Sábado, 23 de Fevereiro de 2019

Aos velhos para não se sentirem tão velhos

Ria dos seus esquecimentos.

Não deixe que os esquecimentos tomem conta dos seus pensamentos para evitar que dessa maneira eles se tornem crónicos.

Quando se quer lembrar do nome de um amigo ou de uma amiga e por mais que pense, não se consegue lembrar, insista e insista. Se mesmo assim não se lembra recorra ao Alfabeto. Comece pelo A, António, Antónia etc., todos os nomes começados por A; depois B Bernardino, Benvinda etc., Se mesmo assim não se lembrar, esqueça. Volta aos amigos quando tiver tempo ou à noite quando for para a cama. Como julga que não tem sono, volte a pensar no nome do amigo, amiga ou conhecidos de que não se lembrava. É tiro e queda, se não se lembra, o sono aproveita para se instalar.

Se é também o sono que lhe dá preocupações, além dos esquecimentos, leia um livro um pouco mais complicado do que o habitual, ligue a rádio em modo baixo e deixe-a arengar ou musicar como entender. Oiça, mas não preste atenção para não se espevitar mais.

O grave, grave ou aquilo que os velhos pensam de muito grave é o esquecimento dentro de casa. Fora é mais raro.

Dentro de casa pensa: tenho de ir buscar açúcar à cozinha, levanta-se e já não se lembra do que vai fazer. Sabe que vai à cozinha; vá mesmo, olhe para todos os lados, sem ansiedade, mas apalpando com o olhar todos os recantos. Vai ver que a lembrança acorda e o açúcar não escapa.

Quando está muito tempo sentado/a, a ler o jornal, um livro ou a fazer renda etc., não se esqueça que tem de andar. Se não o fizer enferruja. Tem de andar, nem que seja para ir à mercearia, ao supermercado ou dar uma passeata para que as dores nas pernas ou nas costas não apareçam de repente.

Quando se levanta da cama; com os pés fixos, rode o corpo para a esquerda e para a direita, seis ou sete vezes. Se as dores aparecem na ligação pescoço-cabeça, experimente, todos os dias, ao levantar e ao deitar, rodar a cabeça para a esquerda e para a direita, para trás e para a frente, durante 3 ou 4 minutos.

Para fazer a movimentação natural, sempre que vir um papel ou algo caído dentro de casa, apanhe. O corpo agradece.

Quanto à comida aproveite os produtos portugueses que ainda continuam a ser os mais sãos. Coma de tudo com regra. Sem muitas preocupações. Coma aquilo que mais lhe apetecer. Faça experiências com a comida, coloque maçã no arroz depois de cozido ou outra fruta para lhe dar outro sabor.

Se seguir estas simples sugestões verificará que ao chegar à velhice, por volta dos 75 anos parece um jovem ou uma jovem de 55. Os pequenos achaques só chegam cerca dos 81 ou 82. Continue a seguir as ideias aqui expendidas ou outras que experimentou e sejam melhores.

Goze a vida, que não a levará consigo.

 

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C.S

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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2019

Inutilidade e parasitismo das greves

Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de abril de 1976, a bandalheira e a roubalheira Democrática fez tudo quanto lhe apeteceu, desde ocupações de casas no Bairro da Boavista em Chelas, às casas do Bairro de S. João de Deus no Porto.

Com o louco comunista Vasco Gonçalves, empossado como Primeiro-Ministro tudo se agrava., os roubos e os disparates atingem o clímax. Por um lado tinha os militares com ele e por outro os trabalhadores da Cintura industrial; Barreiro, Almada, Seixal também alinhados no desvario.

Depois das eleições Legislativas de 1976 começaram as greves impulsionadas pelo Partido Comunista que sempre controlou sindicatos.

