Domingo, 30 de Abril de 2017

Feriados, greves, dívida de 241 mil milhões e milagres

Tal como Frei João sem cuidados, Portugal vive o esplendor da imaginação que espreguiça pelas calçadas.

Quarenta e três anos é tempo demasiado para uma Democracia que não dá frutos.

A culpa foi de Salazar que não tinha dívidas nem greves nem milagres. O Homem só deu maus exemplos: privilegiava o trabalho, a sensatez e deixou os cofres cheios. Erro. Erro grave.

Vasco Gonçalves, o louco, pensou que o tesouro nascia por inércia. Ao fim de um ano, que o outro Marcello pensou que não se esgotaria antes de dez e a gastar mais do que o normal, foi-se enquanto o Vasco esfregou um olho.

Agora tudo é milagre. O santo dos santos, o mais santo de todos vem confirmar que, através da Escola de Santos, o rendimento está assegurado.

Santos à dúzia, cada um a render dez milhões, a dívida paga-se num ai! É só fazer contas e dividir 241 mil milhões pelos sonhos.

O país vive no Paraíso das invenções. Alugam-se cadeiras de descanso.

O vale do Coa, que ficou sem a barragem produtiva porque as gravuras não sabiam nadar, tem espaço suficiente para ser rentabilizado e vigiado.

Até agora foi despesa e visitantes de cuspo e estragação.

Portugal é rico. Para quê preocupações? Se os espanhóis cá estiveram sessenta anos e não o levaram consigo, estes que o têm espoliado da vergonha, não hão de fazer pior.

Somos terra de milagres! De Santa Maria, dos três pastorinhos, do Costa, do Marcelo e do Centeno, para quê choros e lamentações?

É verdade que não somos a Democrática República da Coreia do Norte. Safado era o Ditador Salazar que tirou Portugal da miséria, da ignorância, era admirado em todo o mundo e morreu pobre.

 

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C.S

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Sábado, 29 de Abril de 2017

Coreia do Norte desafia os Estados Unidos da América

A República Popular Democrática da Coreia, mais conhecida por Coreia do Norte, tem quase um terço mais que a dimensão de Portugal.

O seu tamanho é de 120.540 Km2 e Portugal 92.090 Km2.

A população rondará os 25 milhões de habitantes e as dificuldades são muitas, mas o seu exército, preparado para morrer, tem mais de um milhão de homens e um armamento nuclear quase pronto a disparar. Os Estados Unidos sabem que a Coreia do Norte lhes cabe na taloca de um dente. A sua dimensão é de 9.371.175 Km e uma população de aproximadamente de 325 milhões de almas, distribuídas por 48 Estados unidos.

O desafio, da Democrática e atrevida Coreia, é uma provocação que os EUA castigariam, em dois ou três meses, com dois ou três porta-aviões dos dez que possui, alguns submarinos e outros vasos de guerra, que transformariam os pobres coreanos em papa, mas os Estados Unidos não se atrevem a tanto.

Por cima da Coreia está a China com um bilião e quatrocentos mil habitantes e uma extensão um pouco maior, 9.596.961 km2, que os EUA.

Uma guerra termonuclear naquela região seria uma catástrofe que nunca ficaria sem resposta. Os EUA não podem arriscar.

A Democrática Coreia do Norte sabe isso e continua a gastar o pouco que tem em armamento, paradas militares e mão de ferro sobre os seus fieis e masoquistas guerreiros que aceitam a morte como um prémio.

Donald Trump tem razão quando afirma que a sua política é a do engrandecimento dos próprios Estados Unidos e não a política externa, mas os seus conselheiros não desistem; enquanto ele não cometer erros como outros Presidentes fizeram imiscuindo-se nas políticas de outros países de que a guerra no Médio Oriente e no Norte de África contra árabes é um asqueroso e perigoso exemplo.

Se a tentação for maior que a contenção, ou seja, se os olhos forem maiores que a barriga, os falcões americanos podem incendiar o mundo com o envolvimento de todas as potências militares que não deixarão pedra sobre pedra, neste mundo de patetas.

