Sexta-feira, 30 de Junho de 2017

Granadas roubadas podem rebentar em Espanha

Este desgraçado 25 de Abril está para durar. O PREC agarrou-o. Os comunistas nunca mais largaram o osso.

As centenas de munições e Granadas roubadas agora em Tancos não são mais do que a continuidade do roubo de mil metralhadoras G-3 em pleno PREC, levadas a cabo por um valoroso capitão de Abril, disposto a distribuí-las pelo povo e incendiar Portugal.

O resultado tinha de aparecer. Os terroristas das FP-25, tendo como cabeça pensante o genial Otelo Saraiva de Carvalho, chefe da Revolução do 25 de Abril, da asneira e do crime, colocou-se à frente de um grupo de bandoleiros que assassinaram 18 inocentes.

Presos e condenados pelos assassinatos cometidos, pelos 66 atentados à bomba e 99 assaltos a bancos, estes terroristas, foram amnistiados pelo inqualificável Mário Soares, que assim conseguiu morrer de velho, baboso e muitíssimo rico.

O Juiz Martinho de Almeida Cruz ia morrendo de vergonha pelo ato cometido pelo Presidente da República.

Soares continuou com a mesma cara, a Comunicação Social tapou-lhe os buracos. O povo só depois de bem sovado e montado reage.

Engano. O povo, depois desta liberdade democrática e abrilesca, feita de comunismo, mentira, roubos e alta corrupção, preocupa-se mais em procurar comida do que pensar em quem vive e morre.

As granadas, agora roubadas em Tancos, podem ser rebentadas em Espanha se os terroristas não forem capturados.

Não temos dúvidas, que granadas e munições de 9 milímetros irão ser vendidas a terroristas treinados na Líbia, que necessitam de fornecedores dentro da Europa e que não despertem a atenção das autoridades.

O manicómio voltou a funcionar. Esperemos que o Costa e o Marcelo não deitem a toalha ao chão e sejam capazes de travar esta loucura que faz Azeredo Lopes enviar para a fornalha do Afeganistão mais 170 soldados.

A NATO transformou-se num clube de assassinos, ao serviço dos EUA. Invade países soberanos como aconteceu na Líbia e na Síria. Interessa-lhe ter outros coniventes..

Não perceber isto é fechar os olhos ao que acontece.

O roubo de Granadas e a venda de militares portugueses para servirem de carne para canhão pode ser o começo para mais uns anos da eterna maldição em que o 25 de Abril lançou Portugal.

 

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Segunda-feira, 26 de Junho de 2017

Estupidez não tem limites, lolós mostram a cara

Conhecendo o ódio em alguns países africanos e árabes aos paneleiros ou lolós, palavras portuguesas para designar homossexuais, é espantoso como alguns mostrem a cara.

Os americanos, mais sabidos, depois do massacre em Orlando com 40 destes infelizes esventrados à bala, têm o cuidado de se taparem com véus ou outros disfarces.

A publicidade paga ou suportada por trabalhadores, da mesma espécie, em jornais, revistas e televisões faz que o número aumente e tenha sempre uns desgraçados que morrem desfigurados, num mundo em convulsão louca como se viu no caso da cidade de Orlando nos Estados Unidos e noutros países, como a Rússia, onde a homofobia tenta evitar que a Sida alastre como o fogo.

Segundo os últimos dados médicos conhecidos sobre este flagelo, a SIDA voltou a aumentar de forma alarmante.

Mas a culpa não é só da juventude que gosta da brincadeira, do espavento e da provocação, sem pensar nas consequências. A culpa é dos políticos e de quem os escolhe para os cargos, sabendo que eles são paneleiros assumidos. Isso tem de ter consequências trágicas.

As pessoas podem ser o que entenderem, mas quem se expõe sujeita-se ao vexame e, muitas vezes, à morte.

Quando o Luxemburgo tem um primeiro-ministro que aparece agarrado a outro homem, apontado como seu marido e a Irlanda elege também para primeiro-ministro um invertido, o mundo tem de acabar mal.

Ou acaba à bomba como afirma e demonstra Jack Ma, o multimilionário fundador da Alibaba e do motor de busca chinês Taobao, ou, digo eu, acaba pendurado pelo rabo.

