Quarta-feira, 21 de Maio de 2014

Portugal é um País rico mas com políticos miseráveis

Depois de termos, durante séculos, andado a criar novos países, regressámos, finalmente, a casa para cuidar de Portugal.

Em 1296 fixámos o português como língua, sinal que Portugal se tinha consolidado como nação.

No ano seguinte, em 1297, D. Dinis assina com o rei de Leão e Castela o Tratado de Alcanizes, pelo qual se fixaram definitivamente as fronteiras de Portugal até aos nossos dias.

Os reis Portugueses tiveram consciência que a diminuta população do território não lhe permitiria andar em guerras constantes com os árabes e deixaram que os reis de Castela e Leão os combatessem até 1492, altura em que a Espanha começa a tomar a sua forma atual.

A prova que Portugal é um país rico é-nos dada logo no reinado de D. Dinis, por este ter emprestado milhões de maravedis ao reino de Leão e Castela.

Portugal é um país rico e nunca totalmente explorado. Se o compararmos aos países mais prósperos da Europa: a Holanda, a Bélgica, a Suíça, o Luxemburgo, o Liechtenstein, o Mónaco, o que verificamos?

Todos são mais pequenos que nós.

Todos eles são menos dotados do que nós.

Portugal tem muito mais solo arável do que eles.

Portugal tem um solo prenhe de minerais.

O ferro, o tungsténio, o urânio, incipientemente explorados, continuam como reservas incalculáveis.

A mancha florestal, apesar dos fogos tem mantido o seu espaço.

Uma grande orla marítima propícia à pesca e ao lazer.

O vinho, o azeite, a cortiça, os queijos e toda a culinária que agrada aos turistas de todo o mundo.

Um clima, gente e condições logísticas que podem fazer de Portugal uma plataforma de empresas que coloquem aqui as sedes e negoceiem para todo o mundo.

Que precisa mais Portugal para se colocar ao lado dos países mais ricos do mundo?

De gente honesta que o governe.

Para que as gerações futuras não sejam as grandes vítimas de quarenta anos de egoísmo, de demagogia e de roubo permanente e descarado de políticos miseráveis que continuam impantes dos seus atos, a falar grosso, cientes da sua impunidade, é fundamental que sejam chamados a apresentar contas, desde o 25 de Abril até finais de 2014, todos os Deputados, todos os Secretários de Estado, todos os Ministros, todos os Presidentes de Câmara, todos os militares que participaram nas decisões governativas, todos os gestores das Parcerias Público Privadas e todos os Presidentes da República, de modo que uma auditoria verifique as suas contas e os seus haveres antes do 25 de Abril até aos dias de hoje e sobre o recebido em excesso seja aplicada uma taxa de 80% para que a dívida seja imediatamente negociada e paga.

Portugal é um país rico. Não comporta é tanto ladrão e tanta gente desonesta que a coberto da Democracia continua a explorar e a escravizar um povo ingénuo e a sacrificar todos os seus filhos.

C.S

publicado por regalias às 06:16
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Terça-feira, 20 de Maio de 2014

Crato, o Mandarim sem escola

Crato, o Mandarim, pode aprender mandarim e conversar com os ponderados líderes chineses ao fim de um ano.

O Mandarim das escolas portuguesas só tem que aprender oralmente 5 palavras por dia de mandarim. Com mil e oitocentas sabidas de cor, ao fim de um ano está apto a conversar com o seu homólogo chinês.

Tome atenção ao que lhe digo. Não tente escrever. Oiça, repita, fale, não seja medricas. Acredite em mim que sou rodado nestes assuntos.

Para lhe dizer isto de maneira simples digo-lhe que aprende a língua como as crianças até aos quatro anos aprendem a falar. O sistema é idêntico.

Só 5 palavras por dia, 5.

Agora a conversa é outra.

O senhor foi recebido tanto pela Esquerda como pela Direita como uma lufada de ar fresco. Não tem sido. Umas vezes por insegurança, outras por medo volta atrás, tergiversa, demora, enrola e isto não anda.

