Quinta-feira, 21 de Maio de 2015

Políticos histéricos e pantomineiros, a doença de Portugal

Bem pode o Paulo Macedo carrear médicos em molho. Essa gente é insaciável de dinheiro e manipulação. Ficava-lhe mais barato e melhor servido se auditasse a qualidade do trabalho, de pensos rápidos e de doentes fabricados e sujeitos à rapidez das consultas, do colesterol, dos diabetes, dos óculos às carradas, dos dentes com freio e tudo o que mantém o negócio destes saudáveis exploradores do Estado.

Portugal tornou-se o único país do mundo onde os políticos são intragáveis, os da saúde insaciáveis e os trabalhadores descartáveis.

Se o Coelho tivesse coragem utilizava a privatização da TAP, aproveitava o balanço, concessionava o país durante cem anos a Alemães e Dinamarqueses e em 2115 tínhamos novamente um País perfeito.

Mas o Coelho não tem…coragem. Só garganta e boa vontade.

É por esse motivo que ainda depois dos desacatos em Guimarães, duas pessoas que eram esquerdistas assanhados, diziam alto e bom som: bendito Salazar. Somos umas bestas! Fomos enganados.

Salazar foi claro:

“Enquanto houver um português sem trabalho e sem pão, a revolução continua”. E tem esta frase lapidar:

“O Estado deve ser tão forte que não precise de ser violento”.

Se compararmos o Estado Novo ao estado em que nos encontramos de Democracia e liberdade, verificaremos que, com Salazar a ordem foi mantida com muito menos violência e as circunstâncias em que tomou conta do Governo eram incomensuravelmente muito mais complicadas.

Quando se acusa um polícia de ter excedido as suas funções ninguém imagina por que o fez, mas tenho a certeza que a situação de stresse era enorme e que perdeu o controlo. Mas isso não é caso de uns milhares de histéricos vociferarem contra as Forças da Ordem e abrir portas ao caos, que os cangalheiros deste desgraçado país preconizam.

Jornais ingleses mostram o escândalo, mas quando há três ou quatro anos assassinaram no Metro um pacífico cidadão brasileiro, chamam-lhe ordem e segurança. Que cínicos!

Quando o Jerónimo fala em fábrica de pobres, ele sabe do assunto. O Canalha do Cunhal foi o que fez: tentou destruir toda a riqueza para criar miseráveis que eles ludibriariam, como ainda continuam a fazer com o rebotalho do mais reles que há em Portugal.

Toda esta escória junto a um Ferro gagá e a um Costa Varoufakis com três bancarrotas às costas e que promete mundos e fundos sem dizer onde vai buscar o dinheiro, Portugal entra na história da pantominice.

Histéricos e pantomineiros que através dos casamentos entre infelizes do mesmo sexo estão a dar origem, por mimetismo, a cada vez mais violações sexuais de crianças. Só no ano anterior foram 1300 e a infâmia continua.

Concessione-se Portugal se o quisermos salvar.

C.S

publicado por regalias às 05:49
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2015

As greves, os estúpidos, os chulos e as privatizações

Toda a gente sabe, desde o miúdo de quatro anos até ao de cem anos que as dificuldades de Portugal são imensas e que os que mais sofrem, por causas das greves determinadas pelos chulos são aqueles que menos têm.

Portugal está a viver na corda bamba desde há quarenta e um anos.

Os políticos não mudam o que está mal porque a Democracia não o permite, mas já permite que sindicalistas e políticos ganhem fortunas e continuem a viver faustosamente e a gastar aquilo que a mais de três milhões de pessoas faz muita falta.

A estupidez, o riso, o gozo e a insensibilidade da corja sindicalista e política é de tal ordem que vendo o país morrer dia a dia continuam indiferentes ao descalabro. A sua estupidez é maior do que o corpo e não merecem o mínimo de respeito.

As greves têm sido a sida destes malvados que fazem sofrer aqueles que são obrigados a trabalhar para sustentar os abutres que da esquerda à direita continuam com desculpas para não acabar com as greves que matam gente.

Os Governos recorrem à medida mais fácil que é privatizar para sacudir a água do capote e não ter de arcar com os gastos dos grevistas.

Estes gansos, tansos e inchados, em vez de fazer pagar os prejuízos causados vão ao ponto de incitar à greve obrigando, quem quer manter a sua terra limpa e saudável, a pagar coimas porque, sensatamente e para prevenir doenças, substituiu os madraços de supina estupidez por gente que foi trabalhar e ganhar um pouco mais do que a miséria com que é confrontado todos os dias.

