Terça-feira, 31 de Janeiro de 2017

Ordenações Afonsinas e Tesouro dos Templários

Os filhos de D. João I distinguiram-se tanto pelas suas qualidades, que o Poeta não hesitou em os cognominar de Ínclita Geração.

Na verdade, também eles excederam “tudo o que a musa antiga canta”, Calíope, musa da eloquência e da poesia.

D. Pedro, considerado o Homem mais culto e mais sábio da época substituiu o sobrinho; D. Afonso V no Governo do País e fez publicar as Ordenações Afonsinas, que são a mais antiga compilação de leis portuguesas.

Passado algum tempo depois de ter entregado o trono ao sobrinho e genro pois ele casara com uma sua filha, os intriguistas do reino, tanta mentira inculcaram na cabeça do jovem rei que foi ao encontro do tio com um grande exército. D. Pedro foi morto na Batalha de Alfarrobeira.

Chamo a atenção para em 1453 os Turcos terem tomado Constantinopla. O facto foi considerado tão importante, que nesse ano, se decidiu marcar a transição da Idade Média para a Idade Moderna.

Os Papas Nicolau V e Calisto III apelam a uma cruzada contra os Turcos. D. Afonso prepara um exército de 12 mil homens. Como os Papas desistiram, ele aproveitou aquela força para invadir o Norte de África e conquistar aos mouros  as praças de Alcácer Ceguer, Arzila e Tanger

Entretanto, D. Henrique, irmão de D. Pedro e filho de D. João I continua o aperfeiçoamento dos marinheiros. Eles possuíam roteiros, melhoraram instrumentos de navegação: a balestilha, o astrolábio, o quadrante náutico para calcular a latitude. Utilizaram cartas de marear, bússolas, guias náuticos com regras de navegação astronómica, elementos de cosmografia e tábuas de declinação.

Em 1460 Diogo Gomes e António da Nola descobrem Cabo Verde. O Infante D. Henrique manda, de imediato, povoar as Ilhas.

Foi por isso que tendo ido a Cabo Verde numa delegação da Assembleia da República, vários cabo-verdianos nos verberaram, pela independência, por se considerarem portugueses de corpo inteiro. O embaixador Cursino Fortes fez-me sinal para parar. Domingos Abrantes do PC sorriu.

O custo dos descobrimentos foi sempre muito superior aos benefícios. Só se compreende a sua continuidade por um “Saco Azul” secreto e recheado com alguns dos muitos, Tesouros dos Templários, desaparecidos.

O Sucessor de D. Henrique foi D. Fernando, Grão-Mestre da Ordem de Cristo, o homem mais rico de Portugal e pai do futuro rei D. Manuel.

 

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C.S

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Vivemos num mundo de cínicos, hipócritas e ignorantes

Só um esquizofrénico, como Obama, tem o atrevimento de pôr em causa a soberania americana, atacando o Presidente eleito, ele que foi o seu antecessor para mal da América e do mundo muçulmano de que Obama é descendente, mas que não o impediu de desfazer a Líbia e parte do povo que aí vivia feliz.

Inacreditável o que aconteceu à vista de todo o mundo que intoxicado pelas mentiras e enganos da Comunicação Social, os ignorantes pensaram que era uma coisa e os vampiros sabiam que era simplesmente um ato canalha, de canalhas poderosos e sem escrúpulos que se aproveitavam das riquezas de um país que nunca se poderia defender dos criminosos bombardeamentos da NATO.

Vivemos num mundo de cínicos, que desprezando valores e convenções praticam as ações mais infamantes, cientes que os subservientes pagos, da Comunicação Social, saberão movimentar multidões ao obrigar a acreditar que um calhau preto falante é um diamante.

A hipocrisia, que Donald Trump tem desmontado com coragem e incompreensão não o tem impressionado.