Com a desculpa esfarrapada de que o computador não serve da melhor maneira o ensino acabou com o mesmo por falta de dinheiro, concedo-lhe esta desculpa, mas não é. Há sempre maneira de manter essa ferramenta utilizada em todas as escolas dos países mais avançados, mesmo que não haja dinheiro nem que seja nos bolsos dos mecenas portugueses ou estrangeiros.

O senhor sacrifica o futuro de milhões, por que 20 ou 30 são contra os computadores?

A luta entre os professores e o Ministério abstenho-me de a comentar. A sua incógnita tem de passar de variável a estável. O país não suporta durante muito mais tempo a hesitação e o distanciamento entre as escolas Portuguesas, as Inglesas, as chinesas, as Japonesas ou as Suíças.

O ter acabado com “As Novas Oportunidades” por achar que elas de pouco serviam, foi um erro.

As “Novas Oportunidades” foram o corolário daquilo que Ján Figel, Comissário Europeu da Educação, Formação, Cultura e Multilinguismo, declarava em 2004:

“A criação do espaço Europeu de ensino é o grande objetivo” E terminava:

“A resposta da U.E tem de ser a formação vocacional e educação ao longo da vida.”

As “Novas Oportunidades” seriam um passaporte para a Europa do emprego, do desenvolvimento, da riqueza.

O Mandarim Crato acabou com elas para as substituir pelos “Centros para a Qualificação e Ensino Profissional”. De acordo, se a mudança implicar melhoria na verificação da qualidade dos alunos, principalmente na sua experiência profissional, muito bem. O passaporte para a Europa do Emprego e da riqueza é a porta escancarada para o aperfeiçoamento de quem pretender entrar nesses países. O que, Crato, não pode é marcar datas para começar os cursos sem ter a certeza de as cumprir e sem ter a certeza de que os fins serão cumpridos.

Marcou para Abril, falhou. Remarcou para Junho, vamos ver o que acontece.

Faço votos que o Mandarim Crato, já consiga, daqui por um ano, falar mandarim e combinar com o seu homólogo Chinês o envio de 50 especialistas portugueses com a garantia dada pelos “Centros para a Qualificação e Ensino Profissional”.

C.S

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Segunda-feira, 19 de Maio de 2014

Portugal precisa de menos conversa e mais sensatez

Sangue, suor e lágrimas foi aquilo que o Primeiro-Ministro Britânico, Winston Churchill, prometeu aos ingleses quando da Segunda grande Guerra, 1939-1945, sabendo que só dessa forma, com muito sacrifício se poderiam vencer as dificuldades.

Salazar ao tomar posse, como Ministro das Finanças em 27 de Abril de 1928, perante o Primeiro-Ministro, General Vicente de Freitas, diz a dado passo do seu discurso “…Pouco se conseguiria se o País não estivesse disposto a todos os sacrifícios…”

A seguir ao 25 de Abril, quando Palma Carlos se viu confrontado com a oposição dos militares e políticos a prosseguir uma política coerente de progresso porque, segundo eles, só prometendo e dando se conquistavam as populações, que nada tinham pedido a não ser os vadios e os chulos, Palma Carlos não esteve para os aturar, virou-lhes as costas e deixou o país entregue aos militares.

Spínola escolhe o coronel Vasco Gonçalves para Primeiro-Ministro e aqui começa a catástrofe.

Vasco Gonçalves não resiste à lisonja dos políticos, escancara os cofres e a população vive a euforia do dinheiro, herança de Salazar e Marcello Caetano, que tendo partido de um país paupérrimo, miserável, cheio de pedintes, desempregados e de infelizes o tinham transformado num País de trabalho, de sã convivência, sem desemprego e na senda do progresso.

Winston Churchill que foi um péssimo aluno no tempo da escola tornou-se um homem excecional quando a Guerra pôs a ferro e fogo uma nação inteira. Churchill foi prémio Nobel da Literatura e escreveu inúmeros pensamentos. Num deles diz o seguinte: “O bajulador é aquele que alimenta um crocodilo e que espera comê-lo no final”.

Foi precisamente o que os políticos fizeram ao Vasco e aos militares: encheram-nos de elogios, de lisonjas em que eles, ingenuamente, acreditaram. O resultado é esta miséria.