Aconteceu isto em Coimbra, onde o vereador Carlos Cidade foi obrigado a pagar 1500 euros por ter substituído os lixeiros, à boa vida, por gente que manteve limpa uma das mais agradáveis cidades de Portugal.

Gostaria de saber se a cólera entrasse cidade dentro, se espalhasse pelo país e morressem todos os que apoiam gente sem princípios, como iriam resolver a situação, sabendo que, com médicos e enfermeiros ninguém pode contar tal como aconteceu com o caso da Legionella, no concelho de Vila Franca de Xira.

As greves, para se perceber porque acontecem, devem ser monitorizadas para saber se pelo menos dois terços dos trabalhadores as votam, se é de braço no ar e feitas sob coação, se as fazem a mando dos Partidos e quanto ganham os sindicalistas.

Estes canalhas querem matar o povo por inação. São uns bandalhos!

C.S

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Terça-feira, 19 de Maio de 2015

Benfica levado em ombros pelo Porto e pelo Belenenses

Por alguns momentos julguei que o reino de Portugal tivesse explodido no amor Ibérico, que a paz tivesse regressado à Terra e que Jesus tinha aportado ao Restelo para espalhar a fé e o amor entre os homens e, de regresso a casa, um Espanhol de fibra, Lopetegui, e Tiago Caeiro, um português de timbales ergueram-no em ombros e gritaram-lhe:

Jesus, és o maior! Rebentaste com tudo! Mas com milagres não vale.

Infelizmente quem rebentou foi uma boa parte do material do Vitória de Guimarães, que os benfiquistas, bêbedos de alegria e do verde que beberam como quem bebe água ficou feito em fanicos sem que os Vimaranenses o pudessem evitar em virtude da polícia não permitir brincadeiras. Uns dias antes, alguns, além de umas boas cacetadas foram a julgamento e pagaram pesadas multas que mais lhes doeram do que as cacetadas no lombo. Aquilo é gente rija, mas que não resiste a uns miseráveis euros que lhes fazem falta para o pão dos filhos.

Não contentes com os estragos em Guimarães, os arruaceiros viajantes e berrantes com álcool no bucho e sem vergonha na cara pelo título lhes ter sido dado como uma esmola pelo Porto rumaram à Lisboa mourisca.

E aí vem a cambada de cambulhão, que se junta à vadiagem que pulula pelas vielas. Desatam a partir o que encontram, mandam umas garrafadas aos agentes da Ordem e toca de dar fogo aos desacatos, coisa que a polícia achou exagerado e, em carga organizada, deu-lhes tanta, tanta bastonada que quase todos abandonaram o bom Jesus.

Julgo que só o “Portugalex” conseguirá serenar o injustiçado que ao perder dois pontos em Guimarães, foi compensado pelos do Porto e ajudado pelos de Belém, mas que não evita ser gozado.

Só uma nota de rodapé para os crentes:

Consta que Jesus, no sábado tinha lido no Jornal i a reportagem sobre EXORCISMOS.

Ao saber que o poderoso BRUXO de Fafe tinha sido contratado para o deitar a perder, através da Diocese de Lamego entrou em contacto com o EXORCISTA, padre Sousa Lara, para espantar os demónios que já estavam acampados no estádio Vimaranense.

Sousa Lara, campeão de motociclismo na Baja de Portalegre, seguiu imediatamente para Guimarães, mas só conseguiu correr com metade dos danados. Mesmo assim conseguiu o empate.

Fez-se Luz e cacos em Guimarães.

Milagre ou não, este é mais um espinho nos cabelos de Jesus.

C.S

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2015

Companhias de circo dos políticos portugueses

Aquilo que mais se parece com Portugal é o vinho do Porto. Quanto mais velho melhor.

Os deuses que nos visitam andam sempre de grão na asa e, por isso, deixam que cada um diga as asneiras que entender. O clima e a vinhaça aguentam tudo.

É por esse motivo que é imperioso meter mais uns artigos na Constituição sobre as vantagens e desvantagens do vinho.

Num dos articulados tem de vir expresso que depois das jantaradas é aconselhável que nenhum político abra a boca. O chorrilho de disparates, mentiras e provocações ao adversário mais evidenciam pegas de caras e corrida para as barreiras enquanto o rabejador fica a contas com o bicho.

