Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2020

Portugal pode salvar o mundo

Tal como nos séculos XV e XVI Portugal foi o primeiro a mostrar ao mundo que havia mais mundos a desenvolver e a civilizar, assim hoje pode, através de Guterres, Costa e Marcelo voltar a espalhar força, trabalho, amor e prosperidade.

Naquele tempo tínhamos muito pouca gente. Com muito boa vontade andaria por um milhão de habitantes.

Como a Península Ibérica era um espaço familiar, os reis portugueses tinham tendência em trocar segredos e casar os filhos para que as vantagens beneficiassem uns e outros. Aos espanhóis emprestámos navegadores e dividimos o mundo em dois pelo tratado de Tordesilhas.

Mas Portugal, sedento de se espreguiçar por toda a parte, espalhou a língua e o comércio.

O Português, era a moeda em ouro, aceite em todos os lugares do mundo.

Éramos considerados e respeitados. O mundo avançou imenso por causa dos portugueses; depois tudo se modificou de repente por causa da teimosia de um rei que pagou com a vida o erro cometido e quase fez regressar Portugal à casa de Castela de onde tinha saído.

Portugal, no tempo de D. João III, reinou de 1521 a 1557, tinha uma plêiade de homens notáveis disputados por todos os países. Hoje voltamos a ter gente excelente.

Aproveitemos as nossas qualidades para resolver os problemas do mundo.

Aqui há quarenta anos, escrevia no jornal “A Província” e no “Templário” Como poderíamos evitar o desemprego e a pobreza fazendo uma interligação permanente com os outros países, considerados do Terceiro Mundo.

A situação manteve-se igual. O mundo evoluiu imenso, mas esqueceu-se de aproveitar todas as novas tecnologias para desenvolver os países e cuidar dos mares sem os poluir para ter sempre os alimentos e o bem-estar assegurados.

Guterres é Secretário-Geral da ONU, Instituição que congrega 193 países do Mundo.

A contaminação dos mares, o Aquecimento-Geral, a pobreza e os conflitos mundiais passam-lhe todos pelas mãos.

Guterres é o Homem certo, no lugar que mais poder e dinheiro tem no mundo. Tem de modificar o que está errado para que o próximo vírus, e eu já estou a pensar num que vive nas florestas da Bolívia e tem nome; leishmaniose. Ele espera completar o trabalho do Corona se a pobreza não for erradicada, os mares limpos e o aquecimento Global diminuido.

Costa, vai assumir a Presidência da União Europeia. Ontem no noticiário das 23 horas, na Antena 1, já deu sinal que é Homem inteligente e capaz de resolver problemas insolúveis.

Marcelo é ouvido por todos os Governantes, devido à sua vastíssima cultura.

A estes três posso acrescentar mais alguns.

Uma certeza tenho: o mundo ou se modifica e lança mãos ao trabalho ou acaba. A pobreza, a poluição e a porcaria que enche os mares é a vergonha e o fim do ser humano.

Ponha a máscara. Pense nestes assuntos.

 

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C.S

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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2020

Acredite em si e nas suas capacidades

Ao ser humano nada é impossível.

Há sessenta e oito anos que me tenho debruçado sobre os mais diferentes estudos e verifiquei que as nossas capacidades são infinitas.

O único tipo complicado fui sempre eu próprio, a quem o elemento feminino levantava a alma, me salvava e ficava feliz como um pardal.

Mas deixemos estas brejeirices; continuemos na gente de valor deste País.

Muitos não avançam e não alcançam objetivos porque ouvem as conversas de soalheiro que os deitam abaixo, a eles ou aos pais que, sem querer lhes cortavam as asas.

Todos os Governos, desde a Primeira República se interessaram pelo ensino. Mas só este Governo está a ter sucesso porque o Ministro da Educação tem ideias arejadas. Tem aproveitado a era digital com sabedoria.

A Primeira República não conseguiu porque foi sempre um tempo de desordem. Quando o 28 de Maio de 1926 lhe retirou o encargo, havia 70 ou 75 por cento de analfabetos. Salazar fez tudo pelo ensino. O Professor José Hermano Saraiva e outros pedagogos publicaram livros simples, mas muito úteis, que um pobre tolo, depois do 25 de Abril mandou queimar, como se ainda estivéssemos no tempo da Inquisição; mas em 1974, quando os desnorteados do PREC receberam estes sofredores, o analfabetismo tinha descido para os 30 ou 35 por cento.