O povo está cada vez a passar pior e com a sentença de que, de mais 24 anos a pão-e-água, ninguém o livra.

Embora admire imenso Salazar, acredito que há homens tão inteligentes como ele e num dos meus livros “Portugal, um País ingovernável” apontei mesmo Almeida Santos como um homem brilhante.

Só que Salazar era um Homem honesto, amante de Portugal e do povo e isso faz toda a diferença.

Salazar aproveitou toda a gente, com cursos superiores ou não, para levantar Portugal da repugnante situação em que a Democrática Primeira República, 1910-1926, o tinha lançado e que esta lhe seguiu as pisadas.

Em 1935 os sindicatos agrícolas ajudavam o lavrador a resolver os seus problemas, a procurar as melhores sementes e o que deviam semear nos terrenos mais apropriados. Hoje, os sindicatos reclamam mais subsídios e fomentam a ignorância. Resultado: o povo tem mais dificuldades e os campos estão em repouso e não há quem os trabalhe.

E para aqueles que gostam das perseguições políticas que eram menores do que aquelas que ainda hoje se fazem, digo-lhe que em 1935 todos os presos políticos eram mencionados em relatórios públicos e por que tinham sido presos. Toda a gente sabia quem eram e do que se tratava.

É tempo do povo pensar como se pode defender das novas catástrofes. Com esta garotada da direita, da esquerda e da extrema-esquerda, que promete o que sabe que não pode dar, o povo não vai a lado nenhum. Todos têm muita conversa, mas pouca sensatez.

Sem homens honestos e conhecedores do trabalho e das dificuldades da vida, Portugal está perdido e o povo…...

C.S

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Domingo, 18 de Maio de 2014

A mulher tem a chave da vida e o segredo do mundo

Tenho afirmado muitas vezes que só as mulheres fizeram que tivesse suportado este mundo onde os que vivem com grandes dificuldades sempre provocaram em mim uma indignação tão grande que a revolta por ter nascido se poderia ter transformado em tragédia.

A mulher, a sua inteligência, a sedução e o carinho que sempre fez cantar em mim o amor e a esperança num mundo mais igual e próspero para todos os seres conseguiu aguentar-me até aos tempos de hoje.

Vi crescer Portugal e Espanha, assisti à reconstrução acelerada dos países Europeus, destruídos pela insistente estupidez dos homens.

Vi com enorme prazer a ascensão da mulher e acreditei e acredito que nela está a salvação do mundo em todos os campos.

A mulher tem a chave da vida e o segredo do mundo. Só ela o pode manter atuante e saudável devido à sua fertilidade e sensatez.

Vila Nova de Famalicão homenageia hoje as mulheres que mais filhos deram àquele concelho, com destaque para a jovem Joaquina de Abreu de 88 anos que teve 20 filhos, durante o Estado Novo.

O mais velho tem 70 anos e o mais novo 48. Todos se criaram com o chilrear da alegria, o muito trabalho e as dificuldades que uma prole tão numerosa acarreta. Todo o sacrifício feito com amor alarga a vida e acrescenta saúde.

A riqueza de um país não se mede só pela produtividade do solo, mas principalmente pela qualidade e quantidade dos seus habitantes.

No Estado Novo, o aumento da população foi de mais de dois milhões e quinhentos mil indivíduos. As famílias numerosas eram louvadas e apoiadas. Se as mulheres estavam empregadas tinham 30 dias de descanso por cada parto.

A seguir ao 25 de Abril o aumento da população foi devido a dois fatores: à vinda para Portugal de mais de um milhão de pessoas que viviam no Ultramar e aos imigrantes que chegaram de outros países, com prevalência de brasileiros e gente de Leste.

Todos foram bem-vindos. Desde a fundação da Nacionalidade que estamos habituados a receber e a misturar-nos com todos os povos: desde judeus, árabes, franceses, flamengos todos foram fontes de Portugal.

Mantendo esta tendência mergulhámos em África, acariciámos a mulher preta, criámos as mulatinhas cujo tom de pele das Cabo-verdianas é inigualável de prazer e inteligência, furámos pela Índia onde a pele sedosa das indianas não resistiu aos apelos de Afonso de Albuquerque e ao casamento dos marinheiros portugueses. Entrámos pela China, pelo Japão, pela Indonésia. Em todos os continentes espalhámos as sementes do amor, do prazer e da fraternidade.

