Quinta-feira, 16 de Agosto de 2018

Padres pedófilos e pederastas, a tragédia da Igreja

Embora seja contra a Censura, em alguns aspetos da vida dos povos penso que ela é necessária.

Do estudo que fiz sobre Salazar, cheguei à conclusão que ele era um Homem invulgar, apaixonado por Portugal e pelos portugueses. Manteve a Censura imposta pela Ditadura Militar, da qual os militares mantiveram sempre as rédeas.

Os censores foram sempre militares, com exceção do último, Mário Bento Soares, que Marcello empossou, precisamente para acabar com a Censura.

A Censura indicada por Salazar dizia mais respeito à proibição de publicitar suicídios e delitos sexuais para evitar a contaminação dos mais ignorantes.

Com a Guerra do Ultramar, a publicidade a armas e explosivos ou a descrição de atos terroristas foi também adotada.

A Democracia com o exagero das amplas liberdades vai ter de, mais cedo ou mais tarde, impor regras para impedir que a Democracia seja destruída por aqueles que cometem crimes e, sempre que queiram escapar, a invoquem.

Ainda ontem o BE insistiu com a Web Summit a anular o convite feito a Marine Le Pen, mas se Paddy Cosgrave tivesse convidado uma fufa calava-se.

Relembro estes assuntos para me referir ao que escandaliza toda a sociedade católica e que afastará da Igreja uns largos milhões de crentes.

Nos EUA, desde há vários anos que a denúncia de padres pedófilos e pederastas tem vindo a aumentar. O Supremo Tribunal da Pensilvânia destapou mais um cano de esgoto que envolve centenas de padres, Bispos e milhares de jovens de quem eles abusaram.

Na Austrália, no Chile e no Brasil o assunto ainda agora vai no adro.

Eu enojei a igreja depois de ter visto há anos, por acaso, um vídeo de um santo padre brasileiro estar a ser enrabado com as vestes sacerdotais.

Tudo isto tem sido escondido pelo Vaticano, por Bispos e Cardeais, alguns deles tão promíscuos predadores como os padres.

Esta é a grande tragédia da Igreja Católica.

A era digital veio pôr a nu toda a baixeza moral do ser humano. Os padres da Igreja católica não escaparam ao olho das Novas Tecnologias.

 

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C.S

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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018

Liberdade acabou de vez na Europa

Em 1962 andava eu de férias pela Europa e, num restaurante em Estocolmo, um casal sueco, com dois filhos de 10 e 11 anos disse-me, já aqui o mencionei, que Portugal era o único país livre da Europa.

Apontaram-me vários motivos que os levava a afirmar isso. Os principais eram a segurança a que juntavam a afabilidade do povo português, o clima e as praias que os filhos adoraram. Eles pediam constantemente para passar férias em Portugal.

Para 1963 já lhes tinham prometido que voltariam a Portugal caso eles fossem bons alunos na Escola.

Os ataques terroristas, em pequenas ou grandes dimensões fizeram de toda a Europa um campo inseguro onde ninguém sabe onde encontrar um local para descansar e visitar depois de um ano de trabalho fatigante.

A Europa rica tornou-se assim um quebra-cabeças inquietante.

Donald Trump insiste que os Europeus devem ser impiedosos para com os animais que matam, esquecendo que foram os Norte-americanos e os animais da NATO que lhes deram origem.

Talvez precise de quem lhos recorde:

Os massacres no Iraque, na Líbia e na Síria foram perpetrados por Georg W. Bush e Barack Obama.

Os acólitos ingleses e franceses são também os culpados de tudo quanto está a suceder e se irá a prolongar no tempo.

Apesar dos crimes na Grã-Bretanha, o alvo principal vai ser a França.

Vamos ver se tenho ou não razão em o afirmar para que a vigilância não claudique.

Espero que me engane, para que a bela, sonhadora e culta França continue a ser a Luz de um mundo que teima em desfazer-se.

 

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C.S

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Terça-feira, 14 de Agosto de 2018

Ignorância não aproveita a ninguém. É estupidez

O ignorante é um aborto de duas pernas,.

A fraca consciência da sua insignificância torna-o cínico, invejoso, vil, chantagista e intriguista. Nestes itens as mulheres chegam a superar os homens.

