Segunda-feira, 18 de Novembro de 2013

Jesus salva o Governo e os Partidos

Devido à hecatombe que paira sobre o Governo e sobre os Partidos, pois já ninguém pensa que uns e outros se salvem, aparece como última esperança, Jesus.

Graças às leis que libertam criminosos, prendem polícias e gente imaculada como Jesus, Portugal está prestes a entrar no inferno.

Com dois milhões e quinhentos mil pobres de pedir, a morrer de fome, e quase três milhões de trabalhadores a viver em desespero, Jesus é lançado no retângulo para distrair o pagode.

Eu próprio deliro com Jesus quando ele vai ao Portugalex. Até me esqueço que devo andar triste. O tempo não está para folias. Mas, se com o Jesus vem o Presidente Aníbal Cavaco Silva e a maneira de eliminar os ácaros dos computadores, os dias até me correm melhor. Anibal é especialista em informática e Jesus em gramática.

Agora, o cordeirinho, é acusado de ter tentado salvar uma criança das mãos hercúleas e violentas dos guardas do Templo e vai ser sacrificado.

Diz-se que foi o Judas do Norte que encomendou este serviço sujo porque os seus jogadores, este ano, não têm pernas para ganhar o que o ano passado o ingénuo e bondoso Jesus lhes entregou de bandeja.

Com um tiro, o do Norte, avia-se, avia os do Governo e as múmias paralíticas que estão amesendadas em São Bento e, exige, além de um campeonato mais fácil, uma estátua do soba dos dragões, igual à que o Costa dá ao Benfica, no meio do seu próprio estádio e uma estátua em cada estádio onde ganhe, sempre no centro do relvado, para que o futebol tenha outra dimensão e se possa exportar a ideia para todo o mundo e o Governo encha os cofres e os Partidos a burra.

Em vez de bola só para a frente, vai haver a bola no redondo, à volta da estátua.

O do Norte exige também que os do Governo deixem de ser anjinhos e passem a chamar os bois pelos nomes e demonstrar que toda a desgraça começou nos dois primeiros anos da Revolução que virou o país de pantanas e se deixem de culpar o Cavaco, o Guterres, o Sócrates e o Passos. Nenhum deles teve a coragem de terminar a bandalheira nacional e por isso é justo que oiçam as que o diabo não gosta de ouvir.

Também eu, só por Jesus sou capaz de me imiscuir nas lides futebolísticas. Nunca vou em futebóis nem oiço relatos de futebol. Só o comentário final dos especialistas da Antena 1, quando vou ao engano das notícias e aparecem eles com os chutos e os erros dos árbitros ou então oiço os lamentos e as queixas do meu amigo Orlindo que, como extremado fundamentalista que é, quando o Glorioso perde e a Catedral treme, ninguém o atura. Passa-se dos carretos, perde as estribeiras, deixa de comer e a mulher não sabe o que lhe há de fazer para o trazer gordinho e contentinho. Se não consegue liga o Skype, passa-me o desesperado e ele dá-me lições de futebol enquanto ponho a papelada em dia.

Quando um país achincalha a própria polícia e crucifica Jesus ninguém está a salvo.

Portugal deixou de ter futuro.

C.S

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Domingo, 17 de Novembro de 2013

Os sapos no museu feitos censores da Inteligência

Os chamados intelectuais socialistas são tão ou mais rascas do que os políticos socialistas-comunistas.

Estão convencidos de que enganam quem lhes apetece com as suas atitudes de censura.

Esta casta foi abençoada pelo seráfico Correia Jesuíno que, no pós 25 de Abril, fez mais estragos de cariz persecutório do que o lápis azul dos coronéis do Palácio Foz.

Estes riscavam, mas nunca meteram na cadeia quem abusasse do verbo.

O Jesuíno processou quem escrevesse o que a liberdade pós 25 de Abril dizia existir, mas que não existia.

Manuel Maria Múrias pagou no Linhó a ingenuidade de julgar que a Censura tinha acabado. Outros tiveram a mesma sorte.

