Terça-feira, 25 de Junho de 2019

Ciganos são os únicos seres livres em todo o mundo

Os ciganos nunca reivindicaram qualquer território. A sua liberdade é filha da Natureza.

A Nação cigana é a Natureza. Para viverem pouco mais precisam que o Sol e as estrelas, um pouco de água pura das fontes e um pequeno negócio para sobreviveram em sociedade.

Nos dias de hoje, a sociedade empurra-os para dentro dela. Quere-os iguais, sujeitos à liberdade condicionada que os obriga a ganhar dinheiro.

Os ciganos podem ser seduzidos, mas dificilmente ficam presos à ganância. A liberdade não os obceca pela riqueza.

O ouro não os cega. Entre a liberdade e o dinheiro preferem a liberdade.

Minha mãe, quando saturada pelas minhas traquinices repetia constantemente: “tu não és meu filho. Comprei-te aos ciganos.” Tanta vez me disse isso que um dia perguntei ao meu pai. Ele riu-se. “Não vês que a tua mãe está a brincar contigo. Tu és meu filho. Tens os olhos azuis como eu. Já viste algum ciganito de olhos azuis?”. Nunca tinha reparado.

Esta atração pela maneira como os ciganos viviam ao ar livre deveu-se a eles ficarem muitas vezes numa propriedade da família, terem muitas crianças com quem eu queria brincar, mas os pais chamavam-nos sempre. Nunca me deram muita confiança. Mas se sabia que os ciganos estavam na propriedade, arranjava sempre meio de meu pai me levar até ao local onde tínhamos uma garagem.

O Lelo, da minha idade, 5 ou 6 anos, era o único que aparecia imediatamente. Sentava-se num Chevrolet de 1927 e eu deixava-lhe mexer no volante.

Muitas vezes escrevi sobre ciganos, mas a sua maneira de ser tem tanto de mistério que nunca consegui escrever um livro sobre eles.

Fiquei feliz quando ontem, Dia Nacional da Pessoa Cigana, a Secretária de Estado para a Cidadania e igualdade, Rosa Monteiro declarou, em Tomar, abrir 100 bolsas de Estudo, para jovens ciganos, no Ensino Secundário.

A primeira intervenção na Assembleia da República sobre estes assuntos, fui eu que a fiz, com o Título “A Criança Cigana”.

Comecei por lembrar aos Deputados o seguinte:

Sem esquecer a homenagem devida à heroica persistência na luta por uma vida livre e independente, quase única no mundo, não posso deixar de lamentar, especialmente neste momento, o abandono a que vem sendo votada a criança cigana, para a qual ninguém pensou jamais em infantários, em maternidades, em jardins escolas, nem ninguém quis recuperar e encaminhar na vida”.

Em Tomar tenho pelo menos três ou quatro jovens ciganos que ensinei a ler e a escrever há 7 anos quando tinham entre os 5 e os 9 anos. A Alexandra, o Nando, a Lídia, o Lúcio eram miúdos sempre atentos e aplicados. Tenho imensas fotografias onde eles aparecem concentrados no trabalho que lhes passava.

Felicito a Secretária de Estado, Rosa Monteiro e o Governo, por este apoio a um grupo minoritário de gente muito inteligente, mas que necessita de acreditar em quem o pretende ajudar a ir mais longe do que o saber ler e escrever.

 

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Segunda-feira, 24 de Junho de 2019

As imoderadas exigências das artistas do Bloco

Felizmente que o Executivo travou a aprovação das taxas moderadoras que os Deputados arrastados pelos cantos da sereia Catarina aprovaram.

Só o CDS não concordou. E por que o teria feito? Se essa atitude lhe pode custar uns milhares de votos nas próximas legislativas?

Ninguém me disse a razão e suponho bem que não foi por causa dos mais de 175 milhões de euros que o Governo teria de ir desencantar em qualquer lado para compensar a demagogia insensata.

A razão principal deve ter-se prendido com a avalanche de utentes que acorreria aos hospitais para encontrar as amigas. A grande maioria são mulheres que vão pôr a conversa em dia e depois aproveitam para dizer ninharias aos médicos e receber deles o conselho para lá voltarem.

Daqui a pouco haveria um médico para cada doente.

Os médicos são insaciáveis. Não há Orçamento que os vede.

O meu saudoso amigo Vasco da Gama Fernandes, perante a avidez desta classe, chamava-lhe os tubarões da medicina.