O homem prefere a força bruta, o insulto, a provocação.

O ignorante, como não sabe subir pelos seus próprios meios, aproveita as situações de caos onde os seus camaradas de igual jaez se juntam para através da estupidez dominarem Governos e impor vontades.

Podemos verificar isso no cerco ao Parlamento em 12 e 13 de Novembro de 1975 em que uma chusma de operários e vadios ligados à Intersindical e ao Partido Comunista mantiveram os Deputados sequestrados durante 36 horas, sem os deixar alimentar, com exceção do PCP que comeu e bebeu.

O Partido Comunista tentou negar que os sequestradores pertencessem ao seu rebanho. Só que os factos desmentem-no: a alimentação fornecida pelos sitiantes. Quando deixaram sair os Deputados, foram os únicos recebidos com aplausos, enquanto os do PS, PPD e CDS eram vaiados e cuspidos.

Um dos Deputados, Olívio da Silva França, foi impedido de tomar os medicamentos e não lhe cederam quaisquer alimentos.

O tempo do desvario dos ignorantes atingiu o clímax no Verão de 1975.

O PREC, Processo Revolucionário em Curso, pode ser balizado desde que o comunista Vasco Gonçalves liderou os II,III,IV e V Governos até ao 25 de Novembro.

O resultado da ignorância foi terem destruído a grande maioria das suas próprias fontes de rendimento.

Começaram pelo roubo da Ponte Salazar, crismada de 25 de Abril. Lançaram-se depois nas nacionalizações dos Bancos e dos Seguros, roubaram e destruíram a Embaixada de Espanha, à vista do MFA que o Governo teve de pagar a peso de ouro. Roubaram centenas de milhares de hectares de terras a que chamaram Reforma Agrária. As FP25 mataram 18 inocentes. Soares amnistiou os assassinos.

Os ignorantes são escarros que atacam famílias e amigos e enchem o mundo de estrume do qual bebem o chorume.

O ignorante tem sempre a possibilidade de alcançar o conhecimento. Mas ele não quer. É relapso ao estudo e à aprendizagem. Prefere ouvir meias verdades e espalhar intrigas. É gente monstruosa de corpo e alma.

A Natureza castiga-os. Evita as mulheres intriguistas de terem filhos para que a peste não contamine o Universo.

Hoje só é ignorante quem teima em se manter na intriga, na inveja e na mentira.

Portugal para sobreviver tem de forçar todos os seus cidadãos a estudar, a aprender, a conhecer, a saber para que no futuro atinja os níveis de uma Suíça ou de uma Holanda.

Esta última beneficiou em grande parte da inteligência dos Judeus Sefarditas portugueses que para ali emigraram e fizeram prosperar uma terra de pântanos e dificuldades num país onde o trabalho e o esforço do ser humano nunca se perdem na velhacaria e no charco da ignorância.

 

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C.S

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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2018

Portugal dos oito aos oitenta

Hoje as crianças e adultos, todos são tratados com pinças. Se na escola, um dá um tabefe a outro, sem importância, é bullying. Se em casa os pais são mais ríspidos com os filhos e estes fazem queixa, os pais são chamados a tribunal e proibidos de ter palavras severas para os filhos cuja conduta não é apropriada nem para com eles nem para com as outras pessoas.

Do regime anterior a este passou-se dos oito aos oitenta.

Não havia pai que não pedisse aos professores para darem umas boas reguadas ou arrancarem as orelhas ao filho se ele não se portasse bem ou não estudasse.

Meu pai nunca me bateu. Raramente me ralhou. Mas minha mãe molhava a sopa, quase todos os dias. Eu era impossível. Só fazia asneiras.

Uma vez resolvi deitar-me debaixo de uma cama sofá e passar aí todo o dia, a imaginar aventuras que esticava dos pequenos livros e das brincadeiras com os meus colegas, tinha seis anos, ainda não andava na escola.

A vila inteira andou à minha procura. “Foram os ciganos que o levaram. Passou aí uma carroça logo de manhã. Levava um cão preso com uma guita”. Meu pai agarrou no Citroen, e com dois guardas-republicanos apanhou os assustados ciganos no Vale da Senhora da Póvoa. Depois de terem chegado à conclusão que não tinham nada a ver com o meu desaparecimento, deixaram-nos em paz.

