Quarta-feira, 29 de Novembro de 2017

Costa tem de Governar, não pode ser impulsivo

Costa nem pode ser impulsivo como os garotos, nem se reger pelos erros cometidos anteriormente.

Será que o António Costa ainda não percebeu que para os portugueses é indiferente quem Governa, se governa bem.

O povo não é estúpido. É madraço em questões políticas. Acredita que quem o governa, o faz com saber, inteligência e honestidade, por esse motivo confia e esquece.

Veja lá se o povo se importou com a propaganda, suja e desbragada, feita contra o Doutor Oliveira Salazar.

No momento de votar para o Maior Português de sempre, votou no Governante que tirou o povo da miséria, o protegeu dos conflitos mundiais, ajudou a Espanha a sair da escabrosa miséria em que a Guerra Civil a tinha atolado, desenvolveu o País e deixou os cofres cheios, que o mentecapto General Vasco Gonçalves esvaziou distribuindo dinheiro a esmo, sem sentido, mas do qual também tirou partido.

Quere que lhe diga mais, ou prefere insistir nos erros?

Lembro-lhe um dos seus impulsos:

Endossou o Infarmed para o Porto num momento irrefletido. Os oportunistas querem-no obrigar ao erro, que vai custar milhões a um país falido e lançar borda fora técnicos competentes que discordam da solução.

Costa, não arraste o Centeno para a desonra por não saber acautelar os interesses de Portugal com atitudes agarotadas de um Primeiro-Ministro e de um Ministro da Saúde que parecem Governar Portugal quando estão ambos eufóricos a dizer asneiras e a jogar ao berlinde.

 

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Terça-feira, 28 de Novembro de 2017

Engano dos povos com a palheta Democrática

Sem qualquer dúvida que a Democracia é uma forma de representação política que seria a mais correta e verdadeira se os seus princípios fossem levados avante pelo ideal democrático e não totalmente desvirtuados e manipulados por quem defende os princípios, que só aplica quando dá jeito.

Antes do 25 de Abril, depois de mais uma viagem a um país comunista, eufemisticamente apelidado de República Democrática Alemã, resolvi estudar os benefícios do comunismo junto com a política do Estado Novo, que a partir de 1963 considerei uma democracia mais perfeita do que a propalada pelos EUA e de outros países democráticos. Havia que fazer acertos e aproveitar o bom que houvesse nas diferentes ideologias.

De repente, rebenta o 25 de Abril e as minhas intenções desapareceram. Foquei os meus interesses no que estava a acontecer e o porquê da confusão instalada, se o processo tinha sido calmo e aprovado pelo Prof. Marcello Caetano, que recusou atuar, apesar de muito pressionado pelas forças leais ao Governo.

A Democracia tem grandes vantagens e podia ser um sucesso. Não é.

Quando é que a República Democrática do Congo, é uma Democracia? Democracia, por colocar no cabeçalho “República Democrática”? Mas esquecemos a violência, os crimes, a corrupção desenfreada que prejudica todo um povo? Ou mesmo os EUA onde os assassinatos de negros, a humilhação do negro, a invasão e destruição de outros países e onde a pena de morte continua a existir, é um país democrático? Não é.

A palheta Democrática, exaltada pelos comunistas, era uma falácia vista por toda a gente: as greves eram proibidíssimas, as mortes aos milhões. Mas estas abebras chochas continuam a negar as verdades e a exaltar as mentiras. E os ignorantes acreditam porque as mentiras, tantas vezes repetidas, passam a verdades, passavam. Hoje nem os papagaios repetem as mentiras, embora a besta humana insista nelas, por teimosia e burrice.

 

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Segunda-feira, 27 de Novembro de 2017

Como impedir a carneirada de contaminar Portugal

Carneirada é toda a chusma de indivíduos que seguem a politiqueirada que os manipula.

Aqui há umas quatro dezenas de anos atrás e depois de ter assistido à libertinagem despoletada pelo PREC, achava que todos os jovens, que pudessem, deviam estudar na Europa e regressar depois de formados.

Mais tarde voltei a insistir sobre o assunto e, quando um Governo, com grandes dificuldades sugeriu a emigração como um tempo de passagem, imediatamente se ergueu a ignorância nacional contra o despautério.

A carneirada prefere comer em conjunto na manjedoura do que outros trabalhem e estudem fora e, quando regressem ocupem os melhores lugares.

Na Europa aprende-se a saber estudar, a saber trabalhar e a saber pensar.

Ninguém se envergonha de dar o dito por não dito em questões políticas, caso isso seja de interesse nacional e prejudique um dos Partidos, como se pode verificar na Alemanha.

