Sábado, 21 de Março de 2015

A felicidade, a mulher, o saber e o PIB

Ao ler na página do Sapo, um texto de opinião de Sandra Maximiano fiquei feliz e pensativo.

A Sandra partiu da conferência de Subir Lall, chefe da missão do FMI, sobre o PIB português. Recordou parte de um discurso de Robert Kennedy (que está, como todo o texto de Sandra Maximiano, no Google.)

Clique em “O PIB mede tudo, menos o que faz a vida valer a pena”.

A Sandra interroga-se: “O que mede e não mede o PIB?” E responde: “O PIB não mede o bem-estar”. Volta-se a interrogar: “O que faz a vida valer a pena senão a felicidade?” Sobre este aspeto faz mais uma série de considerações. Termina um pouco desencantada, imaginem com quê? Deixo as três últimas linhas do seu texto:

“O PIB continua a ser a medida contabilística, a dominar todas as atenções e isso, no fundo, equivale a viver na boa-fé que é da riqueza que brota o desenvolvimento, o progresso e a felicidade.”

Insisto: não deve perder a leitura no Google ou no Expresso.

No início do ano dois mil escrevi que o século XXI seria o século da mulher, do brotar de toda a sua pujança, firmeza, sinceridade e beleza como encara todos os campos da ciência sem magoar o homem que, por cansaço ou por incapacidade não tem conseguido a harmonia do ser humano que necessita mais de amor do que excesso de riqueza.

Os Estados Unidos, onde a Sandra é professora na Purdue University, poderiam ajudar a resolver os problemas mundiais através das centenas de milhares de alunos que formam nas suas universidades. Não o fazem. Preferem o lucro do armamento vendido ou a imposição de regras pela força. Assim não vão lá. Espero que as mulheres agarrem as rédeas.

A universidade Purdue foi fundada com uma doação de John Purdue, que, tal como muitas outras Universidades americanas, tiveram sempre filantropos e mecenas que nunca teriam no pensamento a sua criação se o saber que aí é ministrado servisse para destruir a humanidade.

Quem melhor que as mulheres para, neste século, à frente de tudo quanto sejam lugares de direção dos países e de chefia em todas as campanhas de saúde preventiva no modo descrito pela Sandra e em todos os organismos de desenvolvimento social, orientação para a igualdade de oportunidades no caminho para a felicidade, poderia fazer igual?

Só o saber acumulado pelas mulheres, em milhares de anos de resignação, aumentado pelo grande desenvolvimento da ciência, fará que a mulher, através do conhecimento e do bom senso, seja capaz de acalmar os loucos guerreiros da ignorância e da estupidez que se matam por causa do PIB em vez de se unirem pelo amor para viver a felicidade.

C.S

publicado por regalias às 07:00
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Sexta-feira, 20 de Março de 2015

Portugal é um país obscenamente democrático

A coscuvilhice e a curiosidade são os grandes prazeres nacionais, este hábito faz de Portugal o país mais democrático do mundo, o mais obsceno e que torna muitos nacionais uns língua-de-trapos por falarem à toa do que não percebem por falta de informação ou informação distorcida.

Esta tendência faz dos portugueses os mais democráticos de todos os povos. Eles querem saber tudo o que se passa tanto na esfera pública como na particular. Tudo à mostra para não só os portugueses saberem como se governa e os outros países saberem como se desgoverna. Foi isso que tramou o Sócrates.

Os de Bruxelas, fizeram a vida negra àquele santo e avisaram a malvada oposição que Portugal estava mais uma vez à beira da bancarrota.

Resultado, Sócrates perdeu a graça e agora ainda o hão de acusar que o dinheiro do milionário curso em Paris foi um exagero. Por esse motivo o meteram num convento em Évora até recuperar a memória para saber de onde lhe veio o dinheiro que andou a esturricar na cidade Luz.