Agora o ministro-adjunto Poiares Maduro foi obrigado a cancelar a leitura de textos, do realizador João César Monteiro, no Museu da História Natural de Lisboa, em virtude da nata da intelectualite, plasmada na Maria Velho da Costa, Manoel de Oliveira e outros de igual craveira censória terem assinado uma carta aberta contra o jovem Maduro.

A Velho foi sempre farrapo velho, engelhado, mas nunca desistindo de dar nas vistas, horríveis para quem vê.

O Manoel de Oliveira vive da fama que alguém lhe arranjou.

Dos seus muitos trabalhos, só dois, máximo, três serão digeríveis, os outros são intragáveis.

Lembro-me do “Non, ou a vã glória de Mandar”. Só não mandei as tripas fora porque sou muito contido em sujeiras.

Em 1994 ou 95, vivia os sonhos de amor entre o Furadouro e São Vicente, quando os olhos da minha paixão vieram dizer-me:

- Hoje vamos a Ovar ver o último filme de Manoel Oliveira “Vale Abraão”.

- Meu amor, eu vou. Mas do Oliveira estou vacinado.

- As críticas são boas.

- Devia ter alinhado contra o regime anterior porque lhe recusaram algum subsídio. O Oliveira é um subsídio dependente.

- Mas tu gostas do César Monteiro.

- Ao César Monteiro acho-lhe graça. Ele borrifa-se para as pessoas, faz e goza o espetáculo. Este não. Este é um chato.

Bem dito, bem feito. A meio do filme ela pediu para sair pois não aguentava a estopada.

E são estes sapos de museu que censuram um jovem, que me parece bastante honesto, trabalhador e inteligente, só por pertencer ao Governo?

Quando é que a esquerda fingida, subserviente e mendicante começa a ter hombridade e vergonha?

C.S

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Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013

Papa Francisco nas mãos das máfias de Deus

Bem mais subtis que as máfias dos homens são as máfias de Deus. A estas, o Papa só escapará se o espírito do amor, da compreensão, da humildade, da missão da Igreja tocar a sensibilidade dos príncipes da Igreja e eles baixem as armas da vaidade, do poder e do dinheiro.

A Máfia, propriamente dita, está habituada a que a procurem, lhe vasculhem as contas, lhe encarcerem alguns membros, mas aceita o jogo. É um risco que lhe dá prazer, que a torna mais atenta, mais ágil na fuga à perseguição. A Máfia é persistente em corromper, explorar sociedades onde o campo é imenso e delirante. Muitos não sabem que fazer ao dinheiro. A Máfia alivia-os dessa angústia. A Igreja conta os cêntimos.      

O Papa merece-lhe respeito. Nunca lhe tocará. As multidões que inundam Roma e o Vaticano servem-lhe de capa para as suas rezas secretas, os pactos de silêncio e de sangue.

Quem sacrifica os Papas são os seus pares. O penúltimo foi João Paulo I.

Trinta e três dias de pontificado levados por morte estranha.

O último foi Bento XVI. Não aguentou a pressão de uma Cúria gananciosa e que não renuncia às mordomias e aos infinitos poderes.

Bento XVI abdicou para não ficar louco.

O Papa Francisco movimentou o interesse de milhões de fiéis e congregou a simpatia de muitos outros que seguem as religiões com curiosidade. Veem nelas a maneira de cada povo chegar a Deus pelo caminho que entende.

O Papa Francisco concitou o interesse de católicos e leigos.

A Máfia nunca arriscará uma perseguição sem precedentes, em troca dos milhões que vagueiam nas asas dos bancos ou dos cofres discretos da Igreja, e de que alguns príncipes são depositários e beneficiários em luxos escandalosos, impróprios de quem serve O mais desprendido do Espírito de Deus nas questões materiais.

O Papa Francisco veio dar um abanão violento no bezerro de ouro e pedras preciosas de que estão rodeados os príncipes e muitos dos padres que, por todo o mundo e, às vezes, em nações onde a pobreza é gritante. Eles esquecem que aquilo que recebem tem de ser entregue ou aplicado em favor das populações.

