Terça-feira, 21 de Abril de 2015

Heróis forjados pelo jornal i e outros inocentes

Os heróis forjados pelo jornal i, pela Antena 1 e por outros videirinhos que têm de estar sujeitos às diferentes gamelas que os sustentam, foram todos comandados pelo mesmo estratego que dirigiu a Revolução do 25 de Abril e a seita criminosa conhecida por FP 25 que assassinou mais de uma dúzia de inocentes, destruiu bens, assaltou carrinhas de valores e bancos num total de um milhão e trezentos e vinte mil euros que distribuíram pelos quadrilheiros, dois quais o Jornal i traz na imagem das páginas 8 e 9 da Edição de Sábado/Domingo, dias 18/19 além do herói Otelo, os comparsas Mouta Liz, César Escumalha e Pedro Goulart.

O Pedro Rainho que assina o paleio sobre um dos muitos heróis de pataqueira que foram em procissão fazer aquela perigosíssima revolução do 25 de Abril autorizada por Marcello Caetano desde 16 Março anterior, quando o Golpe das Caldas foi uma banhada tão perigosa como a seguinte e com as consequências conhecidas.

Se o jovem Rainho soubesse um pouco de história ou tivesse passado os olhos por um livrito de psicologia intuía imediatamente que o feroz Maltês Soares teria reagido de maneira violenta quando lá aparece o homenzinho de que trata na crónica.

Caso o Maltês Soares e todos os agentes não tivessem recebido ordens para não reagir, pobre do Luz e da outra maralha comandada pelo inconsequente chefe de bandoleiros da FUP.

Se tivesse achado que o jovem tinha arcaboiço para desmontar todo o circo, eu até lhe fornecia material para investigar junto de personagens que viveram os acontecimentos por dentro e honestamente desmascarem estes heróis de galinheiro que a Comunicação Social tenta iludir para vender histórias que quanto mais recordadas, mais espezinhadas serão através das verdade dos factos.

O monstro de que fala o Rainho foi aquele que conseguiu salvar Portugal de uma miséria cento e cinquenta ou duzentas vezes maior do que aquela que o povo português enfrenta nos dias de hoje.

O monstro criou-lhe o Portugal moderno que só tinha de ser continuado. Marcello Caetano ao entregar o poder a Spínola nunca imaginou que aquele pavão e os garotos que o rodearam conseguissem destruir um Portugal com sólidos alicerces.

Enganou-se. As trombetas da Comunicação Social, os elogios disparatados e políticos que preferiram pactuar com os erros dos que tinham armas daqueles que os aconselharam para o bem de Portugal e dos portugueses deram o resultado que todos conhecemos sem que se possa prever um fim para toda a bandalheira em que estamos envolvidos.

C.S

publicado por regalias às 06:33
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Segunda-feira, 20 de Abril de 2015

Polícia Internacional e Defesa do Estado e o mito

Se compararmos a Polícia Internacional e Defesa do Estado às suas congéneres Americana e da União Soviética, a CIA e a KGB, verificamos espantados que a monstruosa PIDE, afinal era uma pequena Organização de Segurança portuguesa e que em confronto com a CIA e a KGB não passava de uma vulgar e pachorrenta organização policial que vivia mais da fama do que do proveito.

Os comunistas tinham-se encarregado de espalhar o terror. Eles próprios fizeram que o medo guardasse a vinha.

Não é plausível que, menos de 400 agentes, estivessem em todo o lado e em todo o país.

Quando ouvi Arons de Carvalho, a propósito da fundação do Partido Socialista, falar nas precauções que tiveram para se encontrar sem que a polícia desse por eles, recordo também as precauções que os capitães que tramaram Abril tiveram nas suas reuniões de comezainas revolucionárias que são matéria para várias peças cómicas.

A organização de um Estado tem de descer a todos os pormenores por mais ínfimos que sejam de modo a que todos os cidadãos vivam bem e com total segurança. As polícias são fundamentais para travar impulsos irrefletidos e prejudiciais aos mais vulneráveis.

Aos exércitos criados para matar e morrer, prefiro a polícia para prevenir e defender.

Salazar preocupou-se em defender Portugal do Minho a Timor e todos os seus cidadãos. Fê-lo cuidando primeiro dos mais frágeis, daqueles que não tinham de comer, as suas roupas eram andrajosas e sapatos só raramente. Podemos verificar isso nos jornais e revistas desse tempo.