Se o país já estava mal, pior ficou. Os desgraçados já tinham delapidado grande parte da Pesada Herança que Salazar e Marcello Caetano tinham gerido com parcimónia para que nunca mais pudesse ocorrer o que tinha acontecido com a Primeira República. O resultado está à vista. A quantidade de greves é tão grande, nesta Terceira República, que a dívida aumentou para números descomunais.

Quem sofre? O Povo, todo o povo. E no povo estão os grevistas que perdem dias de salário e fazem perder aos Governos milhões e milhões de euros, por falta de produtividade, paralisação de transportes, escolas, hospitais, fábricas.

A inutilidade das greves para quem as faz é mais que evidente. Mas a ignorância insiste, em vez de encontrar outro método para atingirem os objetivos que pretendem.

Com 42 ou 43 anos de greves qualquer país estaria de rastos. Portugal com milhares de dias perdidos com as greves não pode, de maneira nenhuma, satisfazer quem, por inutilidade e parasitismo, continua a esfolar um tuberculoso sem dinheiro.

Todos gostariam de ganhar mais do que ganham. E é justo que pensem assim desde que trabalhem e produzam. Se não trabalharem e não produzirem o Estado não pode valer a ninguém.

Será que isto é assim tão difícil de perceber?

 

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C.S

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2019

Ramalho quer imitar Bobby Sands. Paz à sua alma

Muitos se lembram de Bobby Sands e de mais nove que morreram em greve de fome em Belfast, Irlanda.

O Carlos Ramalho mais umas centenas de enfermeiros grevistas têm sacrificado o país inteiro com a ideia absurda de que o Governo tem de fazer o que eles querem e pagar-lhes quanto desejam, mesmo que para isso tenha de sacrificar aqueles que vivem e morrem com menos de 50% do que eles ganham e passam fome de cão.

O Ramalho quis mostrar que é homem, que ele e os seus insensatos colegas é que sabem. Em vez de esperar mais uns meses querem forçar, um Governo esgotado, a dar aquilo que não tem.

Fazer-lhes compreender isto é perder tempo. O egoísmo é cego.

Ramalho, pensando convencer o Presidente dos afetos, resolveu fazer greve de fome à frente do Palácio de Belém; só que nenhum dos seus camaradas o acompanhou naquele gesto; e seria de grande impacto ver ali todos os enfermeiros que em vez de trabalhar andam a passear; todos em greve de fome tal como o Bobby Sands, mais nove companheiros que morreram magrinhos que nem caniços, mas sem que Margaret Thatcher mexesse um dedo para salvar quem matava outros.

Os enfermeiros da Legionella fizeram o mesmo. Estavam em greve. Socorrer como era seu dever não foi com eles. A partir desse dia os enfermeiros perderam toda a razão. Eles ainda não perceberam isso.

O Povo espera que o Governo não ceda a fantasias de egoístas.

O Sr. Ramalho quer morrer à fome e ao frio? Democraticamente ninguém o vai impedir.

Entre o Sr. Ramalho e os seus colegas que se estão nas tintas para as cirurgias, o desprezo do povo por aquilo que lhes possa acontecer é total. Só não ouve o povo quem não quer.

Bem podem encomendar homilias às rádios e televisões, que já ninguém vai na conversa.

Paz à alma e mais juízo aos grevistas, que querem ser tratados de maneira diferente dos outros trabalhadores que gemem, todos os dias, o pão que o Diabo amassou.

 

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C.S

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019

A grande vantagem das remodelações

A prática é a melhor escola.

E quando na prática já houve outra prática anterior ligada à política, aos meandros e aos segredos é ainda muito melhor.

As remodelações que espevitam os seus pares são aquelas que no futuro beneficiam o povo, evitam desperdícios e conseguem ainda superiores resultados nas suas decisões.

Tal como há muito venho defendendo, em livros e blogues, que os estudantes portugueses devem acabar os estudos ou estudar no estrangeiro, para que depois de essa experiência alcançarem o saber mais avançado e atual, da mesma maneira os Ministros de hoje, assim como os eurodeputados ao serem confrontados com novas exigências, rapidamente se destacam e são requisitados para os lugares mais importantes do mundo. São garantia de saber, trabalho e competência.

