Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2015

Entre o Nóvoa e o Marcelo, venha o diabo e escolha

Desde o momento em que Marcelo chamou Ditador ao Professor Marcello Caetano, o comentador polivalente desapareceu do meu pensamento.

No mesmo patamar, Nóvoa também não merece qualquer respeito.

Marcelo ao considerar Marcello Caetano, o maior amigo de seu pai e grande amigo do nadador, do taxista, do funâmbulo e do oportunista, Marcello dá como adquirido que Salazar seria também Ditador.

Nada de mais falso, Salazar nunca foi Ditador a não ser na boca dos comunistas que apoiaram as grandes ditaduras e ainda apoiam as que restam, mas a partir do 25 de Abril tanto insistiram nas palavras fascismo e Ditadura, sempre replicadas pela Comunicação Social e pelos videirinhos que as pessoas interiorizaram os vocábulos e eles pegaram.

É o caso de Marcelo que é Professor Universitário e malabarista do verbo.

Quando o jornalista Serge Groussard perguntou a Salazar:

Considera-se um Ditador? Ele respondeu:

“Não sou nem posso considerar-me tal. Não é essa a situação política nem o direito Constitucional.”

O texto pode ser lido no sexto volume dos “Discursos”. Mas há muitos outros excertos onde pode encontrar o Pensamento de Salazar sobre este assunto e em diferentes ocasiões.

Desde o 25 de Abril nunca deixei sem resposta os abrutalhados que falavam sem saber o que diziam e ao Rebelo desliguei, como quem deita o papel higiénico para o local devido, depois do serviço.

O Nóvoa é do mesmo calibre. Seduziu o Costa que o deixou cair logo que viu que o homem cegou pelo tacho. Nem mesmo o apoio que Mário Soares, Almeida Santos e o inacreditável Vasco Lourenço apostam neste outro manipulador de palavras, mas que soa a oco, lhe conferiram qualquer valor.

Ele vai a todas, ontem ouvi-o na Antena1. Só conversa para enganar o patego.

Entre o Marcelo e o Nóvoa, venha o diabo e escolha.

 

Anterior “A invasão dos refugiados determinará o fim da guerra”

C.S

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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015

A invasão dos refugiados determinará o fim da guerra

Com a fuga do Daesh das zonas ocupadas na Síria, pela ajuda que os fabricantes de terroristas e poucos opositores ao Governo Sírio lhes concediam, a guerra terminará rapidamente e os Sírios regressarão ao seu país onde viviam felizes.

Esta reviravolta só é possível porque a Rússia, o único país a quem a Síria pediu ajuda, os outros são escandalosamente invasores cobertos com a capa da democracia, que, segundo julgo, não dá direito a ninguém de destruir e matar num país que não é o deles.

A Rússia resolveu por uma questão humanitária intervir antes que as forças democráticas e os assassinos do Daesh e da Turquia arrasassem a Síria e a Europa, culpada por grande parte desta situação, tivesse de receber milhões de Sírios em fuga, mortos de fome e de doenças.

Hoje, muitos desses infelizes vivem em situações iguais aos dos fugitivos da Segunda Guerra Mundial, a quem só Portugal tratou com dignidade, lhes deu abrigo, paz, proteção e solidariedade.

Para verificar o que digo leia os testemunhos dessa gente nesse tempo e em relatos posteriores por quem passou por essa situação.

Os desgraçados que fogem da Síria ou passam horrores nos campos onde são recebidos ou ficam pelos caminhos ou enchem de mortos o cemitério do Mediterrâneo, transformado em incubador de vírus de todas as espécies e possível alimentador das pestes que podem dizimar não só os Sírios como todos os povos com fronteiras para o Mediterrâneo até contaminar toda a Europa e toda a África.

As guerras provocadas por insensatos, a continuar, acabarão por destruir os próprios povos que as iniciaram.

A Turquia e o seu Calígula, Erdogan, começou já a preparar o contra ataque falando em genocídio dos rebeldes a quem ele fornece apoio, armas e morte tal como fez e continua a fazer aos Curdos, cujo genocídio tem sido escondido, mas continua com o rabo de fora como ainda há poucos meses aconteceu com a morte de centenas de curdos antes das eleições que o Erdogan ganhou ao forçar a vitória que nas anteriores tinha perdido.