O Papa Francisco é frontal. É um pensador atuante. Não mastiga como Bento XVI, que burila o pensamento, mas não tem coragem de o transformar em atos e aplicá-lo sem se preocupar com a dor ou o desconforto causados. O Papa Francisco remexe a ferida, mostra que dói, mas a dor é muito maior se o dinheiro de Deus não for aplicado totalmente para o engrandecimento do ser humano através das escolas, dos hospitais ou da ajuda alimentar de quem a necessite.

O Papa Francisco é Jesuíta, conhece ao pormenor o sofrimento e pensamento humanos. Nunca o sacrificará em benefício da Cúria e dos seus príncipes, mesmo sabendo que a sua vida pode estar por um fio.

O aviso de um Procurador que ele corre perigo de morte, não lhe tira o sono.

A morte é o destino de todo o ser humano.

C.S

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Quinta-feira, 14 de Novembro de 2013

Só a ignorância é reacionária e fascista

Ontem ao ouvir a “Antena Aberta” e o chorrilho de vezes que Passos Coelho foi chamado de fascista e de neofascista verifiquei que a cambada do insulto está industriada para o produzir em determinados dias.

São todos indivíduos comunistas, ignorantes e inconscientemente fascistas que bolsam aquilo que não sabem o que é, mas percebem que é injúria. São reacionários à inteligência e subservientes à infâmia do Sindicato comunista.

Eu nem ligaria ao assunto se também não aparecesse um, que devia querer defender não sei o quê. Eu estava a fazer um trabalho e nem sempre prestei atenção ao que se estava a dizer. Mas esse devia ter insultado os jornalistas e aí, o António Jorge, cortou-lhe imediatamente o pio.

Não tento imiscuir-me no trabalho do jornalista e muito menos nas ofensas que esta pantominada, que nos governa à sombra da Constituição, socialista comunista em que vivemos, permite. 

É democrático insultar quem calha e com mais justiça os políticos que desde o 25 de Abril, degrau a degrau, têm assassinado o país com o conluio dos Sindicatos comunistas, por esse motivo não me admira nada que o completo caos se instale rapidamente e eu acabe por participar na festa.

Temos mais de dois milhões de pessoas a morrer, lentamente, de fome. E o Governo mais parece um conjunto de videirinhos que cede a quem lhe faz frente e deixa morrer os mais fracos.

Tal como estes galfarros ignorantes, reacionários e fascistas que insultam os governantes e quem trabalha, também eu gostaria de me juntar a estes energúmenos quando o Governo erra, mas como ele tenta acertar, estou sempre à espera que isto mude para salvar Portugal dos vampiros filhos do canalha Cunhal, o gajo mais infame, mais porco, mais cobarde e mais cínico que veio ao mundo, e logo por azar em Portugal.

Cunhal envenenou os seus seguidores e eles ainda não o entenderam porque são ignorantes e inconscientes.

Cunhal desprezava os seus próprios camaradas. Leiam os livros publicados pelos vários comunistas que a muito custo largaram o PC. Sempre foram anos de camaradagem e de engano. Quando arranjaram coragem para sair e desvendar uma pequena parte do monstro, que só era subserviente e um verdadeiro capacho da União Soviética, onde as greves eram proibidas e a vida não era fácil.

Leiam o “Foi Assim” de Zita Seabra ou os livros do Chico da CUF e talvez entendam o que andam a fazer e qual será o fim dos filhos e dos netos.

A escumalha que se presta ao serviço da destruição da própria Pátria, que dizem defender, é industriada com 58 frases chave para meterem a cavilha em qualquer conversa destrutiva onde queiram participar. E funciona sempre desde que haja quem oiça e aceite os vómitos.

Ontem, um deles insistia na CGTP, criada para defender os interesses dos trabalhadores. Desgraçados dos trabalhadores que estão a ser cilindrados pela propaganda e pelas ameaças dos capangas que os impedem de trabalhar a mando da CGTP, a Central Comunista.

Nos dias em que os trabalhadores fazem greves ou tiram da boca, o pouco que recebem, para darem aos filhos ou estes nunca serão ninguém porque a fome faz mau pelo e alguns poderão cegar por carência de alimento.

