Terça-feira, 16 de Julho de 2013

Comunistas e Verdes a seita da mentira

À vista de toda a gente que não vê porque não lhe interessa ver, porque é muito cansativo, porque não lhe interessa desmascarar, porque se está nas tintas do que possa acontecer a Portugal e porque nunca pensou bem nisso, Comunistas e Verdes, a seita esganiçada da mentira, continuam a sua melíflua campanha de destruição de Portugal tal como o infame Cunhal assim testamentou.

Mas o culpado desta situação é o português suicida e indiferente.

Só quando principia a resvalar perigosamente, no último segundo, antes do empurrão fatal para o abismo, o português se dá conta que tem de reagir.

Depois fá-lo à bruta, violentamente, sem se preocupar com a tragédia que acabou de causar. Muitas vezes desabafa: “eu não queria fazer isso”. As circunstâncias levam-no à destruição e ao crime.

Foi assim que Machado dos Santos, a quem os portugueses devem a República, pereceu às mãos de um alarve que, ufano pelo ato praticado, exigia que a sua fotografia fosse colocada nos jornais.

O Partido Comunista tenta lançar a confusão e o caos no confuso momento em que Portugal vive. Ele ainda não percebeu o perigo que corre, mas já o Bloco se apresta a receber os restos do rebotalho comunista e tenta por isso meter-se no Governo de Salvação Nacional quando antes o recusou.

O PC julgando-se impune e conhecendo a mentalidade portuguesa, resolveu lançar um movimento paralelo ao do Presidente da República para dessa maneira agarrar os sindicatos, as forças sociais e em todos os broncos inconscientes, que ignorantes do perigo que eles próprios e todo o país atravessa pretendem, durante dias, fazer propaganda política comunista verde e vermelha, destruindo o que resta da defesa dos trabalhadores, dos pensionistas e dos reformados.

O comuna Toga anuncia o envio de convites com a caveira do tipo mais infame e do maior canalha que pariu o mundo, o facínora Cunhal, para incitar a bestialidade ululante a fazer contrafogo à sensatez do Presidente da República que também, e só em desespero de causa, resolveu intervir para não beliscar a iniqua sensibilidade democrática de todos aqueles que usam a democracia para assassinar Portugal.

Estamos atentos. Acima da nossa própria vida está Portugal.

C.S

publicado por regalias às 06:07
link | comentar | ver comentários (1) | favorito
Domingo, 14 de Julho de 2013

Manipulação do saber ajuda a vender o "Expresso"

Se há coisa que me faz tirar do sério é a manipulação do povo, que oligarcas fazem através da Comunicação Social.

Misturando a atitude progressista, com a base conservadora, aparentam uma isenção de pontos de vista que não é verdadeira.

Neste esfarrapar da população, capitalistas e comunistas unem costas para que o burro que os carrega não lhes possa fugir.

Para que isso aconteça recorrem às meias verdades, aos meios historiadores, aos meios sociólogos e aos meios jornalistas que manipulam o saber para vender papel e os julgarem progressistas.

O jornal “Expresso” traz nas páginas centrais “O último Verão” sem o justificar com a primeira República (1910-1926) e o comparar com a miserável situação que vivemos, apesar dos milhões de contos e biliões de euros que foram investidos no progresso que descambou em fome e desespero, quase tão grave como o daquele tempo em que a Primeira República foi farta.

Apesar da escrita da Joana, que deve trabalhar à borla e ainda não sabe bem o que diz, da aldrabice da meia Anália quando afirma que “em 1973 havia famílias inteiras de pobres à porta das casas da classe média lisboeta a pedir uma sopa”. A Anália confundiu com o que se passa em 2013. O meio historiador, o gordo Rosas, a dizer que “o aumento de produção não foi acompanhado de justiça social.” Tudo não passa de ranço.

O Rosas devia ter vergonha. Esqueceu o 13º mês de pensões aos trabalhadores rurais, a reforma para as empregadas domésticas e para as profissões menos qualificadas, a melhoria de vida dos aposentados, a ADSE para os funcionários públicos. Ó Rosas, você é historiador ou vigarista profissional? Quem é que você quer enganar? Não tem vergonha do que se passa à sua volta? Não fez nada a favor do povo português, como Deputado, e ainda o tenta confundir? Com que finalidade? Quais são os seus propósitos?

