Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016

Os "heróis" do 25 de Novembro e do 25 de Abril

Só agora tive a ocasião de ler a entrevista de António Barreto ao DN em que afirma: “o mais impressionante é como tanta gente se acovarda hoje”

António Barreto critica os Partidos por terem silenciado uma data fundamental para a Democracia.

Não penso o mesmo. Nem o 25 de Abril nem o 25 de Novembro fizeram algo de notório nesse sentido. Aquilo a que chama fundamental não passa de água-chilra democrática. Dizer o contrário é pactuar com os roubos, o fecho e destruição de empresas, que originaram o descomunal desemprego que ainda subsiste, o caos instalado em instituições e ministérios onde a infiltração comunista continuou.

Esta foi a herança “democrática” do 25 de Abril e continua no após 25 de Novembro de 1975 com os assassinatos das FP-25, com as bancarrotas, as greves em catadupa e com o videirismo que fez os milionários dos Golpes.

A cobardia deriva do seu comprometimento, da vergonha pelo 25 de Abril falhado e torturado com milhares de prisões com mandatos de prisão em branco, mas assinados pelo chefe dos bandoleiros que o foi do 25 de Abril, do COPCON, e quase chegou a Presidente da República.

Isto não é um país, é um abcesso. Comemorar Golpadas?

Como podem comemorar os 25, aqueles que tiveram participação direta no que aconteceu e aqueles que desesperadamente tentam apagar a sucessão de crimes continuando a incensar Cunhal, defensor da ditadura do proletariado, e do Partido Comunista, como Partido democrático?

O povo tenta esquecer. Mas é perigoso exacerbar a raiva silenciosa do povo que mastiga as lágrimas para acalmar a fome de estômago e vingança para quem perdeu o pouco que tinha em troca da mentira da abastança e da liberdade transformadas em libertinagem e desespero.

Hoje, os de Esquerda e Direita, só acreditam em Marcelo Rebelo de Sousa.

As declarações de um dos “heróis” Vasco Lourenço, que corria o Governo de Cavaco à paulada, seguidas dos apelos à violência de Mário Soares sobre o mesmo Governo, ver vídeo na Internet, mostram bem a Democracia que implantaram.

A conversa mole tenta justificar, tapar e ludibriar para pagar o favor de terem recebido tanto, e tão pouco terem partilhado com um povo que morre de fome e de nojo por gente de poucos escrúpulos.

 

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C.S.

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Terça-feira, 29 de Novembro de 2016

Já ninguém agarra a Mortágua

A jovem Mariana salvou este Governo de ficar nas mãos de um gestor que colocou acima dos interesses do país a sua sobranceria.

Mariana Mortágua não hesitou na palavra que define bem aquilo que desde há 42 anos se passa em Portugal, irresponsabilidade.

“O arrastamento deste processo foi prova de irresponsabilidade”.

Mais contundente e frontal acrescenta “quem se demite por não estar disposto às regras de transparência a que o cargo obriga, nunca esteve à altura de assumir esse cargo”

Também eu nunca percebi a teimosia do Presidente do Conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos, depois de ele ter ouvido o Parlamento, Presidente da República e o Tribunal Constitucional defenderem a entrega da Declaração de Rendimentos.

António Domingues pensou-se acima da lei e não percebeu a situação incómoda em que colocava o país quando o mundo começasse a desfrutar a situação e a concluir que Portugal não passava de um país de bananas. Primeiro viveu como um manicómio em autogestão, nos anos de 1974 e 1975. Foi considerado um caso perdido pela Imprensa Internacional, secundada por muitos políticos, que galhofavam com a miséria.

A anedota que circulou durante mais tempo foi a de Henry Kissinger que enviou a Portugal dois peritos da CIA para saber qual a causa de tamanha paranoia quando o país já tinha esbanjado o que tinha para gastar.

Passados três meses, quando regressaram aos States, o relatório não podia ser mais conciso: “o que se passa em Portugal é um problema de sexo”.

Kissinger furioso pelos gastos do estudo intimou-os a uma explicação rigorosa. Eles atemorizados responderam em uníssono:

Por todo o país só ouvíamos:

“Isto nunca mais se endireita! Isto nunca mais se endireita!”.

Até que enfim! Portugal tem alguém que não tem medo, o satisfaz e em que pode ter confiança; a jovem Mortágua.

