Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013

Movimento de gabirus contra os símbolos nacionais

De punhos cerrados, ar de gente reles, incapazes e impotentes de se conseguirem afirmar na sociedade, um monte de mixordeiros da impotência e da confusão tem o arrojo de insultar os símbolos nacionais, a bandeira e o Hino Português com vaias, apitos e escarros, tentando abafar com a Grândola o Hino que une todos os portugueses em louvor da Pátria e como incentivo à sua continuação por mais 870 anos e até ao findar dos séculos.

Mas a matilha descendente da escumalha que transformou, logo desde início o 25 de Abril num logro e numa desilusão, volta ao ataque porque a sua incapacidade mental, a sua frustração, a sua impotência de animais maninhos nunca terá continuação. Falta-lhes aquilo que os homens que fizeram Portugal sempre tiveram.

Esta gente do "Movimento que se Lixe a Troika" e outros energúmenos semelhantes, que a propósito das agruras por que os portugueses estão a passar enxovalham e emporcalham os símbolos nacionais têm de ser estudados para se verificarem os seus intentos e proteger Portugal de bandos de rotos engalanados fingindo-se defensores dos interesses portugueses.

Todos os Governos saídos do 25 de Abril cederam sempre às exigências desta cambada que foi destruindo Portugal. Umas vezes com a própria conivência dos governantes e outra com a cedência continuada às exigências mais absurdas que gente falhada tem imposto através dos insultos soezes e das agressões a medo, destes cobardes que atacam à vista de todos para que alguém os proteja aos gritos de liberdade e democracia.

Mas os berros de liberdade e Democracia não podem servir de capa para esconder a intenção de destruir Portugal.

O Governo e as autoridades ou tomam posições firmes contra as provocações ou a bandalheira tomará conta do país e infetará tudo e todos até a loucura se tornar imparável e as prisões se encherem e transbordarem como aconteceu na outra desgraçada Primeira República (1910-1926) em que os contestatários eram metidos em enxovias miseráveis, outros enchiam os porões dos barcos e por último, à falta de lugar para os encerrar eram deportados às centenas para as colónias. Esta foi a situação a que a liberdade da Primeira e Democrática República chegou e por isso terminou com uma Ditadura às mãos dos militares.

É isso que, estes movimentos que enxovalham o que de mais sagrado simboliza o valor dos portugueses, querem? Se é isso, e se o Governo pactua com estes canalhas, bem pode arrumar as malas porque a reação quando aparecer não poupará os traidores a Portugal.

C.S

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Domingo, 6 de Outubro de 2013

Os grevistas do Metro roubam o direito ao trabalho

A ignorância e a subserviência conjugadas têm feito que os trabalhadores do golpe e da asneira possam perder mais de cinquenta por cento do que agora recebem.

Em Novembro de 2011, o jornal "Expresso" demonstrava que o salário médio dos maquinistas do Metro era superior a três mil euros mensais, as secretárias de administração mais de quatro mil e os técnicos superiores iam muito além dos dez mil.

Não sei se esta gente, de barriga cheia e cabeça vazia, já reparou que vai prejudicar dezenas de milhares de outros trabalhadores que não ganham nem de perto nem de longe o que eles embolsam e já pagaram o direito às viagens.

O cancro da Primeira República (1910-1926) e que os políticos e os imbecis desta aparvalhada Terceira República copiaram foi o de cada um fazer o que lhe viesse à cabeça: era proibido proibir todo o tipo de desmandos. Nas escolas os alunos gritavam com os professores, esborratavam as paredes, não estudavam.

Muitos fascistas, segundo a nova terminologia viraram comunistas que é a mesma coisa que o fascismo ou pior e apareceram outras formações como os da UDP, a que os portugueses, que não entraram na bandalheira, e se espantavam com aquilo que estava a acontecer, imediatamente entenderam a sigla como Unidos Dividiremos as Pratas, pois os roubos, as ocupações de casas, a invasão de herdades, a destruição do comércio e das fábricas, através das greves, passou a ser o dia-a-dia, durante o incrível PREC que irá estender-se até à prisão do "herói", o cérebro do 25 de Abril, que acabada a missão militar do derrube do "fascismo" e da "Ditadura" de que ele e os colegas tinham sido os únicos suportes. 