Em todo o lado a mulher é muito superior ao homem. É ela que o segura quando ele no seu abastardamento, na sua rudeza e prepotência complica e destrói.

É na mulher Portuguesa que está o futuro de Portugal. Na sua inteligência, no interesse pelo estudo, nas suas capacidades e na sua fertilidade.

Vila Nova de Famalicão celebra o Mês da Família, exaltando a mulher e todos os seus atributos. Estimula as famílias numerosas ao decretar que o segundo filho receba apoio de 50% e a partir do terceiro 100% no pré-escolar, no 1º ciclo, refeições e apoios complementares.

Paulo Cunha, Presidente da Câmara homenageia deste modo as famílias numerosas das quais se salientam 48 mulheres que tiveram mais de sete filhos e a D. Joaquina Abreu que atingiu, com alegria e muito prazer, os 20.

Abençoadas mulheres.

C.S

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Sábado, 17 de Maio de 2014

A descolonização do engano e os sons de Abril

Helena Matos e Iolanda Ferreira apresentam na Antena 1, Sons de Abril.

Quando abro a rádio para ouvir o Portugalex e descomprimir das preocupações que me causa um povo aperreado por dificuldades de toda a ordem sem que para tal haja qualquer justificação natural porque o 25 de Abril recebeu um País possuidor de toneladas de ouro e dezenas de milhões de contos em cofre, nada indicaria que o Golpe autorizado se revelasse um falhanço quase total. Ao abrir para o Portugalex oiço muitas vezes os “Sons de Abril”.

O programa é talvez dos mais isentos que correm pela Antena 1. Passa em revisão sintetizada, o que pensa de mais relevante, e transmite.

Ao ouvir Spínola conferir posse aos novos Governadores de Angola e Moçambique, General Silvino Silvério Marques e Dr. Henrique Soares de Melo, estou certo que Spínola estava convencido que tinha resolvido o problema do Ultramar.

O velho General, quando da entrega do livro “Portugal e o Futuro” a Marcello Caetano garantira-lhe que havia a possibilidade de acabar com a guerra do Ultramar sem prejudicar as populações. Marcello duvidava.

No discurso de 11 de Junho de 1974 na posse aos Governadores, Spínola garante às populações que poderão estar tranquilas e que os combatentes africanos também.

Viu-se. Os combatentes na Guiné foram todos fuzilados e os de Angola e Moçambique tiveram de se fazer às matas para não serem chacinados.

Mas Spínola neste discurso, de 11 de Junho, que pode ser ouvido na Antena 1 em “Sons de Abril, garante a todos o direito à autodeterminação e que todos seriam chamados a dar o seu voto.

Almeida Santos que estava presente garantiu também que o referendo seria feito dentro de um ano, em Junho de 1975, e que o voto seria 1 homem um voto, para todos os maiores de 18 anos.

A verdade é que a maioria dos militares, que receberam o bolo do 25 de Abril e o celebraram como as festas do Santo António, as transformou na senhora da Agonia em que todo o povo hoje se encontra.

Os militares convenceram-se mesmo que tinham feito uma revolução porque os políticos imediatamente lhes deitaram as mãos, encheram-nos de lisonjas, tiraram-lhes a capacidade de raciocínio e fizeram deles os fantoches que entenderam.

Cunhal, peitando Melo Antunes e Rosa Coutinho vai dominar a situação e fazer com que estes iludam o ingénuo e inconsequente arquiteto do Golpe, Otelo Saraiva de Carvalho, que em Lusaka desautoriza Mário Soares e prepara a entrega do Ultramar aos movimentos da guerrilha.

Perante esta atitude, os políticos em vez de se oporem frontalmente ao descalabro e à morte de centenas de milhares de inocentes que, paradoxalmente, em guerra viviam em paz e progresso, os políticos uniram-se à incapacidade, à ignorância e ao desvario.