Por volta das 6 da tarde, descansado da vida apareci no meio da confusão. Minha mãe de enervada deu-me uma sova tão grande com uma escova de fatos que descolou a parte que cobria as cerdas. Fiquei com a marca dos orifícios nas pernas e no rabo. Por mais que ela me dissesse para chorar, eu não chorava. “Os samurais não choram” tinha lido isso num livrito.

No dia seguinte, meu pai disse a minha mãe para se arranjar pois ia a Castelo Branco comprar umas peças para as camionetes e ela podia fazer as compras do que não havia na vila.

Enquanto minha mãe se perdia nas lojas meu pai comprou-me um belo carro a pedais e uma trotinete.

Quando minha mãe regressou olhou para os brinquedos, abanou a cabeça e disse: "tu é que o estragas".

Apesar das sovas adorava tanto minha mãe, que depois de ter falecido escrevi um pequenito livro em que a recordei com muita saudade.

Eu tinha consciência da minha desastrada maneira de ser, da minha impulsividade. Só que ela era mais forte do que eu.

Quando por volta dos 14, 15 anos o José Cabaço Neves me perguntou se eu queria ir para o curso de Comandantes de Castelo da Mocidade Portuguesa, fui para esse e depois para o Curso de Comandantes de Bandeira. Eu, sem o revelar, desejava que me metessem na ordem.

Mas é difícil. Está no sangue.

Meses depois do 25 de Abril e ao verificar o caminho que a Revolução de tontos levava, escrevi um artigo no jornal o “Templário”, pelo qual fui a julgamento. Felizmente que não fui condenado, pois eu estava decidido a fazer outra revolução a partir da prisão. E tê-la-ia tentado apesar de nessa altura já ter um pouco mais de 40 anos.

É do sangue.

No antigo regime havia força, determinação, às vezes exagero. Neste regime o sangue passou a água salobra, moleza, exagero de beijinhos e abraços, fome, enganos e dificuldades.

Passámos dos 8 aos oitenta.

Temos de acertar agulhas. O mundo mudou imenso.

Acima de todos nós está Portugal.

 

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C.S

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Domingo, 12 de Agosto de 2018

Os jovens são facilmente influenciáveis

A quantidade de jovens que aderiram ao Daesh foi enorme. A totalidade ou 99 por cento morreram às mãos de quem os aliciou ou morreram nos bombardeamentos das forças que os combatiam.

Desde os jornalistas queimados dentro de gaiolas de ferro para aumentar o sofrimento até raparigas lindíssimas decapitadas, todos a besta humana engoliu por ignorância, estupidez e puro sadismo.

E estes atos são vistos por milhões de pessoas no momento em que acontecem. A era digital mostra a barbaridade dos irracionais travestidos de humanos.

Ainda há pouco, num vídeo, vi um casal de jovens norte-americanos que tinha resolvido deixar o seu trabalho e partir de bicicleta conhecer e usufruir o prazer do mundo ser esmagado por um carro do Daesh que lhes passou várias vezes por cima.

Na mesma altura li que a Arábia Saudita tinha atacado um autocarro no Iémen e mortas umas dezenas de crianças entre os dez e os dezasseis anos.

Os jovens para além da sua jovialidade, sofrem de inconsciência natural, por esse motivo é necessário chamar-lhes sempre a atenção para os perigos que correm.

Em vez disso, muitos adultos, por estupidez, incitam os jovens a ser diferentes por burrice. Inventam modas totalmente descabidas de senso para que os jovens pensem neles e os admirem no cretinismo.

Uma das modas, do momento, é saltar de um carro em andamento, ou dançar no tejadilho, o que fatalmente provocará várias lesões e pode deixá-los deficientes para toda a vida.

Estamos num mundo de loucos. 

A Democracia é um bom regime político, quando os Governantes usam a honestidade e não a permissividade cabotina que atira os mais ignorantes para a desgraça ou para a morte, passa assim por ser um regime de libertinagem e de de quem a invoca sempre que é admoestado.

Avisar e impedir o erro não é reprimir. Avisar é prevenir.

