Segunda-feira, 31 de Julho de 2017

União Europeia condena violência na Venezuela

Qual violência, a da Oposição ou a do Governo Venezuelano?

Aquilo a que temos assistido, desde o início de todos os confrontos foram, em mais de 95 por cento dos casos, provocados pela Oposição.

Não reconhecer isto é faltar à verdade. Tanto Chaves, como Maduro souberam sempre moderar as respostas à provocação.

A Oposição tem feito tudo para provocar as mortes dos seus apoiantes. Com um despudor e uma insensibilidade extrema empurra os jovens para a provocação tão perigosa para as Forças da Ordem que para conter a multidão têm de usar meios para eles próprios não serem mortos ou gravemente feridos como aconteceu muitas vezes.

Se analisarmos esta pacífica Oposição verificamos que ela pouco se importa com o povo. Serve-se do povo para atingir o poder.

Nas duas últimas votações. A do Referendo da Oposição, fizeram-no praticamente sem serem incomodados, embora sempre com a esperança de lançar o caos e se apresentarem como vítimas.

E nestas eleições para a Assembleia Constituinte, que fez a Oposição? Barrou estradas. Insistiu em largas manifestações de manhã e à tarde no sentido de impedir os que quisessem votar de se aproximar das urnas.

De quem é a violência? Do Governo ou da Oposição?

A União Europeia anda a brincar com o fogo. Obedece à voz do dono, tal como os rafeiros.

A União Europeia reconhece a estupidez das sanções, que prejudicam todos menos a Besta que tudo faz para seu interesse. Acobarda-se.

Todos condenamos a violência. Tudo faremos para a denunciar, venha do lado Democrático ou do lado Comunista.

Os Governos têm de governar com autoridade suficiente para não serem violentos. Esta máxima fez sair Portugal da escabrosa miséria para onde a Primeira República o tinha empurrado; ajudou a Espanha, depois da guerra civil, a ter alimentos, evitando todo o desperdício em Portugal através de senhas de racionamento. Durante a Grande Guerra recebeu dezenas de milhares de refugiados, todos tratados com dignidade.

Todo o País respeitou a autoridade e o exemplo de quem o Governava.

Se os Governantes não compreendem a diferença entre Violência e Ordem, o melhor é escolherem outro ofício.

 

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C.S

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Forçar a Ditadura na Venezuela num mundo de enganos

Nicolás Maduro vai ter que suar as estopinhas para salvar a Venezuela das forças da Oposição que pouco se importam com os sacrifícios que estão a impor ao país, ao boicotar tudo quanto o poderá salvar. Querem forçar Maduro a Governar em Ditadura para o desacreditar perante o povo.

Apoiados nos EUA, a quem o cheiro Comunista de Hugo Chaves e Maduro lhes incomoda como prego no sapato, Maduro tem um bico-de-obra pela frente.

Os EUA ainda não compreenderam que o Comunismo dos últimos anos, depois da queda do muro de Berlim e da liberalidade dos Governantes chineses, não passa da tentativa para os Governos atingirem objetivos sociais com uma firmeza e determinação que as Democracias liberais não conseguem devido à sua fragilidade que as atira para o populismo e demagogia e arrastam o povo para dificuldades e sacrifícios enquanto a classe dirigente, detentora da Comunicação Social se pavoneia nos altos cargos e escandalosas mordomias.

As democracias quase estabilizadas, como a dos EUA e Inglesa conseguem aliar ao desenvolvimento, o bem-estar da população com forte autoridade, encapotada com a democracia da guerra e da destruição no Iraque, na Líbia e na Síria. Que Liberdade! Que Democracia! Que nojo!

A democracia de funil critica as mortes de criminosos na China e elogia as mortes dos prisioneiros nos diferentes Estados Americanos, isto para não recordar o assassinato de um inocente Brasileiro em pleno Metro Londres.

Nicolás Maduro com mais de oito milhões de votos tem legitimidade para Governar em paz, mesmo com as sanções daqueles que se sustentam dos conflitos, das guerras e das mentiras.

Vivemos num mundo de enganos.

