Quinta-feira, 19 de Setembro de 2013

O fingido socialismo numa sociedade capitalista

A ditadura do socialismo à força e na ponta das baionetas que a Constituição fixou só serviu para proteger os militares e os políticos. É um fingido socialismo numa sociedade capitalista de fingidores.

Depois de quarenta anos de fantasiosa democracia temos de começar a desmontar o logro, porque uns estão pobres e outros podres de ricos.

Agarremos em dois ou três atores de cada vez, daqueles que arrancam o coiro e o cabelo ao povo:

O Semedo e o Jerónimo, comunistas; um a branco, outro a cinzento! Conceda-se a reforma ao Jerónimo. Ele já não diz coisa com coisa.

O Semedo é muito pior. O Semedo gagueja, boceja, baba-se. Salva-o a Catarina que faz teatro.

Tenham pena! Poupem o povo e poupem-se. Entreguem o PC e o BE ao PS e ao PSD. Já outros se abrigaram naquelas asas que dão a continuidade ao enganador sonho socialista.

Saiam. Fujam da escola comunista onde os dois se formaram. O Jerónimo com exuberância e analista das agências parasitas, especialistas em rankings a favor de credores chupistas. O Semedo, com mais petulância e baba teima em dizer doutorices no albergue de preguiçosos e ignorantes.

No fundo, estes dois não passam de bactérias falantes mal evoluídas, mas bem nutridas devido ao chorudo e escandaloso salário que esportulam ao povo português através da inscrição na confraria de S. Bento.

Exorto a que estes dois sábios de pataqueira, antes de abandonarem o ninho de serpentes em que foram amamentados consigam ter um gesto digno, o que é quase impossível na gente comunista do comité.

Proponham que o vencimento dos Deputados a caminho do socialismo, que fingem prosseguir, seja reduzido para um terço e assim reporem a verdade constitucional.

Se não tiverem coragem para rejeitar o capital que brota daquela Constituição que impôs o caminho para o socialismo, tenham, pelo menos, a ousadia de o confessar perante a incredibilidade das outras seráficas 228 sanguessugas.

Que desaforo, ó Jerónimo, colocar obrigatoriamente o caminho para o Socialismo na Constituição e os Deputados comunistas serem todos capitalistas pelo que recebem e pelo que podem gastar.

Mostrem vocês, o Bloco e os Comunistas, quererem arrepiar caminho. Proponham a redução para um terço o vencimento dos Deputados, e o Jerónimo e o Semedo sairão em ombros da casa dos enganos.

Sabiam, o Semedo e o Jerónimo, que Salazar foi sempre anticapitalista? Ou que Humberto Delgado, depois de surrar com violência os ocupantes dessa casa, em que não acreditava, escreveu no livro ”Da pulhice do ‘Homo Sapiens’ “, publicado em 1933: “há um homem no país a quem vocês não iludem. É a mim!” Hoje, todos os portugueses dizem o mesmo.

Ainda agora lamento a frase que o perdeu. Se tem ganho as eleições, o Partido Comunista tinha desaparecido porque a sua alma negra, o sinistro traidor, Álvaro Barreirinhas Cunhal, tinha ficado ad aeternum pela URSS.

Sejam corajosos, proponham a redução sugerida e deixem de fazer campanha pelos candidatos às autarquias. Cada um deve tratar da sua lavra.

O povo está saturado de ouvir balelas e, com a mágoa que cada um sente, por ter sido vigarizado por uma revolução de cravos e mentiras, já nem paciência tem para ver os histriões de S. Bento fazer momices.

C.S

publicado por regalias às 06:02
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

Inteligência e versatilidade dos portugueses

Fazer perder a identidade aos portugueses para os destruir foi uma ideia de raiva e ódio que o infame traidor Cunhal trouxe naquela maquiavélica e vampírica cabeça.

É difícil compreender este desejo destruidor quando comparamos aquela besta com Mandela que esteve preso muito mais anos, sofreu incomparavelmente mais, e é um exemplo de fraternidade para o mundo.

Os graves erros que os militares cometeram pós o 25 de Abril foram, em grande parte, causados pelo medíocre Cunhal, louvado por Sampaio e outros videirinhos como ele e por isso, aquele escarro humano, confundiu tanta gente simples como a soldadesca que foi atrás da trágica festa, com os resultados que o povo está a pagar. 