Fico triste e muito preocupado pelo que está a acontecer ao meu país, ao nosso país.

Várias vezes tenho apontado os causadores desta lepra que começou em 27 ou 28 de Abril de 1974 e nunca mais parou até aos dias de hoje. Outros também o têm feito, mas a propaganda que comunistas e os infames que os multimilionários elogiam: o Cunhal, o Melo Antunes e outros abortos de igual jaez só o fazem porque assim podem continuar a explorar o povo trabalhador tal como o racista da CGTP, às ordens do Partido Comunista, continua a fazer.

Os trabalhadores estão perdidos se continuarem a ser os burros de carga ou a canalha sem valor, como os chefes da Primeira República (1910-1926) os tratavam. Estes fazem o mesmo. Os Sindicatos além de lhes receberem as cotas, não lhes pagam as greves e obrigam-nos a sobreviver com menos dinheiro e a perder o emprego porque as empresas não estão para sustentar gandulos à boa vida que lhes desorganizam o trabalho e afastam os clientes.

C.S

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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2013

A Mocidade Portuguesa, o Camões e o complexado

Qual é a Instituição que hoje oferece a pobres e a ricos, a possibilidade de ter todas as modalidades de desporto, totalmente gratuitas?

Alguém é capaz de me apontar uma?

Pois a Mocidade Portuguesa, criada em 1936, quatro anos depois do Dr. Oliveira Salazar ser Presidente do Conselho (Primeiro-ministro), foi instituída para que os jovens mais pobres tivessem as mesmas regalias dos mais ricos.

Tenho de lembrar que a Primeira República tinha deixado Portugal num estado miserável. Não havia trabalho, os pedintes eram aos milhares, não havia estradas asfaltadas, as escolas eram insuficientes e a miséria abrangia quase três milhões de indivíduos, em um pouco menos de seis milhões de habitantes, que eram quantos havia em 1926.

Gomes da Costa fez a Revolução do 28 de Maio, a pedido do povo, dos comerciantes, dos poucos industriais que naquela época existiam e dos intelectuais que compreenderam que a degradação da vida não podia continuar com atentados diários, cadeias a abarrotar de presos, assaltos, mortes. Ninguém estava seguro.

Salazar foi convidado para o Governo, mas não aceitou. Só passados dois anos e vendo que a Ditadura Militar não conseguia resolver as graves carências do País, aceitou ser Ministro das Finanças.

Logo no fim do primeiro ano conseguiu pôr as Finanças em ordem. A partir desse momento, a sua grande preocupação foi dar trabalho e comer a toda a gente.

Na Mocidade Portuguesa estavam incluídos todos os jovens que entravam para a escola entre os 7 e os 14 anos. A grande maioria gostava imenso da Mocidade Portuguesa onde podiam jogar futebol, voleibol, ténis, basquetebol, e ter atletismo, ginástica, hipismo, natação, canoagem, vela, aeromodelismo, topografia etc.

Havia os Acampamentos Nacionais em que jovens de todo o País se reuniam no Norte, centro ou Sul e cada um mostrava, também, as qualidades musicais e teatrais.

A partir de 1939, os jovens das colónias passaram a estar integrados na Mocidade Portuguesa. Todos os anos vinham à metrópole para os Acampamentos Nacionais. Era emocionante a alegria que manifestavam.

Esta pequena resenha vem a propósito de um texto sobre o centenário do Liceu Camões no jornal “Público” de 10 de Novembro, e as mentiras descaradas de um tipo, que até pensava inteligente, e que fala na Mocidade Portuguesa como um ignorante subserviente à esquerda acéfala, quando diz que o “S” significava “servir Salazar”. O “S” só queria significar servir. Era proibido correr no pátio. E acrescenta: “nos corredores do liceu (Camões) respirava-se o mesmo medo que se vivia nas ruas, durante o Estado Novo.”

