Quinta-feira, 22 de Agosto de 2019

Incentivar os trabalhadores a fazer greves é uma infâmia

Sindicatos, Partidos e alguns mafiosos que consideram que os trabalhadores não passam de carneirada que se molda com facilidade a qualquer promessa que eles gostem de ouvir, tratam a classe que ganha 600 euros ou menos, abaixo de cão.

Mas isto passa-se há 47 anos. Os trabalhadores continuam sempre iludidos com as promessas de quem nada pode dar. Mas promete.

E quanto ganham os que fazem as promessas? Nunca menos de quatro mil euros por mês, podendo ir até aos nove mil.

O que acontece é que por todo o mundo se dá o reverso da medalha quanto a greves e paralisações ou quaisquer impedimentos que prejudiquem milhares de pessoas.

Como estes movimentos, na maioria dos países são evitados ou correm mal, ouvimos há dias um dirigente Chinês a avisar os manifestantes que paralisaram o aeroporto de Hong-Kong que deviam parar com aquelas manifestações ou as Forças de Segurança tinham de atuar.

Donald Trump, Presidente de um país onde a lei do far west mata que se farta, veio criticar a China e o Presidente Chinês.

XI-Jinping que já tomou consciência da sua força, que é impressionante, avisou o seu homólogo, para não se meter nos assuntos internos da China.

Este é um aviso muito sério. Trump engasgou. Podem dizer o que quiserem de Trump, mas ele não é nada peco.

Ao observarmos o que se passa em Portugal com os do Bloco e do PSD a guinchar para um lado e os sindicalistas a bestializar para o outro temos visto o Governo a tentar ser o mais cordato possível, mas a não dar hipóteses de caos aos instigadores.

Outra das jogadas é a publicidade que o Pardal angariou arrastando os camionistas para o jogo do gato e rato, até largar o ninho e a mesada para encabeçar a lista do PRD por Lisboa.

É o vale tudo nas legislativas. Interessa é arranjar um bom tacho. Os trabalhadores que se lixem e aprendam para não voltarem a cair no engano.

 

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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019

Os Sindicatos, os Partidos e os manipuladores

Se o país inteiro não tivesse assistido à palhaçada de um orientador de trabalhadores inscritos em Sindicatos ninguém acreditaria que o sujeito, além de ludibriar os sindicalizados, ainda goza com o Governo e com o parceiro com quem diz querer negociar.

O Governo, este e os que antecederam têm aqui perante todo o povo, aquilo que os Sindicatos e os Partidos fazem quando desejam atingir os seus ignóbeis fins.

Comecemos pela maior fraude: Cunhal de seu nome, veio de um país que prometia um homem novo e queria fazer de Portugal o país exemplo para o mundo. Portugal está no estado que todos sabemos e por esse motivo continua a ser palco para os manipuladores continuarem a saga. Felizmente que António Costa fez a primeira travagem, mas não a suficiente para os manipuladores não continuarem esquemas de ludíbrio, porque em socorro do aldrabão veio o Rio e o Roque.

O comunismo do homem novo nunca apareceu na União Soviética nem o comunismo da felicidade. Tudo desapareceu ao fim de 74 anos de enormes sacrifícios e a morte de mais de 50 milhões de crentes.

O Cunhal continuou impávido, a ladainha que enganando os trabalhadores os leva a minar qualquer governação, apesar de compensados com uns miseráveis seis centenas de euros.

O Vasco, que seguiu o Cunhal, desbaratou a pesada herança distribuindo dinheiro por quem necessitava e não necessitava. Morreu numa piscina de pobres de barriga para o ar para o povo admirar o benfeitor.

Mas o povo não aprende. É enganado todos os dias e continua.

Que havemos de fazer?

Quando perguntaram à neurologista Rita Levi Montalcini por que é que Hitler e Mussolini arrastaram tanta gente, ela respondeu: porque souberam como falar ao povo, onde prevalece o cérebro emocional por cima do neocortical (controlo dos movimentos automáticos) e intelectual. Eles conduziram as emoções, não as razões.

Se olharmos tanto para os Sindicatos como para os Partidos verificamos que a técnica usada é muito semelhante.

Perante a situação calamitosa em que o país vive, os oportunistas continuam a manipular até haver alguém que diga basta.

Esta farsa das greves e não greves pode ser que sirva de aviso ao povo.

O manipulador toma por parvos Governo e a parte contrária e fica-se a rir por mentir e causar dano a milhares de seres humanos.