Os políticos e maçons, tal como o "Diário de Notícias" de ontem apresenta, entre as páginas págs. 2 e 16, gozam de reformas douradas se as compararmos com o dinheiro de miséria, de vergonha e de morte lenta que o povo recebe para ir definhando de fome, tristeza e desilusão.

Os militares que fizeram o Golpe, além de ingénuos e voluntariosos eram uns teóricos de ideias vagas e por isso altamente influenciáveis pela canalha que chegou do estrangeiro, ávida de abocanhar o País, que apesar da Guerra do Ultramar tinha, desde 1950, sido o de maior crescimento em todo o mundo: 6,5 por cento ao ano.

Passado um ano depois do Golpe e ciente do caminho desastroso que o País estava a levar escrevi um artigo sobre a situação e alertava os militares de que eles estavam a ser enganados pelos políticos, e que isso os levaria ao descrédito e ao desprezo pelos portugueses que, tendo aderido de braços abertos à revolução deixada fazer por Marcello Caetano, começavam a ver que algo não estava certo.

O resultado da minha aflição e aviso foi ter ido a tribunal onde a pena seriam vários anos de cadeia. O celerado Correia Jesuíno tinha montado uma censura, muito mais gravosa do que no tempo de Salazar. 

Muitos foram aqueles que pagaram na prisão o arrojo de apontar os erros em que se estava a cair.

Cunhal prosseguia a saga destruidora influenciando os subservientes comunistas aderentes, por instinto de sobrevivência. O insulto, a provocação e a destruição dos símbolos nacionais e as memórias que distinguem um povo continuaram a ser enxovalhados e ridicularizados por verdadeiros mentecaptos, que sem se aperceber estavam a destruir o futuro ao conspurcarem o passado, chamando fascistas a D. Nuno Álvares Pereira, a Camões, a Fernão Lopes, a D. Henrique, a Amália Rodrigues etc., tentando deste modo apagar a identidade de um povo inteligente, trabalhador e versátil e fazer dele um joguete nas mãos de Cunhal, muito mais louco que o Vasco Gonçalves e com muito piores instintos.

Aos militares com quem me dava chamava-lhes a atenção para o gravíssimo perigo em que Portugal se encontrava, mas eles não podiam fazer nada porque os heróis da lixeira tinham as armas e, inchados de tímpanos e de ignorância, não ouviam ninguém.

Ramalho Eanes, a propósito do 25 de Novembro de 1975, declarou que se tivessem perdido o contragolpe, seriam fuzilados.

Ao meu amigo e tomarense ilustre, Coronel Afonso Henriques, em laia de brincadeira e para afastar o espectro da loucura, como o dinheiro já escasseava, dizia-lhe que ia propor que os militares fossem vendidos à peça, para o estrangeiro. Um General valia xis, um coronel ípsilon e por adiante até aos taratas. 

O Coronel Afonso Henriques ia aos arames, embora não concordasse em nada com aquilo que os seus camaradas do MFA estavam a fazer, deu-me verdadeiras lições sobre a maneira como as Forças Armadas tinham contribuído para a recuperação do País depois da outra miserável Primeira República (1910-1926) também o ter deixado no caos, na miséria.

Tinha razão o Coronel Afonso Henriques, as Forças Armadas formaram homens excecionais em todos os ramos. Cito dois, mas poderia referir centenas.

Conheci um primeiro-sargento, o senhor Arnaldo da Fonseca, que lia e escrevia músicas, iguais ou superiores aos melhores compositores portugueses. Deixou dezenas de marchas, que tanto o exército, a marinha e as bandas ainda executam em muitas coletividades.

Conheço outro, o senhor António Leitão, que é um técnico excecional, muito superior a engenheiros que passaram pelas universidades. A Universidade dele foi a Instituição militar.

Hoje, quando os militares são contratados, por meia dúzia de anos e depois são chutados para fora da Instituição e de mãos a abanar, as Forças Armadas podiam recuperar as escolas e os cursos onde estes homens se guindavam ao topo do saber, juntar-lhes a parte teórica das Universidades, que estão sem alunos, e aqui teremos em abundância e sem grande dispêndio, homens e mulheres de exceção, que Portugal e o mundo globalizado, em que vivemos, poderia aproveitar para benefício de Portugal e de todos os portugueses.