Mas os Ocidentais continuam a querer sangrar-se a eles próprios. Espero que a Rússia, até para sua própria segurança não o permita. E se for preciso peça apoio à China da qual nunca se deve desligar até para proteger os levianos europeus e americanos que, inchados e balofos, se continuam a pensar defendidos pela besteira que os une nas guerras que o Cameron, o Sarkozy e o Obama desencadearam.

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C.S

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2015

Amor, poesia, insatisfação em Florbela Espanca

Hoje passa mais um aniversário do nascimento e morte de Florbela Espanca, recordá-la é viver a alma portuguesa contemplativa, sofredora, apaixonada que sendo maior que o pensamento tenta libertar-se das amarras onde o tempo a agrilhoou.

Quando as crianças são tratadas como objetos manipulados e descartáveis, inconsciente e levianamente por adultos que reivindicam sempre a ditadura democrática, para fazer o que entendem, sem se preocupar com as angústias dos rebentos, mal continuará o mundo que enreda à nascença o que é puro e imaculado.

Florbela Espanca tendo nascido de uma relação extraconjugal, desde muito cedo a sua sensibilidade ficou marcada pela confusão, embora nunca lhe tivessem faltado os carinhos de duas mães.

Esse desconforto, tristeza, insatisfação criou nela o canto da ave desesperada, perdida num mundo que rejeita.

A fuga ao cárcere teve o escape dos solitários, da imaginação em fogo que verte na poesia a procura, lágrimas e ansiedades que são o refúgio para a libertação da alma.

A leitura da poesia de Florbela Espanca, mais do que a de Camões, Bocage ou Pessoa fez de mim um inveterado sonhador, não distinguindo, muitas vezes, a realidade da ilusão.

Quando a querida Alentejana me batia no pensamento esquecia o lugar onde me encontrava, mergulhava no devaneio poético amoroso e causou-me situações embaraçosas e gargalhadas estridentes dos meus colegas de escola, que não ouvia mas que senti quando o Doutor Carriço, professor de Educação física me enfiou um par de chapadas no meu sonho de viagem etérea.

Tinha ficado em êxtase num exercício que há muito terminara e os meus colegas riam pela insólita situação.

Outra vez e noutra escola dei-me a fazer uma declaração de amor, em plena aula, à professora de Inglês, Fernanda Cardinal. Gargalhada geral e envio do despudorado ao Dr. Rabaça que riu da situação e compreendeu.

Florbela Espanca foi desde muito jovem a minha companheira do pensamento em brasa.

Os seus versos imaginava-os dirigidos à minha solidão de impenitente. Muitas vezes me encontrei a caminho do Alentejo sem saber qual o motivo por que isso acontecia, mas era Florbela que me chamava, a terra, o cheiro e os sabores do Alentejo que são diferentes dos do resto do munto.

 

Anterior “ Os portugueses sempre esbanjaram talento”

C.S

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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2015

Os portugueses sempre esbanjaram talento

As dificuldades, a falta de dinheiro e as contrariedades nunca impediram que aos portugueses lhes faltasse sonho, imaginação e vontade de vencer a vida.

Em vários momentos, os portugueses tiveram crises enormes e de tal maneira grandes que outros povos que passaram pelas mesmas tribulações soçobraram e desapareceram.

Se quiser compreender melhor o que afirmo, compare Portugal com a nossa vizinha Espanha. As nações que a compõem, a Galiza, o País Basco, a Catalunha etc., todas elas tentaram viver sob um Governo saído das mesmas raízes. Só Portugal se separou do bloco Ibérico. Porquê?

Porque o português é intrinsecamente independente e senhor do seu nariz.

Os Romanos diziam que somos um povo ingovernável.

Somos na verdade ingovernáveis pelos outros. Sempre tivemos os nossos azeites, as nossas discussões, mas sempre os soubemos resolver com a prata da casa.

Relembrando as crises mais recentes recordamos a monstruosa miséria da Primeira República, 1910-1926.

A Ditadura Militar de 1926, não conseguindo resolver a situação à força, teve a humildade e o bom senso de chamar, em 1928, Salazar.