Só um jovem complexado poderia sentir medo, a grande maioria fazia as maroteiras que todos os jovens naquela idade fazem e nunca se preocupavam com as consequências, porque nem pensavam nelas. Nas ruas só sentiriam medo os cobardes ou aqueles que tivessem prejudicado, gravemente, terceiros. Portugal era um País muito mais livre do que é hoje.

Não andei no Liceu Camões, mas também tive o Dr. Sérvulo Correia, como reitor, no Liceu Nuno Álvares de Castelo Branco. Era um educador. Num destes Blogues, já contei precisamente uma ida ao reitor Sérvulo Correia e, mesmo sabendo que ia ou podia ser castigado, não senti qualquer medo.

A educação tem um preço. A seguir ao 25 de Abril tem ficado muito mais cara e sem quaisquer resultados.  Portugal passou a viver de laxismo, libertinagem e mentira.

O resultado está à vista. O povo é o único que paga muito caro a falta de estudos.

Mas a muitos não lhes interessa que o povo suba, e por isso falam do Estado Novo com o ódio que inunda os infelizes, os frustrados, aqueles que nunca amaram ou souberam o que era a solidariedade e a saudade.

Nota: omito o nome do mentiroso porque não sigo a linha de propaganda comunista da ANTENA1, que desde as 9h até às 19h, às 22h, às 23h, outra coisa não fez que propagandear, nos noticiários, o Campo Pequeno para onde encaminhava os comunas para serem lidados pelo Jerónimo e enganados pelo espantalho vermelho do Cunhal que outra coisa não fez, mal chegou, do que destruir Portugal, semeando a discórdia desde 1974 até se transformar em fantasma sepultado e maldito.

C.S

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Terça-feira, 5 de Novembro de 2013

O País do improviso, do deixa andar, do não te rales

O verdadeiro homem de Estado nem improvisa, nem desanima... A República assenta nas contingências da sorte. As duas frases são de Alfredo Pimenta em 1940.

Portugal tem estado desde 25 de Abril de 1974 ao sabor do improviso, da traição sórdida, da corrupção diária e do crime impune.

O estratega do 25 de Abril, o poderoso comandante do COPCON, Otelo Saraiva de Carvalho, é o exemplo mais firme que podemos apresentar do improvisador, do tonto que durante meses tem nas mãos, que empunham as armas, o destino dos portugueses.

Otelo, um menor mental, recebe dos seus companheiros de armas todo o poder que um improvisador, um ignaro nunca pode ter, a menos que um país e um povo fiquem sujeitos às atitudes mais discricionárias e aberrantes de alguém cujo perfil psicológico é instável e extremamente perigoso. 

Otelo Saraiva de Carvalho testa o seu poder ao entregar mandatos de detenção a quem os podia utilizar como se fosse papel higiénico. A seguir, numa atitude de tirano do posso, quero e mando, propõe-se meter, todos os que não obedeçam às suas ordens, no Campo Pequeno e fuzilá-los. 

Apesar destas atitudes aberrantes, o Otelo é candidato a Presidente da República e tem uma votação que não é despicienda.

Otelo Saraiva de Carvalho, estratega do 25 de Abril, comandante do COPCON, candidato a Presidente da República, aclamado por milhões de portugueses é o mesmo Otelo criminoso, chefe das FP 25 de Abril, com 18 crimes de sangue no curriculum, roubos de milhares de contos, condenado a 15 anos de cadeia, sem os cumprir na totalidade e promovido a coronel. 

Perante o desplante militar, não me admira o desplante político. 

Neste país só acontece aquilo que os portugueses não se importam que aconteça. É o país do improviso, do deixa andar, do não te rales.

Portugal é o país do teatro, da coscuvilhice, da conversa brejeira, e era o País da alegria, da boa disposição, da barriga ao sol, do trabalho, do emprego, da segurança.

Os portugueses estavam fartos de ser felizes. Não se importaram de virar a agulha, voltar à agitação, ao sufoco.

O Nuno Crato vem dizer que para pagar a dívida os portugueses teriam de passar um ano a trabalhar sem comer. Onde está o problema? Esta gente, pelo caminho que leva habitua-se a tudo.