 

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C.S

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Terça-feira, 20 de Agosto de 2019

Lesbos tem em Moria Campo de Concentração e horrores

Lesbos é uma ilha doce no Mediterrâneo que deve a fama, não só à sua beleza natural, ao verde claro, à afabilidade dos habitantes, mas também à poetisa Safo que ali nasceu na cidade Eresos, no século VII a.C.

Safo, devido ao pulsar emocional e tumultuoso dos seus poemas, alguns dirigidos às amigas, deu origem à palavra Lésbica.

Alguns dos poemas são verdadeiros vulcões de paixão, tal como a origem vulcânica da “Ilha Esmeralda”, como também é conhecida.

Para ter uma ideia dos poemas, escolhi este:

 

Ditosa que ao teu lado só por ti suspiro!

Quem goza o prazer de te escutar,

Quem vê, às vezes, o teu doce sorriso

Nem os deuses felizes o podem igualar.

Sinto um fogo subtil correr de veia em veia

Por minha carne, ó suave bem querida,

E no transporte que a minha alma enleia

Eu sinto asperamente a voz emudecida.

Uma nuvem confusa me enevoa o olhar,

Não ouço mais. Eu caio num langor supremo;

E pálida e perdida e febril e sem ar,

Um frémito me abala...eu quase morro, eu tremo.

 

No sétimo ano, hoje décimo segundo, Safo foi a minha salvação. Em vez da Selecta Grega de António Freire S.J de 1953, eu sabia de cor, em grego, dois poemas de Safo. Quando a professora, na prova Oral, me chamou a atenção para um erro no texto “Tudo é vaidade”, eu, com grande descaramento, disse-lhe, mas eu sei poemas de cor, da poetisa Safo.

“Sabe? Então diga um poema e a seguir traduza verso a verso”. O que eu fiz, ufano pela minha ousadia. A professora admirada mandou-me sentar e deu-me os parabéns.

Hoje foi de coração angustiado que ouvi na Antena1, um trabalho de Rosário Salgueiro sobre as condições degradantes em que vivem milhares de refugiados num campo Militar em Moria.

Será que a besta humana é ainda pior do que eu a imagino? Aquilo não é um campo de passagem para outros países. É um infame Campo de Concentração onde as pessoas ou morrem ou ficam loucas.

 

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C.S

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Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019

O circo e os novos palhaços

Uma das coisas que mais me desgostou enquanto fui Deputado na Assembleia da República foi a corrida a qualquer Diploma, quando se descobria um segredo escondido por outro Partido e se corria a fazer semelhante, mas em primeiro lugar. Era uma brincadeira de crianças.

Saíam diplomas de joelho, fabricados à la minute.

Outro assunto que me irritava francamente eram os votos contra ou a favor de países estrangeiros, quando a situação Portuguesa era péssima, mas ficava para trás e se perdiam horas a tratar de um assunto que nunca levava a lado nenhum.

Por causa desta perda de tempo, dinheiro e paciência, depois de já várias vezes ter chamado a atenção sobre os ridículos votos e até feito passar um mau bocado ao Engº António Guterres, agora Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, que não conseguiu situar o que estava a defender.

Outra vez, zangado com o tempo gasto pelo Deputado Aires Rodrigues, exaltei-me de tal maneira que lhe chamei a carraça do Povo. Foi o desastre. Perante o coro dos Deputados contra esta afirmação, em especial as declarações do Deputado Vital Moreira, nessa altura um notável representante da bancada comunista, o Presidente da Assembleia da República, Dr. Teófilo Carvalho dos Santos, uma joia de pessoa, pediu-me para retirar a frase aplicada ao Deputado.

Farto, cansado, envergonhado pelos gastos, recusei pedir desculpa. O Presidente, depois de insistir e eu lhe dizer que não podia retirar a frase, Carvalho dos Santos, não teve outro remédio senão encerrar a sessão Parlamentar, e eu a aplaudi-lo, pois fazia bem, aquele Parlamento não servia o Povo Português.

Perante a minha irredutível posição contra os votos sobre países estrangeiros, Amaro da Costa, Homem inteligentíssimo, de enorme coração e grande capacidade política, viu-se forçado a declarar que o CDS deixava de votar os votos sobre outros países.

Feitas estas considerações, neste momento é o PSD que descarrila a grande velocidade. Rio e Pedro Roque querem o circo só para eles; palhaços ricos que pouco lhes interessam as dificuldades dos pobres.

Tornaram-se uns Democratas castiços, estes tipos do PSD.