E não desceu mais porque a ignorância e a inveja, mal alguém pensava em estudar, vinha logo: “para quê? Tanto ganha quem estuda como quem não estuda”

Perderam-se imensas cabeças. Conheci alguns que acabaram por deixar os ossos e a fortuna no estrangeiro porque aqui não conseguiram vingar por inveja.

 “Eu não subo. Tu também não hás-de subir”.

Com esta mentalidade, Portugal estava perdido.

Penso que o Corona veio pôr ordem no mundo e Portugal tem três Homens acima da média que poderão espantar, mais uma vez, as outras nações, através de atos em que os portugueses podem participar e também beneficiar, eliminando a pobreza.

Refiro-me a António Guterres, António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa, embora a este último não lhe apeteça muito voltar a candidatar-se.

Amanhã voltaremos ao assunto.

Se sair não esqueça a máscara. Os próximos episódios podem ser bombásticos. Não perca. Pois eu tanto escrevo para um como para cinquenta mil.

 

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C.S

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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2020

A coragem da Cristina

O mal deste País é a inveja. A Cristina não pode ceder a esta maleita, porquê? Porque a inveja é destrutiva se o visado, neste caso a visada, lhe der importância e não reenviar imediatamente um contra-veneno, também em pensamento. Por exemplo: desejar aos invejosos o dobro dos piropos que lhe enviam.

A inveja é tremendamente deletéria. Todos estamos ligados desde a Criação inicial. Por esse motivo sabemos os pensamentos uns dos outros, aquilo que acontece ou pode acontecer. As forças que provocam os chamados milagres não são despoletadas por nenhum Deus, mas sim pelos seres humanos.

A Cristina é amorosa e está cheia de energia, mas a inveja é como a ferrugem.

Dou-lhe um exemplo: uma das mulheres mais inteligentes que me atraíam pelas suas capacidades foi a Margarida Marante. Ela desaparece em plena juventude por causa da inveja e da intriga. Não conseguiu resistir aos ataques porque os recebia. Devia tê-los ignorado.

Só uma vez vi a Cristina. Gostei da naturalidade e da beleza que respira. De vez em quando oiço falar da Cristina e do programa, mas sem ligar ao assunto; num dia em que ouvia o programa da Inês Meneses, “Fala com Ela” e apareceu uma jovem que falou na Cristina com admiração, senti que as palavras eram sinceras. Perguntei a várias amigas se viam o programa da Cristina e o que pensavam. Não houve uma que não a elogiasse.

Agora só oiço falar na Cristina no “Portugalex”. Passo o tempo a imaginar um livro para as pessoas aprenderem o Chinês básico em três meses. Nâo tenho muito tempo livre

No Portugalex é brincadeira; é uma maneira de fazer a sua própria publicidade, que tem alguns espinhos, mas resulta no sucesso televisivo. Eu prefiro que o “Portugalex” tenha as suas vítimas fixas “O Prof. Cavaco Silva, o Jorge Jesus, o Marcelo, o Mário Centeno”. Fico bem disposto e volto ao chinês.

Mas eles têm de variar. Ao escolherem a Cristina têm bom gosto. Só que lhes foge a língua para a patetice.

O título do livro é muito forte, isso revela que está a ficar desesperada. Não fique. Faça os seus programas com a mesma energia de sempre. Mude de canais quando lhe apetecer, mas não mude o seu espírito e a sua criatividade.

Não esqueça de colocar a máscara, mesmo sabendo que a beleza do seu rosto fica no pensamento de todos os homens.

 

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C.S

publicado por regalias às 10:49
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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2020

A Restauração de 1640

Nada melhor do que os feriados históricos para recordar a nossa vida passada, em quatro minutos.

Depois de sessenta anos, 1580-1640. dos Filipes II, III e IV de Espanha passarem por Portugal, quarenta conjurados resolveram que era tempo de entregarem o trono a um rei Português.

Eles vieram para Portugal por direito próprio. Filipe II de Espanha era filho de uma princesa Portuguesa, Isabel de Portugal e de Carlos V de Espanha.

Era o que tinha mais direito ao trono, por este se encontrar vago.

O rei Português, D. Sebastião, tinha morrido na Batalha de Alcácer-Quibir; depois de todos, inclusive, Filipe II, o terem aconselhado a deixar os mouros em paz; mas ele, teimoso, insistiu e por lá ficou.

António, Prior do Crato, ainda tomou conta do País, mas Filipe II não concordou; invadiu Portugal e fez-se aclamar rei nas cortes de Tomar, e por cá ainda estariam se os espanhóis não fossem bastante diferentes dos portugueses.