O seu amigo Mário Soares já o visitou e acalmou. Também ele teve dois ameaços de Bancarrotas. Mas servindo-se da máquina de fazer dinheiro, da muita lata e de ter apertado a tarraxa como entendeu, tudo passou, tudo esqueceu. Ele nem aparece na lista dos VIP. Puro como um anjo.

O mal é desta destrambelhada democracia de pernas ao léu. Que mostra o que nunca deve mostrar. Os portugueses são assim. Uns pernas-abertas.

Por causa deste maldito hábito de não guardar tento na língua não resisto a contar um episódio com o meu amigo Cobra, que tinha sido Presidente de Junta de Freguesia da Asseiceira, no antigo Regime. Ele gostava imenso de escrever crónicas no jornal “Cidade de Tomar” do qual foi corrido depois do 25 de Abril devido ao seu hábito de dizer verdades. Dei lhe abrigo no “Templário” e na “Província” e roda livre para escrever o que entendesse.

Saíamos, várias vezes, pelas aldeias. O Cobra conhecia toda a gente e tínhamos que comer e beber nas adegas, senão as pessoas ficavam ofendidas. O Cobra, no final, fazia sempre um discurso de agradecimento. Nem sempre eram os mais apropriados e eu pedia-lhe para não fazer discursos porque nos demorava. Ele não resistia.

Um dia, na Serra de Tomar, depois de bem bebidos e comidos, o Cobra faz o elogio do dono da casa, mas como a dona tinha ali ficado para deixar mais uns nacos de presunto, o Cobra vira-se para a D. Raquel (nome fictício) e remata: o Sr. João (nome fictício) é homem com quem todos podem contar, mas aqui, como a D. Raquel, não há mulher igual, está sempre de pernas abertas para os amigos.

São assim os portugueses, uns tontos, como diria o meu amigo José Pires Ramos, se ainda fosse vivo.

C.S

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Quinta-feira, 19 de Março de 2015

Dois submarinos ao fundo, uma gorda e um ex-comunista

Desde o início segui o processo dos submarinos, começado num Governo Socialista.

Logo que soube pelos jornais da intenção do Governo de comprar três submarinos escrevi ao Ministro da Defesa dando-lhe conta da minha total discordância por uma aquisição escusada, que nem para a pesca serviam e que iria causar graves constrangimentos ao país.

O ministro, simpaticamente, respondeu-me, mas não me convenceu.

Como toda a gente sabe, Guterres abandonou o barco, o Governo caiu, Barroso sucedeu-lhe. Portas vai para Ministro da Defesa e fica com a criança nos braços. Consegue reduzir a compra dos submarinos de três para dois. Passados meses começa o tiro ao Portas com insinuações infames e inconsistentes. Meras suposições com muitos traques expelidos pela Ana Gomes e que tendo sido ridicularizada por uma deputada do CDS em virtude de não ser capaz de apresentar uma prova coerente do que afirma continuou a insistir e a enganar.

Tantas vezes repete a mentira que na cabeça de muitos debilitados mentais acaba por ser verdade.

O Portas, tal como a víbora inteligente e silenciosa, foi enchendo o saco. Ele apesar de ter muitos defeitos é francamente um dos homens mais inteligentes e capazes que têm passados pelos Governos nestes quase quarenta e um anos de histeria, rebaldaria democrática e corrupção de gente venal e de santos que prepararam o futuro fazendo aumentos, arranjando suplementos e mais alguns argumentos para eles terem direito a sinecuras de dezenas de milhares de Euros enquanto o povo, sem voz, da pá e picareta, do trabalho indiferenciado e duro recebe a miséria de menos de quinhentos euros mês a que até Bruxelas se opõe quando se cala às reformas milionárias e ordenados anormais.

Quando o ex-comunista, ex-secretário de Estado Socialista e agora Deputado Socialista, José Magalhães, se atirou ao Portas, este que não é flor que se cheire quando lhe chega a mostarda ao nariz, depois de responder com o silvo da víbora assanhada, acrescentou: “o senhor é deputado, não é polícia, nem investigador, nem procurador nem Juiz. O senhor é uma mente totalitária, porque quando a realidade não corresponde ao que pretende, altera a realidade.”