Mas o pior e o que me entristece é que, António Barreto, venha também com a ladainha de falta de liberdade. O António Barreto sabe que isso só pode ser reclamado pelos ladrões como Palma Inácio, por todos aqueles que deitavam a mão ao alheio e a comunistas que denunciavam os próprios camaradas.

António Barreto reconhece que “o período que vai de 1960 a 1974 é o período de maior crescimento económico da história de Portugal.”

Na Fundação onde é Presidente, num livro dos Ensaios da Fundação, verificará que o crescimento vem desde 1945.

O mais grave é que, todos os escribas deste “Expresso”, escamoteiam que o Estado Novo começa em 1933 e que a Ditadura Militar recebeu da Primeira República, em 1926, um país de rastos, miserável, sem estradas, hospitais, escolas, prisões cheias, gente mendigando e morrendo nas ruas ou assassinadas pelos caminhos e, se Salazar, em 1928, não é convidado para a pasta das Finanças, o caos seria inimaginável.

O senhor quer, que o Estado Novo, partindo do menos, menos zero tivesse tudo o que o progresso mundial lançou em todas as direções, mas que só apareceu por volta de 1976?

Titula o “Expresso” ‘Um país triste, a sonhar com a mudança’. Lisboa em 1973 estuava de força, de alegria, de confiança. Os teatros estavam cheios, os cafés e os restaurantes não tinham falta de clientes, as praias abarrotavam de veraneantes. E o País era triste?

No resto de Portugal acontecia o mesmo. Havia trabalho, havia segurança, não havia despedimentos coletivos todos os dias, como há hoje. E não havia fome e não havia quase três milhões de pobres.

A esta manipulação descabida junta-se a ingratidão, a estupidez e o cinismo dos multimilionários do 25 de Abril, que nunca ficarão sem resposta, mesmo que na última coluna, da página 21, do primeiro caderno do “Expresso” venha um homem, que eu admiro, a cobrir-lhes as intenções.

C.S

publicado por regalias às 05:49
link | comentar | favorito
Sábado, 13 de Julho de 2013

Mário Soares humilha-se na Antena1

O inimputável Soares diz tudo o que lhe vem à cabeça e é o delírio dos da Antena 1 que, como não têm mais nada de importante para comunicar, ou ouvem os disparates do disparatado e indiferente Mário que não resiste aos microfones e às tentações, ou então treinam indivíduos, durante décadas, que gaguejam a partir das sete ou apresentam programas já apresentados, ou insistem em repetir músicas. Têm de mudar de vida. A Antena1 é uma verdadeira desgraça que eu oiço, sei lá, por masoquismo? Por que não gosto de ouvir anúncios no meio dos programas?

O ser humano é muito complicado.

Como acabei de ouvir o Mário que fez tantos disparates na vida e continua com a mesma cara deslavada, que sempre teve, mas agora de voz arrastada.

Eu desejo que o Mário viva muitos anos para compreender até quando a insanidade humana aguenta a reverência ou a maldade dos da Antena1 que mais não querem que desfrutar os Mários, os Almeidas e os Alegres deste país, se bem que o Almeida mostrou os dentes de enfado à jornalista que o tentou indispor contra a Presidente do Parlamento.

Se os jornalistas tivessem uma nesga de cultura parlamentar saberiam que os Presidentes da Assembleia da República são isentos com todos os Partidos e incapazes de melindrar os seus pares.

Já com os vice-presidentes não tenho bem a certeza. Lembro-me de um, do CDS, que não procedeu assim com um colega da própria bancada, mas esse tipo, que eu estudei, era um subserviente nato. Para defender e agradar ao chefe, ele era capaz de tudo.

Bem. Vamos deixar o homem em paz. Eu também tenho mais que fazer, mas não resisti à tentação de pontuar o que acho estranho numa rádio, que ainda parece ser orientada pelas células decadentes de um Partido que vive da mentira junto dos trabalhadores. Vejam lá se o Jerónimo quer ir para o Governo? É o queres! O Cavaco só não o convida porque já sabe a resposta e, ao contrário da Antena1, não o quer humilhar como os da Antena1 humilham o Mário ao saber que ele bufa muito, mas diz pouco.

