Terça-feira, 21 de Outubro de 2014

O bom das dificuldades para quem nunca as teve

Uma vez por outra encontro o meu amigo António Leite que subiu a vida a pulso e sabe o que são dificuldades e a maneira de as superar.

O senhor António Leite viveu num monte Alentejano. O pagamento do pai era parte em espécie e outra parte em metal sonante. Ele cresceu a saber como se resolviam as dificuldades.

Trabalhou no campo, passou à CP e a seguir passou a militar onde desenvolveu todas as suas qualidades no campo da engenharia.

O senhor Leite é um técnico altamente classificado. Pede meças a qualquer especialista estrangeiro formado nas altas escolas. Vê-lo trabalhar e resolver casos complicadíssimos é um verdadeiro deslumbramento. Mas ele faz aquilo com toda a naturalidade e nunca cobra um cêntimo pelo serviço. O Estado paga-lhe a reforma e isso chega-lhe.

O interessante é que todos os dias trabalha, pois tem sempre gente que precisa e sabe que tem no vizinho ou no conhecido alguém que prefere estar a magicar como resolver um assunto complicado do que passar o tempo nos cafés a gastar o vazio das conversas.

Salazar tem uma frase célebre: “agradeço a Deus ter nascido pobre”. Como em muitíssimas outras coisas, Salazar definiu numa frase o caminho por onde todas as pessoas deviam passar para dar valor à vida e saber como resolver os problemas.

O Senhor António Leite, como o Professor Oliveira Salazar tiveram pais que trabalharam para grandes agricultores. Nunca faltaram aos seus compromissos de labuta e de seriedade. O exemplo é tremendamente importante para se adquirir o gosto pelo trabalho e pela honestidade no seu desempenho.

Em tudo quanto o Professor Oliveira Salazar fez e nos cargos que desempenhou ninguém fez melhor nem com tanta honestidade. Mesmo assim em 1919 foi expulso da Universidade de Coimbra conjuntamente com Carneiro Pacheco, Magalhães Colaço, Fezas Vital e outros Professores que manifestavam discordância pela maneira como o povo era tratado.

Salazar, em 1924, no Congresso das associações Comerciais e Industriais defende uma política de contenção de despesas como uma das medidas urgentes para resolver as dificuldades em que o País se encontra.

Só vindo do povo e subido a escada da vida tudo se compreende com maior clareza.

Tal como Salazar, o senhor António Leite singrou na vida, cada um em seu espaço, mas sabendo ambos que só conhecendo por experiência própria os obstáculos da vida, eles se conseguem ultrapassar.

Estes últimos e conturbados quarenta anos já deram a todos a dose para saber o que são as dificuldades, como nos metemos nelas e como as podemos resolver: com sensatez, inteligência e muito trabalho, tal como as personalidades, que hoje escolhi como exemplo, o fizeram, com a naturalidade de quem respira.

C.S

publicado por regalias às 05:25
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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

O ser humano no mundo das desilusões

Com esta coisa de tudo à mostra, contrapõem os comunistas com tudo às escondidas.

Estes extremismos perderam a noção do meio-termo.

Enquanto à Democracia se exige que diga tudo quanto faz e o que pensa, os comunistas escondem os pensamentos no Comité Central e são aí mastigados até decidirem uma asneira qualquer, própria de comunistas portugueses.

Os comunistas chineses são bem mais cultos, mais sensatos e mais ponderados.

Os ex-comunistas da União Soviética, de onde estas abóboras saíram, também eram diferentes, bem mais competentes e, por isso, ao fim de mais de 70 anos de comunismo acabou a utopia e partiu para outra.

O Comunismo português enquistou, ficou anquilosado e abrutalhado como o monstro Cunhal que o engendrou, agarrado a anacronismos que têm desgraçado os trabalhadores que acreditam naquela pepineira e fazem greves que lhes saem caras a eles, e caríssimas ao povo que suportam estes chupistas aburrados até acabarem, por eles próprios pagarem com juros estes erros evidentes a quem tem um mínimo de testa, o que não parece que exista nos do Metropolitano de Lisboa.

