Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011

Dão conselhos. Não abdicam das mordomias

Todos sabemos que a especialidade dos portugueses é darem conselhos aos outros, conselhos que eles próprios não seguem.

Dão conselhos, mas não abdicam das mordomias.

Ao ouvir os Sampaio, os Alegres, os Rosas, os Seguro perorarem sobre aquilo que aos próprios interessa, fingindo banalidades, no meu pensamento só aparece o aforismo português: "com papas e bolos se enganam os tolos".

Há tipos gordos, bem nutridos e de cara deslavada, recebendo o sangue que o português geme. Falam e mentem para distrair enganando, sem necessidade, o povo, e para atacar o Governo numa unha sem reporem o que receberam legal, mas por ínvios processos.

Todos foram culpados dos exagerados vencimentos e reformas que beneficiam. Desde Deputados, Governos e administrações ligadas à gamela. Todos fizeram que eles fossem elevados a níveis inacreditáveis. Agora nenhum quer largar mão daquilo que embolsa e embolsou.

Esta gentalha, muito importante, preocupa-se com aquilo que não mata a fome a dois milhões de portugueses: os dias fora de prazo. São uns beneméritos e uns patriotas.

Os gordos supracitados afirmam que nem Salazar se atreveu a tocar no 5 de Outubro e que, para o defender, o povo sofreu a violência do tirano.

Este Rosas e outros pançudos como ele começam-me a aborrecer. Não queria perder tempo a desmontá-los da sua sabedoria, revestida de minúsculas verdades e muitas mentiras, mas tenho a impressão que terei de rever estes últimos 37 anos com tipos menores, só para que não continuem a ludibriar o povo e ele baixe ainda mais as suas defesas.

Se os feriados do 5 de Outubro, do 1 de Dezembro e alguns de santas e santos tiverem de ser sacrificados para que o País se equilibre e o povo não morra à míngua, que sejam sacrificados os feriados. Tanto uns como outros pouco dizem ao povo. Julgo que só os monárquicos aproveitam o 5 para lamentar o sucedido. E os espanhóis nem sabem do que se livraram no dia 1 de Dezembro de 1640.

Agora, que a Europa se pretende unida, sem fronteiras e nacionalismos exacerbados tentar distrair o povo dos problemas essenciais com datas mortas, circo e palhaços amestrados só pode ser para tentar enganar pancrácios, mais tolos do que estes espertos abrilistas.

C.S

publicado por regalias às 06:48
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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

Vencer a crise com trabalho e simpatia

Aquilo que caracterizou o Estado Novo e o seu sucesso foi a política de trabalho, o exemplo e a simpatia.

Quando se tenta enganar a juventude com o fascismo, a ditadura, a falta de liberdade é pura demagogia para se tapar a corrupção e os roubos execrandos a seguir ao 25 de Abril.

Eu e umas centenas de amigos, ainda vivos, todos, relativamente, bem instalados, uns nos mais altos postos das Forças Armadas, outros médicos, alguns economistas, vários professores etc, mas tudo gente que fez as piores diabruras durante o Estado Novo, e tinha gosto em quebrar regras. O tempo era outro. Tínhamos de matar o tempo e deixar correr a juventude.

Se a Segunda República, conhecida por Estado Novo, devido à maneira paternalista como Salazar conduziu os destinos do País, fosse um regime fascista ou ditatorial na força exacta do termo, eu e alguns deles ainda estariamos presos a esta hora. Eu sempre escrevi o que me apeteceu e disse o que quis.

É verdade que onze artigos de jornal me foram cortados pelo lápis azul dos coronéis, mas nunca ninguém me incomodou como aconteceu depois do 25 de Abril com toda a liberdade apregoada, mas bem mais rigida e rigorosa do que aquela que tinha vivido no tempo de Salazar.

Como todos sabem, a Primeira República deixou o País vestido de miséria, fome e morte. O 28 de Maio de 1926 continuou a Governar em Ditadura, que vinha do regime anterior. Salazar só entra para o Governo, dois anos depois, em 1928, como Ministro das Finanças para resolver uma crise idêntica à de hoje.

Oliveira Salazar, não só conseguiu equilibrar num ano o Orçamento do Estado, como até ao 25 de Abril de 1974 nunca mais houve qualquer défice. A recuperação de Portugal fez-se de maneira harmónica.

