Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2019

Esplendor, PISA, Um dia no mundo, Antena1

Começo pela Cynthia do Esplendor de Portugal, programa das quintas-feiras, por volta das 19 e 15.

O assunto foca o desinteresse dos jovens pela leitura. A Cynthia pôs o dedo na ferida e, com muita naturalidade, explicou que isso é culpa do próprio ensino.

No curriculum dos jovens aparecem livros de leitura que não os atrai, por esse motivo rejeitam e ligam-se a outras plataformas.

Fui professor, sei que isso é assim e tive imensos problemas por seguir outra via.

Tive alunos que me pediam para os reprovar pois não entendiam nada de português e não gostavam de ler. Alguns tornaram-se excelentes alunos porque os conduzi por outro caminho.

Este ano saiu Licenciado em Serviço social, pelo Politécnico de Portalegre, o jovem David Paiva, que através do SKYPE convenci a estudar. A sua grande dificuldade era entender as pessoas e o Português, nunca tinha lido um livro. Eram demasiado complicados. Durante quatro anos e sempre através do SKYPE, (estamos a 140 quilómetros de distância) fiz que entrasse no Politécnico. Gostou tanto de ler que tinha de moderar a sua paixão para se ocupar das outras disciplinas. O David escreveu mesmo o livro “Portugal conta com os Politécnicos”, onde relata as suas dificuldades e incita todos os jovens a estudar. Tal como diz: se ele conseguiu, todos conseguem.

O outro programa da Antena1, começa por volta das 08 e 23, tem por título “Um dia no Mundo”, é de segunda a sexta. O Francisco Sena Santos falou sobre o PISA, um programa Internacional de avaliação do aluno.

A constatação do PISA, coordenado pela OCDE (Organização para a a Cooperação e Desenvolvimento Económico) com vista a melhorar as políticas e resultados educacionais; este ano revela que apenas 1 em cada estudante de 20 anos sabe distinguir entre factos e opiniões. Trata-se de assuntos com os quais não estão familiarizados, não sabem distinguir entre a realidade e a ficção.

Como Educar num mundo frenético, como se consegue educar uma criança, de modo que consiga observar com calma e pensar?

Comecei pela Cynthia e terminei no Francisco. A ligação fazia sentido. Tudo começa na leitura e no saber olhar e pensar.

 

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C.S

publicado por regalias às 10:39
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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2019

A morte da felicidade

Desde miúdo, sendo aparentemente rico e feliz, transportei desde criança a morte na alma.

O meu amigo era o mais pobre da Vila e a sua casa um tugúrio miserável onde entrei uma vez quando ele fugia de mim para se esconder.

A impressão foi aterradora. Minha mãe passou a ter mais um prato à mesa, a dar-lhe banho e a vesti-lo com roupa semelhante à minha.

Um dia, o meu amigo desapareceu. A mãe tinha endoidecido, foi internada em Lisboa. Nunca mais tive notícias dele.

O choque foi tão grande que a minha aparente alegria, desde os cinco anos de idade, até mais de oito décadas depois tem sido de tristeza compensada com muito trabalho e pelo afeto e amor dedicado às mulheres, as mais belas e delicadas flores deste mundo.

Se não fosse o muito trabalho e o saber e carinho das mulheres, certamente não teria resistido ao egoísmo, pateta que evolui humilhando o seu semelhante sem compartilhar com ele todas as descobertas e o encaminhar para a felicidade fruto do bem-estar e da partilha.

Além dos muitos multimilionários estrangeiros que tenho visto partir para a imensidão do infinito, de há uns anos a esta parte tenho também assistido à morte de amigos, que muitas vezes, ou quase sempre privilegiaram o acumular do capital sem repartirem as muitas sobras com o investimento que gera emprego e riqueza.

Anteontem faleceu mais um conhecido, que admirava pela sua inteligência e saber. Conheci-o em q Coimbra. Era o Psiquiatra mais competente e mais caro do país.

Morreu como qualquer pobretana. O dinheiro, as grandes fortunas, as maiores fortunas não são capazes de comprar a vida eterna.

Vejo com tristeza que eles não entendem que ninguém pode viver feliz se tiver muito mais do que necessita e os que vivem no seu mundo se arrastam na miséria.

Não sou apologista da dádiva que não leva ao trabalho e ao emprego, mas insisto que as grandes fortunas, para gerarem felicidade, devem ser semeadas a favor de toda a humanidade.