A Democracia Ocidental mistura indistintamente o secreto e o aberto. Abre todas as portas, as pernas, os segredos e o sexo. Tudo à mostra.

Da Dinamarca vem a bestialidade do sexo com a confissão do prazer que os dinamarqueses sentem em fazer sexo com animais. Mais não adianto porque não estou para vomitar nas teclas do computador se por acaso me der para explicitar mais o assunto.

As Lésbicas mostram-se ufanas no digital. Os utentes evitam a latrina.

Melhor não está o santo Vaticano que teima em não permitir o casamento dos padres e bispos, mas mantém um hotel de apartamentos junto à cidade sagrada onde as pequenas piscinas servem para suas eminências se masturbarem como entendem. Neste caminho, em 2015 os homossexuais assumidos a que em Portugal se chamam paneleiros podem apoiar-se em todos os serviços da Santa Igreja, Católica Apostólica Romana.

No campo das guerras, que eu nunca compreendi, como é possível ao ser humano, altamente inteligente em comparação com os outros animais, se matar sem qualquer pudor?

Ainda na semana passada os aviadores americanos declararam ufanos que tinham morto centenas de jihadistas, como se isso fosse uma coisa natural. Se calhar é, devido ao que os outros imbecis fazem, mas custa a entender que tanto uns como outros procedam como facínoras sem escrúpulos.

Isto não é o mundo da ilusão. É o mundo das desilusões e dos parvalhões que estão obrigados a dizer tudo quanto fazem, enquanto os comunistas escondem tudo quanto podem.

C.S

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Domingo, 19 de Outubro de 2014

É preciso travar a fragmentação de Espanha

Quem conhece a Espanha desde há muitas décadas ama o país como ama Portugal.

Conheci a Espanha saída da Guerra civil, destruída, destroçada, triste, mas determinada a não se deixar arrastar pelo desespero.

Foi o conjunto de todos os espanhóis, com as suas pequenas diferenças que fez ressurgir a Espanha progressiva, alegre e tremendamente harmoniosa em todas as suas “nações” de grande autonomia e onde nunca senti qualquer divisão apesar de a língua ter as suas tonalidades e todos demonstrarem orgulho em se afirmarem espanhóis.

Das muitas vezes que estive na Galiza, no País Basco e na Catalunha não vi grande esforço da parte das populações na intencionalidade da separação de um corpo principal. Isso revela que a grande maioria da população tem orgulho da Espanha como ela é.

Nos meus tempos de escola primária, apesar de gostarmos dos espanhóis estávamos sempre com o pé atrás com receio que nos invadissem. Os professores incitavam a que nunca tivéssemos medo porque nós éramos muito valentes. A seguir faziam uma revisão da história.

Com os nossos amigos Ingleses e Espanhóis era com quem devíamos ter mais cuidado.

Estas cautelas criavam nos jovens uma rejeição. A verdade é que eu desde os dez, onze anos comecei a ir à Espanha destruída, triste e de luto e tive a felicidade de assistir à sua evolução.

Repito: o amor por Espanha é tão grande como o amor por Portugal. Estou convencido que seria grave erro, uma das regiões insistir em separar-se, arrastar as outras e a Espanha tornar-se uma manta de retalhos.

Já o escrevi. Nos tempos que correm e na aldeia global em que vivemos não me perturbaria uma Federação Ibérica onde Portugal se encontrasse. Há outras federações no mundo onde os povos unidos são mais fortes na resolução das suas dificuldades. A Monarquia e a República é uma delas.

Esta ideia voltou-me à cabeça depois de ler o jornal “Público” de sexta-feira passada acerca dos “800 anos de Literaturas em Português”. Claro que me sinto orgulhoso dos feitos e da fraternidade como tratámos todos os povos. Bastariam pequenos apontamentos retirados de cada uma das culturas onde a língua agarrou a beleza do sotaque e o cambiante que lhe dá graça para compreender que, quanto mais entaramelada mais nos une.

Mia Couto refere a camponesa da Zambézia que dizia que falava português a corta-mato.

