Domingo, 20 de Setembro de 2015

Políticos portugueses ou vendedores de carvão?

Na feira das eleições a linguagem é livre, desbragada e insólita. Todos se lembram de Mário Soares, em plena campanha eleitoral para a Presidência da República em 1986, mandar um segurança calar um “filho de puta” que o estava a interromper. O segurança rapidamente executou a ordem e não matou o homem porque não calhou.

O António Costa e a farroupilha que o segue são useiros e vezeiros na ofensa sórdida para meter medo a quem já não metem medo porque lhe perderam o respeito depois de tanto socialismo de engano.

O Costa, depois de enrolar o Seguro com passes de magia negra e tendo abocanhado a posta graúda do PS, resolveu enfrentar as eleições legislativas engrolando os assuntos, misturando alhos com bugalhos e de maneira que nem os outros nem ele percebam onde quer chegar.

Depois da traição ao ingénuo Seguro, que não apelou às tropas beirãs o auxílio que fariam o Costa em fanicos, acabou por sair agastado, humilhado e gozado por aqueles que sempre o trataram por Tó Zé e que poucos créditos lhe concederam apesar do esforço despendido.

O Costa manhoso dá uma no cravo, outra na ferradura e, tal como os vendedores de carvão, enfarrusca tudo onde toca ou diz.

O homem lança palavras como postas de bacalhau podre para cima dos ouvintes, que na maioria dos apoiantes não estão dentro dos assuntos e lá vai material de artilharia à bosta ou à costa que é tudo o mesmo, quando se tratam de artimanhas pouco sérias.

O Costa afirmou que se perdesse as eleições votava contra o Orçamento de Estado. Só não disse que não conhece o Orçamento; se é bom ou mau para os portugueses.

Para ele, Costa, não lhe interessa que seja bom nem que beneficie o povo. Seja bom ou mau, o Costa vota contra.

É mais uma garotice de um homem que até foi Ministro da Justiça e Presidente da Câmara de Lisboa. Por aqui já todos podem compreender porque o país vive há quarenta e um anos governado por garotos inconscientes.

Se o Costa quisesse ser sério, esperava o Orçamento e depois votava contra, se ele fosse mau. Caso fosse bom e votasse contra, o povo imediatamente compreenderia que o Costa só pensa no seu umbigo.

O Costa ao afirmar que votava contra se não ganhasse as eleições só quis chantagear o povo que não lhe percebe as intenções.

Com políticos destes, vale mais não ter políticos nenhuns.

Como o país está quase todo concessionado ao estrangeiro, concessione-se o Governo a vinte anos e talvez em 2035 já tenhamos gente válida que governe, com acerto e honradamente, Portugal.

C.S

publicado por regalias às 07:13
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Sábado, 19 de Setembro de 2015

Santo Ofício tortura Bocage e destrói o poeta

Setúbal vai celebrar o maior poeta do século XVIII e um dos que excede os poetas de todos os tempos, devido à sua sensibilidade que descobria nas pessoas as virtudes e as indignidades do ser humano.

Carácter alegre, folião, inteligência aguda, Bocage foi a pessoa mais bem-disposta e espirituosa do seu tempo até que os esbirros da Inquisição, essa corja de frustrados que invocavam Deus e cometiam crimes semelhantes aos dos irracionais do Estado Islâmico que esmagam, sem qualquer vantagem, monumentos milenares e seres humanos.

As bestas do Santo Ofício esquartejaram-lhe o pensamento. E Bocage, cujos improvisos saiam como raios de Sol da sua boca, nunca mais soube onde se encontrava, ele que tanto produziu e tanta admiração granjeou. Morreu aos quarenta anos.

Vivia-se no tempo de D. Maria I, a Piedosa, reinou de 1777 a 1816. Como beata que era acreditava em todas as crendices dessa gente impiedosa, desses fanáticos que invocando o nome de Deus humilhavam e matavam as suas criaturas.