Esta é uma das maneiras de recuperar a identidade e o orgulho de ser português e nunca mais haver crise que se atravesse para impedir que os nossos filhos, netos e toda a descendência continuem outros 870 anos de história, do País com as fronteiras mais antigas da Europa e que no século XVI negociava em todos os mares e era o mais respeitado e admirado em todo o mundo.

C.S

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Terça-feira, 17 de Setembro de 2013

Fadistas e locutores: tudo parecia mal

Ontem, na Antena1, ao ouvir cantar a Maria da Fé “Até que a voz me doa”, fiquei recordando.

Maria da Fé, Amália, Alfredo Marceneiro, Maria Teresa de Noronha, Tristão da Silva, Hermínia Silva, João Braga, Teresa Tarouca e tantos outros que Edgar Canelas, felizmente, apresenta em “ALMA LUSA”, conseguem  reerguer o espírito de um país que está de rastos, envelhecido e deprimido.

Só apanhei um pouco da conversa da Maria da Fé. Ouvi-a dizer, com graça, um pouco dorida, e num desabafo: “tudo parecia mal,” depois ouvi o fado. Esperei uns segundos pelo “Portugalex”. Em seguida fiquei a pensar na frase, sem atender ao noticiário das oito horas. Já tinha ouvido o das seis.

Na verdade somos um povo de extremos. Ou fazemos tudo com rigor e muito certinho ou passamos a fronteira da vergonha e ultrapassamos todas as barreiras do pudor sem nos preocuparmos com as conveniências, com as consequências ou com quem nos observa.

O 25 de Abril rasgou impiedosa e insensatamente todos os tabus, todos os avisos-proibições, toda a educação que levara o povo a recuperar do caos e da miséria da Primeira República (1910-1926).

Era frequente ouvir os pais para os mais pequenos: “tens de comer tudo. Não se pode estragar comida: há meninos que não têm de comer”. Lembro-me que, mesmo havendo abundância, se era educado a poupar tudo, desde os sapatos ao giz, à água. Tudo era gasto até à última gota.

O grande divertimento era jogar a bola. A maioria dos meus amigos descalçavam-se imediatamente e eu e os outros tínhamos de aderir à medida, se queríamos alinhar sem magoar os colegas. Era um sacrifício tremendo que muitas vezes deixava os pés mal tratados. Sofríamos, mas gozávamos. A solidariedade era mais forte que a dor.

Tem razão a Maria da Fé, “tudo parecia mal”: Uma nódoa, um rasgão nas calças, um palavrão.

No namoro, as raparigas tinham de levar sempre outra companhia, era o pau-de-cabeleira (chaperon), para evitar os beijos furtivos, ou a mão atrevida. Sair à noite sozinha também era difícil. Mas éramos francamente felizes, talvez mais os rapazes do que as raparigas. Nós tínhamos a ordem de nunca ultrapassar as horas das refeições, de lavar as mãos e ir à missa aos domingos, o que só era certo se fossemos fardados, a marchar e com o atento professor ao lado, caso contrário poucos resistiam às escapadelas, mas tínhamos de saber qual era a cor das vestes do padre para responder à pergunta sacramental dos pais.

Dos locutores os que mais admirava eram o Jorge Alves e o Artur Agostinho. Eram desinibidos, diziam muitas graças, sempre de maneira elegante, natural, num ensino constante, mas sem esforço para a aprendizagem do ouvinte. Aproveitava-se tudo para educar e ensinar o povo.

Obrigado Maria da Fé. As recordações do passado tornam-nos mais felizes. Dão-nos força para incutir ânimo e esperança às gerações que começam a esgravatar o futuro; alertando-as para visitarem o passado e estarem  mais atentas às surpresas da vida, para não voltarem a cair num esgoto como este onde nos encontramos.

C.S                                                                  

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Segunda-feira, 16 de Setembro de 2013

Luís Filipe Menezes, demagogo profissional

Depois de esgotado o tempo em Gaia, o Menezes estica a perna e quer continuar as mordomias do outro lado do rio, na Câmara do Porto, onde a mesa é farta.