Assassinar para ensinar como foi levado a cabo na Líbia por Obama, Sarkozy, Cameron e Forças da NATO é um crime hediondo.

O seráfico Obama até tinha sido agraciado com o Nobel da Paz. A insensatez de quem lho entregou foi semelhante aos seus monstruosos crimes que a sua inteligência não apaga.

A nossa felicidade está indissociavelmente ligada à felicidade dos outros.

 

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C.S

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Terça-feira, 3 de Dezembro de 2019

"Portugueses no mundo", na Antena1, oiça, não se arrepende

Três ou quatro minutos por dia ao ouvir “Portugueses no mundo” na Antena1, de segunda a sexta-feira podem-lhe dar uma perspetiva interessante sobre a vida nos diferentes países para onde os portugueses vão trabalhar.

O programa aparece sempre por volta das 7 e 45 e repete por volta das 16 e 45. O de hoje passa-se na China e vale a pena pensar e cheirar.

Desde há 45 anos que ando francamente preocupado com Portugal e com os solavancos que destruíram a sua alegria, boa disposição, graça e melhor nível de vida.

Tudo tenho tentado para, no meio da confusão, da demagogia, populismo e da corrupção instalados, fazer os possíveis para alertar as pessoas e os poderes constituídos sobre o atraso e o perigo que determinadas atitudes acarretam para todos, mesmo para os descendentes daqueles que abusaram e continuam a abusar de um regime Democrático sem quaisquer regras que evitem a destruição da sensibilidade portuguesa e nos tornem iguais ou piores aos cafres que matam, sem quaisquer preocupações, milhares de seres humanos.

Para evitar que isso nos contamine, nada melhor do que vigiar a nossa estabilidade mental-emocional para nos mantermos sãos de corpo e alma.

Falo muitas vezes na Antena1, umas vezes para a criticar por programas ou publicidade inconcebível, outras louvando-a e chamando a atenção para pequenos programas como “Os Portugueses no Mundo”, “A Mosca”, “90 segundos de Ciência”, “Vou ali já Venho”, “Palavra do Dia”, “Portugalex” e outros maiores como “Ponto de Partida”, “Visita Guiada”, “Antena Aberta”, (umas vezes bom, outras intragável), “Visão Global” “Conversa Capital” “Radicais Livres”, “Contraditório” que conseguem fazer pensar sem amachucar o pensamento.

Aprender e despertar para um novo conhecimento é a ideia enquanto a política Portuguesa não oferece a segurança, a confiança e o bem-estar por que todos ansiamos.

Oiça os “Portugueses no mundo”, às 16,45 e vai ver que esta ida até à China lhe dará vontade de ouvir este trabalho de portugueses pelo mundo, e força para os ouvir todos os dias; e…quem sabe, também experimentar.

 

Anterior “Francisco Assis, o 25 de Novembro e os “idiotas úteis”

C.S

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Segunda-feira, 2 de Dezembro de 2019

Francisco Assis, o 25 de Novembro e os "idiotas úteis"

Totalmente de acordo com o artigo de opinião de Francisco Assis no jornal Público. Começo este pequeno texto com parte do seu último parágrafo. Ele resume o que, de há 45 anos, se passa em Portugal:

“Os comunistas marxistas-leninistas sempre contaram com o prestimoso contributo dos chamados idiotas úteis”.

Quando trabalhei em 1959 no Consulado Português em Paris, era raro a semana que não via filmes sobre o desenvolvimento da agricultura e da indústria na União Soviética.

Tendo visitado, em 1973, um país comunista, andei meses a pensar como unir as ideias comunistas com as ideias das Democracias ocidentais e, desse modo, dar um pequeno contributo para o entendimento entre os povos e uma maior evolução no caminho da prosperidade e do bem-estar.

Pensei tanto que chegou o 25 de Abril. Aquilo que pareceria uma esperança foi uma total desilusão vincada com desprezo e violência verbal quando em plena Assembleia da República, frente-a-frente com Cunhal eu o acusei de, entre ele e Al Capone, não haver qualquer diferença.

Os insultos ao povo, os roubos descarados, as ocupações de terras, os assassinatos, a vergonhosa descolonização com centenas de milhares de mortos em Angola e Moçambique nas guerras entre os libertados da feroz Ditadura Portuguesa, muito mais Democrática se a compararmos com as Democracias ocidentais, fizeram que povos pacíficos se envolvessem em guerras fratricidas porque tudo foi feito à pressa por pressão de Cunhal e ansiedade de Soares.