Alguns nobres e parte do clero continuaram a defender a união, mas logo que os conjurados expulsaram os Governantes espanhóis e D. João IV ocupou o trono, este mandou prender uns e matar os mais renitentes. Tratou de preparar um exército para esperar os espanhóis que voltariam. Voltaram, mas levaram tantas, que em 1668 resolveram fazer as pazes pelo tratado de Lisboa.

Tudo está bem, quando acaba bem. Agora os espanhóis invadem Portugal na Semana Santa e durante todo o Verão passam pela Figueira da Foz, Porto, Lisboa e Algarve. São sempre bem recebidos.

Nós amamos nuestros hermanos, mas cada um em sua casa.

Aproveite o dia para estudar o Windows10 e tirar melhor rendimento do seu computador.

Se sair não se esqueça da máscara.

 

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C.S

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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2020

Robótica, o futuro do ser humano

Depois da pandemia, o bem estar do ser humano.

Acredito firmemente que a humanidade compreendeu finalmente que o mundo que habita é o Éden, o Jardim das delícias, onde todo o trabalho sabe bem.

O trabalho duro, exageradamente cansativo será entregue a robôs, cada vez mais aperfeiçoados para os quais a construção de edifícios, a limpeza das ruas, a construção das grandes máquinas será uma brincadeira de crianças, necessária à saúde dos robôs. Quanto mais trabalho tiverem, melhor todos os seus componentes duram sem reparações.

Portugal, onde o gosto pela invenção é notável, em vez de se lamentar por tudo quanto acontece neste pandemónio pandémico, deve especializar-se e aumentar a produção de robôs segundo as necessidades das obras públicas e particulares de modo a libertar trabalhadores para os diferentes ramos de cultura onde o ser humano alarga inteligência e prazer.

Todo o mundo vai seguir esta linha.

O ser humano nasceu para viver feliz desde que chega ao mundo.

O Corona veio virar a página dos últimos cinquenta mil anos.

A riqueza e a pobreza terão de passar a ser conceitos ultrapassados porque os Estados se encarregarão de subvencionar as pessoas para estudarem e desenvolverem o pensamento a favor do bem-estar da sociedade.

Podem pensar que isto é utopia sem pernas para andar. Falaremos nos finais de 2022. Veremos quem tem razão.

Pense no assunto. Há quase sete biliões de pessoas que vivem mal, uns quatro milhões razoavelmente e uns dois mil muitíssimo bem, onde estão inseridos os multi-multi milionários donos da loucura.

Fabricar dinheiro às toneladas terá de ter como finalidade todos os países do mundo e não uns tantos que passam a vida a fazer guerras e ameaças.

Os robôs têm trabalho assegurado para mais uns milhões de anos. O ser humano ou aceita o novo desafio ou não irá muito além da uma ou duas dezenas.

O mundo ou estoira ou se regenera totalmente.

Enquanto por cá anda não se esqueça de colocar a máscara.

 

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C.S

publicado por regalias às 15:04
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Domingo, 29 de Novembro de 2020

O mistério já explicado

Como as perguntas são muitas, as repostas são difíceis e o tempo é pouco, vou, mais uma vez, voltar a um assunto complicado.

O Universo começa há perto de 14 biliões de anos por uma explosão causada por aquecimento e despoletada pelo seu átomo Criador.

Ao libertar toda essa imensa força ela expande-se através de feixes luminosos que vão criar tudo quando existe, desde as pedras, às árvores, aos peixes; tudo, desde o mínimo ao máximo, desenvolvidos durante milhões de anos, mas criados de uma só vez.

O ser humano como hoje existe não tem mais do que algumas dezenas de milhares de anos, apesar de, como referi, ter sido criado de uma só vez. Ele foi evoluindo. Por tal motivo todos estamos ligados uns aos outros. Aquilo que acontece de bom ou mau quase sempre tem a ação do ser humano.

O milagre não existe. Aquilo a que chamamos milagre é fruto da ligação entre dois seres humanos, a quem a força Criadora os ligou a si por dois espíritos e que o desejo de um e a força do outro pode curar ou modificar. A força principal conhece pensamentos e aquilo que vai acontecer.

Jesus Cristo foi uma dessas forças. Ele não era Deus. Para simplificar, ele era um profeta com poderes, como muitos outros foram depois dele.