Podemos verificar isso pelos lugares de grande relevo ocupados por portugueses que antes serviram Governos ou foram brilhantes alunos nas Universidades estrangeiras.

Ao criticarem esta Legislatura pelas remodelações de dez ministros e 21 Secretários de Estado, durante o seu tempo de vigência, não se está a compreender o alcance destes movimentos.

Eu não sou socialista. Sou português. Voto no que governar bem. Os Governos eleitos devem ser criticados ou apoiados para que Portugal ganhe depressa o rumo que perdeu e que, até agora, só Cavaco Silva conseguiu bons resultados devido à sua frontalidade e sem nunca se preocupar com as críticas.

O António Costa, apesar da maneira invulgar como alcançou o poder e como deu a volta aos camaradas que equiparam o comboio, merece admiração pela vontade de acertar. Isso será recompensado.

O Presidente da República e o Ministro das Finanças também se têm mostrado coesos no apoio.

A última remodelação ministerial pode ser uma mais-valia para um futuro próximo. Se lhe faltarem valores e o Costa tiver a coragem de ir procurar os melhores fora do seu Partido então Portugal é capaz de resolver os seus graves problemas em menos tempo.

Costa é fruto de remodelações. A sua experiência é visível.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:34
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019

Cardeal Porras, o Judas Venezuelano

É impossível Governar um país quando todos os outros arregimentam a escumalha que o rodeia e outros bem mais longe, mas tão venais como os terroristas americanos, que não olham a meios para atingir os fins.

Agora até o Cardeal Porras, amigo do emérito Cardeal americano Theodoro MC Carrick, que o Papa expulsou da Santa Igreja por ser pederasta e pedófilo compulsivo e a Santa Sé já não comportar tanto paneleiro.

Perante tanto salafrário, Maduro deve deixar entrar a ajuda internacional e preparar a sua saída, de maneira que todo o povo esteja unido e sem derramamento de sangue.

O que aconteceu no Iraque, na Líbia e na Síria revela bem o carácter criminoso e sanguinário dos EUA para desencadear na Venezuela uma terceira guerra Mundial, da qual ninguém sairá vencedor, mas os mortos podem contar-se aos milhões.

Embora eu não seja socialista, nem comunista, acredito em Maduro e tenho afirmado isso mesmo. Mas perante a força bruta das bestas, que nada mais compreendem do que as suas vontades, é forçoso evitar mais este holocausto.

Maduro, determine as suas condições e a dos seus companheiros de defesa e venha até Portugal pensar na ingratidão dos homens.

Portugal já sentiu o mesmo aperto. Os tempos eram outros e Salazar, com muito trabalho e inteligência, resolveu a situação.

Esse Porras quase me tirou do sério.

Maduro, esqueça o Judas, oiça Putin e XI-Jinping e evitem a guerra.

 

Anterior “Sete milhões vão autoproclamar-se Presidentes”

C.S

publicado por regalias às 11:25
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Sete milhões vão autoproclamar-se Presidentes

Os portugueses não perdem esta oportunidade que políticos de penico garantem, sem o necessário consentimento e aprovação da ONU.

Uma das grandes ambições dos portugueses é serem chefes, presidentes de alguma coisa, que marque a sua inata independência.

O mundo tem como testemunhas abonatórias os Generais Romanos que consideraram os portugueses como um povo que não se governa nem se deixa governar; e os espanhóis que não conseguiram fazer de Portugal mais uma região autónoma. Tiveram de aceitar formar um Governo paritário, com regras iguais tanto para Castela como para Portugal.

Quando o Conde-Duque de Olivares quis absorver Portugal em 1639. Em 1640, meia dúzia, talvez uns 40, portugueses correram com nuestros hermanos e delicadamente foram levar à fronteira Espanhola a duquesa de Mântua, Vice-rainha, que aqui substituía o rei Filipe IV.

