Segunda-feira, 6 de Julho de 2020

Temos de privilegiar a qualidade

Desde a dicção aos produtos industriais e hortículas temos de ser sempre os mais capazes.

Na dicção, alguns locutores, ao enganarem-se e falarem muito depressa não se conseguem fazer perceber no discurso. É o caminho para a desilusão e mudar de antena.

Em tudo aquilo que fazemos temos de ser os melhores. As coisas mal feitas levam o mesmo tempo que aquelas que são aperfeiçoadas.

Os maus tempos têm de ser vencidos pela qualidade.

E a qualidade quer dizer calma, pensamento repetido, atenção aos pormenores e produtos de confiança.

Os alemães impuseram-se em toda a Europa pela qualidade de tudo quanto fabricavam. Os portugueses tinham os melhores vinhos, os melhores queijos, as melhores batatas, cenouras, couves, todos os produtos hortículas, além de serem capazes de fabricar peças para automóveis e autocarros que não vinham do estrangeiro, umas vezes por não termos dinheiro para as pagar e outras porque a guerra na Europa não o permitia.

Sugiro que durante a noite, quando acorda e o sono não regressa, tome nota dos pensamentos que considere válidos, não só para si, como também para todas as pessoas.

A nossa felicidade, embora não pareça, está dependente da felicidade do mundo que nos rodeia.

 

 

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C.S

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Domingo, 5 de Julho de 2020

António Costa não tem que justificar, tem de Governar

Esta democracia de pataratas em que o mundo vive, só serve para proteger oportunistas, comunistas, marxistas e outros arrivistas.

Faça o António Costa o que tem a fazer a bem de Portugal e dos Portugueses e verá que não precisa de mais bordões e outros aldrabões para ter maioria absoluta.

O Primeiro-Ministro conta com muita gente que não é socialista, essa lhe garanto eu.

Seja lá Democrata, defenda a Democracia, mas uma Democracia tipo países escandinavos sem necessidade de a toda a hora estar a dizer o que vai fazer. Daqui a pouco só falta ir de cuecas ao Parlamento, à espera de levar palmadas no rabo sempre que diga que tomou o pequeno almoço às oito em vez de o ter tomado às sete.

Toda a gente sabe que a Democracia é um bom sistema de Governo, mas com regras.

Se juntar à pandemia explicações sobre explicações em vez de mandar testar todos os do Primeiro de Maio e verificar os locais da área Metropolitana de onde saíram os dos autocarros. Enquanto o Governo evita cumprir o que ordena a uns e fecha os olhos aos outros, ninguém respeitará o Governo.

Aquilo que estou a dizer no Blogue, já o disse, em tempo oportuno, na Assembleia da República sem me importar com as consequências, desde que o povo não viesse a sofrer o que está a passar.

Por favor, António Costa, Governe. Deixe-se de conversa mole, dando uma no cravo e outra na ferradura, tal como fizeram a maioria, para não dizer a totalidade dos seus antecessores.

 

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C.S

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Sábado, 4 de Julho de 2020

Os amigos da onça e a salvação dos povos

Quando eu entrei para a Escola Primária, em 1943, os nossos inimigos de estimação eram os Ingleses e os Espanhóis.

Salazar não confiava nem nuns nem noutros, apesar de ter ajudado muitíssimo a Espanha, depois da Guerra Civil, 1936-1939.

As crueldades cometidas, de um lado e de outro, entre os espanhóis eram difíceis de perceber. A miséria depois daquela calamidade foi imensa. Salazar teve de desviar muito do pouco que os portugueses tinham para comer e dá-lo aos espanhóis para que, não tendo morrido na guerra, acabassem por morrer à fome.

Apesar de os ter ajudado, e aconselhado Franco a não permitir que Hitler instalasse bases em território Espanhol, Salazar não confiava em Franco, e esteve sempre de pé atrás com os ventos que sopravam daquele lado.

Por isso, quando alguém vem com a ideia de que devíamos estar unidos a Espanha, eu estou sempre contra, apesar de na Assembleia da República ter sido o único Deputado a votar a favor de Espanha, o que levantou um coro de reclamações e insultos contra a minha atitude, coisa que para mim foi indiferente.

Vi a Espanha crescer, vi os sacrifícios. Amo Espanha, como amo Portugal, mas a viver em casas separadas.