 

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C.S

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Domingo, 30 de Julho de 2017

As brincadeiras perigosas de Kim-jong.un

Kim ainda não imaginou o que de repente lhe pode acontecer se continuar a gastar dinheiro e paciência com a fortuna e o perigo que representam os seus mísseis.

Neste momento já os americanos conhecem os seus hábitos; o que diz, o que faz, o que come e onde dorme.

Kim-jong.un pode ter uma morte horrível, mesmo que esteja escondido a mais de cem metros do solo.

Os americanos têm a possibilidade de todos os dias e a todas as horas sobrevoarem a Coreia do Norte a uma altitude que ninguém os deteta e sente.

Quando atacarem, Kim-jong.un vai ficar soterrado e morrer por asfixia com os guardas que estarão com ele. Pode sujeitar-se a ser comido por quem o protege logo que sintam a morte aproximar-se e saber o erro que o Kim cometeu.

Pode ser comido às fatias, vivo.

Enquanto isto os americanos destruirão todas as bases de lança mísseis, móveis ou estáticas.

Se o Kim não acreditar no que lhe digo, quando lhe chegar o saber e o arrependimento, nada lhe valerá.

Tive o prazer de conhecer os Deputados coreanos que visitaram Portugal em 1978 e que, por meu intermédio, foram recebidos pelo Presidente da República, General Ramalho Eanes, que tinha recusado firmemente recebê-los, por falta de tempo.

O Presidente da Assembleia da República desesperado com a atitude de Ramalho Eanes por aquilo que no regresso à Coreia podia acontecer aos Deputados coreanos foi aconselhado pelo PCP a falar comigo, devido às boas relações que mantinha com o Presidente.

Assim aconteceu e por mais que, Ramalho, esperneasse e mantivesse a decisão, acabou por ceder.

Eanes está vivo e pode testemunhar o sucedido.

Depois do Presidente da A.R. Dr. Teófilo Carvalho dos Santos ter contado aos seus camaradas da República Democrática da Coreia do Norte quem conseguira demover o Presidente da República, eles foram de uma gratidão inexcedível para comigo.

É por eles e por todo o povo da Coreia do Norte que peço ao Presidente Kim-jong.un que termine imediatamente com a provocação dos mísseis e aplique esse dinheiro, gasto de maneira insensata e perigosíssima, e faça da Coreia do Norte um país de paz e felicidade.

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C.S

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Sábado, 29 de Julho de 2017

Por quê, a Venezuela?

Se os opositores de Maduro são a maioria, por quê tanta agitação para impedir as eleições para a Assembleia Constituinte?

Vão votar, ganhem, e o assunto fica arrumado. 

Opositores, ou paus mandados de americanos e de estúpidas sanções, que sacrificam todo o povo à propaganda orquestrada que mata inocentes expondo-os à ordem e à autoridade?

O grave problema da Venezuela não é Maduro, são os EUA que se julgam donos do mundo e desfazem países organizados e prósperos como o Iraque, a Líbia, a Síria e depois lançam as culpas para os outros.

Os homens sérios dos EUA não passam de criminosos sem escrúpulos como George W Bush e Barack Obama que têm no curriculum e às suas costas, por toda a eternidade, milhões de mortos e destruições que culminaram há poucas semanas com o esmagar de Mossul que eles engordaram quando entraram no Iraque, e expulsaram de todos os cargos públicos os Sunitas, fazendo deles párias no seu próprio país. Juntaram-nos em Mossul para completarem o holocausto.

Acusar Maduro de ser comunista também não impressiona. O comunismo já deu o que tinha a dar.

Será que proteger os mais desfavorecidos é comunismo ou carácter social do Governo?

O comunismo puro e duro desapareceu.

Os EUA vivem de mentiras, sanções, ilusões e maquiavélicas utopias. Tudo lhes serve para fomentar guerras e vender armamento obsoleto, enquanto eles guardam as últimas novidades destrutivas, altamente sofisticadas e mortíferas.

Espero que Trump não se deixe influenciar por Generais, Almirantes e heróis frustrados que votam contra o Presidente da sua área política só para justificarem a dureza do miolo e a cretinice das suas decisões.