C.S

publicado por regalias às 20:03
link | comentar | favorito

À espera de notícias de Lisboa

Enquanto espero que Passos, Portas e Seguro não me desiludam, vou colocando a leitura em dia.

Só ontem consegui ler o caderno 2 do jornal “Público” de Domingo passado. Por atração mergulhei em Maria José Nogueira Pinto, sem verificar de quem era o escrito. Se o fizesse poderia ter hesitado, a jornalista São José Almeida não tem as minhas preferências. Normalmente rejeito jornalistas que esquerdizaram por conveniência. Mas o trecho saiu razoável e fui imediatamente procurar o livro nas livrarias da pequena cidade onde vivo e sobre a qual, muita gente tem uma visão errada.

Acordo com o cantar dos galos e, se tal não acontece, mal o dia desperta, bandos de pardais invadem a varanda e, alguns, os mais descarados batem com o bico na janela do meu quarto para que eu lhes forneça o aperitivo do primeiro almoço.

A maioria das casas da cidade ainda tem o seu pequeno jardim. Na Primavera o cheiro das flores inunda os ares. A cidade tem uma boa qualidade de vida. Cresceu pela fixação de gente, de todo o país, que para aqui veio quando o trabalho era mais abundante que as pessoas.

Vive-se bem. Velhos e novos têm transportes a toda a hora. Lisboa e Coimbra estão a dois passos e a Internet a segundos do que se passa na China, na Rússia ou na Suécia. O mundo está nesta cidade e no jardim que tenho à frente da minha casa.

A leitura das revistas dos jornais fica, quase sempre, à espera de tempo. Se na capa tivesse visto essa mulher de exceção, que foi Maria José Nogueira Pinto, a prioridade estava assegurada. Gostei do que li, como também me agradou a Alexandra Lucas Coelho com "A Salvação Nacional na Pedra", escrita cantante, assertiva, bem-disposta, lavada. Até o Daniel Sampaio, que nunca leio, julgo por rejeição ao irmão, um tipo confuso, incerto e que foi Presidente da República, inteligente mas desagradável. O Daniel apanha por tabela e, como a única coisa que nunca falta neste País é paleio escrito, o Sampaio nunca é escolhido. Não me arrependi. Vou comprar o livro de férias indicado para ver se mudo de opinião acerca da minha má vontade.

Também escrevi hoje o que não pensava. 

Continuo enervado e à espera de notícias de Lisboa, na tenaz expectativa que o triste fado ou os adufes de Monsanto deem a vez à alegria do Vira do Minho ou ao Corridinho do Algarve.

C.S 

publicado por regalias às 05:37
link | comentar | favorito
Sexta-feira, 12 de Julho de 2013

A traição de renegados portugueses

A intriga política é uma instituição de calhandreiros, sem classe, sem nível e durante os dois últimos séculos tem servido para minar as fundações de Portugal.

William Beresford aproveita esta tendência de flagelação masoquista para denunciar o General Gomes Freire de Andrade que pretenderia fazer uma União Ibérica Liberal. Os Governadores do Reino não estiveram com meias medidas: mandaram-no enforcar. A palavra do General, que jurava que era falsa a acusação, valeu menos do que a dos intriguistas.

Foi sempre assim, a descer ao mais baixo até à ralé da elite política de penico que se enche de dinheiro e lhe falta um pingo de vergonha.

Neste espaço de tempo salvam-se os consulados de Salazar e de Marcello Caetano onde a honra, a palavra dada e a defesa intransigente de Portugal foi uma constante.

Quando Marcello claudicou por cansaço e doença, voltou a insânia a tomar conta da gula insaciável destes políticos que só lhes interessa defender as suas próprias ambições e esquecem Portugal como nação independente e orgulhosa do seu passado.

Vejamos como funciona a intriga e a ganância a que os políticos de meia tigela se agarram.