Já contei o episódio com o ex-Presidente da Assembleia da República. Na altura tomei a defesa desta classe. Bem arrependido estou. Julgo que só o fiz porque não gosto de ver bater em ninguém. Democracia é Democracia. Quando havia autoridade sempre gostei de jogar à pancada; apanhei muitas, também dei algumas, mas isso não me fez diferente.

Quando chegou a Democracia demagógica, com todas as mariquices, copinhos de leite e proibição de bater nos maiores safados, respeitei as regras. Minto, só as quebrei no 25 de Novembro, que apesar de não ser militar estava, eu e muitos outros, dispostos a fazer pagar muito caro a libertinagem, os roubos e o caos que o social-fascista Cunhal tinha instalado em Portugal e que ainda hoje subsiste com Bloco, CGTP, Comunistas e outros pobres de espírito.

As taxas Moderadoras servem para travar a enxurrada de utentes que não têm doenças e que enchem hospitais sem necessidade.

Julgam que é mentira o que afirmo, perguntem às clientes mais assíduas. Estou convencido que no meio da risota, confessam a verdade.

É por isso que este povo é adorável. Confessa sem temor o que acontece e não se importa de o declarar.

Costa e Centeno fazem bem. É fundamental travar o despesismo demagógico.

Ouvi o Jerónimo ao lado da Catarina. O homem não chega para ela.

O PC vai ser comido pelas mulheres Bloquistas. Paz à sua alma.

 

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C.S

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Domingo, 23 de Junho de 2019

A saúde mental dos portugueses continua a diminuir

Estou francamente preocupado com Portugal e os portugueses. A sua saúde mental não está nada bem e eu receio ficar contaminado.

Deixar o País está fora de hipótese. Amo tanto ou mais Portugal do que amo os meus filhos. Nele vive a minha família alargada a dez milhões.

Ultimamente só tenho encontrado gente desesperada, stressada e a fazer depressões que alguns médicos se encarregam de agravar com medicação totalmente escusada. Já me convenci que é verdade, o que muitos dos medicados para colesterol, diabetes, depressões etc., tinham afirmado: haviam sido enganados.

Um deles disse-me: agora compreendo porque existem tantos médicos e enfermeiros, eles têm de ter clientela para justificar a profissão.

O 25 de Abril foi a maior desgraça que aconteceu a Portugal. Podia não ter sido. A grande maioria das pessoas recebeu a revolução com naturalidade. Eu que assisti a tudo posso garantir que também não fiquei nada preocupado com a revolução.

Mas fiquei bastante preocupado com a chegada do social-fascista, Álvaro Cunhal, não pela sua chegada, mas por tudo o que começou a acontecer depois de ele pôr pés em terra e contaminar imediatamente os mais ignorantes e os parasitas que aproveitaram a ocasião, para, apoiando o social fascista que falava de fascismo, lançar uma ofensiva inesperada. Poucos tinham ouvido falar de fascismo no regime anterior e a classe trabalhadora que nunca se tinha vergado à ditadura como o social-fascista queria fazer crer, nunca deu sinais de si porque a Ditadura não passava de ordem e autoridade, tal como qualquer Governo faz em todo o mundo.

Sugiro que façam comparação com a maioria de todos os Governos. Com exceção dos Governos Nórdicos, todos os países bem governados tinham o mesmo sistema de segurança que o português.

Quando chegou o social-fascista Cunhal o país desnorteou; os insultos, as provocações, a destruição das Indústrias e os roubos foram o apanágio desse calhorda social-fascista. A partir desse momento, a saúde mental de milhares de Portugueses baixou tanto que nunca mais recuperou, e hoje, passados 45 anos de plena liberdade todos podem verificar que a libertinagem ultrapassou todos os limites.

Basta ouvir o povo de Norte a Sul do País. Depois de todas as injúrias e lamentos pelo que aconteceu a Portugal, só desejam que Costa, Centeno e Marcelo consigam salvar Portugal e os Portugueses, não cedendo a chantagens e a ameaças.

 

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C.S

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Sábado, 22 de Junho de 2019

Greve teatral no país das greves, da fome e desespero

A pandemia grevista continua a infetar o bom senso. Começou com a parasitagem ignorante e está nos bastidores da cultura.

O Governo que tem sido sempre um mãos largas com o dinheiro do BCE sabe que ou mete travões às quatro rodas ou a situação do país e destes boémios às ordens da CGTP vão ter um fim dramático.

