Segunda-feira, 21 de Setembro de 2020

Afaste doenças e medos com pequenos prazeres

Estou convencido, para não dizer que tenho a certeza, que é a nossa cabeça que fabrica as doenças com pensamentos mórbidos, doentios, que o corpo assimila e adoece sem outra explicação plausível.

O corpo vem preparado para viver até aos 90, 100 anos se não o metermos nas mãos de charlatães que o encharquem de drogas.

Esta pandemia veio agravar a situação da maioria dos portugueses desde o 25 de Abril, depois da chegada do canalha social-fascista, Álvaro Cunhal.

Com a mudança para uma sociedade mais igualitária ficaram muito bem,  22 por cento dos portugueses e entraram no desespero 78 por cento.

Esta situação, agravada pelo Covid 19, faz que as pessoas, em cada dia que passa, se sintam desnorteadas, se pensem doentes e com medo de tudo.

Há um remédio; além do trabalho normal, ocupe o cérebro e o tempo disponível com outras atividades. Se tem uma varanda ou um local soalheiro onde possa ter uns vasos, por que não experimenta semear salsa e até aproveitar as grainhas dos tomates? Depois da terra remexida deita-as para lá. Vai ver como depressa lhe agradecem aparecendo de cabeça ao vento e parecendo querer conversar consigo. Além deste passatempo proveitoso, leia livros não muito complicados, mas úteis em conhecimento. As bibliotecas têm milhares de livros que precisam de ser folheados para se sentirem compensados. Não se deixe abater. Temos de salvar Portugal e agarrar a boa disposição que teima em fugir.

Ontem, julgo que no noticiário da uma da manhã, um jovem do Algarve, na Convenção do Chega, acusava os marxistas da situação em que o País se encontra. Também é a minha opinião. Mas não pense neste assunto. Faça-o mais perto das eleições. Até lá tem de pensar num assunto leve e com mais sabor.

Semeie salsa e tomates. Mexa na terra. Viva com prazer. Não há mal que sempre dure.

 

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C.S

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Domingo, 20 de Setembro de 2020

O aproveitamento dos velhos

Se bem me lembro, como diria, o saudoso Vitorino Nemésio, nas suas crónica televisivas, só há dois países que aproveitam a sabedoria dos velhos: a China e o Vaticano.

O primeiro com a área de nove milhões quinhentos e noventa e sete mil quilómetros quadrados e o outro com a área do mais pequeno bairro chinês, 49 hectares.

Mas tanto um como outro são duas potências mundiais.

O primeiro no campo militar, político e económico. O segundo no campo religioso.

Os dirigentes são normalmente pessoas de idade, conscientes das facilidades e dificuldades da vida e sabendo que a condução dos povos tem de ser com segurança e autoridade.

Tanto um país como outro podem ser considerados ditaduras na medida em que as regras têm de ser cumpridas, para que todos beneficiem dos resultados da Governação.

Como está na moda a Democracia, e, na verdade, é o sistema que melhor se adapta ao ser humano culto, todos os países se titulam de Democráticos. República Democrática da Coreia do Norte, República democrática dos Estados Unidos, etc. No entanto quase todos os pataratas que desde o 25 de Abril têm Governado este país, se os confrontarmos com o Estado Novo, acham que este era uma ditadura, em comparação com os dois que acabei de citar e os outros que não facilitam em serviço.

Outro dos males que nos agravam os achaques é que os velhos não são aproveitados.

Por muito pouco que saibam conhecem da vida o segredo da sobrevivência. A maioria deles não quer mais nada do que ensinar o que sabe, para todos os conhecimentos serem aproveitados em tempo de aflição.

Vou dar um exemplo, sem qualquer interesse publicitário.

Quando estive a trabalhar no Consulado Português em Paris verifiquei que a grande dificuldade dos nossos emigrantes era a língua.

Quando regressei a Portugal pensei no assunto e imaginei um método para, em três meses, quem quisesse aprender o suficiente para não ter problemas onde se quisesse deslocar o fizesse com segurança.

Hoje passo o tempo a estudar a maneira de fazer isso com o chinês. Devo começar os primeiros testes em finais de Novembro. Eu já os estou a realizar comigo próprio e sinto-me satisfeito com este aluno de 85 anos. Donde se pode concluir que não é verdade o ditado “burro velho não aprende línguas”.

Portugal só não é um país rico, próspero e feliz porque os políticos, os coscuvilheiros, os intriguistas e os preguiçosos estão todos no mesmo saco, até as dificuldades serem tantas que sejam obrigados a servir outros senhores. Depois fazem tudo, nem que seja de rastos.