Bacelar de Vasconcelos afirma que PSD e CDS foram desautorizados, humilhados por Cavaco Silva. Foi o ferrão cravado no seio dos dois Partidos para os fragilizar. A partir daqui os outros Partidos só têm de seguir os seus desejos e impedir qualquer situação que possa salvar Portugal da falência e do descrédito internacional, mesmo que outro constitucionalista, Jorge Miranda, afirme que a proposta do Presidente da República é muito melhor para o País.

Aos sátrapas da oposição não lhes interessa a honestidade desta última afirmação. Aquilo que eles exigem é o bolo inteiro para se rebolarem e cevarem nele até ao osso, depois, pela infâmia e boçalidade que transpiram irão sorridentes e ufanos entregar os restos a Madrid e consumar, finalmente, a UNIÃO IBÉRICA pela qual os Espanhóis tanto se bateram, mas que só agora conseguem pela intriga e traição de renegados portugueses.

C.S

publicado por regalias às 05:52
link | comentar | favorito
Quinta-feira, 11 de Julho de 2013

A salvação de Portugal, segundo Cavaco

António José Seguro tem na proposta do Presidente da República a grande oportunidade para se afirmar como um verdadeiro líder político.

Seguro vai ser confrontado não só com a bestialidade destruidora dos Partidos Comunista e Bloquista como com as vozes daqueles multimilionários socialistas acantonados à volta de Mário Soares, Almeida Santos, Manuel Alegre e muitos outros que não querem perder o seu estatuto de mentores de um Estado Democrático que eles construíram e destruíram pelas suas atitudes, pelos seus gastos, pela sua opulência em contraste com a miséria que assola o país.

Seguro pode, neste momento, provar o seu amor a Portugal, sacrificando o amor dos ex-governantes socialistas, os grandes causadores do descalabro do melhor País do mundo, devido a quererem mostrar-se mais democratas que a própria Democracia, sem nunca esquecerem os seus próprios interesses e vivendo muito acima do povo que sempre foram iludindo com conversa amanteigada de defesa, enquanto Portugal era corroído nos alicerces.

Chamar inconsciência a tudo quanto aconteceu depois do 25 de Abril é ser generoso para quem destruiu Portugal sem ter a coragem ou o saber para se opor aos erros, querendo desse modo estar a bem com Deus e o Diabo.

Na Assembleia da República, só um homem, da sua região e da sua própria terra tentou, desesperadamente, travar a desgraça previsível, chamando a atenção para as inutilidades discutidas, para o tempo perdido e pago pelo único sacrificado: o povo que, embalado pelas palavras de quem o dizia defender, apoiava os coveiros.

Infelizmente, esse Deputado não tinha nas mãos, o poder que neste momento o senhor detém. Utilize-o sem se importar com todas as pressões que vai receber de toda a esquerda acéfala. Aquela que fez a vergonhosa descolonização exemplar sem se preocupar com as consequências para as populações.

Depois dos desvarios e independência apressadas de quem não tem qualquer sentido de Estado e da proteção das populações, em Angola, Moçambique e Guiné foram chacinados mais de um milhão de seres humanos.

Em Portugal a chacina foi diferente. Enquanto os donos do poder se aumentavam 60 por cento, o povo recebia 10 por cento. O resultado está à vista.

Quer servir Portugal, António José Seguro? Não pense nos seus próprios interesses, alinhe na salvação de Portugal, segundo Cavaco. Não vacile pelas críticas que vai ouvir. Oiça sim, gente honesta e competente.

Acima das ambições, e do medo de perder amigos de ocasião, está Portugal.

Se é Portugal e são os Portugueses o seu fundamento para ter entrado na política tem aqui o momento para o provar, agora se são interesses mesquinhos que o movem, então junte-se ao Soares e ao Alegre e faça férias nas Seychelles porque acabou de perder Portugal.

C.S

publicado por regalias às 05:14
link | comentar | favorito
Quarta-feira, 10 de Julho de 2013

A graça da desgraça do bimbo Honório

Pensando ser um bombo, afinal a Cecília Honório do BE é uma bomba, direi melhor, a rapariga é um canhão, enfeitada de penas de pavão, ser andrógino, colorido da vestimenta e gordura untuosa que a Deputada do Bloco mostra ao povo, com ar feliz, pela abundância em que vive: ganha muito, sabe pouco e mostra os apetrechos de nova rica que sabe cozinhar com uma Bimby que custa quase tanto como um operário que ganhe o salário mínimo.