Até Outubro vamos ter circo.

São cinco companhias de artistas consagrados, bem pagos. Com 100 arrumadores de cadeiras de levantar e sentar e uma companhia extra que nunca vai a votos, mas é considerada gente, no país do faz de conta. Todos secundados pelos palhaços que ganham mais do que o Presidente de todos os grupos.

Revendo: Partido Social Democrata, Partido Socialista, Partido Centrista, Partido Comunista, Bloco de Esquerda e verdelho comunista, que só existe porque nunca foi a votos.

Junto a estes nababos existem os sindicalistas, pagos a peso de ouro e que se orgulham do mal que causam ao país.

A belíssima Constituição, parida em tempo de revolução, parida em tempo de ilusões permite que tudo aconteça porque a Ordem é rica, os frades são poucos e a União Europeia cacareja e vomita dinheiro em saco roto.

Toda a gente está farta de tanta palhaçada. Ninguém aguenta tantos anos de parvoíces e mentiras descaradas como se o povo tivesse perdido a memória e esquecesse os roubos, os estragos, as provocações, os insultos dos comunistas durante vários anos.

E até me escuso de falar dos outros. O Costa até esqueceu três bancarrotas provocadas pela Companhia de Circo que ele empalmou.

Meus amigos, ou mudam o disco e vão para eleições com maneiras ou então vamos descamisar um a um, menos a lésbica, que é feia como breu e quer por força dar nas vistas. A fome aperta. Mas a infeliz só se preocupa com porcarias.

Por aqui me fico, ciente de que não vão aceitar o conselho, e que isso me irá aumentar o trabalho à procura das provas para desmontar estes desbocados, rotos e descarados que vivendo à tripa-forra espezinham o povo que deviam defender.

C.S

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Domingo, 17 de Maio de 2015

Festa da flor no Portugal de sonho, luz e cor

No mês de Maio, muitas populações fazem a festa da flor com milhares de flores de papel espalhadas por montras, árvores e janelas das casas.

No Estado Novo, a festa da flor era feita com milhares de flores naturais e cidades e aldeias transpiravam de odores de sonho, luz e cor.

A cidade de Campo Maior tornou-se exímia no trabalho. Os forasteiros são aos milhares para apreciar o esforço de uma população que arranjou, neste motivo, a maneira de dar a conhecer a sua terra e mostrar a habilidade dos seus habitantes.

O Entroncamento é uma terra florida pela Natureza. Por toda a cidade há jardins que na Primavera exalam tal fragrância que é uma delícia fazer compras na cidade que por todo o lado rescende a perfume.

O Entroncamento mantém a tradição de cidade florida, mas as ruas, os jardins, as montras e as casas são enfeitadas com flores de papel, de modo que os jardins e as suas flores naturais vivam o prazer destes dias ímpares e difíceis de igualar em qualquer parte do mundo.

Não querendo ser chauvinista, ou seja um nacionalista fanático, não posso esconder que tendo viajado por uma boa parte do mundo, nunca encontrei um país tão perfeito, tão elegante e tão agradável como Portugal.

Portugal tem riqueza suficiente para todos usufruirem as mesmas condições de vida de uma Suíça ou de uma Holanda, mas onde o trabalho é organizado.

Os portugueses têm tudo para ser felizes mas, devido a uma série de circunstâncias infelizes, pensadas em cima do joelho, o povo passa por dificuldades incríveis quando isso não pode acontecer.

Comecei a falar nas flores e não posso deixar de recordar as Estações floridas de Norte a Sul.

Os empregados dos Caminhos de Ferro tinham, quase todos, casas cedidas pela CP. À frente dessas casas havia sempre um pedaço de terra que, quem aí vivia, aproveitava fazendo horta e jardim. A perfeição e a beleza eram tantas que em 1941, o Estado Novo, através de António Ferro, do Secretariado Nacional de Informação, SNI, sugeriu um concurso de Estações floridas, com elevados prémios monetários.

Se a paixão de andar de comboio era grande ela aumentou.

As pessoas aproveitavam esta época para fazer viagens e ao mesmo tempo usufruir da beleza, da cor e do perfume que acalmam a alma e dão o verdadeiro sentido da felicidade ao ser humano.