Na verdade, o sarro comunista do José Magalhães ficou agarrado ao socialista José Magalhães como a lepra aos leprosos.

Até ao dia das eleições, Setembro ou Outubro de 2015, vamos ouvir os demagogos na sua oratória balofa, filha da escola comunista que nunca deu nada a ninguém e que passará para a história como o período mais estúpido e mais negro que assolou Portugal nestes 875 anos de País independente.

C.S

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Quarta-feira, 18 de Março de 2015

Tirar do caos a cultura que faz a diferença

Um dos prazeres da vida e aquele que mais produz felicidade é o saber.

Ter conhecimento do que acontece no país e o que se passa de importante no mundo dá-nos a consciência que existimos e que podemos alcançar mais do que os nossos próprios sonhos.

Vivendo num tempo atribulado em que o caos e a confusão continuada faz parte do dia-a-dia, agarrar num bom livro, ouvir um programa de rádio que nos desperte a curiosidade para todos os segredos e a riqueza do Portugal desconhecido ou para as capacidades de pessoas que fazem do nada o seu modo de viver, a sua distração e o seu ganha-pão, sem fazer do esforço despendido uma tragédia, é algo que desperta em nós uma saudável curiosidade e evita a depressão e o stress que paira sobre a cabeça de noventa por cento das pessoas.

A cultura acompanhada liberta a imaginação. Nada é impossível ao sonhador que teima em vencer a vida.

Se à cultura bebida nos livros, nas rádios, nas televisões juntarmos um curso qualquer de uma Universidade ou de um Politécnico podemos viver na maior das miscelâneas que o futuro e a felicidade estão assegurados porque ao trabalho, seja ele qual for, juntamos a pedra de toque que faz cantar os neurónios e eles deslumbram-nos pelas iniciativas inesperadas e pelas ideias que não se têm se não se fizer um pequeno esforço em ler, ver e ouvir.

A Antena1 é das rádios que mais me desgostam e que mais prazer me dão.

Desgosta-me quando faz a propaganda ao erro. Ainda hoje ouvi no noticiário das 6 que os jovens se vão manifestar contra o Ministério da Educação. A célula do caos que ali funciona indica os locais onde se devem juntar para a barulheira. 

É a incitação à ignorância apoiando ignorantes que automaticamente influenciam débeis mentais levados pela manipulação. A isto agrega cantigas, pseudo contestatárias, sem som, nem dom, nem verdade.

Mas a Antena1 também me entusiasma quando oiço “Este Sábado”, “Visão Global” ou os toques de graça do “Portugalex” que é um desopilante natural.

A juntar a estes, para que a cultura e a credibilidade do ser humano não seja posta em causa e todos possam ter a certeza que o impossível não existe, sugiro-lhe que oiça ou veja a “Visita Guiada” de Paula Moura Pinheiro. O último que ouvi, dia 12, foi sobre Elvas. Tem ainda “Mais novos do que nunca” de Pedro Rolo Duarte que conversou, dia 16, com Sancha Trindade. Ao ouvi-la sente-se o deslumbramento de uma jovem em movimento inteligente e permanente. Programas sempre disponíveis.

Emissões totalmente diferentes mas que refazem o desgaste sofrido por um país em consumição diária e que precisa destes tónicos para que a identidade portuguesa não enfraqueça nas aras da tristeza e da boçalidade a que temos sido condenados.

C.S

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Terça-feira, 17 de Março de 2015

A Natureza tem no sexo um aliado endiabrado

Os crimes e as violências de cariz sexual que, cada vez mais, têm vindo a lume devem-se a dois elementos. O segundo multiplica o primeiro.

Falo da Natureza. O ser humano é comandado pela Natureza. Ela é a senhora absoluta a que nada nem ninguém resistem.