Salazar foi o Homem que compreendeu os portugueses. Soube estimular neles a esperança, sabendo motivá-los para o trabalho, para o engenho, para a economia necessária, mesmo que muito pequena, e por esse caminho conseguiu guindar Portugal a um dos pontos mais altos e mais felizes da sua história, transformando um país a desfazer-se, totalmente arruinado, num País rico e próspero.

E tudo isto feito com material próprio, caseiro.

Os portugueses reergueram a sua Casa. Salazar orientou a Obra.

Quando hoje a Europa se questiona sobre a fraqueza da Democracia e pelos obstáculos que ela enfrenta, já Churchill dizia que aceitava o regime por ser o menos mau.

O povo e muitos intelectuais odiavam a Democracia pelo sofrimento que estavam a passar e exigiram aos militares que governassem em Ditadura.

Salazar transformou a Ditadura num Estado Democrático (ver Constituição de 1933, artigo 8º) mas chamou-lhe Estado Novo. Limou as arestas e o resultado foi trabalho, emprego, progresso, desenvolvimento.

Isto só foi possível porque temos um povo excecional.

Os portugueses são esbanjadores de talento que valoriza as qualidades.

Gente com poucos estudos foram verdadeiros génios que engrandeceram Portugal sem que ninguém desse por eles.

Quem sabe quem foi José Bernardino Delgado, com a terceira classe, desenhador de duas debulhadoras originais e o homem que fez nascer a Brandoa, riscando as primeiras ruas?

Ou João José Rijo, cujas peças em ferro estão espalhadas pela cidade de Portalegre e no museu José Régio só com uma sigla?

São assim os portugueses, modestos de mais para se colocarem em bicos de pés, mas grandes, do tamanho do mundo, quando a Pátria está em perigo e precisa que todos se unam para o mesmo lado, sejam quais forem os motivos que os teimem em separar.

 

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C.S

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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2015

Ocidentais foram os culpados do acordar do terrorismo

Bush e Blair ao atacarem o Iraque e humilharem os árabes despertaram a vingança adormecida.

Obama, Sarkozy e Cameron ao atacarem a Líbia, sem qualquer justificação credível, abriram a porta ao caos: o Mediterrâneo aos mortos inocentes e a Europa aos fugitivos da Ásia e da África.

Uns aproveitam a guerra, outros a oportunidade de viver em paz, o que não é garantia segura.

Obama e Cameron indiferentes à desordem instalada na Líbia, à morte e à miséria causada, não contentes com a infâmia fomentaram a guerra na Síria. Querendo impor fantoches derrubaram um Governo estável, uma nação em franco progresso, para provocarem a miséria, o medo e a devastação tal como tinha acontecido no Iraque, na Líbia e agora na Síria.

Inacreditável, simplesmente inacreditável quando os líderes da União Europeia, Merkel, Hollande e os restantes, para não citar um a um, fingem ignorar os factos e alinham na idiotia coletiva de todos enviarem aviões para a Síria combater os terroristas sabendo que eles, na Síria, estão misturados com os opositores que Obama aumentou e criou e com mercenários fornecidos pela Turquia, que agora até se infiltrou no Iraque para aumentar a instabilidade.

A insensatez é de tal modo grande que Obama pode vir a ser acusado do terrorismo rebentar Nos Estados Unidos da América com tanta ou mais força, como os chamados refugiados entram no Líbano e na Europa, não mencionando a Turquia a quem a Europa, espantosamente, paga para criar terroristas e invadir a Europa com Turcos e refugiados com passaporte Turco logo que consiga pôr o pé na União Europeia.

Os Estados Unidos tiveram mais um aviso com o ataque realizado por dois amadores apaixonados pelo Daesh a quem declararam vida eterna no paraíso dos loucos. Conseguiram alcançá-lo com algumas balas no corpo.

Os Estados Unidos estão tão ou mais vulneráveis que a Europa.

Não ver o perigo é cegueira e estupidez totais.

E tudo acontece porque Bush, Blair, Obama, Sarkozy, Cameron acordaram o ódio pela falta de respeito como são tratados os árabes.

 

Anterior “A cobardia dos grevistas arruínam os outros trabalhadores”

C.S

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Domingo, 6 de Dezembro de 2015

A cobardia dos grevistas arruína os outros trabalhadores

Gente mais sabuja do que os grevistas do Metro é difícil de encontrar em outra parte do mundo.