Depois do Guaidó se autoproclamar Presidente da Venezuela, sem se preocupar com eleições legítimas, com a bênção de Trump e da leviandade europeia, os portugueses entram em roda livre. Em Partidos vão nos 25 e hão de ir mais longe.

O Parlamento Europeu envia os seus mais egrégios e tolos Deputados à Venezuela do Guaidó, que não é presidente nenhum. Mas eles insistem. Por causa disso já se pensa fazer um convénio na aldeia da Porcalhota para abrir inscrições aos portugueses que desejam ser presidentes. O número estimado é de sete milhões.

A brincadeira dos Eurodeputados custa muito dinheiro. Se Maduro não fosse mais democrático do que aqueles que querem impor à Venezuela um Presidente de cuspo, ele ordenaria que lhes tirassem as calças e dar-lhes três ou quatro açoites para esta garotada tomar consciência que há assuntos que não devem ser tratados levianamente.

Chega! Já perdi tempo demais com os garotos.

Desculpem a leveza da escrita e o tempo perdido com esta trampa.

 

Anterior “Caos na Líbia e na cabeça de jornalistas e Deputados”

C.S

publicado por regalias às 06:18
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019

Caos na Líbia e na cabeça de jornalistas e Deputados UE

O apoio que os jornalistas deram aos criminosos Barack Obama, Nicolas Sarkozy e David Cameron para justificar a invasão e destruição da Líbia deu como resultado uma verdadeira hecatombe que encheu o Mediterrâneo de mortos, a Europa de refugiados e terroristas que de tempos-a-tempos rebentam onde calha.

Muitos jornalistas assistiram às matanças; agora aqueles que por ali andam sofrem-lhe as consequências.

Desaparecem sem deixar rasto às mãos dos poucos opositores a Khadafi, que serviram ao Obama de respaldo para atacar, roubar e dividir o petróleo com Sarkozy e Cameron.

Um Bispo e vários intelectuais bem gritaram contra a infâmia. Os canalhas fizeram orelhas moucas. É mais fácil roubar do que Governar os seus próprios países. E os jornalistas calam-se, escondem porque a máfia, que comanda os Órgãos de Informação sediada em Washington, lhes paga e protege para que o holocausto continue um pouco por todo o mundo e onde haja para roubar. Vão ajudar 600 e matam seiscentos mil.

Agora é a Venezuela que está na mira. E até um pequenote esganiçado português lá queria ir dar uma lição a Maduro. Mas como quem tem cu tem medo, o esfrangalhado, razoavelmente inteligente para praticar o mal e colocar-se em bicos dos pés, resolveu perder o avião. Fez bem. Isso protegeu-o da vergonha de o Maduro não os deixar entrar.

Estamos num mundo de garotos espertalhaços que farão tudo para aumentar as benesses mensais pagas a Eurodeputados que subservientes aos EUA, arriscam a pele por venalidades.

Os EURO ainda não compreenderam que estão na mira dos terroristas que o Obama, o Sarkozy e o Cameron criaram.

O Ataque feito em Estrasburgo devia servir-lhes de aviso, mas a inteligência destes intelectuais convencidos, não lhes deixa entender o óbvio.

 

Anterior “Greves, piolhos, percevejos, fome e tuberculose”

C.S

publicado por regalias às 05:16
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Domingo, 17 de Fevereiro de 2019

Greves, piolhos, percevejos, fome e tuberculose

Ao mesmo ritmo das greves têm de sair esclarecimentos para os mais ignorantes, para aqueles que fazem greves para tirar uns dias de férias, fazer uns biscatos e dar prejuízos colossais a um país que não pode com uma gata pelo rabo, mas que gasta como um país rico..

É um país de inconscientes. Brincam com o fogo até as chamas consumirem os 92 256 Km2 de área e hino à estupidez.

