Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015

A esquerda portuguesa a nu e sem pudor e inteligência

Devo andar com pesadelos. Vi a Ana Gomes nua a barafustar com tudo e todos na Baixa Lisboeta, mas ninguém lhe passava cartão, julgo que por tresandar a suor, gordura e insuficiência naquilo que afirma.

De vez em quando ouvia indivíduos de raça negra gritarem-lhe: vai incendiar ódios para outro lado. Não afundaste os submarinos, queres afundar um país que não precisa de desestabilizadores!

Mais à frente vi outra que fazia sexo no meio da rua perante o olhar espantado de um garoto de sete anos que chamou um polícia porque estava um homem em cima de uma mulher e ela fazia caras esquisitas.

Já me perguntava se tinha entrado na casa dos horrores quando vejo numa revista uma raparigota nua com um mostrengo por trás e barriga deformada.

Distraído fui contra um idiota que me disse com má cara: “ó amigo, você não vê onde põe os butes?”

- Desculpe, devo estar doido. Não está a ver o que eu vejo?

“ Você é de onde? Desceu de outro planeta? Isto é o último grito socialista! Não sabe que nas eleições vale tudo!?”

O homem voltou-me as costas, irritado com a minha ignorância e pisadela.

Confuso encontrei-me em Paris no “Folies Bergère”. Lá estavam o Maurice Chevalier, a Mistinguett e a Josephine Baker. Que loucura, que suavidade, que graça as piadas do Chevalier e que pernas as de Josephine e as de Mistinguett!

Comecei a ter suores. Mistinguett não me saía do sonho e fui parar ao Moulin Rouge onde ela, provocante, cantava e encantava.

Atrevidote, lancei-lhe a mão, bati na mesinha de cabeceira e acordei mal disposto, desapontado e molhado. Abanei a cabeça, meti-me no banho, meio a dormir. Culpei-me dos sonhos, fruto de pensamentos que me preocupavam seriamente e em que o teatro de revista entrava no miolo e punha tudo a nu.

O tempo não é sério, pensei. Cada um faz o que quer, sem entender por que o faz. Animalidade irracional sem limites.

Os ares sopram da França libertina, percorrem todos os continentes.

A elegante e apetitosa Carla Bruni, mulher do Sarkozy, declara sem qualquer constrangimento que teve relações com trinta homens e capeia na Internet, completamente nua.

Mas é elegante! É bela e apetitosa! E as socialistas são desconjuntadas, sem graça, sem sentido político nem pedigree! Gritei! E ainda estaria a sonhar se a água da banheira não transbordasse e me acordasse.

C.S

publicado por regalias às 05:15
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Terça-feira, 8 de Setembro de 2015

A demagogia enganosa pode acabar em tragédia

Os portugueses são um povo cordato e paciente, mas quando o espicaçam durante muito tempo não há quem os pare. Que o digam os espanhóis na Batalha de Aljubarrota ou em 1 de Dezembro de 1640.

Há quarenta e um anos que, quem ocupou os Governos tem feito tudo o que entendeu desde os comunistas aos socialistas passando pelos sociais-democratas e centristas.

Uns com mais enganos e outros com menos, a situação do país é desastrosa e podia ser completamente diferente.

Julgo que os Deputados e o Governo que saírem das próximas legislativas vão ter uma tarefa hercúlea e não podem falhar, caso contrário a tragédia pode dar-se a qualquer momento.

Leia o que aconteceu na Primeira República aos políticos e magistrados.

Quarenta e um anos de incerteza e de enganos põe, qualquer um, maluco.          

Relato muitas vezes o que aconteceu comigo porque posso provar.

Quando das eleições legislativas de 1976, o país esteve a um palmo de explodir. O PREC fez armar a população e nunca se venderam tantas caçadeiras, pistolas e revólveres.

Eu tinha sido convidado pelo PS, PPD e CDS para entrar nas listas para a Constituinte, mas recusei. No ano seguinte, o Dr. Manuel Machado não me saiu lá de casa enquanto no último dia e às duas ou três da manhã, aceitei ser independente pelo CDS. Independente porque conheço a minha maneira de ser. O CDS colocou-me de parte inteira no Partido, o que lhe causou problemas. Votei várias vezes de forma diferente.