Aqui não. Prefere-se a bestialidade, a ignorância, o engano e a corrupção que rasoira tudo por igual.

Estudar e trabalhar na França, Alemanha, Holanda, Dinamarca, Finlândia ou Suécia é caminho certo para o sucesso. Não só daqueles que regressam, mas do Governo e das empresas que os acolhem.

E por que é, que tem de ser feito sem qualquer complexo?

Primeiro, porque a aprendizagem é diferente e apoiada pelo último grito da ciência e da técnica..

Segundo, porque a União Europeia faz parte da casa Portuguesa. A prosperidade de um país reflete-se nos outros.

Foi por esse motivo que, tanto Salazar como Marcello Caetano, não aceitaram estar na linha dos fundadores da CECA e da CEE porque não ficavam claros os objetivos. Isto pode ler-se na correspondência trocada com os países signatários.

Portugal foi sempre convidado para entrar em todas as instâncias Europeias. Se Portugal fosse uma Ditadura, isso não era possível.

Mas os canalhas insistem e a carneirada ignorante berra de besta.

 

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Domingo, 26 de Novembro de 2017

Insistência nas mentiras para tapar insuficiências

Notícias Zap aeio, escreve “Há 50 anos as cheias deixaram um rasto de morte que Salazar quis ocultar”.

A mistura de uma verdade – as cheias deixaram um rasto de morte - com uma abjeta mentira – que Salazar quis ocultar- mostra como a Comunicação Social continua a servir de veículo ao engano e à escroqueria dos Órgãos de Comunicação, cada vez mais desacreditados. Depois de 43 anos de sabujice, ainda continuam agarrados à estupidez.

Eu vivi aquele tempo e não me cansarei de desmascarar os falsários que por ignorância ou interesses partidários falam do que não sabem e continuam a veicular as aldrabices do Partido Comunista, do Partido Socialista e de outras seitas tanto à esquerda como à direita que sofrem de incapacidades.

Insistem num número de mortos 700 que nunca ninguém provou. Aqueles que estão registados nos jornais e revistas da época foram aqueles que na realidade existiram. Mas eles afocinham, mesmo com fotos a provar o contrário.

É escusado tapar com a mentira, a verdade execrável dos nossos dias, em que jornalistas de sargeta tentam confundir o povo.

Hoje há meios, mais que suficientes, para se conhecer tudo ao pormenor. Naquele tempo os telemóveis e a Internet não existiam, as comunicações eram lentas. Mas tudo era feito seriedade.

Salazar foi o homem mais honesto que governou Portugal nestas Repúblicas onde só o Estado Novo se salienta por tudo quanto fez para salvar Portugal da miséria, da infâmia, das Guerras que assolaram a Europa e da proteção aos judeus e outros que ficaram em Portugal ou de aqueles que quiseram ir para a Palestina ou para países livres.

Isto que afirmo é tudo verificável. Mas o lodaçal prefere chafurdar nos pequenos factos, rasgar documentos no Ministério dos Negócios Estrangeiros, como os respeitantes ao Cônsul Aristides Pereira para esconder a verdade do que aconteceu.

Por mais que os insuficientes insistam nas mentiras, a verdade virá à tona do tempo.

 

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C.S

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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017

Fascismo e ditadura é impor a miséria através de greves

Mas não só as greves, que prejudicam os mais pobres, são fascismo e ditadura. Também a deslocação do Infarmed, ultrapassando os direitos constitucionais é fascismo e ditadura.

E já não falamos na tolice do jornal i quando uns coitados regougam contra as cheias de 1967 e revelam as invencionices de outros, bem mais safados, para desacreditar o Governo do Estado Novo, que era bem mais honesto do que todos os Governos desde o 25 de Abril que Marcello Caetano permitiu, convencido que Portugal tinha bases para aguentar roubos e estupidez em série.

No Jornal í, ao lado da demagogia barata vêm os números e tudo aquilo que aconteceu. Num lado, um diz uma coisa, e no outro, com fotocópias do tempo, aparecem os números que os desgraçados dizem escondidos. Isto é fascismo e ditadura.

Democracia é a verdade. E o Estado Novo, raramente fugia à verdade, mesmo que essa verdade fosse criticada.

O povo era informado. Este povo de hoje é desinformado.

Aquilo que aconteceu com as cheias de 1967 foi o mesmo que acontece hoje com os trágicos fogos de Pedrógão. Há situações que por tão horrorosas é preferível não as expor. Os ignorantes acham que não. E os Deputados, que até ao momento, exigem em conhecer as crianças archotes juntamente com os pais. não recebem as informações porque a Proteção de dados não tem confiança nos segredos a céu aberto na boca dos incautos.