As prioridades foram a comida para todos, o incentivo ao trabalho, o exemplo de honradez, a sobriedade e a simpatia.

Portugal parecia mais uma família do que um país de gente amontoada a esmo. A seguir ao trabalho e à comida vieram os caminhos, as casas e finalmente as obras públicas com o incansável Duarte Pacheco a lançar obra por todo o lado.

Tenho a certeza que, como eu, milhões de portugueses estão preocupados com a situação em que Portugal se encontra. Mas Portugal não é um país inviável.

O trabalho e a simpatia portuguesa, reconhecida em todo o mundo, podem fazer a diferença. Ainda há dias, tendo passado pela bela e bem cuidada cidade de Torres Novas, almocei no Hotel dos Cavaleiros. A delicadeza e a simpatia dos empregados, o bom serviço, a um preço acessível a qualquer bolsa, deixaram-me convencido que um dos caminhos tem de ser este: trabalho e simpatia.

Depois do repasto, eu e mais os amigos, que por acaso tínhamos ido parar ao Hotel dos Cavaleiros, resolvemos distender as pernas, passear à beira rio e conversar sobre o País das Três Repúblicas, e da simpatia e do amor e do trabalho como a Segunda superou as outras duas.

Não nos resta outra solução: trabalho, muito trabalho, simpatia e determinação, muita determinação para vencer a crise.

C.S

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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

A besta humana de freio nos dentes

O massacre ocorrido na Noruega, provocado por um silvícola das novas gerações, criado e amamentado entre os luxos e o conforto, foi mais um aviso de que a besta humana estava de freio nos dentes.

Quando o monstro Anders Behring Breivik, em vez de ser condenado por ter morto, 76 ou 80 crianças a sangue frio e consciente do acto é metido em hotel de sete estrelas, com tudo pago porque a besta é inimputável, o cidadão normal e ainda não contaminado pelo vírus que enlouquece a humanidade, começa a pensar:

Este gajo, este Breivik está protegido por quem? Se não está, como é possível desculpabilizar a besta se os seus movimentos foram todos bem pensados e executou jovens com uma barbaridade e crueldade semelhante ao que aconteceu nos campos de Pol Pot, o sanguinário líder dos Khmer Vermelhos, bondosos esquerdistas que mataram a torto e a direito o seu próprio povo.

A seguir ao Breivik, três criminosos arrasaram um país próspero, a Líbia, mataram como entenderam para roubar o petróleo e instalar bases para atacar outros países árabes, com prioridade para o Irão.

A comunidade internacional, cobarde e venal, ou aplaudiu ou calou-se.

A escalada da besta humana, com altos e baixos, corre para a sua própria destruição.

Estes exemplos de impunidade vão fazer que em todo o mundo a insegurança se instale. Os ataques que ontem ocorreram na Bélgica, em Liège e na Itália, em Florença, são o mote para se estenderem aos países, ditos civilizados, mas governados por incompetentes ou por suicidas em potência.

Certo que a Democracia é o melhor sistema de governo enquanto não houver outro melhor, também tenho a convicção que a permissividade democrática, levada ao exagero é o elo mais fraco perante a subserviência aos loucos e a sua impunidade.

O exemplo das bestas assassinas como as que atacaram o Iraque e a Líbia irá multiplicar-se por pequenos núcleos de criminosos que, agindo isoladamente, quererão mostrar que eles é que são os senhores da vida e da morte ao matarem o maior número de inocentes.

Regresso à Líbia, embora o faça com sacrifício, e em vómito por causa das 4 bestas que provocaram a hecatombe. Três políticos e um assassino ao serviço da NATO, agiram como verdadeiros bandidos inconscientes e criminosos. 

A ONU perdeu toda a credibilidade. Apelar para uma intervenção na Síria mostra ser inviável porque os países viram o monstruoso erro cometido na Líbia e, naturalmente, não arriscarão em se envolver em algo semelhante. Bem pode a Pillay apelar ao Conselho de Segurança para uma intervenção, que todo o mundo pensará sempre no horroroso genocídio cometido na Líbia quando para salvar 500 ou 1000 contestatários a Khadafi se mataram perto de 200 mil inocentes e se esquartejou o Coronel Kadhafi em público.

A besta humana está de freio nos dentes e merece o meu mais profundo desprezo.

C.S

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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011

Pilotos e maquinistas, os reis da selva

Inacreditável e inadmissível como os pilotos, os maquinistas e outros atrasados mentais se esforçam para destruir Portugal.