 

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C.S

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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017

Marcelo, de inteligência e afetos pelo país, na Antena1

Ouvi ontem Marcelo Rebelo de Sousa em entrevista à Antena1.

Está disponível no Site da estação. Sugiro que oiça.

As perguntas da Maria Flor Pedroso e a tentativa de levar o Presidente ao tapete são um bate-bate que vale a pena seguir.

O jogo de cintura de Marcelo é notável e a inteligência inquestionável.

As mentiras e as desilusões foram tantas que Marcelo ao querer agradar a todos aqueles 750 mil que beneficiaram com a falhada Revolução, pode fazer que 9 milhões só o sigam para aprender a raciocinar.

Pactuar com a ignorância e a mentira serve para impedir o progresso do país e prejudicar, até aqueles que insistem no erro, por ignorância.

O exemplo do forte de Peniche é evidente:

Os sociais-fascistas insistiram em manter a edificação quase como está para recordar os presos comunistas. O Ministro Castro Mendes veio dizer que vai fazer um museu, blá-blá, etc.

Esta insistente Ditadura é mais verdadeira e estúpida que a outra que tinha presos 2132 em 1974 e estes já vão com 14222, segundo o jornal i.

Os Sociais-fascistas teriam maior notoriedade se fosse construído um hotel de cinco estrelas, mantendo a história e tudo quanto se relacionasse com os acontecimentos. O país ganhava em rentabilidade e nada se perdia. O progresso avançava sem lombas. Assim, daqui a uns anos, quando Salazar emergir e ficar demonstrado que valia mais a sua mão direita do que todos os sociais-fascistas juntos, aquilo cairá aos bocados.

Cunhal foi um traidor, e os comunistas seus comparsas na mentira e na desgraça deste país foram colaboracionistas. Dizer o contrário é estupidez.

O português que deseja compreender a vida e tudo quanto se passa em Portugal e no mundo deve privilegiar os bons programas da Antena1 onde há, pelo menos, 90% de isenção de quem entrevista e de quem responde.

Ouvir programas a esmo, misturados com canções intragáveis ou tentativas de influenciar os ouvintes com palavreado oco e sem sentido, além de perder tempo é o melhor caminho para enlouquecer, caminhar para a ansiedade, o stresse, a depressão.

A Antena1 tem um conjunto de programas, grandes e pequenos, com sumo. O da Flor e do Marcelo valeu a pena.

Quando descamba, carrego no botão e não oiço a verborreia.

 

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C.S

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Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

O mundo está nas mãos de criminosos e inconscientes

Um pacato cidadão acorda, ao som da Antena1, a ouvir um atrasado mental francês, garantir que Bashar al-Assad atacou com gás Sarin uma cidade Síria.

Como a certeza do homúnculo é nula, pretende-se fazer à Síria o mesmo que foi feito ao Iraque e à Líbia onde a mentira serviu para a destruição destes países.

Um pouco depois, outro criminoso de créditos firmados veio ufanar-se que aviões Turcos atacaram o norte do Iraque e da Síria para matar dezenas de Curdos.

O criminoso não precisou de autorização do Conselho de Segurança da ONU. Os assassinos credenciados estão isentos destas minudências.

Um pouco depois, os Senadores americanos; tanto Democratas como Republicanos atiçaram Donald Trump contra a Coreia do Norte.

Democratas e Republicanos estão sedentos de sangue. Tanto uns como outros, apostados a fazer a vida negra ao Presidente. Nem uns nem outros podem com ele. Uma Guerra termonuclear vinha a calhar. Ficavam todos no assador.

O tonto, da Coreia do Norte, pode fazer-lhes a vontade. Dar um passo em falso e milhões de pacíficos coreanos servirem de churrasco e incentivo para a última guerra mundial.

Estou convencido que o Trump vai preferir vender biliões em armamento do que cair na armadilha que Democratas de pataqueira e Republicanos de algibeira lhe estão a preparar.