É fascismo divulgar o que a curiosidade de umas dúzias de ignaros pretende saber e chocar milhões de portugueses, traumatizando imensas crianças.

Não compreender isto não é fascismo é burrice e sado masoquismo.

 

Anterior “Infarmed e supra precipitados governamentais”

C.S

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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

Infarmed e supra precipitados governamentais

Depois de todos disparates, loucuras e desbaratar de dinheiro pelo tonto General Vasco Gonçalves, que segundo reza a história, distribuiu e também se serviu, dando jus ao ditado “quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é burro ou não tem arte”. Os erros continuam.

Vasco Gonçalves ficou com a fama de ter enviado para o estrangeiro 7 mil contos, o que era muitíssimo dinheiro à época, e proibido. Pelo mesmo pecado deixou o IX Governo Constitucional, Francisco Sousa Tavares, conhecido como o Tareco.

Tudo a mesma gente, nos Governos Provisórios como nos Constitucionais.

Uma auditoria a Ministros, Deputados e demais servidores do Estado, desde 1974 até a 2017, mostraria como se escoa o dinheiro do Estado e por que existe uma dívida abissal que arrasta o país na lama internacional e faz rapar fome de cão a quem vive com o ordenado mínimo.

Agora o Governo decidiu, sem dar cavaco à Infarmed, ou seja à presidente, Maria do Céu Machado assim como aos trabalhadores, mudar a sede da Instituição de Lisboa para o Porto, o que é proibido por lei.

Da totalidade, 97% do pessoal recusa mudar-se para a bela e simpática capital da invicta. Não por haver qualquer parti pris contra o Porto, mas porque o Infarmed funciona perfeitamente em Lisboa.

Estas decisões precipitadas e sem nexo, só para mostrar respeito e admiração pelo Porto, já não têm qualquer razão de existir.

Os portugueses gostam do país no seu todo, por isso a dificuldade em fazer a Reforma administrativa. Os portugueses sentem-se aconchegados, de norte a sul. Gostam tanto de brincar com a frontalidade e as características dos tripeiros, como com a suavidade dos alfacinhas; com os beirões, alentejanos etc.

O Povo Português ama-se. Os Governantes escusam de descobrir niquices para contentar Norte-Sul-Este-Oeste.

Preocupem-se em Governar bem e deixem-se de conversas de perder tempo.

 

Anterior “Descongelar todo o bicho careta e o ordenado mínimo”

C.S

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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017

Descongelar todo o bicho careta e o ordenado mínimo

À praga viral dos congelados a descongelar temos de juntar os mais calados que passam o tempo a trabalhar sem ninguém os defender.

Estamos a falar de quem vive com 557 euros.

Portugal é o único país da Europa que mata à fome quem trabalha.

A situação é trágica e tem toda a possibilidade de se agravar devido ao aumento do custo de vida.

Receber 557, 580 ou mesmo 600 euros é continuar a matar a galinha deitando-lhe milho de transgénica demagogia.

Não há nenhuma família de quatro elementos que consiga sobreviver com 600 euros.

Aos casais em stress sucede o mesmo que na Coreia do Norte onde as mulheres deixam de ser menstruadas pela tensão em que vivem.

Mas agora que Médicos, Enfermeiros, Professores, Militares, Polícias e todos os que continuarão a aparecer vão ser descongelados para que o Inverno não seja um Inferno, os do salário mínimo têm o mesmo direito.

Como, perguntarão, se as empresas não podem pagar mais devido o salário estar indexado ao trabalho?

Organizem-se. Arranjem máquinas up-to-date e o rendimento do trabalho passará a ser igual ao da Europa evoluída. Mas ainda não vou por aí.

Então por onde vai? – Perguntam os mais apressados.

Vou pelo Governo. Se há dinheiro para descongelar todas as profissões com ligações ao Estado, o Governo pode substituir-se aos patrões e dar um subsídio de 400 euros a cada um daqueles que recebem ordenado mínimo e passá-los para os 957 euros, até os empresários os assumirem.

Se o Governo tiver coragem para enfrentar Bruxelas, convencer os parasitas a trabalhar e os corruptos a devolver o dinheiro que desviaram, ganha a admiração dos portugueses e mais um voto do C.S.

 

Anterior “Catarina e Jerónimo no Governo substituem Centeno”

C.S

publicado por regalias às 16:50
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Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

Catarina e Jerónimo no Governo substituem Centeno

O inefável Centeno, que no Portugalex me consegue pôr sempre bem-disposto, devido à maneira simpática e desastrada como os atores, Manuel Marques e António Machado, aguçam os seus tiques, quer ir para Bruxelas e não esconde a vontade.