Os ingleses, sempre foram um bocado falsos. Se relatasse todos os descontentamentos, tínhamos conversa para horas. Salazar que também lhes conhecia as manhas e a história, detestava os “Bifes”. Os professores, mesmo não tendo ordens de ninguém do Ministério, agiam de igual modo.

Os portugueses são francos, dão o corpo às balas quando é preciso, mas depois são uns cordeiros.

Os amigos da onça descobrem-se nestas situações de solidariedade, mesmo quando a situação viral é muito pior em Inglaterra do que em Portugal. Mas bater nos mais fracos é bem mais fácil do que enfrentar as grandes potências.

Meus amigos, se Salazar saiu de uma situação muito pior do que o castigo desta pandemia, tratemos de arregaçar as mangas e mostrar que, se não há novos mundos a descobrir, há muitas terras onde os Portugueses podem mostrar as suas qualidades e criar riqueza nos países onde sobra terreno, mas falta saber sabsr para imaginar, trabalhar e desenvolver.

 

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C.S

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2020

Antena1 ajuda a combater o corona

Ouvir a toda a hora falar na pandemia que invadiu o mundo, e mata que se farta, começa a ser quase uma doença mortal que o pensamento assimila e nos desmoraliza.

Para desviar a ideia, mas sem curar da prevenção, há uma maneira que eu utilizo, estar permanentemente a trabalhar, um vício que apanhei no tempo do Estado Novo, e embora já esteja em estado de velho, não consigo largar.

A Antena1 serve-me também de grande apoio. Por volta das 7h47 oiço “Os Portugueses no Mundo”, programa de cinco a 8 ou 9 minutos, da Alice Vilaça que é ótimo para alargar o tempo.

Tal como o título indica, há portugueses por todo o lado. O que sugiro, para quem gosta de alargar conhecimentos, é, depois de ouvir a conversa, abrir no Google o Mapa do país onde os portugueses trabalham e ler a história daquele país e das pessoas que aí habitam. Vai ver que ganha outra força.

Se não é habitual da Antena1, a seguir. aos Portugueses no Mundo, vem o “Portugalex”, também 3 ou 4 minutos de boa disposição.

Experimente, vai ver que a Antena1, pode ser uma boa solução para não entrar em paranoia.

 

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C.S

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2020

Cercados por mar, terra e ar, como vamos escapar?

Há sempre uma maneira de resolver todos os problemas, por mais complicados que eles sejam, só que dá trabalho pensar neles.

Neste momento, tanto Portugal como a restante Europa, estão cercados por mar, terra e ar. E, se continuarem a resolver problemas usando paninhos quentes, todos vão arrefecer no inferno, que mais não é do que a cova fria.

Ouvi hoje, por volta da uma da manhã que é desaconselhado entrar praias dentro porque bactérias perigosas estão a invadir várias praias em Portugal. Se isso acontece numa parte de Portugal, acontecerá por toda a Europa. Os cientistas pensam que é o aquecimento Global que está a provocar mais esta pandemia.

Com o Corona a dominar as terras e os ares, o ser humano ou puxa dos galões ou vai desta para melhor enquanto o diabo esfrega um olho.

A única coisa que me aborrece, quando penso que tenho de morrer, não é a morte, é pensar que não aprendi tudo o que gostaria de aprender, por esse motivo todos os dias estudo algo que depois possa servir a quem gosta muito de viver, mas não está para se chatear a aprender.

A minha teoria sobre tudo o que está acontecer de mal vem desde a Guerra do Iraque, da Síria e da Líbia, quando os criminosos Bush, Blair, Obama, Cameron e Sarkozy fizeram do Mediterrâneo um cemitério altamente contaminado, que foi expelindo vírus através de uma evaporação permanente.

A quantidade de refugiados nos campos da Turquia, da Grécia e da Itália, se não forem rapidamente repatriados ou acolhidos e tratados em locais da Europa e dos Estados Unidos, tal como Ângela Merkel fez ao acolher um milhão que imediatamente pôs a estudar e a trabalhar, todo o mundo não se livrará de uma morte lenta, de sofrimento e confusão mental, que atacará Governantes e governados.

Os engenhos atómicos poderão sair dos armazéns para matar definitivamente o vírus humano, que nunca soube agradecer à Natureza a felicidade que ela ingenuamente lhe entregou.