Por isso ele se referia ao Pai, o verdadeiro Criador. Um único Deus para todas as religiões, mas que cada uma lhe arranja um nome e as guerras existem.

Todos saímos da Luz inicial, que à medida que passa a matéria se integra na sua espécie, a condiciona e a modifica.

As perguntas foram tantas e tão diversificadas que terei de selecionar o que é de mais fácil entendimento para conversarmos enquanto o Corona nos obriga a estar em casa.

Se sair não esqueça a máscara.

 

Anterior “Produzir e poupar”

C.S

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Sábado, 28 de Novembro de 2020

Produzir e poupar

Depois de vários avisos a este mundo de loucos, está perto o dia do juízo final se não tivermos juízo.

Por todo o lado os gastos subiram escandalosamente, enquanto os pobres continuaram tão ou mais pobres do que estavam.

Embora seja chato dizer isto, o Corona veio tentar salvar a humanidade travando os excessos e forçando o ser humano a humanizar a vida que deve diferençar-se dos animais selvagens com a agravante de possuir armas e de contaminar todos os lugares com dejetos imundos e tentar sufocar o Universo através da poluição do ar.

Todos os dias oiço gente a gritar por Salazar. Salazar aqui não podia fazer nada. A loucura é universal. Ele conseguiu salvar Portugal e acabar com os milhões de piolhos, percevejos e pulgas que infestavam o país porque tinha pulso firme nas decisões que tomava sempre a favor de Portugal e dos Portugueses fossem eles brancos, pretos ou vermelhos.

Sabia que a comida era o bem essencial e, para que isso nunca faltasse, António Ferro produziu o Slogan: “Produzir e poupar manda Salazar”. A produção aumentou imenso e ninguém negava auxilio aos mais carenciados.

O Corona apela à contenção para que o fogo da morte não atice a extinção.

Coloque a máscara e poupe para ajudar quem precisa de entender que é através do estudo que a pobreza ajuda a enfrentar todos os vírus humanos, insensíveis ao amor e à fraternidade sã e limpa.

 

Anterior “Daqui a mil anos quero ser Economista”

C.S

publicado por regalias às 10:48
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2020

Daqui a mil anos quero ser Economista

Acredito, por experiência e não por sonho ou leviandade, que temos dois espíritos que vivem em nós; um desastrado e irrefletido, o outro competente e fraterno.

Quando depois de várias sessões em Portugal e não condicionado, por investigadores em Paris, com quem tinha trabalhado, me certificava sobre a veracidade deste mistério que nenhum médico tinha encontrado na ponta do seu bisturi, e ter a certeza que os espíritos regressam à luz inicial, insistí com um grande amigo meu que nos acompanhasse em mais um teste. Ao princípio rejeitou, depois foi e não aconteceu nada. Ele gozou-me, chamou-me aldrabão; e nas muitas discussões sobre variadíssimos assuntos, quando se sentia perder, lembrava-me sempre o acontecido e ria.

Quase dois anos mais tarde voltei a convidá-lo. Recusou. Mas tanto insisti que ele foi, depois de eu lhe ter proposto fazer um chamamento ao seu próprio pai, que eu nunca tinha conhecido.

Resumindo: mais valera que não o fizesse. Ele ao ver começar a refletir a imagem do pai num enorme vaso de água que eu tinha na quinta da Barquinha, caiu redondo e veio a falecer, ainda muito jovem por causa da perturbação que tinha sofrido.

A partir desse momento jurei nunca mais mexer neste assunto. Sabia o suficiente para ter a certeza que, Criador havia só um, a quem se podia chamar Deus, e a quem eu no livro “Salazar vítima da ignorância” apelidei Deus do Acaso só para terminar a obra que escrevera sobre forte irritação pois estava a ver o caminho desastroso que o País estava a levar.

Ontem, ao ouvir as discussões sobre o Orçamento do Estado para 2021, mais me convenci que tinha de me especializar em cargos e assuntos políticos; a sua utilidade ou inutilidade. Como já estou velho resolvi guardar para o regresso o espevitar das competências em matemática e em economia.

Tanto António Costa como Rui Rio me pareceram cheios de razão. O único que contínua a sofrer é o povo Português.     

Note: depois de muitos anos de ter regressado ao Criador inicial, uns voltarão ao mundo existente. Os que não prestam desaparecem.

Ponha a máscara.

 

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C.S

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020

O 25 de Novembro ou a Revolução das meias tintas

Se nunca foi celebrada a Revolução do 25 de Novembro foi porque ali havia gato.

