Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017

Ribeiro e Castro e as três reformas essenciais

José Ribeiro e Castro e Marcelo Rebelo de Sousa vêm da II República ou Estado Novo e mostram à saciedade toda a honestidade, solidariedade, competência e inteligência a favor de todos os portugueses, sejam eles da Esquerda, da Direita, do Centro ou dos extremos.

Depois de 43 anos de balbúrdia democrática, Marcelo, contra todos os pareceres dos políticos e repúdio de três anteriores Presidentes da República: Eanes, Soares e Sampaio, foi escolhido pelo povo da Esquerda e da Direita como a última esperança e representante máximo de Portugal.

O povo não olha a ideologias, prefere competência, saber, honestidade.

Ribeiro e Castro saiu da ribalta, mas não parou. Está-lhe no sangue. Entristece-o o que está a acontecer ao povo português. Apresenta soluções.

No jornal i de 27 de Setembro passado, insiste “nas três reformas capitais: reforma eleitoral, reforma territorial, reforma de Estado. Explica cada uma e desenvolve:

“Reforma eleitoral é devolver a democracia à cidadania.

Reforma territorial é dotar o país da administração territorial que nos faz falta.

Reforma do Estado é, para simplificar, conceber um modelo de Estado mais barato ou, dizendo melhor, ajustado à capacidade da economia e aos recursos financeiros, respondendo às responsabilidades sociais e de soberania.

Só isso assegurará o sucesso duradouro do país e a sustentabilidade das políticas públicas”.

Ribeiro e Castro apresenta a Alemanha como exemplo “o melhor sistema eleitoral da Europa – que é rigorosamente de representação proporcional, mas em que metade dos deputados são eleitos individualmente em círculos uninominais.”

Onde quero chegar?

Portugal teve sempre homens de grande inteligência. Soubemos tornar-nos independentes no tempo certo, descobrir e navegar o mundo, ultrapassar dificuldades imensas e chegar até 1974 admirados, respeitados, de moeda forte e confiantes a caminho do futuro.

Veio a revolução do 25, que ninguém contestou. Em Portugal não faltaram homens de grande inteligência e que tiveram na mão este país de futuro. Mas preferiram correr os caminhos do egoísmo, apoiando ideias idiotas, confundiram liberdade com libertinagem, para assim se aproveitarem do Estado, enriquecerem, usando a demagogia e a liberalidade misturadas com loas à democracia que os protegia.

Conheci noventa e seis homens inteligentíssimos, ligados à política, que admirei pelas suas capacidades e que, a maioria, desprezo e me enojam pelo que podiam ter feito e não fizeram.

Desses sobram os que admiro: o José Ribeiro e Castro, Marcelo Rebelo de Sousa, Rui Pena, Pedro Roseta; e ainda o João Porto, Adelino Amaro da Costa, Teófilo Carvalho dos Santos que já partiram; mais quinze que nunca abdicaram do amor a Portugal em favor dos seus interesses.

Esquecem que à hora da morte nada levam com eles. Entraram no mundo de cabeça, sairam de pés calçados. Ganharam um fatito, uns sapatos e o desprezo daqueles que os recordam.

 

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C.S

publicado por regalias às 07:15
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