Segunda-feira, 10 de Maio de 2021

António Costa, o Navegador

Os Oceanos são sangue de Portugal. António Costa, tal como D. Henrique vai lançar as caravelas e salvar o mar para salvar o mundo.

É incompreensível que países evoluídos e prósperos ainda não tenham compreendido que tão ou mais grave que a pandemia viral é a epidmia da porcaria lançada nas águas dos mares e, em cada dia, toneladas de detritos afoguem as águas dos Oceanos e matem lentamente a vida.

António Costa resolveu meter ombros a uma tarefa impossível.

É isso que os portugueses gostam: tarefas impossíveis.

De um torrão fizeram um País. De uma invasão fizeram uma Aljubarrota. De um mar cheio de monstros e de segredos fizeram um campo aberto para o encontro com novos povos e novos desafios.

António Costa percebeu que Portugal tinha de voltar urgentemente ao mar para o salvar e salvar a humanidade.

Fale primeiro com as Universidades portuguesas. Oiça o que lhe têm a dizer sobre os enormes gastos para encontrar uma vacina que reduza os detritos a pó ou a cinzas em fábricas no meio das montanhas de lixo marítimo e o transporte de novo húmus para fertilizar os campos longe desses cemitérios que a água dos Oceanos já não consegue engolir.

Nestes quase dois últimos anos, os países juntaram-se para encontrar biliões para uma vacina salvadora que enfrentasse um vírus sem peso. Agora é só colocar biliões para eliminar montanhas de lixo e morte com muito peso.

Tudo fácil. Acredito em António Costa.   

Coloque a máscara. Os portugueses sempre gostaram de imaginar, de inventar, de resolver. Este é um bom momento, a pandemia ainda não terminou e o confinamento aguça o pensamento.

 

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C.S

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Domingo, 9 de Maio de 2021

A ignorância mata a vida

O assassinato de mais de 50 jovens raparigas em Cabul pelas bestas humanas, com forma de homens, revela bem, o atraso dos animais, em parte por culpa dos racionais que em vez de aplicarem o dinheiro em benefício do ensino e da educação, o fazem em guerras, em destruição, em ódio.

A mulher é o símbolo da vida. É a flor mais suave do Universo. Haverá uma ou outra que serão verdadeiras megeras. Mas são um número ínfimo e sem qualquer significado.

Ao afirmar que a ignorância mata a vida. Em primeiro lugar refiro-me, sem dúvida, à morte da mulher que é quem a reproduz, mas também me refiro à ignorância, falta de saber e de conhecimento.

Eu próprio fiz de mim uma cobaia, umas vezes por acaso, outras por querer.

Falo de mim, não por vontade, mas por obrigação, para dizer aos outros por que fiz isto ou aquilo que aparentemente parece um erro e eu o cometi.

Eu fiz para que os atos sejam pensados e o ser humano não volte a ser arrastado para situações semelhantes.

Na Assembleia da República, 1976-1979 eram votados, constantemente, votos contra ou a favor de outros países. A partir do terceiro ou quarto avisei, o Presidente do Grupo Parlamentar, Adelino Amaro da Costa, que passaria a abster-me ou a votar contra tal idiotice.

Claro que um deles teria de dar em escândalo.

Eu conhecia bem Espanha, desde a miséria, a tristeza, as lágrimas e as dificuldades, até ao renascimento e à pujança. Admirava-lhes o esforço e os sacrifícios para alcançarem um bom nível de vida. Mas há sempre quem discorde e, em vez de reclamar, matar.

Alguns dos assassinos foram presos e enforcados.

A Assembleia da República imediatamente fez um voto contra o Governo Espanhol. Dos 262 Deputados, só um foi a favor do Governo Espanhol. E porquê? Porque os assassinos só se combatem com as suas próprias armas. Ou é obrigatório sermos vítimas de criminosos que fazem vida dos assassinatos?

A partir desse momento o saudoso Adelino Amaro da Costa, Homem puro e muito inteligente declarou que o CDS não voltaria a votar votos a favor ou contra, pois o Povo Português tinha assuntos urgentes que eram preciso resolver.

A ignorância mata a vida se nós não a conhecermos. O prazer imenso entre um homem e uma mulher é feito de sensações, de saber de conhecimento.

A felicidade é o conjunto de saberes que dá ao ser humano, a força dos deuses.

Coloque a máscara. Confine mais uns tempos. Aproveite a Internet para saber onde fica o Afeganistão e em que parte do país se situa Cabul onde foram assassinadas as jovens.

 

Anterior “Radicais Livres ou Radicais do riso?”