Quando começou a campanha pensei: bem, se vou concorrer, vou fazer os possíveis para ganhar. Atirava fora os papéis que o CDS enviava e fazia outros mais apelativos e entendíveis pelos menos letrados.

Um dia que vinha de volta da zona de Ferreira do Zêzere para Tomar, pelo caminho ia largando pela janela do carro a conversa do CDS. Reparei que um Peugeot 504 não me ultrapassava, deixei de deitar papéis, encostei e parei num pequeno desvio. O Peugeot parou 20 metros à frente. Pensei para mim: vais ter problemas. Tranquei a porta, abri o vidro uns dez centímetros, desapertei o coldre e puxei o cão do revólver.

Um individuo de estatura pequena, mas forte, bastante nervoso disse-me:

- É capaz de me dar um papel desses.

Entreguei-lho com o símbolo do CDS do lado contrário. Ele tremia e não entendia, quando voltou o papel e viu o símbolo disse com raiva:

- Se você fosse comunista, matava-o!

Quando olha para mim, eu tinha-lhe o revólver apontado à testa. Você não matava nada. Deixe cada um fazer a propaganda que entender. Mas ele, português obstinado e pronto a morrer: “o meu amigo matava-o a si.”

- Ó João mostra lá.

E o João saiu do carro e mostrou uma espingarda “Baical” de cinco tiros.

C.S

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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2015

Migrantes, uma trágica lição para meditar

Depois da invasão do Iraque pelos americanos e amigos às ordens do Bush filho, Obama achou que devia ainda mostrar todo o seu poderio.

A oportunidade apareceu-lhe pelo convite irracional de Sarkozy e de Cameron ao aproveitarem pequenos desacatos, que existem em todo o lado contra os Governos.

A Líbia foi o alvo escolhido.

Depois de terem convencido Khadafi a não ripostar com os seus aviões, entraram Líbia dentro. Foi o massacre, o assassinato de Khadafi e o caos, a morte e a miséria do país que ficou dividido e desorientado.

Satisfeitos com a obra, Cameron, Sarkozy e Obama lavaram as mãos, pagaram-se de crude e exigiram outras compensações que nunca receberão.

Como tudo foi muito fácil, Obama resolveu amotinar a Síria peitando traidores, infiltrando mercenários e fazer a Bashar-al-Assad o mesmo que os inimputáveis inconscientes senhores da morte já tinham feito a Saddam Hussein e Muammar Khadafi. Só que aquele, avisado a tempo, escudado pela Rússia, cedeu até onde podia ceder, não ao cruel inimigo, mas ao Estado Islâmico que aproveitou o ódio aos invasores para eles fazerem a sua incursão na Europa, por levas de árabes, que umas vezes acossados, outros comprados para empurrar e morrer se hão de fixar no Velho Continente.

De pelo menos trezentos mil a Europa não se livra. Morrem outros tantos. Isso não conta. A fé e o fanatismo levam-nos ao paraíso.

E a Europa, ingénua e submissa a Obama, ainda não compreendeu que este a tenta isolar para ficar sempre dependente da sua ajuda para o bem e para o mal.

O Tratado de Comércio com os Estados Unidos pode ser o princípio do novo desastre e, sem chapéu protetor.

A Europa ou volta a ganhar campo e compreende que mesmo aliada dos Estados Unidos nunca pode estar desalinhada com a Rússia ou mais cedo ou mais tarde este campo de progresso transformar-se-á em desespero.

A China, prevendo as intenções de Obama e seus conselheiros, mostrou naturalmente o seu potencial militar como aviso aos países com tentações democráticas totalitárias, para terem a certeza que podem contar com a sua oposição ao esbulho da riqueza dos povos e à chacina dos seus habitantes.

Basta-lhes um simples tiro do Vento Leste, os DF-21D que, com apenas um disparo, são capazes de destruir um porta-aviões.

O aviso ficou lançado e Putin encontrava-se ao lado de Xi Jinping.