A ópera “La Bohème” apresta-se a ser o símbolo do desespero de todos aqueles que ainda não perceberam que a situação do país não comporta greves sistemáticas e que cada um não pode reivindicar mais do que recebe, caso contrário o balão rebenta. Têm de esperar.

O país está pelos cabelos. O Governo tem continuado a adiar uma posição de contenção urgente, mas não vai conseguir. Bruxelas aperta-lhe os …calos e ele, entre a dança e o pão, tem de optar, e deixa de dançar.

A culpa vem do PREC e do videirismo dos Governos.

Democracia é uma coisa, morrer à fome e a dançar com chantagistas, aventureiros e vagabundos é outra bem diferente.

Os artistas da Companhia Nacional de Bailado não podem ficar prisioneiros de meia dúzia da CGTP que influenciam os mais débeis a exigir, o que sem dúvida necessitam para viver, e comparam-se com os vencimentos de outras classes a que os Governos têm cedido.

As greves por mais que a Democracia e a Constituição, ditada no tempo da loucura, da demagogia e do medo, imponha a sua legalidade, elas são um crime quando matam um país para fazer a vontade a Comunistas e outros artistas que têm de arrasar o Governo para ver se as próximas eleições lhes vão de feição.

Estou convencido que elas serão a hecatombe do Partido Comunista e da sua correia de transmissão, a CGTP.

O povo está farto; a vida está cada vez pior e os produtos básicos começaram a aumentar para preços incomportáveis.

Entre cenouras, pão e batatas, o povo deixa os nabos artísticos e procurará a salvação no Costa e no Centeno que têm de travar estas greves despudoradas e insensatas.

Como o vão conseguir? Não sei. Eles é que são os Governantes. Da minha parte seria estultícia estar a dar-lhes sugestões.

 

Anterior “É possível refazer a vida depois dos oitenta? Vamos ver”

C.S

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Sexta-feira, 21 de Junho de 2019

É possível refazer a vida depois dos oitenta? Vamos ver

A expectativa não me deixa grandes esperanças. Aqui há cinquenta anos a genica dos homens de oitenta era bastante diferente dos homens de hoje, quebradiços, desanimados, barafustando, criticando e hesitando.

Alguns de oitenta estão desorientados por aquilo que acontece todos os dias. Nada é bom e as notícias deixam-nos confusos.

O realizador Paulo Rocha, anos antes de morrer e já não podendo suportar todas as desgraças que aconteciam em Portugal e no resto do mundo, deixou de abrir a televisão e de ouvir rádio.

Já contei num Blogue sobre o que vi na sua casa de Lisboa.

António Champalimaud, que ficou sem todos os seus bens a seguir ao 25 de Abril, teve de refazer toda a sua vida a partir dos 65.

Mas 65 anos não são oitenta. Aos sessenta e cinco o homem está cheio de vitalidade. Não há nada que lhe meta medo.

Quando o conheci, além de querer ser Presidente disse-me que desejava ligar o Sul e o Norte de Portugal por barco. Mostrei-me tão entusiasmado e com algumas ideias sobre o assunto que ele me perguntou: você é capaz de escrever tudo o que me está a dizer? Disse-lhe que sim e entreguei umas 10 páginas no escritório que tinha, se não me engano, na Rua Castilho. Ele devia ter desistido da ideia pois nunca mais me contactou.

Relembro estes episódios para comparar idades, mas julgo que mesmo depois dos oitenta e até quase aos cem, desde que a força de vontade não falte e o cérebro não fique afetado pela descrença, o ser humano conseguirá ultrapassar todos os obstáculos.

Ainda há dias ouvi e vi um vídeo com uma conversa entre Siza Vieira e Eduardo Lourenço; os dois estão na linha. Siza com 86, Eduardo com 96 e pensamento claro como água.

É verdade que Siza Vieira está bem diferente do Siza Vieira que entrevistei para o jornal “A Província” quando recebeu o prémio Alvar Alto.

Ainda ninguém falava do assunto. Eu soube no próprio dia por uma querida amiga finlandesa, que estava apaixonada por Portugal. Queria conhecer todos os recantos. Mostrei-lhe tudo.

Nesse dia tive de falar por telefone com Nuno Abecasis. Quando lhe contei o que acabava de saber hesitou e respondeu: “tens a certeza que isso é verdade?”