 

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C.S

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Sábado, 19 de Setembro de 2020

O plástico, as regras e o prazer de inventar

O Corona, com vacina ou sem vacina, só nos deixará quando as regras fundamentais para o bem estar do ser humano forem cumpridas: acabar com a pobreza, diminuir a poluição e consequente aquecimento global, e limpar as lixeiras que estão a sufocar os oceanos e a matar, todos os dias, toneladas de peixes sufocados pelo plástico aí acumulado.

Enquanto esta situação se mantiver, todos podem puxar pela imaginação e inventar a maneira para reverter esta pandemia silenciosa por culpa dos senhores dos mares e das nações que conhecem a situação e não a resolvem.

O ser humano perdeu a noção das regras. Só quando a porcaria lhe começa a tapar o nariz, ele atua. Como mesmo assim, ele tenha hesitado, durante anos, a limpar a sujeira, o Corona veio pôr ordem neste mundo de descontrolados.

O desafio que lanço a quem me lê é que ajude a melhorar a situação do planeta, descobrindo um método para resolver as situações supracitadas.

Isso vai beneficiar quem está em ansiedade permanente: esquece o Covid, deixa de ter azia e vive mais confortável.

 

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C.S

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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2020

Diminuir armas, acabar com pobres, salvar o mundo

Quando da compra dos dois últimos submarinos, escrevi ao Ministro da Defesa do XIV Governo Constitucional. Depois de várias considerações terminava dizendo-lhe, em ar de graça assertiva, que era um erro, pois nem para a pesca serviam.

O Ministro respondeu-me e deu-me as razões pelas quais os submarinos eram melhores e mais baratos do que as fragatas, etc.

Este assunto vem a propósito do gasto desproporcionado com armamento militar, não só em Portugal, como em quase todo o mundo, enquanto que o dinheiro gasto serviria para acabar com a pobreza, desenvolver todos os povos e salvar o mundo que tal como se viu, e continua a ver, está nas mãos de um vírus que ninguém vê.

Se fosse para destruir um país, como fizeram ao Iraque e à Líbia, a vacina tinha sido descoberta em menos de uma semana.

Hoje, os três monstros de Guerra: Estados Unidos da América, China e Rússia deviam ser os únicos a poder possuir armas, os outros, mesmo os iludidos com a posse de armas nucleares como a Inglaterra, a França,  Índia e outros perigosos inconscientes deviam recusar ser colaborantes dos potenciais destruidores do mundo.

É tão fácil ser feliz que a única coisa que me entristece, e não me deixa morrer, é este permanente estado de Guerra em que as nações vivem, em vez de investirem na vida e na felicidade de todos os povos.

 

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C.S

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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2020

Inveja derrota Jesus na Grécia

Camões, termina os “Lusíadas” lembrando a Inveja como o grande mal dos portugueses. No ano da sua morte, os espanhóis tomaram conta do país, por direito familiar.

Há dias, em seis blogues, tentei mostrar, com linguagem compreensível, que no mundo e no Universo, tudo está ligado desde início porque tudo o que existe saiu, em feixes de Luz, do mesmo ventre e ao mesmo tempo.

Passados milhões de anos a Luz foi passando a matéria e a evolução, passados outros milhões de anos, deu origem ao ser humano, primeiro do tamanho de uma bactéria, depois na beleza e suavidade da mulher e ao mesmo tempo de um brutamontes qualquer que dispara por instinto.

Onde quero chegar depois desta ladainha?

À inveja.

A força da inveja de centenas de milhar de portugueses derrotaram Jesus e os seus apóstolos, que jogaram muito melhor que os Gregos e foram eliminados.

Isso aconteceu porquê?

Pela inveja que funciona em bloco. Todos estamos ligados uns aos outros. Quando acontece que todos os invejosos contra Jorge Jesus e os seus Jogadores são bombardeados pelo pensamento da inveja, eles não têm qualquer possibilidade de vencer.

Os portugueses invejosos e ignorantes pela cegueira da inveja esquecem que todos somos portugueses, tanto os das Esquerdas como os das Direitas, ou aqueles que gostam mais de um clube do que de outro.

Temos de estar todos unidos quando o interesse nacional está em causa. Cá, no terreno Lusitano, podemos barafustar uns com os outros e que ganhe sempre o que tiver mais razão, mas quando saímos portas fora a união é fundamental.

A inveja é própria da ralé, da escória, dos incapazes, que mais cedo ou mais tarde sofrem as consequências dos seus maléficos desejos, mas pode causar danos irreparáveis a outros porque o pensamento no coletivo tem mais força que os próprios atos.

Só nos faltava que ao Covid 19 lhe juntássemos os coveiros da Inveja.

