Terça-feira, 26 de Novembro de 2013

Portugal pode ser o país mais próspero da Europa

Com este clima, o mar, as montanhas, a afabilidade do povo, a comida excecional, o bom vinho, o bom queijo e o conjunto monumental que cobre o país de Norte a Sul só é pobre quem quer.

Portugal tem tudo, o que os outros países da Europa gostariam de ter, e não aproveita.

Antes do 25 de Abril, Portugal era um país de trabalhadores, que tinha recuperado Portugal da miséria em que a Primeira República o tinha deixado.

Depois de muito esforço e muito sacrifício, quando tudo estava organizado, veio do estrangeiro uma cambada de antipatriotas que enrolou os militares, empalmou o Governo e conseguiu fazer regressar os portugueses à desgraçada situação em que viveram entre 1910 e 1926.

Dois culpados, Soares e Cunhal, um sabujo; Melo Antunes, e muitos lacaios, dos quais se destaca Rosa Coutinho conseguiram que nos países descolonizados fossem mortos por fuzilamento os Flechas da Guiné e por guerras intestinas em Angola, Moçambique, Guiné e Timor mais de quatro milhões de inocentes.

Foi sempre isto que Salazar e Marcelo Caetano temeram; que a falta de quadros viesse originar o que acabou por acontecer.

Salazar tinha criado a Casa dos Estudantes do Império para ter uma elite tal como tinha acontecido no Estado da India, onde todos os postos principais da governação eram já ocupados por naturais do território.

Foi com receio que Goa, Damão e Diu se tornassem independentes e ali fosse criado um Estado que Nehru invadiu e ocupou aqueles territórios contrariando todas as disposições internacionais.

A amizade entre os portugueses e os indianos de Goa era tão grande que os portugueses ao terem sido feito prisioneiros, e ali acantonados, os habitantes de Goa sempre lhes levaram alimentos e outros confortos para que a prisão fosse mais suportável.

Estas notas vêm reforçar o carácter dos portugueses, a maneira natural como se dão com todos os povos.

Os das colónias portuguesas foram aqueles que, em comparação com as dos outros países menos exploraram essa gente e esses territórios. Por isso, desde o Brasil, a Timor a Cabo Verde, à Guiné, a Moçambique, a Angola, a S. Tomé e Príncipe, a Macau todos esse povos se amam como se todos partilhassem o mesmo território.

Esta maneira de ser e que espanta o mundo inteiro, porque não se encontra em mais parte nenhuma, faz de Portugal um país com potencialidades excecionais tanto no campo do turismo, como para vir a ser uma placa giratória para ligar os países do mundo.

Se no século XVI, Lisboa era a terra de muitas e desvairadas gentes que aqui vinham negociar e o seu porto se enchia de embarcações, também o século XXI pode ser o século dos Portugueses, se soubermos refletir em tudo quanto sabemos fazer e quanto temos para oferecer.

Portugal não é um país pobre, bem pelo contrário, pode ser o mais próspero da Europa.

C.S

publicado por regalias às 05:34
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