Fazem greves por tudo e por nada. Desde há quarenta e um anos até esta data quantas centenas e centenas de greves fizeram?

Estão a brincar com quem? Com o fogo, certamente.

Agora são greves nos dias 9, 10,11,12,13 e 14 de Dezembro para que em Lisboa ninguém pense no Natal, mas só em amaldiçoar os abrutalhados.

A explicação das greves continuadas só pode estar na cobardia destes mentecaptos que ganhando muito bem e tendo uma qualidade de trabalho mais fácil do que o dos verdadeiros trabalhadores, que não fazem greves e tentam com o seu esforço compensar o roubo destes preguiçosos parasitas, que causam perturbações constantes, prejudicando gravemente os utentes deste transporte público, sem que este rebanho entenda o que faz e o que mais cedo ou mais tarde lhe vai acontecer.

Egoísmo puro, estupidez crassa é a caraterística destes malignos abortos que acabarão no lixo da história como qualquer semovente de quatro patas que não se importa com a família ou com o país onde nasceu.

São uns desgraçados que invejam a felicidade dos outros e por isso lhes tentam infernizar a vida paralisando os transportes públicos.

Dizem-me que o Sindicato é que tem a chave para fechar os portões e não deixar entrar nenhum trabalhador.

Afinal, que Democracia é esta que permite a ditadura sindical sem que ninguém possa intervir e proibir os canalhas de fazer o que lhes apetece?

Só em Portugal os Governos assistem indiferentes a este crime contra quem quer trabalhar e é impedido de o fazer por imbecis que desgraçam o país e se deitam a perder a eles próprios.

Dizem que é por causa da Constituição.

Mudem a Constituição já que não podem mudar os falcatos de foice e martelo que zurram e grunhem nos sindicatos.

Serge Groussard, jornalista Francês publicou no “Figaro” uma entrevista com Salazar, em que lhe perguntou porque não reconhecia o direito à greve.

Salazar respondeu-lhe com toda a naturalidade e sinceridade:

“Somos pobres de mais para permitir-nos esse luxo.”

 

Anterior “A vantagem da coligação da Esquerda portuguesa”

C.S

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Sábado, 5 de Dezembro de 2015

A vantagem da coligação da Esquerda portuguesa

O prazer do desconhecido é uma fonte deliciosa, escrevia eu no livro “Os Homens são difíceis” publicado em 31 de Janeiro de 1974 e que pode ser lido na Internet. Basta colocar o título no Google, que ele faz o resto.

Passados quarenta e um anos contínuo na mesma, sequioso por seguir o rumo deste Governo quadripartido, que lembra a quadratura do Circulo que António Costa dedilhava com gula e dava prazer ouvir e ver.

Costa não só arrebatou o Governo aos vencedores como conseguiu arrastar para o seu lado os seus verdadeiros inimigos.

Esta hidra de quatro cabeças, antítese da outra de sete, pode ser a solução para os problemas que o país atravessa, caso os quatro usem inteligência, ponham de lado a teimosia que escurece o pensamento e façam ressaltar o amor a Portugal.

António Costa, numa das suas quadraturas, há três ou quatro anos apontou onde estava o engano onde Portugal se enterrou. Não disse que foi pela pressa com que Mário Soares ali enfiou a cabeça, sem ponderar o que nos era oferecido e as respetivas contrapartidas a pagar.

A juntar a esta insensatez juntaram-se outras que só em greves causaram prejuízos de mais de vinte mil milhões de euros, segundo me disse um reputado economista.

Os quatro têm o país na mão porque os portugueses tanto se importam que governe a Esquerda como a Direita desde que governem bem.

Agora a esquerda, tanto a mais, como a menos, tem de compreender que a sociedade que montaram pode explodir e os quatro ficam em cacos.

E isto porquê? Porque se for o Partido Comunista a forçar a queda do Governo, o povo não lhe perdoa. Se for o Bloco, idem, aspas, aspas, e o Partido Socialista como foi o inventor desta coligação perde também. Resultado, volta tudo ao princípio, às eleições e ao desaparecimento de um ou dois dos quatro Partidos que, neste momento, garantiram que o Governo é para durar, pelo menos, quatro anos e mostrar o que deve ser feito.