O resultado da união entre políticos corruptos, políticos sem escrúpulos a militares ingénuos e a militares vendidos ao estrangeiro teve como consequência os problemas que esses povos ainda sofrem, como é o caso presente e desumano da Guiné e a constatação de Angola e Moçambique terem encontrado só agora o caminho da paz e prosperidade depois de quase quarenta anos de sofrimento.

C.S

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Sexta-feira, 16 de Maio de 2014

Portugueses emigram para terem férias em Portugal

Sempre foi assim. Quando as coisas correm mal quem as paga são os Governos, umas vezes com razão, outras com demagogia desmiolada.

Esta perceção tornou-se maior depois de 1983 quando da primeira bancarrota que foi bastante camuflada porque ainda tínhamos o escudo e podíamos fabricar papel com números estampados, as notas valiam cada vez menos, mas iludiam o parolo.

Quando entrámos na CEE transformada em União Europeia e com a quantidade de subsídios que Portugal recebeu, a ilusão de vida fácil tomou-se viral.

Houve subsídios para os mais variados cursos que acabaram por não servir para nada. Muitas pessoas tiraram quatro e cinco só por causa dos subsídios. Se de toda essa gente se tivesse aproveitado 25 por cento, o país não estaria tão mal como se encontra.

Foram milhões de enganos, não por causa da União Europeia, mas porque Portugal não sabe nem quer aproveitar as oportunidades.

Com o dinheiro entregue aos Governos, estes fizeram o mesmo, em vez de o aplicar em produtos reprodutivos não o fez.

Preferiram a obra de fachada, com alguma utilidade, mas que não protegeu a maioria dos portugueses.

Também os subsídios para a Agricultura e para as Pescas vieram em grande abundância mas para se acabar com a agricultura e com a frota pesqueira.

Resultado: estamos dependentes da Europa e daquilo que ela produz.

Com a crise que apertou fundo o garrote entraram centenas de milhares no desemprego e mais de dois milhões na miséria que ninguém parece saber como recuperar para uma vida com dignidade.

A juntar a tudo isto ninguém acredita em ninguém. E “ninguém” é o Governo. Este ou outro que vier será sempre assim. Ninguém acreditará nele.

Estou a levantar este assunto porque um jovem lavrador, que na página principal do Sapo diz que recebeu um subsídio para montar a sua exploração de mirtilos e de frutos vermelhos. Embora beneficiado, critica o modo como tudo se processa: os campos estão em pousio com uma pequena renda recebida pelos proprietários em vez de os mesmos serem altamente rentabilizados.

Como resolver o problema?

Ou a União Europeia acreditou que Portugal é um País altamente rentável na componente turística e que a Europa do trabalho, do frio e da chuva tinha aqui o seu refrigério e por isso lhe pagou para fazer estradas, campos ao Sol, praias limpas e cursos de hotelaria ou então cometeu um tremendo erro ao supervalorizar a forma organizativa do Estado e dos seus parceiros.

Os Portugueses são bons a organizar países estrangeiros e a trabalhar neles.

Portugal é um país de sonho e os portugueses uns sonhadores impenitentes.

Em Portugal os portugueses, salvo raras exceções, o que eles gostariam de fazer é turismo.

E é por isso que emigram. Para terem férias em Portugal.

C.S

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Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

Khan Academy, Fundação Pt e matemática

Os portugueses têm à sua disposição aquilo que antes do 25 de Abril não havia porque ainda não existia.

Não havia Internet nem Celulares e os computadores estavam a dar os primeiros passos, mas o Regime anterior fazia o melhor que podia para obviar estas dificuldades, captar alunos e levar conhecimento a todos os pontos do País.

Desde as carrinhas da Gulbenkian que entravam em todas as vilas e aldeias e aí deixavam os livros requisitados, até à Telescola ou seja o ensino à distância através da televisão, onde os alunos se podiam habilitar para fazerem o ensino primário e secundário, tudo era tentado para atrair a juventude e até os mais velhos que quisessem aumentar conhecimentos e obter Diplomas.

O português sempre foi relapso ao estudo obrigatório.

Depois de terem aparecido as novas tecnologias, a motivação foi outra e a quantidade de jovens que entrou no ensino aumentou exponencialmente com apoios muito mais atrativos e inovadores.