C.S

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Domingo, 6 de Setembro de 2015

A complexidade humana faz de nós seres imprevisíveis

Desde miúdo, sem saber porquê, gostava de compreender porque eram diferentes as pessoas:

Como viviam, como sobreviviam e isso a partir dos cinco anos, julgo por não entender como era possível o meu maior amigo, o Bucha, não recordo o nome verdadeiro, ser o mais pobre da vila e a mãe a mais triste e miserável que havia em Penamacor.

Com dois filhos de pai incerto. O Doutor Xavier Rodrigão, informou o Administrador do Concelho que a mulher tinha tresloucado e precisava de ser internada.

O meu amigo também desapareceu com a mãe e eu passei uma semana sem querer almoçar porque o Bucha comia lá em casa. Recusava a comida apesar de todas as explicações de minha mãe.

Quando entrei para a escola e logo que o Professor José Manuel Landeiro passava pequenas redações para casa, o meu tema preferido era sempre o meu amigo pobre e porque as pessoas não viviam bem.

O Zé Manel, como entre a garotada era tratado, aconselhou os meus pais a levar-me a um especialista. Fui ao de sempre o Doutor Xavier Rodrigão, que não tinha filhos, e gostava imenso de mim. Lá explicou aos meus pais que aquilo era um pequeno trauma e que passaria com o tempo.

A verdade é que não passou totalmente e embora expansivo e brincalhão, a tristeza ficou-me sempre na alma. Entre 1976 e 1979 na Assembleia da República fui por diversas vezes muito contundente e agressivo se sentia que o único prejudicado era o povo quando se gastavam horas e horas com assuntos inúteis e avisava do que viria suceder.

A primeira vez que uma sessão da Assembleia foi encerrada por minha causa, apesar dos apelos do Presidente da Assembleia da República, Teófilo Carvalho dos Santos, para retirar as palavras proferidas a que não cedi porque o grande prejudicado e a grande vítima era o povo, que tantas vezes me apelidou de fascista, mas a que eu não ligava porque ele não sabia do que estava a falar, agora quando um dos grandes me ofendia levava troco.

Freitas do Amaral quando do voto contra Nobre da Costa, com o qual eu não estava de acordo, propõe um processo disciplinar para me fazer sair do Partido tal como fez ao General Galvão de Melo, posto na rua como um criado. Comigo saiu-se mal. Perdeu. Tive pena dele porque é um homem inteligente, mas arrogante e fraco estratega.

Provam essa debilidade, a saída do II Governo Constitucional que foi um erro descomunal. Podia ter sido o refazer do que os comunistas tinham destruído no PREC e nos quatro Governos comunistas. Com a saída da aliança, PS-CDS, inviabilizou um Governo em que os Portugueses acreditavam. Por outro lado a saída de Galvão de Melo e o mal-estar criado no seio de Deputados, que conheciam o povo e o convenciam a estar com o CDS, levou a redução dos 42 Deputados para 16. Mais tarde custou-lhe a eleição Presidencial.

O ser humano é estranho, complexo e imprevisível.

C.S

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Sábado, 5 de Setembro de 2015

O homem é escravo da Natureza e não a compreende

Tal como antigamente os casais tinham muitos filhos e eles eram a riqueza da casa, da mesma maneira a Natureza dá força ao homem para ele procriar até quase aos noventa anos e a mulher se fica pelos cinquenta.

É por este motivo que o homem está sempre pronto para o sexo e por ele, perde a cabeça.

Apontado pelos puritanos de paleio como impuro, quase todos fazem o mesmo. A Natureza impede o homem de raciocinar quando outro valor mais alto se levanta.

Bill Clinton é o exemplo mais próximo e mais mediático das sociedades do fingimento e da hipocrisia soez que não resiste a uma simples triagem para saber quantas facadinhas cada um deu fora da esfera permitida pela beataria corrupta de corpo e alma e sobre a qual hoje não falamos até ver onde chega o Francisco que, como já percebi, quer estar a bem com Deus e com o Diabo, sem perceber que o homem é ser endiabrado e sem freio.

Mas a culpa não é deste ou daquele e muito menos do Bill que sendo homem inteligentíssimo não resistiu à tentação que um brutamontes desbocado, com arrotos presidenciais, vem amarrotar acusando a mulher de não o satisfazer.

