Segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Teodoro Obiang, as virgens e a CPLP

Um país que tem um hino nacional que diz: “Caminhemos pisando a senda da nossa imensa felicidade” tem todo o direito de entrar na CPLP, apesar das virgens corruptas, hipócritas quererem impedir a Guiné Equatorial de entrar na Comunidade de Países de Língua Portuguesa para tentarem esconder os seus defeitos apontando os defeitos dos outros.

A Guiné Equatorial conseguiu duplicar o número de habitantes desde 1968 quando tinha 343.000. Em 2012 apresenta já 736.296 apesar do clima e das muitas deficiências que existem ainda em toda a África.

Quando este país pretende entrar na CPLP é porque vê nisso a oportunidade de se juntar a um grupo de países em que acredita que será vantajoso para a melhoria do povo da Guiné Equatorial no campo da saúde, da economia e no campo social.

Se as línguas oficiais da Guiné Equatorial são o Francês, o Espanhol e o Português, porquê a admiração do seu Presidente Teodoro Obiang em querer aperfeiçoar o Português?

A Comunidade de Países de Língua Portuguesa pode transformar-se num fabuloso elo de ligação e entendimento dos povos em todo o mundo devido às nossas próprias caraterísticas totalmente assimiladas pelos povos com os quais vivemos centenas de anos juntos.

Se a descolonização foi feita de maneira apressada e sem cuidar de proteger as populações foi porque nessa descolonização estiveram interesses políticos exógenos.

Foi do exterior que veio a loucura que subverteu tudo quanto de bom existia e tinha sido alcançado com tremendo esforço.

A Primeira República entrou na Primeira Grande Guerra, 1914-1918, para impedir que a Alemanha e a Inglaterra ocupassem e dividissem entre elas as nossas colónias porque ainda não tínhamos pago uma dívida antiga.

A entrada na guerra em 1916, as greves e os motins deixaram Portugal exangue. A Ditadura militar de 1926, que pôs fim às greves e às mortes não conseguiu resolver a situação de miséria em Portugal.

Dois anos depois, em 1928, é chamado para Ministro das Finanças o Professor Dr. Oliveira Salazar. Em 1932, o Primeiro-Ministro, General Domingos Oliveira oferece o seu lugar ao Dr. Oliveira Salazar, que no ano seguinte faz sair a Constituição de 1933, termina a Ditadura Militar e é instaurado o Estado Novo.

Em quarenta anos, Salazar recupera totalmente Portugal, a nossa moeda torna-se uma das mais fortes do mundo. Não descoloniza porque não tem quadros e dessa maneira os países entrariam em guerra civil tal como sucedeu. Marcello Caetano pensou o mesmo.

Os que vieram de fora, Soares, Cunhal e outros néscios, sem quaisquer preocupações sociais fizeram a vergonhosa descolonização exemplar cuja consequência foi a morte, depois das independências, de milhões de inocentes em Angola, Guiné, Timor e Moçambique.

As virgens que agora reclamam contra a entrada da Guiné Equatorial na CPLP fazem-no porque ali já não podem encher os bolsos tal como o fizeram quando tiveram os cofres do Estado à sua disposição.

C.S

publicado por regalias às 06:22
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Domingo, 20 de Julho de 2014

Jerónimo de Sousa desmonta a fraude do PS

Embora a situação do país seja dramática, os portugueses têm de saber tirar partido do que acontece e do que ouvem.

Eu que em plena Assembleia da República afirmei que nem para o céu iria com o PC, devo confessar que o único comunista a quem nunca perdoarei e amaldiçoarei durante toda a vida é o infame Cunhal que desgraçou o povo português quando incentivou os roubos, a destruição do tecido empresarial, as greves e com toda esta brutalidade conseguiu a proeza de tornar os ricos mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.

Os outros comunistas seguiram a orientação daquela besta humana e da sua escola comunista. A visão do energúmeno está, em parte desmontada por Zita Seabra no livro “Foi Assim” da editora Aletheia.

Entre esses salientou-se Vital Moreira, inteligência viva e acutilante que enquanto serviu o bandalho a quem eu culpo pela situação em que Portugal se encontra, Vital soube defender muitos dos objetivos comunistas e foi um grande Parlamentar, mas não resistiu ao sectarismo do Cunhal, saiu do PC como a citada Zita Seabra, o José Magalhães, o Carlos Brito, Veiga de Oliveira e muitos outros que conheciam a leviandade, a frustração ou a bestialidade do chefe e saíram daquele antro onde há também gente boa, mas mal orientada.