Eu que me tinha atirado a Sócrates e ao Governo, como gato a bofes, quando da conspurcada e chantageada lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo, defendi-o e louvei-o pela introdução do Magalhães nas Escolas e pelo resultado que daí adviria. Foi o que aconteceu, os jovens deixaram de faltar à escola e o número de alunos aumentou.

Quando todo o mundo civilizado adotou o sistema, o Ministro da Educação voltou à ardósia e ao Giz. Nem comento a besteira até ao dia em que perca a cabeça e diga o que me apetece como sempre o fiz, agora e antes do 25 de Abril. Mas antes com toda a falta de liberdade que estes aldrabões apregoam e que vários jornalistas estrangeiros comprovaram como sendo falsidades, nunca me aconteceu nada mais do que me cortarem os artigos e eu ter de os reescrever de novo. A seguir ao 25 de Abril, com a liberdade apregoada, por um artigo que escrevi levaram-me a tribunal e seriam vários anos de cadeia se não me tivesse sabido defender.

Voltemos ao tema e deixemos as considerações que me apertam o coração e me desatam o pensamento.

Entre os fabulosos apoios que a juventude tem estão aqueles que são proporcionados Pela Khan Academy apoiada pela Fundação PT. Basta ir ao Google colocar Khan Academy e seguir as indicções.

A Matemática é ensinada, gratuitamente, em todos os anos desde o Básico ao Secundário.

Eu divirto-me aprendendo com os problemas resolvidos na página do Sapo.

A melhor maneira de descansar é aprender sempre mais. 

O melhor agradecimento à Khan Academy e à Fundação PT é divulgar este apoio.

Portugal não pode continuar neste sofrimento porque todos estamos a passar e só conseguirá resolver esta estúpida e infame situação em que os arrivistas nos meteram e que estão milionários enquanto o povo geme de fome e estende a mão à caridade.

O povo precisa de acreditar, estudar e enfrentar urgentemente o mundo.

Não baixe os braços. Tenha vinte ou oitenta anos, nunca desista.

Portugal não morreu e a Europa também precisa da nossa ajuda para se levantar.

O mundo Global não é uma utopia. Estamos em qualquer lugar viajando pelas estradas virtuais e delas podemos retirar benefícios.

Aproveite o ensino oferecido pela Khan Academy enquanto pensa o que deve fazer para sacudir as dificuldades que enfrenta.

Portugal precisa de todos.

C.S

publicado por regalias às 06:47
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2014

Quando Portugal era um País honrado

Na Antena 1 oiço o noticiário das cinco, o das 6 e o Portugalex por volta das sete e cinquenta e três. Não suporto o locutor que regouga ao serviço do Partido e que impõe aquilo que entende desde as canções cantadas e outras insanidades. Fecho a rádio. A partir do meio-dia abro, de hora a hora, para ouvir notícias e saber de programas desde que não tenha assuntos mais importantes naqueles momentos.

Para se fazer uma ideia do que era o tempo de Salazar, onde o Governo explicou sempre o que ia fazer, os passos a dar, os cuidados a ter, o Chefe do Governo utilizava a rádio para dar conta ao País do que planeava.

Isto pode ainda ser ouvido nos Registos da Emissora Nacional, desde que algum dos heróis da Flor não os tenha mandado destruir tal como O Secretário Grácio mandou queimar os livros das escolas. A este e outros imbecis semelhantes é que os locutores do Partido podem chamar fascistas assim como eles são sociais-fascistas. Estão bem uns para os outros e continuam.

Se não encontrarem os registos da Emissora Nacional podem lê-los nos arquivos dos jornais “O Século” e “Diário de Notícias” e ver se, essas informações ao povo, entre 1928 e 1968 divergem muito daquelas que hoje os Governos são democraticamente obrigados a apresentar.

No entanto houve outros acontecimentos que, devido ao seu carácter, não foram totalmente divulgados porque envolviam Governos estrangeiros.

Foi o caso do Plano Marshall que Salazar recusou.