Este é o exemplo claro dos malefícios de uma Lei ambígua que está a encher o umbigo deste eterno autarca que sabe perfeitamente que investir numas febras de porco no Porto é dinheiro em caixa e multiplicado a perder de vista.

O Estado pagará sempre a despesa, seja ela de um milhão ou de várias dezenas de milhões, no fundo serão os que agora enterram o dente na febra que depois pagarão um porco inteiro.

É sempre o mesmo. Antes enganavam o povo com papas e bolos, agora é com febras e com o osso da rabadilha.

Para o Meneses é o vale tudo. E, se for preciso chorar, o homem chora.

Menezes fará tudo para ficar com o brinquedo. Até ameaça ir já a Lisboa reforçar os fundos comunitários para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, mesmo antes de ganhar a autarquia. O lugar na Câmara são favas e febras contadas. 

Para quê, eleições autárquicas no Porto? Dê-se o lugar a este demagogo profissional, que em Gaia só deixou uma divida de alguns milhões. O Porto aguentará uma divida semelhante à da Câmara de Lisboa. A capital do Norte não fica atrás em nada à capital do sul, Algarves e arredores, carago! 

Como o lugar está ganho, os do Porto têm as tripas garantidas. Já comeram os lombos, agora vão as tripas à moda. A festa vai ser de arromba. Se nestes próximos quatro anos sobrar alguma coisa, o Menezes oferecerá sardinhas até aos morcões do sul e, se concluir os outros quatro, haverá, pelo menos, carapaus para o gato, se ainda houver gatos.

C.S

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O descaramento do Vasco, o herói da ópera bufa

Spínola acusou os militares que fizeram o 25 de Abril de grave traição a Portugal.

No livro “País sem Rumo” diz:

“… Ao ser entregue aos militares o Governo do País, após a queda do Iº Governo Provisório…as Forças Armadas foram manchadas de desonra e cobardia…acuso as forças políticas que, agindo na esteira da traição da esquerda militar, ajudaram a confundir e a enganar o povo…”

Quando o inculto e anedótico Vasco Lourenço, no cimo da sua abóbora de banha baloiçante, gagueja insultos a quem lhe dá na cabeça; este menor mental esquece-se que a paciência tem limites e que já ninguém está para lhe aturar as suas bufas bocais, seja em Alcáçovas onde exige estátua ou na caserna onde se bufava.

O Vasco além de querer tapar o Sol com a peneira, continuando a espalhar as mentiras torpes de um impoluto Movimento de Capitães, esquece que Otelo, o cérebro do Golpe, quis meter toda a gente no Campo Pequeno. Este Otelo, que concorreu a Presidente da República, é o mesmo cadastrado das Brigadas Revolucionárias, com dezoito crimes de sangue; passando pelo Vasco Gonçalves, o Louco, que teimava em implantar a Ditadura do Proletariado. Segue-se o Duran Clemente, Danny Kaye de sobrenome, depois de uma brilhante alocução revolucionária na TV; acompanham-no o Dinis das chaimites e do Ralis, segue o Vasco da melena, do pá, da ignorância e do descaramento. Podemos terminar no ideólogo da traição, como volta a acusar Spínola: “completando este quadro de alta traição a Portugal…, o Major Melo Antunes…etc.” Aconselho a ler o livro.

Poderia citar, um a um, todos os heróis que fizeram o 25 de Abril para acabar com a Ditadura de que eles eram o garante, mas que pretendem sacudir o epiteto. Que desfaçatez!

O Vasco, este herói da ópera bufa que desgraçou Portugal, devia calar-se, meter a viola no saco e agradecer que ninguém mais recordasse os gravíssimos erros. Spínola, chamou-lhes traição, que os capitães e os seus apaniguados cometeram e que fizeram desembocar um movimento que ninguém contestou, que Marcello Caetano permitiu, mas que a ignorância e a petulância, junto com a canalhice de Cunhal e de alguns abortos comunistas, transformou na miséria e desespero em que hoje Portugal vive.