A culpa não é deste ou daquele mas da Natureza, que não olha ao pudor, para que os filhos não faltem para trabalhar e enriquecer a família Universal. O homem é o seu escravo mais submisso e agradecido.

Salazar, que a contragosto casou com a Nação, por saber que não conseguiria resistir aos apelos do sexo sabia que para salvar a Pátria, que a Primeira República tinha deixado esvaziada de gente, teria de apelar a que os casais tivessem muitos filhos. Concedeu prémios às famílias numerosas. Oliveira Salazar, para evitar os apertos, teve de encontrar remédio. Segundo o marido de Christine Garnier, que escreveu o livro “Férias com Salazar”, afirmou, para o quem quis ouvir, que a mulher era amante de Salazar.

A culpa é da Natureza. O homem para trabalhar bem e equilibrado é fundamental ter sexo. As ideias fluem, tornam-se brilhantes, descobre tudo o que está para lá do conhecido ou é impossível fazer.

Tudo é possível através dos braços e do carinho de uma mulher. Não há nenhuma droga que a supere. Ui!

A Natureza tem no homem o seu mais fiel e agradecido fertilizador. Quando a mulher se queixa de dores de cabeça, de enxaquecas e o homem está prestes a explodir porque fica desorientado, a primeira que aparece, truz. Ele não tem culpa. É a Natureza que o empurra.

C.S

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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2015

A pacífica invasão da Europa pelos árabes

Em 1991 encontrava-me por terras de Ovar, mais precisamente na simpática Praia do Furadouro onde tinha uma fabulosa e bem-disposta namorada e tentava salvar a humanidade escrevendo livros que pagavam dívidas e me acalmavam neste mar com tanta areia por explorar.

A certa altura um empresário, com negócio de torneiras e afins, foi ter comigo ao restaurante onde eu via mar e sonhos e pediu-me encarecidamente para ensinar português a um jovem Tunisino que queria tirar o Brevet em Portugal numa escola entre Sintra e Cascais.

Depois de muitas recusas e perante a insistência do homem, acabei por aceitar o jovem que era educado e inteligente.

Depois do primeiro mês de aulas, logo que acabavam ficávamos no logradouro da casa à conversa. Aproveitava para acertar o som das letras e fumar uns charros.

O jovem, de que já não me lembro o nome, recebia da Tunísia barras de haxixe prensado. Depois de fumar três ou quatro charros ia-se embora e eu ia até à praia para aliviar calores, aclarar ideias e imaginar prazeres com a minha adorada musa.

Ao terceiro mês de explicações já o rapaz falava bastante bem o português. No meio do quarto charro ele disse-me que os árabes iam conquistar a Europa daí a trinta anos. Não liguei ao assunto. Pensei mais que era do fumo, do sonho, da juventude e do destrambelho da língua.

Quando começaram os ataques aos árabes no Iraque recordei-me da conversa. Pensei: isto vai dar grossa asneira.

Quando o Obama, o Cameron e o Sarkozy destruíram a Líbia virei a única arma que sei usar contra os três energúmenos e tentei travar, o holocausto, pela escrita, de gente que vivia feliz e descuidada.

Agora, quando o Cameron se recusa a minimizar o crime cometido aceitando receber os milhares de migrantes que ele, o Sarkozy e o Obama provocaram ao antecipar a invasão dos árabes na Europa tal como Pedro, o Eremita, demagogo da fé e desmiolado, como estes três, e pregou as Cruzadas para tirar a Terra Santa aos infiéis.

O seu apelo reuniu milhares de outros tantos loucos, mulheres, velhos e crianças que partiram à conquista da imbecilidade e foram morrendo pelo caminho aos milhares sem terem alcançado coisa nenhuma.

A seguir a esta mortandade seguiram-se nove Cruzadas, com muitas mortes em todo o lado. O fanatismo tanto é árabe como europeu. Os animais equilibram-se. Todos se recordam da terceira Cruzada e do simpático rei inglês Ricardo coração de Leão que para se desenfastiar da pasmaceira inglesa daquele tempo foi matar mouros e lavar os pecados no Santo Sepulcro.