A Natureza tem no sexo o seu maior aliado e nos machos os seus mais fiéis servidores para que lhe aperfeiçoem, burilem e desenvolvam o Universo.

Somos escravos cheios de cio e de potência que só o trabalho abranda.

Vemos homens inteligentíssimos, caso de Bill Clinton, que não resiste ao cheiro de uma secretária, sem graça que quase o faz cair do seu pedestal, lhe causa uma vergonha enorme e uma doença de coração porque não resistiu a despejar no trombone a pulsão natural.

Na Índia e Bangladesh apesar dos violadores serem condenados à morte, isso não tem evitado os atos. A Natureza precisa de semental.

O segundo elemento, que levianamente ajuda a Natureza é a Comunicação Social. Ao divulgar factos sexuais por muito escabrosos que sejam, multiplicam o erro que vai desde a violação de bebés a mães que violam as filhas, incitadas pelo amante como prazer visual de loucura extrema. Caso sucedido em São João da Madeira e que vai a tribunal.

Ou aquele que nos é relatado do Brasil com um rapaz de catorze anos com dois pais e que, por pensar que aquela situação era natural, se metia com os colegas da escola e os desafiava a ter relações. Tantas vezes isso sucedeu que os colegas lhe quiseram dar uma lição. Fizeram-no passar por uma fila de jovens que o pontapearam e socaram. Acabou por falecer por alguma pancada mais forte no sítio do martelo libidinoso.

A Censura tentava prevenir estes casos. As pessoas podiam fazer o que entendessem com os seus corpos, não o podiam era publicitar para não dar naquilo que está a acontecer e de que os casais do mesmo sexo serão sempre o elo mais fraco por muito dinheiro que tenham para propagar o vício julgando que um maior número de pedófilos e de pederastas os salvará. Impossível. A Natureza não deixa. Ela quer gente que procrie.

A República Democrática Alemã (RDA) cultivou o nudismo como algo saudável e em muitos locais públicos: jardins, piscinas etc., era frequente ver gente nua fazendo ginástica, (como se pode observar no jornal i de Sábado, 14 de Março) nadando ou apanhando Sol.

O Partido comunista Português compensava os seus militantes jovens e mais aplicados com férias na Suíça. Não os avisava da surpresa mas para os locais onde os enviava, o banho matinal era feito com rapazes e raparigas todos nus, e tinham anexa piscina onde passavam uma parte da manhã.

A Natureza tem no sexo do português um aliado endiabrado que é muito difícil conter quando está de cabeça perdida.

O 25 de Abril tem ainda muitas histórias escondidas e embaraçosas para contar.

C.S

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Segunda-feira, 16 de Março de 2015

Congresso da cacofonia ou da histeria militar

A inépcia dos militares arregimentados para abrir o cano de esgoto em que Portugal tem vivido nestes quase quarenta e um anos de continuada insensatez e descaramento é suportada pela turba que vivendo à custa do orçamento tudo beneficiou com o ato heroico destes paranoicos elevados a heróis de sargeta.

Marcello Caetano, perante o despautério de Spínola que garantia uma descolonização ordeira, com o apoio do seu amigo Costa Gomes, deixou que a revolução se consumasse sem qualquer oposição por parte do Governo.

A choldra que veio do estrangeiro, Soares, Cunhal e companhia resolveu endeusar os militares para deles fazer gato-sapato o que conseguiu facilmente devido à menoridade mental dos comandantes, assumidos mentores do golpe infantil que transtornou a populaça quando as promessas foram mais do que a verdade das mesmas e por isso os militares deixaram e apoiaram o roubo de um milhão e quatrocentos hectares de terras, ocupações de casas, destruição de empresas e consequentemente do tecido empresarial.