A miséria da Primeira República era uma afronta à dignidade humana. Salazar primeiro tratou de alimentar servindo-se, muitas vezes, dos quartéis e do rancho, das Misericórdias e das Casas de beneficência, seguiram-se as Escolas, a implementação de pequenas industrias e a seguir as Obras Públicas com destaque para o Ministro Duarte Pacheco.

A polícia pouco o preocupou. Os militares é que tomaram sempre em mãos os cargos, os distribuíam e orientavam. Por isso a PIDE esteve sempre nas mãos daqueles que tinham criado a primitiva PVDE.

Se compararmos as insanidades dos revolucionários do 25 de Abril aos atos cometidos pela PIDE e às suas prisões arbitrárias chegaremos à conclusão que estes pretensos democratas foram bem mais violentos ao prenderem e aterrorizarem milhares de cidadãos, chegando ao ponto de os ameaçar meter no Campo Pequeno e dos fuzilarem, não se coibindo de passar centenas de mandatos de captura em branco, assinados por Otelo, para que o terror submetesse todos os pacatos cidadãos às ordens de gente boçal e impreparada para guardar um rebanho de cabras quanto mais para tomar conta da direção de um país.

E acontece tudo isto porque a Polícia Internacional e Defesa do Estado vivia mais da fama do que do proveito.

O Arons, que é inteligente, só lança o desabafo porque há 40, jovem e ignorante, era isso que pensava do mito que era mais lenda que verdade.

C.S

publicado por regalias às 06:41
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Domingo, 19 de Abril de 2015

Nas greves absurdas há sempre corruptos

A anormalidade dos quatro Governos Comunistas II, III,IV, e V, liderados pelo coronel Vasco Gonçalves que tudo tentou para se eternizar no poder através de ameaças, prisões arbitrárias, roubos de propriedades, destruição de empresas, seguindo a linha Leninista a mando de Cunhal, no apelidado PREC foi secundado por greves que de ano para ano foram aumentando sem nunca beneficiarem os trabalhadores, mas enriquecendo políticos e sindicalistas.

São chamadas as greves do absurdo e só podem ser explicadas porque os mandantes são altamente pagos para as provocar e há agentes grevistas que foram reformados jovens e outro trabalho não têm senão engrossar as hostes de mentecaptos que gritam, incitam e impedem, quem quer trabalhar, de o fazer.

O resultado das greves nos transportes públicos é devastador.

O Governo fica de mãos atadas porque esta incrível Constituição protege os canalhas, confere-lhes direitos, sem quaisquer deveres ou simples arremedos dos mesmos.

Como é possível, o Governo dever milhares de milhões de euros e cumprir as suas funções sociais de proteger não só a classe média, mas também ajudar todos aqueles que foram lançados na pobreza porque o tecido produtivo foi destruído a mando do infame Cunhal que assim seguiu as obsoletas regras Leninistas e Estalinistas e os seus seguidores. Como não conseguiram os seus primeiros intentos acham que, com a greve, eles atingirão os objetivos.

Para quê? Como? Quem são os quadros que esta gentalha apresenta?

Podia aqui desfiar as grandes cabeças que compõem a seita comunista e os quadros não passariam de uma quadrilha de incompetentes que em poucos meses acabavam com um Portugal que há quarenta e dois anos era um País seguro e rico, com uma das moedas mais fortes do mundo.

As pessoas que tinham saído da Primeira República onde só havia miséria tinham sido capazes de, no Estado Novo, reverter a situação através do trabalho e entregar a Spínola um País sem dívidas e próspero.

Estas greves do absurdo só se explicam porque existem corruptos a quem interessa que a TAP vá à falência e poder ser entregue, a um determinado comprador, por nada.

É fundamental que seja feita uma auditoria e separar os que fazem as greves por burrice e os que as fazem por corrupção. Não vejo outra maneira de deslindar este absurdo.

C.S

publicado por regalias às 06:35
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Sábado, 18 de Abril de 2015

A Democracia arrasta os países estúpidos para o suicídio

A primeira vez que visitei um país de Leste foi antes do 25 de Abril.

Estava em Berlim Ocidental, RFA, e resolvi saltar o muro. Dirigi-me ao local de passagem onde os guardas verificavam os passaportes. O meu não me permitia a entrada. Expliquei que estava de passagem por Berlim Ocidental e como ainda tinha uns dias livres gostaria de visitar Berlim Oriental, RDA. Depois de algumas horas de espera deixaram-me entrar com muitas recomendações.

