Sábado, 7 de Fevereiro de 2015

As mãos sujas dos jornalistas, não as de Thom Tillis

“Há um senador americano a lutar pela liberdade de não lavar as mãos” titularam revistas, jornais, agências noticiosas sabendo que a grande maioria das pessoas só lê o cabeçalho das notícias e isso basta para influenciar muita gente que da vida pouco mais sabe do comer, dormir e falar de coscuvilhices que não os deixam compreender a diferença entre a verdade e o engano.

Temos o exemplo em Portugal. Iludido por promessas e mentiras sai do Estado Novo como um País em franco progresso e cai no lodo onde esbracejam dois milhões e quinhentos mil pobres porque governantes de fancaria preferiram alinhar com a ignorância de quem exigia tudo o que a canalha política dos quatros Governos comunistas (II,III,IV e V) entre 1974-1975 lhes dizia para fazer. Eles concederem o aval à estupidez e assim fixarem essa ralé no Partido Comunista e asseguraram a sua perenidade.

Felizmente que a grande maioria dos portugueses entendeu o objetivo desta canalha e os votos foram parar a outros Partidos, mesmo com o engano que grande parte da Comunicação Social tentou para que o povo corresse atrás da propaganda.

Com o senador americano, o republicano Thom Tillis, acontece o mesmo com a agravante que estas notícias percorrem todos os continentes e vão influenciar milhões de pessoas que acreditam na caixa (mentirosa, infame) jornalística, que serve para encher papel, jornais digitais e televisões, mas que é de uma maldade inconsciente. Não contra o senador que ele não fez mais de que mostrar que, se os donos dos cafés e da restauração vierem dizer a público “Não exigimos que os nossos empregados lavem as mãos depois de usar a casa de banho”, ao fim de um mês os estabelecimentos têm de fechar porque vão à falência.

Quem é que vai a um restaurante onde prolifera a porcaria e é um veículo de doenças? Ninguém.

Então, por que é que a Comunicação Social escreve um texto destes?

Só pode ser por ignorância, grosseria ou falta de matéria mais apelativa.

Espero que tenham o decoro de pedir desculpa a Thom Tillis e aos leitores que “inadvertidamente” enganaram.

C.S

publicado por regalias às 06:09
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2015

Proibido alimentar mendigos e sem-abrigo

A Noruega considerada um país rico e o melhor para se viver tem, de há alguns anos a esta data, recebido milhares de imigrantes.

A quantidade tem sido de tal modo que os indivíduos se tornaram uma verdadeira praga.

Esta situação fez que o Governo e o Parlamento estejam a preparar uma lei em que as pessoas sejam proibidas de dar esmolas e alimentar mendigos e sem-abrigo.

Quem não cumprir a Lei apanha, no mínimo, um ano de cadeia.

A Noruega é uma Monarquia Constitucional de Democracia Parlamentar, mas isso não a impede de exigir que todas as pessoas cumpram as regras para todos viverem bem e alguns não se aproveitarem da bondade dos outros para parasitarem e enxovalharem o país.

Esta atitude que aparenta violência é antes a maneira de enquadrar esses imigrantes. A Providência Social Norueguesa resolve-lhes os problemas, mas obriga a trabalhar toda a gente válida.

Meto aqui um pequeno parêntese. Quando vivia em Lisboa ia várias vezes a Santa Apolónia a uma loja, dentro da estação, que vende os passes, faz totolotos etc. O dono conhecia-me bem. Várias vezes encontrei um indivíduo a trocar moedas por notas. Um dia o dono, depois de ele sair disse-me: este romeno vem todos os dias trocar uma média de 300 euros. Ele era um pedinte. Fotografei imensos romenos, umas vezes fingindo de aleijados, deitados no chão, mulheres envoltas em farrapos. Deprimente.

É isto que a Noruega não permite.

Os noruegueses também são considerados um dos povos mais pacíficos do mundo, mas isso não evitou que o jovem Anders Behring Breivik, com uma farda de polícia, perdesse a cabeça e matasse indiscriminadamente 69 jovens que estavam num acampamento para a juventude e mais outras 8 pessoas que tiveram o azar de o ter encontrado.

O Breivik foi acusado de racismo, de islamofobia e de homofobia, apanhou 21 anos numa cadeia que é um verdadeiro hotel e exigiu ter computador e outras mordomias.

É assim esta sociedade rica. Castiga, mas com a delicadeza de quem não quer confusões. O frio arrefece-lhes o sangue, torna-os frios nas atitudes.

Por mais que os apertassem para entrar na CEE, nos dois referendos que fizeram, recusaram liminarmente.