Ontem, enquanto ouvia o programa da Antena1, entre as 23 e 24h “E Deus criou o Mundo” e segui para o programa “Visita Guiada” entre a Meia Noite e a uma da manhã fui revendo todos os acontecimentos do 25 de Novembro. Cheguei sempre à mesma conclusão: o Partido Comunista tendo perdido, fixou muitos dos seus elementos em organismos do Estado, Câmaras Municipais, cooperativas e outras instituições, conseguindo dessa maneira prosseguir a destruição do Portugal organizado e democrático que Marcello Caetano garantia, em poucos anos, tornar semelhante à Suíça e que só a descolonização impedia.

Melo Antunes teve a habilidade de enrolar todos os seus companheiros de armas e fazer a vontade ao asqueroso Cunhal, seu amigo. Entregar à URSS as colónias portuguesas sem cuidar de saber se os povos ficavam beneficiados.

Pondo ponto final a esta constatação voltei-me para a “Visita Guiada” e recordei como eram bem diferentes os vultos da nossa História desde Afonso Henriques, Nuno Álvares Pereira, Afonso de Albuquerque, Vasco da Gama, D. João II,  Marquês de Pombal, Camões, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Salazar e Marcello Caetano.

Portugal está moribundo. O cangalheiro pode ser o Costa ou o Marcelo. Já ninguém se importa com coisíssima nenhuma. O corona contínua à solta como os alarves ignorantes instalados do PC que fazem propaganda ao veneno que os filhos irão ingerir. Os netos, débeis e rotos, serão os grandes sofredores.

Tudo está bem quando acaba mal e depressa.

Coloque a máscara para fazer frente aos outros mascarados e ao vírus que tenta pôr ordem na casa.

 

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C.S

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Terça-feira, 24 de Novembro de 2020

Para que ninguém esqueça e se iluda

Por mais que os pregoeiros se esforcem por evidenciar as virtudes do 25 de Abril de 1974, ele ainda não passou de um “Manicómio em auto-gestão”, como Portugal era classificado por todos os países da Europa devido à fraqueza dos governantes que cedem a todos os disparates sem pensar verdadeiramente nos interesses do povo.

Depois dos Governos de Cavaco Silva, melhorou um pouco.

A corrupção afundou-o no Governo de Sócrates. E ela é tanta que o dinheiro acumulado pelos gananciosos daria para pagar toda a nossa dívida ao exterior.

O 25 de Novembro de 1975 começa uns dias antes, quando militares mais moderados descobriram uma intentona para ocupar o poder e aí ser instalada uma Democracia Popular, vulgo Ditadura da Ignorância.

A ideia acelera quando o Almirante Pinheiro de Azevedo, Primeiro Ministro do VI Governo, depois do saque à Embaixada de Espanha pela Extrema-Esquerda e o Cerco à Assembleia Constituinte, resolveu, em 19 de Novembro, declarar o Governo em greve.

O Grupo dos Nove, assim conhecido por serem nove os militares, resolveram que não podiam deixar avançar os mais violentos, manipulados pelo Partido Comunista.

Apesar de em menor número e com menos armamento; dirigidos pelo Tenente-Coronel Ramalho Eanes e o operacional Jaime Neves decidiram atuar de imediato, quando os pára-quedistas já tinham tomado todas as bases militares.

Em 24 de Novembro, o povo, sem que os militares moderados soubessem, tinha montado linhas de defesa e contra-ataque entre Rio Maior, Santarém e Tomar.

Para que ninguém esqueça ou se iluda sobre aquilo que Portugal tem sofrido desde há 46 anos a esta parte, o povo, em 2007, deu a resposta e desmascarou estes benfeitores, ao eleger Salazar, o maior Português de sempre. Mas eles fizeram que não entenderam e tentaram dar umas desculpas esfarrapadas e mentirosas.

É tempo de deixar de falar em Ditadura do Estado Novo. Houve Ditadura Militar entre 1926-1933, que terminou quando da Constituição deste mesmo ano. A seguir o Estado Novo para defender o Povo foi, sem dúvida, um Estado com autoridade, e por isso o seu sucesso; mas nunca um Estado Totalitário.

Andar com paninhos quentes a apaparicar Comunistas e Bloquistas é um erro do Marcelo e do Costa.

Lavar a cabeça com sabão a semoventes é perder tempo, paciência e dinheiro. Eles, a elite de penico, não entende.

Coloque a máscara. Não facilite.

 

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C.S

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