C.S

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Sábado, 16 de Maio de 2015

Mudam-se os tempos, mudam-se as mentalidades

Os poetas são os grandes senhores do sonho e do pensamento.

Ler Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Bocage são verdadeiros tratados do ser humano, da alma, da vida cheia de beleza, dor, sofrimento e interrogações.

Ao parafrasear Camões, na primeira parte do soneto que começa: “Mudam-se os tempos…” achei que ao escrevê-lo nos dias de hoje, na segunda parte colocaria: mudam-se as mentalidades, em vez de “mudam-se as vontades”.

Não resisto a escrever a primeira quadra do soneto para espicaçar o gosto pela leitura. Pode ser lido no Google:

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,

Muda-se o ser, muda-se a confiança:

Todo o mundo é composto de mudança,

Tomando sempre novas qualidades.”

A que vem então o título supracitado?

Nos anos quarenta, cinquenta, sessenta do século XX, jogar à pancada era comum entre os jovens. Aquilo enrijecia o corpo e as lutas nas escolas eram o pão nosso de cada dia, fora da vista dos professores. Caso acontecesse eles verem apanhavam os dois uns tabefes para saberem que não deviam andar à pancada. No fim, humilhação das humilhações éramos obrigados a apertar a mão ao inimigo.

No dia seguinte um jogo de futebol com algumas caneladas, sem querer e com a vitória do lado contrário, ficavamos a saber qual era o melhor.

Todos os dias havia provocações, mais pelos colegas do que por aqueles que quereriam jogar à pancada. Quando um deles molestava o outro, apareciam logo os “amigos” a acirrar a disputa.

- Tens medo dele? És capaz de lhe pôr cuspo na orelha?

Começavam sempre assim os divertimentos daquela época.

Vem isto a propósito do Bullying e da maneira exagerada como tudo é empolado. Compreende-se. Portugal tem de encontrar culpados para a situação do país. Os miúdos dão jeito.

É certo que naquele tempo nunca vi ou ouvi que os rapazes batessem nas miúdas. Elas não se inibiam de virar a mão se algum fosse mais atrevido.

Quando fui estudar para Castelo Branco fiquei na casa do Coronel José Grilo. Nessa altura, ele andava no sexto ano. Eu era um malandrote. Um dia em que a empregada passou por mim apertei-lhe as bochechas traseiras. Ela dá-me tal chapada que fui cair no caixote de lixo.

A tonta, a rir, disse-me: gostou? Aprendeu ou quer mais?

Hoje a Democracia exige falinhas mansas. É a domesticação do bom selvagem. Tudo mudou, até a mentalidade.

C.S

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Sexta-feira, 15 de Maio de 2015

Jornal i tornou-se uma referência

Ao verificar que o Diretor do i, Luís Rosa tinha sido substituído pelo Luís Osório não fiquei preocupado. Os dois são bons jornalistas.

Penso que o Luís Rosa conseguiu fixar a mancha do jornal e enriquecer todo o conteúdo.

O i não precisa de mais páginas para a informação, a opinião, as notícias do mundo, os passatempos, o desporto e o despertar da curiosidade com o “Saberás Tu…”

“A paginação e o Design” são apelativos.

É quase um jornal perfeito, pedir mais seria exagero. Os erros também fazem parte da vida. Tudo muito certinho tornar-se-ia uma chatice.

O Luís Osório, que por acaso segui desde que teve um programa com a Ana Drago numa televisão, já não me lembra qual, despertou curiosidade.

Gostava dos dois. Sempre gostei de gente inteligente.

No entanto com o Luís fazia um grande esforço para o ouvir. Falava sempre com um ar muito sério. Pessoa descontente com a vida, raiva contida. Não era capaz de saltar a tristeza para conquistar a felicidade a que tem direito pelo saber, inteligência e ponderação que demonstra.

No i leio sempre os seus escritos. Têm sumo. Elevados, mas nunca emproados. É um senhor da comunicação.

Quando o vejo agora como Diretor espero que o trabalho stressante da direção do jornal não o iniba de continuar com editoriais assertivos e ao mesmo tempo seja um bom continuador do Luís Rosa e dos temas de cultura, saber, conhecimento tais como “Os Arquivos”, “A Memória” “A Lisboa, vista por Guilherme de Oliveira Martins” e muitos assuntos que fixam o leitor.