Donald Trump, com paciência e coragem, prefere aos holocaustos causados no Iraque, na Líbia e na Síria por povos considerados acima dos bárbaros como os EUA, a Inglaterra, a França e outros mais híbridos como a Turquia, a Arábia Saudita e o Qatar que atacaram e destruíram com veemência considerada crimes de guerra, outros povos mais dignos e cultos. Donald Trump prefere alongar o muro que na sua maioria está feito e apoiado pelos anteriores Presidentes Americanos, a continuar as guerras devastadoras para alimentar as fábricas de armamento.

No Jornal i de hoje, vem o artigo de opinião, Um “quarto poder” seletivo, de Graça Canto Moniz, que logo no início do texto afirma:

“Noticiar não é apenas repetir acriticamente uma série de factos, mas também enquadrá-los no espaço e no tempo. Não há informação sem contexto”…

O trabalho vem depois preenchido com apontamentos sobre ações de Clinton, Hillary Clinton, Obama, Trump, António Costa, Passos Coelho, e julgo que Marcelo.

A jovem dá uma verdadeira lição de jornalismo, quase uma chamada de atenção para os media, como a dizer-lhes: meus amigos a continuarem por esse caminho não vão muito mais longe. Entre o reflexo dos atos e os seus pensamentos, a distância é enorme.

Hoje o saber voa à velocidade da luz. As escolas estão em todos os lugares da terra e, cada vez mais a nudez mental e física, estão à disposição de todos os que se dedicam ao estudo do ser humano.

 

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C.S

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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2017

Reconstruir países destruídos por EUA, UK e França

A Lei, provisória, de Donald Trump para evitar a entrada de refugiados nos EUA, não é mais que um ato de sensatez e humanidade para obrigar a que os países culpados, EUA, Grã-Bretanha e França, das hecatombes causadas no Iraque, na Líbia e na Síria, compreendam que é fundamental e urgente reconstruir esses países para que as vítimas fugidas aos bombardeamentos e transformadas em párias à força, não passem a terroristas por raiva e ódio.

Não compreender isto é não compreender o ser humano.

Centenas de milhares de refugiados são hoje sacrificados ao frio, à neve, à chuva, à lama e ao tratamento execrável dos protetores que mais não protegem do que os seus interesses e receberem milhões para acantonar estes infelizes que veem os filhos morrer gelados e eles morrer de dor.

O único país que recebeu refugiados com dignidade, conforto e amor foi Portugal.

Salazar protegeu os judeus e os outros refugiados como nunca nenhum povo os protegeu.

Trump obriga assim a uma reconstrução rápida do Iraque, da Síria e da Líbia; protege a Europa de atentados como aqueles provocados em Paris, Nice, Bruxelas etc. e deixa de lado a hipocrisia dos povos que com a capa da Democracia cometem as infâmias mais asquerosas, mas que acabam por lhes sofrer as consequências.

Trump é um frontal com todos os defeitos da raça humana, mas não é um pulha que aproveita a força para sujeitar pacíficos civis, às sevícias a que são sujeitos.

 

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C.S

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Domingo, 29 de Janeiro de 2017

Trump e o aviso à navegação

Se agora apoio Trump, como antes atacava Obama, não é por um ser branco e o outro preto.

Nunca fiz qualquer distinção entre cores e raças. Somos todos iguais. Só que uns são mais cínicos e estúpidos que outros e, por esse motivo, se são Governantes e colocam em causa a segurança dos povos devem ser denunciados.

Trump, em vez de armas, de alcance mortífero e altamente criminoso pela infâmia cometida, Trump aproveita as redes sociais para fazer explodir os avisos em todas as direções e desse modo prevenir atos bem mais graves.

Quem analisar o mais controverso verifica que ao expulsar refugiados e conceder, no máximo, quatro meses para analisar processos, ele não faz mais do que dizer: se querem entrar nos EUA sabem que têm de respeitar regras. Quem não as cumprir é expulso para sempre.

Podia analisar um a um os outros procedimentos, mas prefiro aconselhar que oiçam hoje, na Antena1, o programa “Visão Global” que depois de ter passado já entre as 12 h 16, volta a repetir, às 2 da manhã ou então ouvi-lo na Internet onde está sempre disponível.