A sua inteligência, saber, prudência e sensatez tem levado muitos portugueses a acreditar que Centeno é a pedra chave para a revitalização de Portugal.

Bruxelas é uma tentação. Respira pujança, brilho e prosperidade. Ser Presidente do Eurogrupo seria um desafio para Centeno. Aqui é tudo tacanho, de fraco calibre e escala reduzida.

Portugal é um país de soalheiro, está bem para as Catarinas e para os Jerónimos que prometem o que não têm e iludem os simplórios.

Como castigo colocava os dois no Ministério das Finanças. Os dois em um, já experimentado pela Catarina com o Semedo. Agora dava uma voltinha com o Jerónimo. Ele tem fama de dançarino e a Catarina precisa de uma boa esfrega para abater as banhas. O povão delirava.

Portugal teria na parelha, a demagogia solidária, que tocaria a uma só voz. A Catarina falava aos patrões com vistas curtas, tratava das contas para manter o barco a flutuar em águas lodosas e continuava o teatro. O Jerónimo tocava pandeireta à procura do homem novo, o perneta, que acredita em qualquer balela.

Juntos fazem um lindo par.

Os dois azucrinam o Centeno com os impossíveis mirabolantes. O Costa tem aqui a oportunidade de provar à saciedade que são imprescindíveis.

O povo ia ver o que é Governar em Democracia com mais 43 anos de paleio, mais fome, mais desemprego e demagogia.

 

Anterior “Costa e Centeno pendurados na quadratura do Circo”

C.S

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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017

Costa e Centeno pendurados na quadratura do Circo

Meus senhores, mais difícil do que a quadratura do Circulo é agora a quadratura do Circo.

Dois, dois reputados artistas, vão refletir o milagre das rosas!

AHHH! Exclama o povo, dando graças aos céus.

Um surdo, a estragar a festa, grita: é um holograma!

Dois, dois! O apoderado é o Portugalex que ajuda o Centeno nas complicadas contas.

Artistas dois: o Costa e o Centeno. Empatas, uns milhares iniciais a que se juntaram outros milhares de abelhudos que aproveitam a carruagem em andamento para colocar os pés nos estribos e mamarem à boleia.

Os dois do quadrado sincopado estão verdes de raiva. Como é possível, a esta gente, não compreender que o Estado vive anos de amargura e precisa de tempo e dinheiro para contemplar todos?

O Centeno é o mais infeliz. Quer fugir para a Bruxelas do Mannequin pisse e, de lá, pisser sobre todos aqueles que lhe querem borrar as parcelas.

Costa e Centeno, os dois quadrados, estão feitos ao bife.

Portugal está em euforia. Coisas fáceis, todos são capazes de realizar.

Costa e Centeno coçam a cabeça. Chegou a hora da verdade.

Serão os dois quadrados capazes de resolver as necessidades urgentes de professores, polícias, militares, médicos, enfermeiros e todos os que têm falta de dinheiro? Os onzeneiros mundiais esfregam as mãos, os juros estão certos.

Se a rainha santa Isabel fez o milagre das rosas e o Costa pôs porcos a voar, o Centeno tem a solução na manga.

 

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C.S

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Domingo, 19 de Novembro de 2017

Mugabe perde o trono por amor

Robert Mugabe prepara-se para largar a presidência do Zimbabwe, antiga Rodésia.

Graça Marufu, sua mulher seria a sucessora no poder.

Os militares que sempre estiveram com Mugabe e o respeitaram devido à sua cultura e capacidade de liderança, não concordaram e convidam o casal a esquecer o poder e acabar os dias num país estrangeiro.

A ingratidão dos povos para aqueles que os libertaram é comum ao ser humano.

Mugabe teve muitas atitudes controversas, mas foi o único que soube negociar a saída de Ian Smith da Rodésia com a aceitação da potência colonial, a Grã-Bretanha.

Aqui há uns 17 anos, num livro, afirmo que o século XXI será o século da mulher, e, embora admire a inteligência de alguns homens, a mulher está bem acima destes seres, e serão as únicas a ser capazes de conduzir as rédeas do mundo até ao desgaste total.

Não sei se a Graça Marufu Mugabe tem ou não capacidades governativas, mas a intuição feminina aliada à inteligência pode fazer mais pelo povo africano do que o macho que é mais impetuoso e nem sempre sensato.

O exemplo da rainha Njinga de Angola ficou para a história como a capacidade de governar e reunir consensos entre os povos Africanos e Europeus. Neste caso entre Njinga e Portugal.

Acredito nas mulheres. Têm o meu apoio e a esperança de as ver cada vez mais à frente do Governo dos seus países.

 

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C.S

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