Trump parou para pensar. Impostos vão dar um trambolhão nunca visto.

Os incapazes europeus aprestam-se a colocar a cabeça no cadafalso por culpa de políticos que não valem nada.

A riqueza excessiva e o bem-estar desmedidos tornaram homens e mulheres apáticos. Precisam de trabalho alternativo e ele existe em abundância em África e na América do Sul, mas para quê trabalhar para o bem dos outros ou o bem da humanidade? A vida é curta e há que gozá-la.

Não devem ter tempo. Os criminosos não dormem.

O rufar das águas é sintomático. Mas ninguém as ouve nem vê o sangue cobrir o mundo.

Os criminosos violam todas as leis e todos os países soberanos.

Nem a Rússia e a China ficarão de pé.

 

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C.S

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Quarta-feira, 26 de Abril de 2017

O fosso entre os sociais-fascistas e o povo trabalhador

O Jerónimo tem o desplante de falar contra, e com razão, entre a diferença salarial dos mais ricos e os mais pobres.

Os sociais-fascistas, aboletados em São Bento, recebem várias vezes o salário de quem recebe o salário mínimo e, muitas vezes mais, o que geme um reformado, desse povo que o social-fascismo se ufana de defender, sem defender coisa nenhuma.

Como os comunistas continuam a chamar fascistas à Lua e aos militares que fizeram o 25 de Abril, pois também é deles o 28 de Maio de 1926 que implantou a Ditadura militar e nunca largaram o posto de comando até à saída do General Ramalho Eanes.

Quando os da Antena1 falam em fascismo, já sabemos de onde vem a ordem, para, através da insistência, o povo dos dois milhões de pobres que esvanecem hoje de fome, interiorizarem a palavra, por, mentirosamente, tanta vez ser repetida.

Salazar acabou com os pretensos fascistas de Rolão Preto e substituiu a Ditadura Militar pelo Estado Novo Constitucional com a saída da Constituição de 1933. Os militares continuaram a comandar o barco.

Mas os sociais-fascistas, que tudo fizeram para impor a Ditadura do Proletariado conseguiram, com a ajuda de Melo Antunes e Vasco Gonçalves infiltrar, na Administração pública e Coletividades Associativas, toda a cambada que já tinha galões no bolso para a vitória no 25 de Novembro.

A certeza era tanta que Ramalho Eanes declara a um jornal que seria fuzilado se o 25 de Novembro falhasse.

O 25 de Novembro falhou, assim como o 25 de Abril. O primeiro falhou porque os sociais-fascistas não foram ilegalizados e o 25 de Abril falhou porque ao fim de 43 anos, o povo está muito pior do que antes do Golpe.

Se o regime anterior continuasse, bastava o evoluir do tempo para todos compreenderem que a riqueza estaria muito melhor distribuída. Basta seguir os indicadores económicos para ter a certeza que seria assim.

Portugal teve o azar de juntar aos sociais-fascistas, os gananciosos, os oportunistas e os malabaristas do engano.

Num pequeno exemplo entre preços e derrapagens, comparem o custo da Ponte Salazar, Ponte sobre o Tejo ou Ponte roubada no 25 de Abril, entregue a tempo e horas, sem os roubos acrescidos e verifique o que aconteceu em todas as grandes Obras Públicas depois do Golpe.

Os estrangeiros hão-de pensar que a caverna de Ali Babá e os quarenta ladrões, se situa em Portugal.

 

Anterior “25 de Abril, uma dramática lição para não esquecer”

C.S

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Terça-feira, 25 de Abril de 2017

25 de Abril, uma dramática lição, para não esquecer

Uma Revolução como o 25 de Abril é um trabalho.

Um trabalho que tem de ser preparado em todos os seus pormenores.

É um trabalho onde tudo tem de ser pensado: desde as causas às consequências.

As causas: vamos fazer a Revolução, porquê?

