Terça-feira, 7 de Abril de 2020

Em Portugal até os burros são inteligentes

Desde muito novo duvidei das minhas capacidades embora alcançasse sempre o que pretendia.

Naquele tempo a palavra burro era vulgar assim como as sovas dos pais e o incitamento aos professores, pelos progenitores para que lhes carregassem, que lhes arrancassem uma orelha se não soubessem a lição e outros gestos semelhantes próprios daquela época e em todo o mundo.

Mas o mundo evolui; hoje caiu-se no exagero contrário.

As lutas entre os rapazes eram frequentes, agora são bullying, e sempre sujeitas a processos disciplinares. No meu tempo também havia.

Eu fui um dos premiados. Num jogo renhido de futebol, no enorme espaço que fazia parte do Liceu Nuno Álvares, em Castelo Branco, dei uma canelada no meu saudoso amigo José Penha, natural de Alcaíns. Como tocasse a campainha, largámos o futebol e corremos para as aulas. Ao subir as escadas para o primeiro andar.o Zé Penha, atrás de mim, não parava de me ameaçar. Farto de o ouvir, voltei-me e dei-lhe um pontapé; começou a chorar. Andávamos no primeiro ano. Assim entrou na aula. O cónego João, que era bom homem, mas fraca figura, perguntou-lhe: ah, menino porque choras? E a miudagem em coro: foi o C.S que lhe deu um pontapé.

Vais ao senhor Reitor. Ele nunca tinha levado ninguém à temível justiça do Reitor.

Sérvulo Correia tinha fama de ser uma fera.

O Cónego ao ver o Reitor, com grande subserviência disse:

Este menino, o Zé Penha, estava a chorar como uma Madalena arrependida.

- Pode-se ir embora, disse-lhe, secamente, o Reitor. Voltando-se para o Penha: diz lá o que aconteceu. O Penha começou a fazer história; quis interrompê-lo. Sérvulo Correia mandou-me calar e mandou o Zé para a aula seguinte. Sérvulo Correia olhou-me. Tenho de te castigar. Vou dar-te os castigos. Escolhe.

Primeiro, um dia de suspensão das aulas; segundo, um par de bofetadas; terceiro, oito dias à porta da Reitoria, durante os intervalos.

- Oito dias à porta da Reitoria, senhor Reitor.

- Começas amanhã e não voltes a dar pontapés aos teus colegas.

A Reitoria ficava junto do vestiário das alunas dos últimos anos. Quando passavam por mim e o Reitor não estava no cubículo, paravam, davam-me palmadinhas nas faces e nas pernas e quase sempre um beijo.

Eu já começava a espigar. Via-me no paraíso. Passou a primeira semana, passou a segunda, ia no final da terceira, quando o Reitor reparou em mim.

- Que estás aqui a fazer?

- Com ar inocente, respondi num sussurro:

- Estou de castigo, senhor Reitor.

- Ponha-se a mexer, seu malandreco! Pelo rabo do olho vi o olhar feliz do Reitor; ao fundo, as miúdas entre os cabides do vestiário, faziam-me adeus.

Nesse ano cresci quase um palmo, as miúdas nunca mais me saíram da cabeça. Pedi desculpa ao Zé Penha, e paguei-lhe um pirolito, como agradecimento por ter ficado naquele paraíso que tantas vezes me fez perder a cabeça e preferir os romances e as novelas do que os livros de estudo.

Desculpe. Comecei pelos burros inteligentes e nunca mais me explico.

Estes acidentes fazem que muitos pensem que os portugueses são burros. Não é verdade.

Depois de dar muitas voltas na cama decidi fazer-me à estrada, entrei Europa fora, desisti de toda e qualquer riqueza e decidi estudar o ser humano. Assim fiz. Verifiquei que os portugueses não eram menos inteligentes do que os outros povos. Cheguei ainda há conclusão que a maioria dos portugueses prefere o ser (compreender a vida, saborear a vida) ao ter (encher-se de dinheiro).

Quando comecei a dar aulas tive alunos a quem ensinava para fazerem o segundo ano; ou quinto; ou o sétimo; anos terminais, antes do 25 de Abril.