Eu que estava inclinado, nas próximas eleições, para a Cristas, vou ter grande dificuldade em me decidir: se a Cristas ou a Mariana e a Catarina.

Portugal está salvo!

As mulheres deitaram-lhe a mão. Benditas mulheres portuguesas.

 

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C.S

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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016

Trump pode ser uma lufada de ar purificador nos EUA

Bem ao contrário do que a muitos meios de Comunicação Social tentam fazer crer para incendiar a rua e transformar a Governação Trump num Inferno permanente, Trump tem mostrado mais sagacidade e ponderação do que toda a canalha que vive da confusão, do litígio e da guerra.

Ainda ninguém está esquecido da venda de armas aos Xiitas do Governo do Iraque, por Obama, no valor de 11 mil milhões de dólares.

Para quem tenha invadido e destruído aquele país na era Bush, soa a estranho a compra pela fação beneficiada com o desfecho do conflito.

Obama especializou-se em provocar guerras para depois atacar com a NATO sem se preocupar com autorização ou não autorização para o poder fazer.

Para ele não há crimes de guerra. Foi assim que atacou e destruiu a Líbia com as Forças da NATO e contar com bases em Israel e em Bruxelas.

Trump já deu sinais que não vai continuar com estes massacres. A sua política baseia-se no desenvolvimento, no bem-estar dos americanos, na grandeza da América através do trabalho e da paz.

Os Europeus se tiverem medo paguem os seus exércitos que nunca lhes servirão para coisíssima nenhuma, ou podem servir para a sua própria destruição caso tenham o azar de atacar um dos gigantes: a Rússia ou a China que aos poucos têm sido cercadas por loucos imbecis.

A instalação dos escudos antimíssil já está apontada a cidades russas.

Obama, depois da Líbia quis a Síria, depois queria o Irão. O pagamento do trabalho está assegurado pela Arábia Saudita e por Israel.

A França tomou Bashar Al Assad de ponta sem se perceber porquê.

A NATO encarregou-se de fabricar rebeldes sírios e de os armar. A Comunicação Social e os comentadores guerreiros e cutileiros ajudam estes salafrários para que as guerras lhes salvem as falências, mesmo sabendo que não os salvam dos funerais.

Mais uma vez Trump, com a sua frontalidade e pureza verbal, insiste que este não é o seu figurino, nem as B61-11, arma nuclear convencional, e mentira perigosa, conhecida por Russos e Chineses, que servirá para desencadear um conflito altamente destruidor.

Quanto mais depressa vir Trump na Casa Branca, mais descansado ficarei.

 

Anterior “Stephen é um hino à vida. Obama é a imagem da morte.”

C.S

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Domingo, 27 de Novembro de 2016

Stephen é um hino à vida. Obama é a imagem da morte

Nunca o mundo esteve tão perto da destruição como com a escabrosa invasão da Líbia e a insistência na sua necessidade, cujos refugiados desmentem os canalhas vendidos à falsidade, à destruição, à morte e ao cínico Obama, seu causador, e prémio mortífero da Paz.

E nunca, como hoje, o ser humano atingiu a dimensão do Criador como tem conseguido Stephen Hawking.

Além de ser um génio simpático, Stephen Hawking renasce todos os dias travando as investidas da morte no seu próprio corpo. Normalmente, depois de detetada, a morte chega entre dois a cinco anos.

Stephen sofre de Esclerose Lateral Amiotrófica há dezenas de anos. Ele tem 74 anos. As funções vitais vão deixando de funcionar paulatinamente: hoje são os músculos, amanhã os ossos, depois os rins, no outro dia as mãos, no outro a fala e ele, estoicamente diz aos cientistas como devem proceder para poder continuar a estudar, a comunicar com o mundo.

Stephen além de ser um exemplo de persistência, saber e uma verdadeira enciclopédia sobre astros é um herói do sofrimento. Quanto mais sofre, mais prazer tem em viver para ensinar ao ser humano os segredos da existência.

Quando perdeu a capacidade de teclar no computador, passou a ditar para a máquina tudo quanto o seu saber e imaginação cientifica lhe dizia, com base científica, para ensinar ou abrir caminhos aos seus colegas.

Quando a fala o abandonou, fez que através dos movimentos de uma das suas bochechas, a máquina transformasse os sinais em palavras.