Por um lado, o Governo espreme até ao cêntimo o povo, no outro lado está um conjunto de comunistas capitalistas e sindicalistas que se dão ao luxo de poder esbanjar milhões de euros sem que alguém ponha cobro a este crime, próprio das máfias organizadas em sugar o próximo.

A imbecilidade e a maldade destes sujeitos é tal que na CP, quando o bando comunista decreta greve e são determinados os serviços mínimos, as bilheteiras centrais dão como vendidos os bilhetes e todas as outras estações estão impedidas de fazer marcações e proceder ao tráfego normal.

O Governo faça auditorias e verifique se isto é ou não verdade.

Eu nem sou polícia nem bufo comunista, sou um português que ama o seu País acima de tudo. Como eu haverá muitos outros que pensam de igual modo.

Chega de estupidez! Chega de venalidade! Chega de permissividade quando dois milhões morrem de fome todos os dias e se permite que canalhas comunistas, sindicalistas e outros idiotas destruam o País onde nasceram!

Eu não acredito que os Administradores não sejam cúmplices deste roubo e desta infâmia cometida contra o Povo Português.

Façam-se os diagnósticos e obriguem-se os infractores a pagar tudo quanto roubaram e destruíram. O Governo não pode continuar a sacrificar o povo com impostos para cobrir o que esta gentalha inqualificável se dá ao desplante de arruinar. 

Se o Governo autorizar o pagamento dos salários a estes parasitas sem escrúplos é porque está conluiado com toda a bandalheira que eles protagonizam.

Se o Governo não tomar medidas que salvem o povo e Portugal, ninguém precisará de um Governo de bananas que se tornará conivente com a morte do País.

Estes pilotos e maquinistas julgam-se os reis da selva. Como todos os animais selvagens e predadores estão sujeitos a que os prejudicados lhes paguem na mesma moeda.

Que os mentecaptos, ao serviço dos seus próprios interesses, dos sindicatos e dos partidos tomem consciência que a indignidade lhes sairá muito cara.

C.S

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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011

Democracia à capitalistas e comunistas

Capitalistas e comunistas capitalistas agarram-se, com todas as forças, à democracia que lhes garante os chorudos vencimentos, os bons carros as boas caçadas e a comezaina cara e variada.

Tanto uns como outros gritam Democracia cientes que a Comunicação Social, bem paga e subserviente, transformará em vozearia convincente o esbulho do povo e a manutenção das suas escandalosas mordomias sem que tenham de dar uma unha para o verdadeiro trabalhador que morre de fome e ainda tem de se mostrar agradecido aos abutres que o atiraram para a situação em que se encontra.

Tal como o fascismo, a ditadura e a liberdade, a palavra Democracia está-se a esvaziar em cada dia que passa.

Ninguém, com a barriga vazia, pode ter pensamentos contemplativos e simpáticos. 

Onde é que os corajosos manipuladores da palavra, de boca cheia e bolsos recheados, já vieram a público contestar o que recebem de reformas milionárias e de vencimentos execráveis perante a situação que Portugal está a viver?

A machadada na Democracia, como o caçador afirmou e a rádio trombeteou tem a resposta na miúda endiabrada, a Mafalda, que ao perguntar o que era a Democracia e ao lhe ser dito que era o poder do povo, ela riu, riu do engano dos espertalhões e da ingenuidade do povo que teima em não estudar e por isso se deixa enganar com uma facilidade espantosa e tremendamente degradante.

Os capitalistas que têm como epígonos os Sampaios, os Soares, os Marcelos, os Guterres, os Seguros, os Vara, os Isaltinos, as Leite, os Alegres; assim como os comunistas Carvalhas, os Jerónimos, os Carvalho, os Louçãs e muitos outros tipos desprezíveis que enchem o berro com "Democracia, Democracia", mas são incapazes de prescindir de regalias sonegadas ao povo através de meios legais que eles fabricaram como muito bem entenderam.

Exemplo, exemplo. Tenham a coragem de dar o exemplo e depois governem como entenderem; à moda democrática, à moda liberal, à moda neo-liberal, à moda ditatorial mas nunca esquecendo o benefício e o bem-estar do povo.

Qualquer governo é bom desde que o povo se sinta bem. O labéu que mancha os governos em ditadura, os liberais ou os democráticos é a corrupção, a violência e o roubo.