Salazar e Marcello Caetano procederam de igual modo. O Orgulhosamente sós era a afirmação de que os portugueses tinham coluna vertebral e sabiam muito bem o caminho que lhes convinha.

C.S

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

Escolas portuguesas com problemas sexuais

Ministério da Educação, Diretores de escolas e professores não sabem como resolver o problema sexual que para a maioria dos pais dos alunos não é grave, mas que para o Ministério é uma questão de honra e de cumprimento de um dever sagrado perante a Lei que obriga que os alunos saibam ter tantas competências sobre o assunto como aquela que tiveram os descobridores de novos mundos, que não só os descobriram como os povoaram com total eficácia e plena satisfação para as moças daquelas terras. Pelo menos, até hoje, os Governos portugueses, desde os finais do século XV nunca tiveram reclamações. Tudo satisfeito com a atuação do Zé português.

O Ministério da Educação, que não deseja correr riscos por causas das modernices amorosas dos tempos que correm e das maluquices que ocorrem na cabeça de cada um, teima que as lições de Educação Sexual são fundamentais para empregar os professores que andam para aí sem fazer nada e a queixarem-se que assim não se governam.

O Governo insiste. Cada direção de escola resiste a contratar quem não percebe mais do que o truca-truca corriqueiro, já discutido na Assembleia da República para gáudio dos matulões que liam a Gaiola Aberta do Zé Vilhena e se consideravam mestres no assunto.

Entremos na rota da seriedade: se o Ministério da Educação quer mesmo fazer funcionar a Lei tem de ter professores competentes para o exercício do Ensino Sexual nas escolas.

Não pode, não deve arriscar o vexame de uma atitude apressada, num assunto melindroso, não pela matéria em si, mas pela inabilidade de exposição que coloca em risco os professores por causa de pais de alunos que não admitem que as filhas oiçam em voz alta aquilo que eles dizem em segredo.

Recordo uma professora do norte, onde a naturalidade da fala escandaliza os ouvidos puros e desbragados das gentes do sul, que só sussurra palavrões e atos. A professora, numa aula de tema sexual, como não tinha qualquer quadro explicativo sobre o que estava a dizer e perante a pergunta de um aluno sobre uma das partes do corpo que dá título à aula, despiu-se com muito à vontade e acabou por sofrer as consequências. Teve de sair da localidade, mimada com epítetos que até o ingénuo Herman José utiliza nos seus educativos programas de televisão.

É o mal do país. Os professores são obrigados a ensinar o que não sabem.

Há um ou dois anos, já não me lembro quando, escrevi um Blogue sobre Comunicação Social em que verberava a maneira como a disciplina de Jornalismo tinha começado nas escolas.

O Diretor escolhia os professores de História ou Português e dizia: este ano tens de dar jornalismo.

Num seminário com o Professor Anselmo, duas jovens de história que faziam parte do meu grupo de trabalho declararam que nunca tinham lido um jornal, nem sabiam o nome dos jornais publicados em Portugal.

É o país dos milagres. Ensinamos o que não sabemos.

C.S

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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2015

A queima da inteligência e o fim do ser humano

Em 50 mil anos o ser humano não aprendeu a conviver em sociedade. Não olhou os olhos de Deus, a sua grandeza maior do que o Universo e a pequenez do ser inteligente, uma frágil erva plena de contradições. É o calcinar da inteligência.

A morte pelo fogo de um piloto Jordano, a decapitação de dois jornalistas japoneses que admiravam a cultura árabe e a morte à sede de centenas de curdos revelam bem a crueldade do ser humano e o poder infinito da imaginação para arranjar formas de morte atrozes pensando com isso mostrar a sua ancestral animalidade e julgando afugentar pelo terror aqueles que consideram seus inimigos.

Engano total.

Os judeus foram dos povos mais fustigados pela desgraça e sacrificados a todo o tipo de horrorosas experiências durante quase dois mil anos.

Agora aí estão eles mostrando-se ainda mais capazes para enfrentar outras adversidades, mas desta vez com todo o poder que dá o dinheiro, a experiência e a inteligência.

Os judeus serviram ao médico alemão Mengel para testar tudo quanto quis. Apesar dos sofrimentos causados e, tão fortes eram que muitos acabaram nos fornos crematórios. Isso não os impediu de continuarem em força nos territórios que pior os trataram.

Em vários blogues insurgi-me e alertei para o perigo do ataque à Líbia, mostrando que o erro cometido pelo Sarkozy, pelo Cameron e pelo Obama poderia levar a um movimento árabe que afetasse seriamente a Europa. No Domingo comprei, numa feira de velharias, uma coleção de revistas encadernadas. Na “Lisboa-Espaço, nº7”, o Professor Oliveira Salazar, diz: “Sob o aspeto europeu, o mais grave da política norte-africana está em que o Mediterrâneo é demasiado estreito para se desenvolverem nas duas margens povos hostis”.