 

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C.S

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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2020

O estudo é o melhor remédio para enfrentar o perigo

Quem mais sabe, menos teme. O conhecimento dá força. O ignorante é sempre um fraco. Não vive a vida dele porque não a tem. Não vale nada. Por isso tenta viver a vida dos outros, falando deles e do que não sabe.

A prudência e a inteligência conseguem evitar os perigos, a doença e os azares, utilizando meios para os evitar:

Usam a máscara, evitam ajuntamentos, respeitam as distâncias. Em cinco palavras: não facilitam o perigo invisível.

Os jovens de hoje, ouvem mais os pais. No meu tempo não havia Televisão, rádio, nem Internet. Não havia em Portugal e não havia no resto do mundo. Nesse tempo os jovens faziam muitos mais erros por inconsciência, porque não havia distrações. Tínhamos de passar o tempo. Não mediamos as consequências dos atos.

Ainda hoje tenho um sinal, já um pouco esbatido, no meio da testa, quando o António Fonseca, admirado pela sua pontaria afirmou que nunca falhava. Nessa altura, Guilherme Tell, herói Suíço era o exemplo da coragem e da pontaria. O Fonseca e os amigos com quem brincávamos, convenceram-me a colocar na cabeça uma maçã e ele com um tiraço da espingarda de pressão de ar, que andava sempre com ele para fazermos concursos de tiro ao alvo.

Nesse dia resolvemos aumentar a parada. O sorteio escolheu-me a mim. Bem tentei escapar. Tive o pressentimento que ia levar chumbada. Perante a minha hesitação, chamaram-me medricas e lá fui eu para o calvário, com uma caixa de fósforos na cabeça, à falta da maçã.

O Tó Fonseca fez pontaria. Ao premir o gatilho riu-se por uma piada do Salgueiro. O chumbo não me derrubou, mas encheu-me de sangue.

Muito aflitos, queriam levar-me ao hospital ou ao doutor Barbas que vivia perto do jardim.

Nem pensar. Se os pais soubessem nunca mais víamos a pressão de ar. Um deles, à falta de qualquer instrumento cirúrgico, serviu-se de um pequeno pau, partido à mão. Com uma das guias foi escarafunchando o buraco ensanguentado.

Quando tirou o grão de chumbo pude lavar bem a fonte sanguínea num dos bebedouros que havia no jardim, até que o sangue parou, assim como as brincadeiras daquele dia. Todos estavam preocupados com aquilo que meus pais iriam dizer. Felizmente que só anos mais tarde é que minha mãe reparou que eu tinha um buraquito no meio da testa. Mas como já estava sarado, eu disfarcei com outras conversas e o sinal cá está.

As brincadeiras eram bem mais tolas do que as de hoje.

Felizmente que o estudo e os meios de Comunicação evoluíram muito e só é ignorante quem é teimoso.

O Covid 19 não pode ser mais inteligente do que a juventude de Portugal.

 

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C.S

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Terça-feira, 15 de Setembro de 2020

Os antidepressivos da Antena 1

Em oposição aos antidepressivos que estão a drogar mais de um terço dos portugueses, a Antena 1 oferece antidepressivos para a preocupação, a má disposição e a coscuvilhice deletéria, estúpida e mal intencionada.

Claro que nem tudo são rosas na Antena 1, mas quem não se deixa contaminar pelas drogas de palhaços, sedentos de protagonismo, incompetentes por incapacidade mental e sabedoria honesta, a Antena 1 é um bálsamo, de segunda a sexta-feira.

Nada melhor para descomprimir e esquecer o medo, que instintivamente se instala por tanto badalado, do que ouvir a Antena 1, em pequenos programas, que raramente ultrapassam os 5 minutos, mas que valem por 24 horas.

Por volta das 7,15 tem “a Mosca”; um pouco mais tarde “Os Portugueses no Mundo” e às 7,55 o “Portugalex”, com três artistas de nomeada: Cavaco, Jorge Jesus, Marcelo. Estes arrebatam multidões e não há Covid que lhes resista.

Da parte da tarde, “A Palavra do Dia” e “90 segundos de Ciência” equilibram a brincadeira matinal.

Claro que há outros bons programas, como a “Conversa capital” dos Domingos, misturados com algum lixo, feito à pressão por mentores com ínvios interesses.

Mas para bloquear o medo que mata mais que a cura, nada melhor do que um pensamento assertivo, uma graça feliz ou saber que em Portugal a juventude se dedica ao estudo de tudo quanto nos rodeia para todos viverem melhor. Anunciam-no na Antena 1, em 90 segundos. por volta das 19 horas. Mais rápido e mais eficaz é difícil de conseguir.

 

Anterior “O despertar das mulheres”

C.S

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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2020

O despertar das mulheres

Num livro que publiquei em 2000, afirmei que o século XXI seria o século das mulheres.