Mário Lúcio de Sousa, ao falar de Cabo Verde diz: o crioulo é a minha língua materna e paterna e o português a minha língua fraterna e eterna.

Se para a Ibéria não se fragmentar e para os Catalães, os Bascos e os Galegos se sentirem mais confortáveis com a presença de Portugal e com toda a sua imensa história ligada com a de Espanha, que os políticos pensem no assunto.

Federados, os valores não acabam. Aumentam e tornam-se eternos.

C.S

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Sábado, 18 de Outubro de 2014

Educação por Lei, eufemismo de educação à força

Só agora, que Passos está a preparar as malas, é que descobriu que afinal tinha uma maneira muito simples de fazer tudo quanto lhe apetecesse para obrigar simpaticamente o povo a entrar na ordem, sem mostrar qualquer sinal de violência.

Salazar, numa das suas célebres frases diz isso mesmo: “o Estado tem de ser suficientemente forte para não ser violento” e foi assim que Governou Portugal durante 38 anos, mau grado todo o chorrilho de mentiras e asneiras dos broncos comunistas.

Na verdade, os únicos que eram vigiados e punidos com prisão eram os comunistas que tentavam impedir o desenvolvimento do país com atentados ou greves provocatórias que estavam proibidas desde a Ditadura Militar. E via-se que tinha razão para o fazer. Foram os Comunistas que desfizeram o país desde que Cunhal aqui pôs as patas.

Salazar criava Leis para o povo saber o que podia fazer e o que devia evitar para não a infringir. Nunca me lembro, nem os meus amigos, de estarmos preocupados com as proibições, fazíamos aquilo que entendíamos sem quaisquer medos.

Felizmente ainda estão vivos muitos militares de altas patentes que eram terríveis nas infrações. Eram o diabo em forma de gente, como diz o povo.

Meteram-se nas Forças Armadas. Só eu continuei paisano para lhes dar cabo da cabeça, coisa que eles se pagam com juros elevados.

Passadas as querelas voltamos às conversas normais.

A ideia que a Lei transforma a vontade em realidade parece surreal: fazer pagar 10 CÊNTIMOS por um saco de plástico que, em quantidades, custará menos que meio cêntimo é de bradar aos céus.

Mas é por isso mesmo que ele vai passar a custar 10 CÊNTIMOS diz o Ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva. Para que o céu se mantenha limpo, o ambiente saudável e os animais consigam viver mais uns milhões de anos neste planeta.

É assim que os portugueses se educam. Usando um eufemismo (figura de estilo que impõe determinações desagradáveis de maneira delicada).

Só paga dez CÊNTIMOS quem quiser. Todos podem ter um saquinho de compras que salva o ambiente e ajuda a encher os cofres depauperados do erário púbico com alguns milhões de euros dos teimosos que ainda têm pilim para gastar. O infeliz ambiente ainda terá de aguentar com mais umas toneladas de lixo, complicada e dificilmente degradável.

Afinal, Governar não custa nada: basta querer, utilizar a inteligência e ter uma Assembleia com maioria absoluta que ceda sempre às ordens do capataz.

C.S

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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

Portugal, um país de garanhões, passa a estéreis poltrões

Devido à rápida diminuição da população e à baixa natalidade, Portugal está em risco de, dentro de poucos anos, não ter gente suficiente para suportar um Governo quanto mais um Parlamento de Deputados chochos.

Portugal tinha fama e proveito de andar a fazer filhos nos países dos outros, depois que lhe deu o mal murcho ficou amaneirado, impotente e impudentemente reversível.

Num momento desgraçado em que Sócrates acossado é chantageado e dá mostras de não saber o que fazer obriga todo o Governo a apoiar uma lei iníqua, para casar gente do mesmo sexo a que o Partido Comunista, que vota sempre contra tudo quanto é proposto por qualquer Governo, desta vez, em 11 de Fevereiro de 2010 vota pressuroso a favor, assim como o penduricalho Verde mais os Socialistas e o Bloco de Esquerda.

PSD e CDS votam contra, mas o Presidente da República enojado de tanta insensatez vê-se obrigado a promulgar o Diploma para o país não perder tempo e resolver os graves problemas que se avizinhavam.