Agora sucede o inverso. Os do Estado Islâmico, depois do Obama ter destabilizado a Síria, os alarves ficaram com terreno limpo para daí empurrar para a Líbia os infelizes destinados ao abate nas águas, nos barcos, nos camiões da morte lenta.

É a invasão pacífica e dolorosa da bosta humana que servirá de teste para novas invasões tal como as Cruzadas fizeram para conquistar o direito a matar infiéis, a inteligência e celebrar o fanatismo e o ódio.

C.S

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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2015

Em Portugal e no resto do mundo só se aprende fazendo

Li no “Diário Económico” que 21 mil professores contratados já desistiram de dar aulas.

Não há fome que não dê em fartura. Falta de emprego não há. Há gente que entra em outros empregos com maior remuneração e menos dores de cabeça só de ouvir a algazarra dos miúdos, os berros dos pais e por vezes umas chapadas dos mais brutos e que não respeitam ninguém.

Os problemas com o excesso de alunos formados nas Universidades ou nos Politécnicos nunca foi a falta de empregos, foi sempre o matraquear imbecil de quem não percebe do assunto e tanto repete que não há emprego, que não vale a pena estudar e outras parvoíces do género que os jovens vão no embrulho.

Claro que os Governos deviam insistir e desmontar constantemente o zurrar de quem não sabe o que diz e só pretende desmoralizar a juventude para que ela não suba na vida com medo de eles próprios ficarem sem emprego ou até só pela inveja comezinha que encasca a maldade não só nos pés mas na cabeça destes brutinhos que vieram ao mundo para chatear toda a gente.

Qualquer curso serve para tudo. Um curso serve para abrir mentalidades, para compreender melhor o que se diz, para manusear melhor a ferramenta, enfim, para viver melhor.

E dou os exemplos mais simples, para que mesmo os invejosos e aqueles que parecem só estar bem com o mal dos outros, sem perceberem que o mal dos outros se reflete, mais cedo ou mais tarde, neles próprios.

Qualquer curso dá para Deputado, Secretário de Estado, Ministro, Primeiro-Ministro, Presidente da República.

Alguém contesta o que estou a dizer? É verdade ou não?

Mas até sem qualquer curso qualquer borra-botas pode ser Deputado.

A diferença está que, com um curso, a pessoa fica mais habilitada a compreender o que se diz e o que se pede.

A demonstração do que digo está à vista de todos. Portugal não progrediu como devia porque a quantidade de borra-botas e de videirinhos como Deputados e Governantes foi excessiva.

Portugal pode voltar a ser um dos países mais ricos e felizes do mundo desde que todos queiramos.

Na Universidade brilha a teoria que, em companhia com o trabalho, com o fazer, o manusear, o sujar as mãos o folhear, muitas vezes, os documentos se atinge o Topo sem ser necessário a gritaria que arrasa os nervos e não serve para ninguém.

Volto ao “Diário Económico”. Durante o mês de Agosto trouxe “O melhor de Portugal” um conjunto de Homens e Mulheres que se têm distinguido em Portugal e no estrangeiro devido às suas capacidades e ao seu trabalho. Julgo que em algumas bibliotecas poderão ler, observar e pensar sobre esta gente que em vez de chorar o seu destino foi à luta e o agarrou.

C.S

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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2015

Os parasitas de Portugal. A choldra grevista

Não tendo ainda compreendido que as greves prejudicam aqueles que as fazem e o povo que tem menos poder de compra, os grevistas, estes parasitas do ócio e da estupidez continuarão até às eleições a berrar contra tudo sem saberem nada de nada.

A Primeira República foi sufocada pelas greves.

Estou convencido que os republicanos da primeira hora, não eram piores do que aqueles dos dias de hoje. Eles estavam imbuídos de boas intenções, mas o povo acirrado pela União Geral de Trabalhador (UGT) começa logo a exigir o que os governantes sabiam não podiam dar. Para dar a uns, faltava para os outros.

Aquele atrasado mental comunista que foi Primeiro-Ministro, o Vasco Gonçalves foi o que fez, sentiu os cofres cheios e desatou a dar dinheiro, mesmo a quem não necessitava dele. Deu a uns, faltou para os outros e ao fim de pouco tempo já estava a dizer que era preciso conter as despesas.