Mas também as bochechas deram sinais de cansaço. Stephen e os seus colegas encontraram nova maneira de comunicar.

A Stephen Basta-lhe pensar e mexer os olhos para que as suas ideias sejam divulgadas e discutidas com cientistas de todo o mundo para saber da validade das mesmas.

Quando os homens, por razões mesquinhas e absurdas se matam. O cientista Stephen Hawking diz ao ser humano que ele pode atingir o impossível através da mente e da vontade.

Ele pode criar do nada, mas tem de passar o saber aos vindouros.

Este mundo não chegará a durar mais mil anos e ele ou consegue passar a outro planeta ou este terá de se refazer do nada, como aquele onde hoje habitamos, criado através da gravidade, que depois de milhões de anos em queda no buraco infinito deu origem a uma partícula muito menor que o átomo e logo criou vida depois de mais uns milhões de anos.

Tudo simples e rápido.

 

Anterior ”Disfuncionalidade cognitiva e melindre dos políticos”

C.S

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Sábado, 26 de Novembro de 2016

Disfuncionalidade cognitiva e melindre dos políticos

O Secretário Adjunto do Tesouro e das Finanças ao responder ao Deputado Leitão Amaro fê-lo com toda a propriedade. Não tinha que pedir desculpas. O povo, calado, já demonstrou que está saturado com tanta conversa e tão fracos resultados. Já deu sinais desesperados e evidentes. A primeira vez nomeando Salazar, o maior português de sempre. Há um ano elegendo Marcelo Rebelo de Sousa com os votos da Esquerda e da Direita, o que era impensável até para os que tinham sido Presidentes da República e por esse motivo deviam conhecer bem o povo e saber que ele nunca votaria em alguém vindo da Direita, filho de um ministro de Marcello Caetano e protegido deste ex-Primeiro-Ministro. E ontem, o mesmo Marcelo Rebelo de Sousa é reconhecido e acarinhado como o maior político e o melhor Presidente da República desde o 25 de Abril, ao receber 97% dos apoios dos portugueses, querendo mostrar que o povo está com Marcelo e que é possível resolver os problemas do país.

Por todos estes motivos, quando a piorreia se torna crónica há que usar métodos radicais para a erradicar.

Desde o 25 de Abril de 1974 que este país está em disfunção cognitiva.

Eu que entrei à força para o Mosteiro de S. Bento senti que, desde o primeiro dia de entrada em funções, nunca funcionou de forma normal.

Para não enlouquecer dizia no hemiciclo, aquilo que me ia na alma. Várias vezes fui admoestado pelo Presidente Vasco da Gama Fernandes. Escusadas advertências; não resistia a manifestar o desagrado.

O admirável, Adelino Amaro da Costa, viu-se forçado a avisar as outras bancadas que o CDS não voltaria a votar votos contra ou a favor de outras nações. A perda de tempo e a insanidade dos votos custavam milhares de contos ao Estado. Desde sempre os votei em desfavor e a fazer declarações de voto, para justificar a minha posição. Eles eram contra o interesse do povo português cujas dificuldades eram evidentes.

Em meados de Julho de 1979, perante mais um voto desnecessário fui desagradável com o Deputado Aires Rodrigues, chamando-lhe carraça do povo. Acrescentei que aquela Assembleia era a Assembleia da vergonha por não ter utilidade para os portugueses.

O Presidente da Assembleia da República, nesse ano, Teófilo Carvalho dos Santos, pediu-me para retirar as palavras proferidas.

Pedi-lhe desculpa por não o poder fazer, ele era uma excelente pessoa. Eu estava ali para defender o povo português.

O Presidente encerrou a sessão.

O Secretário do Tesouro e das Finanças teve mais contenção. Mas deve reparar que o povo está com Marcelo Rebelo de Sousa e com António Costa, sinal que está farto de conversas inúteis.

O assunto tem de ser resolvido nesta Legislatura.

 

Anterior “Não apaguem a memória, relembrem os 25 das infâmias”

C.S

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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016

Não apaguem a memória, relembrem os 25 das infâmias

Desde o 25 de Abril de 1974, o 25 de Novembro de 1975 e o 25 de Novembro de 2016, os contorcionistas que têm dirigido o país como lhes passou e passa pela cabeça, nesta democracia de enganos em que Portugal tem vivido, desde a primeira data de promessas até hoje em que a Esquerda e a Direita se masturbam com os prazeres da Caixa e o povo continua a andar a toque-de-caixa se quiser comer.