 

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C.S

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Sábado, 11 de Agosto de 2018

A Esquerda nem tem vergonha nem tem emenda

Desde o 25 de Abril que a Esquerda beneficiou do favor e da compreensão do povo português, mas isso só lhe fez mal. O português prefere a verdade e a verticalidade aos paninhos quentes. Os das Esquerdas com paninhos quentes adormecem. Quando acordam estremunhados e aparvalhados só debitam asneiras.

Quem seguiu o 25 desde o nascimento, facilitado por Marcello Caetano e apoiado pela maioria do povo, não pensou que o pronunciamento militar autorizado descambasse em ataques sucessivos ao que estava bem e que assegurava o bem-estar e a prosperidade dos portugueses.

A chegada de Cunhal e de Soares foi o começo da desgraça.

Tanto um como outro impediram o Primeiro-Ministro Palma Carlos, homem de Esquerda, mas sensato, de levar a sua política avante. O homem pediu a demissão. Spínola, convidou Vasco Gonçalves, que até ali se mostrara moderado, foi o escolhido Para Primeiro-Ministro. Revelou-se um comunista às ordens de Cunhal que o aguentou nos II,III,IV e V Governos. Quando deixou de lhe servir chutou-o na reunião de Alhandra.

Cunhal julgando que se benzia partiu o nariz no 25 de Novembro de 1975 do qual fugiu como um cobarde vampiresco.

Os seus camaradas dizem que não tiveram nada a ver com o assunto do 25 de Novembro e é verdade.

Cunhal decidiu desmobilizar por conselho de outro frustrado esquerdista, Melo Antunes. Este garantiu-lhe que Jaime Neves e o Grupo dos Nove, de que ele também fazia parte levariam tudo à frente. Assim, o Melo, que Spínola acusava de ser o maior traidor português, podia proteger o Partido Comunista.

Mas a Esquerda nem tem vergonha nem tem emenda.

Portugal encontra-se neste estado miserável porque a Esquerda tem sempre abusado da propaganda na Comunicação Social. A Direita fica com os ossos e com a fama do que acontece. Só que as três bancarrotas anunciadas foram fruto das Esquerdas que encheram de dinheiro os Primeiros-Ministros que as provocaram: Mário Soares e Sócrates e os capangas que os aconselharam.

A ignorância nunca tem culpa de nada, mesmo quando as provas são conhecidas de toda a gente.

Depois dos fogos de 1917 e dos autos de fé dos 66 infelizes que pereceram, a Esquerda fez juras que não voltava a errar. Viu-se o que aconteceu mos últimos dias.

É mais que tempo de mudarem de ladainha. O povo está saturado.

 

Anterior “Incêndios, dificuldades, desafios e vacinas na Antena1”

C.S

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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2018

Incêndios, dificuldades, desafios e vacinas na Antena1

“Maria Vai com as outras” terminou o episódio de ontem, sobre vacinas, dizendo que falta a vacina contra a estupidez.

As pessoas por mais avisadas que sejam sobre o perigo que correm de não procederem aos alertas sobre saúde ou cuidados a ter em qualquer outra área só compreendem os erros que cometem quando a desgraça lhes bate à porta.

O caso dos incêndios é fruto do desleixo a que este país chegou.

Depois dos incêndios de Pedrogão, Castanheira de Pera, Pampilhosa da Serra, Figueiró dos Vinhos, o Governo tentou fazer em alguns meses aquilo que em 44 anos esteve ao abandono.

No antigo regime, no Estado Novo, também houve anos excecionalmente quentes, mas os campos estavam semeados, as florestas tinham Guardas Florestais e, as beiras das estradas, Cantoneiros que as mantinham livres de ervas secas, ramos de árvores e outros produtos inflamáveis.

Salazar, em cada ano que passa mais se agiganta perante a pequenez dos Governantes do 25.

Numa das suas frases, mais criticadas pelos estúpidos demagogos, ele diz que agradece a Deus ter nascido pobre. Agora os broncos talvez já tenham entendido a frase.

Só o pobre podia compreender a miséria em que Portugal vivia quando, passados dois anos depois da Ditadura Militar ter substituído a Primeira República em Maio de 1926, Salazar ter sido chamado a ocupar o cargo de Ministro das Finanças.

Perante a pobreza extrema de Portugal, só alguém que tivesse nascido e crescido com grandes dificuldades, saberia como sair delas.