Outros jornalistas tornam o i um apetite e uma surpresa. O António Ribeiro Ferreira coloca o sal no que escreve e agarra. A Ana Sá Lopes está quase no ponto. É jornalista de referência. Eu que a segui desde início, sem a conhecer pessoalmente, sempre desejando que cada vez fosse melhor, sabendo mais. Isso aconteceu.

Ao Luís Osório basta-lhe manter os colaboradores, colegas de profissão e conversar e estimular para que todos sejam os melhores em Portugal e em todos os locais do mundo onde o i os envie em trabalho.

Continuarei fiel ao i.

C.S

publicado por regalias às 05:20
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Quinta-feira, 14 de Maio de 2015

Acordo Ortográfico ou acordo pornográfico?

Pornográfico porque é considerado obsceno ao provocar repulsa à maioria dos portugueses; uns porque acham que foi um favor a vários atores e interesses, outros porque veem nele o desinteresse da classe política que o votou sem cuidar de se informar sobre a qualidade do que foi proposto.

Eu utilizo a forma antiga nuns casos e deste o que vejo aproveitável. Por esse motivo e por o Acordo ter factos sem qualquer sentido, aquilo que há a fazer fazer é deixar o Acordo Ortográfico vogar à bolina e ele acabará por se impor se for essa a sua força, mas nunca prejudicar alunos que ainda não o interiorizaram.

As línguas são corpos vivos que estão em constante evolução. A nossa é românica ou novilatina. A maioria dos vocábulos deriva do latim. Conforme evolui toma nomes: hiférese que é um metaplasmo que consiste em omitir fonemas (sons de voz) de um vocábulo.

Metaplasmo é o nome genérico que se dá a qualquer alteração na estrutura de uma palavra pela adição, supressão ou mudanças de sons.

Este sururu acerca do Acordo Ortográfico vem mais por palavras que não deviam ser mexidas. O para e pára que ficou em para é daquelas que faz cair o Carmo e a Trindade e é apontada com vários exemplos onde distorce o sentido da frase.

O futebol chutou-a em força. Ex: ninguém para o Benfica. Isto é um sacrilégio. Quem a escreveu quer dizer: ninguém pára o Benfica. A diferença entre uma e a outra é enorme.

Dizendo de maneira sintética:

Há normas. Nas escolas sempre se aprendeu que a letra ou letras que se juntam ao vocábulo inicial têm o nome de Prótese (no início da palavra) Ex: stare>estar, juntou o e; quando entra no meio chama-se Epêntese. Ex: cheo>cheio, juntou o i: e Paragoge, junção de um ou mais fonemas no fim da palavra. Ex: ante>antes, juntou o s.

Para decorar mais facilmente usam-se mnemónicas. Neste caso decorávamos as primeiras letras dos fenómenos de Adição: Prótese, Epêntese e Paragoge (PEP).

Para as quedas da letra ou letras, temos: Aférese (no início da palavra) Ex: obispo>bispo, caiu o o. Quando a queda se dá no interior chama-se Síncope. Ex: rivu>rio, caiu o v e seguiu-se uma vocalização. E quando a queda se dá no fim da palavra chama-se Apócope. Ex: amare>amar, caiu o e.

Para fixar mais facilmente: Aférese, Síncope e Apócope memorizavam (ASA).

Tudo isto feito pela própria língua, com respetivas sonorizações, vocalizações dos vocábulos etc., e não forçando um Acordo Ortográfico que mais se parece com Acordo Pornográfico, quando injeta à força o que devia injectar com suavidade. O c injectado abranda-lhe a impetuosidade.

C.S

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Quarta-feira, 13 de Maio de 2015

Mulheres de Argel, da Líbia e da Síria

Enquanto o preço dos quadros sobem, o valor da mulher real, palpável, a única, a semente em terra arável e aproveitável do género humano e o único garante da multiplicação do homem, desce às profundezas do Mediterrâneo empurrada pelos selvagens de pele branca para fora dos seus próprios países porque os bárbaros resolveram invadi-los, roubá-los e violar os sacrários da Natureza no corpo de cada mulher.

A infâmia como tudo isto acontece contrasta com a beleza e o secretismo do quadro “Mulheres de Argel”, a sua pujança de cor e esperança, que Picasso tão bem intuía.

Os 161 milhões que só um colecionador pagou pela tela contrastam com o esconder de mão do Cameron e do Sarkozy que cometeram o crime pelo roubo da Líbia.