Depois os alunos, com mais de dezoito anos e queriam fazer só o segundo, fizessem o segundo e o quinto-

A seguir convenci alguns alunos a fazer os sete anos do Liceu, em dois anos.

Como era possível eu ter falhado, quando jovem? Afinal tudo é fácil; basta atenção e vontade.

Há um ano licenciou-se um aluno impossível. através do SKYPE, incitei.o a estudar. Em 4 anos, ultrapassou o 12º ano e os três anos do Politécnico de Portalegre, tendo-se licenciado em Serviço Social.

Não há burros em Portugal.

Quando nascemos todos trazemos a semente da inteligência, só é necessário que alguém a desperte.

Salazar compreendeu perfeitamente o povo. A situação calamitosa em que se encontrava, não o desmoralizou. Teve a coragem de convencer os Militares em Abril de 1928, com o País de rastos e sem quaisquer soluções à vista, com a frase “Sei muito bem o que quero e para onde vou”

Costa e Centeno também não podem ter medo do tempo em que nos encontramos, e aqueles para quem é mais fácil falar do que fazer. Portugal têm dez milhões que só precisam acreditar, em quem os Governa, para atingirem os objetivos em que todos acreditam: firmeza, coragem, trabalho e honestidade.

 

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C.S

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Segunda-feira, 6 de Abril de 2020

Afaste-se do Corona, mas não lhe mostre medo

Nunca tive medo de nada. Sempre fui um bocado inconsciente, mas tinha uma certa cautela.

Quando estou muito tempo sozinho, falo comigo, com os livros, com os móveis da casa e peço desculpa, se se lhes dou alguma canelada.

Enfim, um tonto perfeito que conversa com os seres mais pequenos do planeta e se desenvolvem por geração espontânea nas madeiras velhas.

Perceberam? Nem eu. Mas tenho a certeza que são os primos do Corona e lhe invejam o cagaço que ele espalhou por todo o lado e que parece decidido a ficar o tempo que for preciso para acabar com guerras e corruptos que nunca gastarão o dinheiro que roubaram.

O Corona traz uma missão pré-definida, e o Espírito do Acaso, aquele que criou tudo, até as centenas de deuses inventados pelos homens para lhes morigerar os apetites e saciar os deles, que pregam moralidade, que fazem as guerras e outras javardices, que hoje não digo. Guardo-as para quando os sacerdotes destas religiões que têm muito de bom, mas que escorregam muitas vezes, puserem o pé na argola.

Admiro francamente este Corona. Não digo que sou fã dele porque não sou fã de ninguém, a não ser de mulheres inteligentes, sensatas e bonitas.

O Corona veio pôr ordem nesta bagunça de gente desordenada. Eu pecador me confesso, e insisto com o Criador do Acaso para não poupar aqueles que não prestam. Deixe os outros em paz, mas obrigue Europeus e Americanos a devolver os refugiados aos locais de origem, de maneira que tenham casa e horta para se sustentarem.

Digo Europeus e Americanos pois foram os seus chacais que fizeram as guerras.

Hoje não digo o nome dos monstros, mas da próxima vez não hesitarei. E tantas vezes os menciono que, se o Corona, não os incomodar, eles morrerão de vergonha, caso não reponham tudo quanto destruíram e roubaram.

Fico por aqui. Mas apetecia-me referir que não é verdade que o alerta para enfiar material contaminado no lixo indiferenciado foi feito muitas vezes. Acreditem na Ministra da Saúde e na Diretora Geral,.

Quando ouvi, um não sei quantos, a afirmar que os avisos foram constantes, não é verdade e bem deviam ter sido. Eu só os ouvi hoje e estou sempre de lampião aceso para não perder notícias.

Chega! Chega, à distância de metro e meio.

 

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C.S

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Domingo, 5 de Abril de 2020

Acudam aos refugiados Sírios, salvem a Europa

Políticos Europeus e Organização Mundial de Saúde estão no meio da floresta e não veem as árvores.

O Corona passeia-se entre cadáveres vivos e hesita perante a imbecilidade humana.

Primeiro destruíram países organizados, mataram inocentes, humilharam os povos, roubaram-lhes as riquezas, impuseram-lhes as restrições que entenderam e espalharam os sobreviventes pelas sepulturas das tendas onde morrem lentamente.