Já ninguém conta os dois milhões pobres a quem o BE, o PC e o PS prometem dar seis euros. A pouca-vergonha não tem limites! 6 Euros?!

Dos primeiros tempos de 25 de Abril de 74 a “25 de Novembro de 75, nos Governos do comunista Vasco Gonçalves houve de tudo a começar pelo esbanjamento da Pesada Herança, do incitamento à desobediência com “é proibido proibir”, a destruição de empresas, a ocupação de casas, o roubo de um milhão e duzentos mil hectares de terras, de boas herdades, como a Torre Bela, Pinheiro, Vale da Rosa, cujo proprietário foi um dos maiores produtores de trigo do País e era o maior empregador da região. A juntar aos desmandos Comunistas e de Cunhal, o de Mário Soares não foi menor ao levar por diante uma descolonização vergonhosa que só prejudicou os descolonizados, tendo morrido milhões de inocentes depois da independência em Angola e Moçambique. Na Guiné foram fuzilados centenas por terem pertencido ao exército colonial.

A loucura que deveria ter terminado com a reposição da Ordem em 25 de Novembro de 1975 com o arrependimento de Cunhal, que Melo Antunes protegeu, impediu que o Partido Comunista fosse ilegalizado. O infame fingiu sossegar, mas continuou a instrumentalizar Organismos de Estado, de maneira a torná-los ingovernáveis, devido a greves, boicotes e manifestações, que o Comité comanda através dos Sindicatos.

Terroristas que formaram as FP-25, entre 1980 e 1987 cometeram 17 assassinatos, 66 atentados à bomba e 99 assaltos a bancos.

A Liberdade e a Democracia prometidas iam de vento-em-popa.

O povo deixou de acreditar nos políticos. Cada um tentou proteger-se segundo os seus meios e viver as dificuldades sem grandes queixas. Os portugueses nunca foram de se lamentar. Quando enchem o saco rebentam e não se importam com as consequências.

O 25 de Novembro em que nos encontramos está a viver três momentos inéditos: primeiro, o Costa destrona um Seguro incapaz de reagir à traição do amigo. Segundo, o Costa perde as eleições e, com um passe de inteligência, transforma a derrota em vitória, deixa o Passos e o Portas de boca aberta. Há um ano que Governa com a indiferença do povo que achou graça ao seu malabarismo. Terceiro, a juntar a estas improbabilidades, Marcelo Rebelo de Sousa venceu as eleições Presidenciais sem gastar dinheiro em propaganda. De carcaça na mão venceu um fortíssimo opositor que tinha com ele três ex-presidentes: Eanes, Soares e Sampaio que ficaram humilhados e de orelha murcha.

Marcelo, que veio da Escola de Oliveira Salazar e de Marcello Caetano, imediatamente esqueceu o agravo. Desde que tomou posse tem apoiado o Primeiro-ministro e tentado unir todos os portugueses, de maneira tão saudável que a grande maioria das pessoas confia na sua inteligência e honestidade.

 

Anterior “25 de Novembro travou o PREC, não travou a miséria”

C.S

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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2016

25 de Novembro travou o PREC, não travou a miséria

O desemprego causado pela destruição e roubo de empresas depois do 25 de Abril de 1974 ainda não foi recuperado até aos dias de hoje.

Na véspera do 25 de Novembro, o Tomé, o Cuco e o Campos entrincheiravam o Regimento da Polícia Militar e os pára-quedistas da esquerda marxista fascista tratavam de ocupar as bases aéreas para, segundo eles, engolirem os fascistas das unidades que se lhes opusessem.

A Guerra Civil era certa. Os líderes dos Partidos considerados da Direita, PS, PPD, CDS, escapuliram-se para o Porto, antes que os comunistas, que tinham ocupado o II, III, IV e V Governos; tempo que aproveitaram para decretar milhares de prisões e saneamentos selvagens, com total violação dos Direitos Humanos, lhes fizessem o mesmo ou até os fuzilassem, como o próprio Ramalho Eanes chegou a temer.

Entre todos os que defendiam um Estado de Direito, não a confusão instalada depois do Golpe de Abril, estava Jaime Neves.