Os direitos adquiridos, como regateiam outros parasitas, não passam de autênticos roubos a que os militares ignorantes deram cobertura a seguir ao 25 de Abril quando o País foi sistematicamente destruído a mando de um canalha que saiu do frio e paralisou toda a máquina produtiva com o slogan: as conquistas dos trabalhadores.

Reduzam, os putativos democratas, para um terço quanto recebem, ponham as fortunas à disposição do Governo e depois já se poderão arrogar daquilo que dizem ser.

Neste momento, tanto capitalistas oportunistas, como comunistas acéfalos, não passam de parasitas que teimam em não largar a chupeta e continuar a montar o semovente que insiste em não estudar.

C.S

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Domingo, 11 de Dezembro de 2011

Défice mental e défice constitucional

Não é o limite ao défice que preocupa a menoridade política da esquerda. O que os preocupa é que exijam que seja retirado da Constituição aquilo que lá foi metido à força: montes de Deputados inválidos, socialismo de pataco e outras mazelas que envergonham qualquer país, mas que Loucãs, Jerónimos e Seguros tentam manter a todo o custo.

Dos 230 Deputados, mais de metade não servem para mais nada do que para fazer número. Querem-nos manter? Reduzam o vencimento para um terço do que cada Deputado recebe.

O défice mental de muitos políticos é idêntico ao défice constitucional.

Já ouviram o Louçã, o Jerónimo, o Seguro, os do C.D.S e os do P.P.D abdicarem das suas mordomias e altíssimos vencimentos comparados com o diminuto trabalho que realizam? Ninguém vê, nem verá. Estas sanguessugas nunca mais largarão a vítima, o sacrificado povo português, que também tem culpas no cartório porque não estuda nem obriga os filhos a estudar. Se não estuda, não compreende. Se não compreende passa a burro de carga.

As dificuldades de Portugal nem são da senhora Merkel nem do anão saltitante e criminoso que arrasou a Líbia e que só de o mencionar me dá vómitos. As dificuldades por que Portugal está a passar foram todas causadas pela destruição infame de comunistas e de udepistas que hoje estão camuflados no BE.

Portugal tinha uma vida e um Orçamento saudáveis quando o Prof. Marcelo Caetano deixou o poder em 1974.

A pesada herança, só em ouro, pesava 847 toneladas. O comércio, a indústria e a agricultura eram pujantes. Mas os néscios, os videirinhos e os oportunistas correram atrás da revolução Estalinista, embandeirada pelo facínora Álvaro Cunhal, e resolveram destruir tudo para criar um mundo novo como proclamava o sol da terra.

Nem os milhões dados pelo Fundo Europeu serviram para modificar a situação. E isto porquê? Porque a lesma comunista continua infiltrada em muitos centros vitais.

O limite mental dos Deputados é proporcional ao défice. Desde que para eles não faltem os milhares de euros que sugam ao povo, este que se dane.

Tal como o escorpião que morre por ter picado a rã que o transportava no rio profundo, assim estes inqualificáveis irão proceder. Enquanto tal não acontece banqueteiam-se nas festas que se aproximam e gastam num dia o que muitos não ganham num ano.

Esta é a solidariedade, a liberdade e a mentira que estes pretensos e bondosos políticos continuarão a buzinar em televisões, rádios e jornais para que o povo confuso e atordoado pelas dificuldades e pela fome se deixe, pacificamente, devorar pelos abutres.

C.S

publicado por regalias às 07:27
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Sábado, 10 de Dezembro de 2011

Os "Dias do Avesso" melhoraram

Os "Dias do Avesso" nunca me agradaram. O tom monocórdico dos dois intervenientes levava-me, quase repulsivamente, a desligar da "Antena Um".

Mas esta esperança, que não me larga, de acreditar que os portugueses têm capacidades excepcionais e que só precisam de as afinar, leva-me, de tempos a tempos a ouvir, neste caso, a conversa entre a jornalista Isabel Stilwell e o psicólogo Eduardo Sá.

Tanto a Isabel como o Eduardo são lutadores e competentes. Os temas escolhidos para a conversa serão bons, mas faltavam-lhes alma. 

O Eduardo ainda precisa de afinar o trinar: não entendi onde tinha ido. A dicção, a voz ou a garganta escondem-lhe, por vezes, o que diz.

