Sábado, 9 de Junho de 2012

Os alunos não são para reprovar

Os jovens florescem na escola a caminho do futuro.

O progresso de um país está dentro das salas de aula onde os professores, muitas vezes, pacientemente, têm de ultrapassar a irreverência da juventude e encaminhar aqueles seres sequiosos de saber e de brincar, de modo que a sua formação avance harmoniosamente à medida que os anos correm.

Depois dos anos tumultuosos a seguir ao 25 de Abril, em que só os mais privilegiados tiraram partido da escola, hoje, tanto a formação de professores como a vida escolar, quase normalizou.

Mas queremos sempre melhor. E melhor não quer dizer que seja necessário reprovar, fazer parar o aluno no mesmo ano.

Na Europa, e no resto do mundo evoluído, reprovar um aluno é uma vergonha tanto para os professores como para os jovens.

Vergonha, porque a retenção implica retrocesso e o mundo avança todos os dias. Implica incapacidade do corpo docente porque o seu saber e aptidão pedagógicas são postos em causa perante a vulnerabilidade do corpo discente.

A Finlândia, a França, a Inglaterra, a Rússia, a Ucrânia, a China compreenderam isso. As retenções praticamente não existem.

Ninguém para uma árvore de crescer se quiser ter frutos. Com os jovens passa-se o mesmo. 

A reprovação é a negação do ensino. É o retrocesso. É o atraso mental de quem, confuso, não sabe o que anda a fazer.

Não são os alunos que devem ser reprovados, são os professores que os reprovam que devem ser avaliados para se conhecerem as suas verdadeiras capacidades pedagógicas.

Ninguém reprova um filho. Ensina-o, educa-o, encaminha-o e deixa-o crescer para o futuro, que todos os dias é diferente do dia anterior.

Reprovar é atrasar um País que já perdeu muito tempo para entrar numa Europa que pergunta a cada um o que sabe fazer ou se passou o tempo a decorar banalidades em vez de aprender a raciocinar sobre aquilo que o rodeia.

A reflexão sobre o que acabo de dizer é urgente. A teimosia irrefletida e desconhecedora do mundo atual pode levar Portugal a continuar a marcar passo quando todos os outros países avançam em passo acelerado para o progresso, a riqueza e a felicidade dos povos.

C.S

publicado por regalias às 06:01
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Sexta-feira, 8 de Junho de 2012

Torgal, Bispo demagogo e revolucionário

O Januário que é Bispo de direito e General de aviário, tem vontade de apelar ao povo que saia à rua contra o Passos, o Gaspar e todos os que não sabem governar como o Bispo pinoca acha que se deve governar.

O Bispo, que já saiu do jardim zoológico amestrado pelo seu protetor António Ferreira Gomes, ficou com o hábito de incendiar vontades.

O Torgal é um pirómano frustrado e um revolucionário linguístico. Ele nem é parvo, mas tem tendência para se apoiar no regime anterior para bolsar baboseiras  e insinuar a infâmia sabendo que Salazar valia mais do que 50 Bispos, com Papas incluídos.

O Januário Torgal Ferreira, comparado com Salazar, vale zero. Para o Torgal, o 25 de Abril foi a mina de ouro. Em terra de cegos, quem tem olho é rei ou bispo.

Este sujeito ganha de reforma, em meio ano, aquilo que Salazar nunca ganhou em toda a vida e come e bebe por dia aquilo que a frugal, D. Maria, tinha para gastar durante três meses para alimentar o espartano Chefe do Governo e as crianças protegidas por ele.

A má-memória que acode ao solitário neurónio do Januário vem-lhe do comportamento mentiroso como ataca o Estado Novo para assim cair nas graças da esquerda ignorante e acéfala. O Januário fica respaldado.

O Januário Torgal sabe que, sem Salazar, depois da desvairada Primeira República, Portugal dificilmente sobreviria. Mas o Torgal e os seus pares suctórios são como as pulgas, resistem até ao shelltox mais eficaz. Afonso Costa não conseguiu acabar-lhes com a raça.

O Torgal canta de galo e abusa da leviandade verbal porque sabe que o Passos não lhe dá troco e é um pacífico.

A demagogia num bruto não incomoda. A demagogia com bênção católica é rastilho para ações imprevisíveis.

C.S

publicado por regalias às 06:02
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2012

Putin, Hu Jintao e o monstro

Depois da destruição de um país rico e próspero por três monstros que deviam ser julgados por crimes de
guerra, tal como os militares assassinos ao serviço da NATO, Vladimir Putin e Hu Jintao tiveram a certeza que este abjeto crime teve como intenção não só o roubo dos poços de petróleo, mas posicionar pontos estratégicos para futuras ações contra árabes, e mostrar o poderio militar de gente irracional e perigosíssima não só para as outras nações, como para os seus próprios povos, quando se encontra no poder.