Passos Coelho, que está preso pelos cabelos e desejoso de largar a tasca, mesmo assim tenta salvar o país esvaziado de gente.

Como os casais não dão sinais de querer procriar vem propor um pacto de fertilidade aos bárbaros que acham que o Governo não tem dinheiro para mandar cantar um cego quanto mais para proteger garotos que dão uma trabalheira danada e as escolas estão fechadas e sem professores.

Também a Heloísa grita que ninguém truca – truca porque os filhos custam muito dinheiro e o povo, que não os Deputados, só tem cotão nos bolsos.

A Heloísa e os Deputados Socialistas, Comunistas e Bloquistas como não estudam, nem lhes interessa estudar a história da Primeira e da Segunda República, se o fizessem verificariam que durante o Estado Novo, quando ainda o País era pobre, Salazar incentiva as grandes famílias, concede prémios às mais numerosas e Portugal cresce, enriquece e é feliz porque há trabalho para toda a gente.

Os homens e mulheres não eram perturbados por estas modas de mulheres a fazer de homens e homens a fazer de mulheres.

O grave, nisto tudo, é que os sistemas políticos são ambíguos, desejam agradar a toda a gente que exige leis que mais tarde os prejudicam gravemente. Os governantes não se importam. Não querem é ter chatices.

Mais grave é a Igreja ajudar à missa porque concorda. No seu seio, os padres, por imposição do celibato, esfregam-se em seres do mesmo sexo, são exemplo e vírus rabialvo.

Com Política de Natalidade ou sem ela, Portugal continuará a passar um mau bocado durante os próximos anos.

C.S

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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Em Portugal a canalha continua à solta

Alain Prost desalentado com o acidente que, quase tirou a vida ao seu compatriota Jules Bianchi quando chocou a alta velocidade com uma grua que estava na pista, no momento em que decorria o Grande Prémio do Japão, disse que os organizadores deviam ter colocado a segurança em risco zero.

De igual modo, Portugal está em risco fatal desde que tomou conta do II Governo, depois do 25 de Abril, o coronel comunista Vasco Gonçalves, num Governo de comunistas, socialistas, do MDP/CDE, controlado pelo Partido Comunista, e dois independentes.

A partir desse fatídico momento Portugal entrou em derrapagem acelerada e só se mantém de pé pela bondade da Europa e, principalmente, da União Europeia que nos olha com comiseração e aqui tem enterrado biliões de euros sem qualquer rentabilidade.

Tudo quanto envia é comido por greves, falências de bancos, subsídios permanentes à Fundação do Mário, à casa abrigo dos casais do mesmo sexo paga pela Câmara Municipal, pelo António Costa que por sua vez não parou de receber os seus vencimentos e mordomias enquanto cilindrava o Seguro, que minimizou avisos sobre o trabalho de sapa das milícias do amigo da onça que lhe apalpava as costas para o apunhalar tal como Marco Júnio Bruto fez ao seu grande amigo e protetor, Júlio César.

O Seguro não sabe história e não se precatou da cambada.

Seguro amuou e virou costas à taberna de São Bento, como o General Humberto Delgado chamava àquele galinheiro onde se conta pelos dedos a gente válida que perora e labora.

A juntar a todos os comensais estão os milhares de militares que o Partido Comunista arregimentou, protegeu e promoveu enquanto os II,III,IV e V Governos comunistas duraram. Reformaram jovens cabos em postos altos, até Tenentes-Coronéis, para poder contar com eles. O Vasco e o Melo Antunes conseguiram também do Costa Gomes que todos os que estavam nas Forças Armadas fossem considerados do MFA e por isso usufruíssem dessas regalias, concordassem ou não, com atos infames e com a “Descolonização Exemplar”. Tinham é de não se manifestar contra. Temos centenas de Coronéis reformados há 25 anos, dos quarenta que leva este pagode. E o dinheiro não chega para tudo.

As quatro Instituições mais infiltradas pelos comunistas foram as Forças Armadas, o Ministério da Educação Nacional, o Sindicato dos Jornalistas e a Emissora Nacional, hoje Antena 1.