Depois de Palma Carlos ter deixado o cargo de Primeiro-ministro do Primeiro Governo, sucedeu-lhe o Comunista louco, General Vasco Gonçalves que nos II, III, IV e V Governos Comunistas, em discursos inflamados e disparatados tentava fazer do Partido Comunista o maior Partido Português. Para o conseguir com segurança, todos os Partidos tiveram de assinar um Pacto MFA-Partidos, no qual os militares impuseram toda a mixórdia que entenderam e que tem dado o resultado que todos temos vivido.

O Vasco sofreu uma desilusão enorme. Ele que tinha desbaratado a pesada herança para contentar o povão, o povo comeu-lhe a minhoca e despejou a tripa no anzol, o Partido Comunista teve uns miseráveis 12,5%.

O heroico e excelso democrata de pandeireta Vasco Gonçalves garante “Não perderemos por via eleitoral aquilo que tanto custou a conquistar”. Outro valoroso militar, Faria Paulino, semelhante ao anterior, bufa: “Portugal, mesmo que não queira, terá bordado, na sua bandeira, uma estrela de cinco pontas”.

A esta cacofonia e histeria militar, a esta democrática-ditadura faz o Vasco guedelha o folclore anual. Este pá, em tempos, teve a lata de concordar com o Pires Veloso que ele é que devia ser escolhido para Chefe em vez do seu camarada Ramalho Eanes que, de toda esta tropa-fandanga, é o mais sério e ainda o mais desprezado por todas as elites políticas, o que lhe deu maior credibilidade.

A miséria moral é tanta que, os aspirantes a Presidente desta República de calhaus, se rojam aos pés do Guedelha para este lhes dar a bênção.

C.S

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Domingo, 15 de Março de 2015

A produtividade dos trabalhadores portugueses

São raros os países que não recebem com satisfação trabalhadores portugueses.

No estrangeiro o português vai para ganhar dinheiro e para aprender. Mas quando vai para ensinar excede todos os parâmetros e ultrapassa em muito o que é esperado das suas capacidades.

Aquilo que acontece não é de hoje. Pouco depois do início da nacionalidade em 1276, Pedro Julião foi eleito Papa com o nome de João XXI. Mas desde as primeiras terras descobertas até àquelas com que entabulámos relações, por todo o lado os portugueses se mostraram honestos, competentes e muito trabalhadores.

No tempo de D. João III, 1521-1557, André de Gouveia, natural de Beja e André de Resende, natural de Évora, o primeiro foi Reitor da Universidade de Paris e o segundo aí professor.

Fora de portas nunca os portugueses fizeram má figura, nem deixaram ficar mal o País onde nasceram.

No Tempo do Estado Novo as pessoas sentiam orgulho no que faziam. Trabalhassem para eles próprios, ao serviço de outras pessoas ou para o Estado tudo saía perfeito.

O trabalho para eles era sagrado. Havia homens excecionais de habilidade e de orgulho no trabalho que desempenhavam. Quando saiam para o estrangeiro, com passaporte ou sem ele, pediam meças a qualquer um.

Em 1959 estava eu no Consulado de Portugal em Paris. Aí apresentavam-se, todos os dias, centenas de emigrantes que requeriam passaporte por terem chegado “a salto” (clandestinamente).

Nessa época, Paris enterrava todos os fios aéreos e por isso era preciso abrir valas. A tabela por homem era dez metros de comprimento e um de fundo por dia. Muitos portugueses passavam os trinta metros e um chegou a quase trinta e quatro.

A seguir ao 25 de Abril a queda foi abrupta. Em Portugal o trabalhador que trabalhasse normalmente era criticado pelos colegas e se ele continuasse como não o conseguiam convencer a fazer o contrário muitas vezes tentavam humilhá-lo ou ridicularizá-lo para que a pressão psicológica o fizesse desanimar, quando mesmo assim não conseguiam o intento começaram a encostar-se e a usufruir do trabalho alheio como se fosse o deles.