Sabendo-se inimputáveis pretendem dominar o mundo sentados nos sofás dos seus estúdios de onde assistem,
com outros convidados, à execução, sem julgamento, de seres humanos. Não digo seus semelhantes porque a bestialidade, neles, é inata e não tem comparação nem explicação.

Isto vai ter como consequência a corrida aos armamentos para que não aconteça à Rússia e à China o que já acontece ao Paquistão, onde o assassino dos Líbios faz o que bem entende e mata quem ele quer em território alheio, sem dar qualquer atenção aos protestos do Governo Paquistanês.

Com a venda a Israel, pela Alemanha, do quarto navio nuclear, toda a gente compreende que é gato escondido
com rabo de fora.

A próxima investida nem será a Síria para a qual têm chamado a atenção e pago a peso de ouro e de armas
a mercenários e a descontentes para que o conflito não abrande e assim preparar o ataque a mais um país árabe.

Há homens que nasceram monstros e engolem os países onde ocupam a cadeira do poder.

Foi o que aconteceu com Hitler na Alemanha. É o que irá fatalmente acontecer onde governam estas bactérias
humanas.

Vladimir Putin e Hu Jintao sabem que não podem mostrar nem fraqueza nem receio. O monstro quer mostrar que o imperialismo norte-americano é possível porque tem os seus peões colocados em Israel e no Reino Unido que lhe resguardarão as costas.

Em tempo de eleições, o monstro, incapaz de um pensamento humano, estará tentado a mais um golpe de força. Ele sabe que ninguém se irá opor para que uma terceira guerra mundial não rebente, neste mundo governado por loucos de reações imprevisíveis.

Só uma Rússia e uma China unidas poderão dar esperança e segurança aos povos do mundo, se não o fizerem, cantemos o Finis Laus Deo.

C.S

publicado por regalias às 05:59
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2012

Sindicatos do PC ou Agências Funerárias?

Desde o 25 de Abril, a CGTP-IN, mais não fez do que obedecer às ordens do comunista Cunhal.

A CGTP guiou os trabalhadores para a descaracterização da sua índole. Fez-lhes uma lavagem ao cérebro por repetição do erro e do engano.

Trabalhando sob o lema indicado pelo traidor infame para que a identidade nacional fosse apagada, a CGTP, tudo quanto levou a cabo teve sempre a capa: “a culpa é dos outros”.

Foi assim que a CGTP-PC destruiu sentimentos, carácter, força de trabalho e tornou os trabalhadores semelhantes a bandoleiros que incitavam outros a ocupar casas, roubar herdades, aterrorizar comerciantes e industriais, e forçar o Governo a “governar” como eles entendessem ou seja como o PC mandava para acelerar a descolonização e atingir assim os objetivos de que o traidor, Cunhal, vinha mandatado.

Os trabalhadores comunistas tornaram-se robots. É olhar ainda hoje para eles: boçais, ignorantes, debitando uma cartilha que nenhum povo do mundo já segue. É um Partido obsoleto que torna a sua Central Sindical uma organização que luta só pela sobrevivência, ao esmagar, na infâmia, os tristes e trombudos comunas.

A CGTP, com os sindicatos agregados, é a Agência Funerária de uns milhares que não fazendo a mínima ideia
do que é o comunismo se intitulam, de cabeça baixa e olhar sórdido, comunistas.

O comunismo português é o engano, a burla, a demagogia que o Comité Central inculca nos pequenos cérebros
dos aderentes, que antes eram fascistas sem o serem. Depois de virarem a casaca são comunistas sem perceberem qual foi a génese do comunismo e a sua finalidade.

Os sindicatos do PC são amontoados de gente que nada sabe, nada entende e se julga protegida pelo PC, que nada é, nem manda em nada e que se desfará como um balão de ventosidades peidíticas sem conseguir enterrar o ódio e a imbecilidade verbal.

Se os comunistas que seguem os sindicatos, e neste momento o Sindicato dos Transportes, fazem greves
quando Portugal está na bancarrota, o que é que eles pensarão que lhes poderá acontecer?

Será assim tão difícil de compreender que Portugal está no fundo e eles mais fundo e mais enterrados, sempre que fizerem greves, além do povo começar a estar contra eles?

Mas os Sindicatos é isso que pretendem, para continuar a berrar que eles é que são os defensores dos
trabalhadores que fingem que trabalham. Só assim lhes poderão abrir a cova… e eles morrerem descansados a caminho do nada.

Veremos se é assim como digo ou se os Sindicatos, e quantos estão dentro deles são capazes de se integrarem dentro de Partidos democráticos e largam a teimosia da CGTP do PC que os torna mais burros que os burros.