C.S

publicado por regalias às 08:28
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Sábado, 8 de Maio de 2021

Radicais Livres ou Radicais do riso?

A Antena 1 tem alguns programas razoáveis, até bons.

Eu tinha deixado de ouvir os Radicais Livres. O anterior auxiliar do Nogueira Pinto era intragável. Ao falecer, foi substituído por outro social-fascista Comunista, o Tadeu, para fazer companhia ao assumido fascista Nogueira Pinto.

Os temas de conversa, normalmente são agradáveis, só que uma boa parte daqueles que os ouvem não os entende. O Nogueira Pinto, deixa muitos hiatos no ar. Quem não tiver o traquejo dos assuntos históricos, escapam-lhe.

O de hoje, apesar do muito riso, entendeu-se a 95%.

O Nogueira Pinto e o Tadeu são homens inteligentes. O Tadeu esforça-se por estudar a lição.

No meu tempo de Assembleia da República, só gostava de duas pessoas do Partido Comunista, a Talhadas e o Vital Moreira, que uma vez me serviu de desculpa perante o Deputado Almeida Santos que presidia a uma Comissão.

Eu cheguei atrasado por causa do trânsito e o Almeida Santos não parou de me azucrinar a cabeça, gozando as minhas reações; até que me lembrei desta: “o problema é mais grave do que pensa”.

- “Grave!- Sibilou o carrasco, afiando o dente.

- Grave e secreto, disse eu balbuciando, para dar à cena um tom dramático.

O Almeida Santos não perdeu a deixa, e não largou o osso até eu confessar:

- É que acabo de vir da sede do CDS com a missão de contratar o Vital para o nosso grupo.

Julgo que o único que não achou graça foi o Vital Moreira, todos os outros riram a bom rir e o Almeida Santos, sempre que me encontrava, falava-me no assunto.

Esta história verídica é quase como o riso dos Radicais. O Vital até a pode confirmar, Mas cortei a sequência sobre o que estava a dizer.

Oiço todos os sábados os “Radicais Livres”. Muitas vezes massacram a paciência do ouvinte.

já por duas vezes os deixei a falar sozinhos.

Os Comunistas são abusadores. Vejam como eles ocupam os espaços da Antena 1 com comentários de toda a espécie só para lembrar o Partido Comunista, que toda a gente séria quer esquecer.

O Nogueira é o único anjinho que lhes apara o jogo, e ri.

Coloquem a máscara. A Sputnik ainda não chegou a Portugal.

 

Anterior “Árbitros desmascarados pelo Vídeo”

C.S

publicado por regalias às 13:03
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Árbitros desmascarados pelos vídeos

Telefonou-me ontem um amigo a perguntar se tinha visto o Benfica-Porto. Não tinha. Depois de vários desabafos nada lisonjeiros para a maneira como o árbitro tinha conduzido o desafio, disse-me que estavam a organizar uma exposição para o Tribunal Europeu e se eu queria assinar. Respondi-lhe que estava mais preocupado com a Cimeira e com a pobreza em Portugal e no mundo do que em futebóis.

Fez mais umas considerações sobre o assunto e desligou, aborrecido comigo.

Eu conheço-me. Sei que sou muito desagradável quando começo a compreender os assuntos e vejo a maneira leviana como se podem incendiar multidões, ao mesmo tempo que tudo fica gravado e não há possibilidade de ser desmentido.

Voltei a desinteressar-me pelo futebol apesar de sentir que me fazia bem e me descontraía neste tempo de pandemia que me confina. Mas, pesando os prós e os contras, verifiquei que não valia a pena. No final ficava mais incomodado, sempre por causa dos árbitros.

Espero que meditem bem no assunto. Logo que os Campos voltem a estar cheios de adeptos, os árbitros não vão ter vida fácil. A tragédia pode acontecer num esfregar de olhos.

Coloque a máscara. A liberdade é uma faca de dois gumes. É preciso muito bom-senso para se usar a favor de tudo e de todos.

 

Anterior “Extinguir o SEF seria um erro muito grave.”

C.S

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Sexta-feira, 7 de Maio de 2021

Extinguir o SEF seria um erro muito grave

Punir um erro com outro erro é inaceitável.

A seguir ao 25 de Abril, os erros foram de tal maneira inacreditáveis que só se compreendem pela estupidez ou medo de quem os deixou praticar.

A partir dos meus 14 ou 15 anos nunca mais tive qualquer simpatia pela polícia por me ter multado (10 escudos, 5 cêntimos) por estar a fazer barulho às 2 ou 3 da manhã, com mais 4 ou 5 amigos.