Cameron insiste em ficar de fora do sistema de cotas para receber os infelizes que ele próprio, o Sarkozy e o Obama criaram.

A “cameronada” é mais uma infâmia a juntar à de Tony Blair quando incendiou o Iraque mais o Bush.

Aquilo que de horrível pode acontecer à Europa tem a assinatura de dois primeiros-ministros ingleses que continuam a atuar como o pirata Francis Drake elevado por Isabel I a nobre do reino.

Nem a modernidade do tempo, a solidariedade entre os povos e a fraternidade entre as nações ilumina estes chacais que cegam quando lhes cheira a dinheiro e ficam indiferentes perante as consequências.

E culpa-se Hitler, que era uma besta ignorante, comparado com estes políticos formados nas melhores Universidades e conscientes dos erros que cometem.

Aquilo a que estamos a assistir, por mais que o Cameron e o Sarkozy, este escondido sob as saias da mulher é a fuga às responsabilidades.

Só muito depois de cometerem os erros se arrepelam em vez de deixarem os cabelos em paz e pensarem antes de tomarem decisões absurdas e inacreditáveis como os crimes dos piores ditadores que ensanguentaram a história e são o nojo do ser humano.

As mulheres de Argel, da Líbia, da Síria, do Iraque merecem o respeito e a sua defesa intransigente, se o homem quiser continuar a usufruir do mundo antes que os sismos o soterrem para sempre nas profundezas do Inferno.

C.S

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Terça-feira, 12 de Maio de 2015

Greves portuguesas tão estúpidas como as guerras

Aquilo que aconteceu com esta greve de dez dias em que o Sindicato dos pilotos estorricou dezenas de milhões de euros prejudicando Portugal e o povo português mostrou bem que é necessário travar a bestialidade dos grevistas a menos que por causa de uma Constituição que lhes concede todos os direitos continuem a fazer o que muito bem lhes apetece.

A arrogância, o desplante e a brutalidade como o chefe do Sindicato se ufanou do prejuízo causado só revela que estes sujeitos não têm consciência do que dizem e do que fazem. Só pensam nos benefícios que eles podem receber. E tal como os parasitas queixam-se porque lhes retiram os direitos sem se preocuparem com os seus próprios deveres.

Tal como os enfermeiros que não prestaram assistência aos doentes da legionella e agora ninguém os quer ver, o mesmo acontecerá aos pilotos.

Portugal está na péssima situação em que se encontra por vários culpados de que os Governos Comunistas II, III, IV e V são o motor da canalhice, seguidos de todos os Governos e Deputados, até aos dias de hoje com a desculpa da Liberdade e Democracia.

Nem há liberdade nem democracia quando uma minoria despreza o país onde vive, se orgulha de o fazer sofrer e não é castigada.

É por causa destas atitudes que os pobres, que tinham acabado no regime anterior, e havia dezenas de milhares causados pelo desgoverno da Primeira República, mas que, com muito trabalho, sacrifício e firmeza, o Estado Novo, acabou.

No século XXI, democraticamente, há mais de dois milhões que morrem de fome lentamente quando esta tralha de gente ganha mais de 8400 euros por mês e atira dezenas de milhões de euros para o lixo.

Em Abril de 1931, o General Sousa Dias faz a chamada Revolta da Madeira mas que também se estendeu aos Açores. Durou 25 dias.

Salazar, que não perdoava os gastos inúteis e a desordem porque o único sacrificado era sempre o povo, tem este desabafo:

“O dinheiro gasto bastaria para sustentar 25.000 famílias portuguesas de operários rurais durante um ano.”

Sousa Dias julgava-se imune ao castigo. Em 1927 fizera outro golpe. Nessa altura foi avisado de que o próximo teria graves consequências. Desta vez foi preso e despromovido. Nunca mais houve revoluções que davam galões e enchiam os comilões.

Os inconscientes da TAP prejudicaram bem umas 60.000 famílias que, se recebessem cada uma 500 euros, que foram deitados fora, os aliviaria, mas continuam a gemer a miséria para estes gozarem.

Desta vez não tiveram ninguém que defendesse os grevistas. E vai acontecer o mesmo aos do Metro, à Carris e a outros imbecis. Quando passarem a ganhar metade do que recebem, vão aprender.

Esperemos que a partir daqui o Governo seja intransigente e os sindicalistas sofram as consequências da sua descomunal estupidez.

C.S

publicado por regalias às 05:37
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