Deixem a Venezuela votar em paz.

Se os opositores de Maduro são a maioria, por quê tanta preocupação?

 

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C.S

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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017

Portugal continua a arder em chamas e confusão

Depois de quase ter perdido a sua identidade, Portugal nunca mais se encontrou.

Todos os esforços têm sido em vão.

Aqueles que em alguns momentos têm tentado equilibrar o barco são acusados de erros grosseiros, telhados de vidro e descredibilizados.

António Costa, a quem todos acharam graça, pelo golpe inesperado, está a perder vapor.

Os olhos da esperança estão todos voltados para Marcelo. E Marcelo não pode perder o prestígio e entrar no campo das facilidades comicieiras.

Marcelo tem de ser de facto o garante do Estado e deixar-se de esguichos de populismo conferindo penduricalhos a torto e a direito e soltar palavras desconchavadas.

A sua honestidade e exemplo são fundamentais para salvar o país que juntou à demagogia e confusão, a desenfreada corrupção e dívida abissal que será paga com a exigência pelos outros países da sua própria venda.

Já há rumores que, a exemplo da bem organizada e próspera Singapura, apareça um Lee Kuan Yew, Presidente de Singapura entre 1959-1990, e considerado o Pai da Pátria, que limpando, de forma radical todos os cancros que corroíam o país, o tornou o mais cobiçado do mundo.

É urgente, urgentíssimo, salvar Portugal.

 

Anterior “Salazar, o Homem mais inteligente e honesto de Portugal”

C.S

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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017

Salazar, o Homem mais inteligente e honesto de Portugal

Passam hoje 47 anos que Salazar faleceu.

Chamado em 1928 para o Governo da Ditadura Militar, foi quatro anos Ministro das Finanças e 36 Presidente do Conselho (Primeiro Ministro).

Com a saída da Constituição de 1933, o Governo da Ditadura Militar passa a Estado Novo.

Novo porque se atualiza, melhora à medida que avança no tempo.

Partindo da miséria e sem dinheiro, motivo pelo qual a Ditadura Militar o chamou para o Governo, Salazar subordina o dinheiro ao trabalho. Explica por que o faz e como o faz.

Sem rádios e sem televisões, Salazar, através dos jornais dá conta do que pensa fazer para reverter a miséria em prosperidade através do trabalho, da ordem e da determinação de todos os portugueses.

Estas ideias estão todas nos seus discursos. Os resultados são reais. A partir de 1950 até 1974, o crescimento de Portugal foi mais de 6% ao ano, o maior de toda a Europa.

Para Salazar, contrariamente ao propalado por Soares e Cunhal, a liberdade é fundamental. Recusa o liberalismo, o populismo, o marxismo e o totalitarismo por serem incompatíveis com o desenvolvimento humano.

Aos plutocratas define-os em “Problemas da Organização Corporativa”:

“O plutocrata não é nem o grande industrial nem o financeiro: é uma espécie híbrida, intermediária entre a economia e as finanças; é a “flor do mal” do pior capitalismo.

Mais adiante acrescenta: “não conhece os direitos do trabalho, as exigências da moral, as leis da humanidade.”

Quase a finalizar: “O plutocrata age no meio económico e no meio político sempre pelo mesmo processo – corrompendo.”

Este é o verdadeiro Salazar, aquele que pode ser confrontado com a sua obra, o seu exemplo, a sua honestidade.

Portugal com Salazar saiu da miséria em que estava atolado, tornou-se um Estado saudável, feliz, próspero, a caminho do bem-estar que a estupidez e a cupidez política, militar e a dos oportunistas transformou em caos, dívida enorme e miséria ao desfazer a família através da libertinagem, ao permitir roubos, esconder assassinatos e proteger corruptos depois do 25 de Abril.

Salazar viverá sempre na memória dos Portugueses.