Ontem ao ouvi-los fiquei contente por dois motivos: havia brilho na conversa e ela bateu quase em cheio  no "lá fora é que é", embora a Isabel pretendesse a comparação com este povo "...a fingir que somos ricos". 

Nos países ricos poupa-se no acessório e gasta-se, inteligentemente, no essencial.

Os países ricos têm escolas e hospitais onde os gastos são contidos, mas onde os seus "laboratórios são os melhores do mundo".

A comparação feita pela Isabel Stilwell entre as cozinhas e quartos, sem conforto dos estudantes, sem os padrões a que estamos habituados, em Portugal, desde os anos sessenta, poderia ter levado o Eduardo a comentar que aquela situação serve para lembrar, subliminarmente, aos jovens que a vida é difícil e que é necessário estudar e lutar para alcançar o bem-estar ambicionado por todos.

Perante a afirmação da Isabel que nos outros países "não sabem como cumprimentar-se", o Eduardo respondeu e bem que "um abraço é como o colo." Têm razão a Isabel e o Eduardo". Mas em Portugal está a suceder o mesmo.

Desde o 25 de Abril que os cumprimentos efusivos, simpáticos e exagerados que percorreram todo o Estado Novo, desapareceram.

Hoje é difícil fazer uma festa a uma criança. O medo da pedofilia estendeu a lepra sobre o ser humano. O abraço dos homens acabou. O abraço das mulheres está a acabar. Tudo porque a lepra do olhar é cega. Em tudo coloca maldade.

Os "Dias do Avesso" melhoraram. Assim suceda o mesmo com os políticos. Com estes a minha descrença é muito maior. Oxalá eu me engane.

C.S

publicado por regalias às 07:44
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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011

Pilotos milionários brincam com o fogo

Há tipos que por mais que tenham e recebam continuam sempre a querer mais e mais sem se importarem com as dificuldades que o País atravessa.

Os pilotos têm uma das profissões mais bem pagas em Portugal. Mesmo assim continuam as exigências. Dão-se ao luxo de obrigar a TAP a perder milhões de euros pelo cancelamento de reservas dos seus utentes.

É a TAP uma companhia com lucros? Não é. Deve dezenas de milhões de euros que o povo português garante com o seu trabalho, o seu esforço e as suas dificuldades.

Os pilotos brincam com o fogo ao continuarem a fazer greves e a desconvocá-las quando os prejuízos estão garantidos.

Se os pilotos causam os prejuízos devem ser eles a pagá-los.

Se os causam e sabem a situação em que vive o povo português só o podem fazer por ínvios interesses.

Se calhar pretendem que o preço da Companhia baixe tanto, que estes sujeitos a comprem ao preço da uva mijona e em seguida a vendam a preços de caviar.

Se a Administração da TAP continuar a pagar os ordenados a estes parasítas tornar-se-á cumplice dos seus actos.

Cada avião que não voar por falta dos pilotos a ele destinados deve parar e os pilotos esperarem os seus ordenados em casa até às Calendas Gregas. Só assim estas sanguessugas entenderão o mal que causam ao País.

Passe a TAP a servir de Agência de Viagens enquanto os seus aparelhos entram em manutenção. Aproveite para contratar gente honesta que volte a colocar os aparelhos nos céus de Portugal e do resto do mundo.

A situação que Portugal vive é excepcional. Para situações excepcionais medidas excepcionais.

Se os administradores das Companhias e o Governo estiverem à espera do exemplo dos outros países em circunstâncias idênticas, podem entrar em falência irreversível. 

Os outros povos sabem reclamar quando os países e empresas suportam reclamações e esperar e apertar o cinto quando o tempo seja de vacas magras. 

Que os pilotos e todos os semoventes semelhantes pensem, muitas vezes, antes de voltar a esticar a corda.

C.S

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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011

Patos gordos, patos depenados

Depenados a frio, os patos, que engordaram dos vivas à estupidez e à ignorância, sofrem hoje na pele e no pensamento o desvario de 37 anos de enganos.

Comparar o Estado Novo a esta Democracia de frio, ilusões, fome e morte lenta é comparar o Paraíso ao Inferno.

Podem os Soares, os Sampaio, os Jerónimos, os Guterres, os Seguros, os Louçã, os Otelo, os Vasco, os Proença, os Carvalho, os Carvalhas e todos aqueles, que de burra cheia continuam a espicaçar o burro e a depenar os patos dizer que a culpa é deste Governo; o povo já entendeu e muito bem que a culpa foi e é de políticos, de sindicalistas e de comunistas internacionalistas e chupistas.