 

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C.S

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Sábado, 24 de Junho de 2017

Terrorismo aumenta na Europa. Culpados são os EUA

O criminoso ataque ao Iraque por Bush e Blair foi de tal modo anormal e horrendo que as suas consequências estão ainda a golfar sangue inocente em Mossul onde o Daesh, formado, em grande maioria pelas forças derrotadas e humilhadas pelos americanos se acantonaram pensando aí formar um Califado.

O sórdido ataque veio criar na Europa e provavelmente no mundo, o maior desastre humanitário desde que o mundo é mundo.

Para aumentar o holocausto, Obama resolveu forçar a Síria a vergar-se à sua incomensurável força. Fez tábua rasa das zonas de influência e minimizou a Rússia tal como já tinha feito na Líbia.

Há dias, os americanos abateram perto de Tabqa, um avião SU-22, de fabrico Russo, mas das Forças Governamentais Sírias.

O que acontece é que os americanos, talvez aconselhados por Israel, querem mudar para a província Síria de Raqqa, o Califado do Daesh juntamente com os terroristas da Al-Qaeda, da al-Nusra e dos opositores a Bashar-Al Assad, fabricados, pagos e municiados por americanos, israelitas e Arábia Saudita.

Depois da mortandade causada em Mossul, os chefes do Daesh reuniram em Raqqa com o clérigo que tinha declarado o Califado. Acabaram por todos ser mortos pela aviação Síria, que não abdica do território nem da soberania.

Num último ato de desespero e ódio, os que ficaram no Iraque, resolveram mostrar a sua barbaridade e ignorância destruindo a imponente mesquita, construída nos finais da Idade Média e dar sinal que a morte ficou à solta.

Onde quero chegar?

Depois de todos estes macabros episódios, despoletados pela incapacidade e arrogância do Bush filho, a Europa pode sofrer, durante anos, ataques terroristas continuados, mesmo com todas as Forças de Segurança em alerta permanente.

Houve países Europeus que colaboraram, neste assassinato de árabes.

A vingança manter-se-á na cabeça de Iraquianos e Sírios.

As portas da Europa ficaram escancaradas depois da invasão e destruição da Líbia pelos insensatos Obama, Sarkozy e Cameron.

Os europeus só podem contar com a firmeza dos Russos e com eles próprios em vigilância permanente.

Pensar o contrário será um erro tremendo.

Festas, romarias, concertos, futebóis e aeroportos, sejam em Portugal como no resto da Europa, não terão mais sossego.

Há uma pequena hipótese para minimizar as desgraças encapeladas nas cabeças dos árabes: acabar com a guerra na Síria e fazer regressar, todos os refugiados na Turquia e outros insalubres campos de acolhimento, aos seus países.

Não entender isto é preparar o funeral de mais umas centenas ou milhares de inocentes que não têm culpa de terem sido

governados por bestas humanas que provocaram guerras infames.

 

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C.S

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Quarta-feira, 21 de Junho de 2017

Castanheira de Pera, poema à vida

É difícil digerir a morte em todas as situações, mas quando assistimos ao sacrifício dos abnegados bombeiros que, para salvar os outros, não se inibem de enfrentar os maiores perigos, a nossa emoção explode em dor e admiração.

A morte do jovem bombeiro deixou-me abalado. Ele representa as centenas que morrem ao serviço de todas as causas humanitárias sem distinguir Partidos ou Credos religiosos.

Aqui lhes deixo a minha modesta e sentida homenagem.

 

Honra e glória aos soldados da paz

 

Memória eterna ao valor,

À bravura, ao destemor

De gentes de Castanheira de Pera

Elevadas à eternidade

Pelo bombeiro,

Que em nenhum momento,

Na flor da idade

Pensou em si.

Defendeu vidas.

Entregou a vida

Enfrentando a morte.

O seu nome fica na história

Que guarda honra e glória.

Ele ficará imortal

Pelos séculos fora,

Como ficarão

Todos os Bombeiros,

Verdadeiros soldados da paz

A quem Portugal agradecido

Tem no coração e no pensamento.

C.S

 

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C.S

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Terça-feira, 20 de Junho de 2017

Drones, o voo da próxima tragédia

O que foi projetado para fins militares é hoje usado para brincadeiras de crianças e usos utilitários.

Um drone pode ir desde os 40 euros a vários milhares.

Como tudo o que voa tem regras, quando faltam tornam-se objetos perigosos.