Portugal deve a sua existência à afirmação e determinação de uma mulher, D Teresa, mãe do nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques.

Mas a ela poderíamos juntar outras como Filipa de Lencastre, Luísa de Gusmão e mais umas centenas até aos dias de hoje.

Pode ler na Internet, essa diversidade e capacidade de mulheres extraordinárias.

Às portuguesas poderíamos juntar mais uns largos milhares de mulheres, que em todo o mundo estiveram sempre acima da craveira masculina, mas que nunca ou muito raramente se elevaram e ocuparam por direito e sensatez um lugar na condução do mundo.

O resultado e a subalternidade está nas guerras da infâmia que os povos foram cometendo uns contra os outros.

A mulher pela sua força criadora, inteligência, proteção e beleza de sentimentos tem o caminho aberto para dirigir os países onde vive.

O homem cansou, entreguem-lhe a investigação, o estudo, mas deixem às mulheres o poder de governar os povos que durante nove meses carregaram e acariciaram até os lançar na vida e, às vezes, no sofrimento que os garotos provocam impensadamente em guerras irracionais.

A mulher deve ter direito, nos próximos duzentos séculos, a tomar as rédeas do mundo, do amor, do prazer e da prosperidade que faz as pessoas felizes.

 

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C.S

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Domingo, 13 de Setembro de 2020

Escola, alegria, greves, bom senso

Cansados de estar em casa, o começo das aulas é símbolo de liberdade, de aprendizagem, de conhecimento.

A alegria já soa pujante e feliz. É o primeiro dia de aulas depois de seis meses fechados em casa.

No Estado Novo, as férias de Verão rondavam os quatro meses e o começo das aulas era impreterivelmente a 7 de Outubro. A 5 de Outubro, aqueles que quisessem celebravam a implantação da República em 1910. Havia sempre muito poucos ou nenhuns. Ninguém gostava de celebrar a miséria e relembrar o Alves dos Reis e a sua burla monumental, em 1925, ao conseguir fazer imprimir milhões de notas falsas de quinhentos escudos.

A miudagem não ligava a estes pormenores, nem os conhecia, para eles a camaradagem era tudo e a algazarra imensa.

O anúncio da possibilidade de greves para o início do ano é mau sinal para os Partidos.

Os adultos acusam o PCP de ser useiro e vezeiro no sistema para mostrar força. Acontece precisamente o contrário. Verificaremos isso no próximo ato eleitoral para a Presidência da República. No último, o padre do PC que concorreu, não chegou aos 4 por cento. De abalo em abalo o PC está de abalada se continuar com a política do bota abaixo e da confusão. Tem de usar bom senso.

Tiago Brandão Rodrigues, não é Homem de deitar a toalha ao chão. Há sempre soluções, quando a inteligência e a honestidade, estão acima das guerrilhas partidárias.

 

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C.S

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Sábado, 12 de Setembro de 2020

A imaginação e o Corona

Não foi por acaso que o Corona apareceu no início de uma nova década.

O ser humano deu um salto enorme quando mergulhou na esfera digital. O mundo estava nas suas mãos. Eu convenci-me que, finalmente, a pobreza ia ser erradicada através de uma política de sociologia avançada que aumentasse os empreendimentos, mas diminuísse o trabalho para o ser humano desfrutar da imaginação e das viagens pelo mundo, parando e descansando na observação da arte, da beleza, do conhecimento e do saber.

Tal não sucedeu e o Corona fez a sua intervenção começando por um país habituado a desafios; a China.

A curiosidade inundou os bisbilhoteiros, sempre bem informados pelos serviços secretos.

Os Estados Unidos da América são o campo onde o Corona mais se espalha e os desafia a espevitar a imaginação até ele se ir embora.

Se eu fosse Americano e tivesse menos cinquenta anos já tinha programado Robots de todos os tipos e feitios; uns que tivessem a propriedade de ser contaminados pelo vírus, até este compreender que a sua missão estava terminada.

O ser humano, a partir deste susto compreenderá que a sua missão é a felicidade completa, podendo construir edifícios com a dimensão que entenda e regular mercados. Numa palavra: o ser humano só trabalhará as horas que entenda pois tudo está regulado.

A imaginação é ilimitada e o ser humano necessita tanto de trabalhar como de fazer sexo.

O trabalho, o sexo e o prazer do belo são características inatas que todos fixamos quando saímos do ventre inicial.

Demorámos alguns biliões de anos para perceber isto. O Corona veio recordar-nos que a felicidade de uns está dependente de todos os outros.

Obrigado Corona. Enquanto ele não desaparecer, não facilite, use máscara, respeite as distâncias e siga as regras que o Governo determina.

Se acha que é capaz de fazer melhor... As eleições estão à porta, concorra.

 

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C.S

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