Foi e tem sido o bagulho comunista, em células infiltradas nos meios de Comunicação Social e em Instituições do Estado que continuam o desgaste de um povo que deu Novos Mundos ao Mundo e é demasiado bom para quem o teima apodrecer por dentro.

Segundo o povo “Bondade exagerada é burrice chapada”.

Não acredito que Eanes tenha considerado o elogio do 25 de Novembro um tema fraturante.

Este ano foi Vasco Lourenço quem disse o dislate. Seja quem for, a raiz é comunista e reles. Francisco de Assis pôs, com grande mestria, o dedo na ferida e agarrou, delicadamente, os bois pelos cornos.

 

Anterior “Censura sobre livros, não havia no Estado Novo”

C.S

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Domingo, 1 de Dezembro de 2019

Censura sobre livros, não havia no Estado Novo

Acabei de ler através do simpático e bem estruturado “Alerta do Google” a ladainha da “Esquerda net” que segundo parece dá campo livre para as raparigas doutoradas darem larga aos seus estados de alma sem se preocuparem em verificar fontes e continuarem a embarcar na piolheira social-fascista comunista que lança as ideias que lhe interessa divulgar e…tantas vezes as repete que até a Bárbara Pedrosa morde a isca.

Eu passei a escrever livros, precisamente porque, farto dos senhores capitães e majores da Pide me cortarem artigos em jornais, passei a dizer nos livros tudo quanto me apetecia. Nunca me incomodaram. Dois dos livros até me salvaram. Um na passagem da fronteira em Valença do Minho, por ter insultado os burocratas. A história fica para outra vez. O outro, "TU CÁ-TU LÁ” livrou-me de ficar sem carta por, o chefe da Esquadra de Santa Marta, já ter lido e livro. O Agente mostrou-se renitente, mas acabou por ceder ao pedido do chefe e ao meu pedido de desculpas, pois não parei aos seus apitos. Ele levou aquilo como ofensa grave pois foi sempre ao lado do carro e eu fazendo marcha atrás para uma sombra num Agosto tórrido. Ia distraído na condução, não dei por ele.

Dadas estas explicações, acrescento mais um episódio. Antes do 25 de Abril cortavam-me os artigos a lápis azul, mas nunca me levaram a tribunal, pois a seguir a esta confusão em que vivemos há 45 anos, pelo artigo “Atrás dos Militares” no Jornal “O Templário”, em que eu os avisava que estavam a ser ludibriados pelos políticos fui julgado, a pedido das sumidades que, a pouco-e-pouco, têm esfrangalhado o País do Estado Novo. Também eu, quando era garoto escrevia coisas que eles não deviam gostar, mas nunca me quiseram meter na grelha.

Aquilo que se passa com os censurados é que alguém fez queixa deles para os Serviços de Censura ou para um Ministério e aí a polícia tinha de atuar.

Este truque das queixas era usado pelos editores ou pelo próprios autores para chamarem a atenção sobre os livros e eles assim terem venda garantida, com a perda de 50 ou 100 exemplares, fartamente compensados pela publicidade dada ao caso.

A Bárbara Pedrosa tem de meter as mãos na massa. É tempo do povo deixar de ser enganado. Ainda ontem no programa da Antena1, o Tadeu, que é comunista, afirmou que Amílcar Cabral tinha sido assassinado pela Pide. É totalmente falso. Ele foi assassinado em Conacri pelos seus próprios camaradas. O Tadeu, não sabe. A Escola social-fascista tem deslizes.

O Professor Marcello Caetano, a páginas 463 no livro “Minhas Memórias de Salazar", VERBO, escreve acerca deste assunto:

“Não havia censura de livros e a índole do Regime não impediu que na literatura e nas artes surgissem movimentos cuja ideologia era francamente contestatária, como sucedeu com o neorrealismo, de caráter socialista-marxista.”

Não acrescento mais. O texto é longo.

Barbara não se deixe levar por balelas. Continue a estudar, embora muitas vezes não encontre fontes porque a malta revolucionária da inteligência do engano, rasgou as folhas de documentos onde a verdade estava aí estampada. Tal como aconteceu com o processo do Cônsul Aristides.