Salazar tinha menos confiança no capitalismo Americano do que no comunismo Soviético que ele conseguia ver com mais facilidade e sabia com o que podia contar. Os Americanos eram mais sinuosos. Salazar nunca lhes deu muita confiança.

Depois da II Grande Guerra, os Americanos resolveram ajudar todos os países da Europa, Portugal incluído, mas Salazar recusou, dando como resposta que Portugal tinha uma situação financeira equilibrada e que só não se desenvolvia mais porque havia escassez de mercadorias nos outros países.

É preciso não esquecer que estamos em 1947, 48 e 49 e a Segunda Grande Guerra tinha terminado em 1945.

Os americanos não desarmaram, a Europa não tinha, mas eles tinham e, tanto insistiram que Salazar acabou por receber 31,5 milhões de dólares.

Onde quero chegar?

Podia ressaltar a ideia entre alguém que recebe da Primeira República, 1910-1926, um país totalmente falido e miserável, com centenas de milhares de pobres de pedir, descalços, rotos e famintos e os Governos a seguir ao 25 de Abril com os cofres cheios e com centenas de toneladas de ouro e que Marcello Caetano tinha sabido gerir. Mas não. Não é sobre isso que quero falar.

É sobre o Plano Marshall.

Os Americanos emprestaram. Salazar quis pagar e eles recusaram-se a receber porque nenhum dos outros países da Europa tinha feito o mesmo. Quando o embaixador informou Salazar da decisão Americana e que o cheque do pagamento voltava para os nossos cofres, Salazar exigiu que tudo fosse pago imediatamente.

Os Americanos tiveram de discutir o assunto em Congresso e foram obrigados a aceitar o dinheiro do único País europeu que honrava os seus compromissos.

Soube isto porque li em "memoriarecenteeantiga.blospot.com" o depoimento de Luís Soares de Oliveira, que ao tempo era primeiro-Secretário da Embaixada de Portugal em Washington.

Depois de ter confirmado o assunto, pensei: como são tristes, diferentes e dolorosos os tempos em Portugal.

C.S

publicado por regalias às 05:52
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Terça-feira, 13 de Maio de 2014

Cantores e políticos castrados sempre unidos

Os cantores castrados ao serviço dos Papas eram sempre rapazinhos cujos rabos e voz melodiosos eram apetitosamente papáveis.

A Igreja impondo o celibato foi a grande difusora da pedofilia tal como hoje é facilmente comprovado pela enorme quantidade de jovens ocidentais, sistematicamente violados pelos “santos padres”.

Junto a estes silenciosos e dissimulados predadores aparecem os cantores castrados que, com a sua voz efeminada cantam bem os seus desejos e enviam mensagens para todos os seus parceiros como o fez o Travesti Austríaco ao dizer “nós estamos unidos e somos inseparáveis”.

A mensagem é evidente e abrange não só os políticos que gostam de abafar a palhinha, mas também aqueles que são cúmplices na disseminação de algo que devia ser do foro privado, mas que os políticos aproveitam porque contentam os rotos do Governo e alinham com a Comunicação Social pensando assim mostrar que respeitam totalmente a liberdade.

Aquilo que fazem os subservientes ao imediatismo não é mais do que difundir a bodalhice, a libertinagem, ao mesmo tempo que gritam contra a diminuição demográfica que come os países, os empobrece e envilece.

Ainda não compreendi como os Governantes aprovam casamentos com pessoas do mesmo sexo se essa gente já está protegida por leis que regulam a vida em comum.

Que interesse existe em expor indivíduos que serão sempre olhados de revés porque a sua relação foi tornado pública?

Os grandes beneficiados são os psiquiatras onde eles, mais cedo ou mais tarde cairão.

Quando os Governos, como o caso português, aprova legislação sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, só o faz porque é chantageado por alguém que manteve alguma relação com membros do Governo e afirma denunciar a situação se o casamento entre pessoas do mesmo sexo não for aprovado.

Os chantagistas não são homossexuais, são paneleiros que querem ter outros parceiros e quanto maior for a propaganda mais eles sabem onde se encontram aqueles infelizes, que por norma acabam mal.

Lembro-me, porque li nos jornais, de dois casos de travestis, um em Lisboa e outro no Porto que foram pontapeados por jovens até à morte.