Miguel Torga, escritor ilustre, sem quaisquer simpatias pelo Governo anterior e que tinha recebido a Revolução com alegria, depois de um ano de enganos, mentiras, roubos, ocupações de herdades, com a colaboração dos militares, e destruições de postos de trabalho, escrevia a 20 de Junho de 1975:

“Estranha revolução esta, que desilude e humilha, quem sempre ardentemente a desejou. A mais imunda vasa humana a vir à tona, as invejas mais sórdidas vingadas, o lugar imerecido tomado de assalto, a retórica balofa a fazer de inteligência.”

Percebeu, ó Vasco: “a retórica balofa a servir de inteligência.” Por isso, ou se cala ou faz agora a revolução dos coronéis para ver se o Governo poupa uns milhões de euros e os entrega aos trabalhadores que não dizem asneiras, trabalham e são mal pagos.

C.S

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Sábado, 14 de Setembro de 2013

Escolas, políticos, saias e as generosas ideias do B.E

É muito complicado para um português fazer o que lhe mandam. O português sabe, mesmo não sabendo. O português é um intuitivo.

Desde o 25 de Abril que os políticos, conhecendo esta característica, optaram sempre por apoiar as ideias mais inacreditáveis só para captar a simpatia de gente tão sabedora, tão teimosa, tão inculta e tão ingénua.

Os políticos aprovaram e aceitaram os maiores disparates.

Ao fazê-lo tiveram não uma, mas duas finalidades: a primeira já a disse, captar a simpatia e a segunda, encher os bolsos à vontade, sem que o povo, feliz por lhe darem atenção, não se apercebesse que, por cada escudo que recebia a mais, os políticos aumentavam-se cem. Quando chegou o euro, por cada dez que era aumentado, os políticos recebiam mil ou dez mil.

É por este voluntarismo que o povo português se encontra nesta situação do cai hoje ou amanhã. Só não lhe tiram a pele porque não podem.

Tudo isto vem a propósito do regulamento interno, do Agrupamento de Escolas de Valadares, sobre o vestuário dos alunos.

Uma das mães, em vez de estar grata à escola, contesta a medida por coartar a liberdade de cada um no tamanho das saias. Aconselho-lhe a ver no MSN-MYWAY o video sobre a vulnerabilidade de Miley Cyrus para compreender o desconforto e o perigo do vestuário mais provocante.

O Bloco de Esquerda, onde a pepineira assentou arraiais, vem sempre defender tudo quanto possa confundir ou degradar mais a sociedade. Desatou imediatamente a bradar contra “um inusitado atentado à liberdade individual”. E bradará a seguir se as filhas forem violadas ou souberem que fizeram abortos às escondidas.

Desde que me conheço, e já lá vão mais de sete décadas, sempre pensei Portugal o País mais livre do mundo e onde cada um fazia o que queria mesmo que fosse proibido. A publicidade no tempo de Salazar era restrita, não havia os meios que existem hoje. Tudo esquecia rápido.

Hoje, o aparecimento da mais ridícula contestação em Gaia provoca um furacão em toda a Comunicação Social que, inconscientemente, influencia o povo, fazendo-o esquecer do essencial. E o essencial é o que também os Bloquistas não querem que lhes lembrem.

O verdadeiro atentado à liberdade dos portugueses é causado pelos Deputados que não pensam as leis e ganham escandalosamente muito mais do que o povo.

O Bloco de Esquerda se quer ser socialista e de esquerda proponha no Parlamento, que a partir de Outubro ou Novembro todos os políticos, Deputados, Ministros, Secretários de Estado, Diretores gerais, funcionários e assessores, os das Parcerias Público Privadas, mais os gloriosos militares do 25 de Abril, a partir da patente de capitão passem a ganhar metade do que agora recebem.

Imediatamente a despesa pública do país cairá a pique e dentro de um ano tudo estará nos eixos. O povo ficar-lhe-á grato.

Agora se o Bloco e os outros teimarem em puxar as saias para cima e viverem todos à tripa forra, julgando que enganam parolos com promessas de criançolas é um erro que os fará desfazerem-se em fumo.

O povo, tantas vezes é enganado, que nunca mais ninguém estará seguro, seja em Gaia ou em Alguidares de Baixo.

C.S

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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

Milhazes e o roubo dos arquivos da PIDE pelo PC

O correspondente da Lusa em Moscovo, José Milhazes, vai apresentar hoje, na Póvoa de Varzim, o livro “Cunhal, Brejnev e o 25 de Abril”, onde garante que o Partido Comunista roubou parte dos arquivos da PIDE.