Tínhamos conversa para a tarde e noite.

Desejo-lhe bom trabalho e um pouco de mais cuidado com as afirmações saídas da Escola Social-fascista fundada pelo benemérito e cínico encartado, Cunhal.

 

Anterior “Historietas de historiadores de pacotilha Democrática”

C.S

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Sábado, 30 de Novembro de 2019

Historietas de historiadores de pacotilha democrática

A história dolorosa dos sociais fascistas comunistas e dos seus cachorros, que escondem os gulags, os países ocupados e escravizados faz que tentem apagar os crimes de uns escrevendo sobre a evolução natural dos países e da maneira como os povos se comportavam.

Os ignaros, à falta de conhecimento e osso à mão aprestam-se para falar do colonialismo Português e da escravatura.

Tanto na extensão do Império como no comportamento com os naturais dos países colonizados, Portugal foi de longe aquele que sempre tratou os povos com maior respeito e com eles se misturou. Daí a frase “Deus criou o branco e o preto, o Português criou o mulato”.

Dos países possuidores de colónias, a Inglaterra era o maior, seguido da Bélgica, Holanda, Portugal e França. De todos, aquele que menos explorou os territórios, Portugal foi o único que a par de viver fraternalmente com esses povos, nunca os explorou verdadeiramente no sentido das palavras, dos factos e dos atos.

Quanto à escravatura e ao seu comércio e exploração, as historietas destes historiadores de pacotilha não falam da ocupação da Península Ibérica por Romanos e Árabes, as razias que os árabes faziam para apanhar todos os homens válidos e os transformar em escravos e mesmo a venda dos africanos a outros povos para trabalharem em países mais evoluídos ou em desenvolvimento.

A história da escravatura em Portugal é muitas vezes equiparada à dos criados e criadas de servir que acabavam por casar com os donos das fazendas.

Também não era raro, a dona da casa se apaixonar pelo abegão e este tornar-se o verdadeiro senhor.

Um caso bem conhecido é o da família Relvas. Em que a filha do dono da casa se apaixonou pelo criado-escravo. O pai descobriu o enredo e mandou emparedar o amante da filha. Esta enlouqueceu e percorria as ruas de Lisboa à procura da sua paixão, julgando que ele tinha ido para a capital.

Os historiadores de pacotilha e aqueles que dão publicidade aos seus torpes golpes para manchar um país que peca pela sua ingenuidade e por não responder à letra a sonsos sociais fascistas comunistas e aos seus apêndices, sejam eles de saias ou de calças é caracteristica de gente superior que recusa mexer no estrume mental da escória para não se deixar contaminar.

 

Anterior “Democracia de amiguismo, de corrupção das paralisações”

C.S

publicado por regalias às 09:54
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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2019

Democracia do amiguismo, da corrupção das paralisações

Portugal é um país paralítico ornado de populistas inconscientes do futuro e do presente.

É um país desorganizado e sem ninguém capaz de encontrar outra solução que não seja o deixa andar que daqui a vinte ou trinta anos eu já andei, e que me importa se Portugal se torna um campo de concentração de miseráveis portugueses ou a lixeira de Europeus que vêm aqui defecar de cu ao Sol.

Tal como no tempo do PREC, a ignorância está a tomar conta do pensamento, da ação, da vozearia. Quem ouvisse a “Antena Aberta” de hoje na Antena1, ficaria apavorado com tanta bestialidade bolsada em campo aberto e em tão pouco tempo.

Este é só um pequeno exemplo de como o social fascismo comunista volta a testar o seu poder manipulador nas rádios e Instituições nacionais.

O Costa, o Centeno e o Marcelo ou deixam esta perversa Democracia que não faz mal a uma mosca e passam para uma Democracia à Americana ou Inglesa, ou Suíça ou então vão vender chuchas para a Lua.

Marcelo, Costa e Centeno têm o apoio do povo sensato e continuam incapazes de Governar por causa de uma minoria que os tem presos pelos corruptos conhecidos e que eles não forçam a devolver os milhões que meteram no bolso sem grandes benefícios até para os próprios.

Médicos, enfermeiros e operacionais da limpeza das escolas são outros iguais; uns por ganância, outros por ordem dos Sindicatos vão desfazendo o país sem que isso os preocupe. Uns são filhos dos avarentos gananciosos, outros são filhos da estupidez e da subserviência.