E os militares que agora se insurgem pela extinção do Fundo de Pensões só têm que entregar o assunto ao camarada Lino Coelho que forma uma Comissão Liquidatária.

Como a República assenta nas contingências da sorte, o Lino encerra as contas, fecha o País e vai tudo para a Madeira e para os Açores. Bem apertadinhos havemos de lá caber todos.

C.S

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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2013

Bento com freio nos dentes, mas rosna

Com ar de sorna, algumas luzes de teologia, engolida entre dois padres-nossos e um pacote de amendoins, frei Bento tenta arranjar coragem para se atirar ao Papa Francisco.

Anda a tomar fôlego há várias semanas, mas o Bento não tem tim-tins. Mas tem o púlpito do “Público” de domingo que resolveu salvar-se do fecho apoiando causas fraturantes. O Bento não é fraturante, rosna com o freio nos dentes e ensaia a fritura do Papa em lume brando.

O frei só ataca os mortos, como o Francisco ainda mexe, ele rosna uma linha, duas, máximo, quatro e fica-se por aí.

O Bento convenceu-se que é um intelectual incompreendido. É frei. Está tudo dito.

Olha sornamente a vítima, não a abocanha violentamente. Mastiga-a sem triturar.

Salazar vomitava esta gente que pensava uma coisa e dizia outra, mesmo depois de olhar, virar e revirar a armadilha. É o mundo dos frustrados, dos meios castrados, nunca de gente frontal.

De há uns domingos para cá, como referi, a homília do frei é Bergoglio para aqui e para ali. Nada de grandes reverências. O Bento é nobre de esterqueira.

A seguir passa-lhe a mão pelas costas: eu não quero dizer isto, mas o método que segui já foi testado e eu, frei Bento, dou o meu aval. Teologia e hipocrisia estão comigo.

O frei usa a tática do rato; cheira, cheira e só lambe quando fede.

Escuda-se o Bento em K. Rahner e Alberigo e apronta “Se as mulheres começarem, em breve, a fazer parte da instituição do cardinalato, será um bom sinal”.

Ó frei Bento, em vez do Alberigo, sugiro-lhe o Alberoni. Esse não anda pelas sacristias, caldeirinhas de água-benta e outros apetrechos eclesiais. Indico-lhe os livros em Italiano, para treinar a língua, cinco livros que o vão pôr em brasa: Innamoramento e amore, L’amicizia, L’erotismo, Il volo nuziale e Ti amo

Com os livros do Alberoni fica mais apetrechado para falar e defender o mulherame e o casamento dos padres, de maneira a quando falar do Paraíso e do Inferno já ter umas luzes sobre o que diz. A “Divina Comédia” com o Dante e a Beatriz não passa de uma história com final feliz.

Os do Alberoni têm mais sustância, como refere o povo.

Depois, arruma de vez “O estatuto do papado que não é, nem do ponto de vista teológico nem histórico, um dado indiscutível”. E…Manda a bomba ao retardador para o inocente Francisco, à vista dos escandalizados católicos:

“Nenhum Papa é a Igreja. Não deixemos tudo para este iluminado e desarmante argentino”. Pum, pum, pum.

Não restam dúvidas que o frade bento anda de diarreia: puf, puf, puf.

C.S

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Sábado, 2 de Novembro de 2013

Quarenta anos de mentiras não destruiram o povo

A maneira despudorada como mente o secretário racista da CGTP é semelhante à do canalha Cunhal. A infâmia é de sarro e de nojo.

O traidor do povo que gritou contra a Ditadura e contra o Fascismo está espalmado neste racista que ofendeu gravemente um dos membros da TROIKA, pelo homem ser preto.

Tanto o Cunhal como o Arménio são dois canalhas que ofenderam e ofendem o povo Português nos seus direitos e nas suas verdades, mas quarenta anos de mentiras ainda não conseguiram destruir o povo.

Se suposto Ditador e fascista houve, esse foi Cunhal, que não concretizou os seus instintos porque o povo lhe negou os votos, caso contrário, hoje, o povo comia pedras e estava sujeito a uma Ditadura violenta.

