamente não podem ser convidados a trabalhar.

Quando um tipo qualquer veio há uma semana ufanar-se que o país estava mais seguro do que nunca em matéria de fogos, no dia seguinte começaram e com tanta violência que desmentiu as baboseiras do gabarola que não mediu as palavras repercutidas pelos Meios de Comunicação que as fizeram chegar aos ouvidos das bestas humanas que dão pelo nome de incendiários.

Em vez de gabarolices e outras tontices do género como Ordenação do Território sem antes obrigarem à limpeza do dito, ele continuará a arder todos os anos até se tornar um vasto campo de areia, mar, patetas simpáticos, e muita conversa chocha e sem qualquer sentido de futuro.

 

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C.S

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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2016

Enfermeiros doentes orgulhosos pelas greves

Mais doentes do que os doentes são os enfermeiros doentes que nos poem doentes da paciência, dos nervos e da clemência.

Oxalá que não aconteçam casos idênticos aos da Legionella, em que estes doentes por dinheiro e por 35 horas não curam dos doentes e os deixam morrer sem que ninguém os castigue por infringirem todas as práticas deontológicas.

A leviandade, que os Sindicatos pavoneiam, em todas as regras tem colocado este país no mais fundo lodaçal até que Sindicatos, sindicalistas e todos os irracionais seus apoiantes refocilem, na lama, os erros continuadamente repetidos, sem que políticos, tanto de Esquerda como de Direita sejam capazes de os criticar e de lhes fazer entender que não há país no mundo que proceda assim.

Os políticos têm sempre para onde saltar e os abanicos da enfermagem da Legionella julgam que a gamela do Estado tem sempre um pedaço para os parasitas que o servem sem servir coisa nenhuma.

Desde os que trabalham, como aqueles que se encostam aos outros, ganhem o mesmo, o país perdeu-se.

Onde é que já se viu isto? Só em Portugal.

A Europa, com a cabeça em Bruxelas, já começou a fungar e, quando aquecer os mais prejudicados vamos ver a Esquerda Governante a fazer o mesmo que a Primeira República pôs em prática ao deixar os funcionários públicos, meses e meses sem receber e com os filhos a gritar por pão.

As greves são o que há de mais criminoso quando o grande prejudicado é o povo. Os outros metem-se num avião e vão curar-se nos países da União Europeia onde as isenções de taxas são maiores.

Os grevistas ainda não compreenderam que as greves também os prejudicam, e sempre com perigos inerentes àquelas que correrem mal, se os doentes, por falta de cuidados, derem a alma ao Criador.

 

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C.S

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Terça-feira, 9 de Agosto de 2016

Reformados de todo o mundo, Portugal é o paraíso

Muito antes, de Passos Coelho aconselhar uma estadia na Europa da União Europeia onde garantia todos os direitos e deveres a quem desse o corpo ao manifesto e produzisse ao nível dos países desenvolvidos, já o Partido Comunista, através de um dos seus maiores cérebros, Vasco Gonçalves, foi um verdadeiro mãos largas para todos os que quisessem voltar as costas ao trabalho ou estivessem há largos anos grudados a um posto e aí ficassem para toda a vida.

Além da reforma ainda recebiam uma choruda indeminização.

A estes juntaram-se milhares de cabos, que de um dia para o outro, e porque tivessem preferido ficar nas Forças Armadas, passaram a Primeiros-sargentos, praticamente sem saberem ler e sem a experiência e o traquejo que o exercício confere.

Conheço um que chegou a Tenente-Coronel e é um apurado e diligente ativista do Partido Comunista.

Nas últimas eleições Presidenciais ele amaldiçoou o diabo do Padre que ia partindo a caldeirinha da água Benta sem conseguir atingir 4 por cento de votos.

Dos reformados, com menos de 40 anos, conheço 11. Cabos conheci 17 que neste momento gozam as merecidas reformas.

Toda esta gente continua fiel ao Partido dos Trabalhadores que não trabalha, mas que dão uma boa ajuda nas manifestações e cor, dente e baba na festa do Avante.

Portugal é o país ideal para os reformados.

Tem gente, da melhor, que se gaba de não poluir o ar que respira ao impedir que hajam mais fábricas ou trabalhar na pecuária com vacas a bufarem-se a todo o momento.

Todos garantem que fazem isto a bem de Portugal onde recebem, por nada fazer, umas largas centenas de euros por mês.

Portugal é o país que, em proporção com os outros da U.E, tem mais reformados do que ativos na Função Pública.

O Partido Comunista e o Bloco de Esquerda têm razão: a União Europeia que pague a crise já que nos encheram de mimos. Agora aturem-nos.

 

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C.S

publicado por regalias às 07:45
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