Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

Mário Soares epígono da irracionalidade na Aula Magna

Mário Soares, o destruidor do Portugal próspero, sem desemprego, seguro, saudável e fraterno vai justificar a miséria em que o país se encontra, não por culpa dos seus erros primários ou da Constituição socialista que ele, os comunistas e o MFA obrigaram a votar, mas porque a garotada continua a querer salvar o país.

O povo vai poder assistir a, provavelmente, o último espetáculo do histrião, o funâmbulo ilusionista que conseguiu enganar o povo com duas palavras: liberdade e democracia. E o povo que já há muito tempo não via um palhaço que o soubesse divertir deixou-se embalar pelo Mário que amesquinhou a polícia e insultou a inteligência.

O Mário sabe que o povo ignorante aceita tudo, tem memória curta e o povo pensante aproveita a ocasião para montar o burro que já lhe fugia devido ao progresso e ao bem-estar em que os governantes o tinham colocado: sem desemprego, dinheiro suficiente para viver uma vida honesta, feliz e limpa, coisa que a Primeira República (1910-1926) onde o pai do Mário, o padre Soares tinha sido ministro e arranjado fortuna enquanto o povo vivia a mais imunda, fétida e miserável situação. Onde as prisões eram aos milhares e os mortos de fome às centenas.

O Mário aproveitou uma oportunidade inesperada e saltou sobre a presa indefesa com o seu camarada, tutor e mentor da perversão da juventude, o maior canalha que a terra ao mundo lançou, o asqueroso Cunhal.

Os dois, sem qualquer ideia positiva conseguiram destruir um País ordeiro e organizado, perante a apatia de quem tinha mudado o regime e a algazarra da vadiagem.

Deram ao desbarato as colónias sem se importarem com as consequências para os povos descolonizados à pressa e sem quaisquer regras. No total morreram milhões em Angola, Moçambique, Guiné e Timor porque nada foi decidido com ponderação.

Mário, o garoto imbecil e inconsciente, o facínora Cunhal, o infame Melo Antunes, coadjuvados por outros imbecis, de onde se destaca Rosa Coutinho e a indiferença de quem sempre viveu muito acima do povo simples e trabalhador.

Hoje, o Mário vai reunir na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, os últimos abencerragens dos que pouco se importam com o povo inculto desde que os seus interesses continuem salvaguardados.

Vamos ver até onde chega o despudor para o povo saber a quem sempre esteve entregue a destruição nacional e o porquê da situação miserável em que se encontra.

A resposta é simples porque os miseráveis sempre se juntaram para defender as suas mordomias sem se preocuparem com a miséria do povo.

C.S 

publicado por regalias às 05:29
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