Com aquilo no pensamento, passados 11 anos, quando publiquei o meu segundo livro “Tu cá, Tu lá” encontra-o na Internet, aproveitei a ocasião para dar uma ferroada nas forças de segurança.

Quando chegou o 25 de Abril, facilitado por Marcello Caetano, tinha 39 anos. A minha simpatia pela polícia mantinha-se inalterável, mas quando eu e outras pessoas vimos 4 polícias serem cuspidos por 4 jovens com mais de vinte anos e eles não reagirem, percebi que aquilo não podia suceder. Esqueci o agravo e Imediatamente me ofereci para dar lições de Francês e Inglês na Secção da Polícia de Tomar. A Ideia era e foi incitá-los também a manter a ordem pois teriam o apoio da população. No dia anterior, os arruaceiros, tinham desarmado um polícia e tirado a arma, que nunca mais apareceu.

O SEF é essencial para o trabalho que lhe está destinado,

Se Eduardo Cabrita teimar no erro, deve recordar que aqui há anos, também foi cortada a cabeça a um português. São situações de stress tão intenso, que a tragédia acontece sem os que estão no barulho nem se apercebem do erro que cometem.

Na Assembleia da República tive oportunidade de dizer que no Antigo Regime eu era muito mais livre em Portugal do que nos outros países Europeus, isto na sequência de ter escrito aos Militares dizendo-lhes que estavam a ser enganados. Em vez de me agradecerem. Mandaram-me para tribunal, casa onde nunca tinha entrado e sujeito a vários anos de prisão, coisa que também nunca tinha acontecido.

O saudoso Vasco da Gama, quis-me salvar. Mas eu gosto de assumir o que digo e dei o corpo às balas.

Esclareço que não conheço nenhum Inspetor do SEF, nem qualquer funcionário, mas falo por ter seguido os processos de uma Chinesa, de um Nepalês e de um Paquistanês, a quem ensinei português.

Verifiquei que foram sempre atendidos com a máxima correção.

Eduardo Cabrita pense, para não ter de se arrepender por ter mal servido Portugal.

Coloque a máscara.

 

Anterior “Portugalês salvou o futebolês, travou a pandemia”

C.S

publicado por regalias às 08:11
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Quinta-feira, 6 de Maio de 2021

Portugalês salvou o futebulês, travou a pandemia

Antena 1 tem alguns programas interessantes, recreativos, desopilantes.

O Portugalex é um deles. O portugalês do JJ é iman.

Eu tinha deixado de ouvir e de ver futebol, talvez por volta de 1955. Vi o Coluna pontapear um jogador do Futebol Club da Covilhã, que estava caído. Aquilo impressionou-me de tal maneira que só há uns meses atrás voltei a ouvir relatos de futebol e logo, por azar, com erros graves do árbitro.

Felizmente que oiço o Portugalex, umas vezes muito bom, outras uma portugaria com o exagero do “tenha a noção” que não tem qualquer piada.

O Jorge Jesus quando bem imitado salva a casa. Vamos ver se ele hoje se consegue salvar das garras do Dragão.

Salve-se ou não, esperemos que o Pinto apareça no Portugalex. A sua voz também é castiça e está bem imitada.

Resumindo: o futebol que não tem flores que se cheirem no campo dos Conselhos de isto e daquilo e mostra serem péssimos em isenção, têm alimentado o teatro e distraído os ouvintes e os telespetadores que, saturados de vírus e confinamento foram salvos pelo inesperado das decisões do Conselho da Indisciplina e pelo gozo anti vírico que provocaram.

Coloque a máscara. O campeonato ainda não acabou e o vírus anda por aí.

 

Anterior “Sporting e a Comissão da indisciplina”

C.S

publicado por regalias às 08:55
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Quarta-feira, 5 de Maio de 2021

Sporting e o Conselho da indisciplina

Confesso desde já que não percebo nada de futebol e que me é indiferente que um clube ou outro ganhe.

Mas desde que uma vez ouvi um relato de futebol e percebi perfeitamente que o árbitro tinha errado escandalosamente, era um tal Godinho ou gordinho que prejudicou o Sporting, percebi ainda melhor isso pelos comentários dos comentadores, comecei a ouvir, mais do que a ver, por causa da vista, jogos e até verifiquei que me faziam bem para regular os efeitos da pandemia.

De jogo a jogo percebi perfeitamente que o Sporting era o Clube a abater. Por que ía na frente? Por que aqueles que mandam no futebol não queriam? Porque há muita corrupção em jogo? Não sei, nem me interessa. Mas compreendi bem que o Sporting estava a ser atacado de todas as maneiras para ser destronado da possível vitória. A parte psíquica é destilada com todo o descaramento. Quem faz isto, não tem consciência do que pode suceder.