A Merkel bem se opõe ao desperdício, mas tanto Sócrates como Passos Coelho souberam cativar a simpática fera e só por esse motivo ainda há dinheiro para pagar a quem nada faz ou quem o desperdiça levianamente como sucede com os incautos grevistas.

Temos de ficar por aqui, mas a canalha inconsciente que se cuide. Isto não pode durar eternamente.

C.S

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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

A fraqueza da Democracia só prejudica o povo

Sem dúvida que a Democracia é de todos os sistemas políticos aquele que demonstrou maior equilíbrio.

Em Portugal a Democracia é representativa. O povo governa através dos seus representantes eleitos de quatro anos em quatro anos.

Quando se diz que o povo governa, ele não governa coisíssima nenhuma porque não se governa não sabendo. Só as sociedades bastante evoluídas onde todo o povo sabe ler, escrever e contar desde há dezenas de anos e por isso a sua cultura e compreensão dos factos é grande, tem a faculdade de influenciar os Governantes a fazer novas leis ou modificar as existentes.

O povo menos culto pode querer impor o que lhe vem à cabeça e o Governo se lhe quiser agradar, mesmo que isso o prejudique, aceita para lhe captar a simpatia, o voto e a não contestação.

O Governo faz demagogia por lei em vez de esclarecer o povo que aquilo que ele quer é errado e mais tarde ou mais cedo o vai lesar.

Isso foi notório a seguir ao 25 de Abril quando o povo, instigado pelos Partidos, destruiu o tecido empresarial que lhe dava emprego, matou proprietários como foi o caso de Columbano Líbano Monteiro, morto à facada pelo trabalhador agrícola José Diogo que julgado em Tribunal Popular na cidade de Tomar foi absolvido perante a passividade do Governo e das autoridades, que mais tarde fizeram um simulacro de julgamento para justificar o crime, a pena e a liberdade para o assassino. O povo sentindo-se seguro enveredou pelo roubo e pelas ocupações de herdades sem que os Governos o impedissem. O resultado desta democracia popular e permissiva deu três bancarrotas e as graves dificuldades por que a população está a passar. Os Governantes têm o pão e o queijo na mão. Quando aumentam vinte euros ao povo, os políticos aumentam-se duzentos.

Com a ideia de que a proibição ou o castigo potencia os erros, a Democracia dá cobertura a todas as aberrações, mesmo àquelas que a destroem porque os direitos das minorias são sagrados e são tão sagrados que o Vaticano e o Papa Francisco mais os santos Cardeais aplaudem e sugerem que os paneleiros devem ser respeitados. Pudera! É na Santa Igreja onde se encontra o alfobre e o ninho de panilas e de pedófilos que destroem a vida de milhares de crianças que ficam marcadas para toda a vida.

Quando a Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, pretende fazer lei preventiva sobre este crime é impedida porque isso seria perseguição aos regenerados pedófilos de bombas ao retardador.

Esta Democracia só prejudica os mais vulneráveis: aqueles que menos sabem, os que têm menos dinheiro, os que não se podem defender, o povo na sua expressão mais simples.

C.S 

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Terça-feira, 14 de Outubro de 2014

A alegria dos 90 anos de Maria Silva de Fernão Joanes

O trabalho dá saúde, prosperidade e felicidade que o diga Maria Silva que casou aos 23 anos com António Vendeiro que tinha sete ovelhas que fez crescer e aumentar até ter um rebanho grande que no Inverno, em terras de Fernão Joanes tinha de ser encaminhado para os campos de Idanha onde o pasto era mais abundante. E lá ia o António por veredas e canadas (carreiros através dos campos) até terras distantes enquanto a Maria ficava a tratar dos filhos, da casa e da horta que lhes dava para o sustento num tempo saído de uma Primeira República, 1910-1926, onde a miséria era a fartura de um Portugal onde cada um tinha de esgadanhar a vida se não queria morrer de fome.

Aos produtos da horta para os gastos da casa juntava-lhe a apanha das castanhas a meias ou a terças. Nunca as vendia todas. Secava algumas para fazer o saboroso caldo paparote (caldo de castanhas piladas).