Depois do Secretário Carvalhas, o pelouro foi entregue ao Jerónimo de Sousa que dotado de inteligência e simpatia levantou um Partido Comunista que tinha todas as hipóteses de se desfazer. O Jerónimo tem esse valor. Embora eu não concorde com as atitudes do PC, analiso a maneira como ele consegue defender as suas indefensáveis ideias, isso dá-me gozo mental, mas fico furioso quando por causa delas o povo é o único prejudicado.

Ontem o Jerónimo não esteve com meias medidas e com uma penada atirou de pantanas os dois pesos pesados do PS: o Seguro e o Costa, ao dizer preto no branco: “Mistifica-se a ideia que se está a concorrer para Primeiro-Ministro, quando não há candidatos a Primeiro-Ministro. Há eleições para Presidente da República, para Presidentes de Câmara, Para Presidentes de Juntas de Freguesia, mas para Primeiro-Ministro não há”.

O Jerónimo com a sabedoria natural do povo desmontou a farsa montada pelos Socialistas e o ridículo em que se vive em Portugal.

Foi pena que tudo tivesse começado mal e por isso várias vezes tenho chamado a atenção que se faça uma auditoria aos políticos desde 1974, aos serviços de Estado e empresários ligados ao mesmo para saber como foi delapidado um património imenso que seria a segurança do povo e acabou nos bolsos de quem se aproveitou da loucura e da ingenuidade do Povo Português.

C.S

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Sábado, 19 de Julho de 2014

O ser humano é o mais desumano dos animais

O mundo nestes últimos cinquenta anos deu um salto enorme e a Natureza está habituada a fazer tudo com calma, paulatinamente, sem grandes pressas. O certo é que nestas cinco décadas a evolução avançou quinhentos anos.

No século dezasseis, os Portugueses, que deslumbraram o mundo com os descobrimentos e cujos feitos foram considerados superiores aos cometidos pelo homem para chegar à Lua, sofreram a perda da Independência durante sessenta anos, como se de um castigo se tratasse.

Aquilo que hoje assistimos entre Israelitas e Palestinianos, para não falar nos outros conflitos do Médio Oriente e em África é sinal que algo de muito grave se está a preparar.

A queda do avião da Malaysia Airlines com duzentos e noventa e oito inocentes a bordo vem-nos dizer que o ser humano tem de ter um cuidado redobrado em todos os seus atos e como os executa.

O corredor onde o avião circulava não devia estar aberto, mas o ser humano, que nestes casos costuma ser cuidadoso, minimizou o risco. A Malaysia Airlines vê em poucos meses dois dos seus superlotados aviões serem engolidos por causas difíceis de explicar. Um deles desapareceu mesmo sem deixar rasto.

A Organização Internacional da Aviação Civil e a Associação Internacional de Transporte Aéreo tinham declarado a rota segura e que não estava sujeita a restrições. Pelo sucedido, afinal o avião comercial não podia passar por ali. Às partes em confronto, os independentistas Russos e os Ucranianos, a única culpa que se lhes pode assacar é de resolver o conflito através de negociações e não usando armas de destruição.

Para limpar o mundo basta a Natureza.

O caso dos Palestinianos e Israelitas é idêntico. Ou tomam juízo ou uma catástrofe pode estar iminente. É certo que tanto árabes como judeus gostam de sofrer. Masturbam-se quando se matam.

Os Palestinianos já tiveram várias ocasiões para terem um Estado e nunca o aceitaram. Os próprios dirigentes, tanto de um lado como do outro, foram mortos por fanáticos de ambos os lados. Masoquismo puro de tribos beduínas de ambas as partes, com Khaled Meshaal, líder do Hamas instalado no Qatar que incita à distância, os seus patéticos pavões, a escavar milhares túneis para chegar a território Israelita enquanto os seus rockets tentam distrair os novos Guerreiros do Oriente.

A morte passou para o interior da terra. Não me admirava nada que os judeus já tenham lança-chamas para  incinerar os Palestinianos encurralados que ao saírem da toca serão abatidos como coelhos.