O Corona nem se apressa a escolher o seu veiculo transmissor. Olha o Mediterrâneo onde apodrecem todas as doenças que ele pode aproveitar. Deixa que os peixes se banqueteiem e transportem o mal que mata a fome e mata a vida.

Ninguém se espevita para saber como combater e vencer o pandemónio. Há-de passar, acreditam os ingénuos.

A Natureza em fúria, olha. Faz ainda um último teste e vê espantada que o homem não enxerga o que tem diante do nariz.

E diante do nariz estão centenas de milhares de Sírios, Iraquianos e Líbios doentes, frágeis; presas fáceis das invisíveis gotículas, que de tão pequenas não têm peso, mas matam.

Contaminarão toda a Europa e o resto do mundo.

O Corona não precisa dos aviões supersónicos. Ele viaja mais veloz que os planetas; que o digam os Estados Unidos da América, onde ele se encontra à procura do Obama que violou todas as leis para destruir a Líbia. a Nação mais próspera de África e onde, agora, tudo é caos, morte, traição e miséria.

A morte da Europa também está para breve se não conseguir fazer regressar aos seus países de origem, Sírios, Iraquianos e Líbios.

O mundo morre, sem honra nem glória, às mãos de um Corona sem pernas nem braços e muitíssimo mais pequeno que o mais pequeno grão de mostarda. Tão pequeno que não se vê à vista desarmada.

E é este Corona que derrotará o homem idiota e fanfarrão se ele não emendar os seus erros, deixar-se de guerras e viver em paz, felicidade e prosperidade.

Acudam aos refugiados Sírios, salvem o mundo.

 

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C-S

 

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Sábado, 4 de Abril de 2020

A Europa arrisca-se a morrer nos braços do Corona

Não queria ser alarmista, mas perante a inoperância e aparente inconsciência do que vai acontecer tenho de GRITAR alertas para aquilo que sucederá logo que a infeção entrar nos campos de refugiados na  Turquia, vítimas dos criminosos Obama, Cameron e Sarkozy que devastaram a Síria e a Líbia com guerras de crueldade e malvadez inexplicáveis, a não ser pela brutalidade dos irracionais e passividade de outros povos que não impediram os massacres.

Já não falo no Iraque, no Bush, no Blair, canalhas incensados pela garotada que Governa o mundo e que o Corona vai desmascarar e matar, caso não consigam fazer voltar aos seus países as centenas de milhares de refugiados que sofrem todos os dias as sevícias do corpo e da alma nos campos da infâmia.

A Turquia, logo que as primeiras centenas estejam infetadas e o vírus se comece a espalhar entre os turcos, não mais conseguirá travar a epidemia. A sua primeira atitude será empurrar os refugiados em direção à Europa, o que é um erro monumental, que só pode ser travado, se a Europa agarrar nestas pessoas e as colocar nos países de origem, em lugares limpos e desinfetados.

Se a Europa não fizer isto imediatamente e as vagas destes refugiados, à força, entrarem pela Grécia, Itália, França, o Corona depressa fará a sua razia. A Europa terá os dias contados.

O plano é urgente. Se os Governantes Europeus não entenderem isto, não entendem nada. Não prestam. Serão pasto da sua estupidez e arrogância.

Políticos e Organização Mundial de Saúde só têm um caminho, tal como atrás está dito: fazer regressar estes infelizes às suas terras sem deixar de tratar todos os doentes infetados pelo Corona que veio por ordem num mundo de loucos inconscientes e gananciosos.

 

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C.S

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Sexta-feira, 3 de Abril de 2020

Aproveite o Corona para rever a tralha esquecida

Lembro-me que fui para os cursos da Mocidade Portuguesa por insistência do meu amigo José Cabaço Neves.

Também não me esforcei muito ao trocar as férias em Espanha pela Rua Almeida Brandão, entre a Basílica da Estrela e o Parlamento. Estava a ficar aborrecido e triste com todas as regalias que meus pais me davam.

Queria alguém que me metesse na ordem.