Os drones têm sido causa de algumas queixas de pilotos de aviões comerciais devido ao perigo que representam.

O Governo e as autoridades do ramo devem estar à espera que uma catástrofe de dimensões semelhantes à do Pedrogão Grande aconteça para depois chorarem baba e ranho.

São assim, os portugueses, sempre à espera que a Virgem Maria os proteja da indolência dos políticos que não legislam e dos Governos que não castigam porque é proibido castigar.

Portugal sempre foi um país livre e louco. Mesmo com leis e autoridade, elas sempre serviram para não ser cumpridas.

O português diverte-se fazendo o que lhe apetece e fica zangado quando o castigam ou contrariam.

Lembro-me que, eu e quatro ou cinco miúdos de 15 ou 16 anos, fomos advertidos pela autoridade que não podíamos fazer barulho às duas da manhã; acalmámos, e logo que a Guarda Republicana voltou costas continuámos na brincadeira e na barulheira.

Os Guardas voltaram sem que déssemos por eles. Fomos multados.

Isso nunca mais me esqueceu. Quando publiquei, dez anos depois, o livro “Tu cá, tu lá” disse da Guarda o que Maomé não disse do toucinho.

Estávamos em 1962, quem ler o livro, que está online, pensará que sou um feroz comunista. Nunca fui. Continuo, a ser um moderado anarca, como são a maioria dos portugueses.

Anarcas à procura do sentido da vida e à espera que os Drones não lhes caiam em cima pela graça de Deus e a estupidez dos homens.

 

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C.S

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Segunda-feira, 19 de Junho de 2017

Prevenção e prudência palavras desconhecidas

Julgo que a única vez que os portugueses usaram as palavras prevenção e prudência foi quando decidiram lançar as Caravelas no abismo profundo e misterioso para, pela curiosidade, saber o que estava para além do mar.

Não me admirava nada que Filipa de Lencastre tivesse posto freio no povo inconsciente e feliz que, como rainha teve o prazer de conhecer e amar, e, sem ela, as Caravelas se tivessem perdido nos sonhos.

Escrevi, num dos meus livros, publicado há mais de 17 anos que o século XXI seria o século da mulher. Oxalá ela nunca me desiluda.

Claro que haverá exceções, são refugo minoritário, não contam.

Este fogo louco que purifica e dói em destruição e morte é um sério aviso para os autarcas.

Não se compreende como havendo tanta gente a receber subsídios do Estado e de corpo ao alto, as Autarquias não os aproveitem compensando-os com mais uma quantia que, a juntar à prebenda entregue pelo Governo, os faça sentir úteis e remunerados.

Fazer a vigilância dos espaços das Autarquias, noite e dia, durante o tempo ardente, Março a Novembro, por exemplo, evitará que catástrofes horríveis como as do 17 de junho de 2017 voltem a suceder.

As pessoas tinham sido alertadas para as condições adversas do tempo a partir das duas da tarde. O calor estava abrasador atingiu os 44 graus. Mas nem avisos nem o aquecimento travaram os carros de ar condicionado e a curiosidade, como revelou o Presidente da Câmara de Leiria à Antena1. São assim os portugueses: vítimas da despreocupação.

Há quantos anos se ouve falar no Ordenamento florestal. Onde está?

Quem faz a limpeza das matas ou o mato que ronda a porta de casa?

Os dois engenheiros que ouvi, Domingos Lopes e Vasco Campos foram unânimes na limpeza dos combustíveis, na Ordenação Florestal e na diversificação das espécies para abrandar a fúria do fogo.

O Governo diz sempre que sim, em cima das catástrofes, passa a canícula, volta tudo ao mesmo.

Não há que dar a volta: sem estratégia e autoridade é: volta o disco e toca o mesmo.

Os mortos ultrapassaram as seis dezenas, mas Portugal tem dez milhões e três centésimas. Para quê batalhar com os políticos? É deixar arder e pôr a carne no assador.

 

Anterior “Greves. Bruxelas dá sinal para fim do parasitismo”

C.S

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Domingo, 18 de Junho de 2017

Greves. Bruxelas dá sinal para fim do parasitismo

Aquilo que era previsível vai acontecer: o fim das greves.

Só gente atrasada e egoísta, porque vive do parasitismo e do dinheiro que as greves dão aos chefes dos Sindicatos, as continuam a defender sem se importar se prejudicam milhões de pessoas para beneficiar umas dezenas.