 

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C.S

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Domingo, 18 de Agosto de 2019

Os monstros do Mediterrâneo e a Europa subserviente

Não foram os Italianos que desencadearam o holocausto no Iraque, na Síria e na Líbia foram os monstros Americanos, Ingleses e Franceses, que têm nome: Obama, Cameron, Sarkozy que, com o apoio da Forças da NATO escancararam as portas da Europa ao devastarem a Líbia, matarem o Presidente Muammar Khadafi e transformarem um país com uma economia próspera e um povo feliz a caminho de uma sociedade estável, num campo de miseráveis inconscientes que, alguns deles, tendo colaborado com os invasores, em vez de explorarem o petróleo que os beneméritos do crime ambicionavam.

Agora estes Líbios, sem regras, enviam carne para a Europa através do Mediterrâneo que Obama, Cameron e Sarkozy lhes entregou para fazerem o que entendessem. Eles, os monstros, servem-se sempre dos mais cretinos.

As catastróficas guerras dos EUA são verdadeiros holocaustos de uma infâmia impossível de imaginar num mundo civilizado. Veja-se o que se passou com o Vietname. Hitler não fez pior.

Os EUA nunca olharam a meios para atingir os seus sórdidos fins.

É inegável que os Estados Unidos da América do Norte têm muitas coisas boas, mas não resistem a impor as suas vontades. Os seus interesses incitam-nos a invadir e a destruir territórios e populações quando não lhes fazem as vontades. Têm sempre uma justificação para a barbárie, e encontram na Europa o aliado subserviente e conivente.

A invasão da Líbia, tal como a do Iraque e da Síria tem mostrado à Europa o que o fantasmagórico e criminoso Prémio Nobel Obama e os ridículos e infames criminosos Cameron e Sarkozy fizeram. As suas mãos cobertas de sangue e de mortos continuam a purgar. Todos os dias, centenas de vítimas enlouquecem nos barcos que os tentam ajudar, tal como acontece ainda agora no “Open Arms” que bem pode abrir os braços que a Itália a braços com problemas gravíssimos não os receberá.

Uma coisa é entrar normalmente na Europa, outra é entrar humilhado e desesperado.

É isto que a Europa pretende? Por que razão os Americanos, Ingleses e Franceses, que abriram as portas da Líbia para o inferno Mediterrânico, não resolvem o problema, já que o criaram?

Os EUA sujeitam-se a ser a última casa dos refugiados Europeus, quando finalmente os Árabes, com os seus hábitos e costumes, subindo, outra vez pelos campos da Andaluzia, atingirão os frios do Norte onde os últimos Vikings os acolherão com um sorriso nos lábios e uma pedra de gelo no coração.

 

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C.S

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Sábado, 17 de Agosto de 2019

O circo continua, a greve está nos palhaços de rua

Aquilo que me apetecia mesmo era escrever contra os criminosos que destruíram o Iraque, a Líbia e a Síria e que têm inundado a Europa de refugiados e o Mediterrâneo de desesperados e de mortos.

Mas a preocupação com Portugal não é menor e tem de se sobrepor quando o drama mais se agudiza.

Quando todos pensam que os perigosos ignorantes, capitaneados por um especialista de matraquilhos e em trocadilhos estava prestes a tomar consciência do sarilho onde podia meter os trabalhadores ao serem substituídos e perderem os empregos, fomos surpreendidos pelo Rio que de águas soltas e palavras enigmáticas e bastante confusas salta para a ribalta com o intuito de travar o PS na rua, nas próximas eleições legislativas.

O Costa recebeu-o como o Chibanga fazia ao adversário, de costas voltadas ou de joelhos em terra. Assim principiavam os espetáculos.

Costa fez o mesmo ao Rio. Brincou simpaticamente com o amigo para não chegar à tragédia.

O desagradável nesta faena é que eu sempre admirei o Rio. Mas por ele, ou sem ser por culpa dele, o PSD anda completamente desorientado. Em vez de reunirem as tropas e conversarem como gente crescida e sensata, cada um espevita asneira e o Partido mais parece um facho incendiário do que a esperança de um Portugal renovado.

Rio tinha todas as condições para ser um vencedor. As tropas fizeram-lhe um levantamento de ambiciosos com muito palavreado e pouca cabeça. Surpreendentemente Rui Rio ficou contaminado. Quando agora, numa segunda investida, totalmente disparatada, por perigosa, volta a dar força ao falinhas mansas, fragiliza os trabalhadores.

Quando o Governa no seu direito e obrigação tenta esforçadamente, parar mais uma ignóbil greve que prejudica milhões de portugueses e uma grosa de trabalhadores, Rio salta para o palco e, manipulando as emoções, deita mais gasolina para a fogueira.

Política não pode ser uma brincadeira perigosa de garotos endiabrados.

O Povo está-se nas tintas para quem Governa. Quer é ser bem governado.