Ao contrário dos demagogos Mário Soares e Almeida Santos que morreram podres de ricos, mas voltaram a deixar o país na miséria, Salazar morreu pobre e deixou um País rico e organizado, que Marcello continuou e engrandeceu.

Salazar sabia exaltar as qualidades dos portugueses, sabia como espevitar a competência.

Nesse tempo, quando as grandes descobertas da era digital ainda nem sonhadas estavam, a terra era fundamental para assegurar o pão de cada dia. E, Salazar, quando da compra do navio Gonçalo Velho salienta o esforço. “Este pequeno barco entra nas águas portuguesas…integralmente pago…Para que pudessem sulcar os mares os navios portugueses, foi preciso que a charrua sulcasse mais extensamente e melhor, a terra da Pátria.”

A terra trabalhada evita os incêndios por muito calor que faça.

No Estado Novo, os incêndios eram normalmente no tempo das festas de Verão, por causa dos foguetes e também derivados por aquelas máquinas de sonho da CP, a lenha e carvão.

Será que hoje faltam vacinas contra a estupidez, como alerta Maria Rueff, a Ermelinda, na Maria Vai com as outras, da Antena1?

 

Anterior “Trump demasiado ingénuo e apressado”

C.S

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Quinta-feira, 9 de Agosto de 2018

Trump, demasiado ingénuo e apressado

O que me aborrece não é morrer. Aborrece-me é morrer ignorante apesar de estudar todos os dias assuntos que não entendo.

Trump lidera um país fabuloso com possibilidades ilimitadas para tornar o mundo o campo ideal em todos os lugares da Terra e até no espaço onde, acompanhado de Russos, Europeus e Asiáticos tem um condomínio a que dão o nome de Estação Espacial Internacional (EEI).

A NASA, a que no Blogue de ontem fiz referência, arrefeceu uma nuvem de átomos de rubídio a dez milionésimos de graus acima do zero absoluto, produzindo o quinto estado exótico da matéria no espaço e que vai funcionar nas barbas da Estação Espacial Internacional.

Entendeu alguma coisa? Eu também não. Mas deve ser muito importante.

Podia continuar a debitar toda a ladainha que li sobre o assunto, que mesmo assim não me traria grandes alegrias por…ser ignorante.

Falemos então de Trump.

Trump nem é má pessoa nem é burro, mas aparenta ser demasiado ingénuo quando, para conter alguns generais, senadores e outros histéricos lança fogo ao próprio desenvolvimento dos EUA, embora no imediato cale aqueles que nunca lhe perdoaram ter sido eleito Presidente dos States sem a sua aprovação. Para eles o povo não conta.

Trump ao excluir dos negócios com os EUA, todos aqueles que negoceiem com o Irão, continua a empurrar os seus parceiros para os braços da China e da Rússia, onde até ficam bem melhor e não têm tantos apertos de coração.

É verdade que ele fala em qualquer um. Refere-se só a empresas, mas o sinal é péssimo.

Trump não é um Presidente vulgar e não pode ser um Presidente vulgar.

Ainda ontem, por volta das cinco e meia da manhã vi e ouvi um vídeo sobre as infâmias cometidas no Iraque “US lies over Iraque, Galloway Hits back”, mas aquilo que Obama fez na Líbia e Síria não é menor, são atos de verdadeira monstruosidade. No entanto, o homem, finge de santo e come as papas na cabeça à Comunicação Social que o exalta como um génio, a que eu acrescento, do mal.

Por favor, senhor Trump não me desiluda nem desiluda o mundo. O senhor tem um país onde nada falta em saber e inteligência. Aproveite a oportunidade: garanta a paz e a prosperidade ao mundo usando as suas capacidades e qualidades.

 

Anterior “Um prego no Sol para saber por que dá tantos puns”

C.S

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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2018

Um prego no Sol para saber por que dá tantos puns

Para meter o nariz no Sol, a NASA, vai enviar a sonda Parker, a uma velocidade de 700 mil quilómetros hora para percorrer 150 milhões de quilómetros entre o disparo e a aproximação ao Astro que ilumina e dá vida.