O Otelo virou chefe de bandoleiros e de assassinos até acabar por ser preso, solto e remunerado na ordem dos servidores do Estado que na reforma se abotoam com quantias semelhantes aos dos maquinistas no ativo, ou seja, os €3000 euros mensais.

Esta gente, trabalhadores, bandidos e bandalhos que ganham muito acima dos miseráveis €485 euros dos verdadeiros e sacrificados trabalhadores tem o desplante de uns fazerem greves e dos outros as apoiarem não se importando de prejudicar e pôr em risco a própria sobrevivência do povo que vive a pão-e-água.

O Governo ou põe cobro a esta situação fazendo pagar aos grevistas o prejuízo dos utentes do Metro ou então feche a chafarica, entregue as chaves aos socialistas e eles que se governem com a revolta que fervilha em toda a população que, de "libertada" pelas mentiras dos políticos, se vê, agora sim, escravizada pela fome e pelo desespero, sendo ainda espoliada pela gatunagem grevista que recebe, antecipadamente, o dinheiro dos passes e depois impede de ir trabalhar.

C.S

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Sábado, 5 de Outubro de 2013

O 5 de Outubro, a vadiagem de Lisboa e a história

Entre o 5 de Outubro de 1143 e o 5 Outubro de 1910 passam 767 anos de governo monárquico.

A revolução de 5 de Outubro de 1910 muda o regime (sistema político de qualquer país) de Monárquico para o regime Republicano.

É uma revolução à portuguesa, muita parra, pouca uva e muita desorganização. Isto é tanto assim que só Machado Santos ficou na Rotunda, hoje Marquês Pombal, a incitar, os poucos soldados que tinha consigo, a combater a Monarquia. Dos outros chefes revolucionários, um, o Almirante Cândido dos Reis, suicidou-se pois convenceu-se que o golpe falhara devido à exiguidade de armas e soldados que tinha. Os outros abandonaram o posto. Só Machado Santos com uma força diminuta enfrentou a oposição monárquica, que não fez grandes esforços para se opor aos revoltosos.

Como no dia 5, algum povo e muita vadiagem se tivesse juntado aos amotinados, o rei não se quis opor violentamente à sublevação e abandonou Portugal.

Os Republicanos que tinham prometido mundos e fundos ao povo, quando fossem Governo, viram-se de um dia para o outro com a criança nos braços e a braços com muitas promessas que nunca cumpririam.

O povo não lhes perdoou e, com exigências diárias, tentava receber o prometido. Como não recebia fazia greves, não trabalhava. Quando era atacado contra-atacava. Os confrontos tornaram-se violentos, as prisões encheram-se. Havia mortos de ambos os lados.

Entre 1910 e finais de 1911 registaram-se 237 greves. As cadeias enchem-se e o Governo, por mais que se esforce, não consegue governar a bem do povo. Este exige. Quer o que lhe prometeram, mas com as greves é impossível dar o que não existe.

Brito Camacho faz sair um Decreto para disciplinar e pôr um travão às greves. O povo chama-lhe um "Decreto-Burla” e continua a fazer o que entende embora isso lhe custe muita pancada e muita prisão. Em 1912 a Carris faz 26 dias de greves seguidos. Afonso Costa, que tinha feito do direito à greve, uma das principais bandeiras da República, opõe-se firmemente contra os grevistas e contra os sindicatos. É alcunhado de racha-sindicalistas.

A Primeira República é assim um sucedâneo de governos incapazes de porem cobro à agitação social, de não conseguirem segurança para ninguém. Além de muito povo foi morto um Presidente da República, um Primeiro-ministro, vários políticos, bastantes juízes e empresários.  

Esta caótica situação manteve-se durante os dezasseis anos da Primeira República (1910-1926). Houve 46 Governos, 9 Chefes de Estado e 40 Primeiros-ministros.

Toda a gente exigia para se governar em Ditadura. Tanto o povo, como os intelectuais.

O General Gomes da Costa, em 28 de Maio de 1926, foi empurrado para fazer a revolução que pusesse fim ao  caos e à sangria.