Depois do 25 de Abril, poucas vezes isso aconteceu.

Por favor fechem o circo. Chega de palhaços e de tanta palhaçada.

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C.S

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Sexta-feira, 16 de Agosto de 2019

Não há pachorra para aturar médicos e camionistas

António Costa tem o pão e o queijo na mão. Já compreendeu que tem, pelo menos 80 por cento do povo com o Governo.

O povo está saturado. Grita por Salazar como os esfomeados gritam por pão.

Costa ou governa ou entrega isto à bicharada e vai até Kerala para entender através dos Vedas o que passa belo bestunto dos selvagens que pouco lhes importa o sofrimento dos outros seres se eles podem encher os alforges.

Vá e não volte tão depressa para não ser insultado do mais reles pelos reles que não olham a meios para atingir os fins.

O Costa e o Centeno começaram a dar mostras que também estão a ficar fartos e sem pachorra para aturar os maus palhaços e da artista do Bloco que com voz de falsete beatífico os acompanha e faz coro só para abichar os votos que lhes começam a escapar e já não sabem como os recuperar.

Seja firme, António Costa. O tempo em que errou já passou. É para esquecer. Agora não pode errar mais, caso contrário pode assistir ou ser protagonista da tragédia que dia-a-dia todos sentem que não passará de 2020 se o Governo não tiver pulso firme por mais que a estupidez da garotada que quer governar por mensagens enviadas ao Executivo, que tem sabido ouvir a vontade do povo que o que tem é vontade de lançar fogo a médicos, enfermeiros, camionistas e outros malabaristas se o Governo ceder constantemente, sem nunca haver punições.

Voltamos ao tempo da rebaldaria do Vasco Gonçalves e da canalha comunista que imaginava poder mandar sem saber nada de nada e por esse motivo minou Ministérios e outras Instituições?

António Costa: o povo está consigo e com o Centeno. Ele já começou a rosnar com má cara.

Socialistas, Centristas, Comunistas, Bloquistas, Laranjinhas desnorteados e os do PAN camuflados, ninguém está contente, exceto franjas sem grande significado.

O Governo tem aqui o arranque para um País diferente com uma direção coerente e moderna.

O povo está farto de Libertinagem, de Democracia de pacotilha e de fingimento, que não é nada mais do que parvalheira continuada.

Todos aceitam a Democracia, mas não a Democracia do engano, da palhaçada, do roubo e da corrupção continuada.

 

Anterior “Ditadores sociais-fascistas regougam contra Salazar”

C.S

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Quinta-feira, 15 de Agosto de 2019

Ditadores sociais-fascistas regougam contra Salazar

Salazar que valia quinhentas mil vezes mais que todos os sociais-fascistas que ainda rabejam por este país que desgraçaram com roubos de bancos, dezenas de herdades e um milhão e duzentos mil hectares de terras, incêndio da Embaixada de Espanha e roubo de tudo quanto de valioso que lá existia, têm o descaramento de exigir que a memória do Homem que foi eleito o maior Português de sempre e mais honesto que todos os signatários, vivos e mortos queiram que a sua vontade ultrapasse todas as regras Democráticas como alguns deles fizeram com a ameaça de fuzilamentos no Campo Pequeno, os espancamentos dos militantes do MRPP, as prisões de gente honestíssima e competente, os saneamentos infames para que a chusma de imbecis ocupasse altos cargos depois do 25 de Abril e transformassem Portugal no charco em que atualmente se encontra.

E é simples demonstrar o que digo. Os energúmenos não conseguiram derrubar a obra de Salazar. Ela encontra-se por todo o País e a Ponte 25 de Abril, antes Ponte Salazar, é o símbolo que o recorda todos os dias com maior veemência porque há sempre alguém a falar nela.

Mas se querem saber tudo quanto foi realizado no tempo de Salazar é só pedir e durante o próximo mês e até ao fim do ano posso começar desde o dia em que entrou para Ministro das Finanças em 1928, passar a Presidente do Conselho em 1932 e realizar a recuperação total de um país enxameado de centenas de milhares de pobres, de piolhos e de alguns comunistas que a Primeira e Democrática República tosava com frequência.

Sem um tostão, Salazar recuperou Portugal. Estes sacristas que receberam o país com os cofres cheios, muitos deles souberam-no esvaziar até ao osso.

Foi pena que o cobardolas do Cunhal não tivesse levado estes valentes que arrotam impropérios até ao 25 de Novembro de 1975. O cínico, o malvado que tinha a certeza que venceria meteu o rabo entre as pernas com a ajuda do Melo Antunes.

