Segunda-feira, 5 de Junho de 2017

No mundo, a verdadeira e única religião, é o trabalho

Todas as seitas e religiões falam em nome de um Deus que não lhes passou procuração.

No trabalho do ser humano penduram-se milhares de seitas e religiões com a agravante de algumas se terem tornado tão fortes e poderosas que desencadearam e continuam a originar a guerra e o terrorismo.

A patetice apoiada na credulidade juvenil, na ignorância e na revolta pelo tratamento dado a familiares e amigos, faz do ser humano o mais desumano dos animais. Corta, queima lentamente, mata os braços da religião que tomou diferentes nomes, partindo de um tronco comum.

Todos eles invocam o Deus desconhecido, que permite aos seus diferentes profetas e patetas se matarem e irem todos para o mesmo céu, com muitas virgens. Todas desfeitas em pó invisível.

O que se está a passar no mundo não pressagia nada de bom.

O ser humano atingiu um conhecimento tão elevado e uma brutalidade tão exagerada, que o seu fim ou está próximo ou poucos mais anos terá pela frente.

O Deus do Acaso, Senhor de todos os deuses inventados, despóticos e bárbaros também pode interferir como já o fez há 66 milhões de anos na Zona do México, quando um asteroide eliminou todos os dinossauros e lançou fogo a toda a região. Em 30 de Junho de 1908 outro asteroide caiu na região de Tunguska, Rússia e num raio de dois mil quilómetros devastou 80 milhões de árvores.

Estes avisos da Natureza não são únicos, mas tanto Sunitas, como Xiitas ou católicos e protestantes, para citar os mais na berra, sempre insistiram no engano que engana emoções e religiões e que mata.

O Deus verdadeiro, o do Acaso, criou esta beleza imensa para usufruto de todos. As religiões querem sempre mais e mais para elas.

Mas o segredo da Divindade foi descoberto através de um fio de luz.

Quando o ser humano chegar ao infinito cavalgando este espírito que ninguém consegue agarrar, mas que viaja em segundos no espaço imenso e liga os assassinos por telemóvel, talvez ele compreenda o erro de se ter substituído a Deus e tudo regresse ao princípio. Primeiro, com enorme estrondo, depois o silêncio de biliões de anos para fazer tudo de novo, sem ferir o coração de Londres, de Paris, do Iraque, da Líbia e da Síria.

 

Anterior “Bárbaros, cobardes. Como lhes chamar no Iraque, Líbia, Síria?”

C.S

publicado por regalias às 06:38
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