Começa a Segunda República com uma Ditadura Militar e censura à imprensa. O General Carmona assume-se como Ditador. Para o confirmar assina o prefácio do livro “ A Ditadura Militar” do escritor Leopoldo Nunes.

Salazar entra para o Governo dois anos depois, em 1928, como ministro das finanças. Em 1932 é convidado para Presidente do Conselho (Primeiro-ministro). Em 1933 é publicada a Constituição de 1933. Começa o chamado Estado Novo, precisamente para o diferençar da Ditadura Militar.

Com o Golpe, consentido, do 25 de Abril de 1974, começa a Terceira República, que é aquela em que nos encontramos e à espera de melhores dias.

C.S

publicado por regalias às 05:43
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Sexta-feira, 4 de Outubro de 2013

Portugal é o país mais apetecível da Europa

Este país está desenhado à medida do nosso corpo. Assenta-nos que nem uma luva. Os estrangeiros já percecionaram isso.

Em vez de o poluir, investindo em fábricas de grande dimensão, fumos e resíduos, os portugueses preferem a qualidade de vida, mesmo que isso lhes aperte a bolsa, mas os deixe respirar até para além dos cem anos.

Já existem Universidades a estudar a longevidade dos portugueses por não entenderem este prazer de viver quando as dificuldades económicas são grandes e o trabalho falta. A razão é simples. O português privilegia mais o ser que o ter. Depois este clima fabuloso, a amenidade das pessoas faz dos portugueses um dos povos mais sensíveis, simpáticos e agradáveis da Europa e do mundo, sem serem subservientes. São amáveis por natureza porque são felizes. E isso tornou-se mais evidente a partir dos anos cinquenta do século passado, quando Portugal, depois de ter saído da Primeira República (1910-1926) totalmente destroçado e sofrendo as condicionantes da Guerra Civil espanhola (1936-1939) a que Salazar teve de acudir com grande quantidade de alimentos e outros géneros que faziam falta aos portugueses, mas que por solidariedade todos compreendiam que era preferível fazer alguns sacrifícios do que deixar morrer à fome os nossos vizinhos, esta situação, e a Segunda Grande Guerra que se lhe seguiu (1939-1945) fizeram que o grande arranque para o progresso, pensado e orientado ao pormenor se tenha processado desde 1950. O crescimento de Portugal foi de 6,5 por cento ao ano, até 1974.

É de salientar que se não fossem as condicionantes mencionadas, Portugal ainda teria progredido muitíssimo mais porque toda a gente se lançou ao trabalho e à recuperação do País com grande determinação.

A fundamentar o que afirmo, porque vivi esse tempo, estão as dezenas de milhares de refugiados fugidos das guerras que Portugal recebeu e que 99 por cento deles afirmaram que Portugal era o País mais agradável e o único Paraíso do mundo.

Apesar das graves dificuldades por que hoje estamos a passar, Portugal é ainda o país mais apetecível da Europa.

Basta saber organizar o turismo, com toda a sua envolvência, e Portugal com o clima, a montanha, as praias, a vida calma e segura nas cidades, nas vilas e aldeias, tem aqui o seu petróleo, o ouro negro que tanto obceca os países, os polui e muitas vezes os destrói pela guerra, pela cupidez e pela estupidez.

Todos os países europeus têm sacrificado ao progresso graves agressões contra a condição humana. Por esse motivo o aumento do stress e dos suicídios tem crescido sem qualquer razão monetária que os justifique. Mas das razões porque isso sucede não podemos excluir o acelerado ritmo de vida. 

É por todas estas razões que continuo a acreditar em Portugal. Passar o tempo a discutir banalidades que envenenam é de uma estupidez própria de ignorantes, por isso, meus amigos, acabou a guerra política, vamos ao trabalho e à saudável lucidez que nos deve sempre orientar para bem da família, dos filhos e de Portugal.

C.S 

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Quinta-feira, 3 de Outubro de 2013

A inutilidade dos Deputados de S. Bento

Uma boa parte da gravidade da situação em que Portugal e os portugueses se encontram é devida à incúria, à ignorância, à displicência e à ligeireza como são tratados assuntos que merecem ponderada reflexão para evitar quaisquer equívocos.