Gostei imenso da cidade.

Quando regressei a Portugal, durante os dois ou três anos seguintes até ao 25 de Abril, encontrei-me muitas vezes a pensar que o comunismo e o capitalismo entrelaçados e depois de expurgados alguns dos preceitos de um lado e de outro eram capazes de formar um sistema perfeito para o ser humano viver mais feliz e mais próspero.

Entretanto rebentou a bernarda dos tolos. Também devia ter ficado contaminado e deixei de me preocupar com o assunto.

Aquilo que tem acontecido com Portugal desde o 25 de Abril parece uma brincadeira de imbecis onde cada um é mais imbecil que o outro que assiste ao suicídio do seu próprio país, fica indiferente e não toma a atitude que impede a tragédia.

Na Primeira República, Afonso Costa, que fez das greves a sua bandeira para conquistar a simpatia dos trabalhadores, quando viu que elas estavam a destruir o país, proibiu-as e meteu os sindicalistas a ferros. Passou de amigo dos sindicalistas a ser apelidado de “Racha Sindicalistas”, mas já não conseguiu travar o descalabro da Primeira República, que acabou nas mãos da Ditadura Militar em 1926.

Quando Salazar, passados dois anos, entra para o Governo como Ministro das Finanças, já as greves eram proibidas. Ao ser convidado para Primeiro-Ministro em 1932 e ao fazer sair a Constituição de 1933, deixou continuar a proibição das greves, embora por vezes tivessem sido feitas sem consequências para os grevistas. Só por duas vezes, que me lembre, alguns contestatários foram presos.

Onde quero chegar? Aquilo que está a acontecer na TAP é o culminar do chorrilho de greves que tem depauperado este país até ao osso.

A Democracia não pode ficar refém de verdadeiros traidores a Portugal e ao povo que vive miseravelmente.

Num tempo excecional tem de haver leis excecionais. Pois que saia uma que impeça as greves durante tempo indeterminado ou então outra em que os trabalhadores grevistas possam ser expulsos sem qualquer indeminização.

Compare-se o que acontece nos Estados Unidos, China e Rússia para que os Governantes não fiquem com problemas de consciência e coniventes com gente de tanto egoísmo e estupidez a quem só a força trava o erro.

C.S

publicado por regalias às 06:30
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2015

Os valores e os valorosos do 25 de Abril

É de espantar ouvir um boçal, mal artilhado, mas de prosápia incontida aproveitar o mês de Abril para endeusar indivíduos sem classe, vulgares e ufanos do que ouviram deles, mas que eles nunca teriam feito sem a ajuda de Marcello Caetano que já tinha avisado Spínola e Costa Gomes que a seguir ao levantamento das Caldas que meia dúzia de agentes da Polícia Internacional e Defesa do Estado tinha intercetado e mandado regressar ao quartel, entregaria o Governo.

O 25 de Abril foi assim feito por uma rapaziada que, sabia que mesmo que o golpe falhasse, as consequências não seriam nenhumas e pouco depois voltariam a ser promovidos e festejados em copiosas e alegres jantaradas.

O 25 de Abril caiu-lhe nos braços e os coitados em vez de se darem por contentes e entregar o país a quem sabia, incharam como a rã que queria ser touro e rebentaram um a um por incapacidade e leviandade.

O arauto exige ao Governo que cumpra os valores de Abril.

E quais são eles?

A morte de civis pelas costas, junto ao Quartel do Ralis e sem qualquer justificação para tal ato.

A ocupação e roubo de propriedades com a proteção dos valorosos que erguiam alto os valores de abril na ponta das espingardas e metralhadoras roubadas pelos próprios, os mui insignes militares que tinham feito o 25 de Abril e se tornaram a cópia dos arruaceiros que em 1921 mataram quem lhes deu a República, Machado dos Santos, o Primeiro-Ministro António Granjo etc.

Os valores que os valorosos poltrões querem incensar são aqueles que eles se recusaram a cumprir: de proteção às Embaixadas estrangeiras deixando que a Embaixada de Espanha na Praça de Espanha fosse saqueada e incendiada. E não falo do julgamento popular onde um comunista assassina um proprietário de terras e é solto. Ou ainda do Pacto MFA Partidos com regras ditadas pelos valores dos valorosos inconscientes.