E por que devem ouvir o “Visão Global” de hoje?

Para ouvir o Presidente da Sérvia e as razões dos conflitos. É uma boa lição para entender os homens e as suas atabalhoadas decisões. É também uma boa lição de política, coisa que é tão necessário saber, como ter pão para a boca.

Vamos. Além do aviso de Trump, ficam com mais uma sugestão para pensar e saber se vale a pena conhecer as linhas em que todos estamos envolvidos.

 

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C.S

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D. João I, um mãos largas; D. Duarte e a Lei Mental

O Mestre de Avis, grato aos burgueses, ao povo e aos fidalgos que o ajudaram na luta contra Castela, para os compensar distribuiu títulos e terras em grande quantidade.

Ao Condestável Nun’Álvares Pereira deu-lhe quase metade de Portugal.

Só viu o grave da situação quando começou a Governar. O dinheiro não é elástico e ele tinha de arranjar uma solução sem melindrar os beneficiados. A melhor que encontrou, embora não ainda a suficiente, foi casar o seu filho bastardo, D. Afonso, 3º Conde de Barcelos, com D. Beatriz, filha única de D. Nuno Álvares.

Com este enlace ficou criada a poderosa Casa de Bragança, com fortes ligações à coroa, da qual, nos dias de hoje, ainda tem sucessores em Duarte Pio de Bragança.

O filho de D. João I, D. Duarte, passado pouco tempo de reinado vê-se confrontado com uma grave crise. O País foi assolado pela peste, de que ele havia de morrer.

Duarte, rei de 1433 a 1438, para obviar à situação faz publicar a “Lei Mental” pela qual fazia regressar à coroa todos os bens doados por D. João I e por ele próprio à falta de filho varão.

O irmão D. Henrique, não tinha falta de dinheiro. A Ordem dos Templários era o seu cofre-forte. Com inteligência e vontade de entrar no mar tenebroso e desconhecido, todos os anos enviava Caravelas com os indómitos marinheiros sondar aquilo que outros povos não tinham coragem para fazer.

Em 1434, Gil Eanes ultrapassa o Cabo Bojador (Sara Ocidental). O mesmo Gil Eanes e Afonso Baldaia atingem o Rio do Ouro e a Pedra da Gata. Em 1441 aportam ao Cabo Branco e Nuno Tristão descobre a ilha de Arguim.

Tudo era feito com muito arrojo, mas antecipado com muito estudo.

Um dos homens mais probos que nos relata com exatidão os acontecimentos dos reinados de D. Pedro I, D. Fernando e D. João I, é o Cronista-mor do Reino, e Guarda das escrituras régias, Fernão Lopes (1380-1459).

Sufocados pelas disputas sem sentido dos dias de hoje, os homens de antanho preocupavam-se com a realidade, a verdade e o bem-estar da Nação no seu conjunto, para que a sua sobrevivência, em nenhum momento pudesse ser posta em causa.

 

Anterior “As tentações dos velhos solitários”

C.S

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Sábado, 28 de Janeiro de 2017

As tentações dos velhos solitários

Hoje, ao divagar suavemente sobre algo que há 50 anos seria escandaloso e próprio de um devasso sem vergonha, fi-lo mais para me convencer a mim mesmo que o mundo Ocidental tinha mudado radicalmente e que a aproximação entre o racional e o irracional é muito mais estreito do que imaginamos.

Tenho poucos amigos, não menos de 500 e não mais de 1000. Mas são todos bons; frontais, diretos. Dizem o que têm a dizer. Não estão com palavrinhas doces. São assim desde que nos conhecemos. Alguns com mais de 75 anos.

O Estado Novo nunca lhes cortou a língua e o pensamento. Todos subiram na vida sem terem necessidade de fazer revoluções falhadas como a que fabricou o galinheiro de São Bento, muito mais ridículo e ineficaz do que galinheiro de Salazar, nos jardins do Monastério, que produzia ovos frescos, cacarejando menos, e produzindo milhões de vezes mais.