A confusa "Lei da limitação dos mandatos" é um dos muitíssimos exemplos da inutilidade de um Parlamento que raramente serviu Portugal e os portugueses. É uma Casa do Faz de Conta que alimenta 230 Deputados e mais uma quantidade exagerada de funcionários, que acabam também por ser coniventes com a incapacidade desta gente que não leva a sério o trabalho que lhe foi confiado.

No topo da pirâmide, a Presidente da Assembleia da República, mulher inteligente, também não foi capaz, por receio de ferir a suscetibilidade dos seus colegas parlamentares de obrigar a que a "Lei de Limitação de Mandatos" fosse clarificada".

O povo, perante a tibieza dos parlamentares e da demora do Tribunal Constitucional em clarificar aquilo que devia estar clarificado, resolveu fazer aquilo que sempre fez quando é governado por ineptos: desenrasca-se.

É assim que o ex-presidente da Junta de Freguesia de Ferreira das Aves, José Luís Vaz, impedido de se candidatar a um novo mandato, resolveu o problema de maneira simples e eficaz: colocou a mulher como cabeça de lista, ele em número dois e vencido o escrutínio, a mulher voltava às lides caseiras e ele regressava ao cargo que gosta de desempenhar e com a anuência do povo que lhe deve reconhecer valor. Se assim não fosse não teria colaborado neste embuste a bem da população da Junta de Freguesia de Ferreira das Aves no concelho de Sátão.

Nada disto aconteceria se os Deputados tivessem vergonha na cara, respeito pelo povo e excesso de preguiça mental e física.

Um lei dúbia é uma lei inexistente. Qualquer um a poderá interpretar como entender e fazer que o povo lhe dê razão.

Com que autoridade se poderá exigir ao senhor Luís Vaz, da Junta de Ferreira das Aves, que não ocupe o lugar que a mulher ganhou com a aprovação do povo que sabia que, quem o iria ocupar, seria o marido, se a Lei não define e clarifica o fim que o legislador pretendeu atingir? Ou se os autarcas podem ser eleitos, depois dos três mandatos, em outra qualquer autarquia e que o Tribunal Constitucional, acabou por decidir, a muito custo, para que a confusão não tomasse foros de escândalo e a população, a quem lhe começa a chegar a mostarda ao nariz, não perca a cabeça, e corra a pontapé tão importantes e altamente pagos parasitas. 

C.S 

publicado por regalias às 05:32
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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

O quase patético Jerónimo

A escola comunista oblitera de tal maneira a capacidade de discernimento das pessoas, que indivíduos como o Jerónimo acabam por dizer barbaridades de que não têm consciência.

Falar de um Presidente patético quando Cavaco Silva está no estrangeiro a tentar emendar erros de que os comunistas são grande culpados e ele não os refere, o Jerónimo devia pensar duas vezes no que diz. Mas é difícil ser capaz de mudar.

São muitos anos de iniquidade para o Jerónimo compreender que os comunistas têm agora uma oportunidade para mudar de atitude e se integrarem numa Europa evoluída, cujos comunistas foram caindo por causa da bestialidade que não souberam sacudir quando tinham todas as oportunidades para o fazer.

Eu não culpo o Jerónimo e outros comunistas pela crassa estupidez que defendem sem compreender que estão a matar os filhos quando tentam matar o próprio país onde nasceram. Eu culpo Cunhal, o canalha mais vil e mais insensível que alguma vez apareceu à face da terra.

Portugal está a sofrer imenso porque esse nojento comunista conseguiu destruir Portugal quando lançou o caos num País que era grande, feliz e progredia a caminho da Europa evoluída.

O Jerónimo quando chama patético ao Presidente da República sujeita-se a cair de borco e de repente, tal como os comunistas de Leste caíram ao fim de mais de setenta anos de sacrifícios e de milhões de mortos para impor o comunismo impossível de concretizar e que foi mais o comunismo da infâmia do que o comunismo do homem novo ou das manhãs que cantam.

Quando os portugueses votam, para Presidentes de Câmara, comunistas não é por eles se dizerem comunistas mas porque são capazes para desempenhar o cargo. Ninguém está contra um comunista ou contra qualquer outra pessoa se essa pessoa for honesta e competente.