Vá. Em vez de ficar a pensar no que acabou de ler, veja se descobre uma mezinha mais acertada para salvar este mundo de tontos, como diria o meu saudoso amigo José Pires Ramos.

 

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C.S

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2020

Os que ficam para além da morte, António Ferro

Ao recordar António Ferro e ao compará-lo a indivíduos também excecionalmente inteligentes, que conheci e com quem lidei depois do 25 de Abril, através da Assembleia da República, verifico, com tristeza como estes não aproveitaram as suas capacidades em favor de Portugal. Pelo contrário, preocuparam-se com os seus interesses, juntaram-se aos canalhas que invadiram Portugal a seguir ao Golpe do 25 de Abril e, tal como este vírus, contaminaram um País próspero que em poucos meses transformaram-no na mentira do progresso para as suas carteiras recheadas com dívidas contraídas no estrangeiro e que foram sempre divididas com uma proporção de dez para um. Ou seja, enquanto os seus salários rondam os cinco mil, o trabalhador não passa dos quinhentos e poucos euros.

Conheci muitos. E pensava como era possível proceder assim, se o povo português começava a passar mal.

António Ferro fica a longa distância desta infâmia de infra-humanos que morrerão de barriga cheia ao esvaziarem o país que elogiam pela democracia de fancaria e liberdade de enchimento e tentativa de entorpecimento da consciência nacional.

Quando trabalhei no SNI, Secretariado Nacional da Informação, o Diretor do Turismo, saudoso Engenheiro Álvaro Roquette, ao passar por volta da meia noite junto do palácio Foz, ao ver uma luz acesa onde era a minha secção, parou o carro e foi ver o que se passava. Encontrou-me enfronhado nos trabalhos de António Ferro. Na altura estava com a revista Panorama que ele tinha fundado.

Nem dei pela entrada do Engenheiro Álvaro Roquette que me disse: “Tu nunca te cansas? Olha que o Ferro não passou dos 61. Vai descansar.”

Salazar teve em António Ferro o Homem que o convenceu a fazer propaganda do seu trabalho para arrastar todo o povo. Salazar pensou nas suas palavras e entregou-lhe o cargo.

António Ferro que era jornalista, escritor e amante do trabalho e de Portugal lançou-se na tarefa de divulgação utilizando todos os meios para alegrar o povo que tinha deixado de acreditar nos políticos e trabalhava contrariado. A mudança a partir de 1932 foi radical. Salazar acreditou no jovem António Ferro. Ele que só pensava em poupar, para ninguém passar fome e abrir estradas, hospitais, escolas e pontes passou a apostar também numa política do Espírito, de cultura e lazer.

Pelo país aparecem as bibliotecas ambulantes, os cinemas ao ar livre e até o fabuloso Bailado Verde-Gaio, se deslocava a todo o lado, sempre que era solicitado.

Em 1940, António Ferro é Secretário-Geral da Exposição do Mundo Português, Junta-lhe os nomes mais importantes das letras e das artes desde Júlio Dantas a Almada Negreiros. Todos trabalham com afã e sem as tricas e os interesses comezinhos que tiram valor a tudo por incapazes que estão sempre descontentes porque fariam melhor, sem nunca fazer mais nada do que intrigar, atrasar e sujar o trabalho de quem luta pelo bem de Portugal e dos Portugueses.

António Ferro desempenhou todos os cargos para que era solicitado sempre com uma perfeição inexcedível. Funda o Museu de Arte Popular. É Presidente da Emissora Nacional, um verdadeiro exemplo de como fazer rádio, onde tudo era difícil pois não existiam as possibilidades dos dias de hoje.

António Ferro termina a vida em 1956, quando ainda era Ministro Plenipotenciário em Roma.

Salazar perdeu um grande amigo e Portugal um Homem que continua a ser um exemplo para as novas gerações, embora os bastardos que conspurcam este país de inchados vírus, continuem a esconder e a difamar todos aqueles que amam verdadeiramente Portugal.