Os valores de Abril têm dois ícones que ninguém deve esquecer: Otelo, o estratego do 25 de Abril, que se tornou chefe de bandoleiros e de assassinos e o Vasco Gonçalves que ao saber que o Partido comunista tinha 12% de votos e por isso perdido a possibilidade de governar sozinho o país, declara que o Partido Comunista não perderia por via eleitoral aquilo que tanto custou a conquistar”. Ou seja, regressar à miséria da Primeira República.

Estes valorosos aldrabões continuaram e continuam a espalhar os Valores de Abril: a mentira, a demagogia e a ameaça quando dizem querer correr com um Governo legítimo à cacetada.

E a Esquerda, a direita e os extremos continuam todos a bater palmas, porque são todos farinha do mesmo saco e têm os burros que montam, zurram e fazem greves até acabar a palha.

C.S

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

A ditadura dos ignorantes não aproveita a ninguém

Ao teimarem na mentira, tanto Cunhal como Soares aproveitaram a ocasião para insistirem na Ditadura portuguesa e no fascismo.

Salazar advogava a autoridade para, como diz: “Um Estado deve ser suficientemente forte para não ser violento”

A Ditadura foi Militar e assumida pelo Presidente da República, General Carmona, que prefaciou o livro “A Ditadura Militar” de Leopoldo Nunes e se assumiu como Ditador, sem quaisquer problemas e com toda a honestidade. Por isso, tal como Salazar foi sempre respeitado por mais de 95 por cento da população.

Chamo hoje este assunto a terreiro por dois motivos. Um para felicitar o jornal i pela magnífica ideia de trazer a público os “Arquivos do Poder”. Começou como é natural pela Torre do Tombo que toma o nome de Tombo porque tombar um documento era registá-lo.

Ana Sá Lopes transcreve, com muita naturalidade, o que os diretores ou subdiretores de cada arquivo vão debitando.

O segundo motivo é para assinalar um erro que se continua a inculcar aos três Presidentes. Só um, o primeiro, pode ser apelidado de ditador por ocupação de cargo, não pela prepotência que lhe está associada.

Tenho a certeza que o Gaspar, diretor do museu da Presidência, é muito mais ditador ao ditar o erro para o incutir nas gerações futuras quando afirma que Craveiro Lopes e Américo Tomaz eram ditadores.

Grande ditador, o Almirante Américo Thomaz, que era de tão grande afabilidade e simplicidade que toda a gente lhe falava naturalmente. Grande ditador, que ao contrário dos corruptos dos nossos dias aproveitava as agendas da Sacor para não gastar dinheiro ao Estado.

A Ditadura de Carmona acabou com a Constituição de 1933. O Gaspar devia saber isso e verificar se as palavras fascismo e ditadura se podem aplicar no Estado Novo ou se neste Estado abandalhado que consolidou a ditadura da estupidez quando os Partidos se submeteram à Ditadura do MFA ao assinarem o Pacto MFA-Partidos, caso contrário não havia Constituição. E aquela que existe foi condicionada por gente inculta e desqualificada, mas que tinha as armas. E, se quiser, ao fascismo do PREC com a violência, os roubos e a ocupação e destruição de empresas que nos Governos do comunista Vasco Gonçalves aconteceram.

Por isso mesmo o título deste escrito. “A ditadura dos ignorantes não aproveita a ninguém”. Devia acrescentar: aproveita aos subservientes que numa infame tautologia enganam os mais ingénuos para, pensam eles, salvaguardar, com lautos benefícios, a sua própria sobrevivência.

C.S

publicado por regalias às 06:17
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Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

A pressão de médicos aumenta a depressão de jovens

A juventude portuguesa tem servido de suporte a todas as atividades médicas para sustentar uma classe que faz do Governo gato-sapato e dos Ministérios da Educação e da Saúde, os alvos mais apetecíveis.

Paulo Macedo já descobriu que a quantidade de doentes e de consultas não eram normais.

O doente com uma unha encravada, um inchaço num braço é incentivado a ir ao hospital onde tem sempre gente simpática a atendê-lo porque a ordem é rica, mas aumenta todos os dias e é necessário que os clientes não faltem pois quem paga a conta é o Estado.

O Ministério da Educação é uma mina para quem vive da saúde dos outros.

Os alunos até parecem que têm maior assistência do que no Estado Novo. Não é verdade. Todos os liceus tinham gabinete médico e enfermeiras. Recebiam os cuidados necessários, os médicos sobravam e por isso arranjavam outras profissões.