Hoje, quando ouvi na Antena1 que o treinador do Sporting tinha sido mais uma vez castigado e que por isso não poderia estar presente no jogo, acho que contra o Rio Ave. Mesmo depois de já ter escrito e publicado o meu Blogue diário não resisti a dizer duas ou três palavras sobre o assunto. E uma delas é: cuidado. Tudo pode redundar em tragédia devido à estupidez desses conselhos de indisciplina que a provocam inconscientemente.

Depois de ouvir o próximo jogo e assim que tiver tempo e estiver melhor informado, voltarei a dar a minha opinião. Para já estou grato ao futebol. Esta pandemia estava a dar cabo de mim, a ficar indiferente. Arrebitei.

Coloque a máscara. Não é por causa do cheiro que estes assuntos destilam. É por causa dos vírus que ainda continuam por aí.

 

Anterior “Se difícil é o caminho, maior prazer dá o conhecimento”

C.S

publicado por regalias às 13:38
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Se difícil é o caminho, mais prazer dá o conhecimento

O que aconteceu de repente em Portugal foi a destruição da agricultura com a ocupação e roubo de um milhão e duzentos mil hectares de terras pelos assaltantes Sociais fascistas e a imediata venda de gado e alfaias agrícolas que aí se encontravam, a destruição total do tecido industrial e a tentativa de obliterar mentalidades através da mentira e do engano para espalhar a ignorância e a imbecilidade através da Comunicação Social controlada pelos Comunistas dirigidos pelo infame, sem escrúpulos e traidor, Cunhal, o maior social-fascista saído da URSS, que para esconder as suas maléficas características impôs aos seus néscios camaradas que insultassem os portugueses chamando-lhes fascistas.

Os militares da revolução do 25 de Abril fingiram que não entenderam serem eles os visados, pois foram os únicos que sempre apoiaram os Governos no antigo regime.  

Os Governos seguintes cederam sempre a exigências escondidas por uma Democracia de infames cujo único interesse era desmotivar e enfraquecer o Povo Português para depois ocupar o poder.

Quem estudar estes 47 anos de medo, loucura, hesitação e ódio do vampiro Cunhal, verificará isso mesmo.

Os Governos não tiveram coragem para travar isso mesmo, por esse motivo acabaram com a Censura, que os militares do 25 de Abril tentaram reabilitar, como pode ser comprovado facilmente.

A Demagogia provocou sucessivos estados de pré falência, sempre salvos com enormes compromissos com o FMI e mais tarde pela União Europeia.

Esta situação tem-se mantido porque é alimentada por um conjunto de oportunistas, com ar de sonsos, mas altamente amestrados. Dominam as redes Sociais, dão uma no cravo e outra na ferradura, mas sempre puxando a bagagem para o seu lado.

O povo começa a olhá-los de esguelha e a conhecer-lhes o jeito.

Os Portugueses são um osso duro de roer. Altamente inteligentes parecem desinteressados do ter, mas quando o exagero lhes chega ao nariz, tanto Sociais fascistas como os outros oportunistas bem podem encomendar as malas.

O prazer de enfrentar as grandes dificuldades, aguça o prazer para as resolver.

Coloque a máscara. É tempo de voltar ao trabalho.

 

Anterior “As desigualdades na Europa”

C.S

publicado por regalias às 08:14
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Terça-feira, 4 de Maio de 2021

As desigualdades entre os Europeus

Um dos assuntos, durante anos, sobre que mais pensei e estudei foi a maneira como Salazar conseguiu resolver o gravíssimo problema da miséria que tinha passado da Primeira República, 1910-1926, para a Ditadura Militar, 1926-1932, e que Salazar conseguiu reverter a partir da Constituição de 1933 e do Estado Novo, ou seja da Segunda República que durou até 1974.

Com muita dificuldade e grande contenção de despesas, Salazar conseguiu reerguer o País.

O Povo, depois do 25 de Abril e depois de todas as mentiras propaladas contra ele pelos Sociais-fascistas e outros ignorantes, Salazar foi proclamado o maior Português de sempre por ter superado aquilo que parecia impossível. Dar paz, segurança e comida a um povo desesperado.

Salazar e Marcello Caetano tiveram sempre como objetivos integrar Portugal na Europa como um dos países mais prósperos e dar às Colónias os meios para elas singrarem sem quaisquer problemas. Salazar criou a Casa do Império com essa finalidade. Criar quadros competentes para os nativos desses países os dirigirem.