Ainda hoje, muitas fábricas sofrem deste hábito. É por este motivo que Bruxelas continua a insistir que os ordenados dos operários não podem aumentar mais porque a sua produção continua baixa em relação aos outros trabalhadores da União Europeia.

C.S

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Sábado, 14 de Março de 2015

Grevistas, os mais estúpidos e os mais cobardes

A situação em que se encontra Portugal deve-se principalmente ao Partido Comunista e aos oportunistas, tão estúpidos como os anteriores, que paralisaram sempre que uma empresa entrava em greve por discordância com o patrão da mesma.

Quando do roubo das herdades, naquilo que os comunistas chamavam Reforma Agrária, para sacar tudo quanto lá havia e largar só no osso, mas culpando o Governo, lembro que muitas vezes os trabalhadores da CP, que tinham sido aumentados quase sete vezes o ordenado inicial, e os Transportes Rodoviários paravam por solidariedade com os gatunos que tinham limpo as herdades numa idiotice difícil de explicar e que que fatalmente, mais cedo ou mais tarde daria este situação pela qual todo o país está a passar.

O resultado destas paralisações foi que empresas sólidas e bem administradas como os “Claras” de Torres Novas foram vendidas ao preço da uva mijona a estrangeiros conluiados com políticos portugueses, que se serviram de testas de-ferro, para que o escândalo continuasse sem que o povo se apercebesse dos seus intentos.

Em Torres Novas seguiu-se a metalúrgica Nery, a Fábrica de Fiação e outras indústrias, altamente rentáveis, que de um momento para o outro soçobraram porque as paralisações eram constantes às ordens do Partido Comunista.

Cunhal julgou que Portugal tinha sido jugulado facilmente. Os erros cometidos foram tanto e tão gravosos que custa a acreditar como é possível ser tão estúpido ou tão execrável.

A greve de ontem, dia 13, tem precisamente os mesmos contornos com a agravante do ajuntamento arrastar escolas e hospitais com médicos, altamente pagos, e enfermeiros a fazer coro e choro de mama continuada.

Os enfermeiros, depois da recusa de prestar socorro às pessoas infetadas pela Legionella deviam passar a ganhar o ordenado mínimo e não serem aumentadas a nível dos enfermeiros ingleses tal como Guadalupe Simões veio, sem qualquer rebuço, exigir quando não se disponibilizaram, como era seu dever deontológico, prestar assistência a doentes que acabaram por falecer.

Por estes motivos, os grevistas ou são estúpidos por não pensarem nas consequências dos seus atos ou são cobardes por obedecerem a Sindicatos que os humilham e lhes roubam o salário que perdem ao faltarem ao trabalho.

C.S

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Quinta-feira, 12 de Março de 2015

Democracia de interesses e de indiferença

As guerras à porta da Europa têm-me dado volta à cabeça.

Hoje, ao passar os olhos pelos jornais internacionais, li no “Le Monde” aquilo que cada dia se torna mais visível. O Estado Islâmico também já está de armas e bagagens instalado na Líbia.

E tudo começa no Iraque com aquele execrável Bush filho e com o apoio do Tony inglês que se fez católico para que o pecado lhe fosse perdoado.

Há coisas que não têm perdão. Se o Bush é considerado um boçal sem escrúpulos, o Tony Blair é inteligente e mais infame porque tem a noção do que faz e do mal que acarreta para milhões de pessoas.

O Bush e agora o Obama têm-se servido da Democracia para cometerem crimes nauseabundos julgando que os seus superpoderes os tornam invulneráveis à maldição. É precisamente o contrário. Ficarão na história como monstros assassinos que o tribunal não julga porque tem medo de ficar sem manjedoura.

A Democracia destes democráticos países cobre todos os seus interesses nos Estados Unidos da América com o assassinato democrático na via pública ao apertar o pescoço a negros que têm a ousadia de responder ingenuamente às Forças da Ordem que os abatem como cães raivosos.

Os desgraçados morrem sem saber porquê, ou fuzilam-nos no Utah.