As movimentações ficaram ao rubro, mas, Melo Antunes, que jogava com um pé num lado e no outro, e tinha escrito o “Documento dos Nove” onde propugnava a via democrática, sabia o que se passava. Spínola, nos seus livros, não o poupa; trata-o abaixo de cão. Chama-lhe o grande traidor.

Melo Antunes tinha informações sobre o que se passava no resto do país onde havia gente disposta a matar e a morrer. Quando soube que Jaime Neves, mais os comandos da Amadora iriam combater contra os camaradas nos Regimentos afetos ao Partido Comunista, convenceu Álvaro Cunhal a não fazer avançar os civis da Cintura Industrial, nem os camponeses do Alentejo e proceder da mesma maneira nos quarteis.

Álvaro Cunhal era um cobarde. Só era valente quando tinha a certeza absoluta que era mais forte, deu ordens para as movimentações pararem. E elas eram tão perigosas que, como já referi, os líderes do PS, PPD e CDS fugiram para o Porto.

Jaime Neves, mesmo assim passou pelas unidades, e recebeu a certeza da sua rendição. Só a polícia Militar não aceitou o ultimato. Jaime Neves mandou um carro de assalto arrombar os portões do Regimento. Morreram três homens. A PM rendeu-se imediatamente.

O PREC tinha os dias contados, mas a miséria causada pelos estragos cometidos está em dois milhões de pobres extremos e mais cinco ou seis milhões de pobres envergonhados.

 

Anterior “Angela Merkel e a conversa dos deletérios oportunistas”

C.S

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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2016

Angela Merkel e a conversa dos deletérios oportunistas

Donald Trump, coagido pela Governo que o antecedeu, prefere a prosperidade económica e o desenvolvimento dos EUA por meios pacíficos e desejados em todo o mundo, menos dos loucos que preferem sacrificar na guerra os jovens que são a riqueza dos países em paz.

Obcecado pelo poder e julgando-se um avatar da morte, Obama, que pensava ter em Hillary uma mulher dócil e obediente às suas ideias, quando a viu derrotada pela sensatez e ponderação dos mais capazes, não perdeu tempo e rumou à Europa sem esgotar os dias para largar o poder e envenenar uma mulher empenhada em tornar a Alemanha um país credível no contexto mundial, onde o trabalho e a inteligência fizeram deste país, totalmente destroçado pela guerra, um dos mais prósperos do mundo porque em vez de armas construiu máquinas, desenvolveu indústrias, caminha na era Digital como as Estrelas no Universo, e sabe que o ser humano rejeita as guerras mesmo podendo-as vencer.

Todos sabem que o tempo das guerras terminou quando acabou o século XX. Aqueles que as fomentam têm sido odiados pelos seus próprios povos. Obama não foi exceção. Mas geneticamente o homem, apesar de acarinhado por muita gente, não conseguiu fugir ao seu atavismo.

Laureado com o Prémio Nobel da Paz não resistiu à mais infame e injusta das guerras que destruiu a Líbia, um dos Estados mais promissores de África, assassinou o seu Presidente, cortou a felicidade a todo o país, matou milhares de inocentes e escancarou as portas do terrorismo e à fuga de milhares de cidadãos normais que se transformaram em refugiados e mendigos da insensatez que continuou na Síria.

Obama veio falar com Merkel para a influenciar na linha do ódio e do medo.

Se é algo que os alemães nunca tiveram foi medo.Merkel sabe que a Rússia nunca atacará qualquer país se não se sentir acossada ou agredida.

A venda da tralha que Obama não conseguiu gastar por falta de compradores ou porque nos países atacados não a esgotou enviou-a como material da NATO a países que a pagarão com o decorrer dos anos.

E veio convencer a Merkel que seria a continuadora do terror e da imposição da ordem no mundo como os EUA tinham sido com ele.

Angela Merkel devia ter olhado o homenzinho com desprezo. Sabe que Donald Trump com a sua naturalidade e frontalidade privilegia a paz e a prosperidade dos povos, não a sua destruição e morte.

Como dizia uma amiga minha: “este Obama não se enxerga.”

 

Anterior “Sarkozy começou a sofrer o efeito da morte de Kadhafi”

C.S

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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016

Sarkozy começou a sofrer o efeito da morte de Kadhafi

A ingratidão e a infâmia pagam-se muito caras. Quando elas são praticadas pelos chefes que Governam países, esse castigo estende-se ao povo que os apoia se não evita que eles procedam como canalhas sem escrúpulos.