Aqui está uma das causas da miséria em que o povo está mergulhado.

Enquanto a Cecília Honório, a bimbar, ganha dez vezes mais do que o povo, que ela e os companheiros dizem defender, mas sem nunca proporem que os salários e as restantes alcavalas dos Deputados sejam reduzidos para um quarto.

A bem vestida e colorida Honório arenga contra o Portas e contra o Gaspar que trabalham e produzem 30 ou 40 vezes mais do que o Bloco de Esquerda no seu conjunto.

Proponha a Cecília que cada Deputado seja pago pelo seu trabalho a favor do Povo Português e teremos a maioria a ganhar zero.

Tenho a certeza que haveria Deputados, no passadiço de S. Bento que ainda teriam de pagar para se sentarem naquelas cadeiras nas terças, quintas e sexta feiras.

Três dias em S. Bento a mais de dois mil euros por cada olho da Cecília.

Que rico emprego! Que falta de vergonha!

C.S

publicado por regalias às 19:36
link | comentar | favorito
Terça-feira, 9 de Julho de 2013

Democracia na Primeira República e Estado Novo

 

A Primeira República (1910-1926) declarou-se sempre Democrática, mas os seus métodos foram muitas vezes ditatoriais para impor um regime que a população teria aceitado normalmente se as promessas feitas ao povo tivessem sido cumpridas.

O mal foi terem feito promessas. Não havia grande necessidade. Como resultado, logo a partir de 1911, as greves desorganizaram todo o sistema social. Os alimentos aumentaram de preço, começaram a faltar e as reclamações tornaram-se violentas. Em resposta as prisões encheram-se, a fome aumentou e as mortes por espancamento tornaram-se diárias.

Explicar isto ao pormenor num blog é muito difícil, mas podemos escrever mais sobre o assunto. Aquilo que nos interessa é compreender porque o povo, os intelectuais e os políticos honestos reclamavam um Governo de Ditadura.

Foi o que aconteceu em 28 de Maio de 1926. A Revolução foi aceite por quase toda a gente e começou a Ditadura Militar. Mas a situação do País, embora acalmasse, continuava mal porque o País estava exaurido e havia militares que, habituados às mordomias, tentavam ser eles a governar. O Presidente da República, General Óscar Carmona derrotou sempre estes movimentos porque o povo também nunca os apoiou.

Em 1928, os ministros das Finanças, que tinham pedido um empréstimo à Sociedade das Nações, confrontados com as mesmas exigências idênticas às da TROIKA, demitiram-se uns atrás dos outros. É aqui que aparece o Professor Oliveira Salazar, vindo de Coimbra. Aceita o cargo de Ministro das Finanças, sem prometer que faria melhor que os outros, só pedia para o deixarem trabalhar e confiança na sua inteligência e honestidade.

Num ano conseguiu equilibrar o Orçamento. Até 1974, Portugal nunca mais teve contas desequilibradas.

O povo, que tinha saído da Primeira República miserável e exausto, compreendeu que em Salazar estava a recuperação de Portugal e a própria salvação dos portugueses. Os militares tiveram o mesmo entendimento e convidaram Salazar, passados quatro anos, a formar Governo em 5 de Julho de 1932.

Mas Salazar tinha sido bem explícito sobre a Ditadura ao afirmar: “a Ditadura é uma fórmula política, mas não se pode afirmar que represente a solução duradoura do problema político; ela é essencialmente uma fórmula transitória”. Ou seja, a Ditadura com a carga repressiva que a envolvia tinha de terminar.

Ao apresentar a Constituição de 1933, no artigo 8º é claro ao definir todos os “direitos, liberdades e garantias” fundamentais a um regime democrático. Ele chamou-lhe Estado Novo. Se lhe chamasse democrático, o povo ia revoltar-se violentamente porque não queria voltar à miséria e ao caos de onde tinha saído.