A Maria Silva nasceu em 1924, mas continua jovem, recordando aqueles tempos, já depois do casamento, por volta de 1947, como uma vida muito alegre.

Foi na página principal do SAPO que recordei com prazer a Guarda e as suas aldeias com gente sã, rija, confiável e frontal.

Em aldeia de Fernão Joanes, a Maria Silva com toda a vivacidade dos quarenta anos fala, aos noventa, com o mesmo prazer e o mesmo contentamento do trabalho que executa para a festa da transumância (deslocação periódica do gado da montanha para a planície).

A Maria Silva faz os colares para enfeitar as ovelhas no dia da festa da transumância.

Sem óculos e com uma habilidade caldeada pelos anos e pelo prazer do trabalho vai misturando pontos, cores e formas para embelezar o pescoço, cobrir o cachaço, o focinho e os cornos das ovelhas que correm contentes ao chamamento do pastor para que a estilista as possa engalanar e elas aí vão, todas vaidosas, de colar ao pescoço.

Maria Silva ganhou vários prémios, todos com utilidade, que o tempo era de poupar e juntar. Ganhou mantas de papa (lã felpuda para fazer os cobertores) muito quentes onde o inverno não entrava quando a neve caía em golfadas e o termómetro baixava até aos 15 graus negativos.

Quando o António seguia para os campos de Idanha sempre levava a manta, o cajado e o cesto da merenda que ele próprio teria de encher.

A Maria e o António nunca tinham frio. O trabalho e o amor com o bulício dos filhos e o ruminar do gado distraía-os a tal ponto que o Inverno passava num foguete e daí a pouco a Primavera inundava os campos de Fernão Joanes e as faldas da Estrela rebentavam de odores.

Hoje, uma das netas, universitária na Covilhã, ouve as histórias da avó e segue-lhe o exemplo na dedicação ao trabalho, ao estudo.

E, quem sabe, se a vida dos pastores de Fernão Joanes não aparece num livro para a posteridade e como incentivo ao trabalho em Portugal.

C.S

publicado por regalias às 05:45
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

O histerismo dos Deputados Socialistas

O atabalhoado e histérico vice-presidente da bancada socialista, Marcos Perestrello, veio aos gritos insultar o Governo por causa do Orçamento de Estado para 2015, escrito numa maratona de última hora apesar de estar pronto, vários dias antes do fim do prazo, para ser apresentado.

Este Perestrello se metesse a viola no saco fazia melhor figura. Mas o histerismo do rapaz age por antecipação. Quer mostrar trabalho, demagogia e confusão.

Confundir o povo é quanto interessa a este Perestrello para que ele não lhe peça contas e lhe diga que o que ele ganha e o que ele trabalha é muitíssimo superior ao que recebe o povo por mês. Este orador, de vão de escada, recebe em dois dias o que a maioria do povo ganha em trinta.

O cachopo afirma que tudo corre mal e o povo é que paga. Paga, paga, o que este Governo e o Governo anterior fez e onde o Perestrello também meteu o bedelho como Secretário de Estado da Defesa.

Se calhar foi o Perestrello que deu as informações a outra histérica do Socialismo a Ana Gomes por causa dos Submarinos que os Socialistas apalavraram e atabalhoaram (palavra que o rapaz gosta) de tal maneira que a Ana mentiu com quantos dentes tem e por isso os ignorantes comunistas acusam o Portas.

Na Assembleia da República a Ana desdisse o que tinha dito e foi enxovalhada de alto-a-baixo pela Deputada Cecília Meireles que devido às mentiras inventadas a pôs a nu, gaguejante, envergonhada, rebentando de gordura, de vermelhidão e de histerismo.

O Ferro e o Costa estão bem providos desta gentalha, onde se põem em bicos de pés um Lacão, uma Moreira e mais um molho de indefetíveis ao tacho e à demagogia sórdida que tem sido apanágio, diga-se a verdade, não só do Partido Socialista, mas de todos os grupos, onde a esquerda bate pratos, finge que defende o povo e são os que mais embolsam mordomias à custa da medíocre Democracia e de uma propalada falsa liberdade, como se em Portugal não houvesse liberdade.