No avião morreram 298. Nesta guerra o número já foi ultrapassado. É a besta insana a comer a vida.

O ser humano continue a ser o mais desumano e estúpido dos animais.

C.S

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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014

Vivemos numa sociedade de pernas abertas

O mundo tem cada vez menos graça porque cada vez tem menos segredos. Daqui a pouco está tudo à mostra.

Aquilo que ainda o torna interessante é o mistério da criação.

A mão invisível desenha a formiga e o homem com o mesmo cuidado como criou o Sol e a Lua.

O bosão de Higgs e o CERN (Conselho Europeu para a Pesquisa Nuclear) esforçam-se por saber quem deu à luz a criança que nasceu há cerca de 14 biliões de anos e quem pacientemente elabora o mundo de felicidade, que o animal humano não aproveita porque não sabe amar.

No maior laboratório de partículas do mundo, o CERN, trabalham cerca de 12000 cientistas que esgravatam o Universo no coração da Europa, na fronteira entre a França e a Suíça, para desvendar o mistério.

Também a religião católica durante centenas de anos manteve o mistério e a ignorância convenientes. Agora com tudo à mostra está a perder a força e a tornar-se igual a religiões mais prosaicas, banais e intuitivas.

Com o sistema democrático totalmente de pernas abertas e onde cada um faz o que quer, reivindicando princípios de liberdade e igualdade, aquilo que acontece é que os Governos não têm a coragem de dizer não a exigências do povo que é pressionado por Partidos e Sindicatos de infâmia que empurram sempre o povo para a fogueira enquanto eles se engordam com bons salários.

Tanto comunistas, como Bloquistas, como Socialistas apoiam greves prejudicando sempre outros cidadãos. Eles sabem que nos países onde pontificam as suas ideias, as greves são proibidas porque a greve prejudica sempre o mais fraco.

A greve foi na verdade uma forma de pressão nos princípios do século XX e vimos quais as suas consequências na Primeira República, 1910-1926, em que a fome, a miséria e a morte foram degradantes e humilhantes.

No Estado Novo, a greve estava proibida, mas tanto no Estado Novo como nesta república permissiva em que vivemos, mesmo proibidas, nesse tempo, podemos verificar que várias vezes foram desencadeadas greves e sem que nada de grave acontecesse porque não existia o exagero de hoje com a incitação permanente dos meios de Comunicação Social, em que a Antena1 é exímia, publicitando constantemente greves e entrevistando fanatizados e ignorantes que dizem um chorrilho de asneiras, nunca percebendo que as vítimas são eles próprios.

Quando oiço a Aranha e as torturadas apetece-me desmascarar as mulheres que serviam de consolo aos devassos do PC com as amigas, ou a Flor e os heróis do 25 de Abril com os desmontáveis e grotescos pedestais.

Neste escancarar de pernas estão os próprios Governos que dizem o que devem e o que não devem dizer.

Há alguns assuntos que não podem ser discutidos na praça pública, pela gravidade que representam nas repercussões internacionais, devido à fragilidade em que Portugal se encontra.

C.S

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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Tarzan Taborda uma fera de coração de ouro

Conheci Tarzan Taborda em Paris. Trabalhava no Consulado de Portugal na Avenue Kléber.

O Vice-Cônsul, João Carvalho da Silva, era um homem bem-disposto e sempre pronto para uma graça.

Apareceu-me no gabinete. Naquele momento verificava correspondência que os emigrantes para ali enviavam. Escrevia uma síntese do que pretendiam e distribuía pelos funcionários encarregados de responder imediatamente ou entregar ao Vice-Cônsul o que era mais complicado.

- Está ali um seu conterrâneo com uma asa deitada abaixo e entrego-lhe o processo para que ele seja bem tratado.

Quando cheguei ao balcão do atendimento, imediatamente reconheci o Tarzan Taborda, que pela sua estatura e corpulência se destacava naquela sala sempre apinhada de gente.

Como a sua vez já tinha chegado e ele estivesse na conversa com muitos que o admiravam, todos compreenderam que eu o mandasse entrar.

Já no gabinete, repleto de correspondência, o Tarzan Taborda, que estava com uma orelha quase decepada, contou-me que o combate no dia anterior tinha sido muito violento e que um dos lutadores quase lhe arrancou a orelha, mas com dois golpes com mais força do que o habitual acabara por o vencer perante o espanto de toda a gente pois ele também estava bastante maltratado.