Pensei que os cursos da Mocidade Portuguesa, durante as férias grandes poderiam modificar esta maneira impetuosa e desordenada de encarar a vida. Melhoraram um pouco, mas eu precisava mais. Precisava de ter ido à tropa. Não fui. No meu tempo, quando fui às sortes, de 42 mancebos, só foi um amigo meu que queria ir para a Guarda Republicana e era obrigatório passar pelo exército.

No entanto, guardo daquele tempo uma saudade imensa e uma camaradagem excecional.

A estadia na Rua Almeida Brandão deu-me, passados muitos anos, uma situação inopinada.

Já não consigo precisar o ano e não tenho aqui comigo os “Diários da Assembleia da República”, talvez 1976, 1977 ou 1978”, onde está o episódio.

O saudoso Deputado Carlos Candal zurzia a bom zurzir o meu querido amigo Francisco Lucas Pires. Eu incitava o Francisco para lhe responder à letra, mas ele, extremamente inteligente, simpático e educado, respondia sempre com punhos de renda, até que Carlos Candal teve a sua frase fatal; disse ao Francisco “...Nesta altura, senhor Deputado Lucas Pires, andava V.Excia de calções na Mocidade Portuguesa”

Pedi-lhe se o podia interromper.

Carlos Candal que era homem bem disposto, sempre pronto ao chiste, com aquele vozeirão que abanava São Bento, voltou-se para mim e disse, mais ou menos isto:

- Que quer o senhor Deputado C.S. Isto é entre mim e o seu colega.

Fiz que não ouvi e perguntei, o mais ingenuamente que consegui:

- Senhor Deputado Carlos Candal, não foi V.Excia que andou comigo no 27º curso de Comandantes de Castelo, aqui perto, na Rua Almeida Brandão?

Carlos Candal disse qualquer coisa, que já não me lembro, e sentou-se.

Na verdade eu lembrava-me de um Candal, mas nem ele nem eu nos lembrávamos um do outro.

Quando uns anos mais tarde nos encontrámos num restaurante do Furadouro onde almoçava e escrevia junto ao mar, Carlos Candal encontrou-me e disse-me: ó C.S, isto é território meu, tem de pedir autorização.

Ficámos amigos. A Mocidade ensinava a respeitar quaisquer diferenças. Éramos todos portugueses. Podíamos discordar uns dos outros, mas a união era sincera e eterna.

Desculpem este desvio que estava no pó do esquecimento mental e eu tinha-me proposto remexer a tralha esquecida pelas gavetas, os cantos da casa e tudo onde os homens põem os seus apetrechos para arrelia das mulheres. Estas perdoam sempre. Os homens são crianças toda a vida.

O Corona veio meter na ordem o nosso esquecimento que, se calhar, um dia mais tarde, iria parar ao lixo, sem lhe termos voltado a por os olhos em cima.

Aproveite pois estas férias forçadas e faça uma limpeza de alto a baixo, sem exagerar como faz a minha neta Filipa, que nem os pormenores deixa em descanso.

Mexa em tarecos que têm anos, limpe-lhes o pó, dê-lhes alguma vida. Leia e releia os velhos jornais e revistas. Agora encontrei umas dezenas do “Século Ilustrado”, muito avançado e desinibido para aquele tempo.

Não os maço mais. As recordações são como as cerejas, vêm agarradas umas às outras.

Vamos ao trabalho, à descoberta, à limpeza, muitas vezes ao sonho. Temos de ficar gratos ao Corona por despoluir o ar, os mares, as nossas casas e as nossas cabeças. Temos ainda de amar mais as nossas mulheres.

O mundo é uma surpresa.

 

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C.S

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Quinta-feira, 2 de Abril de 2020

É tempo de Abril mostrar a sua inteligência

Recebido com naturalidade, o 25 de Abril depressa mostrou imaturidade. O povo acreditou nos militares e duvidou dos políticos. Aqueles foram facilmente manipulados por estes.

O que veio a seguir mostrou exatamente o falhanço de uma Revolução que ao comer a indústria e os campos, comeu a riqueza dos trabalhadores, perseguiu industriais e agricultores, prendeu quem os confrontou com a estupidez do que estavam a fazer.