Bocage, conhecido pelo seu génio picaresco, chamando a atenção através do ridículo das situações e dos erros que elas continham também era o poeta que em odes (composições líricas que podem ser cantadas) epigramas, canções, sonetos tudo era escrito com elegância e sensibilidade, quando muitos previam a vulgaridade devido ao espírito brincalhão, boémio, gracioso do poeta.

A fama vem-lhe da espontaneidade e por isso lhe são assacadas imensas anedotas a que os jovens prestavam mais atenção do que aos seus belíssimos poemas.

O Dr. Curado Banha, Professor no Liceu Nun’Álvares de Castelo Branco, ele que era um homem sisudo, quando queria falar de Bocage e da sua poesia, começava sempre por contar uma anedota, das mais leves do poeta, e só depois falava dele com tanta paixão que muitos de nós ganhámos amor à poesia e a toda a literatura.

Recordo um excerto da canção dedicada a Inês de Castro: “Toldam-se os ares,// Murcham-se as flores;// Morrei, amores,// Que Inês morreu.// Mísero esposo,// Desata o pranto,//Que o teu encanto//já não é teu…// Aves sinistras//Aqui piaram,//Lobos uivaram// O chão tremeu.// Toldam-se os ares,//Murcham-se as flores;//Morrei amores,//Que Inês morreu.

Em boa hora Setúbal honra a memória de um dos nossos maiores poetas. Todos necessitamos que os esbirros do tempo nunca mais voltem. Sejam eles de Esquerda ou de Direita, de Deus ou do Diabo.

Todos os humanos têm de ser inteligentes e íntegros em tudo quanto fizerem para merecerem respeito e consideração, caso contrário o imprevisível pode acontecer.

C.S

publicado por regalias às 06:17
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2015

Os grandes culpados da invasão da Europa por migrantes

Quando a União Europeia acusa os países de Xenofobia por não quererem aceitar quotas de migrantes para se fixarem nos seus países ou até facilitar o seu trajeto, com receio das suas intenções e qualidade, a União tenta fazer esquecer que muita desta gente foi forçada a sair dos seus próprios países por culpa dos ocidentais que agora não sabem como desculpar o indesculpável, nem resolver o problema que provocaram.

Bush filho, Obama, Sarkozy e Cameron não são xenófobos são execráveis criminosos que estiveram e alguns ainda estão à frente das nações mais respeitáveis do mundo; Estados Unidos da América, França, Grã-Bretanha.

Como é compreensível que homens inteligentes se tenham transformado em monstros hediondos que massacraram populações, não tiveram piedade de crianças, mulheres e velhos indefesos que foram esmagados por milhares de bombas, que destruíram países prósperos e organizados?

Com que finalidade cometeram tais crimes? De que bestialidade foram atacados se já tinham o exemplo do odiado Bush pelas suas mentiras, invasão, destruição e humilhação do povo do Iraque?

Cometido este horrendo crime e perante a passividade dos iraquianos, versus os invasores que os deixaram lutando uns contra os outros, como se as bombas os tivessem cegado pela loucura, Sarkozy, Cameron e Obama resolveram invadir a Líbia, assassinar Khadafi, destruir o país, não pagar as dívidas, roubar o petróleo de alta qualidade e tudo sempre com a indiferença dos países europeus que por medo, cobardia ou baixeza moral não lhes apontaram os erros ou tentaram travar a repugnante carnificina, nada inferior ao holocausto hitleriano ou às devastações Napoleónicas.

Bêbedos de sangue, histeria e loucura proclamaram as Primaveras infernais árabes, tal como Hitler quando invadiu a Austria  o fez sob o signo deTempestade de Primavera. Estes aproveitaram para incentivar levantamentos na Síria onde colocaram abortos traidores que incendiaram ódios e asquerosos mercenários para que o fogo pegasse forte.

E a Síria, sendo um dos países de influência Russa, aguentou os embates sofrendo terrivelmente o criminoso ataque às populações que viviam felizes e de um momento para o outro começaram a ser chacinadas por várias hordas de criminosos.