A Rússia avisou de igual modo os invasores do erro que estavam a cometer e tentou que a Síria não fosse contaminada pelos apoios ocidentais a opositores do regime de Bashar al-Assad. Ninguém se importou com as consequências. Elas aí estão.

Os muçulmanos aproveitaram a oportunidade, que lhes deu também a destruição de um Iraque próspero por decisão infame de Bush e de Tony Blair, para espevitar o orgulho árabe, a formar um Estado Islâmico juntando o Iraque e a Síria, e proclamando califados à semelhança do da nunca esquecida Córdova, fixando assim pontos de apoio e morte próximos da Europa.

Julgo que só um entendimento entre a Rússia, os Estados Unidos da América, a China, o Japão e a Europa podem dizer aos Estados árabes o que devem fazer estes mentecaptos jihadistas para terminarem o suicídio coletivo que estão a preparar para eles próprios.

C.S

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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2015

A tragédia do Jerónimo é fruto da podridão comunista

Por mais que os comunistas tentem apagar a memória do que fizeram e lançar as culpas sobre os outros que também as têm por não confrontarem os comunistas com toda a canalhice cometida por eles, essa infâmia, assim como o infame Cunhal não podem ser esquecidos para que nunca mais se cometam tão asquerosos atos.

Desde a chegada do maior bandalho que a terra portuguesa viu nascer que os portugueses ludibriados por uma Comunicação Social que uivava loas ao abjeto Cunhal julgando daí tirar vantagens, e alguns tiraram vendendo o povo à mentira que bolsavam nas rádios.

A tragédia social e a ruina em curso no país, de que o Jerónimo fala nas jornadas parlamentares em Aveiro, essa tragédia Nacional é fruto da podridão comunista por terem minado e destruído, logo em 1974 e 1975, não só a produção nacional como incendiando as mentalidades.

Até o jornal “República” eles não pouparam para assim terem a certeza que tudo seria controlado.

A bestialidade saiu à rua com a vadiagem comunista e arrivista que se juntou à besta mor para desfazerem Portugal e submeterem os trabalhadores à maior miséria que Portugal sofreu desde a Primeira República, 1910-1926.

As nacionalizações feitas sem rei nem roque do Metro, da Carris, da Empresa de transportes, os roubos das grandes e pequenas herdades, as ocupações de casas foi tudo obra do Partido Comunista e do chefe do Gangue, Álvaro Cunhal, que escondia sempre a mão que roubava, mas que não evitou ser desmascarado pela imprensa estrangeira, apesar da sedução que tentava sobre os jornalistas tal como fez com Oriana Fallaci que mesmo assim e perante o nojo que sentiu pelo churro que pretendia ser simpático não resistiu a denunciar uma sua confidência que mostra bem a democraticidade do vil homem quando afirma que "em Portugal não haverá um Parlamento, mas sim e só o PCP".

Zita Seabra no livro “Foi Assim” da editora ALETHEIA confirma os esforços do monstro para que as eleições não se realizassem apesar do outro louco Vasco Gonçalves estar convencido que teriam a maioria. Quando viu que não tiveram mais do que uns singelos 12,5% fez ameaças. Cunhal que era um cobardola encolheu-se e preferiu minar os serviços públicos colocando nas rádios, televisão, ministérios e outras instituições a canalha que tem emperrado o país de avançar porque muitos Governantes se têm demitido das suas funções ao não denunciarem estes casos ou não usarem os seus cargos para demitir quem prejudica toda a gente, e mais que todos o povo ingénuo, que vai na cantiga destes frutos podres saídos da esclerosada revolução Abrilista.

C.S

publicado por regalias às 05:52
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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2015

É proibido ser um bom gestor em Portugal

A RTP é mais um grave exemplo da vida em Portugal e dos perversos efeitos destes desmiolados quarenta anos de solavancos e tropeções em que Portugal tem vivido numa confusão de sentenças que baralham os mais atentos e desfazem o povo que a maior parte das vezes vive de intuições e do seja o que Deus quiser.

Quando Alberto da Ponte e a sua equipa conseguem racionalizar os gastos da RTP, diminuir os custos em 94 milhões de euros e passar os gastos em serviço público de um milhão de euros por dia para cerca de 544 mil, isto devia ser visto como trabalho válido ao serviço de Portugal e do povo que paga o dobro do que devia por incompetência de Administrações anteriores. Mas não, Alberto da Ponte e a sua equipa é posta na rua por um Secretário de Estado escudado pela sugestão de um Conselho Geral Independente (CGI) que pretende mostrar serviço abrindo, de novo as portas, a gastos e consolando o rapaz do Governo que parece mais espertalhaço, o povo diz espertalhouco, do que inteligente.