A sua visita ao Consulado devia-se a querer dar uma saltada à sua aldeia antes de partir para os Estados Unidos.

Depois de ter saído do hospital e onde ainda devia voltar, reparou que tinha perdido o passaporte e precisava de algo que o substituísse caso não pudesse ser feito um novo.

Ao tomar nota dos seus dados para lhe fornecer imediatamente um passaporte de substituição e ter visto que era da Aldeia do Bispo, exclamei: o senhor é da minha região. Na verdade conhecia-o pelos combates mas nunca o tinha ligado ao local de onde era natural. Ficámos amigos até ao seu desaparecimento.

Aquela fera era um homem de coração largo. Soube, uns meses mais tarde, depois deste primeiro encontro que o lutador que quase lhe decepara a orelha se tinha lamentado aos outros colegas de profissão que o tinham criticado por aquele golpe contra o Tarzan Taborda.

Ele arrependido tinha justificado aquela agressão violenta porque necessitava de ganhar aquele combate. A mulher estava muito doente e aquele dinheiro era-lhe fundamental para a tentar salvar.

O Tarzan Taborda quando soube do caso foi ter com o adversário, foi com ele ao hospital onde estava a mulher e ao ter a certeza que não era uma desculpa, nem um engano, agarrou na totalidade do prémio e entregou-lho. O outro homem, que também era um colosso de músculo e força, chorou como uma criança.

São desta raça os portugueses: a bem dão tudo, a mal não há quem lhes leve a melhor.

Com esta crise, que não nos larga, temos de voltar ao que fomos: deitar-lhe as mãos, agarrá-la pelos cabelos, usar a calma e a inteligência porque há sempre uma solução para vencer todos os problemas, por mais difíceis e complicados que eles pareçam.

C.S

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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Saber ultrapassar todos os obstáculos da vida

Sem dúvida que é muito desagradável passar de uma situação boa ou pelo menos razoável e começar a viver com grandes privações.

Desde os meus 12, 13 anos sempre tentei entender as diferenças sociais entre uns e outros. Por que é que eu tinha mais que os meus colegas era algo que me envergonhava.

Essa obsessão fez de mim uma pessoa triste, mas com a aparência de ser alegre, extrovertido, descontraído, bem-disposto.

A verdade é que sempre que pensava nos de menores posses a minha angústia levava-me à procura de Deus para lhe pedir explicações e aos braços das minhas colegas onde esquecia imediatamente o que não sabia como resolver.

Foi nesta ansiedade que quis entrar num seminário perante o desespero de meu pai que nunca me ralhava e que durante quinze dias não me falou. Minha mãe, mais realista, depois de uma peroração rematou: que rico padre que darias, tu que não podes ver uma burra com chapéu de palha.

Não convencido com a zanga e com o argumento fui ter com o Padre Inácio que era um intelectual e um homem bom. Ao dizer-lhe o que a ali me trazia, ele retirou-me a decisão com a mesma ideia de minha mãe.

A preocupação mantinha-se. Quis sair de Portugal porque aqui havia pobres. Meus pais bem me prometeram tudo quanto desejasse, só que eles não podiam dar-me aquilo que eu queria.

Saí de Portugal. Para minha desilusão cheguei rapidamente à conclusão que havia pobres em todo o lado.

Experimentei então sentir grandes dificuldades de sobrevivência e depois sair delas para observar o meu comportamento e assim compreender o dos outros.

Ao bater no fundo, a minha capacidade de reação, imediatamente me fazia encontrar trabalho e resolver o problema.

Dito isto de maneira muito resumida, onde pretendo chegar?

Que as nossas capacidades são infinitas e que só aqueles que desistem não vencem.

Portugal está numa situação difícil e o mais grave é que os portugueses estão a querer baixar os braços porque em vez de se concentrarem naquilo que podem fazer, perdem tempo a ouvir os políticos de barriga cheia pintando um cenário ainda mais catastrófico.

Convido-o a agarrar num molho desta gente hipócrita e verificar o que fizeram eles para o bem do povo ou se não foram eles próprios que levaram Portugal a esta desgraçada situação.

Com esta cáfila crapulosa, o povo não pode contar. Só há um caminho a seguir: utilizar a inteligência e não desistir.