O beijo, mesmo a alguma distância vai ser quentíssimo, 1.370ºC. Para suavizar choque térmico tão violento, os cientistas vestiram a sonda de um casaco de carbono com 12 centímetros de espessura, pintado com uma tinta cerâmica, que a vai manter fresca como uma alface sorridente, a 30ºC, apesar do calor variar entre os 6000 graus e um milhão. Nada especial que um técnico da NASA não saiba resolver.

Ela vai desde Cabo Canaveral, na Flórida, para orbitar o Sol, o namorar, analisar a atmosfera, saber porque é que dá tantos puns, pequenas explosões que incomodam as redes elétricas terrestres, e outros pormenores sem importância, mas que fazem parte da conversa.

Nem o Sol compreenderia que a Parker fizesse visita de médico.

O Sol vai ficar contentíssimo por ser espetado ou só acariciado pela sonda que custou mil e duzentos milhões de euros, uma mixaria comparada com aquilo que os portugueses gastam… em sonhos.

A NASA é uma agência do Governo Federal dos EUA, criada, em 1958, a fim de bisbilhotar toda a zona espacial.

Aos americanos juntaram-se a Agência Espacial Federal Russa, a Agência Espacial Europeia e países da Ásia para em conjunto criarem a Estação Espacial Internacional.

E os Portugueses? Consta que já estão inscritos nove milhões para iniciar o povoamento de Marte.

Da Estação Espacial até Marte é um saltinho. São só mais uns anos de viagem.

Em Portugal ficará o Governo e os Partidos políticos para ordenharem as vacas de Bruxelas enquanto não secarem as tetas.

 

Anterior “Ousadia de lésbicas e lésbicos e gastos proibidos na CP”

C.S

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Terça-feira, 7 de Agosto de 2018

Ousadia de lésbicas, lésbicos e gastos proibidos na CP

Nunca fui contra lésbicas e paneleiros. Cada um come do que gosta.

Mas sou frontalmente contra a sua exposição pública por vários motivos.

Primeiro, porque a publicidade que fazem exibindo-se como carne livre, os equipara a prostitutas e prostitutos.

Segundo, porque em alguns países da Europa, inclusive Portugal são alvo de vexames que os destroem psicologicamente. Muitos sofrem depressões que os arrasam, outros suicidam-se quando compreendem o erro da afirmação. Ninguém lhes exige a saída do armário, menos os colegas e as colegas que os chantageiam e querem no rebanho.

Terceiro, ao serem expostos, correm sérios riscos se pretenderem viajar para países Africanos, Árabes ou Asiáticos.

Podia acrescentar mais uma série de razões, mas o blogue tem ainda outra finalidade e alargá-lo seria exagero.

Veio a público que o Governo através do Secretário da Juventude e Desporto ia subsidiar os 10º Gay Games, que traduzidos para língua vernácula e corrente para todos são jogos de paneleiros. Para os citados são Alegres Jogos, realizados em Paris até dia 11 deste mês de Agosto.

Não sei se o Secretário do Desporto João Paulo Rebelo também vai desfilar segurando uma bandeja com a lauta contribuição. Não há fiados.

Se isto é verdade, o Governo ultrapassa todas as marcas quando recusou apoiar a reconstrução do vagão J, com mais de 130 anos e considerado pelo Centro de Estudos Históricos da Ferrovia Espanhola: “uma peça histórica de elevadíssimo valor cultural.”

O Vagão J já chegou ao Parque Ferroviário Martorell, em Barcelona, onde vai ser recuperado e colocado em exposição.

Será que os Governantes Portugueses perderam a Tramontana e por mais que o Presidente da República lhes chame a atenção para a cultura e o Turismo de onde podem vir fartos rendimentos, a ignorância, a preguiça, a displicência e a demagogia demolidora num País que deu novos mundos ao mundo mas que Cunhal tentou diminuir por fanatismo de vampiro lorpa e comunista.

Não conseguiu levar a cabo as suas sórdidas e incompreensíveis intenções, mas deixou a sarna.

Acredito no Ministro Pedro Marques. Se algo está a correr mal é porque tem informações erradas. Este Ministro oferece confiança, Não pode ter férias. Vai noutra ocasião.Tem que saber o que se passa com a CP. Oiça, urgente e separadamente, os três últimos Presidentes.

O Vagão é só um detalhe, mas as linhas e as carruagens pesam muito e os acidentes acontecem.

 

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C.S

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