Não estou a dizer nada que não se saiba e não se oiça à boca pequena.

Um desses meus amigos, oficial, incapaz de criticar os camaradas, é aquele que me envia tudo o que brilha no mundo. O mau e o bom.

Ontem mandou-me a tentação em que as japonesas andam loucas com as argolas. Hoje enviou-me as 50 melhores pinturas do mundo. Falta lá pelo menos uma, a do meu amigo Luís Gonçalves, orgulho da cidade da Guarda e de todos os seus amigos que gostam de o espicaçar para ouvir lições de pintura, que de outro modo nunca conseguiriam.

A modéstia, a simplicidade e a naturalidade são características dos portugueses. Com a velhice agravam-se e por isso têm de ser espevitadas para se ter a certeza que ainda mexem ou se são já múmias ambulantes à espera do dia das surpresas em que partem para o infinito a preparar o lugar aos retardatários.

Os velhos mexem bem até quase aos 90 anos, a partir daí, salvo raras exceções, só dizem baboseiras.

Aquilo a que não resistem os velhos é saber até morrer. A sua sede de conhecimento é infinita. Entre as loucuras das japonesas e os quadros de um Caravaggio, de um Rembrandt, de um Velasques, comparados com os vídeos excitantes das belas e loucas japonesas, preferem os segundos.

Ao tempo dos apetites sexuais, mesmo que ainda os tenham e nunca devem ser subestimados, preferem acalmar com a beleza dos quadros que os transportam ao sonho e à saudade do passado distante e irrepetível.

 

Anterior “Sem terra para conquistar, portugueses fazem-se ao mar”

C.S

publicado por regalias às 12:48
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Sem terra para conquistar, Portugueses fazem-se ao mar

Em 1296, a língua portuguesa separa-se da língua galega (o chamado Galaico-português) e o português, ainda incipiente, passa a língua oficial.

No ano seguinte, pelo Tratado de Alcanizes, 1297, o rei de Leão e Castela e o rei Português fixaram definitivamente as fonteiras de Portugal.

Para não ter problemas com o rei de Castela, D. João I, não ataca o reino mouro de Granada.

D. João e os conselheiros apontam Ceuta como a praça a conquistar com a vantagem de pôr termo às investidas dos mouros nas terras do Algarve e do Alentejo, onde roubavam as populações e faziam dos cativos escravos, que depois vendiam a outros povos.

Quem ler a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto conhecerá que a sorte dos outros era também a dos portugueses. Ele foi preso e vendido quinze vezes.

Em Ceuta, os infantes são armados cavaleiros e em 1416 depois de Iniciado (pessoa que recebe conhecimentos secretos) é o escolhido para Grão-Mestre da Ordem dos Templários, que tinha sido a Ordem mais rica do Mundo e cujo tesouro tinha desaparecido.

Senhor de uma fortuna imensa, D. Henrique, como sabe que Portugal não se pode expandir para Leste, a conquista de Ceuta abre-lhe a visão dos mundos escondidos para Oeste e começa a saga marítima portuguesa, primeiro navegando até pontos já conhecidos e depois, seguro dos novos conhecimentos, avançar mar dentro.

Em 1418, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira descobrem a ilha do Porto Santo.

Em 1419, o mesmo João Gonçalves Zarco e Bartolomeu Perestrelo descobrem a Madeira.

Logo em 1425 começa a colonização do Porto Santo e da Madeira, sendo aí introduzida a cana do açúcar, cuja exportação para a Europa atingiu, nos finais do século XV, trezentas mil toneladas.

Em 1427, parte dos Açores são descobertos por Diogo de Silves e em 1432 Gonçalo Velho aporta às ilhas de Santa Maria e S. Miguel e Diogo de Teive chega às ilhas mais ocidentais.