Nas mulheres acredito tanto como em Deus.

Ele ficou tão escandalizado que desligou o telefone.

Vamos ver se o corpo a partir dos oitenta consegue refazer a vida.

 

Anterior “Portugal adoeceu em 1974 e teve várias recaídas”

C.S

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Quinta-feira, 20 de Junho de 2019

Portugal adoeceu em 1974 e teve várias recaídas

A quantidade de depressões e doenças do foro psicológico que contínua a alastrar pela população que sofre do vírus espalhado por políticos, é inquietante.

Por mais que as centenas que beneficiaram com o aproveitamento da confusão gerada desde o PREC com a destruição do tecido empresarial, dos roubos de um milhão e duzentos mil hectares de terras, a Nacionalização de Bancos, Seguradoras, do incêndio da Embaixada de Espanha, dos assassinatos levados a cabo pelas FP 25, mostram bem que as ações da PIDE, comparadas com o que estava a suceder foram bem menos gravosas ao funcionarem como quaisquer outras Forças Policiais em todos os países do mundo. Comparem-se com a KGB da União Soviética ou a CIA dos Estados Unidos da América e imediatamente se chegará à conclusão que as polícias são necessárias para evitar o que aconteceu em Portugal.

A loucura instalou-se tão profundamente, que Portugal passou a ser conhecido como um manicómio ingovernável.

Aquilo que sucedeu entre 1974 e 1986 contaminou de tal maneira toda a população que os hospitais se encheram subitamente de doentes imaginários, mas que acabaram por adoecer verdadeiramente com Depressões e outras doenças associadas.

Portugal que era um País saudável e feliz passou a ser um Estado gravemente doente e decadente.

No antigo regime os médicos eram poucos. Muitos tornaram-se professores. A clientela não abundava. Hoje há tantos médicos como enfermeiros, e continuam sempre a aumentar e a fazer exigências exorbitantes.

Os doentes em vez de diminuírem aumentam e continuam a aumentar.

Esta situação de confusão geral não beneficia o povo.

Costa e Centeno são a grande esperança dos Portugueses, mas os políticos não querem perder o controlo do seu mealheiro e assistimos espantados à União da Direita e da Extrema-Esquerda para que a situação do país se mantenha por mais 45 anos até Portugal apodrecer desde o Minho até aos Açores e acabar como um pedinte esclerosado que morre ao completar mil anos de Nação independente, engolida pela demagogia e estupidez humana.

Costa, Centeno e Marcelo têm um trabalho imenso a desenvolver. A população está com os olhos postos neles. Se tiverem coragem de enfrentar as aves de rapina que, continua e repetidamente, têm confundido o cérebro dos Portugueses e provocado as doenças que os inibe de avançar na recuperação da confiança, Portugal morre atulhado de médicos, enfermeiros e Políticos.

Quando aparece alguém, de fora, a dizer que Portugal está no bom caminho, ninguém se ilude. São palavras de circunstância e agradecimento por mais uma condecoração.

Costa, Centeno e Marcelo, a decisão vai ser vossa.

A população Portuguesa ainda acredita em alguém que a possa tirar da doença que cada dia mais se espalha.

Por favor, usem a inteligência e a dignidade. Não fiquem na história com o mesmo rótulo daqueles que desgraçaram o país e o continuam a desgraçar.

Salvem Portugal!

 

Anterior “Mais uma vez os EUA a caminho do Médio Oriente”

C.S

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Quarta-feira, 19 de Junho de 2019

Mais uma vez os EUA a caminho do Médio Oriente

Diz um ditado português, com alguma razão: “Tanta vez vai o cântaro à fonte que alguma vez lá deixa a asa”.

Os americanos quando estão aflitos com algum problema, em vez de descarregarem na retrete vão descarregar napalm, bombas e semear o caos e a morte onde calha.

Nos últimos anos, os árabes são o pião das nicas.

Foram os do Iraque, depois os da Líbia e a seguir os da Síria. Agora aprestam-se para despejar a tripa e as bombas sobre o Irão.

Os EUA até nem são esquisitos: pouco se importam que sejam Sunitas ou Xiitas, o que é preciso é descarregar a fúria da incompetência.

Neste caso, a incompetência tem a assinatura das próximas eleições.

Trump vai a elas mais por brio do que por vontade. Subiu ao cume do lugar mais apetecível do mundo e agora não sabe como descer com honra ou se vai incinerar milhões de Iranianos, perder na mesma as eleições e tornar-se igual aos chacais George W. Bush e Obama.