Toda a gente já conhecia a infâmia destes inconscientes subservientes ao serviço da União Soviética. A novidade não é de agora, embora a seita comunista sempre tenha negado o ato tal como negaram todos os roubos de prédios, propriedades no Alentejo e no Ribatejo, a destruição de indústrias prósperas com o consequente desemprego.

Salazar tinha razão. Ele não estava contra a União Soviética e isso é fácil de provar. Embora não tivéssemos relações diplomáticas nunca se deixou de negociar com a Rússia, sendo o caso mais evidente o da corticeira Amorim, que nunca teve quaisquer problemas. Os Planos Quinquenais de fomento são decalcados da URSS.

Salazar estava contra a seita do facínora Cunhal que instigava às greves e à desobediência civil, num País que tinha saído da Primeira República (1910-1926) falido e miserável. Que tinha de jogar, diplomaticamente, por causa de duas guerras e que tinha de dar de comer aos portugueses e mandar toneladas de alimentos para que os espanhóis não morressem de fome. Contra os parasitas comunistas, que de comunismo nada sabiam é que Salazar estava. Para evitar a praga saiu o decreto-lei 27003, de 14/9/36 (artº1) em que aos candidatos à função pública era exigido que declarassem "estar integrados na ordem social estabelecida na Constituição Política de 1933, com ativo repúdio do comunismo e de todas as ideias subversivas". Viu-se que tinha razão.

Por mais que os políticos, por qualquer razão, que me escapa, pelo absurdo que ela esconde, continuem a não denunciar todo o mal que Cunhal e a sua trupe causaram a Portugal eu e muitos outros nunca o esqueceremos. Com os comunistas estarei sempre de pé atrás.

A crise que estamos a viver, 70% é devida a estes insensatos. Os próprios filhos e netos serão as vítimas se não lançarem mão do estudo e do trabalho. Se quiserem ser comunistas sejam inteligentes, cultos e honestos.

Milhazes, ao levantar de novo a questão sobre o roubo dos arquivos da PIDE, coloca também a questão do desinteresse dos Governos em não reclamarem da Rússia a devolução destes documentos.

Os Governos democráticos portugueses são por natureza uns passa-culpas. Para quê remexerem em arquivos onde se encontram as ações dos gloriosos militares que colaboraram com a PIDE durante a guerra do Ultramar? Para quê saber que o Presidente da República, Costa Gomes, tinha sido agraciado pela polícia política? Para quê saber que os comunistas denunciavam os próprios camaradas à PIDE e que obrigavam os camaradas presos no Tarrafal a não aceitarem sair de lá sempre que o Governo lhes fazia essa oferta, desde que aceitassem em não cometer ações subversivas, ou até saber que eles assassinaram alguns camaradas?

Edmundo Pedro e o pai foram expulsos do PC porque tentaram fugir da cadeia.

Cunhal queria vítimas para assim se vitimizar e esconder as barbaridades que, na própria União Soviética, se cometiam: a morte de milhares de camponeses, a ocupação da Hungria e da Polónia, as mais infames atrocidades que o ser humano é capaz de cometer e que Cunhal cometeu e fez cometer aos comunistas.

C.S

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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013

Na escola e nos professores está a salvação de Portugal

O professor tem de ser extremamente culto e aberto às surpresas dos jovens.

Aquilo que eles dizem e a maneira como reagem indica ao professor a maneira de ser de cada um e o tipo de campo a cultivar.

Por que o terreno é variado e fértil, as turmas nunca devem ultrapassar os 20 alunos. Proceder de outra maneira, aumentando-as, é fragilizar a tarefa dos professores e nunca conseguir bons resultados da sementeira.

A cultura dos professores é fundamental. Com professores muito cultos todo o ensino se torna agradável, mesmo para os alunos mais irrequietos. O professor tem de saber juntar ao programa escolar, a envolvente do lugar onde se encontra, do país, do mundo e os seus segredos.

Cativar os jovens é muito simples desde que o professor, além da matéria lecionada, lhes consiga dar o ingrediente que estimula o apetite.

A história da Terra, o valor dos portugueses atuais, as suas descobertas no campo científico, o seu valor no campo intelectual, os monumentos e a sua história. De vez em quando falar nos jornais para conhecerem o nome de cada um. Fazer isso, quando o tema o permita, habitua-os a ler.