Isto está escrito e documentado.

Mas o assunto é para esclarecer esse enganador do povo, esse sindicalista chefe da CGTP.

Salazar, em vez de matar o povo à fome, tal como o Arménio mentiu ontem às portas da Assembleia da República fez exatamente o contrário.

Salazar arrancou o povo à fome mais negra e mais miserável onde a Primeira República o tinha lançado como hoje os Sindicatos têm feito ao obrigarem os trabalhadores a fazerem greves que lhes comem os dias de salário e os forçam a reclamar, como se isso os protegesse da fome quando são eles próprios que lhes tiram o pão da boca.

Este racista e o facínora Cunhal fingem desconhecer a história para culpar Salazar de tudo: desde o fascismo ao travar o movimento fascista de Rolão Preto, movimento que já vinha da Primeira República à Ditadura de que ele próprio tinha sido vítima quando foi expulso da Universidade.

Sobre a Ditadura e os vários escritos que tem sobre o assunto. Deixo um excerto:

“…a Ditadura, mesmo considerada apenas como a concentração no governo do poder de legislar, é uma fórmula política: mas não se pode afirmar que represente a solução duradoura do problema político.”

Ele escreve isto quando é convidado pela Ditadura Militar a ser Ministro das Finanças e dois anos depois da Revolução de 28 de Maio de 1926. Salazar entra em Abril de 1928.

A fome continuou nestes dois anos e só abrandou dois anos depois e com um esforço, uma inteligência e um trabalho de Hércules. 

O calhorda da CGTP vem falar em fome no tempo de Salazar como se ele tivesse alguma culpa da tremenda miséria em que a Primeira República (1910-1926) se atolou.

Quer o Arménio racista chegar a essa situação? Estamos perto. Mas a culpa não é só destes que agora estão no Governo. É de todos os Governos e principalmente dos Governos Provisórios onde Cunhal manipulou Melos Antunes, Otelos, Rosas Coutinho, Almeidas, e muitos outros, mandou ocupar casas e herdades, desestabilizar fábricas, pequenas empresas, jornais e rádios transformando Portugal num país de loucos em autogestão, como referiam os jornais estrangeiros. "A mais imunda vaza humana a vir à tona", como lamenta MiguelTorga.

O grave do Arménio não é mentir sobre Salazar. É mentir ao povo. É forçar o povo a beber fel e sangue.

Salazar não fez a Revolução de 28 de Maio, não governou em Ditadura, e em 1933 plebiscitou a Constituição que eliminava essa forma de governo, não provocou a fome, antes a eliminou.

Mas o racista Arménio queria que Salazar fosse morto porque salvou o povo.

Salazar que ainda era Ministro das Finanças e continuou a ser até que o povo tivesse condições dignas de sobrevivência e de defesa, tinha que se deixar matar porque as bestas assim o exigiam.

Como ele nunca foi militar e os Chefes militares, em 1931, conseguiram vencer o General Sousa da Dias que fez a revolta da Madeira, a única coisa que ele lamentou, sabe, ó seu não sei quantos? Sabe? Não sabe porque é ignorante.

Salazar lamenta os gastos inúteis com a revolta porque o único sacrificado foi o povo.

Como vê, é sempre o povo que o preocupa.

E lamentando-se diz: “O dinheiro gasto bastaria para sustentar 25 mil famílias portuguesas de operários rurais durante um ano”.

Agora veja se vai confirmar isto in “O Diário de Salazar”, de António Trabulo – Parceria A.M. Pereira, pag. 83.

E veja também se deixa de andar a forçar os trabalhadores a fazer greves e a colocar piquetes para que eles não trabalhem. Eles têm filhos,mulher e casa para sustentar, enquanto você ganha 20 vezes mais que eles e nunca lhe descontam as greves, segundo aquilo que disse uma vez o Carvalho, outro fascista igual a você.

C.S

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Sexta-feira, 1 de Novembro de 2013

Sindicatos, Direita e Esquerda e o bombo da festa

 

Diga-me lá, quem souber, por que razão foi feita a Revolução do 25 de Abril?