A Síria, um dos países onde a hospitalidade e a amizade sobressaiam em todo o mundo, com um povo altamente educado e com uma capital de sonho, os sírios só de lá saíram porque os massacres dos bárbaros do Estado Islâmico, conluiados com monstros invisíveis, os obrigaram a entrar por esta Europa que em vez de os acolher na França, na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, países culpados desta catástrofe humanitária, pretende obrigar outros Estados a recebê-los, em vez de lhes pedir ajuda e cada um aceite os que entender.

C.S

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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2015

Todos os Partidos forçaram a entrada da Troika

Quarenta e um anos depois desta democracia de pataqueira (ordinária, que não tem mérito mental nem moral) que tem enganado todo o povo português, continuamos a brincar aos políticos como quem joga ao Monopólio dizendo tudo o que lhes vem à cabeça e julgando que assim continuarão a ludibriar o povo incauto.

Estou convencido que nenhum Governante de outro país acreditará na criançada, nova e velha, que se roja pelo Parlamento Português.

Infantis, pouco sabedores, inconscientes; a maioria não vale nada e ganha muitas vezes mais do que produz.

Se agarrasse na berraria do Costa, da Catarina, do Jerónimo e do Passos e a metesse nos copos misturadores de diferentes licores tenho a certeza que daria uma zurrapa intragável.

Quando a Catarina, o Jerónimo e o Passos sacodem a Troika e o Costa malabarista tenta fazer o mesmo empurrando, sem sucesso, o ónus para o Passos, a verdade é que todos eles contribuíram para que a Troika se instalasse em Portugal como em terreno conquistado e pronta a dirigir funâmbulos sempre dispostos a obedecer a tudo quanto quis. Despiu Portugal como entendeu e a melhor imagem para se compreender a verdade do que digo é a daquela rapariga toda nua e de barriga saliente como a dizer levam anéis, dedos, vestidos, empresas, portos, aeroportos, aviões, mas ainda temos muita potência. E apalpa a barriga.

A Troika, o grito de alarme para a terceira bancarrota, sempre provocadas por Governos socialistas, foi lançado por Teixeira dos Santos, depois dos berrantes oposicionistas terem chumbado o PEC IV que o anjinho do Sócrates tinha levado à Merkel e ela o tinha garantido com um sorriso, para esticar, durante mais uns meses, o endividamento e, caso não saísse dele, então pedisse socorro.

Estão todos metidos na Troika, quer direta, quer indiretamente. Nenhum pode reclamar de inteligência, honestidade e justiça. O passo seguinte seria sempre uma ajuda externa e mais gravosa.

A vez que o Parlamento foi fechado por minha culpa, aconteceu por que eu pedia a um dos líderes da minha bancada para acabar com o despautério de horas pagas pelo povo e sem trazer quaisquer benefícios. Ele respondia-me: “cala-te! Eles estão a destruir-se uns aos outros”, ao que eu lhe respondia que estavam era a destruir o povo português. Não podendo suportar mais o disparate, tornei-me agressivo, e ofendi os Deputados de tal maneira que a sessão teve de ser suspensa.

O povo continua a não acreditar nos políticos. Sejam quais forem os eleitos, serão sempre mentirosos impenitentes.

São água-chilra, mal cheirosa e sem vergonha.

C.S

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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2015

Portugueses vivem como ricos esbanjadores

Os portugueses não tiveram quaisquer dúvidas quando votaram Salazar, o maior português de sempre.

Portugal ficou-lhe grato. Saiu da miséria execrável onde a Primeira República o tinha metido e foi apontado como exemplo de Governação no contexto mundial. Portugal tornou-se um País alegre, feliz e desinibido.

Marcello Caetano ao permitir o 25 de Abril nunca imaginou que militares inconscientes, verdadeiros irracionais, e políticos reles e nojentos destruíssem uma nação que estava preparada, acabado o Império, para seguir o curso normal da história porque as bases eram sólidas.

Aquilo que aconteceu foi que o estratega do 25 de Abril, Otelo Saraiva de Carvalho, era afinal um chefe de bandoleiros, de ladrões e de assassinos, com 18 crimes de sangue.