 

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C.S

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Terça-feira, 30 de Junho de 2020

Evite a tristeza, o stresse e a confusão mental

Nestes tempos de muitas dificuldades, incerteza, avisos constantes sobre como fugir de um vírus que está em todo o lado por culpa de gente infetada em Lisboa e se contínua a passear por todo o país depois dos discursos do primeiro de Maio e dos autocarros que, sem regras, inconscientemente absorveram o vírus e o multiplicaram ao largar sindicalistas que continuam a não compreender que este “Manicómio em autogestão” dos tempos do Cunhal e do Vasco Gonçalves tem de acabar de vez até para sua própria segurança e dos seus familiares.

Estes desgraçados ainda não entenderam que a bandalheira acabou. Estão tal e qual como o soldado Japonês, que não sabendo que a Segunda Guerra Mundial tinha acabado, viveu no meio de florestas durante mais de trinta anos, sempre convencido que o Japão tinha de ganhar a guerra, quando ele se tinha rendido em 1945.

A tristeza, o stress e a confusão mental em que muitas pessoas se estão a afundar é um perigo enorme.

A saúde mental é fundamental para enfrentar a vida e resolver qualquer problema inesperado.

Como fazer?

Quem trabalha, no trabalho só deve pensar no que está a fazer e, se possível, inventar maneiras de rentabilizar mais o que faz. Fazer trabalhar o espírito em qualquer ocupação é um dos melhores meios para resolver problemas sem meter macaquinhos na cabeça.

Quando andei pelo estrangeiro a estudar o porquê de os Governantes não serem capazes de resolver os problemas de pobreza que assoberbavam os países, esqueci-me algumas vezes que precisava de ter dinheiro para comer. A primeira coisa a que me agarrava era o que estivesse mais à mão. E os cafés e restaurantes tinham sempre falta de gente que soubesse várias línguas. Mas a certa altura descobri que podia escrever histórias dos donos dessas casas e eles concordavam pagar-me bem mais do que andar a servir à mesa. Mas como durmo pouco, fazia sempre os dois serviços.

Mais tarde, em Portugal, escrevi algumas histórias de gente que trabalhou uma vida inteira e náo tinham descendentes a quem deixar o fruto do seu trabalho. Eles pagavam-me e eu assim consegui fazer o estudo sobre a pobreza. Umas vezes trabalhando em colégios, outras como funcionário no Consulado de Paris, outras em escolas oficiais, sempre escrevendo livros sobre os mais díspares temas, sem nunca me deixar prender por qualquer assunto pessoal ou coação. Quando me aprestava para colocar a ideia sobre a pobreza, em marcha, apareceu este miúdo endiabrado, chamado Corona. Tive de meter travão à ideia. Quem conseguiu misturar muitas profissões, para tentar compreender o mundo e a causa das grandes diferenças sociais que existem desde há 60 anos até esta sorte, também pode esperar mais uns meses ou anos.

Mas esta conversa vem a propósito de quem? De você q ue tem de largar a tristeza, o stresse e a confusão mental. Neste mundo tem imensos assuntos para pensar. Não se deixe abater.

Para treinar comece por escrever a sua história desde o tempo em que se lembra das suas diabruras, quedas e ralhetes até aos dias de hoje. Se estuda, aproveite uma hora ou duas para folhear os livros, e se gosta de línguas escolha aquela que gostaria de aprender. Vai ver que tudo é fácil e substituiu o medo, o stresse e a confusão que deitam abaixo a saúde mental.

Acredite em mim. Gosto de fazer experiências para entender, por que cabo de trabalhos vim parar a esta Casa de Orates, que umas vezes me dá grande gozo, mas outras me dá sérias preocupações.

Num livro sobre a Segunda Guerra Mundial, depois de ter enfrentado vários problemas com o mesmo, escrevi que mais forte que os espíritos era a vontade do próprio homem. Não deixe que um bedelho, tão pequeno como o Corona, irrequieto e invisível, lhe transtorne o pensamento. Proteja-se naturalmente, náo arrisque conversas desprotegidas. Descubra novas maneiras de viver.

 

Anterior “Evite o supérfluo para se proteger”

C.S

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2020

Evite o supérfluo para se proteger

O ser humano não passa de uma peça, talvez a mais importante, escolhida pela Natureza para seu serviço, digamos, de cariz Democrático, mas com regras que nunca se devem ultrapassar. E o ser humano tem feito trinta por uma linha sem prestar contas às Forças que regem o mundo.

Desde há alguns anos temos andado a viver sobre uma lixeira que não só contamina a terra, como a poluição marítima está no limite.