Em Portugal ainda há muito lugar onde ganhar bom dinheiro. Mas além desta hipótese ainda há mais duas: uma através da Internet onde todos os dias há ofertas de emprego assim como nos outros 27 países da União Europeia a que pertencemos e onde temos os mesmos direitos.

Superar os obstáculos da vida dá-nos mais confiança. Nada nos parece impossível e acabamos por alcançar lugares que antes nunca tínhamos pensado porque há sempre alguém que nos reconhece valor e uma incomensurável força de vontade para realizar todos os nossos sonhos.

C.S

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Terça-feira, 15 de Julho de 2014

As infinitas possibilidades da escola de hoje

As dificuldades que uma parte do mundo atravessa onde, infelizmente, Portugal se inclui não têm razão de ser.

A escola é um tesouro infinito com acesso aberto e disponível 24 horas por dia.

Todos os Governos deviam ter como seu primeiro objetivo implementar o ensino através de duas horas por dia nas diferentes televisões e 24 horas por dia através da Internet.

Quem queria procurava o ano que lhe interessava e estudava a matéria que aí lhe era fornecida segundo os programas oficiais de cada país.

Este aspeto não invalida a escola normal e própria desde o infantário, o básico, a Universidade.

A base é esta e posso-a detalhar sem qualquer problema.

Hoje, não providenciar para erradicar o analfabetismo revela bem a fragilidade dos políticos que absorvidos por montanhas de papéis e de problemas esquecem a única maneira de os diminuir ou fazer desaparecer implementando o ensino com toda a sua força e capacidade.

A escola é sinónimo de riqueza e bem-estar, quem vier com ideias contrárias ou o faz por ignorância ou porque não quer que os outros consigam benefícios que ele não é capaz de obter ou porque não estudou ou, se estudou, não sabe utilizar todas as suas capacidades.

Analisando as três Repúblicas, verificamos que em todas elas os governantes tiveram sempre em mente a escola e o ensino. Dizer que os governantes queriam as pessoas ignorantes, só os ignorantes podem fazer essas afirmações.

Mete-se pelos olhos dentro que é preferível ter um trabalhador de campo com estudos do que um analfabeto.

Quem tem estudos entende melhor, raciocina melhor, produz muito mais em todo e qualquer serviço.

A Primeira República só não conseguiu levar a sua avante porque as greves, as revoluções e os desacatos foram tantos que ao terminar havia praticamente os 75 por cento de analfabetos que tinha recebido da Monarquia.

A Segunda República, Estado Novo, esforçou-se imenso para levar o ensino a todo o lado, desde a construção de edifícios escolares por todo o País, o aproveitamento das Casas do Povo para ensinar os mais velhos, a Tele Escola, as escolas Regimentais, o aumento do número de professores. Quando não chegavam eram supridos pelas Regentes escolares e até a Faculdade de Letras, julgo que em 1963 ou 1964 diminuiu os cursos de cinco anos para dois anos devido ao aumento do número de alunos nos liceus.

A Terceira República conseguiu agarrar um maior número de alunos quando apostou no Magalhães.

Esse pequeno e sólido computador, que era de minha neta e que ainda hoje utilizo, apesar de ter um Tablet, conseguiu atrair e fixar mais alunos na escola do que todos os métodos anteriores.

A televisão interativa e a Internet são a grande solução para o ensino e para criar riqueza neste país que teima em baixar os braços e morrer de desânimo e de tristeza.

Não ganhámos o campeonato do mundo, mas ainda temos todas as hipóteses de ganhar o campeonato da vida, da alegria, da riqueza e do bem-estar.

Força Portugueses.

C.S

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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Os crimes dos monstros humanos

O desprezo com que sempre olhei os grandes senhores do mundo fez que me considerasse um ser totalmente livre. Também, desde sempre me senti o ser mais infeliz e o mais irreverente perante quaisquer poderes estabelecidos, desde que não concordasse com as suas atitudes. Isso levou-me a escrever e a dizer o que sempre quis e me apeteceu sem me importar com as consequências. Declarei-o em plena Assembleia da República, 1976, quando fui confrontado no Parlamento por ter escrito um artigo chamando a atenção dos militares para os erros que estavam sendo cometidos e o que poderia acontecer a Portugal.

Em vez de me agradecerem fui processado e levado a tribunal.