Julgados e condenados, depois de cumprida uma pequena pena, Mário Soares amnistia estes autênticos bandidos, com os quais naturalmente se identifica e ele lá saberá porquê, mas que o juiz Martinho de Almeida Cruz, recusa aceitar. É o enxovalho e o descrédito da Justiça portuguesa que Mário Soares avalizou como qualquer Ditador de sargeta.

Cunhal foi outro dos monstros da bestialidade. Fez parte de três Governos Comunistas e aproveitou, em conúbio com Vasco Gonçalves, para peitar muitos vendidos que ainda hoje estão na Comunicação Social e infiltrar a canalha comunista em organismos de Estado e outras Instituições onde dão apoio a greves e a tudo o que possa impedir qualquer Governo de governar.

Tendo começado mal, esta estúpida e desgraçada democracia, continuou a caminhar em tom de falsete até atingir os números astronómicos da dívida portuguesa a que o socialismo deu o seu contributo e a direita completou sem travar o endividamento e o escandaloso empobrecimento do país.

Hoje, Portugal é o quarto país do mundo mais endividado.

Quando Salazar tomou conta do Ministério das Finanças Portugal estava muito pior do que agora, quando saiu do Governo, por doença, em 1968, Portugal era um dos países mais prósperos do mundo com um crescimento de 6% ao ano.

Isso só foi possível porque tudo era poupado ao cêntimo e a propaganda era toda nesse sentido. O maior exemplo era dado por Salazar.

Depois do 25 de Abril foi tudo gasto, esbanjado sem regra. O Vasco Gonçalves espalhou dinheiro reformando milhares de parasitas para que assim pudessem apoiar sempre os comunistas em todos os seus atos. Outro, foi para promoções inexplicáveis.

O Mário Soares percorreu o mundo, várias vezes, à custa do erário público, andou de tartaruga e montou estes camelos e os outros. Cavaco subiu a coqueiros, aumentou o funcionalismo público, gastou em bens não reproduzíveis.

Salazar poupava na luz, na água e em todos os gastos desnecessários.

Os produtos eram tabelados. A riqueza de cada um crescia pouco, mas crescia.

Agora Portugal vive miseravelmente, mas os militares e os políticos continuam de pança cheia. São os únicos que vivem como ricos e esbanjam à tripa forra, os outros chupam por um caroço.

Grande democracia! Que grandes democratas, a canalha aplaude!

C.S

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Terça-feira, 15 de Setembro de 2015

A ignorância e o descaramento do Costa e o Passos

Quando o Costa fala sobre o “Novo ciclo da emigração como uma das piores heranças” que o país recebe, não percebe, concretamente, do que está a falar apesar de todas as conversas sobre este assunto, mas que pode aperfeiçoar ou ficar ainda mais baralhado se na próxima sexta-feira assistir à conferência Internacional na Faculdade de Letras da Universidade do Porto onde ouvirá outros especialistas do mesmo coturno e que tentarão demonstrar o erro da saída desta gente a que darão o pomposo nome de “Fuga de cérebros”.

Presumo que entre os 146 mil emigrantes qualificados só um por cento terão a preparação específica, os outros 99% saíram para uma Europa que é a deles e aí sim, vão atingir as capacidades que farão deles trabalhadores especializados em Portugal ou em outra qualquer parte do mundo.

Quem conhece os circuitos da emigração sabe perfeitamente que valem mais 1000 euros em Portugal do que 2000 na Alemanha, mas na Alemanha aprendem a trabalhar, despem as peneiras e as doutorices, não têm medo de sujar as mãos porque só mexendo, manuseando as peças ou os preparados viajam em todas as dimensões do conhecimento.

E a teoria? A teoria de qualquer curso serve para alargar a inteligência, compreender melhor o que nos ensinam. Por esse motivo qualquer curso é bom desde que seja bem ensinado e apreendido em Portugal. Na Alemanha, seja qual for o trabalho, é rentabilizado ao máximo porque os jovens compreendem o que lhes explicam, tenham saído de um curso de letras ou de ciências.