O mundo ocidental ao levar a liberdade e a democracia a extremos vai-lhe acontecer o mesmo, não tenham quaisquer dúvidas. E o ser humano não aprende com os erros. Sodoma e Gomorra são avisos. A destruição do Império Romano outro aviso onde devemos procurar as causas e assim por diante.

Quando aparece em todos os escaparates a “Mulher Barbuda Austríaca” é a Áustria que passa a ser olhada com desprezo por todos os países que já tomaram consciência das graves consequências que este obsceno tipo de publicidade ao prazer, de uma minoria, pode provocar danos irreparáveis aos países e às regiões onde o vírus da imbecilidade humana se propaga tão rápido que a vida se apaga e os países definham e empobrecem por gente fraca e doentia.

Se tivesse menos vinte anos não estava nem mais um minuto neste louco Ocidente onde travestis políticos, perderam o sentido da vida.

Oxalá que a Rússia e a China continuem, com firmeza, no progresso e no bom senso e não se deixem influenciar pelos políticos, nem seduzir pelos sórdidos lupanares, a céu aberto, que vão de Viena a Washington.

C.S

publicado por regalias às 05:53
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2014

Exposição Comemorativa no quartel do Carmo

Comemora-se o 103 aniversário da GNR cujo nome inicial foi Guarda Real da Polícia.

É o momento de a visitar na WEB: www.operacional.pt/exposicao-guarda-nacional-republicana-103-o-aniversario

Aproveite o acontecimento para olhar o quartel do Carmo onde Marcello Caetano, numa confortável poltrona, esperou calmamente Spínola para lhe entregar o poder.

Marcello Caetano convenceu-se que Spínola e Costa Gomes seriam capazes de levar Portugal a bom porto e terminariam a guerra do Ultramar, com honra e segurança para as populações. Enganou-se.

Spínola como Presidente da República e Palma Carlos como Primeiro-Ministro não aguentaram a pressão dos bandalhos que chegaram do estrangeiro e dos militares bandeados com os comunistas como foi o caso de Melo Antunes e Rosa Coutinho para não falar de Vasco Gonçalves, o louco.

Muitos militares da GNR daquela época e que estavam no interior do Quartel do Carmo ainda estão vivos e ninguém melhor que eles poderão dizer quantas vezes Marcello Caetano foi pressionado para deixar aquelas instalações com total segurança.

Marcello Caetano recusou sempre. Estava decidido a entregar o Governo e não houve ninguém que o demovesse de fazer o contrário.

Se houvesse jornalistas e historiadores interessados em saber a verdade sobre este assunto ainda encontrariam muitos dos jovens oficiais, hoje coronéis, que assistiram a todos os acontecimentos e que depois se juntaram aos camaradas do Golpe porque Marcello o tinha permitido.

Estes não atraiçoaram nem a Pátria, nem as suas consciências.

Eu soube da exposição sobre estes 103 anos por um oficial que naquele 25 de Abril se encontrava no local, fundado, com o nome de Convento do Carmo, nos finais do século XIV, 1389, por D. Nuno Álvares Pereira.

O oficial enviou-me o e mail sobre a exposição pontuada em 103 anos, mas que eu balizo em 213. Estive a ver o site supra e lá estão objetos que nos levam aos primórdios da GNR quando ainda assinava GRP.

Quem quer fazer história e ser honesto com os factos tem ainda muito material vivo e escrito que pode questionar.

Aquilo que foi há quarenta anos já o sigilo o libertou. Os enganos foram cometidos. Não há muito a fazer, mas as gerações vindouras não podem ser enganadas e em vez de serem 45 ou 50 a divulgar o que sabem, se forem muitos mais e em diversas ocasiões, só o povo será beneficiado pois aqueles que tiveram acesso aos segredos estiverem sempre esclarecidos embora nunca fossem ouvidos.

Visite a exposição dos 103 anos na WEB.

As paredes daquela casa têm mais de metro e meio de profundidade e podem vacilar e cair se a mentira sobre o que aconteceu no 25 de Abril se mantiver por mais algum tempo.

C.S

publicado por regalias às 05:55
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