Para encurtar razões: quando é que acaba o medo de uns e a bandalheira dos outros?

O não celebrar o 25 de Novembro por medo dos sociais-fascistas comunistas, não lembra ao diabo.

Pobre país. Perdeu a tramontana.

 

Anterior “Joacine rodeada de chacais, enfrenta as feras”

C.S

publicado por regalias às 13:24
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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2019

Joacine, rodeada de chacais, enfrenta as feras

A artilharia sindical dos intocáveis, mais uns imbecis e uma socióloga pálida, deslavada, sem graça e doutorada em tribalismo resolveram cercar Joacine Katar e obriga-la a renunciar ao lugar de Deputada no Parlamento Português. Se a movimentação destas tropas não fosse ridícula seria, pelo menos estranha na Democracia que invocam por a Deputada pedir proteção contra os assaltantes das palavras por impulso.

O sindicato dos intocáveis, cobarde perante os homens é uma fera contra as mulheres, principalmente as negras.

A queixinha do sindicato dos intocáveis lembra tudo quanto fizeram em 1975 para proteger uma esquerda arrivista, vinda do estrangeiro de onde faziam oposição por correspondência.

Os inocentes militares que lançaram o golpe do insucesso, ficaram com a criança nos braços, que a esquerda de cuspo, olho e oportunismo adotou.

Passado algum tempo do PREC escrevi no jornal "Templário", avisando os militares que estavam a ser ludibriados pelos políticos. Resultado: levaram-me a tribunal por denunciar que a vítima seria o Povo Português.

Fizeram bem os trombeteiros, despoletaram em mim todos os genes. Nunca mais me inibi de desmontar toda a tramoia urdida pela máfia acabada de chegar do estrangeiro.

A Joacine está a sofrer e vai continuar a sofrer ataques insidiosos. Ainda bem. Isso vai torna-la mais forte ao mexer no lago pútrido que a rodeia.

A Joacine vai ter grande parte do povo com ela.

Brancos e pretos, todos somos iguais. A inteligência de uns e outros tem a cor do espírito e é infinita.

Joacine utilize sempre o bom senso. Nunca responda a perguntas encomendadas a pequenos sofistas, saltitantes, meio histéricos, mas inofensivos. Siga sempre a ideia “cão que ladra não morde”, mas esteja sempre atenta. No caso de dúvidas saia acompanhada.

Segundo me consta, nesta Democracia de gaita-de-foles, não é proibido ter uma certa segurança para evitar que a criançada se bufe.

 

Anterior “Doutoradas frustradas em maldade, fealdade e política”

C.S

publicado por regalias às 08:37
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Quarta-feira, 27 de Novembro de 2019

Doutoradas frustradas em maldade, fealdade e política

A sociologia e a História, depois do falhado 25 de Abril, que travou a subida do povo para a qualidade de vida da Europa evoluída e próspera fez aparecer um tipo de historiadores de rebotalho que, muito diferentes em honestidade e saber de um Fernão Lopes ou de um Alexandre Herculano, não tiveram outro intento senão aproveitarem a onda que parecia propícia ao louvor, ao engano e ao lucro

Um deles, um tipo anafado e professorado, tem como suprema aspiração a “adoção de uma Lei da Memória” sem a comparar com a desgraçada memória destes 45 anos com dois milhões de pobres, roubo de mais de um milhão de hectares de terras, assassinatos pelas FP25 e aquilo que toda a gente conhece e já vomita pelos olhos. A outra, especialista em histórias da Ditadura fantasmagórica, mas muito mais Democrática que as Ditaduras belicistas e desta chicória em que vivemos. A desgraçada é ditadora da asneira e da informação falseada.

Ontem ou anteontem apareceu outra doutorada em gargarejo sociológico atacando o Tribalismo, o racismo, o feminismo e a gaguez de Joacine, só porque a Deputada não votou, como esta sumidade, pensou que devia ter votado.

A Democracia desta é semelhante aos supracitados, todos bastante conhecidos pela sua beleza gordurosa, e rostos de tristezas empacotadas em congeminações do outro mundo.

A Joacine deve marimbar-se para a socióloga e para todas as insinuações e outros conselhos que a desengonçada mulher debite, convencida da sua superioridade em perna alta.

A coitada, ao considerar as atitudes de Joacine demonstrativas de egocentrismo, personalismo e arrogância, acrescenta que não parecem compatíveis com as responsabilidades de uma Deputada.