Bruxelas vai impor que as greves dos controladores aéreos acabem e, para isso, aduz várias razões:

O perigo de caos nos aeroportos, onde um ataque terrorista se torna imprevisível.

A falência de várias companhias aéreas com prejuízo para os países e trabalhadores.

A TAP só foi privatizada depois de uma greve onde um dos mentores grevistas geria uma empresa para delinear o plano da greve e fazer-se pagar milhares de euros.

A greve é a forma mais perfeita de fascismo ditatorial, ou seja é uma forma de poder absoluto sobre indivíduos incultos e ignorantes.

Quem estude história verifica facilmente que a Primeira República, 1910-1926, caiu devido às greves que tornaram o país ingovernável.

Esta Terceira República só começa a levantar a cabeça depois das greves terem abrandado neste ano e meio do Governo do António Costa.

Para o fazer teve de se aliar ao Partido Comunista, que desde o PREC comandou todas as greves, escondido atrás da CGTP. Quando o PC compreendeu que a infâmia tem limites, avisou os chefes sindicalistas, e Portugal começou a levantar cabeça.

Mas Catarina Martins, descarada em demagogia, dizia ontem que a Economia tinha sido destruída nos últimos anos, quando toda a gente sabe que a Economia foi destruída desde 1974, a partir do PREC e dos II, III,IV e V Governos do Comunista Vasco Gonçalves. 

Escudados na Democracia, os Comunistas transformaram os políticos portugueses num molho de nabos. Quem pagou foi o povo.

Na Democrática República da Coreia do Norte quem fizer greves é fuzilado ou deitado aos cães. Na China não há greves. Na URSS, protetora dos Comunistas portugueses, nunca houve greves, na Rússia de hoje também não constam e nos Democráticos EUA não me lembro delas.

A União Europeia tem de fazer o mesmo. Os assuntos discutem-se, não se pode paralisar um país porque os controladores da TAP, que ganham mais de 10 mil euros por mês, acham que podem fazer o que entenderem porque não é democrático proibir as greves.

Mas é democrático ser burro, egoísta, demagogo e deixar morrer dois milhões e seiscentos mil portugueses à fome.

 

Anterior “Cristiano Ronaldo, a dignidade de um Homem

C.S

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Sábado, 17 de Junho de 2017

Cristiano Ronaldo, a dignidade de um Homem

Ronaldo ama Espanha como ama Portugal.

Como a maioria dos cidadãos, de assuntos e truques fiscais, não percebe nada.

Só os especialistas e os homens das finanças sabem como tratar dessas matérias. Ele confiou neles. Tenho a certeza que nunca tentou defraudar o fisco, não só pela sua maneira de ser e integridade, como também não precisa de o fazer.

Quem não entender isto está a querer meter em cofre, por vias travessas, aquilo a que vulgarmente se chama roubo ao contribuinte.

Ronaldo nunca se escusou a pagar, fosse o que fosse, respeita a Espanha e as suas leis, aquilo que o ofende é ser tratado como um vulgar trapalhão, o que ele não permitirá. A sua dignidade e a sua honra estão acima de mais milhões ou de menos milhões.

O fisco Espanhol descobriu um filão nos desportistas para encher os cofres, mas esqueceu que enfrenta um português sério e injustiçado. Ronaldo nunca fugiu a pagar qualquer imposto, mas não abdica da sua dignidade.

Os portugueses são assim: capazes de dar a camisa mas ficam irritados se lhes roubam um cêntimo.

Salazar e os portugueses tiraram o pão da boca para alimentar a Espanha durante a Guerra Cívil, 1936-1939, e muitos anos depois desta terminar.

Os portugueses que ainda estavam a sofrer os horrores e as dificuldades em que a Primeira República, 1910-1926, os tinha lançado, não se lamentaram, foram para as senhas de racionamento e salvaram da fome os espanhóis.

Salazar continuou a apoiar Espanha e evitou que Franco entrasse ao lado da Alemanha de Hitler contra os Aliados, na Segunda Guerra Mundial, 1939-1945.

A admiração e agradecimento de Franco a Salazar eram ilimitados.

Os factos relatados não pretendem cobrar coisíssima nenhuma, somente desejam salientar que a dignidade não tem preço.