Quanto a não voltarem a Portugal só não voltam aqueles que, sendo excelentes, são de tal maneira pressionados e as compensações são tão altas que aceitam os cargos, mas estão sempre com um pé lá e outro cá, como o Damásio, o António Horta Osório, a Joana Carneiro e outros.

Nunca esta gente alcançaria tal proeminência se ficasse em Portugal, rodeada de labregos acanhados de pensamento e sempre pensando nos seus próprios interesses.

Aqui há anos escrevi em dois livros que todos os jovens deviam passar um ou dois anos no estrangeiro, por isso não fiquei nada preocupado com estas saídas. O retorno será muitas vezes mais compensador em oposição àquilo que os fantasmas apregoam.

O António Costa ao dizer que “A política tem de ser um trabalho sério e de todo o rigor” tem toda a razão. Só que o trabalho "sério e de rigor" dos socialistas atirou com Portugal para três bancarrotas.

Quanto ao Passos o, VEM, nem faz sentido nem demonstra valor ou conhecimento, o Passos é um inocente, tem de aprender a conhecer o ser humano.

Por mim despachava os dois para a Inglaterra, para a Alemanha ou para a Holanda. Quando soubessem como governar faziam uma vaquinha e então sim, Portugal podia confiar nestas vulgaridades falantes.

C.S

publicado por regalias às 11:55
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2015

Os governos constitucionais, as greves e a seita comunista

Salazar apesar de todas as queixas comunistas nunca se imiscuiu no comunismo como o prova o Pacto Anti-Komintern que não assinou contra a Rússia e até seguiu os planos quinquenais, tão queridos pela União Soviética.

Salazar o que não permitia aos comunistas nem a outros desordeiros é que prejudicassem o País tivessem eles a ideologia que tivessem.

Rolão Preto quando tenta seguir as ideias fascistas acontece-lhe o mesmo. Ao ser impedido de o fazer sai do País.

Os sociais fascistas, vulgo comunistas, ao tentarem descobrir fascistas depois do 25 de Abril, os únicos que havia seriam eles próprios.

Aproveitando a ignorância dos seus militantes, cuja maioria mal sabe ler e compreender ainda menos, ao PC o que lhe interessa é a destruição do Estado Constitucional tal como Lenine indica para impor a Ditadura do proletariado, única maneira dos ineptos terem voz e a inconsciência os manipule.

Os métodos são seguidos pelos dirigentes do Partido Comunista porque o Comité Central, ignorante e semelhante aos aderentes, não conhece outro método para fomentar a instabilidade e ter bom ordenado enquanto os seus lacaios fazem GREVES sobre GREVES que tanto os prejudicam a eles como a toda a população.

Mas os desgraçados, como a inteligência é a das pedras das calçadas, em vez de estarem preocupados e atentos às eleições, têm de fazer greves que só os prejudicam porque nunca beneficiam coisíssima nenhuma e só servem para os manter permanentemente enraivecidos.

Hoje é a SOFLUSA e no fim de semana e nas seguintes serão outros até às eleições.

Estes calões de corpo e inteligência tentarão afundar mais o país para, seja qual for o Partido que ganhe, que nunca será o Partido Comunista, todos percam.

A seita comunista só sabe chafurdar na lama e na miséria para que, contaminando e corroendo os países, a igualdade seja possível na pocilga onde vivem os comunistas internacionais da imbecilidade confirmada e que as democracias frágeis deixam crescer porque é proibido proibir mesmo quando todo o povo é vítima da maior estupidez e morte lenta dos países e dos povos que permitem GREVES quando os sacrifícios os arrastam para a fome e para o desemprego.

C.S

publicado por regalias às 11:55
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Sábado, 12 de Setembro de 2015

Catalunha independente fica mais dependente das políticas

A Península Ibérica sendo um conjunto de duas nações, Portugal e Espanha, ela é, no seu todo um aglomerado de outras regiões de cariz diversificado e cada uma com a possibilidade de formar um núcleo independente.

A Catalunha, o País Basco, a Galiza onde a língua com as pequenas diferenças do Castelhano, os costumes, as tradições e aspirações divergem um pouco do padrão instituído pelo Governo Central, de tempos- a-tempos reivindicam a independência.