A Natureza deixa que o animal racional ponha e disponha da Casa onde habita, mas o incontrolado está a ultrapassar os limites e a Natureza quase perdeu as estribeiras.

O Corona entrou pelos descuidados de boca aberta, ceifou os maduros e apresta-se a levar também os mais verdes que, cavalgando em festas e procissões sindicais, a ignorância multiplica a um ritmo alucinante.

Será que estes alucinados, com dinheiro no bolso, o gastam no supérfluo e na própria morte?

Sempre preocupado como solucionar a pobreza em Portugal e nos outros países do mundo, tenho mostrado, com alguns exemplos, como Salazar o conseguiu fazer, através de uma Democracia Orgânica que chamava os bois pelos nomes, e assim, mostrando força, sem a usar, evitava os estragos e as lutas entre os seres humanos e ainda ajudou a Espanha, saída da feroz Guerra Civil entre 1936-1939 e todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial, 1939-1945 sem qualquer discriminação que em Portugal encontraram um porto seguro, como muitos escreveram.

Mas os alarves que falam contra Salazar, desde os sociais-fascistas comunistas até aos capitalistas, só o fazem por interesse, ignorância ou estupidez que, neste momento vai sair cara a muita gente por causa de imbecis que afrontaram o Governo quando ainda era proibido sair de uns concelhos para os outros e eles o fizeram perante a televisão e os outros órgãos de Comunicação Social que divulgaram o evento de uma CGTP pandémica que, pelo exemplo e não castigo Governamental, abriram de par em par as portas a jovens e adultos e a milhões de virus pelo ar. Neste momento ninguém está seguro em qualquer parte do país.

A Natureza está a fazer um esforço, a dar uma nova oportunidade a todo o mundo.

Aquilo que acontece em Portugal acontecerá em outros países se os Governantes quiserem estar a bem com o vírus, os Sindicatos e outros inábeis.

Certeza, admiração e respeito tenho eu por Marta Temido e Graça Freitas. A Ministra e a Diretora-Geral, tudo fizeram para que aquilo que está a acontecer em Portugal não sucedesse.

Obrigado Marta, obrigado Graça.

 

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C.S

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Domingo, 28 de Junho de 2020

Trinta Casas assistiam 60 mil pescadores

Tal como acontecia com as Casas do Povo, o mesmo se passava com as Casas dos Pescadores.

Salazar, enquanto não encontrava o Homem certo para  entregar tarefas que não podiam falhar era ele próprio que estudava tudo ao pormenor, ouvindo simples marinheiros e comparando sugestões.

Enquanto não arranjou dinheiro para ter um navio hospital de apoio, aos pescadores do bacalhau nos mares da Terra Nova e da Gronelândia, não descansou. Assim aparece um dos mais modernos hospitais do Mundo, o Gil Eanes.

Ao Primeiro-Tenente Henrique Tenreiro confiou Salazar o apoio a todos os pescadores.

Desde as Casas dos Pescadores, com a ajuda da Junta Central dos Pescadores, estes trabalhadores do mar e as famílias tinham suporte quase ilimitado, bairros com boas casas a que tinham direito ao fim de 30 ou quarenta anos, com uma renda simbólica, a assistência médica e medicamentosa, colónias de férias para os filhos, e Casas de repouso e Lares para os mais idosos.

Os trabalhadores recebiam o agradecimento de um País que eles alimentavam depois de vários anos de fome e vida miserável.

Salazar sabia que o mundo rural e o mar podiam salvar Portugal. As outras fontes de rendimento eram escassas; para as fazer funcionar tinha de fazer dinheiro que não existia.

Para aumentar as capacidades de todos usou a Escola, mais cedo do que teria pensado. No mundo rural a tarefa foi complicada. Muitas vezes os professores tinham de ir buscar os alunos e convencer os pais que era para seu benefício: eles diziam que sim, mas os filhos faziam-lhes falta para o trabalho e não apareciam.

Com os filhos dos homens do mar foi diferente: entusiasmados para irem, mais tarde trabalhar com os pais, foram criadas Escolas, essencialmente técnicas, com três graus: rudimentar, elementar e profissional, a que os jovens se aplicavam entusiasmados, chegando rapidamente a profissionais.