 

Anterior “A riqueza da Democracia e os malefícios da Demagogia”

C.S

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Quarta-feira, 26 de Julho de 2017

A riqueza da Democracia e os malefícios da demagogia

Ao ouvir, às três da matina, o Marcelo perorar sobre as virtudes da Democracia e as lacunas da Ditadura, inventada por Cunhal e Soares, com a bênção de todos os beneficiários desta desorganização, libertinagem, roubalheira e corrupção depois do 25 de Abril, começo a perder a paciência e o sono quando o Marcelo, única esperança que resta ao país, ajuda ao fogo ao lançar fogachos verbais.

Marcelo, filho do Dr. Baltazar Rebelo de Sousa, Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa, Subsecretário de Estado da Educação, Deputado, no tempo do Dr. Oliveira Salazar e Governador-Geral de Moçambique, Ministro da Saúde, da Previdência Social e Ultramar, no Consulado de Marcello Caetano, foi sempre um Homem impoluto.

Salazar e Marcello sabiam escolher os melhores; aqueles que fizeram crescer o País, tirando-o da escabrosa miséria em que a Primeira República, 1910-1926, o tinha lançado.

Salazar, tendo entrado, em 1928, como Ministro das Finanças para a então, esta sim, Ditadura Militar, passa em 1932 a Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro). No ano seguinte sai a Constituição de 1933, que no artigo 8º explana bem as liberdades e garantias de todos os cidadãos.

O Estado Novo funciona como qualquer Estado Democrático: com ordem, uma estratégia sabiamente definida e não como esta bandalheira em que temos vivido desde há 43 anos, com pequenas exceções.

Marcelo Rebelo de Sousa é fruto do Estado Novo e, por esse motivo, pela simplicidade, naturalidade e inteligência conquistou o povo da Esquerda à Direita ao enfrentar os três Presidentes anteriores e um obeso e convencido General de aviário.

Marcelo comeu-os com a mesma espontaneidade como mastigava o pão da campanha, enrolado num pedaço de papel.

Por estas razões, Marcelo não necessita de fazer favores nem de contornar tragédias por fás e por nefas.

Aquilo que hoje se esconde é incomensuravelmente maior do que antigamente.

Marcelo tem de concordar que, hoje, a Demagogia tornou-se corriqueira entre políticos e militares.

Não vá por aí.

Pense um segundo antes de falar, para não sair asneira.

 

Anterior “Parvalheira, demagogia e esquizofrenia politiqueira”

C.S

publicado por regalias às 06:21
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Quarta-feira, 19 de Julho de 2017

Parvalheira, demagogia e esquizofrenia politiqueira

Se os políticos, os amigos dos políticos e os militares roubam e enganam por que não podem os ciganos fazer umas pequenas ciganices?

Claro que o Primeiro-Ministro sem cara ou de cara deslavada pode fazer a demagogia que entender que os seus pares aparvalhados à Direita e à Esquerda o aplaudirão sem se importarem do mal que a sua insensatez causa.

É o país do vale tudo, enquanto Moscovice gabar os tolos e a União Europeia não exigir a devolução do roubo dos milhões que fazem aumentar o défice e que estão nos bolsos de gente conhecida.

Ciganos e políticos não têm comparação. A honestidade dos primeiros é de longe superior à dos segundos.

Ao não quererem que o André Ventura denuncie uma situação conhecida em Loures, mas em todo o país, a canalha exploradora, mais uma vez pretende desviar as atenções para aquilo que acontece desde há 43 anos.

Para eles é mais benéfico incinerar três Secretários de Estado por terem aceitado uma ou duas viagens a Paris porque é suborno e faz esquecer os grandes roubos.

André Ventura teve a coragem de chamar os bois pelos nomes.

A ladroagem e a esquizofrenia política ganiram imediatamente.

Racismo e Xenofobia são motes para afundar adversários. Só que os portugueses não são racistas nem sabem o que é a xenofobia.

O tiro sai pela culatra dos benfeitores.

Só os surdos mentais não ouvem Portugal. Ninguém está contra os ciganos, mas todos estão contra a algazarra politiqueira que tem aqui um motivo para tapar erros e fazer demagogia.

A igualdade social é justa. A parvoíce é enganosa e só descredibiliza o país.