É necessário dar-lhes a conhecer, em conversa, os nomes dos portugueses que estão no topo das grandes organizações mundiais ou de escolas fabulosas como a INSEAD onde António Borges foi reitor durante 20 anos, ou o neurocientista António Damásio, até aos que ensinaram no tempo de D. João III, por exemplo.

Mostrar-lhes que eles têm as mesmas capacidades; só precisam de estudar e conhecer tudo quanto se passa à sua volta. E, à sua volta está o mundo. Isso só se consegue se os jovens se interessarem pela leitura e pela investigação através dos motores de busca na Internet.

Mesmo os professores mais jovens conseguem brilhar, saber e avançar se ao prepararem as lições tenham sempre na manga uma surpresa para agarrar os mais distraídos, caso isso seja necessário.

É fundamental que os professores, desde o primeiro dia de aulas, embora de maneira descontraída, mas firme saibam que têm de manter a ordem na sala.

A firmeza é comandada pelo conhecimento dos alunos. A cara, a reação, os gestos e os movimentos podem dar indicações sobre os mais problemáticos.

O professor é um psicólogo que aplica o remédio segundo a turma que tem à frente.

No meu tempo as aulas começavam entre o dia 7 e 10 de Outubro. O 5 de Outubro era o feriado que celebrava a implantação da República em 1910.

Nos dias feriados vestíamos a farda da Mocidade Portuguesa, cantávamos o Hino, saudávamos a bandeira, jogávamos voleibol e futebol. Em Castelo Branco tínhamos hipismo.

Os tempos são outros. Os jovens perderam dias de férias, mas nenhum se queixou.

Imitemos a juventude. Saudemos a escola e os professores. Neles está a salvação de Portugal. O tempo não está para reclamações fúteis. O futuro está ali: no começo do ano escolar.

Os nossos filhos e netos vão apanhá-lo para sua felicidade e nosso contentamento.

C.S

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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2013

Produzir e poupar mandam as dificuldades

Ao incitamento ao trabalho e à contenção de gastos do "produzir e poupar manda Salazar", temos hoje o produzir e poupar mandam as dificuldades.

Os gastos desvairados desde o Golpe de 1974 até 2008 e a desmesurada liberdade nas escolas fez que a situação do país seja dramática.

Ao ouvir na Antena1, o ponderado economista Silva Lopes falar contra o tratamento dado ao IRC e outros economistas defenderem o que o Governo pretende ao acabar com ele, o povo fica confuso, desconfiado e não sabe em quem confiar. Este é um exemplo, mas há centenas. Uns "sábios" dizem uma coisa, outros "sábios" dizem outra totalmente diferente e o país nunca mais se entende.

A agravar a situação está a juventude que depois do 25 de Abril se habituou a fazer, a dizer e a consumir sem olhar a gastos nem a desperdícios. Era proibido proibir e os jovens sofrem agora o choque contrário. Os pais não têm emprego, os salários diminuíram e crianças e jovens começam a ser maltratados quando insistem, quando querem o que antes tinham sem esforço e agora não entendem porque lhes é retirado.

Os livros escolares de hoje são também muito diferentes. O da Primeira Classe, hoje Primeiro ano do Básico adotava os textos às regras de conduta: "o dizer sempre a verdade, o respeitar a autoridade dos pais em casa, a dos professores na escola, e as autoridades no exterior. Os textos eram muito simples desde o plantai árvores, estimai as árvores etc." é o preservai o ambiente dos nossos dias.

Lembrei-me do professor José Manuel Landeiro e da maneira como cuidava da escola e dos alunos. Uma vez por semana passava revista às unhas e às orelhas da garotada. A seguir fazia uma preleção sobre higiene.  Não se inibia de citar os que nessa semana deviam ter mais cuidado com a limpeza do corpo.

Fomos criados a saber brincar, a respeitar e a poupar. Os campos estavam todos semeados e todos os trabalhadores tinham orgulho em trabalhar muito e bem.

Temos de sair da situação em que nos encontramos. Julgo que o vamos conseguir, mesmo que isso signifique que depois de termos dado dois passos em frente tenhamos de dar cinco atrás para que o comer não falte aos mais carenciados.