D. João I e os filhos nunca se limitaram a viver dos poucos recursos que Portugal proporcionava. Não temeram o mar e as lendas que existiam.

Vencer as dificuldades é o grande desafio da vida.

 

Anterior “O mundo é louco, excitante e irresistível em Japonês

C.S

publicado por regalias às 08:07
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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2017

O mundo é louco, excitante e irresistível em japonês

Julgo que foi em Londres que, pela primeira vez, comprei um frasquinho de perfume em marfim com cenas íntimas japonesas.

Ao oferecê-lo a uma lindíssima italiana, com quem vivi dois anos, o perfume tornou-se paixão. Foi sempre muito louco e muito belo.

Hoje, depois de escrever o Blogue matinal para conservar a memória e espalhar o pensamento, passadas umas horas recebi um vídeo de um amigo que vive em terras de desvairadas gentes, como os cronistas chamavam à zona de Lisboa.

O vídeo é louco, irresistível e excitante até para um morto. Tudo se levanta.

O título é “As japonesas andam loucas com o jogo das argolas.”

Eu, mais por curiosidade do que para excitação libidinal pensei abri-lo.

Mas como me lembrei que aquele pirata, apesar de eu o ter proibido de me enviar produto digital que desregulasse coração e apetite, pensei na única japonesa que tinha conhecido e nunca tocado; a Hiromi, que separava pintos machos e fêmeas à velocidade de 50 por minuto.

Um dia, minha mulher entrou na sala onde estávamos mais juntos que o habitual e enrugou a testa.

Quando a Hiromi saiu, ela disse-me, com ar calmo mas decidido: “Já sei que me vais dizer que estavas a aprender Japonês. Acabaram as lições. Já sabes línguas até demais.”

Era escusado argumentar. Com mulheres não se discute. Perde-se sempre.

Abri o vídeo. De um lado vários grupos de 5 japonesas e do outro um Japonês todo nu, de badalo caído ou já erguido pela excitação.

As jovens e bonitas japonesas riem, brincam e acariciam as argolas. Ao som de um apito pelo árbitro do jogo, uma de cada grupo tenta acertar no badalo levantado, que, quando perde um pouco de força é chupado com prazer por uma jovem da equipa.

É de loucura e pulsação acelerada. Se não tivesse vergonha e menos de 60 anos partia de imediato para o Japão.

Afogueado, pergunto-me para onde caminha o mundo que tenta escandalizar e subverter os acontecimentos, como aconteceu agora com as eleições americanas.

O homem não consegue resistir e divulgar os prazeres mais violentos e agradáveis que os irracionais praticam e os humanos imitam.

Tenho de me zangar com aquele malvado que me tenta matar enviando-me os vídeos, mas nunca os produtos.

 

Anterior “Portugal, mais fraco que Castela, vence pela coragem”

C.S

publicado por regalias às 15:26
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Portugal, mais fraco que Castela, vence pela coragem

O reino pertence por testamento e casamento a D. Beatriz, filha de D. Fernando. Mas quem vive em Portugal são portugueses de gema, poucos, mas de uma coragem e amor à terra difíceis de encontrar noutro local do mundo.

O rei de Castela conhecedor da inferioridade numérica, Portugal teria pouco mais de um milhão de habitantes, resolve atacar com um exército imbatível, 35 mil homens. Primeiro tenta convencer os chefes portugueses da desproporção e da carnificina escusada. Os portugueses eram 7 mil. Mesmo assim não cederam aos rogos, às ameaças e às armas poderosas.

Os Castelhanos convencidos que o massacre era certo entraram pelos campos de Aljubarrota como por terra conquistada.

Os portugueses, comandados por Nun’Álvares Pereira, distribuem-se em quadrado, cavam fossos, as covas-de lobo, e de lanças bem seguras esperam os atacantes.

A força Castelhana mais importante era a cavalaria que fica espetada nas lanças e chacinada pelos portugueses.

O desnorte é total, os mortos aos milhares e o rei de Castela observando o sucedido não fez mais que fugir com aqueles que puderam salvar a vida.