No entanto, Salazar, é muito claro ao afirmar: "Enquanto houver um Português sem trabalho e sem pão a revolução continua" mas esclarece a ideia: "O Estado deve ser tão forte que não precise de ser violento".

Voltaremos ao assunto, mesmo que tipos como o Soares, que chama salta-pocinhas ao Portas, não passe, ele Soares, Cunhal, Alegre, Almeida e centenas de outros, cheios de dinheiro, que o levaram para a cova ou o desbaratam em luxuosas estâncias turísticas, de autênticos assaltantes.

Eles são os assaltantes de consciências e os verdadeiros causadores da situação em que os Portugueses se encontram, porque mentiram e mentem com a desfaçatez inqualificável de gentalha que nasceu, por engano, em Portugal.

C.S

publicado por regalias às 06:04
link | comentar | favorito
Segunda-feira, 8 de Julho de 2013

Um Governo às três pancadas e os abutres

A Natureza criou gente pensante para a servir.

De todos os povos, os portugueses são aqueles que me deslumbram pela sua patetice e capacidade de sair das situações mais difíceis e mais embaraçosas, por inesperadas.

Têm tendência para complicar o que já de si é quase insustentável.

O português gosta de puxar a corda até para lá do limite para depois transformar a iminente tragédia, em comédia, em riso, riqueza, felicidade e gozo supremo.

O português masturba-se quando o nó está bem apertado. Esperneia entre a vida e a morte. Sai do aperto, fresco como uma alface.

Apesar de me ter enervado bastante com a demissão de Paulo Portas, a ponto de, caso o tivesse encontrado naquele momento, lhe ter enchido a cara de bofetadas, sem me preocupar com as consequências. Hoje, muito mais calmo, penso que a Natureza quer, mais uma vez, testar os portugueses, numa daquelas impossíveis provas de resistência e inteligência que Camões tão sublimemente cantou.

Passos Coelho, Portas e Cavaco farão certamente um Governo às três pancadas. À volta deles e de dentes afiados estão os abutres (a quem cresceram os dentes por falta de…ideias, de capacidade, e, por causa disso, sobressaem em rapacidade).

O povo deu-lhes a resposta quando elegeu Salazar o maior Português de sempre. Os abutres ficaram espantados. Como foi possível?

São abutres. Não há volta a dar-lhes. Nunca fizeram nada a favor dos trabalhadores. Obrigaram-nos a humilhar-se e a cometer atos infames quando os empurraram para os roubos, para as greves em fábricas prósperas que levaram à falência, à destruição, sem cuidar do trabalho dos trabalhadores e do seu sustento. Levaram os trabalhadores a ocupar herdades, a descapitalizá-las, a vender as alfaias agrícolas, o gado e a cortiça. Depois abandonaram-nas, culpando os Governos pelo insucesso do gamanço.

O que está a acontecer é o culminar dos erros. Só acontece agora, com maior violência, porque a pesada Herança primeiro, e a entrada na União Europeia a seguir, que o petulante Soares, de mão estendida mendigou para lhe garantir a fortuna acumulada, foi adiando os erros e a demagogia balofa e destrutiva até descambar na tragédia que paira sobre a cabeça de Governantes, do povo e dos abutres.

A partir de agora é que vamos ver se, os três magriços, conseguirão, mais uma vez, deslumbrar a Natureza e dar um gozo tremendo aos portugueses.

C.S

publicado por regalias às 06:05
link | comentar | favorito
Domingo, 7 de Julho de 2013

Mentira descredibiliza historiadores

 

Já por várias vezes escrevi que era impossível a Aristides de Sousa Mendes passar milhares de vistos para salvar judeus e muito menos trinta mil no curto espaço de tempo que teve para o fazer.

Irene Flunser continua a insistir na mentira de raiz judaica e sem consistência.

Eu trabalhei no Consulado de Paris na Avenue Kléber, sei as voltas que um passaporte, ou até um simples visto dão. Impossível! Mas a Irene insiste, e vários atrasados seguem-lhe as pisadas, as suas e a dos judeus que resolveram homenagear o homem. Contra isso nada tenho a opor.