A Catalunha, que estava ligada ao reino de Aragão, entra para o reino de Castela quando Fernando II de Aragão casa com Isabel I rainha de Castela.

A união foi tão vantajosa que deu origem à Espanha dos nossos dias que, com os reis católicos (Fernando e Isabel) conquistaram aos mouros o resto do território da Península.

Independentes, mas muito ligados ficaram Portugal e Espanha devido aos fortes laços de parentesco. Portugal só não se liga a Castela, nessa altura, porque o filho do rei de Portugal, D. João II, que tinha casado com a filha dos reis de Castela, morre num acidente, caso contrário, ele seria o rei de Espanha e a união Ibérica estava consumada.

Isto para dizer que todo este espaço unido é muito mais forte, em todos os campos, do que retalhado.

É natural que as pessoas se sintam mais livres nos seus próprios países. Isso hoje já não existe. A União Europeia absorveu todos os comandos dos países. Hoje são 28, e a dependência dos mais pequenos é bastante mais evidente do que o dos grandes.

A Catalunha ao tornar-se independente não ganharia mais nada do que erguer o orgulho catalão. Perderia sim, muito da sua autonomia.

Entre 1640 e 1652, quando lutou pela sua independência, nessa época sim, fazia sentido. O tempo era outro.

Também Portugal foi governado pelos Filipes porque eles tinham direito ao reino em 1580. Filipe II de Espanha era filho de uma princesa portuguesa e de Carlos V e quando Portugal, passados sessenta anos, se revolta para sacudir Filipe IV em 1640, este permite que os conjurados de 1640 levem a melhor.

O rei indicado era seu familiar e a mulher era uma aristocrata espanhola.

Por outro lado, Portugal consegue ainda carrear mais diferenças do que as três regiões supramencionadas. O carácter é muito desigual.

Conheço bem a Catalunha, assim como toda a Espanha, gosto das diferenças que nos unem mais do que nos separam e a Capital da Catalunha, Barcelona, está cada dia mais apetitosa.

Perco-me nas Ramblas, espanto-me com a Sagrada Família, as suas torres e pormenores e quando para descanso do pensamento, depois de passar a Generalitat escolho um dos museus: o Picasso, o Miró ou o Marítimo fico sempre a sonhar com a alegria e a força que a Catalunha confere e recebe quando abraçada a toda a Espanha.

C.S

publicado por regalias às 05:38
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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015

Russos são fundamentais para estancar a invasão árabe

Putin vem em socorro da Europa. Os Estados Unidos da América contestam.

A irresponsabilidade americana atinge as raias da criancice e da arrogância. Por mais conselheiros que Obama tenha parece que todos alinham pelo mesmo diapasão de cegueira coletiva.

Churchill ao verificar que a Alemanha hitleriana se armava mais do que o Tratado de Versalhes lhe permitia tentou que o Parlamento Britânico compreendesse que a Força Aérea alemã rapidamente suplantaria a Inglesa e o perigo que daí poderia advir. Baldwin, Presidente do Conselho, recusou o alarmismo e a Inglaterra pagou muito caro o laxismo.

Hoje, os Estados Unidos, culpados do que está a acontecer na Síria porque nunca aí deviam incentivar os movimentos contra Bashar-al-Assad, querem fazer o que lhes apetece e a Rússia e a China foram obrigadas a sofisticar as armas.

A Síria está na zona de influência Russa, os EUA não se preocuparam em a provocar. Putin conteve-se. Esperou até ver onde ia o desplante da grande potência militar e a sua imprudência.

Ela está à vista. Depois da Invasão do Iraque e da Primavera infernal dos árabes, tudo com o dedo invisível de quem teima impor a democracia à força. O ponto alto e hediondo foi a destruição da Líbia e o assassinato inqualificável de Muammar Khadafi, daí à formação do Estado Islâmico e da abertura de portas para a Europa foi um passo.