Os portugueses dão-se ao desplante de os perseguir e infligir nova derrota na batalha de Valverde, a poucos quilómetros de Mérida.

Em 1387, o Mestre de Avis casa com D. Filipa de Lencastre, tornando a Aliança-Inglesa mais consistente e tão forte que ainda hoje existe.

Os filhos do casal são todos excecionais. Camões chamou-lhes a Ínclita Geração (geração ilustre). Dos oito, chamo a atenção para quatro. Dois morreram muito jovens.

De todos, sobressai o Infante D. Henrique por ter dado início às descobertas que levaram os marinheiros portugueses a descobrir dois terços do mundo desconhecido.

Faço notar que muitas descobertas realizadas por Espanha tiveram nos comandantes dos seus barcos, portugueses. Tanto pelos laços familiares como pela diminuta população portuguesa, os reis de Portugal e Castela colaboravam sempre desde que não estivessem em guerra.

Pedro foi considerado o príncipe mais culto do seu tempo. D. Duarte foi rei, sucedeu ao pai, D. João I.

D. Isabel de Portugal casou com Filipe III, Duque da Borgonha, foi uma Diplomata de grande mérito e uma fabulosa Governante. O marido e o povo adoram-na. Em sua honra, o marido criou a Ordem do Tosão de Ouro.

Feita esta explicação e para não alargar mais este blogue termino dizendo que em 31 de Outubro de 1411 é assinado um Tratado de Paz e Aliança perpétua entre Portugal e os reinos de Castela.

 

Anterior “Trump é mais honesto do que os imbecis que o atacam”

C.S

 

publicado por regalias às 11:22
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2017

Trump é mais honesto do que os imbecis que o atacam

Conhecendo a realidade da vida, Donald Trump, ao contrário dos cínicos da vida, em vez de fingir que a vive, vive-a como um homem com qualidades, virtudes e defeitos.

A Comunicação Social, parasita dos grandes capitalistas que fazem dinheiro chupando o suor dos outros investindo em ações e outros títulos parasitários, Donald Trump investe, arrisca, vai à luta. Ganha e perde. Não está à espera que o mal dos outros seja o seu bem.

Como homem gosta de mulheres, o que é natural. Todos somos assim, menos os maricas.

As marchas das mulheres, devido a palavras proferidas pelo macho, só quem não conhece os homens, não sabe que as conversas entre eles são mais conversas, e atos de gabarolice inconsequentes e particulares.

Muito mais desagradável e violento, ferindo a dignidade da mulher foi a atitude pública de Madonna ao oferecer sexo oral em troca de votos por Hillary Clinton e depois mostrar a Boceta sem o mínimo de pudor.

A construção do muro, que também discordo, não é mais grave do que os diferentes muros construídos noutros países.

Aquele que separa Israel e a Palestina é o mais conhecido.

Os seres humanos não devem ser separados por barreiras. Devem ser felizes nos seus países, ter o que necessitam e a não incomodar os vizinhos. Precisam de ser educados na fraternidade, progresso e prosperidade. É isso que o entendimento Global pretende.

Donald Trump mostra bem, apesar daquela atitude de ferrabrás, que é um homem pacífico e bem mais humano do que todos os videirinhos que guincham a subserviência da lisonja para alcançar o sucesso com pouco trabalho.

Donald Trump ao apontar o erro que a Europa comete ao receber refugiados em vez de lhes arranjar lugares e condições nos seus países de origem mostra bem que ele não concorda com as guerras provocadas no Médio Oriente, no Iraque, na Síria e na Líbia pelos EUA, pela França e pela Inglaterra e aponta a solução antes de mais refugiados morrerem aos milhões nos campos gelados de acolhimento, ou sem trabalho ou ainda no cemitério do Mediterrâneo.

É fácil enganar os povos, mas é mais difícil enganar e vergar Donald Trump porque ele conhece a vida e ama-a.

 

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C.S

publicado por regalias às 11:23
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