Um passaporte, naquele tempo, mesmo feito à pressa nunca demoraria menos de 15 minutos. Quatro passaportes à hora. Em 24 horas, trabalhando noite e dia, dariam 96, vezes três dias são 288. A Irene diz: “o cônsul em Bordéus concedeu, nos três dias entre 17 e 19 de Junho, milhares de vistos.” A Irene Flunser ainda consegue mentir, com mais descaramento do que os judeus.

Mais adiante afirma: “Salazar, ironicamente, ficaria com os ‘louros’ da atitude de Sousa Mendes, sem nunca o reabilitar, nem em vida, nem postumamente.”

Primeiro, Salazar nunca reivindicou “louros” porque acarinhou um povo de maneira que nenhum outro o fez. Verifique os campos onde eram acolhidos os judeus antes de chegar a Portugal com as condições em que aqui viveram e muitos ficaram. O elogio que Salazar teve recebeu-o dos israelitas honestos e agradecidos. Os outros não agradecem, cospem no prato depois de servidos, e inventam histórias.

Segundo, quem pressiona o Ministério dos Negócios Estrangeiros é um capitalista judeu, que denuncia a exploração a que foi sujeito pelo cônsul quando lhe pagou o passaporte e o visto.

José Hermano Saraiva, farto de ouvir aleivosias esclareceu o assunto e apontou onde todo o processo estava descriminado para toda a gente saber a verdade, mas as folhas incriminatórias foram rasgadas depois do 25 de Abril.

Terceiro, o irmão de Aristides, foi Ministro e era amigo de Salazar. Aristides só teve o processo e o castigo por manter a reincidência, pela denúncia atrás mencionada e porque a falta de dinheiro nunca o impediu de comprar e gastar até que os filões secaram.

Não tenho nada contra o cônsul Aristides Pereira, nem os números que os judeus inventaram, sabe-se lá porquê! Mas já não sou tão benevolente para com a Irene Flunser.

Quer ser Historiadora a sério ou só de papel passado? Se quer ser historiadora a sério não descure as fontes, compare, investigue, investigue, e só depois, tanto em livros, como nesta revista de 6 de Julho do Expresso, coloque a verdade dos acontecimentos.

Para meias verdades temos as crianças que nos governam e para as gordas mentiras contra os trabalhadores temos os Sindicalistas, os Comunistas e Bloquistas. Estes não defendem os trabalhadores, estes garantem é os tachos.

A mentira descredibiliza os historiadores. Multiplique por 2 ou 3 os números supracitados e verificará que mesmo com muita água-benta, o Aristides nunca atingiu, nem de perto as três dezenas de milhares de passaportes passados. Se o tivesse conseguido, as suas próprias dificuldades teriam sido superadas.

A senhora não precisa de se misturar, nem entreter com historietas, nem fazer favores, a esta cambada de ignorantes que depois de terem destruído todo o tecido empresarial português, escondido os roubos e as ocupações de herdades, teimam em matar o futuro dos próprios filhos.

C.S

publicado por regalias às 06:07
link | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Janeiro 2023

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
13


24
25
26
27
28

29
30
31


.posts recentes

. Portugal, País de marinhe...

. Acredito na inteligência ...

. Todos mandam, ninguém se ...

. “Liga” perde combate na c...

. Em 146 a.C destruíram Car...

. O fim da guerra com estro...

. Estupidez criminosa alime...

. Tanto quis ser pobre, que...

. Português -Russo, 145

. Português -Russo. 144

.arquivos

. Janeiro 2023

. Dezembro 2022

. Novembro 2022

. Outubro 2022

. Setembro 2022

. Agosto 2022

. Julho 2022

. Junho 2022

. Maio 2022

. Abril 2022

. Março 2022

. Fevereiro 2022

. Janeiro 2022

. Dezembro 2021

. Novembro 2021

. Outubro 2021

. Setembro 2021

. Agosto 2021

. Julho 2021

. Junho 2021

. Maio 2021

. Abril 2021

. Março 2021

. Fevereiro 2021

. Janeiro 2021

. Dezembro 2020

. Novembro 2020

. Outubro 2020

. Setembro 2020

. Agosto 2020

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

blogs SAPO

.subscrever feeds

Em destaque no SAPO Blogs
pub