Ronaldo ficou magoado. Esperemos que continue no clube do seu coração e esqueça a ofensa de quem, muitas vezes, por precipitação ou muita falta de dinheiro, não tem sensibilidade para resolver assuntos melindrosos.

 

Anterior “Felizmente há Marcelo”

C.S

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Sexta-feira, 16 de Junho de 2017

Felizmente há Marcelo

Portugal é considerado um país rico entre outros 40. Mas fica em décimo oitavo lugar. Ainda não conseguiu erradicar nem a fome nem a pobreza que criou depois do 25 de Abril.

É um país rico de ilusões, de muitos anarcas e de grandes pavões.

A riqueza é muita, nos bolsos daqueles que prometeram igualdade total.

A mentira ficou escondida nas abas da Democracia, que liberdade havia, menos para aqueles que roubavam e matavam.

Hoje, com dois milhões e seiscentos mil pobres, 26 por cento da população, Portugal contínua infeliz, enganado e atarantado.

E enganado pelas altas inteligências que pululam pelo país que ou são umas bestas-quadradas e pretendem ensarilhar mais as dificuldades ou são inocentes que vivem no Paraíso por tudo quanto embolsaram.

Felizmente há Marcelo, o Presidente improvável e que tem sido uma boa realidade.

Perante a discussão de caldeirinha e água-benta; pior, sobre a Agência Europeia do Medicamento, vários defensores do bem-público e da propaganda atiraram-se a Lisboa como gato a bofes.

A esta insensata gente tem valido o Presidente que, com imensa paciência e sabedoria, lhes explica que a Agência Europeia do Medicamento é cobiçada por vários Governos Europeus.

Cada um a puxar a burra para seu lado, atiram o animal ao charco.

Ontem às 4 ouvi o Marcelo e hoje às 4, no espreguiçar do dia, ouvi a Paula Martins da Ordem dos farmacêuticos tentar remediar a parvalheira.

São uns tontos, como dizia o meu amigo José Pires Ramos.

Com o Centeno fizeram o mesmo. Elegeram-no Presidente do Eurogrupo, sem haver lugar vago. Centeno puxa dos galões.

Quem goza, a favor dos ouvintes, é o Portugalex da Antena1, a quem o Centeno deve fama, saber, desculpa, graça e boa-disposição.

Esta malta não se importa de cair no ridículo. Tem dinheiro no bolso.

 

Anterior “Turistas e aprendizagem de línguas estrangeiras”

C.S

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Quinta-feira, 15 de Junho de 2017

Turistas e aprendizagem de línguas estrangeiras

Aprender qualquer língua estrangeira é mais fácil do que aprender a cozinhar.

Quando me sentia muito cansado, descansava a aprender uma língua e, quanto mais difícil, mais gozo e descontração sentia.

Há dez anos aprendi chinês com dois irmãos, um rapaz e uma rapariga, a quem ensinei Português e Inglês.

A partir do primeiro ano falava com o Fing sempre em chinês. O Fing, os pais e a irmã foram para Lisboa, deixei de praticar; a língua foi-se. Há uns tempos uma chinesa pediu-me para lhe dar lições de português, rapidamente, o chinês regressou a casa.

Serve a conversa para fundamentar a ideia: os portugueses têm o mundo, os turistas e as línguas à disposição.

Já tinha verificado que a maioria dos chineses com mais idade não sabia ler chinês, com esta chinesa tive a certeza porque ela o confessou quando, dos meus textos em português e chinês, ela olhava para o português, mas não verificava o chinês.

Revelo este caso para dizer uma coisa muito natural:

Aprenda primeiro a falar a língua que quiser e passados três meses escreva, se isso lhe interessar e for necessário.

Com o espanhol, já uma vez, num Blogue, sugeri que os locutores da Antena1, nunca deviam traduzir, no fim dos jogos, as entrevistas dos jogadores de língua espanhola para estimular os ouvintes a ganharem ouvido e, passado pouco tempo, arranharem o castelhano como qualquer Valenciano. Como de costume os inteligentes fizeram ouvidos de mercador.

Mas hoje, às 4 da matina, ouvi o António Costa, em castelhano, no Chile.

Resumindo de maneira simples: aprender línguas, com um pequeno esforço é mais-valia que traz dividendos.

Perguntem aos estudantes que aproveitam o programa Erasmus.

 

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C.S

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