Porque os milicianos passaram à nossa frente?

Porque queremos ganhar mais?

Porque queremos parar a Guerra do Ultramar?

Depois de se debaterem estas questões e se chegar à conclusão que todas eram justas, vamos pensar nas consequências:

Ao fazer a Revolução sabemos como começa, não sabemos como acaba.

Se formos bem-sucedidos, o que temos de fazer imediatamente?

Garantir a ordem para que a Revolução não descambe em confusão.

Manter o país a funcionar normalmente nas escolas, no comércio, indústria e agricultura para evitar subidas de preços.

O que aconteceu foi que os revolucionários do 25 de Abril falharam em todos os seus propósitos. Para esconder o desastre insistem na Liberdade e Democracia alcançadas, condecoram-se uns aos outros, aumentam as patentes militares, ameaçam quem falar sobre as alegrias do passado.

Viver à vontade, descontraidamente, sempre o povo tinha vivido. Disse isso em plena Assembleia da República “Sentia-me mais livre e feliz em Portugal do que em qualquer outro país da Europa”.

As dificuldades que ainda se podiam fazer sentir eram aquelas herdadas da Primeira República, 1910-1926; a Grande Depressão Americana em 1929; a Guerra Civil Espanhola 1936-1939; a Segunda Grande Guerra 1939-1945.

A partir de 1950 chegou o desenvolvimento, de tal maneira pensado e estruturado que em 1974 estava na plenitude da sua força: não havia desempregados e o comércio e a indústria funcionavam em pleno.

Devemos recordar o 25 de Abril para saber o que nunca devemos fazer.

O português é um povo inteligente, intuitivo, simpático.

O país tem tudo para emparelhar ao lado da Europa culta, próspera e apetecível, basta pensar e querer para fazermos igual ou melhor.

A revolução está feita, deixemo-la em paz. Está enterrada.

Deitemos mãos ao trabalho.

 

Anterior “Liberdade sem autoridade e fome é Democracia de treta”

C.S

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Segunda-feira, 24 de Abril de 2017

Liberdade sem autoridade e fome é Democracia de treta

Depois de 43 anos de enganos, estupidez e miséria, os demagogos da política, para quem nunca faltou o dinheiro, insistem em não dar o braço a torcer. O sistema para eles nunca foi tão bom.

Costa tapa o Soares como o grande benfeitor da miséria democrática.

O azar pode bater à porta dos espertos.

A UE, com a saída do Reino Unido ficou fragilizada. Outros países podem fazer o mesmo.

Embora não tenha concordado com a maneira precipitada e sem estratégia bem definida como Portugal entrou para a CEE, hoje, estou convencido que sair vai ser dramático. O tiro atinge todos, os que estão bem e os que vivem muito mal.

Liberdade sem autoridade não é possível.

Quem viveu todos estes anos a seguir ao 25 de Abril tem de lamentar o que aconteceu, menos o Costa, o Arnaut e outros inocentes socialistas.

No Estado Novo, a Liberdade nunca faltou. Ou é falta de liberdade prender quem prejudica o país?

Hoje, se alguém roubar, matar ou destruir algo que não seja de sua propriedade, tem de prestar contas à justiça. Antes era semelhante.

Havia tanta liberdade e segurança que era normal as casas terem as chaves na porta.

Havia autoridade, as pessoas sabiam que não podiam prejudicar os outros.

Eu vivi esse tempo e escrevi livros que comunistas e alguns estroinas socialistas dizem que eram apreendidos. Eram. Aqueles que os editores queriam que fossem apreendidos para venderem milhares de exemplares.

Para ser apreendido o livro era preciso que alguém fizesse queixa contra o conteúdo. O tempo era outro e as regras morais também. As pessoas ficavam escandalizadas e queixavam-se. A justiça tinha de apreender os livros, e editores e escritores ganhavam bom dinheiro.

Depois do 25 de Abril a Liberdade transformou-se em libertinagem. O exagero atirou Portugal para a cauda da Europa.