C.S

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Terça-feira, 5 de Junho de 2012

Divisão da riqueza em Portugal

Antes de entrar no eléctrico para Belém tinha estado na cavaqueira com um casal alemão e outro inglês, que não se cansavam de elogiar a cidade de Lisboa, a limpeza das ruas, a simpatia dos portugueses e a segurança que sentiam por todos os lados onde andassem.

Com a entrada no carro, e com esta força de hábito em dar prioridade às senhoras, separámo-nos. Enquanto eles ficavam de pé, eu tinha arranjado lugar a uma boa distância no articulado, mas com eles perfeitamente visíveis.

Reparei então que um carteirista se preparava para fazer a colheita. Como o alemão estava de costas para ele e conversava descontraidamente com o Inglês, ele procurou o melhor ângulo para o aliviar de algo que tivesse valor. O homem, aí dos seus quarenta e poucos anos, parecia cheirar calças e bolsa do turista. Decidiu-se pela bolsa. Mal pôs os dedos no fecho eu gritei em alemão o que estava a acontecer. O sr. Johanne virou-se de repente. O carteirista afivelou uma cara descontraída.

Ficou sem hipótese para nova investida. Olhou para mim de cara fechada, fixou-me bem, julgando amedrontar-me. Eu fingi distracção, mas ele sabia que eu o observava. Perto da casa dos pasteis de Belém há uma paragem. O homem dirigiu-se para a porta. Quando esta abriu, olhou bem para mim, eu encarei-o e ele disse-me, meio furioso, meio brincalhão:

- Ó amigo, não volte a fazer uma dessas, pode sair-se mal. Isto é uma divisão de riqueza.

Este episódio leva-me às seguintes considerações.

A grande maioria dos portugueses é gente honesta. Só em casos extremos comete actos desagradáveis. A inveja é mais fruto da gente pouco culta, do chamado pobre que inveja a camisa lavada do outro pobre, do que ataque ao rico e aos seus chorudos salários.

Quando hoje se fala em baixar salários penso que se referem aos chamados salários dos Deputados, dos gestores das Parcerias público-privadas, as PPP, e de funcionários que fazem greves e usufruem cinco, seis e muitas vezes mais euros do que o ordenado mínimo, caso das empresas de transporte que devem mais de 30 mil milhões de euros que sobrecarregam todos os portugueses.

Os Deputados da extrema-esquerda, comunistas do BE, do PC e dos verdes melancia, por serem verdes por fora e vermelhos por dentro, gritam contra o abaixamento de salários porque sabem que são eles os visados.

Então, esquerdistas e direitistas, dêem o exemplo ao povo, principiem por suprimir metade dos Deputados, que nada mais fazem do que viver à custa do Orçamento e reduzam os vencimentos para cinquenta por cento.

Já ouviram algum comunista propor isto?

E algum Bloquista? E algum do PSD? E algum do CDS? E algum Socialista?

Se calhar o carteirista tem alguma razão, mas o método só é aplicado pelos supracitados a bem deles próprios.

Pensar na divisão da riqueza em Portugal e no bem estar de todos os portugueses é possível se os políticos, gestores, capitalistas e grevistas pagarem a crise.

Pensem no assunto. E pensem depressa porque isto começou a aquecer antes do Verão.

C.S

publicado por regalias às 06:07
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2012

Salazar manda produzir e poupar

Medina Carreira, no jornal i de 2 de Junho, afirma que o nosso endividamento externo em 2010 era de 506 mil milhões de euros, ou seja 33 mil milhões ano, o que dá 90 milhões por dia. E diz: "Com uma economia rastejante...os credores perceberam que não poderíamos pagar as nossas dívidas. Surgiu então a TROIKA como solução das esmolas periódicas".

Quando Marcelo Caetano, doente e desiludido diz, numa carta publicada no Diário de Notícias, "a cegueira dos políticos, a recusa de colaboração dos adversários ou dos reticentes, do egoísmo dos capitalistas, da estupidez da alta burguesia, das ilusões dos intelectuais irresponsáveis, da manobra da Igreja preocupada em não perder algum comboio vindouro e a braços com o problema ultramarino que no País a direita se recusava a compreender da única forma possível e que a ONU não deixava resolver pela única maneira que seria admissível para Portugal", entregou o Governo a Spínola sem dar importância aos capitães que lhe apontavam armas, mas que ele sabia ignorantes e destituídos de senso.

Marcelo pensou que, o emproado General, continuaria a ordem e o progresso do País. Portugal tinha todas as contas em dia com o estrangeiro, centenas de toneladas de ouro em cofre e cem milhões de contos, sempre disponíveis, para despesas correntes.