Se fosse condenado seriam vários anos de cadeia.

No regime anterior tinha escrito muitos artigos em jornais. Alguns foram censurados, mas nunca me aconteceu qualquer mal. Como os artigos eram cortados pensei escrever livros onde dissesse o que sentia. Foi o que fiz. Podem ser lidos em:

www.cunhasimoes.net  “A revolta e o homem” e “Tu cá, tu lá”, 1961.

Foi por esse motivo que na Assembleia da República, e na altura em que era discutido em Plenário, se me havia de ser levantada a imunidade Parlamentar, perguntei:

Então, no regime anterior escrevi sobre assuntos muito mais gravosos e nunca ninguém me incomodou e agora, por um artigo que eu pensei que poderia ajudar os militares, vou a tribunal? Afinal onde está a Democracia, no regime anterior ou neste?

A minha passagem pelo Parlamento e pela defesa desesperada do Povo Português está patente nas minhas intervenções, 1976-1979, sem nunca ceder a insultos ou tentativas para me calar.

Infelizmente o que previa está a suceder.

Aquilo que se passa em África e no Médio Oriente também prova até à saciedade que a monstruosidade humana não acabou com o Nacional-Socialismo Hitleriano, mas que estranhamente renasceu com os horrendos ataques, a países como ao Iraque e à Líbia, por canalhas inconscientes que incendiaram regiões sensíveis ao fogo que arde permanentemente no turibulário fanático das aras sagradas.

Quando a Palestina é atacada por Israel com requintes de grande malvadez e crueldade, os monstros estão dos dois lados, só que um é muito mais forte em termos de armamento e não se inibe de o utilizar matando inocentes que são esquartejados em louvor de um ódio estúpido e de uma perigosa loucura de garotos.

Muita desta monstruosidade foi levada do Ocidente para Oriente; matou, roubou, sodomizou, humilhou e declara-se defensora dos direitos humanos.

As populações podem ter alguma culpa, mas os governantes é que são os causadores desta rapacidade e destes crimes nunca condenados pelo Tribunal Internacional que isenta os criminosos e condena as vítimas.

Com esta situação, quem pode viver feliz neste mundo?

C.S

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Domingo, 13 de Julho de 2014

O País do não-te-rales que amanhã será pior

Portugal, desde que me lembro, sempre foi um país de passa culpas. Nunca fomos demasiado violentos a menos que nos provocassem e nos ofendessem gravemente.

O bullying na escola era o passatempo dos jovens quando queriam treinar boxe. Só quando algum se magoava a sério e algum professor via e procurava saber o que se tinha passado, os alunos eram admoestados. Os contínuos, esses tentavam sempre que o assunto não fosse ao Reitor que aí sim, o caso piava mais fino. Eu que o diga que fui uma vez ao Reitor, o Dr. Sérvulo Correia, já aqui contei o caso. Salvei-me dos bofetões, mas fiquei de castigo que adorei. Foi um verdadeiro paraíso.

Com o Dr. Carriço apalpei-lhe uma vez as mãos e fugi-lhe outras duas, senão não me livrava de umas chapadas.

Era a educação da época que ninguém contestava.

Com o 25 de Abril veio a liberdade total nas escolas. E a liberdade virou libertinagem. Muita juventude, em vez de beneficiar, perdeu-se e se o país, no antigo regime, pouco se interessava com aquilo que acontecia, com este passou a interessar-se ainda menos, com exceção de algumas franjas que por isso mesmo avançaram e se adaptaram à subserviência, ao sim, ao está bem desde que não me chateiem.

No Liceu de Tomar, depois escola de Santa Maria do Olival era o único professor onde os do MRPP, capitaneados pelo Pocinho, nunca conseguiram fazer qualquer sessão de propaganda. Quando abriam a porta, estendia o braço e apontava-lhes o caminho.

O Pocinho, muito inteligente, sempre dizia:

- Isso não é democrático.

Ao que eu lhe respondia democraticamente:

- Põe-te a mexer.

O país que melhor absorveu esta característica foi o Brasil. É o país da alegria, da boa disposição e também do não-te-rales.

Uma vez em Hamburgo depois de uma noitada cheia de peripécias, uma jovem Brasileira, apesar do divertimento que seis jovens tiveram juntos, ela achava que os Europeus não se sabiam divertir porque mesmo divertindo-se estavam sempre preocupados com o dia seguinte, coisa que a muitos brasileiros não lhes passa pela cabeça.