A explicação foi apresentada de maneira muito simples para compreenderem que não é possível brincar com coisas sérias durante muito mais tempo.

Governe o Governo do PS, mas governe bem e quando algum Ministro for substituído, caso o PC ou o Bloco apresentem um melhor substituto, ele que entre para o Governo até para obter as mesmas vantagens do PS e os seus eleitores ficarem fidelizados.

Eu que não sou de Esquerda nem de Direita, sou de Portugal, tenho de defender a Esquerda para que o povo termine com o sacrifício e miséria a que está condenado, mas nunca evitarei de a criticar se for necessário.

 

Anterior “Escolas, política e conhecimento”

C.S

publicado por regalias às 06:15
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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2015

Escolas, política e conhecimento

Enquanto o último quartel do século XX impressionou pelo rápido desenvolvimento que as Tecnologias de Informação progrediram, o século XXI divulga com extrema facilidade e simplicidade o conhecimento.

Estou mesmo convencido que as escolas, a partir do segundo ciclo do Básico, passarão a ser via Internet e com muito melhor qualidade que a escola dos nossos dias. Isso estender-se-á às Universidades. Ficarão só aquelas altamente especializadas às quais concorrerão os que estão para além dos estudos, aqueles cuja inteligência e intuição desperta no estudante o génio.

Como esta ideia ainda não está generalizada, vamos agarrar num exemplo para mostrar as vantagens da Internet e da televisão ou das rádios.

O Governo apresentou o programa de Governo e o CDS e PSD deram a conhecer a sua Moção de Rejeição sabendo que ela seria chumbada porque PS, BE, PC e PEV juntos somam 122 deputados e a Oposição 107. Com mais 1 do PAN temos a totalidade, 230.

Por que apresentaram o PSD e o CDS, uma moção de rejeição, sabendo que iriam perder?

Principalmente por um motivo: eles querem obrigar a que o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda, desde o início desta legislatura estejam sempre ligados e votem sempre com o PS de maneira a que fiquem desde já unidos, mesmo tendo grande discordância em pontos essenciais a um bom Governo.

Parecendo que a Moção de Rejeição é um erro, afinal o que o CDS e o PSD exigem é que Portugal seja bem governado. Aquilo que está em causa é a vida dos portugueses e o seu bem-estar.

Depois desta viagem introdutória, onde quero chegar?

Ouvir através da rádio ou ver através da Televisão os debates Parlamentares é a melhor maneira de aprender política e verificar quais são aqueles Deputados que defendem os interesses de Portugal e dos portugueses ou os outros que através da demagogia e do insulto aquilo que os seduz é o dinheiro que ali ganham, falando muito e dizendo nada.

Ao fim de um ano a ver ou ouvir estes debates o interessado ficará com uma base que o pode entusiasmar para a carreira política e saber como deve agir sempre para bem do povo e de Portugal.

Do que ouvi e quem me pareceu mais consistente e fiável destaco o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, e a Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, cujo conhecimento e ponderação oferecem confiança e o sinal que Portugal pode endireitar, mesmo com um governo de Esquerda.

 

Anterior “António Costa agarrou os comunistas pelos gorgomilos”

C.S

publicado por regalias às 06:15
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015

António Costa agarrou os comunistas pelos gorgomilos

Após ter comido o CDS e o PSD com muita pinta, como diz a juventude, rindo da facécia, o Costa agarrou o Partido Comunista pelos gorgomilos e pode ser que os tontos regressem à casa portuguesa depois de quarenta e um anos de desvarios, asneiras e insucessos.

Ninguém quer os comunistas fora de Portugal, aquilo que todos pretendem é que eles reconheçam que nunca souberam verdadeiramente o que era o comunismo e que entraram na seita como quem entra num baile à papo-seco.

O Costa tem de baixar ao nível da demagogia balofa e barata para conversar com o anacrónico e empedernido Comité Comunista que decorou a cartilha e nunca mais evoluiu.