Depois do manicómio em autogestão como era, por toda a Europa, apelidado Portugal em 1974 e 1975, agora em 2017 pouco faltará para ser chamado de paraíso da demagogia política, do roubo e da mais refinada e encapotada corrupção.

 

Anterior “António Costa se tivesse…coragem metia o PC e o BE”

C.S

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Terça-feira, 11 de Julho de 2017

António Costa se tivesse…coragem metia o PC e o BE

Nesta remodelação Ministerial, o Costa tem aqui oportunidade de mostrar que o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda não são meros elementos decorativos. É tempo de pôr à prova o saber, a verdade e a honestidade.

No BE há uma rapariga que me parece competente, inteligente e não dada a demagogias. A Mariana Mortágua. Têm ainda o Francisco Louçã.

No PC lembro Octávio Teixeira, Carlos Carvalhas, Bernardino Soares.

Desde que as abas instáveis do PS garantam gente de alto gabarito, há que aproveitá-las.

Carlos Rates, primeiro Secretário-Geral do PCP, foi um homem de génio. Mais tarde entrou para a União Nacional, coisa que os comunistas não aceitaram, nem o seu sucessor Bento Gonçalves, que morreu no Tarrafal por teimosia e doença, pois fazia tudo quanto queria; só que largar o Tarrafal tendo de assinar um papel em que abdicava das lutas não fez.

Edmundo Pedro ao tentar fugir do Tarrafal foi expulso do PCP.

Carlos Rates foi um Sindicalista de primeira água, consta que Salazar aproveitou muitas da suas sugestões no desenvolvimento e beneficio para os trabalhadores durante o Estado Novo. Muitos dos magníficos bairros sociais tinham um número grande de sindicalistas que ao pagarem rendas mais baixas do que as do mercado, ficavam com direito a se tornarem proprietários das casas ao fim de 30 anos.

Julgo que é tempo de os comunistas mostrarem mais inteligência que voluntarismo. Se tiverem gente para ocupar um ou dois lugares em aberto, pela saída dos Secretários de Estado, por que não fazê-lo, se já estão ligados ao PS pelas franjas?

Com o Bloco sucede o mesmo.

Tem aqui o Costa o repto: dê possibilidade ao BE e ao PC para mostrarem o que valem a favor de Portugal.

 

Anterior “A ignorância dos rafeiros paga-se caro”

C.S

publicado por regalias às 06:11
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Segunda-feira, 10 de Julho de 2017

A ignorância dos rafeiros paga-se caro

Mentindo, mentindo sempre, os comunas, mesmo perante factos bem documentados e por todos conhecidos, negam-nos insistentemente.

A maioria dos comunas vive mal, os que ainda esbracejam dizem todas as parvoíces que lhes meteram no pequeno cérebro. São uns desgraçados.

Eles ainda pensam que Salazar foi o culpado da fome que grassou durante a Primeira República, 1910-1926 e depois durante a Ditadura Militar que lhe sucedeu pela Revolução do 28 de Maio de 1926, encabeçada pelo General Gomes da Costa.

Incapazes de resolver o problema, com centenas de milhares de famintos e sem dinheiro, passados dois anos chamaram para Ministro das Finanças o Professor Oliveira Salazar que, através de uma extraordinária política económica e de incentivo ao trabalho, conseguiu, em poucos anos, atenuar as dificuldades do País, resolver o problema da fome e desenvolver Portugal como esta terceira República ainda não conseguiu fazer apesar da pesada Herança, que o comunista Vasco Gonçalves desbaratou e dos biliões de Euros que foram recebidos da União Europeia, gastos em alguns benefícios, mas nunca correspondentes ao dinheiro que foi aceite.

Portugal não estaria endividado até aos cabelos, nem teria hoje dois milhões e seiscentos mil pobres se os milhões gastos e roubados tivessem sido aplicados a favor do povo que trabalha e recebe a miséria de 675 euros por mês.

Mas ainda há rafeiros falantes que acham bem. O culpado foi Salazar que deixou o País rico e ele morreu pobre.

Santa ignorância! Em vez de serem contra os verdadeiros trabalhadores, ao falar do que não sabem, por que não estudam, não leem, não se informam?!

 

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C.S

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