Promessas tentadoras e enganadoras a esses jovens fizeram que eles saíssem de Portugal. Mais tarde depois do desastre de 1974, Mário Soares impõe a Descolonização Exemplar. O resultado foi uma verdadeira catástrofe. Moçambique continua a ferro e fogo, podendo tudo ser diferente.

A Europa rica onde nos integrámos continua também a ser a Europa das desigualdades, sem eu perceber qual o motivo porque aceitam o papel do Dólar Americano e não fazem um papel idêntico em Euros e automaticamente Portugal passaria a ter a sua população com níveis económicos iguais ao de toda a Europa.

Isto dito assim parece demasiado simples. Mas os economistas, exceto aqueles que se fingem de parvos, não percebem que eu me refiro ao dólar apoiado em petróleo em vez de suportado pelo padrão ouro.

Por que não faz a Europa, algo semelhante, e o dinheiro não flui na economia dos Estados?

Acredito que os investigadores das Universidades Portuguesas conseguem dar a solução para o problema.

Coloque a máscara. O trabalho, a imaginação e a inteligência são o melhor antídoto contra todas as pandemias.

 

Anterior “As greves que Salazar não permitia”

C.S

publicado por regalias às 08:14
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Segunda-feira, 3 de Maio de 2021

As greves que Salazar não permitia

O falhanço da Primeira República, 1910-1926, deve-se em grande parte às centenas de dias de greves que ocorreram logo entre Novembro de 1910, com as primeiras greves dos Ferroviários e vão até ao início de 1926.

O Governo de Afonso Costa liberalizou o direito à greve ao revogar o artigo 277 que a considerava um crime por prejudicar principalmente os trabalhadores que impedia de se deslocarem para o trabalho.

O ódio ao Governo aumentou de ano para ano. Às greves seguiu-se o caos, a fome, a miséria e nos Governos, os únicos que viviam bem eram os políticos que, quando foram corridos pela Ditadura Militar, como vingança, impediram o novo Governo de receber um empréstimo da Sociedade das Nações. Isso veio forçar os Militares a socorrer-se de Salazar que lhes explicou o que havia a fazer para resolver aquela situação. Eles não concordaram; ele regressou a Coimbra onde o foram buscar dois anos depois.

Salazar entrou para o Governo como Ministro das Finanças e, com uma grande contenção de despesas. Logo no primeiro ano equilibrou o Orçamento, que até 1974, nunca mais teve qualquer desequilíbrio apesar de todas as dificuldades por que passou e eu já fui tentando explicar em blogues anteriores.

Depois do 25 de Abril, apesar de Marcello Caetano ter deixado os cofres cheios, o Social fascista Comunista, Vasco Gonçalves, ao fim do primeiro ano, já gritava que não tinha dinheiro e, durante estes 47 anos, só uma vez o Orçamento teve Contas equilibradas.

Salazar, quando em 1932 foi convidado para Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro) e ter feito sair a Constituição de 1933 que acabava com a Ditadura Militar, passando o Governo a uma Democracia Orgânica, quanto a mim, muito mais eficaz e benéfica para os trabalhadores e para o povo em geral do que uma Democracia liberal de que os oportunistas e os Sociais fascistas se aproveitaram para destruir tudo o que de bom havia, sem construir nada de útil em sua substituição e atirar Portugal e os Portugueses para a situação confusa, a rondar a miséria, em que se encontra, apesar das palavras de conforto que o Presidente da República e o Primeiro Ministro, frequentemente proferem.

Infelizmente as palavras não enchem o estômago.

Ao sair a Constituição de 1933 e de, no artigo oitavo, estar garantido o Direito e a liberdade de todos os cidadãos. Quando os mais ignorantes tentaram a primeira greve, imediatamente saiu um decreto a proibir as seguintes.

Salazar, como todas as pessoas honestas e sensatas consideram as greves o crime, que só prejudica os trabalhadores e os mais pobres.

Estes 47 anos desta disparatada Terceira República vieram confirmar isso. Os milhões de contos e de Euros que as greves deitaram ao rio sem que fosse aproveitado um cêntimo é uma das razões porque os Governos pouco ou muito pouco conseguiram realizar em comparação com o Governo de Salazar e que Marcello Caetano não desenvolveu mais porque lhe faltava gente. Não havia desemprego. Só os vadios não trabalhavam porque isto não é uma Ditadura que os obrigue a vergar a mola.

Pense no assunto. Coloque a máscara. As ilusões e os bailes estão proibidos. A Democracia sensata, terá, finalmente, começado a funcionar?

 

Anterior “Não há países pobres. Há políticos que não prestam.

C.S

publicado por regalias às 08:08
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