A prova está na estrondosa derrota que Sarkozy sofreu ontem, nas primárias da Direita francesa, humilhado por François Fillon e por Alain Juppé.

Sarkozy com toda a sua lábia e apoiado por Cameron e Obama invadiram a Líbia, transformaram a NATO num conjunto de mercenários assassinos ao serviço da vontade dos três inconscientes sem escrúpulos, que o mundo repudiou com repulsa, com exceção da Europa de videirinhos que agora tremem a todo o alerta de atentados.

O pedido de os condenar, conjuntamente com a NATO, por crimes de guerra, foi ignorado e o mundo vai entrando no caos e no possível desencadear da última e bem quente guerra mundial, não a do aquecimento Global e a longo prazo, mas do aquecimento nuclear através das bombas de hidrogénio, atómicas de seu nome e efeito.

Os assassinos, que invadiram e destruíram a Líbia e deixaram os restos em estado caótico, fizeram-no associando-se aos terroristas da Al-Qaeda e à Irmandade Muçulmana, a quem, depois do massacre, entregaram grande parte do sofisticado equipamento utilizado na invasão, que Al-Qaeda, treinada pela NATO, utilizou na Síria. Com as armas transformaram sírios em Opositores e começou mais uma saga sanguinária.

Na Líbia, a Irmandade Muçulmana, tenta, com as armas da NATO, impor-se pela força. Se o conseguir, a Europa vai-lhes provar o sabor e os Governantes Europeus talvez compreendam que a estupidez e a vilania nem aproveitou aos seus povos e ainda menos a eles, condenados à infâmia.

Nenhum dos três supracitados merece qualquer respeito ou credibilidade.

Para meu espanto ouvi dizer ao Obama, depois de um chorrilho de palavras insensatas, que ia dar oportunidade a Donald Trump…

Dar oportunidade? Obama pensou o que disse, e fechou definitivamente a Casa Branca a um preto, ou pretende causar uma Guerra Civil nos EUA?

 

Anterior “A boçalidade ultrapassou os funâmbulos do musical”

C.S

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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2016

A boçalidade ultrapassou os funâmbulos do musical

Quando era jovem lembro-me de um dos habitantes do Báltico que vinha sempre passar férias a Portugal com a mulher e três filhos, que adoravam a Nazaré e se espantavam com as sete saias das mulheres dos pescadores. O homem, Norueguês, que também fazia vida de mar, garantia que Portugal era o único País democrático e o mais livre da Europa.

Eu sentia o mesmo, sem o dizer. A calma, a alegria, a boa disposição, a boa educação, a fraternidade, a segurança valiam a riqueza dos outros países.

Ao ver e ouvir o vídeo com os insultos dos funâmbulos ao Vice-Presidente, Mike Pence, constatei que a propagada Democracia americana não passa de boçalidade e showbiz.

O elenco da peça alinhou com o chefe do bando que viu ali a sua oportunidade de dizer uma coisa para que todos pensassem outra e acirrar a aleivosia contra o Presidente eleito.

Imediatamente apareceu a costureira de Michelle Obama a garantir que não fazia o vestido de Melania Trump para o dia da tomada de posse do marido.

Eu que sempre gostei de ver uma mulher bonita, inteligente e bem vestida achei que Michelle Obama merecia ter alguém com mais habilidade para a saber vestir.

Um dos últimos vestidos, sem mangas, em que a vi enfiada, um vermelho, até pensei que a senhora estivesse grávida, tal o toque desajeitado que a mulher contestatária, que lhe fez a roupa, a transformou.

Pois esta, mesmo sem ninguém a convidar para qualquer serviço tentou pôr-se em bicos de pés. Não me dei ao trabalho de saber quem era a habilidosa dos panos. Mas deve procurar outro ofício.

Melania Trump é das mulheres mais belas e simpáticas do mundo.

Elas têm o condão de suavizar a impulsividade e a violência dos homens.

Donald Trump, com Melania ao lado, fará tudo para tornar a América próspera e feliz, tal como imagino que ele se sente ao lado de Melania.

 

Anterior “Obama continua a infâmia de Bush e de Blair na Síria”

C.S

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