O Liceu Nacional de Castelo Branco tinha o Dr. Alberto Trindade adstrito ao Gabinete Médico. Era uma pessoa excecional. E mais dois médicos que eram professores, o Dr. Carriço de Educação Física e o Dr. Moura Pinheiro de Inglês.

Hoje a proliferação da gente da saúde dá casos caricatos e que só não são dramáticos porque alguém dá por eles, os corrige e se cala. O caso de miúdos que não têm necessidade óculos, mas têm de os comprar e colocar durante uns tempos é recorrente. As lentes praticamente não têm graduação, e acabam de ser postos de lado. Os dentistas (odontologistas) são peritos em colocar freios nos dentes para andarem certinhos. Poderia continuar esta saga menor e sem grandes consequências a não ser para os rombos dos cofres do Estado se não tivesse um assunto bem mais grave que acontece com médicos que podem causar problemas.

Os medicamentos receitados para a depressão em jovens que não sofrem de qualquer depressão podem considerar-se um verdadeiro crime pelas sequelas que daí podem advir.

Conheço o caso de um jovem que um amigo, me relatou que só não deu em desgraça séria porque esse meu amigo o levou a um médico particular e imediatamente lhe disse para parar com a medicação que tomava há mais de um ano. Mas para não ofender a colega disse ao jovem para lhe dizer que já se sentia bem e se podia parar de tomar a droga.

O Jovem tinha-se transformado totalmente: estava abúlico, desinteressado, sofrendo de outros sintomas.

Quando agora leio que os psicólogos estão a lançar o isco do convencimento dizendo que os adolescentes portugueses apresentam sintomatologia depressiva e já começaram a lavrar o campo para enganar pais e escolas, aconselho-os a eles próprios tomarem a medicação e verificarem a reação sexual e mental.

Há muito que toda a gente duvida da sanidade dos psicólogos, mas eles nunca descuram os seus interesses e as contas bancárias.

C.S

publicado por regalias às 06:01
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Terça-feira, 14 de Abril de 2015

Um Papa sem tento na língua e juízo na cabeça

Embora achasse estranho que o homem escancarasse as portas do mistério que a sagrada Instituição esconde no meio de hóstias e de paramentos não me preocupei com o assunto.

Hoje em dia todos sabem que Jesus Cristo é filho de Deus, assim como tudo à face da terra.

Os primeiros cristãos viram em Cristo um bom exemplo e uma fonte de rendimento que lhes valeu muitos sacrifícios como é próprio das multinacionais e dos seus investidores.

Se quisesse explicar isto com uma figura de estilo, um tropo, diria que Cristo funciona como uma sinédoque ou seja a figura que usa a parte pelo todo. Exemplo: Deus entregou o mundo a Cristo.

As palavras insensatas de Francisco transformaram-no em Papa turcos.

E isso resulta no que resultou, não beneficiou Turcos nem Arménios e acirrou ódios velhos.

Tem de ter tento na Língua, Papa Francisco. Não pode querer agradar a todos e não sofrer graves desilusões.

Um Papa, que lançou o mistério para trás das costas, e se mostra como gente normal, que até bate palmas a pais de pederastas e de pedófilos como aconteceu com um seu amigo que o visitou no Vaticano não pode esperar complacência. O senhor tem de ter mais juízo do que o comum dos mortais. Se não consegue desista, para que essa Instituição milenar não soçobre.

Os tempos são outros e o avanço da Ciência, com o Bosão de Higgs, qualquer dia é capaz de nos mostrar o Espírito de Deus de modo a que todas as nações O adorem e se deixem de guerras estúpidas e de crucificações infames.

O senhor recordou o genocídio Arménio há cem anos. Os Turcos podiam ter-lhe recordado os genocídios cometidos pelos Cruzados ou o dos Americanos sobre os Índios ou o dos Espanhóis em 1521 com a eliminação quase total do povo Asteca.

E que me diz ao que aconteceu ao Iraque, à Líbia e à martirizada Síria?

Ai Francisco, Francisco! Ser Papa não é o mesmo que usar a linguagem do pegureiro habituado a usar o linguajar que só os irracionais entendem.

Deus tenha piedade de si.

Se calhar tem de fazer o mesmo que Camões, que ao escrever os Lusíadas e para não errar pediu ajuda às Tágides. O senhor pede ao Deus Universal e não volta a ser irrefletido.