A Revolução, acarinhada por 90 por cento da população, depressa se esboroou nos apátridas louvados pelo estrangeiro que mais não queriam que transferir as colónias de um País que não as explorava e lhes comia as riquezas, antes as engrandecia e preparava para futuras independências sem alardear as intenções. Revejam-se as cidades de Lourenço Marques e de Luanda daquele tempo, mais o desenvolvimento de Moçambique e de Angola para se compreender bem o que sucedeu e por que sucedeu.

 A Índia, percebeu isso, e em 1961 invadiu Goa, Damão e Diu para que ali não nascesse um novo país.

Os Governantes e funcionários do Estado da Índia, como eram conhecidos os territórios mencionados, eram todos indianos, com exceção do Governador.

Aquilo que os políticos fizeram em 1974-1975, com a ajuda de alguns militares foi uma traição à Pátria tal como estava consignado na Constituição Portuguesa.

É sobre este assunto que nos iremos debruçar em alguns Blogues, para que a história de Portugal não sofra de um lapso, caso os vindouros não acautelarem o futuro e desejarem ser livres e felizes como fomos no Estado Novo, quando a fraternidade e a solidariedade nos arrancou da miséria e do desespero e nos mostrou que os portugueses são invencíveis pelo trabalho, inteligência e cultura.

Tal como Salazar conseguiu o ressurgimento de Portugal em que nenhum país do mundo acreditava, assim hoje, Costa e Centeno podem vencer este vírus e, num golpe de vontade e trabalho, saibam que rapidamente, os portugueses, serão capazes de deslumbrar o mundo com saúde e prosperidade.

Quando os vírus que ainda se mantém na Comunicação social falam contra o sentimento de Pátria e de família para corroer a Orgânica portuguesa, ou se mandam calar ou se enviam para os seus países, onde o fascismo e o social-fascismo começaram.

Não tenha medo, o António Costa, de dirigir o País com ordem e autoridade e verificará que o trabalho fará o resto.

 

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C.S

publicado por regalias às 07:27
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2020

A pequenez do ser humano e a grandeza do Corona

A bestialidade humana, das últimas e iníquas guerras contra o Iraque, a Síria e a Líbia. levadas a cabo pelos monstros virais Bush, Blair, Obama, Cameron e Sarkozy com a corrida aos armamentos e o aquecimento global levou a que a Natureza tivesse de pôr fim a tanto desmando, crime e canalhice.

O minúsculo Corona apareceu no momento exato para evitar uma guerra económica seguida de outra bem mais devastadora. Antecipou-se aos Estados loucos e precipitou a crise.

O mundo cai todo ao mesmo tempo; ninguém sabe como se levantar e fugir.

Os homens, tão valentes e arrogantes nas guerras de destruição e morte, fogem sem saber onde se meter; nem se preocupar com os vírus que, forçando fronteiras, transportam o Corona e o deixam nas morgues da Europa..

A Europa e todos quanto a rodeiam veem desesperados quanto a ganância e a malvadez, dos supracitados cretinos, pôs em causa o destino da humanidade.

Felizmente, que na Sede das Nações Unidas está um português que nem tem medo da morte nem papas na língua. Não tem medo da morte porque sabe que não tem outro meio para enfrentar o Corona que não seja o cuidado e contenção para não se expor ao contacto do que vem colocar ordem num mundo onde os homens se resolveram matar e contaminar a Natureza.

António Guterres não tem papas na língua e aponta os erros do ser humano e as suas consequências caso a arrogância e a estupidez teimem em enfrentar nas ruas, nas praças públicas ou em grandes aglomerados, um ser tão minúsculo, que ninguém vê, mas que os descuidados e os inconscientes transportam, espalham e morrem agarrados aos braços de um Corona, que nem precisa deles para avisar o mundo que é a última tentativa para salvar esta terra de loucos onde só os irracionais parecem ter juízo mergulhando nas águas claras dos oceanos ou nos ares onde a poluição dos grandes barcos ou dos aviões não os voltarão a incomodar até que uma sociedade mais fraterna e igualitária em dinheiro e trabalho compreenda que a felicidade e o bem-estar de todo o ser humano é feito de amor, compreensão, paz e não de miséria ou de guerra.