A Primeira e Democrática República, 1910-1926, mostrou como reage o povo quando não há ninguém com autoridade.

Os políticos da Primeira República, seguramente bem-intencionados, disseram ao povo que em Democracia tinham total liberdade. Podiam só ter dito que o regime era democrático. Quiseram ser mais papistas que o Papa e no fim do primeiro ano de reivindicações não satisfeitas, os Sindicatos já acusavam Afonso Costa de racha sindicalistas, malandro e gatuno.

As greves chegaram a durar meses, as estradas eram caminhos escalavrados com assaltos diários às diligências e a quem se afoitava nelas. O único meio de transporte seguro era o comboio, mas as greves dos maquinistas eram frequentes. Quando os castigavam, faziam saltar as linhas e o transporte tornava-se inviável. Como solução as composições passaram a levar um atrelado à frente da máquina onde iam seis a dez maquinistas para que a haver algum descarrilamento propositado, os primeiros a sofrer as consequências e a morrer democraticamente eram eles.

As pequenas revoluções, a miséria, a imundície, os piolhos, os percevejos, a escarlatina, a papeira, o sarampo e a solitária tocavam a todos, ricos e pobres. A tuberculose tinha sido atacada pelo médico Dr. Sousa Martins que conseguiu, através da rainha D. Amélia criar a Assistência Nacional aos tuberculosos. Com a República agravou-se: infestou os mais pobres e espalhou-se por todo o país. Foi um pesadelo impossível de travar.

Quando se dá a queda da Primeira República pela revolução do 28 de Maio de 1926, a Ditadura Militar perante todo o flagelo e sem dinheiro para remédios, ou para qualquer investimento e sem que nenhum país quisesse ajudar Portugal, os militares tiveram de chamar Salazar para resolver a situação. E o Homem conseguiu o impossível, dizendo sempre o que ia fazer. Uma das prioridades, apesar da falta de dinheiro, foi o combate à tuberculose. Por todo o país havia assistência aos tuberculosos. A doença é tão contagiosa que não poupa nem ricos nem médicos nem enfermeiros.

Nós éramos obrigados a vacinar-nos na escola. No Liceu de Castelo Branco, e de quinze em quinze dias tínhamos de ir ao médico, o Dr. Trindade que, com duas enfermeiras verificavam o estado de saúde de rapazes e raparigas.

Com a miséria que neste momento está espalhada de Norte a Sul, porque é impossível um casal com dois filhos e a ganhar 600 ou pouco mais de 600 euros, dar de comer àquela gente, pagar casa, água e luz; a tuberculose deve andar perto.

Quando as cantinas das escolas estão fechadas, há mães que choram lágrimas de sangue por saberem que naqueles dias os filhos só podem ser alimentados a pão-e-água, quando são.

Pensem no assunto. Não se deixem contaminar pela estupidez grevista e tuberculosa; pelo egoísmo de burros e imbecis.

 

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C.S

publicado por regalias às 02:16
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2019

A Mosca e a irresponsabilidade dos responsáveis

Em poucas palavras, “A Mosca” na Antena1 atinge o que outros não conseguem em 20 minutos de conversa enrolada; nem peixe nem carne.

Embora, mais uma vez venha insurgir-me quanto à estupidez das greves, não resisto a salientar a palavra de “A Mosca”.

Desde o 25 de Abril de 1974, o país nunca mais encontrou rumo. Primeiro foi o desmiolado Comunista Vasco Gonçalves com o desbaratar da pesada herança e as ameaças veladas que não concretizou; depois veio esta aguadilha democrática que encheu de dinheiro os mais poderosos em conhecimento e manha. Albardaram o burro como ele queria.

O PS e o PSD com acusações mútuas de responsabilidade e irresponsabilidade são na verdade os maiores irresponsáveis, sem deixar de fora o PC, CDS e BE.

