Terça-feira, 6 de Junho de 2017

Cheiro rançoso de Afonso de Melo, que não do i

A ignorância e a estupidez têm causado mais danos a este país que a sarna.

Um País que deu novos mundos ao Mundo, que passou por tremendas dificuldades, mas que sempre saiu delas pela solidariedade que a todos uniu, vê-se confrontado desde o PREC com um conjunto de tipos menores que dizendo baboseiras sem nexo tem ajudado estes 43 anos de infelicidade e miséria de mais de dois milhões e seiscentos mil pobres a sofrer as alarvidades bolçadas sem necessidade e injustas, só para justificar um esquerdismo saloio, sem sentido e escusado. Toda a gente já compreendeu, ao fim destes 43 anos de folclore de fancaria que bastam quatro ou cinco homens que trabalharam no tempo de Salazar: António Ferro, Duarte Pacheco, Pardal Monteiro, Almada Negreiros, ultrapassam, a séculos de distância, todos aqueles que vomitam patetices de engano para esconder as incapacidades de bajuladores ignorantes, que, mesmo apontando qualidades as tentam desvalorizar com a “Secção de Propagando e …com o cheiro rançoso do regime.”

Os ignorantes ou falsos ignorantes para enganar quem os lê deviam saber que a palavra propaganda, que tantos engulhos acarreta, vem da Primeira República e, precisamente, como suporte principal do Turismo.

O rançoso regime a que os verdadeiros rançosos se referem tirou Portugal da miséria mais execrável e lançou Obras Públicas que ainda hoje aí estão firmes para calar os parasitas de conversa e escrita fiadas.

Os bairros sociais da Encarnação, Madredeus, Alvalade, etc., as Escolas, as pousadas, a reparação de monumentos em ruinas, o abastecimento de água a Lisboa, o Estádio Nacional, o Parque de Monsanto, a Fonte Luminosa, a marginal Lisboa-Cascais, a autoestrada Lisboa-Vila Franca de Xira, a Casa da Moeda, o viaduto de Alcântara, o Instituto de Oncologia, o Aeroporto de Lisboa, a Reparação e aumento da capacidade dos Portos.

Pardal Monteiro, lança a modernidade: o Instituto Nacional de Estatística, o Instituto Superior Técnico, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil a Gare marítima da Rocha de Conde Óbidos, a Gare marítima de Alcântara, a que Almada Negreiros imprimiu beleza e chama, etc., etc.

A tudo isto, e é só uma parte, do que o país deve à plêiade de homens que trabalhou no Estado Novo não pode continuar a ser amesquinhado por mesquinhos ignorantes e subservientes.

O país não aguenta mais 43 anos de ignorância e ingratidão.

 

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C.S

publicado por regalias às 09:29
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Viver em sobressalto e morrer durante o espetáculo

A fuga para um outro planeta parece ser a solução mais fácil para deixar todos estes tolos que fazem as guerras sem se preocuparem com o êxodo dos milhares de seres humanos que deixam os seus próprios países porque os benfeitores que os iam salvar de quem os governava, se comportaram como vândalos sem escrúpulos e mil vezes piores que um Saddam Hussein, um Muammar Khadafi, um Bashar al-Assad.

A resposta é intermitente, inesperada e vai durar anos de desgaste, intranquilidade, preocupação ou morte durante o espetáculo.

Nada melhor que preparar as malas e rumar ao planeta que tenha mais portas entre as rochas.

Os habitantes desses planetas vivem alguns metros abaixo do solo. As suas cavernas protegem cidades e campos.

A terra que hoje habitamos também ela não teve condições de habitabilidade. As primeiras bactérias que originariam, milhões de anos mais tarde, o ser humano tiveram de semear, plantar, escavar para que o ar se tornasse respirável.

Os génios das novas tecnologias têm aqui, em meia dúzia de palavras, aquilo que irão encontrar depois de conseguirem fazer ao homem, a mesma coisa que fazem no envio dos hologramas.

O assassinato pelos bárbaros dos inocentes na Suécia, Alemanha, Bélgica, França e Reino Unido não vai parar. Nenhum país estará seguro depois do Bush, do Blair, do Cameron, do Sarkozy e do Obama terem aberto a caixa de Pandora.

Continuar a desculpar estes incapazes, mesmo desviando as atenções para um Trump, acusado de ser tudo, mas bem menos do que este quinteto de carniceiros, que fizeram dos seus próprios países, as suas próprias vítimas.

Mas há sempre uma solução, por muito dolorosa que seja.

Os EUA têm de repor a ordem no Iraque, sem outros companheiros do que as Forças do regime.

Na Síria, a Rússia e as forças do regime terão de fazer o mesmo. Recuperar território ocupado e fazer regressar ao país, as dezenas de milhares de sírios que sofrem nos campos de concentração.

Na Líbia, EUA e Russos, unidos devem desativar todos os Campos de treino de terroristas e promover eleições Presidenciais.

Só assim, o mundo voltará a ter paz e sossego.

E depois? Depois tenham juízo.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:48
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