A falta de Liberdade mental é tanta, que videirinhos da Direita, para escreverem contra a Esquerda, têm de culpar o Estado Novo.

Como dizia um amigo meu “Estes gajos não prestam, são uns cobardes!”

Julgo que 2017 pode ser o ano da viragem. Todos os portugueses compreendem que o descontrolo não pode durar muito mais tempo.

Temos de fazer algum esforço para bem de todos e salvação do país mais querido do mundo, Portugal.

 

Anterior “A qualidade pode fazer voltar Portugal à prosperidade.”

C.S

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Domingo, 23 de Abril de 2017

A qualidade pode fazer voltar Portugal à prosperidade

As tropelias praticadas a seguir ao Golpe do 25 de Abril impediram que Portugal continuasse na senda do trabalho, da produção que o Estado Novo reverteu, apesar da miséria herdada da Primeira República, 1910-1926, seguida pela Grande Depressão Americana que começou em Outubro de 1929, e se estendeu durante 10 anos.

Salazar entrou para Ministro das Finanças, chamado pela Ditadura Militar em 1928. Não só teve que resolver o difícil problema português, como fazer frente a esta crise mundial provocada pela Depressão americana.

Teve de usar todas as suas capacidades para evitar que a fome e o desemprego que, vinham da Primeira República, fossem superados.

Quando passados quatro anos é convidado para Presidente do Conselho, (Primeiro-Ministro), o País continuava muito mal.

Em 1933 é publicada a Constituição, tendo dessa maneira Substituído a Ditadura pela Segunda República ou Estado Novo.

O incitamento ao trabalho e o emprego de centenas de milhares de desempregados começou a dar os primeiros frutos, mas em 1936-1939, a Guerra Civil Espanhola fez que Salazar tivesse de dividir os alimentos, ainda insuficientes para os Portugueses, com os espanhóis.

O povo, estoicamente, compreendeu o ato.

Quando a Guerra Civil Espanhola terminou em 1939, começa uma guerra ainda mais grave, a Segunda Guerra Mundial. Nesse momento foi declarado o racionamento dos bens alimentares.

As dificuldades eram imensas, mas os portugueses eram incitados a trabalhar e a substituir os bens importados por outros semelhantes, mas de boa qualidade.

Quando em 1945 terminou a Segunda Guerra mundial, Portugal está apto a enfrentar os novos desafios. A partir de 1950, o seu crescimento é de mais de 6% ao ano, o maior em todo o mundo.

Onde quero chegar?

A situação de Portugal, desde o Golpe das promessas falhadas, tem de mudar. E temos de o fazer produzindo produtos de boa qualidade desde o calçado, os tecidos, os medicamentos, as tecnologias de Informação, as frutas, os legumes, tudo, tudo o que possa ser exportado, sem esquecer o Turismo em todas as suas vertentes, desde a hotelaria, a restauração, os recintos noturnos, a criação de aulas de português para os filhos dos turistas e para os pais, se for caso disso.

Em tudo temos de pôr qualidade, trabalho e paz social. Este é o segredo da prosperidade.

 

Anterior “ Portugal, um país elegante e o mais rico da Europa”

C.S

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Sábado, 22 de Abril de 2017

Portugal, um país elegante e o mais rico da Europa

A harmonia de norte a sul faz sobressair Portugal no contexto Europeu.

A sua forma, cores e potencialidades faz do país o mais desejado da Europa mas não o mais próspero porque não é explorado como deve ser.

Se compararmos Portugal aos países ricos da Europa e o cotejarmos com a Suíça, a Holanda, a Dinamarca verificamos que aqueles países, com menos recursos atingiram níveis de desenvolvimento extraordinários não só devido ao trabalho dos seus habitantes, mas também a todos os povos que para aí foram trabalhar e eles souberam orientar.

Salazar, que herdou um país paupérrimo, soube, através de uma estratégia, pensada desde o primeiro momento, agarrar em Portugal e nos portugueses e alcandorá-los a um patamar que assombrou a Europa e o mundo.