Havia escolas na Ericeira, Nazaré, Portimão, Porto, Póvoa de Varzim, Setúbal, Viana do Castelo, Vila do Conde, Matosinhos, Tavira, Funchal, Horta, Ponta Delgada e Lisboa, que estava sempre cheia.

Salazar ao garantir a mais de sessenta mil Homens do mar e a suas famílias uma total e eficaz assistência tinha a certeza que esta confiança seria multiplicada muitas vezes e faria pensar os outros milhões de portugueses que voltavam a acreditar nos Governantes, e na força mental e de trabalho de Salazar que comia sardinhas como eles, feijão pequeno e um copito de vinho tinto, que também, segundo ele, “beber vinho dava de comer a um milhão de portugueses.”

Salazar tinha a mesma boca que eles e os mesmos gostos. Tinham de trabalhar para bem de Portugal. Podiam acreditar no Homem.

 

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C.S

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Sábado, 27 de Junho de 2020

Todos pensam salvar Portugal

Estes 46 anos de Democracia pandémica que os portugueses têm vivido, umas vezes de loucura desvairada, como foram os anos seguintes ao 25 de Abril, em que Portugal era considerado um “Manicómio em autogestão”. As bancarrotas eram iminentes, até a esta pandemia de falta de ar e morte, por tudo os portugueses têm passado. E escusavam. Todos ou quase todos aceitámos o 25 de Abril, que Marcello tinha permitido. Quem deu cabo do evento foi o infame Cunhal e os comunistas de sequeiro, que minam Governo, Parlamento, Ministérios, Câmaras Municipais e Instituições onde instalaram papagaios que, obedecendo às ordens dos chefes, divulgam textos de propaganda comunista, ou social-fascista, como muitos apelidam os comunistas, destruidores da ordem e da paz com greves, encontros e festas virais, sem medo de retaliações em tempo de proibição por causa da pandemia.

A pandemia comunista usa a Democracia para fazer tudo quanto quer.

Democracia que eles invocam para se proteger.

Enquanto os Governos estiverem agarrados à Democracia de fancaria e não à Democracia da igualdade, lealdade, saber, conhecimento, verdade, Portugal nunca mais se endireita. Com vírus ou sem vírus não passará de um caso perdido, à espera que a Espanha lhe deite a mão. O pior, é que os espanhóis não estão melhores que nós. Há ainda, em Espanha, tipos sem escrúpulos que estão a remoer a derrota dos vermelhos e a pusilanimidade dos brancos que fazem tudo para ocupar cargos que não estão preparados para servir.

A Democracia espanhola pouco se diferencia da Democracia Portuguesa. A pandemia é semelhante.

Quando penso na simplicidade como Salazar recuperou o País depois da pandémica Primeira República, verifico que ele utilizou três ingredientes fundamentais para tirar Portugal da asquerosa miséria em que se encontrava.

Utilizou a terra, o mar e as festas.

Induziu os trabalhadores rurais a regressar ao trabalho dos campos.

No mar, em pouco tempo, tinha mais de 60 mil pescadores.

Salazar juntou, ao trabalho braçal, festas, alegria e riso que tinham deixado de existir numa Primeira República onde o sofrimento, as greves, as prisões e a morte eram o dia-a-dia de um povo que há muito vivia em permanente inquietação.

O ser humano precisa de rir e descontrair para ser feliz, para trabalhar e produzir.

Salazar ao desenvolver a estratégia que há muito imaginava para arranjar dinheiro que fizesse funcionar o Estado, sem estar dependente das afrontas internacionais, tem a certeza que os campos e o mar, bem orientados e organizados fariam funcionar todos os outros sectores e dar sustento a centenas de milhares de famílias. Mas para isso tem de levantar o espírito do povo. As Bandas militares passam a tocar, todas as semanas, nos coretos dos jardins; os cinemas ao ar livre aparecem por todo o lado. As festas e bailes levantam a alma, enrijecem os braços e enchem os celeiros e as lotas de pescado. As cantigas ao desafio voltam a ecoar pelos ares. Na década de sessenta as casas de espetáculos estão permanentemente cheias.

Salazar tem um escol de gente impar que serve o Governo, tanto nos Ministérios como nas outras Instituições do Estado.

Ninguém pensa em si. Todos pensam salvar Portugal.

 

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C.S

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