Os Partidos em Portugal têm sido uma verdadeira desgraça Democrática.

O índice de pobreza é enorme e por mais que “A Mosca” bata as asas, e se façam ouvir palavras sensatas em tom ligeiro, mas assertivo, é escusado. Vivemos num país de mafiosos surdos e fingidores.

As famigeradas greves deixam cada dia o país mais exangue e desesperado.

Viu-se o que aconteceu na Primeira República, 1910-1926, quando o povo não aguentou mais e começaram os assassinatos diários. Só quando começaram a matar os políticos, se fizeram ouvir os intelectuais bradar que era preciso por termo à maneira de dirigir o país e a exigir uma forte Ditadura, o que veio a acontecer com a revolução do 28 de Maio de 1926. A Ditadura Militar mostrou força, mas não a suficiente e, em 1927 a contestação dos bem instalados, fez uma outra Revolução que causou centenas de mortos.

A Ditadura Militar continuou, mas sem dinheiro. E quem não tem dinheiro não tem vícios. Chamaram o Professor Oliveira Salazar que depois de os militares lhe terem prometido sossego para pensar e trabalhar conseguiu transformar um país miserável e de miseráveis, num País próspero com trabalho, sem desemprego e sem greves.

As greves, num país pobre, torna-o mais pobre. Aos chefes sindicais e à máfia torna-os mais ricos.

Os netos de uns e outros são os que vão pagar a fatura…se conseguirem.

 

Anterior “Grã-Bretanha em pelo, na pele de Victoria Bateman”

C.S

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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019

Grã Bretanha em pelo, na pele de Victoria Bateman

Felizmente que leio todos os dias ZAP aeiou. Os artigos são claros e não exageradamente grandes, nem chatos.

Ontem trouxe um assunto escaldante para os escaparates televisivos de todo o mundo:

A Doutora Victoria Bateman, Professora na Universidade de Cambridge e Doutorada pela Universidade de Oxford, a mais antiga do mundo, c 1096, apareceu nua no programa da ITV “Bom dia Grã Bretanha”

Antes de continuar, meto aqui um parênteses, o Professor Oliveira Salazar, a que os ignorantes e os oportunistas, depois do 25 de Abril ao aparecerem os ilusionistas Soares e Cunhal, apelidaram-no de Ditador. A Universidade de Oxford, concedeu-lhe o título de Doutor Honoris Causa. Seria impossível tal acontecer se Salazar fosse Ditador.

A ignorância é muito triste, muito atrevida e paga-se cara. Portugal anda há 45 anos a pagar os erros cometidos porque não houve nenhuma mulher com a coragem da Doutora Victoria Bateman a dizer, com todas as letras, que o caminho que Portugal estava a seguir era totalmente errado e o povo seria a grande vítima como ainda hoje sucede.

Victoria Bateman, especialista em História Económica e Macroeconomia foi à televisão dizer que o Brexit é um tremendo erro; mas para se fazer ouvir a única maneira de chegar a muitos mais ingleses, do que aos 700 mil, que normalmente assistem ao programa, despiu-se. Assim todos falam, todos pensam, todos discutem e talvez até a Senhora May a oiça e, tanto nos Comuns, como os Trabalhistas, compreendam que a teimosia só os poderá levar para um beco sem saída ou com saída para 2030 ou 2040, o que é muito sacrifício para um povo sui generis e que eu adoro pelas suas singularidades.

Ao ter seguido em vídeo o debate travado na ITV verifiquei que Victoria Bateman tem consciência do passo que deu em defesa de um Reino Unido mais forte e que este momento até pode servir para fortalecer toda a União Europeia se a Grã-Bretanha fizer outro Referendo e aí aceitar, o que os Ingleses escolherem.

Depois de meditarem bem nos prós e contras, ninguém ficará com um peso na consciência por causa de um Brexit apressado e mal estudado.

Obrigado pela lição Professora Victória Bateman.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:15
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