Do mesmo modo e usando o mesmo critério invadiram países porque estes manifestaram interesse em negociar preferencialmente com outras nações como foi o caso do Iraque, da Líbia e da Síria.

Sarkozy, Cameron e Obama trouxeram a guerra para os campos da Europa. Todos a sentem. Agora insistem em gastar biliões de euros em troca de ferro e tecnologia para travar terroristas que qualquer polícia internacional é capaz de fazer com muitíssimo menos gastos, mais eficiência e menos excitação.

A Alemanha já vê aqui o gozo da guerra, a masturbação mental.

Obama se atingir os seus objetivos vai colocar a Europa a ferro e fogo. Qualquer pretexto servirá para passar à Ucrânia e ao confronto com a Rússia, que tenta evitar a catástrofe. É-lhe indiferente o sacrifício das populações.

E os governantes não veem este erro? Qualquer armamento não servirá de nada perante o poderio atómico de uma Rússia, uma América, uma China, mesmo que a Inglaterra, a França e outros loucos gritem que também estão armados destes fogareiros infernais.

E todos são países democráticos. Que bela mentira. Que morte tão feia e tão trágica.

O Portugal de Salazar com, toda a sua autoridade, foi sempre muito mais democrático do que todas as democracias dos democratas ocidentais.

C.S

publicado por regalias às 19:16
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A Europa tenta, mais uma vez, o suicídio

De maneira subtil a Europa sussurra a necessidade de se armar para se defender e suicidar.

Defender de quem? Só se for do Estado Islâmico, cuja bestialidade só não é destruída porque alguém está de palanque a estudar estes hominídeos.

A verdade é outra. Os governantes Europeus como atingiram o máximo da prosperidade acham que a têm de defender, e todos devem gastar o que não têm, caso de Portugal, Grécia, Irlanda, Estados Bálticos, Ucrânia.

Todos têm de comprar o que os bondosos Estados Unidos têm para vender em quantidade e mortalidade.

Àqueles que ainda não têm o garrote das dívidas, endividam-se, que o FMI com o papel e tintas americanas empresta quanto for preciso e a juro que irá pagar a lavagem de dinheiro em rotativas que nunca param.

E é nesta feérica loucura que a Alemanha, que até se tinha mostrado contida nos seus impulsos de combatente insaciável, volta a mostrar que o cheiro da guerra a começa a perturbar e ensandecer ao ir na conversa dos conquistadores dos territórios Índios e dos financeiros judeus.

Os Estados Unidos da América primeiro compram através de empréstimos impagáveis e depois exigem. Impõem o que pretendem.

E que pretendem estes sonhadores de ilusões sangrentas?

Primeiro, que o Estado Islâmico e os seus fanáticos infiltrados e a viver na Europa desencadeiem o caos e o morticínio em vários pontos da Europa para eles virem em socorro dos velhos aliados e colocar as suas bases de maneira a atemorizar o Urso Russo.

Segundo, falhando esta hipótese, endividar ao máximo a Ucrânia e obter dela os tratados que entender em colaboração com os anjinhos europeus.

Terceiro forçar um confronto Europa-Rússia para a NATO ser a primeira a testar a capacidade de reação das forças russas e a melhor maneira como poderá desferir o seu golpe.

Embora o que digo pareça fantasia, acho bem que a Europa não desperdice dinheiro em armamentos que nunca lhes servirão para a sua segurança. Pelo contrário podem ser a sua desgraça e o seu sumiço.

Soube-se há algum tempo que afinal o planeta Marte tinha quantidades de água superiores às da Terra. Tudo desapareceu. Sinal que aí houve vida e que a mesma brutalidade que ofuscou os marcianos está a dar sinais entre os terráqueos.

Quando ribombar a hecatombe os continentes serão engolidos pelo mesmo sopro que os criou e os vomitará, com repugnância, no espaço.

C.S

publicado por regalias às 07:16
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