Com as greves anunciadas pelo Metro de Lisboa, da CP e da CP carga onde os ordenados são superiores à da média nacional, os trabalhadores compreendem perfeitamente que ao fazerem greves estão a meter o pescoço na foice e Bruxelas exigirá mais cortes, menos despesa e mais lucros a que nem o António Costa nem os mistérios a que recorre lhe poderão valer a não ser que o Partido Comunista e a sua correia de transmissão, a CGTP, aceitem deixar-se de greves que só prejudicam os utentes e a eles próprios e, pouco ou nada ao Partido Comunista, que mais ano, menos ano tem os dias contados.

O PC arrisca-se a ser ultrapassado pela esquerda da nova Joana Catarina d’Arc que resolveu, ajuizadamente, meter a viola no saco e esperar pelas novas surpresas do Costa.

A moção de rejeição do CDS-PSD ao programa de Governo, por muito que aos próprios lhes custe, ela tinha de ser apresentada até para unir PS-PC-BE-verdes e o penduricalho do PAN que apostou nos vencedores tal como aqueles que jogam no totoloto.

O CDS e o PSD já aceitaram o insucesso, aquilo que eles querem é que Portugal e os portugueses entrem na rota do progresso, mas para isso têm de forçar os hesitantes Partidos à esquerda do PS a apoiarem-no, caso contrário a agonia do país vai arrastar-se durante longos anos.

Estes jogos seriam interessantíssimos de seguir se a preocupação do bem-estar de Portugal e dos portugueses não fosse muito maior do que o deleite de ver unir a esquerda, no sentido de Portugal, e ela deixar-se de Marxismos, Trotskismos e Maoismos que já foram experimentados em muitos países e que passaram de moda pela ineficácia das suas receitas.

Governe a Esquerda ou a Direita, mas com ideias próprias, portuguesas, não como saladas mastigadas pelos outros e há muito vomitadas.

 

Anterior “Políticos portugueses devem usar chocalho ao pescoço”

C.S

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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2015

Políticos portugueses devem usar chocalho ao pescoço

Depois dos chocalhos portugueses terem sido considerados Património da Humanidade, os políticos devem democraticamente andar de chocalho ao pescoço para o mundo conhecer e admirar as qualidades desta geração.

O Abade de Baçal foi o primeiro a conceder-lhes título de nobreza quando ao ser condecorado a insígnia caiu ao chão e o célebre etnólogo exclamou: “lá caiu o chocalho”.

Além de ser uma honra é o sinal distintivo desta casta que Governa o país e que gasta o fundilho das calças nas cadeiras do Parlamento ou na tasca de S. Bento, como o glorioso General Humberto Delgado gostava de apelidar aquela casa estuante de suor e infantilismo.

Como os chocalhos têm diversas dimensões e sons, mais agudos uns, que outros. Têm de experimentar um já creditado para acertar medidas.

O maior é o do Primeiro-Ministro, que é sempre o mais sabido e ouvido.

Deve ser enviado, urgentemente, um Deputado licenciado em Design para ir à Universidade de Coimbra desenhar a Cabra, e o seu modelo.

Este símbolo, de pelo menos 15 gramas deve andar sempre no pescoço dos Deputados e Deputadas para que os insultos constantes no Parlamento sejam obrigatoriamente derivados do simpático mamífero feminino e do seu excelso esposo. Isto para evitar os palavrões que a arraia-miúda utiliza e que não são próprios de quem exerce proficientemente tão nobre e espinhosa missão.

Propunha também que o início do chocalho ao pescoço seja marcado para o dia em que o PSD e o CDS apresentem a moção de rejeição ao programa do Partido Socialista & Cia, para ver se eles apreciam o toque, já que os ditos não foram bafejados pela elevação do chocalho a Património da Humanidade antes da sua entrada em funções. O culpado foi o Cavaco. Devia ter esperado mais uns dias para o Costa ter essa subida honra. Mas o Cavaco é um apressado.

Caso a moção de rejeição não passe, os Partidos proponentes devem, nas férias de Natal, dar uma volta ao país de chocalho ao pescoço, adereço permanente de todos os do Governo e os que o apoiam e também os da Oposição para os cidadãos saberem a quem estão entregues e que, tanto uns como outros, se regem, democraticamente, pelas mesmas medidas, que uns apelidam de garotices e outros que é tudo a mesma…chocalhada.

Todos estes artistas compreendem as vantagens e o orgulho que é serem a elite e os maiores intérpretes chocalheiros do Património da Humanidade.

 

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C.S

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