Quem diz que foi para melhorar as condições de vida, mente.

Salazar não pensou noutra coisa senão em tirar o povo da miséria em que vivia atascado na Primeira República (1910-!926), dar-lhe trabalho, comida e obrigá-lo a aprender a ler e a escrever sempre que entrava na polícia, e depois na Guarda Republicana ou na Guarda Fiscal. Muitos, só sabiam escrever, e mal, o nome.

Entre 1928 e 1949 a vida ainda era complicada por várias razões, caso contrário Salazar tinha solucionado rapidamente alguns dos sacrifícios.

A Guerra civil Espanhola de 1936 a 1939 veio travar o desenvolvimento do País. Destaco: primeiro, teve de pensar na segurança de Portugal e isso levou-o a criar a Legião Portuguesa.

A Legião era uma milícia de cariz militar. Foi criada devido o Governo Republicano Espanhol mostrar intenções de invadir Portugal e formar uma União Comunista Ibérica. Salazar teve de optar pelo campo em luta que apoiaria e por esse motivo ajudou os nacionalistas. A Legião era um reforço militar, sem grandes gastos.

Quando terminou a Guerra civil Espanhola, começa a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e em 1942, a Legião Portuguesa passa a fazer a Defesa Civil do Território perante a possibilidade da invasão alemã.

Quando me comecei a interessar por estes assuntos, 1958, a Legião não passava de uma maneira de desviar os legionários dos copos, dar umas passeatas, ouvir uns discursos e pouco mais. Nunca achei que tivessem qualquer utilidade para a defesa do País, embora os comandantes fossem militares. Um deles foi o pai do traidor Melo Antunes, como Spínola se referia a este infame.

Julgo que não tinham qualquer vencimento.

A Segunda razão deve-se, em antes de fazer as grandes obras, os portos as estradas etc., dar de comer ao povo, mas como na Espanha, em guerra, morriam tantas pessoas de fome como aquelas que eram mortas em combate, Salazar teve de racionar os alimentos para as ajudar.

Em 1940, cujo regime tinha, como disse, recebido o País na miséria mais inacreditável e em que o povo era o mais sacrificado, embora as outras classes não estivessem bem, Salazar mostra o progresso.

Em 1940, Salazar faz a Exposição do Mundo Português e revela ao mundo as qualidades dos portugueses.

Mas estávamos na Segunda Guerra Mundial. Portugal recebe milhares de judeus, coloca-os nos melhores locais de Portugal enquanto esperam embarque para outros países.

Para Salazar e Marcello Caetano, o povo e Portugal foram sempre as suas grandes preocupações.

Em 1974, Portugal já era um País próspero e livre. O povo tinha subido imenso e continuaria a subir. A classe média era a classe que crescia.

Veio o 25 de Abril, a Esquerda abocanha o poder, entra nos Governos Provisórios: o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto e o quinto, ganha o primeiro Governo Constitucional, faz a Constituição que bem entende e, quando vê que tem de ter mais um cúmplice, começa a entender-se com a Direita.

E a Direita compreendeu que abraçada à esquerda, tudo quanto fizesse para benefício de Deputados, Ministros, Secretários de Estado, Banqueiros e plutocratas só os poderia tornar mais fortes sem se importar do povo que berra, faz greves sindicais e diz disparates em vez de cuidar proteger-se.

Os Sindicatos que incitam e obrigam às greves de cariz obsoleto, que tiram o pão da boca ao povo, também fazem parte desta gente opulenta da Direita e da Esquerda.

O povo, cada vez mais se afunda enquanto não estudar e tiver cultura suficiente para entender que só o estudo o conseguirá livrar de ser o pião das nicas, o bombo da festa, tanto dos Sindicatos, como da Esquerda e Direita pindéricas que nunca defenderam o povo porque são escandalosamente ignorantes dos movimentos financeiros e económicos pelos quais o mundo se rege. Como não sabem, protegem-se a eles e dão os ossos aos outros.

C.S

publicado por regalias às 05:47
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