Aquilo a que chamam liberdade foi libertinagem total. E a libertinagem começa nesta linguagem do engano em que o único enganado é o povo.

Quando se começa a falar que os Deputados portugueses são dos que ganham menos na União Europeia já estamos a ver que eles se preparam para meter mais uma vez a mão na caçarola, mas nem pensem nisso.

Quando o país está de rastos e o povo cada vez a viver pior, os Deputados devem exigir ganhar metade do que ganham para que as diferenças entre o que trabalha e o histérico político-demagogo que esconde o dinheiro.

Estão sempre ao lado do povo para o enterrar, para o enganar, para não lhe pagar porque não é possível, mas já é possível pagar milhões ao Bava e ao Granadeiro e não lhes pedir contas pelos erros que prejudicaram o país em centenas de milhões de euros?

É tempo de acabar com o folclore e com a demagogia que engana o povo.

C.S

publicado por regalias às 05:22
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Domingo, 12 de Outubro de 2014

Entre o ébola, os americanos e os jihadistas

Desde os campos da Guiné até às cidades Sírias, os três vírus supramencionados põem louco o mais sensato e o descrédito no homem, como ser superior, é posto em causa e não merece mais do que desprezo.

O ébola, indiferente a guerras, mata sem escolher pobre ou rico, os guerreiros americanos e os jihadistas procedem da mesma maneira.

O ébola começou na Guiné. Esta loucura assassina que estende as garras pelo Oriente já vai na Síria. A inteligência e a maldade dos homens é semelhante ou inferior à do vírus do ébola.

Bush ao atacar e destruir o Iraque e Obama ao atacar e destruir a Líbia e ao querer impor à força uma Primavera árabe está a incendiar o mundo com a capa do pacifista que, com cantigas, quer arrastar a Europa para um conflito com a Rússia quando incita a Ucrânia a servir-lhe de campo de batalha e de destroços.

Obama teimou em vergar a Síria e ateou os primeiros fogos, aí está o resultado. Loucos por loucos que é o mesmo que dizer perdido por um, perdido por mil. Levantaram-se, de repente das areias do deserto, os Jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, ocupam as cidades e os poços de petróleo que desejam. Fortes em dinheiro e em armas que compram a quem entendem, mesmo àqueles que os combatem. Vendem o petróleo ao preço da uva mijona a Turcos e a Israelitas que o revendem como lhes agrada. Fazem fortunas de sangue e protegem, sem o dizer, os extremistas do EI que estão a preparar o massacre de 12 mil civis em Kobani, às portas da Turquia que assiste, de palanque, ao massacre e não permite que tropas de apoio às vítimas passem pelo seu território.

A loucura tomou conta dos senhores do mundo e o povo vai por arrastamento provar o veneno que eles espalham sem se importar com as consequências.

Humilharam e mataram centenas de milhares de inocentes no Iraque, na Líbia, na Síria. Preparam-se para fazer o mesmo na Ucrânia e a saga continuará até aos campos do Irão. Quando não tiverem mais nada para atacar e destruir serão destruídos pelo pó dos combatentes que lhes escapam e que deixando de utilizar as máquinas que os tornam visíveis e vulneráveis, os telemóveis e os portáteis. Quando menos se esperar veremos rebentar cidades por todo o mundo porque o vírus infetará todos os povos.

No meio de toda esta insânia, Portugal faz hoje o que fez há 64 anos quando Salazar recebeu dezenas de crianças austríacas que a Segunda Guerra Mundial deixou sem família e na miséria. Hoje, Portugal, mesmo com as dificuldades com que se debate, abre a porta a estudantes sírios para os salvar da morte e para lhes proporcionar os estudos e a segurança que no seu país não existe.

Oxalá que também nos salvemos da ignorância de grevistas e sindicalistas que continuamente deitam milhões de euros para o lixo e que os Governos não têm coragem de lhes dizer que isso só os prejudica na diminuição, tanto nos salários como na Segurança social que precisa desse dinheiro.

C.S

publicado por regalias às 05:42
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