Por esse motivo os II, III, IV e V Governos do Vasco louco minaram Portugal e os Governos seguintes tremeram sempre que eram contestados. Em vez de defender Portugal com uma política firme, juntaram-se aos bandalhos para comerem à farta e sem mais preocupações.

Quem se trama? O povo.

A demagogia desenfreada dá para a grande asneira, mesmo que os gestos sejam pequenos.

Todos se lembram do Primeiro-Ministro, Mário Soares a insultar um polícia, que estava destacado para o proteger, mas o alarve quis mostrar que mandava, fez parar o autocarro em que seguia e enxotou o guarda como se ele fosse um cão.Estas atitudes descredibilizam os governantes.

Que grande socialista é este gajo. E só pode ter este nome porque ele o usa contra as outras pessoas.

Querem democracia? Fazemos-lhes a vontade. Jogamos ao pau da inteligência e da boa ou da má educação com todas as letras do vocabulário, em Fá ou Ré maior.

A União Europeia, o FMI e o BCE podem mandar o dinheiro que entenderem, que os grevistas imediatamente o deitam fora porque a choldra mandante assim lhes ordena.

Os políticos da Primeira República para ganhar o favor do povo, logo que tomaram conta do poder revogam o artigo 277 que considerava a greve um crime, porque o povo era sempre o mais prejudicado, liberalizam a greve e daí a pouco tempo já gritavam contra a canalha que nem os deixava governar e não percebiam que estavam a preparar o seu enterro tal como aconteceu.

Estes vão pelo mesmo caminho. Ainda os verei a roer as pedras da calçada e as ervas dos lodaçais.

Mas é escusado. Quem teima em ser burro mantém a ideia.

Nem ouvem o padrinho Soares, que um dia, quando lhe disseram que ele tinha sido comunista, respondeu que só os burros não mudam de opinião.

C.S

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Terça-feira, 1 de Setembro de 2015

O petróleo que baixa preços e alimenta o terrorismo

Todo a gente se pergunta como é possível, com o aumento do gasto dos combustíveis em todo o mundo, devido ao maior número de aviões a voar para todo o lado, a multiplicação de venda de veículos automóveis, os tanques das forças armadas de cada país que bebem desalmadamente, e o preço do crude, em vez de aumentar, tem diminuído a olhos vistos.

O segredo guardado pelos mesmos de sempre e por intermediários sem medo é simples: os terroristas que ocuparam os poços de petróleo no Iraque, na Síria e na Líbia estão a vendê-lo ao preço da uva mijona.

Os compradores são os mesmos que os combatem e os intermediários são países fronteiriços especialistas em fazer dinheiro sujo e mortes limpas.

Não é segredo para ninguém que Bin Laden comprou milhões em armamento aos Estados Unidos. Que o Iraque de Saddam Hussein era um dos principais clientes dos States. E a lista podia continuar interminável, miserável e de vómitos.

Também os Índios Americanos caíram na esparrela de comprar aos caras pálidas as armas que depois os liquidaram.

O mesmo fez Cortez no México e destruiu a civilização Asteca para limpar terreno e oiro.

A história está cheia de infâmias e de infames.

É por este motivo que os valentes conquistadores da morte, e na criação de um novo Estado Islâmico, o irão manter pelo tempo que os trapaceiros quiserem. Agora ficam-lhes com o petróleo que entenderem sem se importar com a morte de milhões de árabes, uns, no terreno do efémero império criado por fanáticos desesperados que tentarão decapitar a Europa e os Estados Unidos, mas ainda sem saber como.

O Objetivo está definido, mas a estratégia é a do selvagem que sabe matar e destruir, mas não é capaz de edificar segundo os padrões humanos do amor e da solidariedade.

Entre os terroristas, os intermediários e os compradores de petróleo, a diferença não é de palmo.

O mundo está tramado. A Europa não sabe o que deve fazer. No seu seio tem os dois maiores culpados do caos que o mundo vive. O outro está para lá das águas.

As novas gerações são educadas no vale tudo para sobreviver.

Dentro de vinte ou trinta anos as pessoas não morreram de doença, morrem de vergonha.

C.S

publicado por regalias às 05:22
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