Quando Gomes da Costa, sai de Braga para fazer o 28 de Maio de 1926, a pedido de intelectuais e de todo o povo, o país estava moribundo. Os políticos da Primeira República tinham-no sangrado até ao último cêntimo e a dívida ao exterior era mais grave que a de hoje.

Os militares começaram a Governar em Ditadura e convidaram Oliveira Salazar para o Governo. Este não aceita. Passados dois anos e como a situação financeira continuasse em estado comatoso, o Governo pede ajuda à Sociedade das Nações, que propõe emprestar 12 milhões de libras desde que ela própria dissesse como se devia gerir o dinheiro. Sinel de Cordes, então Ministro das Finanças, recusa o vexame e demite-se. A pasta é entregue a Vicente de Freitas que implora a Salazar para o substituir.

É deste modo que Oliveira Salazar chega ao Governo com uma única exigência: que o deixassem trabalhar em sossego e tivessem confiança na sua inteligência e na sua honestidade.

Num ano, Salazar, diminuiu as importações, aumentou a produção, cortou em tudo quanto era supérfluo e nunca mais, até 25 de Abril de 1974, houve um único défice orçamental. Desde então para cá, o défice e a correspondente dívida têm aumentado dramaticamente.

Medina Carreira não evita o verbo transitivo: "Sem investir na produção de bens exportáveis ou que evitem as importações, o que vamos dizendo destina-se apenas a ludibriar-nos uns aos outros."

Recordo com saudade os tempos de Salazar, em que a frase, "produzir e poupar", sempre repetida com prazer tornou um país paupérrimo, num País próspero e feliz.

Nunca ninguém esteve contra o 25 de Abril, mas todos estão contra os comunistas que lhe destruíram as estruturas sem as substituir e contra os políticos que tudo deixaram fazer para não se incomodar e assim partir e repartir como bem entendessem a Pesada Herança e os frutos fáceis e livres da União Europeia.

Ainda passaremos pela vergonha de alguém nos vir governar. A Espanha já começou a letra, Portugal prepara-se para escrever a música.

C.S

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Domingo, 3 de Junho de 2012

Portugal vive tempos de desconfiança e fome

Oliveira Martins lembra que devíamos ficar pacatamente lavrando a terra e acatando as leis.

Num discurso proferido em 1956, Oliveira Salazar, afirma: "Esta Europa que foi berço de nações...afigura-se cansada....em parte amolecida pelas coisas fáceis da vida ..."

Servem estes dois pequenos excertos para tocar nos tempos que correm e na desconfiança que lhe está subjacente.

Se as políticas, desde o 25 de Abril, conduziram ao desastre em que Portugal se afunda, também este Governo não tem sabido dar a confiança motivadora para resolver as dificuldades.

Isto deve-se a três factores principais: primeiro, aos comunistas que começaram a destruição de um País próspero, seguro e em franco desenvolvimento.

Segundo, aos inocentes cuja ignorância os puxa sempre a defender uma esquerda acéfala e que ajudou os comunistas na calamidade. Mas o Tiago do Jornal i termina o texto da coluna, de "À esquina do impossível" ..."ou as esquadras foram tomadas por milícias de extrema direita" e por que não diz de extrema esquerda? Porque o Tiago Saraiva não viveu o PREC e os anos seguintes, não estudou e tudo o que mau é de direita e tudo o que é bom é de esquerda porque os jornais lhe meteram isso na cabeça.

Terceiro, aos demagogos que utilizando a Comunicação Social destabilizam, confundem o povo e desmoralizam a juventude ao inviabilizar soluções pelo Primeiro-Ministro. Uma delas, a saída dos jovens para a Europa, é de uma visão e simplicidade tais que só não a compreende quem deseja que o povo não compreenda.

Portugal, hoje, não é só o território nacional. Portugal faz parte de uma comunidade de 27 países cujos naturais podem fazer vida neste imenso território, onde falta gente de um lado e sobra noutro. Todos ganham com o equilíbrio. A Alemanha está farta de pedir trabalhadores. Ainda lhe faltam 300 mil.

Ir trabalhar para a Alemanha, para a Inglaterra ou para qualquer outro país da União Europeia é o mesmo que trabalhar em Portugal com os mesmos direitos e deveres, assim como eles podem viver e trabalhar em Portugal.

Convencer o povo que o Primeiro-Ministro os engana é de uma demagogia infame venha ela da direita, da esquerda, da extrema direita ou da extrema esquerda.

Estas e outras distorções, que os demagogos utilizam em seu proveito, fazem que se tenha instalado em Portugal um clima de desconfiança tão grande e tão grave que a fome pode desabar em tragédia.
C.S

publicado por regalias às 06:04
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