Vamos ver o que a facécia dá em resultados neste país em experiências permanentes, umas vezes de incompetentes outras vezes da máfia que contaminou Portugal e que ninguém consegue eliminar.

Alberto da Ponte que teve a coragem de levar a sua tarefa avante é um homem, segundo parece, de antes quebrar que torcer. Isso desagrada a muita gente que depois deste 25 de Abril de cedências contínuas e calamitosas para o povo foi corroendo todas as instituições sempre a favor dos mais poderosos e por isso a desproporção da fortuna entre os oitenta mil mais ricos e os dez milhões dos desorientados deste país é extremamente grave e incompreensível para Governantes que tiveram nas mãos desde 1974 biliões e biliões de escudos e de euros que torraram sem despudor contra um povo de ingénuos que nunca se deixou defender porque a demagogia solta em catadupas de rádios e televisões nunca os fez compreender quem falava verdade e quem o queria proteger.

A desconfiança instalou-se nesta lástima de país e atirou-o de cangalhas para o monturo do Cunhal, do Soares, do Rosa Coutinho, do Vasco Gonçalves, do Otelo, do Melo Antunes que desfizeram um País em franco progresso sem se preocuparem com a vida de um povo que deu novos mundos ao mundo e agora se sente amesquinhado, infeliz e desequilibrado porque é proibido gerir com saber e  competência as empresas que neste país vivem do erário público e parar os gastos sumptuários.

Criticavam a Alberto da Ponte o seu trabalho determinado, honesto e competente, preferem alguém amaricado, que faça jeitos a toda a gente e deixe Portugal em morte lenta e de raiva permanente.

CS

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Domingo, 1 de Fevereiro de 2015

O descrédito dos Parlamentos e dos Sindicatos

As acusações da avantajada Ana Gomes a Paulo Portas por causa dos submarinos quando sabe que, quem iniciou a compra dos mesmos foi um Governo socialista e que insiste no assunto porque detesta o Costa que traiu o Seguro. Pretende com o escarcéu atingir outros. Isto vem confirmar a inutilidade desta gente que se baba pela importância que julga ter.

A Ana anda lá por fora, mas os cá de dentro são piores que ela.

Foi devido ao desvario dos parlamentares da Primeira República, 1910-1926, que todo o povo exigiu a Ditadura Militar.

Quando Salazar foi convidado para Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro) em 1932 e fez sair a Constituição de 1933, que no artigo oitavo é clara ao garantir os direitos e liberdades dos cidadãos, Portugal torna-se um dos poucos países Democráticos numa Europa onde pontuavam as Ditaduras.

Salazar é muito explícito ao dizer: "A Constituição aprovada pelo plebiscito popular repele, como inconciliável com os seus objetivos, tudo o que direta ou indiretamente proviesse desse sistema totalitário.”

Compare-se hoje, como todas as Democracias governam e ver-se-á porque falha esta, a Abrilista, que desgraça o povo e protege políticos e seus sequazes. Porque é uma Democracia do faz de conta, com gente pouco preparada, que se aproveita da confusão provocada por Sindicatos coniventes com os Partidos, ganhando dezenas de vezes mais do que o povo que trabalha.

Foi por esse motivo que a bastardia do 25 de Abril e os algozes que levaram o povo à situação aflitiva e miserável em que se encontra, que tentaram apagar a maneira honesta e desassombrada como Salazar governou tentando eliminar tudo o que lhe dissesse respeito para que a juventude não tivesse referências.

Desde a Ponte Salazar até às explicações de tudo aquilo que o Governo fazia, tal e qual como hoje os Governos democráticos fazem, Salazar agiu de forma idêntica, simplesmente não deixou que o povo fosse enganado.

Salazar ouvia as críticas, aproveitava as boas e ignorava a demagogia.

Foi neste contexto que Portugal passou de um país de pedintes a um País de grande progresso e rico.

O Parlamento, que Salazar imaginou, englobava gente de todos os credos e fações com um único desígnio: o bem nacional.

Os Sindicatos eram formados por gente honesta que se preocupava e defendia os trabalhadores, não como estes papagaios que fingindo defendê-los os ajudam a enterrar.

É por este motivo, que tanto Parlamentares como Sindicalistas, estão totalmente desautorizados.

C.S

publicado por regalias às 05:55
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