Ninguém vota em fanáticos. Ou o Jerónimo julga que a votação para as Europeias ou para as legislativas será idêntica às autárquicas? Só se o Jerónimo e os comunistas mudarem de discurso; do constante bota abaixo, da tentativa de esconder tudo quanto fizeram e que a Zita Seabra, em algumas páginas denunciou, assim como todos os outros documentos escritos e fotográficos que não apagam a memória dessas calamidades das quais o povo, principalmente o povo trabalhador e ingénuo está a pagar a fatura.

Por que julga, o Jerónimo, que perdeu as quatro Câmaras comunistas? Porque aí os comunistas falharam. E perderá todas aquelas que agora ganhou se os comunistas não mostrarem serviço.

Os portugueses privilegiam quem trabalha. Só foram enganados pela estupidez e ignorância que enlameou o 25 de Abril. E Cunhal tem muitas das culpas pelo que aconteceu. 

Hoje ficamos por aqui. Lamento que o Jerónimo ainda não tenha sabido dar a volta à asneira. O ataque nem sempre é a melhor estratégia depois do mundo ter entrado no século XXI. O Jerónimo ficou nos princípios do século XX porque Cunhal não passou de 1917. O grande culpado e a grande besta é Cunhal e disso ninguém tem dúvidas e nunca mais ninguém lhe perdoará.

C.S

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Terça-feira, 1 de Outubro de 2013

A ignorância come os Arménios e os Partidos

Quando gente, tremendamente ignorante, alcança postos para que não está capacitado, por estar dependente de estruturas que não domina, acaba por não passar de um ventríloquo cujas palavras não passam de vento que silva e só influencia os débeis mentais.

Obrigar o Presidente da República a demitir um Governo, eleito democraticamente, é minar a estruturas criadas pós 25 de Abril e fragilizar ainda mais, aquilo que abana por todos os lados.

Jorge Sampaio fez isso com Santana Lopes. O resultado foi este a que chegámos. A troca de um miúdo por outro não melhorou a situação. Santana e Sócrates são equivalentes. Suficiente inteligência, muita conversa, gastos exagerados. Entre um e outro venha o diabo e escolha. Faltou-lhes calo e ponderação.

Passos Coelho teve desde início a oposição cerrada de Manuela Ferreira Leite que avisou, que o rapaz só iria fazer asneiras. Ele era incapaz e ela não lhe dava o seu aval.

Mas o povo, que vai mais pela aparência do que pela substância, preferiu o Passos ao Rangel e as previsões da senhora, infelizmente, têm batido certo.

Também é verdade que a situação do país, agravada pelo voluntarismo do comentador Sócrates, era péssima.

O povo anda triste e desesperado. Muitos, impulsionados pela ignorância dos Arménios sindicalistas gritaram contra Salazar. Até o nome da ponte lhe roubaram porque o 25 de Abril ainda nada tinha provado de válido, mesmo esses, agora falam de arrependimento por terem compreendido a honestidade, a prudência e a inteligência de Salazar e os fogos-fátuos que imprudentemente desbarataram as bases do futuro.

A ignorância do Arménio é muito atrevida e perigosa. As eleições autárquicas não têm nada a ver com as eleições legislativas. Invocar as primeiras para mostrar a fragilidade e incapacidade do Governo é um disparate.

O povo vota nas pessoas que conhece e em que tem confiança para desempenhar aquele cargo. Nos farristas de S. Bento, protegidos pelos Partidos, poucos sabem quem são as mães. São votos cegos.

Eu, que não morro de amores por comunistas ignorantes, escrevi, aqui mesmo, que apostava no Bernardino Soares para Presidente de Câmara de Loures porque as populações ficavam melhor servidas desde que ele utilize as suas capacidades e conhecimentos.

Ninguém se interessa se é um comunista ou outro qualquer, de sinete partidário, que governe uma autarquia ou o país, aquilo que se exige é que governe bem.

Infelizmente, a maioria que nos tem saído, como diz povo, são duques. E, como de duques está o povo farto, é melhor que os Arménios metam a viola no saco porque para dizer asneiras e encher os bolsos temos a outra matilha de que todos estão pelos cabelos, mas que não se encontram outros, mais fiáveis, para os substituir.

C.S 

publicado por regalias às 05:47
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