Felizmente que Joacine parece imune à vozearia de todos os arrivistas.

Força Joacine.

 

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C.S

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Terça-feira, 26 de Novembro de 2019

Joacine, não largue São Bento, não deixe o Parlamento

Acredito que Joacine Katar tenha ganho o lugar de Deputada sem quaisquer apoios.

Eu tenho essa experiência. Recusei até ao último dia integrar as listas de Deputados do CDS. No ano anterior tinha recusado os convites do PS, PPD e CDS. Conheço-me, sei a minha maneira de ser. Ia causar problemas.

Mas em 1976 o CDS insistiu tanto qua acabei por aceitar ir como Independente pela lista de Santarém e em segundo lugar para ter a certeza que não seria eleito. Fui na verdade em segundo lugar, mas integrado nas listas, o que foi um erro pois sempre votei ou defendi os meus pontos de vista segundo o meu conhecimento e consciência.

Passados dois dias, depois de ter dado o aval, achei que vencer uma eleição impossível de ganhar era um desafio para testar as minhas capacidades cognitivas sobre o ser humano. Resolvi esforçar-me para ganhar o lugar de Deputado.

Quando recebi os papéis de propaganda do Partido para distribuir verifiquei que a linguagem utilizada não era entendível pela população.

Tanto pensei que, sem dar cavaco ao mandatário, Dr. Baeta Neves, fiz outros papéis mais apelativos.

Como nas gráficas o preço era alto, comprei uma máquina de Stencil, a manivela, e, com linguagem clara e acessível ao povo, fiz largos milhares de papéis, que distribuí por todos os lugares do Ribatejo.

Nessa altura dava aulas de Português, Francês e Jornalismo no antigo Liceu de Tomar, depois Escola de Santa Maria do Olival.

Um aluno, o Sirgado, fã do CDS ao ir a minha casa soube do meu plano e ofereceu-se imediatamente para ajudar na impressão da papelada. Convenceu-me depois a autorizar outros colegas a trabalhar no empreendimento.

A notícia espalhou-se na Escola entre os mais politizados. Para eles eu era um anarca. Nunca acreditaram que entrasse em listas, e muito menos do CDS. Mas à vista dos papéis e da distribuição pela cidade e pelas aldeias de onde eram naturais, lá se convenceram que era verdade.

Como a minha amizade com todos alunos era grande, passados dois ou três dias apareceu-me o Coelho a perguntar se deixava o MRPP imprimir ali alguns comunicados. No dia seguinte apareceu um da UDP a pedir o mesmo e, sem dar nas vistas, CDS, MRPP e UDP imprimiram o que entenderam sem interferências na campanha de uns e outros.

Depois da primeira ideia veio outra. Se eu queria ser eleito tinha de palmilhar todo o Ribatejo, quase sempre sozinho pois havia sítios onde era perigoso entrar. Ia sempre preparado para o pior.

Quando o Dr. Baeta Neves soube ou me encontrou no Couço, já não me lembro bem, a fazer propaganda disse-me que ali não podia andar pois era zona do Canaverde, primeiro Candidato. Respondi-lhe, a rir, que andava a fazer pela vida.

Na noite das eleições, o Dr. Manuel Machado, mais os amigos, que tinham apostado em mim foram para minha casa à espera dos resultados. Às duas e meia da manhã fui-me deitar. Deixei-os entre a comida, a conversa e a esperança. Passado algum tempo acordaram-me felizes e barulhentos; tinha vencido.

A minha vida mudou para desassossego do CDS, mas sempre e intransigentemente ao serviço do Povo Português. Cheguei mesmo a votar contra todas as bancadas e a fazer fechar o Parlamento.

O Freitas faz-me um Processo disciplinar por causa de Nobre da Costa. Perdeu o processo. Esteve meses sem aparecer no Parlamento. Não fiquei feliz. O Diogo era um homem muito inteligente, mas um péssimo estratega.

A Joacine tem a força do povo. Não saia do Parlamento, não ceda a promessas e ameaças. Defenda sempre aqueles que acreditaram em si. Não os abandone. Estude bem todos os assuntos. Oiça conselhos, mas decida sempre pela sua cabeça.

O povo é a única entidade a quem tem de prestar contas.

Bom trabalho. Não tenha medo. Siga em frente.

 

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C.S

publicado por regalias às 09:33
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