- Porquê estar preocupado com o futuro se nunca sabemos se chegaremos ao dia seguinte?

Os outros países de língua portuguesa são também gente pacífica e por isso a dificuldade em descolonizar no antigo regime, que traria fatalmente a guerra e a morte como aconteceu na Guiné, Angola, Moçambique e Timor.

Hoje continuamos assim, sem saber em quem acreditar à esquerda e à direita, mas também sem ficarmos muito

preocupados. Logo se vê, é expressão que melhor define o não-te-rales.

Ontem ao ouvir na Antena 1, no programa “Este Sábado”, da Rosário Lira, o Presidente do Tribunal de Contas, Dr. Guilherme de Oliveira Martins, pensei para mim: este é um Homem honesto e que pode servir Portugal.

Sem Partidos, e com gente válida e credível de todos os quadrantes, Portugal talvez ainda tenha futuro.

C.S

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Sábado, 12 de Julho de 2014

Mário Soares, o melhor exemplar do socialismo

Este país está de rastos porque o 25 de Abril criou uma corja de homúnculos, à esquerda e à direita, que unidos destruíram as aspirações do povo que a partir dos anos sessenta do século passado melhorou substancialmente as suas condições de vida depois da incompetente Primeira República, 1910-1926, ter colocado o povo no mais baixo patamar de que há memória e que socialistas Abrilistas, com as três bancarrotas que tiveram, o voltaram a empurrar para a miséria de onde, com tanto custo, tinha saído.

Esta onda socialista e de alguns direitistas oportunistas só conseguiram esta situação por dois fatores:

O primeiro, por algum povo, julgando tirar vantagens da nova situação, e alguns tiraram, com os roubos das grandes herdades, as ocupações de casas, hotéis e pilhagem da Embaixada espanhola sem que os protetores destes energúmenos fossem culpabilizados pelos factos nem os arruaceiros castigados.

Otelo já reconheceu que se excedeu no apoio que deu ao roubo de mais de um milhão de hectares de terras.

Em resumo, a nossa economia foi totalmente arrasada entre meados de 1974 e finais de 1975.

Quem são os grandes prejudicados? O povo que também ajudou à sua desgraça.

O Soares quando vem declarar que há portugueses a fazer tudo para arrasar o país tenta fazer esquecer que ele é o epígono desta catástrofe, que rentabilizou o exemplar socialismo a seu favor e dos políticos, e contra o povo.

Soares foi desde há quarenta anos o motor do descalabro deste país, protegido por uma Comunicação Social que tentou sempre esconder-lhe os erros.

Comunicação Social que está a sofrer as consequências do seu descrédito por ter sido, com algumas e raras exceções, a capa dos socialistas e dos da direita que lhes cobriam as costas e lhes pagavam ordenados acima do normal.

O segundo fator foi ainda a Comunicação Social que através do seu Sindicato vem hoje dizer que não há memória nas quatro décadas da democracia portuguesa de uma tal violência, quando se refere ao despedimento destes jornalistas:

Só no Diário de Notícias vão ser despedidos 24. Pasme-se! Em 1975, o comunista José Saramago despediu precisamente 24 jornalistas que se recusavam a escrever mentiras e a incendiar mais a situação em que vivíamos naquela época e o Sindicato nem chus nem bus.

Portugal começou a ser arrasado quando o Soares, o Cunhal, o Vasco Gonçalves, o Melo Antunes, o Almeida Santos estiveram nos primeiros Governos a seguir ao 25 de Abril e permitiram que se cometessem as maiores barbaridades sobre um povo de ingénuos que agora paga dolorosamente tudo aquilo que ajudou a destruir.

Quando se fizer uma auditoria, desde o 25 de Abril às fortunas amealhadas pelos socialistas exemplares e às qualidades da democracia socialista do Soares, toda a gente ficará a saber quem é que arrasou Portugal e quem o continua a arrasar com a proteção de comunistas, socialistas e direitistas que para salvaguardar bens e haveres também se meteram nesta camisa-de-onze-varas que esmaga o povo, mas que mais cedo ou mais tarde será desmascarada.

Não acredito que o povo queira servir de burro toda a vida.

C.S

publicado por regalias às 05:54
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