O povo só tem um meio de não cair no engano. Estude. Obrigue os filhos a ir à escola e a estudar. Sem estudos o povo é enganado de tal maneira que não ouve as vozes que o avisam porque elas ou são silenciadas pelos meios de Comunicação Social que as não repercutem ou são silenciadas à força, como aconteceu nos anos que sucederam ao 25 de Abril quando, os mais conscientes do que ia acontecer, foram a tribunal. Alguns não se livraram da cadeia.

Os "democratas", os libertadores "da pesada e férrea censura" substituíram o lápis azul pela prisão.

Os milhões de euros, que estão nos bolsos dos supracitados e de todos os políticos: governantes, Deputados e seus apaniguados devem regressar ao Estado para que o povo, que tão ingenuamente se iludiu não morra nas bermas das estradas tal como na Primeira República aparecia morto nas bermas dos caminhos.

Bem podem gritar os do Algarve, os das Beiras ou os trabalhadores de Portugal inteiro que enquanto o Governo não tiver o dinheiro para pagar as dívidas a depena continuará.

Tudo isto começou, por acaso, numa manhã de Abril e na cedência que o verdadeiro democrata, o Professor Marcelo Caetano, ao não impedir o levantamento corporativo dos capitães, julgando ele que a ignorância destes fosse compensada pela sabedoria de Spínola. Engano, puro engano. O homem de caco no olho não mostrou nem sabedoria, nem coragem nem determinação.

O País do progresso, da paz, da alegria e da boa disposição foi imediatamente destruído pela besta comunista que chegou do frio.

O roubo da propriedade privada, a destruição do comércio, da indústria, das instituições de cultura, a perseguição dos homens que criavam riqueza foi a divisa do monstro comunista.

Patos gordos, patos depenados...só que a história não termina aqui.

C.S 

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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

A estranha forma de vida dos parasitas

Ao ouvir na "Antena Um" o programa de Jaime Ferreira "Estranha forma de vida" não pude deixar de recordar como naquele tempo, a partir dos meados dos anos quarenta do século passado até Abril de 1974, as pessoas eram felizes. Portugal sentia-se crescer em todas as direcções.

As sequelas da desgraçada Primeira República, as loucuras criminosas da Guerra Civil de Espanha e da Segunda Guerra Mundial tinham passado e Oliveira Salazar conseguia governar com a aprovação de mais de 98% do povo.

Os campos eram pujantes de fertilidade e trabalho. O comércio e a indústria cresciam a olhos vistos. As cidades, vilas e aldeias reconstruíam-se à medida que havia dinheiro para o fazer.

Os grupos folclóricos, as bandas, os bailes eram comuns, as festas eram normais durante os períodos a elas destinados. O País tinha-se organizado sem traumas e sem ódios. Havia trabalho, progresso e vontade de ir mais longe.

O programa "Estranha forma de vida" recordou o espantoso e simpático Shegundo Galarza e Thilo Krassman, além do aparecimento do Jazz nos anos 40 e o Programa do Hot Club.

Mas nestes programas há sempre a infiltração comunistoide ou a mentecapta capacidade do engano que tenta sedimentar a mentira. Um qualquer apareceu dizer que o Jazz era mal tolerado pela Ditadura. Que grande Ditadura, que tornou feliz o povo! Ditadura é a destes ignorantes, subservientes a outros comunistoides que se encontram na Antena UM e que, ganhando muitas vezes o ordenado mínimo, o tentam segurar da pior maneira.

O Hot Club e o Jaz eram mal tolerados e abrem-lhes as portas da Rádio, onde estão anos. Que Ditadura tão permissiva! Que tipo estúpido, a fazer dos outros parvos! 

Mas os parasitas são todos iguais. Não olham a meios para sugar tudo à sua volta sem olhar aos milhões que prejudicam com as palavras, as intenções e as greves.

Parasitas como os da TAP que ganham milhares de euros por mês e se preparam para chantagear fazendo 8 dias de greve e deitar para o lixo dezenas de milhões de euros de um País exaurido.

Estranha forma de vida.

Agora compreendo o sentido e a realidade da canção: "eles comem tudo, eles comem tudo". O autor devia ter pensado na besta humana, cega e gananciosa, mas condenada à morte.

C.S

publicado por regalias às 07:05
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