A Rússia, que devia ter seguido sempre com grande preocupação a morte no Mediterrâneo de milhares de árabes que encontraram aí o seu cemitério para propagação de doenças em toda a bacia mediterrânica, observando a impotência da Europa em receber este fluxo inusitado de migrantes que conseguiram dar o salto, resolveu finalmente impor ordem na Síria e travar o Estado Islâmico que, mais do que derrubar Bashar-al-Assad, pretende abrir caminho e instalar-se na Europa.

Neste momento Bashar-al-Assad pode ter a certeza que a Síria voltará a estar unida e a Europa mais segura.

O Secretário-Geral da NATO, Jens Stoltenberg, ao falar numa solução política para o conflito está a cometer outro erro. Churchill, antes da Segunda Guerra Mundial advertiu os Governos Inglês e Francês que a teoria pacifista de conversa fiada só poderia resultar em catástrofe devido às notórias intenções do cabo Hitler transformado em senhor todo-poderoso de uma Alemanha que crescia e se armava mais depressa do que os países unidos na Sociedade das Nações.

Laurent Fabius, tal como Pierre Laval e outros, volta a cair nos mesmos equívocos.

Felizmente que Moscovo passa a apoiar Damasco ao colocar bases em Tartessos, junto à costa e na base naval de Tartus, além de no aeroporto Bassel-al-Assad a sul de Latakia, na costa mediterrânica.

O propósito é evidente: socorrer a Europa e o Governo Sírio. Quem não compreender isto e tentar rejeitar a ajuda sofre uma grande desilusão e a Europa o maior enxovalho da sua história.

C.S

publicado por regalias às 05:25
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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015

A crise, a saudade e os galos portugueses

Não sei se é do relógio biológico, dos galos madrugadores ou das insónias que entre as quatro e as cinco da matina tenho de saltar da cama.

A crise, a recordação saudosa dos bons velhos tempos, de um passado alegre, saudável e de irreverência com chiste fazem parecer ainda mais negro, este presente pintado de cores fictícias.

Depois do blogue e outros escritos dou uma volta pela cidade que tem imensos pequenos jardins junto às casas de rés-do-chão e primeiro andar. Na Primavera o cheiro que ressuma por todo o lado é fabuloso. Continua pelo Outono.

Em alguns locais, vejo há anos galinheiros, com todos os preparos para serem limpos sem grande esforço e um espaço com rede em frente.

Como a cidade é pequena, harmoniosa e simpática, meto conversa com toda a gente e, muitas vezes, pergunto a razão dos galinheiros.

Todos dizem que têm as aves não por ficarem mais em conta ou ao mesmo preço das compradas nos supermercados. O sabor é totalmente diferente, os ovos são do dia, sabem o que comem e as crianças adoram a bicharada.

Ontem, enquanto conversava reparei num belo galo, todo pimpão. Não resisti a comentar: está destinado para o Natal ou para os Reis.

- Nem para uma festa nem para outra. Vai um parecido com os nossos políticos.

- Com os nossos políticos? Perguntei sem atingir a ideia.

- Vou sempre a Freamunde à feira de 13 de Dezembro. A carne é muito mais tenra e saborosa.

- E que tem isso a ver com os políticos?

A D. Ana riu-se com ar lavado, matreiro e simpático.

- Afinal o senhor sabe muito, mas não sabe tudo.

- Bem me esforço. Tenho ainda muito que aprender.

- Os capões são os galos de Freamunde e, desculpe a graça, neste país nunca houve tantos capados.

Olhei a D. Ana, fiz um sorriso amarelo para não ficar desiludida, mas não podia entrar na política. Era perder tempo e adiantar pouco. Acrescentei:

- Tem razão. Vamos ver o que sai das próximas eleições.

- O que sai? Não sai nada de jeito! Aquilo é tudo gente chocha. Não valem nada. Nem uns nem outros.

E a D. Ana, mesmo comigo a tentar continuar o caminho, não largou.

- Vale mais este galo que aqui está e que trata as galinhas com mimo, do que todos os castrados que desgraçaram este país. Abençoado Salazar.

C.S

publicado por regalias às 05:20
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