Na pequena, agradável e saudável cidade onde vivo tenho encontrado pequenos espaços semeados com produtos hortícolas onde antes havia flores silvestres. 

Tudo tem solução. Basta arregaçar as mangas, afinar a inteligência e dar a volta à vida.

C.S 

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Terça-feira, 10 de Setembro de 2013

A invenção das histórias num Portugal inseguro

Não é seguro que as histórias sejam verdadeiras quando se tem doze anos e acontece uma revolução à Solnado, onde os heróis pouco têm de verdade e de capacidade.

Tudo quanto acontece a seguir só um milagre podia evitar.

E, como não há milagres, a desgraça aí está várias vezes anunciada, mas sempre adiada porque a herança de Salazar era real, a seguir foi o FMI que ajudou e, finalmente, a CEE comprou Portugal ao preço da uva mijona.

Apesar das ajudas, os Governos soçobraram por incapacidade organizativa, negocial e por laxismo.

Nunca quiseram desapontar o povo. Queriam mostrar-lhe que em Democracia podiam viver à grande e à francesa. Não disseram ao povo que Salazar tinha conseguido arrancar Portugal da miséria, tinha desenvolvido o País e tinha poupado, para lhes poupar sacrifícios futuros. Que o FMI tinha emprestado, com juros razoáveis, para resolver os primeiros grandes problemas e que a União Europeia tinha avançado com milhões porque pensava que os Governantes seriam capazes de os gerir de tal maneira que os Portugueses conseguiriam avançar a par com o progresso do mundo científico e tecnológico.

Aos doze anos ninguém está seguro do que se diz e do que lhe dizem.

Aos doze pensa-se na brincadeira. Quando calha um 25 de Abril, como se fosse uma revista do Parque Mayer, nunca mais se pensa em estudar.

Os pais não sabem o que dizer. Mas têm a certeza que a Primeira República (1910-1926) não foi benigna para os avós do garoto inseguro e que o Estado Novo foi uma escola de educação, de bom senso, de trabalho, de solidariedade que lhes refez a vida e os fez entrar na senda do progresso.

Aos doze anos, o 25 de Abril já tinha os regressados da emigração.

Comparar o esforço do Estado Novo com o descalabro deste sobe e desce dos últimos quarenta anos é o mesmo que comprar a alegria e o prazer de trabalhar, com a insegurança de hoje, com o oportunismo, a demagogia e a mentira que criou os muito ricos e os muito pobres, que agora gritam de desespero.

Continuar a mentira e camuflar a verdade em comícios seguros vai encher de vergonha os demagogos.

A invenção das histórias, num Portugal inseguro, acabou.

Seguro é que a ignorância e a insignificância é como o azeite; vem nas palavras e nos atos dos políticos, tenham eles a altura que tiverem e digam todas as pantominices e baboseiras que lhes venham à cabeça.

O Parlamento não pode continuar um lugar de descanso e de ripanço.

Ou os Partidos trabalham todos juntos para que o povo não continue a ser enganado e montado ou então a miséria de atuação e o enxovalho dos novos-ricos que comandaram a revolução, e os que passaram pela política vai ser posto a nu: ponto por ponto. Devagar para saborearem como é arder em lume brando.

Basta de fazer do povo besta.

O povo vai entender porque o sofrimento é grande. A linguagem será clara. As promessas, a demagogia dos dias de hoje acabaram.

O País não era miséria nem empobrecimento quando se deu o 25 de Abril.

O Portugal da muita miséria foi aquele que deixou a Primeira República (1910-1926) e que o Estado Novo (1933-1974) demorou alguns anos a recuperar. Mas recuperou. A partir de 1950, Portugal foi o país que mais cresceu em todo o mundo, 6,5% ao ano. E não recuperou mais depressa porque teve de ajudar os famintos da Guerra Civil Espanhola (1936-1939) e logo a seguir apanhou a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A terceira República recebeu um Portugal forte, saudável, sem dívidas e sem desemprego.

Portugal vive hoje a miséria mais degradante e mais ignóbil porque os políticos continuam a enganar o povo, a encher os bolsos, e a mentir com quantos dentes têm na boca.

C.S

publicado por regalias às 06:52
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