C.S

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Segunda-feira, 13 de Abril de 2015

A bandalheira em que se transformou o 25 de Abril

Depois de toda a gente ter confirmado que a democracia e a liberdade propaladas pelos socialistas e comunistas foram um eufemismo para esconder a destruição, os roubos e a corrupção que no Estado Novo eram esporádicos e sem qualquer relevância, é tempo de cada um deixar de fingir que não vê ao apoiar aquilo que o prejudicou e continua a prejudicar o povo, abster-se de estúpidos masoquismos próprios de escravos e pensar sensatamente na vida e nos crimes cometidas.

Claro que no meio da bandalheira em que transformaram o 25 de Abril há sempre uns milhares que tendo aproveitado o estado caótico em que o país viveu e continua a viver nestes últimos 41 anos, se aproveitaram das facilidades nas rádios, nas televisões e nos jornais para que escondendo as verdades, recebam muito acima dos que trabalham e não têm tempo para andar em greves que mais os penalizam.

Entre comunistas e socialistas de topo, daqueles que vivem dos altos ordenados que os Partidos e os lugares de Deputados, de gestores da coisa pública, onde em vez de dois ou três se colocam dez, ou ainda daqueles que tolamente se arrogam de ter feito o 25 de Abril, e se alcandoraram a altos cargos militares com salários e reformas chorudas, há sempre os que vivem felizes calcando a miséria dos outros.

Agora, este Governo, onde a cretinice é despicienda, resolveu conceder a reforma, aos 60 anos, aos militares, a tipos que não produzem nada de útil e mais grave, reforma por inteiro. Governo de demagogos e imbecis. Coitados.

Grande 25 de Abril! Grande Democracia! Grande Liberdade que mantém quase dez milhões de presos em 92090 quilómetros quadrados, porque o dinheiro se não lhes chegar para a renda da casa, da luz, da água, do gás e para os alimentos, como pode chegar para um passeio a Badajoz, a Sevilha ou a Madrid?

Esta Democracia Abrilesca é o maior eufemismo, a maior vigarice, e a maior bandalheira da história da Humanidade!

C.S

publicado por regalias às 06:34
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Domingo, 12 de Abril de 2015

Em Portugal ninguém quer dar uma unha

Ao contrário do Estado Novo que partiu de um país miserável, esfomeado, com milhares de pobres sem trabalho e qualquer hipótese de o arranjar, esta democracia folclórica e desnorteada partiu de um Estado organizado, com estratégias bem definidas para alcançar objetivos de progresso e bem-estar social. Eles deitaram a honestidade para trás das costas.

As rádios televisões e os pavões do costume, que têm a burra cheia, continuam a cantar loas a heróis que deram a democracia ao povo português.

Primeiro, democracia sem comedoria é gaita que não assobia.

Segundo, esses indivíduos não foram heróis de coisa nenhuma. Nem dera democracia nem lá perto.

O Estado Novo era bem mais democrático que esta bandalheira.

Se Marcello Caetano não tivesse deixado ir o golpe avante, para mostrar a Spínola e a Costa Gomes que eles não passavam de inconscientes que atirariam o país para a desgraça em que se encontra e, nos países descolonizados, se seguiria uma mortandade de povos inocentes e pacíficos como aconteceu na Guiné, em Angola, Moçambique e Timor.

Aquilo que continuamos a assistir é fruto de forte imbecilidade.

Tomemos como exemplo o caso das águas.

Ao fazer a harmonização tarifária, o Ministro do Ambiente, Moreira da Silva e o Governo aquilo que pretendem é baixar o custo da água no interior do país e aumentá-lo um pouco no litoral e com isso atingir dois objetivos: que tanto o interior como o litoral paguem tarifas idênticas e ao mesmo tempo fundir 19 empresas em cinco para com essa poupança levar a efeito a reparação de várias condutas de água, que desde que foram colocadas durante o Estado Novo nunca mais foram revistas. Por esse motivo perde-se mais de 40 por cento da água que por aí passa.

Em resumo, estes senhorecos, que hoje são deputados, Presidentes das empresas de águas e Presidentes de Câmaras atingidos pela pequena subida do preço preferem perder a água que não é utilizada e ganhar o muito dinheiro que recebem do que resolver um problema que diz respeito a todos e mais aos distritos do interior do país.

Estes democratas de algibeira são de um egoísmo infantil e de uma malvadez sem limites.

Resultado: não querem dar uma unha e podem fazer perder um país por egoísmo desbragado e achincalhamento da democracia fingida que sempre têm utilizado contra o povo que dizem defender.

C.S

publicado por regalias às 05:28
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