 

Anterior “O Criador e as suas fúrias”

C.S

publicado por regalias às 06:45
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Segunda-feira, 30 de Março de 2020

O Criador e as suas fúrias

Acredito no Espírito Criador, a que dei o nome de Espírito do Acaso, mas que ao criar-se por geração espontânea, passados milhões de anos transformou Luz em matéria e ligou tudo quanto existe.

Em 2007, ao publicar o livro “Salazar, vítima da ignorância” já mencionei as partículas do Acaso e citava António Vieira e Oliveira Salazar como Homens de bem, a imitar.

Ontem ao rever o meu tremido Russo lembrei-me que tanto a palavra Criação como Natureza tinham a mesma forma; as duas escrevem-se de igual modo. O som é “Sozdanie”, que no alfabeto Russo começa com C, pois não tem o S e o n e o i são o nosso H=n e H=i com o risco do meio inclinado.

A ligação de Criador e Natureza, na mesma palavra, chama a atenção para o Espírito que criou tudo quanto existe e está desiludido com o ser humano. Mais, sentiu que está a ser sufocado pelo ser humano.

As Novas Tecnologias, em vez de salvarem o ser humano da sua destruição, estão a apressar o seu fim, forçando também o Espírito, com as suas desnorteadas ações, a eliminar tudo quanto existe.

O Criador, nestes últimos anos lançou avisos desesperados com Tempestades incontroláveis, fogos, terramotos, Tsunamis. O homem nada quis entender. As guerras tornaram-se mais selvagens e os mais vulneráveis fogem aos milhões para contaminarem os países que os acolhem. São os vírus visíveis. O ser humano contínua sem compreender.

O Criador envia então o seu último aviso, o Corona, muito semelhante ao aparecimento e crescimento do ser humano, quando foi criado como simples bactéria que, durante milhões de anos, evoluiu até ganhar a forma dos nossos dias.

Desde há décadas que estudo o ser humano, me estudo, e me desiludo comigo próprio.

O Espírito Criador do Acaso ganhou pensamento, acreditou no ser humano que evoluiu com dois espíritos integrados e livre arbítrio: o espírito do Bem e o espírito do mal, a quem está permanentemente ligado, mas dos quais perdeu o controle.

Não desisti das experiências neste campo, e admiro-me como o Espírito Criador resolve lançar as suas fúrias em vez de manter a sua legítima autoridade. Será que também foi contaminado pela simpática, mas permissiva liberdade da Democracia e da insensatez humana?

 

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C.S

publicado por regalias às 06:43
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Domingo, 29 de Março de 2020

O que é demais é moléstia

Quando Salazar proibiu os ajuntamentos de mais de três pessoas, apertos de mão e beijos, os canalhas que pretendiam impor a Portugal a Ditadura do Proletariado, da traição e da estupidez, mal o traidor-mor, o social-fascista Álvaro Cunhal conseguiu que o Primeiro-Ministro, depois do 25 de Abril, Palma Carlos se demitisse, passou o poder para as mãos do comunista Vasco Gonçalves.

Vasco tudo fez para que Portugal se tornasse ingovernável; sempre com promessas, misturadas com ameaças, insultos, roubos e destruição de todo o tecido industrial.

Salazar, foi apelidado de Ditador, embora todos soubessem que a Ditadura tinha sido implantada pelos Militares, que sempre tiveram a faca e o queijo nas mãos. Se o tivessem querido depor, bastava tê-lo exigido. Eles dirigiram sempre a Censura, Câmaras Municipais, Governo de Províncias Ultramarinas, etc, etc.

Salazar explicou que a Ditadura era uma forma transitória de Governação. Em 1933 aparece a Constituição que no artigo 8º define as liberdades e garantias dos Portugueses. A partir daí Governou com uma Democracia Orgânica, sem o mencionar, porque a Democracia que tinha saído da Primeira República, 1910-1926, era odiada por todo o povo devido aos maus tratos, à miséria, às inúmeras prisões que encheram cadeias e barcos. Muitos contestatários foram enviados para as colónias, por esse motivo, Salazar, chamou à recuperação do País, Estado Novo.