Salazar, conhecendo o nível baixíssimo de instrução do povo, tinha o cuidado de explicar sempre o que fazia.

Quando lhe perguntavam como conseguia o milagre, ele respondia:

“Governando o País como qualquer boa dona de casa governa o seu lar”.

Portugal tinha saído da Primeira República em 28 de Maio de 1926, sem um tostão e sem crédito que a Ditadura Militar se esforçou por arranjar.

Não conseguindo, chamou Salazar em 1928 para Ministro das Finanças.

Com trabalho e sossego, logo no primeiro ano, trava o descalabro. Quatro anos depois é convidado para Presidente do Conselho e, no ano seguinte, em 1933, é publicada a Constituição para substituir a Ditadura Militar.

Ele salienta isso ao dizer que a Ditadura é sempre um tempo de transição.

Quanto à riqueza gerada, Salazar aproveita a compra do navio “Gonçalo Velho” para explicar, de maneira simples, como nasce o dinheiro. Exemplifica:

“Este barco entra nas águas portuguesas pago, antecipadamente pago, integralmente pago, com dinheiro todo de portugueses…”e, mais à frente…”Nós não teríamos ouro para pagamento se pelas campinas não houvessem lourejado, abundantes, as searas.”

Portugal não tinha crédito e os outros países não emprestavam dinheiro.

Como fazer? Em vez de culparmos os outros pelos nossos próprios erros e dificuldades, temos de lançar mãos ao trabalho e à inteligência.

País temos nós. E está ansioso para que o fecundemos.

 

Anterior “Escolas de Santidade servem de capa aos pecadores”

C.S

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Sexta-feira, 21 de Abril de 2017

Escolas de Santidade servem de capa aos pecadores

As Igrejas, em todo o mundo, são verdadeiras multinacionais de interesses.

Alimentadas pelo medo, o dinheiro e as ofertas dos crentes, as Igrejas vendem toda a qualidade de ladainhas.

A inteligência humana, feita à imagem do Criador invisível, pode dizer tudo quanto o seu conhecimento e pensamento quiserem.

Através da lengalenga, o padre, o CEO das Igrejas, podem influenciar milhões de seres humanos que vivem sem estudar e sem questionarem as insanidades emitidas em nome de Deus, que não passou procuração a ninguém, para falar em Seu nome.

Mas as Igrejas são tão necessárias como as fábricas de bolachas. Se os ensinamentos forem corretos e em vez de guerras ensinarem o amor e a raciocinar, as Igrejas não serão questionadas.

Estas multinacionais desenvolveram o pensamento e o estudo de diferentes saberes. Muitos CEO (Bispos) foram conselheiros reais, ocuparam posições de Estado, dominaram as regras, dirigiram e dirigem países.

Mas se as guerras do ódio, do terrorismo e da pedofilia forem os seus objetivos, as Igrejas deixam de ser necessárias.

A escola de Santidade que o padre Cabecinhas propagandeia, não passa de uma Escola de enganos, que começa a saturar até quem acreditou nos santos de osso, pó, e pensamento.

Deixem Deus em paz, não continuem a esfolar o povo em Seu nome.

Imponham o ensino obrigatório a todos e em todo o mundo. Só assim podemos travar o afluxo de refugiados em massa que fogem da riqueza produzida nos países, porque as Igrejas não cumprem as suas funções.

Tal como o Universo, o pensamento e o saber humano são infinitos.

Ensinar no Senegal, no Sudão, na República Centro Africana é tão simples como ensinar na Suécia, na Dinamarca, na Finlândia. A resposta está na internet, no fim das guerras e na mistificação religiosa.

Para aqueles que não acreditam na afirmação, sugiro-lhes que façam uma pesquisa no campo da Informática. O impossível não existe.

O estudo, o saber, o trabalho, o amor fraterno são o único caminho para encontrar Deus e a felicidade.

 

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C.S

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