O Bom senso diz-lhe que é um erro muito grave. A mulher e os filhos também concordam que é um erro. Só o genro prefere uma saída em força e se possível com o maior holocausto de sempre.

O genro é judeu. Sofre do miolo. Enquanto não vir Israel destruído depois de ter acabado o seu poder de fogo contra o Irão, não descansa.

Trump acusado de milhentas ninharias está a ser forçado a atacar. Não sabe bem porquê, mas a Arábia Saudita acena-lhe com os contratos de petróleo em dólares e a compra de sucata em armamento.

Foi ali que nasceu Osama Bin Laden, nascido em Riad, amigo transformado em perigoso inimigo e abatido com palmas e vídeo em direto com Hillary Clinton a assistir. Isto não deu à senhora mais votos para o derrotar apesar de quase todas as trombetas da Comunicação Social encherem Trump com o maior número de vícios.

Trump está farto da Casa Branca e, se puder, não vai fazer mais guerras só para encher o ego de alguns e de sangue, muitos milhões.

 

Anterior “Liberdade para sacrificar milhões em benefício de alguns”

C.S

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Terça-feira, 18 de Junho de 2019

Liberdade para sacrificar milhões em benefício de alguns

O ser humano é tão complicado que eu passei uma vida a estudá-lo e chego ao fim sem o entender.

Nasci num País onde a miséria vagueava pelas ruas de mãos estendidas, pé descalço e o corpo coberto de farrapos.

Homens, mulheres e crianças eram o símbolo da tristeza e da fome tanto em Portugal, como em Espanha, como em França.

A fome e a miséria em Portugal tinham nascido na Primeira República, 1910-1926. Espalharam-se pela Ditadura Militar e cobriram uma parte do Estado Novo até 1955, altura em que voltou a alegria ao povo.

Na Espanha e em França, a fome e a miséria eram fruta das infames guerras. A Guerra Civil de Espanha, 1936-1939; e em França com a Segunda Guerra Mundial, 1939-1945.

Ao estudar estas catástrofes e as suas consequências verifico que a imensa China se desse ouvidos aos comentadores mundiais ainda hoje estava envolvida na confusão em que diversos líderes como Sun Yat-sen, Chiang kai-Shek e Mao Tsé Tung a encontraram e tudo fizeram para desbravar o caminho da prosperidade que ela disfruta.

A história é de sacrifício, persistência e sábia paciência.

Com Deng Xiaoping abre-se o mercado Chinês ao mundo. O país nunca mais deixou de surpreender.

Com mais de 1400 biliões de pessoas, o Presidente Yang Shangkun em 1989 não podia tomar outra atitude pelos acontecimentos na Praça Tiananmen ou Praça da Paz Celestial, caso os mortos tivessem sido 200 civis e mais 50 ou 60 Forças da Ordem ou atingissem outro número maior que o embaixador Inglês divulgou.

Mas quem acredita em políticos ingleses que veem o argueiro no olho do vizinho e não veem a monstruosidade cometida no Iraque, na Líbia e na Síria de conluio com os Estados Unidos da América?

Todos lamentamos as mortes, seja de quem for, e por isso os Tony Blair, os Cameron, os Sarkozy, os George W. Bush e os Obama, todos tipos repugnantes, que matam não para proteger os biliões que morrem à fome, mas que tomam a liberdade de os matar para roubar por malvadez e ganância de umas centenas de agiotas.

Liberdade é evitar as guerras e as mortes para proteger milhões. Liberdade não é, quando a demagogia levanta a bandeira dos seus interesses e faz uma chinfrineira descomunal por algumas dezenas.

 

Anterior “Escreva um livro para a posteridade e pense no seu regresso”

C.S

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Segunda-feira, 17 de Junho de 2019

Escreva um livro para a posteridade e pense no regresso

Portugal tem um grande número de ricos que morrem desconhecidos e que trabalharam noite e dia para amealhar sem saber a quem deixar.

Muitos não casaram, outros não tiveram filhos. Desapareceram do mundo como se nunca aqui tivessem estado.

Conheci alguns.

Um deles a quem sugeri a ideia de colocar em livro a sua história, riu-se, disse que havia de pensar no assunto e em resposta encarregou-me de fazer uma sondagem sobre a possibilidade que ele teria de ser eleito Presidente da República.