Foi uma pena que o circo não tivesse pegado fogo. Tínhamos poupado milhões de portugueses ao sacrifício que os alarves que beneficiaram com os roubos, as intrigas e as ameaças continuem impantes à espera que o milagre das bandalheiras dure  sempre.

 

Anterior “Aproveite as insónias para escrever as suas memórias”

C.S

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Quarta-feira, 14 de Agosto de 2019

Aproveite as insónias para escrever as suas memórias

Há quem fique muito preocupado por ir para a cama e não se deixar dormir imediatamente ou acordar várias vezes durante a noite.

Em vez de considerar isso um problema, eu acho que é mais uma maneira de o corpo alargar a vida se pensar nela e a relatar.

Quando o corpo e o pensamento convergem na modorra, entra um sono reparador, que as horas dormidas valem bem as horas perdidas.

Muitos dos grandes escritores imaginaram os seus romances ou as suas novelas em noites de insónia.

O que mais custa é escrever durante os primeiros dias, depois o relógio biológico habitua-se, acorda para escrever e adormece quando acha que o deve fazer.

Um candeeiro de luz não muito forte é um ajudante de peso.

É raro o sono atacar durante o dia por uma noite de escrita. E, se a inspiração é muita e a esferográfica não desanima, nunca mais nos lembramos do sono, até os olhos se fecharem naturalmente.

O acordar e um banho revigorante e sem lamentações por uma noite com poucas horas de sono, mas bastante produtiva em boas ideias é algo que beneficia o ser humano. E se a escrita for contundente com aquilo que acontece em prejuízo de milhões, deixa o escriba contente por malhar nos abrutalhados subservientes.

Experimente escrever quando não consegue dormir. Verificará o seguinte: se a escrita o aborrece, é tiro e queda. Para fugir da escrita dorme como um justo; se lhe agrada a ideia pode o desassossego fazer aparecer um novo prémio Nobel, que neste tempo de apertos faz um jeitão para dar uma volta ao mundo. No meio de música, sol e mar não há ideia que não floresça.

Rentabilize as insónias. Neste tempo de dificuldades, aproveite tudo.

Uma boa insónia pode ser o despertar do génio adormecido que vive dentro de si.

 

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C.S

publicado por regalias às 20:32
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Terça-feira, 13 de Agosto de 2019

A pesca como terapia, faria bem aos sindicalistas

O Governo, embora a custo e contrariado teve de mostrar autoridade para o país não entrar no caos e prejudicar nove milhões para contentar um malabarista da palavra e mais umas dezenas de contorcionistas que se arriscam de ficar no desemprego para sempre.

Como vão reagir os cordeirinhos com pele de lobo que subservientes e ignorantes gritam que nem um passo atrás, com aquilo que se deviam preocupar. É que depois da greve ficam com uma mão à frente e outra atrás, porque não encontrarão mais trabalho em qualquer outro lugar.

É um país de pataratas e de artistas que querem entrar em palco, mas não sabem como proceder. Dão uma no cravo, outra na ferradura e o Bloco desce mais uns pontos porque o que diz a Catarina é só frescura. Espremido o palavreado, desgosta os grevistas por saber a pouco, desgosta os que têm bom senso por a rapariga só bater carqueja em terra seca.

O país está de rastos e não sei se o Costa aguentará tanta parvalheira.

Nem com toda a Europa a ir para a Direita e a Itália a caminho da Extrema-Direita, as máfias da asneira e da Esquerda de copos e do mercado imobiliário que a rechonchuda rapariga defendeu porque o camarada de Partido comprou por 400 e vendeu por cinco mil e quatrocentos, não ganham vergonha. Os outros não podem ganhar mais de dez, mas eles, os da Esquerda Bloquista podem ganhar cinco mil.

Onde está a coerência desta Esquerda que continua o caos porque é aquele que lhe dá lucro.

São poucos a ganhar, são muitos a perder e ninguém coloca travão nos mentecaptos de esperteza de fusível queimado.

Vale-nos o santificado futebol que a Esquerda, tantas vezes falou como sendo uma das fraquezas do regime anterior.

Valeu mais Salazar e Marcello Caetano do que 90% dos Ministros que foram paridos depois do 25 de Abril.

O Futebol, de igual maneira foi 90 vezes menos no Estado Novo do que no estado miserável em que Portugal se encontra.

Todos esperam que António Costa ponha cobro à palhaçada histriónica em que Sindicalistas e Chefes de Partidos puseram o país.

António Costa faça funcionar a terapia da pesca e por favor ponha termo às brincadeiras de crianças que continuam a brincar com o fogo e não imaginam o que lhes pode acontecer.

 

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C.S

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