Salazar ao proibir os ajuntamentos fez precisamente o que agora foi feito para conter o Corona. Salazar criou Dispensários em todo o País para eliminar a epidemia.

Os canalhas que chegaram do frio chamaram-lhe Ditador. A Demagogia fez escola. O resultado, mesmo sem o Corona, está à vista.

Um social-fascista do programa “Esplendor de Portugal”, dá-se ao desplante de criticar o Presidente da República e relembra o antigo Presidente do Conselho, Marcello Caetano, como se os dois valessem a mesma coisa. E valem. Os dois são honestíssimos e muito inteligentes. O social-fascista, Donald, Ropaldo ou outra coisa qualquer é que não vale um pintelho de qualquer deles. O triste ganha aqui o pão e cospe no prato da Antena1, onde recebe mais em quinze ou vinte minutos de conversa fiada do que um trabalhador, a salário mínimo, durante um mês. O bimbo é descarado. Dá-se ao luxo de ofender o mais alto magistrado da Nação e fica impante à espera que alguém lhe dê importância.

Salazar soube avisar sem agredir; por isso foi eleito o maior Português de sempre apesar das mentiras propaladas contra ele, que tinha dito esta frase tão natural como clara: “O Estado deve ser tão forte que não precise de ser violento”. Todos compreenderam a mensagem e meteram mãos ao trabalho, à união e à fraternidade que fez crescer Portugal em harmonia e prosperidade.

Não vejo Costa, Centeno ou Marcelo com espírito Ditatorial, mas o exagero deve ser evitado. O povo diz “O que é demais cheira mal”. Eu prefiro a frase “O que é demais é moléstia”. O povo está avisado. As ruas estão vazias, restaurantes, lojas de comércio e algumas indústrias estão encerradas.

A ladainha dos mortos a toda a hora é deprimente! Uma, duas vezes ao dia é suficiente.

As pessoas não morrem do mal, morrem do medo.

O português, a bem, faz tudo o que os governantes quiserem. A mal torna-se desagradável e não cumpre.

 

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C.S

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Sábado, 28 de Março de 2020

Os heróis da Limpeza em Torres Novas

Torres Novas é uma cidade de encanto. O Almonda espreguiça as águas olhando a biblioteca, o Jardim das Rosas, o castelo, a piscina, embala peixes, patos e cisnes e esgueira-se por baixo da ponte do Raro até se refrescar no Tejo..

O rio passa calmamente pela cidade. Os cisnes voam pelas abas das margens, olham os jardins perante o espanto dos forasteiros. Os da casa estão habituados. Nem uns nem outros se assustam. A miudagem adora.

Torres Novas é sonho, cultura e equilíbrio.

Os jardins, que abraçam o rio, estão primorosamente arranjados. Os funcionários Municipais parecem ter saído das Escolas Inglesas em sabedoria e arranjo nos diferentes espaços.

Toda a cidade tem o cheiro e o arranjo imaculado de quem a cuida.

Nestes tempos de aflição os habitantes sentem-se seguros. Os seus guardiões cuidam da Limpeza e do ataque constante à sujidade e ao Corona que, sorrateiro, a tenta conquistar ao menor descuido.

Os heróis da Limpeza não lhe dão tréguas. Todos lhe estão gratos.

Espantoso como esta gente, muitos com ordenado mínimo, nunca se queixa. De dois em dois dias limpa e desinfeta todos os recantos da cidade sem esperar outro agradecimento que não seja um sorriso e a vida saudável de todos os Torrejanos e de quem os visita.

Como é tão diferente o nível de vida destes trabalhadores com os da Europa.

Por volta de 1958 vivi uns meses em Londres e namorisquei uma bela Jamaicana que encontrei, por acaso, num supermercado. Era funcionária do Município. Tinha quase o mesmo salário de um professor, um belo carro e uma belíssima casa. Os trabalhos mais desagradáveis são muito bem remunerados. Em Portugal continua-se a marcar passo.

O pessoal de Limpeza da cidade deTorres Novas tem a admiração e amizade da maioria dos Torrejanos.

O Governo, passada toda esta grave crise, escusa de os condecorar; basta aumentar-lhes o salário para o dobro.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:55
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