Já aqui falei neste assunto e por esse motivo só acrescento a ideia do livro.

Fiz na verdade a sondagem e ela era baixíssima. Não tinha quaisquer hipóteses. Ficou muito aborrecido, quase zangado. Uns anos mais tarde telefonou-me e perguntou-me se ainda estava interessado em lhe escrever a biografia. Disse-lhe que sim. Combinámos o mês para o primeiro encontro. Ele faleceu três meses antes, mas deixou a este povo de trabalhadores, de poupados e de ingratos, 500 milhões para uma Fundação contra a cegueira.

Cegueira que leva o ser humano a não ficar para além da morte, contando aos que ficam como foi a sua vida; os erros, as virtudes e os desejos.

E é espantoso como os portugueses são extraordinariamente inventivos e ao mesmo tempo incapazes de reconhecer o seu valor e dizer como fizeram para viver a vida que levaram.

Conheci vários com grande habilidade e intuição que deixaram trabalhos notáveis a que não deram importância.

Dois deles, da mesma família, um desenvolveu duas debulhadoras excecionais para descasque de arroz; outro, numa oficina em França inventou uma chave, que deu origem a uma marca de chaves internacional. O patrão gratificou-o bem, sem ele exigir fosse o que fosse, mas o nome dele não consta como inventor.

Esta modéstia e desinteresse não faz sentido.

O ser humano não é um irracional sem história. O ser humano deve marcar a sua presença neste mundo e…se um dia cá voltar…reconheça na semente que lançou à terra, as suas recordações.

A força, o entendimento e o desenvolvimento do mundo são fruto destas viagens intemporais entre o sonho, o pensamento e a realidade.

 

Anterior “Português, Inglês, Informática, o caminho do futuro”

C.S

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Domingo, 16 de Junho de 2019

Português, Inglês e Informática o caminho do futuro

No século XVI o Português era a língua mais conhecida e falada no mundo. Depois da ocupação espanhola entre 1580 e 1640, foi perdendo estatuto.

Em 2019, o interesse pelo Português voltou a ganhar terreno devido a várias circunstâncias a que não é alheia a globalização e a força do comércio em países como o Brasil, Angola, Moçambique onde a língua portuguesa baila como o Sol encantado, delicado e sensível.

Na China, o ensino do Português nas Universidades aumentou, em mais de duas dezenas. Os resultados são espantosos.

Os chineses orgulham-se pela perfeição do que fazem e do que aprendem.

Há anos que os estudo e cada vez os admiro mais.

Mas a ideia do tema de hoje é dizer aos portugueses que, desanimados com a anómala situação vivida em Portugal e por esse motivo não sabem para onde se hão de voltar que o caminho do futuro está na Informática e em saber Inglês.

Quem sabe Inglês, Informática e Português pode viajar por todo o mundo e arranja emprego com toda a facilidade.

Também tirar um curso num Politécnico ou numa Universidade tornou-se muito mais fácil do que há uns anos atrás.

Os jovens portugueses têm de saber que nada cai do céu. Tem de haver um pequeno esforço para alcançarem tudo quanto desejam e, para isso, nem precisam de se privar dos seus tempos livres.

Eu falo sobre estes assuntos porque fiz imensas experiências, sem me preocupar se elas me eram prejudiciais. Mesmo que o fossem sabia que tinha possibilidades de, trabalhando, alcançar o sustento que me possibilitava o estudo.

Como amo, de maneira obsessiva, Portugal e os Portugueses sinto que tenho de fazer tudo para lhes dizer como podem ser felizes. Uma pessoa é feliz quando alcança tudo quanto deseja e sente que à sua volta reina o bem-estar..

Os portugueses são aqueles que podem ter tudo, porque no país e nas condições que lhes são oferecidas podem voar em todos os horizontes. Têm é de saber pensar e aproveitar as oportunidades.

Antes também podiam, mas era mais complicado porque não existiam as redes de comunicação que hoje existem: Telemóveis, Computadores etc.,

Apesar do Estado estar altamente endividado, a UE tem-lhe servido de capa e por esse motivo o ensino tem apoios que todos podem usufruir.

É isso que vos imploro: aproveitem o Inglês, a Informática e tirem um curso, mesmo o mais simples, mas creditado na União Europeia. O Português, que temos a sorte de falar, abre as portas de todo o mundo e do futuro.

Experimente. Garanto que não os engano, não sou político.

 

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C.S

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